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Saiba como garantir sua segurança na hora de usar apps de banco

Nov 16, 2019

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Os apps de banco tornam a vida de quem precisa movimentar sua conta corrente muito mais fácil, já que acabam, na grande maioria dos casos, com a necessidade de ir até a agência e percorrer longas distâncias. Através do smartphone ou tablet, é possível acessar informações como saldo, extrato, realizar pagamentos, transferências e até investir. No entanto, uma vez que fraudes pela Internet não são raras, é necessário tomar algumas precauções para que sua atividade dentro dos apps seja protegida.

É preciso, antes de tudo reconhecer que os apps de banco apresentam vulnerabilidades, embora eles sejam mais seguros do que o Internet Banking pelo computador. Bem projetados, eles não armazenam dados e nem costumam ser contaminados por vírus. Mesmo assim, vale se atentar a algumas dicas para tornar a segurança de seu app ainda melhor. Confira-as a seguir:

Os apps de banco devem ser usados com cuidado a fim de evitar fraudes (Foto: Reprodução) Mantenha o sistema dos seus apps de banco sempre atualizados

A cada atualização, os sistemas operacionais dos aplicativos disponibilizam novas ferramentas de segurança e buscam aprimorar vulnerabilidades, corrigindo falhas que podem deixar suas informações em risco. Por isso, para evitar invasões ao sistema e roubo de informações, habilite atualizações automáticas e mantenha-se sempre atento às notificações de novas versões.

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Atualize sempre o seu app de banco para manter-se livre de ameaças (Foto: Reprodução) Evite usar seus apps de banco pelo Wi-Fi

Redes Wi-Fi possuem a tendência de ser frágeis no quesito segurança, mesmo quando utilizadas em conexões particulares. Por isso, use sempre os dados móveis quando for abrir seus apps de banco, pois o 3G e 4G costumam ter maior proteção contra criminosos. Jamais utilize conexões wireless públicas, como as redes disponibilizadas por shoppings, aeroportos, ou outros lugares, uma vez que suas informações podem ficar ainda mais expostas.

Evite, a todo custo, conexões em redes públicas (Foto: Divulgação) Apps de banco: baixe um antivírus e conte sempre com uma VPN

Nunca disponibilize suas informações nos apps de banco ou em qualquer outro lugar sem, antes, ter baixado um antivírus para seu smartphone. Algumas boas opções de ferramentas para proteção são o Avast, AVG, Norton, entre outros, que você pode conferir acessando este link.

Uma boa dica é utilizar uma VPN (rede virtual privada) caso surja a necessidade de acessar o Internet Banking em uma rede Wi-Fi pública. A prática torna a interceptação de informações bem mais difícil. Existem muitas opções gratuitas de VPN disponíveis para uso, como a WindScribe, TunneIBear, Hide.me, entre outras.

Utilize uma VPN para proteger seus dados (Imagem: Reprodução/PCMag) Habilite a verificação de seus apps de banco em duas etapas

A maioria dos apps de banco inclui um token para realizar transações que envolvam dinheiro. Esses códigos de verificação são emitidos nos próprios aplicativos ou enviados por SMS, garantindo assim a segurança de todas as suas transações. Alguns bancos solicitam também a leitura de um QR Code para validar suas operações, gerando um código exclusivo a cada uma delas.

Exemplo de verificação em duas etapas usado pelo Banco do Brasil (Imagem: Reprodução/Banco do Brasil) Monitore sempre suas contas nos apps de banco

Olhe sempre o histórico de transação de sua conta e, em caso de movimentações suspeitas, informe imediatamente a instituição bancária para que as medidas cabíveis possam ser tomadas. Tente checar essas informações pelo menos uma vez por dia, garantindo assim que todas as transações foram, de fato, realizadas por você.

Leia a matéria no Canaltech.

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FFWS | Corinthians consegue virada histórica e é campeão mundial de Free Fire

Nov 16, 2019

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E o título da Free Fire World Series fica no Brasil! O Corinthians conseguiu uma virada histórica e sagrou-se campeão mundial de Free Fire. Depois de ver os russos da Sbornaya_ChR liderarem o certame quase que o tempo todo, o Timão conseguiu emendar dois Booyahs nas últimas quedas para conseguir a virada, chegando aos 2300 pontos, contra 2190 dos russos e 2020 dos Illuminate, da Costa Rica.

O Corinthians, atual campeão da Free Fire Pro League, foi muito bem e apresentou a mesma consistência vista no torneio nacional. A Loud, infelizmente, não apresentou uma estratégia correta, com quedas bem irregulares e poucos abates, e acabou sendo uma das piores equipes do certame.

Para Nobru, um dos destaques do Corinthians, as equipes adversárias vieram muito bem preparadas para enfrenta-los, ao contrário do que aconteceu com competidores brasileiros quando foram ao mundial no exterior. "Os gringos estudaram a gente muito bem, tanto que, ontem à noite, decidimos mudar nosso local de queda. Mas, ao mesmo tempo, usamos as armas que eles não estão tão acostumados e isso acabou nos ajudando", disse Nobru, ao Canaltech.

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Além do título, o Corinthians levará um prêmio de US$ 200 mil.

Evento grandioso

A Garena não está de brincadeira. Pela primeira vez realizando a World Series no Brasil, a empresa chinesa sabia que teria que fazer um evento de impacto para mostrar que, de fato, veio para ficar e que o Free Fire é o game do momento no país. Não deu outra. Com dois shows de abertura incrivelmente bem produzidos, o público sentiu que está sendo abraçado pela empresa e que muito mais pode vir por aí.

Imagem: Garena

Para começar, Mc Jotapê e Mano Brown com a música "Zé Guaritinha", com um misto de funk e RAP. E depois, a grande estrela da abertura, o DJ Alok, com a música "Vale Vale", que levou o público ao delírio e embalou a entrada dos jogadores para a competição.

A final, queda a queda

1ª queda: Booyah - Illuminate

Jogo bem complicado, com os times mais brigando pela sobrevivência do que buscando a trocação, sempre ficando no limite das safes zones e flanqueando na medida do possível. Illuminate, da Tailândia, foi um pouco mais ousada e foi premiada com uma vitória indiscutível. O Corinthians, mesmo não apresentando a mesma consistência de outros tempos, teve em Fixa, o MVP da Pro League, seu grande trunfo para garantir o segundo lugar. A Loud ficou em sétimo.

2ª queda: Booyah - Sbornaya

Corinthians começa pra cima da Dranix (Indonésia) e elimina a equipe, já garantindo 80 pontos logo de cara. O Timão, aliás, conseguiu 10 kills nessa queda, o que ajudou a lhe garantir o segundo lugar na partida e o primeiro no geral até aquele momento, com Japa abatendo 7 jogadores. Os russos da Sbornaya, por sua vez, adotaram um estilo mais conservador para garantir o Booyah, com rotações controladas e trocações sempre assertivas. A Loud, apesar de ter feito uma boa rodada, ficou novamente em sétimo.

3ª queda: Booyah - Sbornaya

Dessa vez adotando um estilo mais agressivo, os russos da Sbornaya fizeram uma partida quase perfeita, com 11 kills. Já o Corinthians, que apresentava sua consistência já característica, tentou ousar mais indo para a trocação, porém, em grupos de dois. Com os abates de Japa e Nobru a coisa acabou ficando complicada e os campeões brasileiros foram eliminados. Já a Loud, fez sua pior apresentação no certame até então, caindo logo no começo do jogo.

Imagem: Garena

4ª queda: Booyah - Infinity Esports

A quarta queda foi a pior para os brasileiros. No entanto, mesmo com nenhuma das duas equipes no top 3, a Loud mudou o seu estilo antes do esperado e foi mais agressiva, conquistando o maior número de kills da rodada, com 11. Os costarriquenhos da Infinity também acordaram e, com um posicionamento, "acampando" em uma região alta em Purgatório, efetuou abates importantes e conseguiu o Booyah de maneira tranquila. O Corinthians terminou essa queda em sétimo.

5ª queda: Booyah - LGDS

Um dos favoritos acordou. Os taiwaneses da LGDS finalmente venceram uma queda e se colocaram na briga a essa altura. Se aproveitando da lentidão das demais equipes e de um combate ferrenho entre Corinthians e Sbornaya, a LGDS acabou levando vantagem para fazer seu Booyah. O Corinthians, por sua vez, adotou uma postura mais cautelosa para chegar ao final e obter uma boa pontuação por colocação - neste caso, mais um segundo lugar. Os russos da Sbornaya, em terceiro, ainda lideravam com folga a World Series.

A Loud decepcionou no mundial de Free Fire/ Imagem: Garena

6ª queda: Booyah - LGDS

Não disse que eles tinham acordado? A LGDS praticamente repetiu a estratégia da última queda e venceu com facilidade esta campanha, com os russos da Sbornaya em segundo e com boa pontuação. Corinthians e Loud foram muito mal, com o time verde sendo um dos primeiros a caírem.

7ª queda: Booyah - Corinthians

Finalmente o primeiro Booyah para o Brasil. O Corinthians, que fez uma substituição (trocou Japa por Pires), foi bem mais agressivo, encaixou uma rotação perfeita e venceu fácil a sétima queda. Os russos da Sbornaya, mesmo com boa parte do jogo com apenas um jogador, ficaram em segundo.

Level Up foi decisivo para o título/ Imagem: Garena

8ª queda: Booyah - Corinthians

Para a surpresa de todos, a virada. O Corinthians fez uma queda quase perfeita e conseguiu rumar ao título mundial, superando em 200 pontos os russos da Sbornaya, que haviam liderado toda a competição. Isso foi possível, porque os então líderes caíram muito cedo, terminando em 9º lugar. O Timão aproveitou-se disso, e com Level Up e Pires inspirados, conseguiram o Booyah que determinou a vitória.

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Como ver todos os aplicativos já baixados no iPhone

Nov 16, 2019

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A loja de aplicativos do iPhone é cheia de opções, que vão desde utilitários, jogos e customizações, até ferramentas de trabalho. Com tanta coisa assim é comum que os usuários do iOS façam inúmeros downloads com o tempo.

Para quem já perdeu a conta do que já foi baixado no celular, ou apenas quer rever e instalar novamente algum app ou jogo, o histórico da App Store pode ajudar a consultar tudo o que já passou pelo seu iPhone. Saiba como consultá-lo a seguir.

iOS 13: Conheça os novos recursos que chegaram com a nova atualização Como ver todos os aplicativos já baixados no iPhone

Você pode consultar o histórico de tudo que já foi baixado em seu iPhone ou iPad desde o momento em que seu Apple ID foi criado.

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Passo 1: abra a App Store e certifique-se que sua conta Apple está ativada. Com a loja aberta, clique em "Buscar" no canto inferior direito da tela. Agora, clique na foto do seu perfil que aparece no canto superior direito do app.

Acessando o painel de atualizações de apps da App Store / Captura de tela: Bruno Salutes

Passo 2: o painel com aplicativos pendentes de atualização se abrirá. Clique em "Compras", a segunda opção do menu abaixo do seu nome de usuário. Depois, na tela seguinte, selecione "Minhas compras".

Menu de apps comprados / Captura de tela: Bruno Salutes

Passo 3: seu histórico se abrirá, dividido em duas abas: "Tudo" (tudo o que você já baixou e comprou com seu Apple ID em seu iPhone atual) e "Não neste iPhone" (aplicativos que baixou ou comprou desde a criação do seu Apple ID em qualquer iPhone ou iPad).

Estes são os apps que estão no histórico do seu Apple IS / Captura de tela: Bruno Salutes

Para quem usa versões do iOS anteriores ao iOS 11, contudo, o caminho para acessar o histórico é outro: abra a App Store, clique em "Atualizações" no canto direito da tela e, depois, selecione "Comprado". Aqui também serão exibidas as abas 'Não neste iPhone' e 'Tudo'.

Você pode usar o campo "Buscar" para filtrar e encontrar algum app ou jogo em seu histórico. Para ocultar itens da sua lista, basta deslizar o nome do app da direita para esquerda e clicar em "Ocultar". Não é possível, no entanto, remover definitivamente os apps registrados em seu histórico.

Aplicativos e jogos que você baixou ou comprou e que foram descontinuados também não podem ser baixados novamente, mas ficam disponíveis na lista para consulta.

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Smartphone intermediário da Vivo traz curioso design em seu sistema de câmeras

Nov 16, 2019

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A Vivo anunciou mais um aparelho intermediário, o Vivo S5, com design bastante moderno para sua categoria. Os destaques estão para os formatos de câmera e cor. Na parte da frente, ele conta com uma lente em buraco na tela e cujo sensor 32 MP. Na parte de trás, há mais quatro sensores em um curioso desenho de losango. 

Com o pequeno ponto para a lente, a parte frontal do aparelho fica 91,38% dedicada à tela. O dispositivo tem display de 6,44 polegadas em Super AMOLED e proporção de 20:9. A definição é de 2400x1080 e ele traz ainda sensor de digital sob tela. 

Em termos de foto, na parte de trás, o Vivo S5 tem um sensor principal de 48 MP, uma lente grande-angular de 8 MP, outra macro de 2 MP, além de um sensor de profundidade de 5 MP. 

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aparelho tem 5 câmeras no total (Foto: Divulgação/Vivo)

Nas especificações, ele conta com processador Snapdragon 712 com 8 GB de RAM e opções de 128 GB ou 256 GB de armazenamento interno. O smartphone chega ao mercado com sistema operacional Funtouch 9.2, baseado no Android 9 Pie. 

O Vivo S5 conta com bateria robusta de 4.000 mAh e carregamento rápido de 22.5 W. Além disso, ele também traz um sistema chamado Multi-Turbo para jogos, em que a companhia promete uma melhora do tempo de resposta em 30% e evitará a queda da taxa de quadros por segundo (fps) em até 78% dos casos.

O smartphone será lançado no mercado chinês em 22 de novembro, ao preço de CNY 2.698 - algo em torno de R$ 1.600 - na versão 8 GB/128 GB e CNY 2.998 (cerca de R$ 1.780) para a edição de 8GB / 256GB. O Vivo S5 estará disponível nas cores azul-claro, azul-escuro e preto. 

 

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Google está na mira de agência americana após acessar milhões de dados médicos

Nov 16, 2019

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A semana continua agitada para o Google, que, novamente, está sendo investigado por um órgão do governo americano. Tudo começou, na segunda-feira (11), com o vazamento de um de seus projetos secretos, apelidado de Nightingale, focado na área médica. Em parceria com um dos maiores sistemas de saúde dos EUA, a organização Ascension, a gigante da tecnologia teve acesso a milhões de dados médicos e exames de cidadãos americanos, sem notificá-los.

A partir da denúncia, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) abriu uma investigação para apurar se a lei federal, conhecida como HIPAA, foi seguida na coleta dos milhões de registros através da parceria comercial com Ascension. Segundo a Lei de Portabilidade e Responsabilidade de Seguros de Saúde (HIPAA), de 1996, é permitido que hospitais compartilhem seus dados com parceiros de negócios, sem avisar os pacientes, desde que as informações sejam usadas para desempenhar exclusivamente suas funções de assistência médica.

A respeito do inquérito aberto, o funcionário federal Roger Severino, afirmou que o Departamento somente "gostaria de obter mais informações sobre essa coleta, em massa, de registros médicos de indivíduos."

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Questionado sobre o inquérito federal, um porta-voz do Google apontou para uma declaração da empresa defendendo o projeto. "Estamos felizes em cooperar com qualquer dúvida". No mesmo texto, a empresa declara que "acreditamos que o trabalho do Google com a Ascension segue as regulamentações de todo o setor (incluindo a HIPAA) sobre dados de pacientes e vem com orientações estritas sobre privacidade, segurança e uso de dados".

Por usa vez, a organização sem fins-lucrativos, Ascension, também defendeu a iniciativa como segura e compatível com a HIPAA, a lei que protege as informações de saúde dos pacientes.

Projeto secreto do Google é investigado pelo governo americano Implicações éticas

Se a lei foi ou não seguida, isso dependerá da interpretação do HHS sobre a parceria entre o Google e a Ascension. No entanto, Jennifer Miller, professora da escola médica de Yale, que estuda questões de privacidade, disse que a maneira como as informações de saúde estão sendo compartilhadas, sejam elas legais ou não, está longe de ser o ideal.

Os pacientes - cujos dados são compartilhados sem seu conhecimento ou consentimento específico - acabam com todos os riscos em eventual vazamento, argumenta Miller, enquanto os benefícios financeiros, por exemplo, da exploração dessas informações, vão unicamente para as empresas envolvidas.

"Precisamos de uma maneira melhor de respeitar os pacientes e dar a eles algum tipo de gerência", defende Miller, como "obter consentimento informado ou... precisamos pelo menos ter um conselho de ética, com representantes dos pacientes, que considerem se essas negociações são éticas e boas."

Nos últimos meses, membros do Congresso norte-americano propuseram projetos de lei de privacidade que permitiriam que os pacientes optassem ou não por compartilharem seus dados pessoais.

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10 séries históricas incríveis que você precisa assistir

Nov 16, 2019

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Entender como era o mundo há dezenas, centenas ou milhares de anos é sempre muito interessante. Vestimentas, política, realeza, guerras, disputas, romances, entre outras características de épocas passadas sempre são retratadas em produções para o cinema e para a televisão, saciando a curiosidade do espectador sobre eras não vividas.

Pensando nisso, e aproveitando a estreia da terceira temporada de The Crown neste domingo, dia 17 de novembro, o Canaltech preparou uma lista com as 10 melhores séries históricas que você precisa assistir para matar a curiosidade.

São produções de vários anos atrás e outras que não fazem tanto tempo assim, algumas baseadas em acontecimentos reais com um toque de ficção. Confira a lista completa com as 10 melhores séries históricas para maratonar, todas disponíveis online.

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1. The Tudors Imagem: Divulgação

A primeira série da lista é The Tudors, que se passa na Inglaterra do século XVIII, comandada por Henrique VIII, papel de Johnathan Rhys Meyers. A trama aborda a briga pelo poder em um cenário com muitas intrigas, com Henrique se distanciando de sua esposa Catarina de Aragão (Marye Doyle Kennedy) e investindo em um relacionamento com Ana Bolena (Natalie Dormer).

The Tudors pode ser assistida no Globoplay e no ClaroVideo.

2. Vikings Imagem: Divulgação

A série tem como cenário o início da Era Viking, em 793, retratando o ataque de Lindisfarne. Na produção, acompanhamos o personagem Ragnar Lothbrok, papel de Travis Fimmel, como sendo o maior gladiador da época. Segundo lendas locais, Ragnar é descendente de Odin, o Deus da Guerra.

Vikings está disponível na Netflix em seis temporadas. Aproveite também para conferir a entrevista que fizemos com Alex Hogh Andersen, que interpreta o personagem Ivar na série.

3. Roma Imagem: Divulgação

Em Roma, acompanhamos toda a história da cidade italiana em 52 a.C., em um ambiente repleto de rivalidade, luta por poder, guerras e traições. A história acontece sob a perspectiva de Júlio César, interpretado por Ciarán Hinds, até o seu assassinato.

As duas temporadas da série Roma estão disponíveis no HBO GO.

4. The White Queen Imagem: Divulgação

A série The White Queen se passa na Inglaterra, no ano de 1464, antes da Dinastia Tudor (representada em The Tudors) chegar ao poder. A trama retrata a disputa pelo trono dos York e dos Lancaster, sendo a história contada por Elizabeth Woodville (Rebecca Ferguson), Margaret Beaufort (Amanda Hale) e Anne Neville (Faye Marsay).

Você pode assistir a The White Queen no Fox Play.

5. Peaky Blinders Imagem: Divulgação

Em Peaky Blinders, conhecemos a história de Tommy Shelby (Cillian Murphy), comandante de uma gangue da cidade de Birmingham, na Inglaterra, no ano de 1919, logo após a Primeira Guerra Mundial.

Peaky Blinders está disponível em cinco temporadas na Netflix.

Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! 6. Downton Abbey Imagem: Divulgação

No Reino Unido, no início do século XX, acompanhamos a luta da família Crawley após a morte de um parente que estava na tragédia do Titanic. Tudo muda quando eles descobrem a existência de um novo herdeiro, Matthew Crawley (Dan Stevens), um primo distante que atua como advogado.

A série Downton Abbey está disponível no Amazon Prime Video.

7. Reign Imagem: Divulgação

Na série Reign, conferimos a ascensão de Maria da Escócia, interpretada por Adelaide Kane, desde a sua chegada à França, com apenas 15 anos de idade e prometida para casar com o Príncipe Francis. No desenrolar das temporadas, além do romance, das intrigas e dificuldades de Maria na corte francesa, vemos ela traçar planos para reaver o trono de sua prima, Elizabeth I.

Você pode assistir às quatro temporadas de Reign no Claro Video.

8. Boardwalk Empire Imagem: Divulgação

Em Boardwalk Empire, Steve Buscemi é Enoch "Nucky" Thompson, um tesoureiro da década de 1920 que, durante o período da Lei Seca dos Estados Unidos, se envolve em trabalhos perigosos com mafiosos e políticos da região. Não demora muito para ele acabar entrando no radar do governo do país responsável pelas investigações de lavagem de dinheiro e corrupção.

As cinco temporadas de Boardwalk Empire estão disponíveis no HBO GO.

9. Alias Grace Imagem: Divulgação

Alias Grace é uma série que conta a história de Grace Marks, uma jovem de classe média baixa que viajou da Irlanda para tentar ter uma vida melhor no Canadá. Contratada para trabalhar com serviços domésticos, ela acaba sendo condenada à prisão perpétua pelo assassinato do seu patrão e a governanta. Então, ela decide fazer de tudo para descobrir a verdade sobre o que aconteceu.

A série Alias Grace pode ser assistida na Netflix.

10. The Crown Imagem: Divulgação

É claro que não poderia faltar The Crown nesta lista! A série conta a história de Elizabeth II, inicialmente interpretada por Claire Foy, que começa cumprir reuniões com pessoas importantes para poder assumir o trono após a morte de seu pai, o rei George VI. É quando vemos como foi o processo que tornou Elizabeth rainha com apenas 25 anos.

Você pode assistir a The Crown na Netflix.

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Facebook e Instagram terão botões de doação para entidades sem fins lucrativos

Nov 16, 2019

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O Facebook está implementando algumas mudanças em diversos de seus produtos, a fim de melhor ajudar organizações sem fins lucrativos a incentivarem seus seguidores a contribuir com doações de capital. A ideia é criar botões de acesso, com links de doação de forma mais evidente dentro da apresentação visual das propriedades da companhia.

Primeiramente, o Facebook contará com um botão de “Doar” ou “Doe” (a tradução no Brasil ainda não foi determinada) durante a reprodução dos stories das páginas dessas entidades. Além disso, o Instagram também o mesmo recurso nos perfis das respectivas entidades.

Finalmente, o mesmo botão ficará evidenciado durante transmissões ao vivo feitas pelo Facebook Gaming, o programa de streaming de jogos da empresa e que compete diretamente com o Twitch. Neste caso, o influenciador que comanda a página e a transmissão poderá escolher uma causa e incentivar seus espectadores a doarem para ela. Uma meta poderá ser estabelecida durante a live e, a cada doação, uma notificação deve aparecer no vídeo, permitindo que o influenciador dê cumprimentos individuais ao vivo.

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Facebook está desenvolvendo recursos para incentivar a doação para entidades sem fins lucrativos

Uma última novidade, também em prol aos esforços de entidades que vivem de doação, é o auxílio do próprio Facebook na busca por voluntários que queiram colaborar com causas ou organizações específicas.

O Facebook não forneceu mais detalhes de quando essas implementações entrar em funcionamento. Entretanto, por elas não impactarem de forma majoritária na experiência de uso das plataformas citadas, é possível especular que elas apareçam logo.

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Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (10/11 a 15/11)

Nov 16, 2019

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Fim de semana e feriadão são duas coisas lindas que combinam demais com assistir a bons filmes e séries. Opção não falta: há várias estreias nos cinemas de todo o Brasil e a Netflix está com algumas novidades interessantes, mas é possível que nenhum dos dois lhe agrade. Para não ficar sem ter o que assistir, o Canaltech prepara todo sábado esta lista com os 10 melhores lançamentos de filmes e séries para você assistir online, seja em plataformas de streaming concorrentes ou em serviços de vídeo sob demanda, como Play Store, iTunes e Looke.

Apesar de sempre tentarmos diversificar as indicações, vale ressaltar que, estranhamente, o catálogo dos serviços por aí ficaram recheados de filmes sobre serial killers e assassinatos. Se esse é um gênero que lhe agrada ou fascina, então o prato está cheio. Do contrário, há blockbusters hollywoodianos que certamente darão uma injeção de adrenalina em você, além de dois filmes românticos que são garanti de lenços de papel encharcados e nariz escorrendo.

Ficou curioso e quer saber quais filmes selecionamos para você assistir nesse feriadão? Então confira a lista completa logo a seguir. Todas as produções vêm acompanhadas de seus respectivos trailers, sinopses e links para assistir online; dessa forma sua única preocupação será escolher o filme ou série que mais lhe agrada, clicar e apertar o play. Dê uma olhada, divirta-se e depois conta para gente o que achou na caixa de comentários ali embaixo.

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Velozes e Furiosos 8

 

Demorou, mas chegou. Após disponibilizar Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw, a Universal Pictures distribuiu para plataformas de streaming e VOD Velozes e Furiosos 8, aproveitando-se bem do hype em torno das notícias sobre Velozes e Furiosos 9 que surgiram nessa semana. Quem ainda não assistiu a este daqui, eis a oportunidade ideal. Depois de anos, Toretto e sua trupe estão vivendo o que podemos considerar uma vida normal. Mas não demora para tudo desandar, quando uma mulher misteriosa atrai Toretto para o mundo do crime, forçando-o a trair seus amigos mais próximos. Agora Brian, Letty, Mia e companhia terão de percorrer o mundo para impedir que um anarquista toque o terror no mundo e trazer de volta para casa o homem que os tornou uma família.

Velozes e Furiosos 8 está disponível para os assinantes da Netflix, além de poder ser comprado ou alugado na Play Store, iTunes, Looke e PlayStation Store.

Escape Room

 

Você já foi a uma escape room? Conseguiu sair de lá a tempo? Foi tranquilo? E se sua vida dependesse de escapar desse lugar, será que você conseguiria? Passando por dificuldades, seis estranhos acabam sendo misteriosamente convidados para um experimento inusitado: trancados em uma sala enigmática cheia de armadilhas, eles ganharão US$ 1 milhão caso consigam sair. O problema é que em vez de enigmas e sustos, os perigos desta escape room são mais letais do que eles imaginavam, forçando todos a agirem rápido para desvendar as pistas que lhe são dadas.

Escape Room pode ser assistido por quem é assinante do HBO GO, além de estar disponível para compra na Play Store, Microsoft Store, iTunes e Looke.

Se Eu Ficar

 

OK, vamos deixar a ação e a tensão de lado e buscar aquela caixa de lencinhos. Em Se Eu Ficar, Mia Hall (Chloe Grace Moretz) é uma musicista prodígio que vive a dúvida de ter de decidir entre se dedicar à carreira em tempo integral na famosa escola de música e artes cênicas de Julliard e aquele que tem tudo para ser o grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Mas um acontecimento terrível fará ela refletir sobre o passado e sobre o futuro que pode ter.

Se Eu Ficar pode ser transmitido pelos assinantes do Telecine e Globoplay, além de estar disponível no catálogo de aluguel e compra do iTunes, PlayStation Store, Microsoft Store e Play Store.

Retrato do Amor

 

Espere aí, não guarde os lencinhos, não. Se você está em busca de um drama mais puxado para o romance, Retrato do Amor pode ser uma opção interessante para assistir sozinho ou com o seu par. Pressionado por sua família a se casar o mais rápido possível, um fotógrafo de Mumbai convence uma tímida estranha a fingir ser a sua noiva durante a visita da avó. Apesar da relutância, ela aceita a proposta e os dois desenvolvem um laço totalmente inesperado.

Por enquanto, Retrato do Amor está disponível exclusivamente no iTunes, tanto para aluguel quanto para compra.

Os Segredos do Terceiro Reich

 

A Segunda Guerra Mundial fascina muita gente e serve de pano de fundo para inúmeras produções no cinema e na TV. Quando falamos de um documentário, então, o interesse triplica, já que estamos diante de relatos, documentos e imagens reais de um dos conflitos armados mais marcantes de todos os tempos. Na série documental Os Segredos do Terceiro Reich o expectador é colocado frente a frente com n ovas evidências e testemunhas que vão acabar com especulações sobre Adolf Hitler, a elite nazista e alguns elementos da guerra. Com uma pesquisa meticulosa e análise minuciosa, a produção se propõe a esclarecer um pouco desse período da história rica em mitos e mistérios.

Os Segredos do Terceiro Reich está disponível para todos os assinantes do Fox Play.

Em Busca de um Assassino

 

Se você gosta de um bom mistério e caçada por criminosos em uma produção afiada e aclamada, Em Busca de um Assassino é o seu filme. Na trama, o jovem repórter Eddie Dunford (Andrew Garfield) volta para sua cidade natal para trabalhar como correspondente de um dos principais jornais do país e se vê responsável pela cobertura do desaparecimento de uma criança de apenas 10 anos. Disposto a descobrir o que aconteceu, ele inicia uma investigação que o leva ao sumiço de duas outras crianças na região. Percebendo que se trata de um assassino em série e com sede de justiça, Eddie acaba se envolvendo em um esquema de corrupção, chantagem e sedução, tudo com a conivência da polícia e da imprensa local.

Em Busca de um Assassino é o primeiro filme da trilogia Red Riding, que conta as impressionantes histórias em torno da caçada pelo brutal estripador de Yorkshire e os efeitos trágicos e angustiantes que ele provoca em uma comunidade vivendo no medo. O filme está disponível para todos os assinantes do Amazon Prime Video e também pode ser alugado no Looke.

Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal

 

Já que estamos falando de assassino, que tal conhecer um pouco mais a história de um dos mais famosos serial killers da história? Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal dramatiza como o assassino em série interpretado por Zac Efron concilia a vida dupla de marido e pai de família com a de perseguidor e assassino de mulheres. Tudo parecia perfeito na vida de sua família, até que ele é preso e acusado de uma série de crimes tenebrosos. À medida que a sua preocupação se transforma em paranoia, Liz Kendall (Lily Collins) se vê forçada a reavaliar o quão bem conhece o homem com quem partilha a sua vida e, com o acúmulo de provas, decidir se Ted é realmente uma vitima inocente ou um verdadeiro culpado.

Leia também: Crítica | A Irresistível Face do Mal e um assassino do nosso lado

Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal pode ser alugado ou comprado no iTunes.

O Segredo de Davi

 

Sabe aquele conselho que ouvimos das nossas mães e avós quando somos crianças e adolescentes: Antes só que mal acompanhado? Em O Segredo de Davi, o jovem estudante Davi (Nicolas Prattes) adora filmar outras pessoas sem ser percebido. Até aí, ele não faz mal a ninguém, mas tudo começa a mudar quando conhece Jonatas (André Hendges) na faculdade e começa a ficar fascinado pelo novo colega. Após várias conversas macabras, Davi decide que vai começar a matar pessoas que considera dispensáveis, começando por uma vizinha que mal fala com as pessoas. O problema é que subitamente ela reaparece, revelando que há algo por trás dos atos do agora serial killer.

O Segredo de Davi pode ser assistido pelos assinantes do Telecine, também estando disponível para compra ou aluguel no catálogo da Play Store e iTunes.

Metalhead

 

Fugindo um pouco do cinema norte-americano, vamos falar de cinema islandês. Bizarro? Nem tanto. Apesar do ritmo mais lento do que estamos habituados, Metalhead conta uma história até que familiar para muita gente. Na trama, a jovem Hera (Thora Bjorg Helga) perdeu seu irmão em um acidente trágico. Triste, ela acaba sofrendo de depressão e se rebela. Aos poucos, porém, ela vai se reerguendo com a ajuda do heavy metal e acaba impressionando a todos de sua pequena cidade conversadora quando resolve seguir carreira na música.

Metalhead está disponível para streaming para todos que são assinantes do Amazon Prime Video.

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A Barra da Tijuca está sendo assolada por uma onda que crimes brutais. Corpos são encontrados todos dias, desmembrados e violentamente estripados. Em meio a tudo isso, os jovens da região começam a criar histórias fantasiosas para suprir a necessidade de uma explicação. É nesse cenário que está inserida Bia (Valentina Herszage), uma jovem imprudente que se depara com um desses cadáveres e passa por uma epifania: é preciso viver no limite, antes que seja tarde demais. Colocando o seu próprio corpo a prova, a garota vai experimentar limites para se sentir mais viva que todos ao seu redor.

Mate-me Por Favor pode ser assistido pelos assinantes do Telecine, além de estar listado para compra ou aluguel na Play Store, Looke e iTunes.

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Fernanda Montenegro rejeita Animais Fantásticos: "Estou com a agenda lotada"

Nov 16, 2019

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Na última quinta-feira (7), milhares de fãs criaram uma petição para que ninguém menos do que Fernanda Montenegro atuasse no terceiro filme de Animais Fantásticos, no papel de Ministra da Magia do Brasil, já que a trama da sequência do spin-off de Harry Potter vai se passar no país. Entretanto, na quarta-feira (13), a atriz usou o Instagram para avisar que estava com a agenda de 2020 (ano em que acontecem as gravações) completa, então mesmo que fosse convidada pela produção para atuar nesse papel, não poderia.

A negativa foi publicada com um print da petição chamada "Fernanda Montenegro como Presidente do Ministério da Magia do Brasil", que já tinha atingido mais de 93 mil assinaturas e caminhava a passos largos rumo aos 100 mil.

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Obrigada pelo carinho, cabe a mim avisar que estou com a agenda repleta em 2020. Grande abraço pela iniciativa de tantos amigos. - Fernanda Montenegro • #fernandamontenegro #animaisfantasticoseondehabitam

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Uma publicação compartilhada por Fernanda Montenegro (@fernandamontenegrooficial) em 13 de Nov, 2019 às 1:04 PST

Empolgados para que Fernanda fizesse uma participação no filme, os fãs chegaram até a fazer uma arte com a atriz caracterizada como a personagem:

Arte dos fãs, com Fernanda Montenegro no papel de Ministra da Magia (Foto: Reprodução/Twitter)

A trama de Animais Fantásticos 3 ainda não foi divulgada. O filme anterior, Os Crimes de Grindelwald, terminou com o Mago das Trevas se tornando uma verdadeira ameaça para Newt Scamander e seus colegas. Porém, o motivo que irá trazê-los ao Brasil ainda é desconhecido. A expectativa é que o filme estreie em 2021.

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Desligar o PC a força pode danificar meu computador?

Nov 16, 2019

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Quando o seu computador dá aquela “travadinha” básica, uma das tentações mais óbvias é forçar o desligamento de forma manual, efetivamente eliminando os processos que estão na fila e religando-o sem tarefas pendentes. Fazer isso é fácil: basta segurar o botão de desligar/ligar a máquina até que a tela se apague (um processo conhecido pelo jargão hard reset). Cômodo e simples, como a tecnologia promete ser. Mas há quem diga que abusar desse recurso pode danificar seriamente o computador, tanto na parte do hardware como no software. Mas será que isso é verdade?

A primeira coisa a ser discutida é a definição de “desligamento” de um PC: resumidamente, as máquinas antigas funcionavam mais ou menos como o interruptor de luz da sua sala, ou seja, uma via permitia a entrada de energia, outra via a negava. Diferente de hoje, com máquinas que possuem modos de hibernação ou vários outros modos de cessão de operação, computadores antigos eram bem mais simples nesse quesito. Assim sendo, o ato de “desligar” um computador, quando feito corretamente, é simplesmente um comando enviado pelo botão correspondente para o sistema operacional, que fechará todas as aplicações antes de ordenar o “corte” na oferta de energia.

O desligamento forçado de uma máquina é uma saída viável, como um último recurso a ser tentado quando tudo mais falhar, mas isso requer alguma atenção... (Imagem: Reprodução/Windows Report) Verdade ou mentira? Bom, um pouco dos dois...

É importante ressaltar que o desligamento forçado é uma ação válida. Segundo o engenheiro de computação Levi Rodrigues da Silva, porém, ela é uma que deve ser usada com cuidado: “A prática de hard shutdown ['desligamento forçado', na tradução contextualizada do jargão] deve ser vista como um último recurso. As máquinas de hoje usam fontes chaveadas, ou seja, significa que temos circuitos de controle e proteções diversas nas fontes, que antes não tinham, mas problemas eletromecânicos ainda podem ser causados pela súbita interrupção de energia”, explica em entrevista ao Canaltech.

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A primeira situação que vem à mente com esse assunto é o HD. O consenso generalizado é o de que a agulha do disco rígido poderia danificar seus pratos fisicamente. Rodrigues indica que há uma certa veracidade nisso, porém não é tão grave quanto as pessoas fazem parecer. Veja: um disco rígido funciona “escrevendo” dados de arquivos em seu prato. Isso é, de uma forma bem resumida, o que “salva” um arquivo. Se no meio desse processo o computador for desligado, o que é mais provável ocorrer é que o arquivo em questão fique corrompido.

Entender o funcionamento de seu computador de forma plena vai ajudá-lo a decidir se e quando usar o desligamento forçado sem causar danos aos seus arquivos e componentes (Imagem: Reprodução/Shutterstock) 

“As máquinas antigas usavam muito o HD para realizar suas tarefas, mas hoje em dia isso é bem diminuído porque existem outros recursos embarcados, onde grandes quantidades de memórias RAM que armazenam dados não precisam mais buscar informações nos discos: muitos recursos de cache aliviam o estresse do HD, que fica mais rápido no processamento. Então podemos dizer que os recursos das máquinas novas aliviam e aumentam a vida útil dos HDs, porém a situação de ambos ainda continua igual e pode trazer os mesmos problemas. Então as interrupções que antes poderiam causar problemas no HD hoje em dia provocam os mesmos sintomas, mas com vida útil maior da peça”.

Rodrigues ainda ressalta que o mercado está mudando novamente de paradigma, adotando o disco de estado sólido (SSD) como padrão de armazenamento nas máquinas lançadas recentemente. “Como o SSD não usa mídia magnética como o HD, as vantagens são ainda mais numerosas e seguras”, pontua.

Outra situação é quando o computador é desligado a força, porém não pela vontade do usuário. É o caso de quedas de energia na residência, por exemplo. Esse tipo de tensão também poderia causar problemas em máquinas mais antigas, com uma configuração diferente de hardware. Rodrigues explica que, nesses casos, existiam até mesmo riscos de incêndio devido à súbita mudança na energia.

“Aqui é onde a tecnologia de hardware teve a maior evolução — e onde entra o assunto da fonte chaveada que mencionei antes. Antes, elas não eram usadas devido ao alto custo. Hoje, todas as fontes são chaveadas, o que significa que temos circuitos de controle e proteções diversas nas fontes, que antes não existiam. Hoje em dia existe o fato de poder ligar uma máquina em voltagens de 100V a 240V sem grandes preocupações, pois a fonte se ajusta ao valor de entrada. Tudo isso faz com que o circuito dos computadores novos sejam muito melhor que os antigos”.

Computadores mais novos trazem maior proteção contra quedas súbitas e picos de energia inesperados, oferecendo maior resistência ao desligamento forçado do que se via em máquinas mais antigas

No que tange ao software, Rodrigues diz ser um caso que depende de maior atenção. Conforme detalhamos no funcionamento de um HD, é possível que a súbita queda de energia faça com que arquivos se corrompam. A questão é: quais arquivos? Nisso o especialista é sucinto: “todos”.

“O software tende a ser mais protegido. Se o HD apresentar problemas, isso não significa que é algo no software, porém partes dele podem ser interrompidas e perdidas, especialmente em programas que se ligam a outros: esse ‘caminho’ se perde e o computador não faz a busca por completo. É o caso, por exemplo, de uma pasta que não está acessível, mas outras na mesma área de gravação são lidas normalmente”.

Um segundo caso, este mais grave, é a corrupção de um software armazenado em um componente próprio: “geralmente, esse caso é referente ao armazenamento em um componente de gravação conhecido como ‘SPI’, onde fica a BIOS da máquina. Esse tipo de software é o responsável por efetivamente ligar a máquina e fazer a interface com outros programas. Se ele for corrompido, é possível recuperar as informações de fábrica ou com uma ação de hardware durante o processo de boot, mas isso é usado por um profissional, que terá de abrir o seu computador e acessar a sua placa-mãe”.

O método do desligamento forçado também pode ser aplicado em smartphones, porém seu uso é mais raro para dispositivos móveis, que tendem a ter uma recuperação mais rápida

Falamos muito sobre computadores pessoais, mas Rodrigues também diz que é importante considerar os smartphones nessa equação. Pela lógica, esses telefones são, a grosso modo, computadores de bolso: eles possuem memória, processador, placa-mãe, sistema de armazenamento, sistema operacional de base e capacidade de instalação de aplicativos. Assim como o seu laptop ou desktop, o desligamento forçado também é possível no aparelho por onde você deve estar lendo isso agora — e isso também requer atenção.

“Seja Android, iOS, Windows, Linux ou macOS, tudo isso são apenas nomes diferentes que representam hardware e software operando de forma integrada. Por isso, às vezes, temos que resetar ou formatar um smartphone com as configurações de fábrica, geralmente após o sobrecarregarmos com apps demais ou arquivos demais. Porém, os universos de hardware entre as plataformas são diferentes. Portanto, o desligamento forçado é mais raro em dispositivos móveis. Neles, o caso mais potencialmente danoso é o de abrir o aparelho e remover a bateria, pois isso poderia danificar circuitos internos. Em outras palavras, há problemas parecidos, mas também há problemas exclusivos de cada tecnologia”.

Quando o dano pode ser extenso

É comum em sistemas operacionais como o Windows oferecerem avisos bem notáveis de quando estão rodando processos sistêmicos ou mais sensíveis. Nessas ocasiões, sempre há algum popup ou alerta pedindo que o usuário mantenha a máquina em funcionamento.

Tais processos incluem as atualizações de sistema, instalações de drivers ou manipulação de arquivos essenciais ao sistema. Como Rodrigues pontuou, há casos em que o desligamento súbito pode ocorrer dentro de algum desses processos, que são extremamente importantes para, bom, religar a máquina.

O consenso da comunidade de TI é justamente o de evitar o desligamento forçado, por qualquer razão, durante ações de instalação de uma forma geral: quando você baixa um programa e o instala, por exemplo, vários de seus componentes são alocados em diversas pastas do sistema operacional, o que pode levar ao mau-funcionamento não apenas do que foi baixado, mas também de onde se pretende instalar algo.

E como evitar tudo isso?

Por sorte, os sistemas atuais contam com mecanismos de proteção pré-instalados desde a saída da fábrica. Atualizações de sistema, por exemplo, exigem um nível mínimo de carga na bateria de um laptop. Desobedecida essa recomendação, o processo de update sequer será iniciado.

O engenheiro de computação diz que mesmo usuários mais leigos saberão especular o tipo de problema, o que pode ser útil em uma recuperação: “Se o computador liga, os indicadores LED acendem, o display exibe mensagens, mas o sistema não ‘dá o boot’, como dizem, então o problema está no HD. Trocá-lo pode resolver sem grandes dores de cabeça”.

Casos mais graves podem remeter a falhas mais intensas. Nessas situações, a recomendação é imediatamente procurar um técnico especializado para avaliar o dano e as possibilidades de recuperação: “geralmente, casos assim podem ocorrer quando se corrompe algo ligado à firmware de algum equipamento, ou na gestão de energia. Aqui, a manutenção especializada é o melhor caminho, pois se o técnico detectar que se trata de uma SPI corrompida, por exemplo, pode ser que a recuperação valha à pena mesmo pagando a mão de obra. Entretanto, é bom manter outras opções em mente, pois se o custo de recuperação passar de 30% do valor da máquina — e ela própria já tiver mais de dois anos de uso —, talvez seja a hora de comprar um PC novo”.

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Quais são os 12 melhores personagens da Marvel nos cinemas?

Nov 16, 2019

Description:

Todo mundo tem seu personagem predileto e uma das grandes vantagens (ou desvantagens) em adaptações é você ver um herói que conhece há anos em uma abordagem diferente — às vezes muito, outras pouco. De qualquer forma, reimaginar um desses seres é um exercício de criatividade e, quando dá certo, o resultado empolga todo fã.

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Nós do Canaltech resolvemos escolher aqueles que melhor foram representados no Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês) até agora. Vale destacar aqui que levamos em consideração sua forma original e a evolução para a contraparte live-action, assim como seu desenvolvimento ao longo de dez anos e 23 filmes.

12. Loki (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

O vilão da Marvel Comics já teve algumas versões interessantes ao longo dos anos, mas foi com a interpretação de Tom Hiddleston que ele ganhou um charme que não tinha antes. O conflito familiar shakespeariano, que ao longo do tempo se tornou um conto épico sci-fi, fez bem ao personagem e o tornou tão querido pelos fãs que no MCU ele é, na verdade, um anti-herói — e, veja bem, vai ganhar série própria.

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11. Shuri (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

Pouca gente sequer lembrava da importância da irmã do Pantera Negra, que já assumiu o manto do personagem e até mesmo governou Wakanda. Repaginada como um gênio adolescente, ela levou o termo “herói de suporte” a um novo patamar. A interpretação de Letitia Wright é divertida e se tornou uma referência para o público infantojuvenil. Representatividade leva pontos por aqui também.

10. Homem-Aranha (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

Peter Parker passou muito tempo no colegial, lidando com as agruras adolescentes enquanto vivia em um apartamento modesto com sua tia. Isso passou muito rápido nos filmes de Sam Raimi e a versão de Andrew Garfield é toda descolada — bem diferente do tímido jovem bipolar que se torna um piadista quando veste a máscara. Tom Holland encarnou o Amigo da Vizinhança e essa é a representação mais fiel da fase clássica de John Romita Sr.

9. Peter Quill (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

Se você lesse os gibis do Guardiões da Galáxia ou até mesmo conhecesse Peter Quill antes do filme de James Gunn, diria que não se tratam do mesmo grupo ou personagens. Bem… De certa forma, não mesmo. Eles foram completamente repaginados. O Peter Quill de Chris Pratt está mais para um pistoleiro espacial no estilo Han Solo, enquanto o tom do filme segue uma ópera espacial à la Star Wars.

8. Groot (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

O mesmo pode ser dito de Groot, que, veja só, consegue dizer muito mais que “Eu Sou Groot”, com suas ações e carisma. Do emocionante sacrifício no primeiro Guardiões da Galáxia, passando pela versão fofa mirim, até o adolescente irritante, o personagem ganhou bastante apelo nas telonas e tornou-se um ícone na equipe — até nos quadrinhos ele conquistou mais espaço e importância por conta disso.

7. Viúva Negra (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

Do tímido início como coadjuvante nos filmes do Homem de Ferro, Capitão América e Vingadores, até o seu próprio longa solo, a Natasha de Scarlett Johansson fez jus às origens dos quadrinhos e se tornou o coração dos Maiores Heróis do Mundo. Logo ela, que era toda fria ela.

6. Homem-Formiga (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

A pegada cômica e fora de Nova Iorque, com uma comunidade pobre e latina em São Francisco, em um filme sobre legado — sobre pais e filhos —, tornou essa a melhor versão que já tivemos do personagem — seja nas telinhas ou nas revistas. Hank Pym sempre teve um background mais próximo de um cientista louco, enquanto o amável Scott Lang de Paul Rudd é alento para os momentos mais difíceis do MCU.

5. Pantera Negra (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

O estilo de Chadwick Boseman leva um pouco daquele ar “Shaft” dos anos 70 para uma aventura afrofuturista — algo completamente diferente do que já vimos em filmes de ação ou de heróis. Esse mix poderoso de tradição tribal com tecnologia sci-fi é algo inovador na indústria. Não à toa, todo mundo ficou de olho em seu T’Challa, inclusive no Oscar.

4. Thor  (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

Daqui para baixo, vocês vão notar que esses são os personagem mais dinâmicos ao longo do MCU. São personagens que evoluíram em diferente abordagens, sem que seu núcleo fosse esquecido. Do piá mimado do primeiro filme até o líder que se torna um guerreiro andarilho em sua última aparição, o Thor de Chris Hemsworth vive uma jornada que oferece esse verniz épico medieval ao Marvel Studios.

3. Hulk (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

“Não é o Banner que vira o Hulk. É o Hulk que se transforma no Banner.” Essa dualidade que fez muito sucesso nos quadrinhos foi introduzida com êxito por Mark Ruffalo. Há tanta coerência com o que acontece com ele nas telonas que, se você notar, o Hulk só se entende com o Capitão América, desde o princípio. Isso porque nessa versão o acidente que o torna o Gigante Esmeralda é resultado de décadas de pesquisa sobre o supersoro que deu a Steve Rogers suas habilidades super-humanas — daí a admiração de Banner por Rogers.

E, em cada filme, a dinâmica Hulk/Banner é completamente diferente da anterior, o que mantém essa versão das telonas sempre rica e interessante.

2. Capitão América (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

O personagem mudou depois dos anos 90, quando passou a questionar o governo dos Estados Unidos e provou que se tornou um herói da liberdade — e não um soldadinho de seu país. Essa foi justamente a pegada abordada pela caracterização de Chris Evans. Aqui ele mostra por que é que ele nunca mudou de patente, mesmo sendo tão bad ass: simplesmente porque ele não quis.

1. Homem de Ferro (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

Bilionário, filantropo, bêbado, inventor, futurista. Herói. Um personagem que consegue vencer adversários como Thanos e perder para o próprio vício pelo álcool; que é tão falível quanto poderoso, só poderia ser caracterizado com tanta maestria por Robert Downey Jr., que recriou o Gladiador Dourado e elevou as interpretações de super-heróis a um nível nunca antes visto na história. Depois dele, todo ator ou atriz de primeira classe passou a querer ser algum superser da Marvel ou da DC. Por isso ele é nosso número 1.

E você, concorda com essa lista? Trocaria a posição de algum personagem? Ou faria uma lista completamente diferente? Conta para gente aqui embaixo nos comentários.

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Governo sobe isenção para compras trazidas em viagem por via terrestre

Nov 16, 2019

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A partir do ano que vem, será possível entrar no Brasil por vias terrestres com até US$ 500 em compras, equivalente a quase R$ 3.100. A ampliação foi assinada pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, em publicação no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (14). 

Assim, quem viajar ao exterior como turista, pode voltar com o montante em bens tanto por via terrestre, fluvial ou lacustre. Com isso, o Governo alinha a quantia também permitida para viagens ao exterior de avião, atualmente, de US$ 500 também em bens. Quem ultrapassar esta quantia pode ser taxado na alfândega. 

No Brasil, o principal caminho de produtos importados por via terrestre vem do Paraguai, especialmente pela região de Foz do Iguaçu, no Paraná. 

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Por conta da mudança, houve necessidade de mudanças no orçamento federal, o que ainda não foi executado. O governo já lançou a sua proposta de Lei Orçamentária Anual para 2020, logo teria de fazer uma modificação neste texto.

Vale lembrar ainda que o governo também já aprovou, há um mês, uma portaria dobrando o quanto se pode comprar em free shops, de US$ 500 para US$ 1.000, o que também já entra em vigor na virada do ano.

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Quase 150 apps pré-instalados para Android possuem bugs perigosos, diz pesquisa

Nov 15, 2019

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Uma pesquisa conduzida pela empresa de segurança Kryptowire descobriu vários aplicativos no Android que colocam usuários em risco.Especificamente, 146 apps pré-instalados que vêm em smartphones de entrada (os mais baratos) — mas as ações destes softwares podem custar bem caro para quem os usa: o estudo descobriu que todos eles estavam gravando áudios secretamente, alterando configurações dos usuários, além de revogar e se dando permissões de acesso sem comando do proprietário.

A Kryptowire contou com financiamento do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (Department of Homeland Security, ou simplesmente “DHS”) e levantou que 29 fabricantes de smartphones com sistema operacional Android apresentavam 146 vulnerabilidades. Para descobrir isso, os especialistas usaram uma ferramenta que lhes permite rodar análises de integridade de software sem necessariamente avaliar o smartphone fisicamente. No caso da Samsung, seis aplicativos pré-instalados dão conta de 33 das vulnerabilidades descobertas.

Mais de 100 aplicativos pré-instalados em smartphones Android expõem os usuários e seus dados

O CEO da Kryptowire, Angelos Stavrou, disse que o Google pode reverter essa situação ao demandar das fabricantes padrões mais aprimorados de produção de software: “O Google pode exigir uma análise mais minuciosa de código, além de uma maior responsabilidade pelos seus produtos de software que entram no ecossistema Android. Legisladores e criadores de termos de uso devem exigir que empresas assumam a responsabilidade de colocar a segurança e informação do usuário final sob risco”.

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A pesquisa argumenta que aplicativos pré-instalados trazem um risco maior, haja vista que, por eles serem desenvolvidos pela própria fabricante de um aparelho, eles contam com maior liberdade de acesso às configurações do sistema operacional instalado, além de serem notoriamente mais difíceis de serem removidos.

O Google não comentou o caso.

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Volvo anuncia instalação de 500 pontos de recarga para carros eletrificados

Nov 15, 2019

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A Volvo avança rumo à eletrificação também no Brasil. Após anunciar um plano global ambicioso, com a drástica redução da pegada de carbono por carro, a fabricante sueca vai promover a instalação de 500 pontos para recarga de modelos híbridos e elétricos plug-in no país, deixando clara qual será a sua posição no mercado para os próximos anos.

Como parte de sua estratégia, a fabricante sueca firmou importantes parceiras com o grupo GPA, rede Iguatemi, redes de estacionamento Estapar, Autovagas e PareBem, além da incorporadora Idea! Zarvos e a sua própria rede de 36 concessionárias, somando um investimento de R$ 5 milhões para implantação dessa estrutura, que visa abastecer os carros da marca, que hoje, dentro da linha, ganham cada vez mais opções eletrificadas.

Energizando

Quando a empresa começou seu o projeto, a infraestrutura de recarga no Brasil contava com 125 postos. Com seu esforço para instalação dos pontos e o avanço das parcerias, a rede de recarga hoje foi duplicada. O próximo passo é chegar a 500 vagas instaladas. Assim, na cidade de São Paulo, por exemplo, as pessoas encontrarão um eletroposto Volvo em uma média de 9,7 km distantes um do outro. Desde já, o cliente da marca que deseja encontrar o eletroposto mais próximo pode acionar o "Volvo on Call" ao toque de um botão dentro do seu automóvel, cujo serviço está, disponível em todos os veículos da marca.

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Imagem: Volvo

Para 2020, a montadora sueca estuda também a ampliação de sua estratégia para áreas mais afastadas das cidades.

Linha híbrida plug-in

Até o mês de outubro, 6.015 carros híbridos e elétricos foram vendidos no mercado nacional por 14 montadoras, sendo a Volvo um dos players mais importantes do setor, com uma versão híbrida em quase todos os modelos de seu portfólio - a versão híbrida plug-in do XC40 chegará no primeiro trimestre de 2020. Em 2021, 100% da gama de produtos da marca será eletrificada.

Nos dez primeiros meses do ano, a fabricante comercializou 884 unidades de carros híbridos plug-in (aqueles em que podemos carregar nas estações de recarga ou nas tomadas de casa), na qual é líder no segmento Premium (contra 136 carros no mesmo período do ano passado, um crescimento de 650%). Em outubro, essa condição foi reforçada com a venda de 135 unidades, compostas pelos SUVs XC90 e XC60, além dos sedãs S90 e o recém-lançado S60, todos equipados com o motor T8, de 407cv de potência e 64kgf/m de torque.

E aí, Canaltechers, qual dessas máquinas da Volvo vocês gostariam de ver em nossos testes? Deixem para gente nos comentários!

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Com apenas 5 segundos de amostra, essa IA vai clonar 100% da sua voz

Nov 15, 2019

Description:

Um projeto de pesquisa em inteligência artificial (IA) da Universidade de Cornell (EUA) desenvolveu uma rede neural capaz de clonar — e imitar com muita, senão, total fidelidade — a voz de uma pessoa com base em uma amostra de meros cinco segundos. O estudo foi publicado na página de trabalhos acadêmicos da instituição de ensino e é assinado por 11 especialistas.

“Nós desenvolvemos uma rede neural baseada na sintetização de sistemas texto-para-discurso, que pode gerar clipes de áudio de indivíduos até mesmo nunca vistos por nós durante o treino do software”, diz o sumário do estudo. “Demonstramos que o modelo proposto é capaz de transferir o conhecimento de variação de porta-voz aprendida por um codificador treinado para um não-treinado e sintetizar a fala natural de pessoas não vistas durante o treino”.

 

Descomplicando: o sistema analisa uma voz pré-gravada (ou mesmo uma ouvida na hora) e cria um modelo matemático. Esse modelo é então inserido dentro de um software texto-para-voz, não muito diferente dos diversos modelos que se vê disponíveis por aí, com uma diferença: com o modelo matemático inserido, o sistema consegue reproduzir não apenas o que foi dito, mas com a mesma voz da fala original.

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Além disso, o sistema é capaz de gerar novas vozes, além de ser programável para fazer qualquer tipo de discurso dentro da voz clonada.

Ainda bem que tudo isso é parte de uma pesquisa acadêmica. Em 2019, os chamados deepfakes tomaram as manchetes mundiais da imprensa especializada e geraram enorme preocupação com a segurança das pessoas, de anônimos a celebridades. Um sistema que emula perfeitamente a sua voz poderia muito bem encontrar usos bem nefastos nas mãos erradas.

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FFWS | Conheça as equipes e principais jogadores do mundial de Free Fire

Nov 15, 2019

Description:

O Free Fire World Series 2019, campeonato mundial de Free Fire, acontecerá neste sábado (16) na Arena Carioca 1, localizada no interior do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. O certame reunirá 12 equipes de diversas partes do mundo, que, além de batalharem pelo título, terão como motivação uma premiação total de US$ 400 mil em dinheiro.

Os países e regiões representadas na FFWS são: Brasil, Sul e Norte da América Latina, América do Norte, Índia, Europa/Rússia, Indonésia, Tailândia, Sudeste Asiático/Malásia, Vietnã e Oriente Médio/Norte da África. Todas as equipes se classificaram como campeãs de suas respectivas regiões, com exceção da LOUD, que terminou a temporada como vice-campeã brasileira, mas conseguiu se classificar pelo fato da anfitriã do torneio ter duas vagas.

Veja quem é quem no mundial de Free Fire.

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Corinthians Free Fire (Brasil)

Line-up: Fixa, Nobru, Japa e Pires e Level Up

O Corinthians é um dos favoritos ao título da Free Fire World Series 2019. A campanha do Timão na fase de grupos foi a segunda melhor do campeonato e o esquadrão se portou regularmente em uma final mais do que equilibrada, com um desempenho bem consistente. Pode-se dizer que a regularidade e a evolução dentro de jogo são duas das principais características do SCCP.

Garena/ Divulgação

Entre os jogadores, os destaques da equipe são Fixa e Nobru. Capítão da equipe, Fixa foi eleito o melhor jogador da final brasileira. Ele faz boas calls e está sempre guiando o time no caminho certo, enquanto Nobru exerce muito bem o papel de killer, sempre conseguindo abates importantes nas partidas.

LOUD (Brasil)

Line-up: Bradoock, Will, ShariiN,Vini e VoltaN

Garena/ Divulgação

A LOUD, uma das equipes mais populares do Brasil dentro do cenário de Free Fire, terminou as finais da Pro League como vice-campeã do torneio. A equipe quase foi superada pela paiN Gaming, que por 30 pontos não conseguiu ultrapassá-la e garantir a segunda vaga no Mundial. A principal característica da LOUD é a atitude e o poder de trocação.O estilo agressivo é a maior virtude, mas também o maior defeito do time verde.

Samurai Team (Sul da América Latina)

Line-up: 14DELTA, ALEX18, Ragnar, Michael e Hassan

O representante da região LAS, que abrange países como Argentina, Bolívia, Chile, Peru, Uruguai, Antilhas Holandesas e Guiana é o Samurai Team, que levantou o troféu da Free Fire League no palco da Argentina Game Show 2019.

Garena/ Divulgação

O ST é um time que, diferente de outros classificados, joga em cima de rotações e não de eliminações. Diante de times de regiões como Indonésia e até mesmo do Brasil, pode ser que a equipe tenha dificuldade para desempenhar seu jogo, pois o seu poder de rotação, curiosamente, é bem fraco. Entre os nomes que representam o time, vale destacar o boliviano Michael e o argentino Ragnar, as maiores fontes de dano e os jogadores que mais eliminaram no time ao longo da última temporada.

Infinity Red (Norte da América Latina)

Line-up: Monkey, Naruch, Carlos, Lupaco e Jeisson

O representante da região LAN, que abrange os países Belize, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Venezuela e Ilhas do Caribe é a Infinity Esports Red.

A Infinity Red é um time que joga de forma bastante agressiva, buscando trocações sempre que possível. Além disso, a equipe não deixa a desejar nas rotações, aliando uma boa dose de agressividade e boas trocações à estratégia de sobrevivência. Naruch, da Argentina, e Carlos, do Equador, são os principais destaques do time do norte da América Latina.

Arctic Gaming Mexico (América do Norte)

Line-up: JONA14, MEME, PROFESOR, MECHAS07 e Vega

A representante da região norte-americana, que engloba Estados Unidos, Canadá e México, é a Arctic Gaming MX, que levantou o troféu da Free Fire League NA. O esquadrão desembarca no Rio de Janeiro com bastante força e também promete surpreender no campeonato.

Garena/ Divulgação

A equipe mexicana não era uma das favoritas ao título da região, mas a estabilidade apresentada na final foi um dos pontos-chave para a conquista do campeonato. Mantendo-se na parte de cima da tabela ao longo da final, o esquadrão demonstrou ser sangrento e inteligente na hora de executar seu plano de jogo em ambos os mapas. Os destaques da equipe são os mexicanos JONA14 e MEME, que exercem juntos o papel de carregadores da equipe, sendo responsáveis pelas principais eliminações e pela maior parte do dano causado.

NAWABZADE (Índia)

Line-up: Radhe.TKR, VRCIOO, GJ_Radhebhai e GJ.Jigar

A Índia, uma das principais regiões dentro do game, será representada pela NAWABZADE, grande campeã da Free Fire India Today League. Bastante agressiva, a equipe se perde um pouco em suas rotações, principalmente no mapa Bermuda, onde não obtiveram muito sucesso na sua liga. A história, no entanto, não é a mesma em Purgatório, consolidado como o melhor mapa do time indiano. Entre os jogadores, vale destacar Radhe.TKR e GJ_Radhebhai.

Sbornaya_ChR (Europa e Rússia)

Line-up: Dzarmaro, Pokritel, Mers, Tumso e Metiska

A Europa e a Rússia serão representadas pela Sbornaya_ChR, que levantou o troféu da Eurasia Cup 2019. Das citadas até aqui, a equipe russa foi a que se mostrou mais dominante na final da sua liga, apresentando um bom desempenho tanto em Bermuda quanto em Purgatório.

Sempre carregada de muitas eliminações, a Sbornaya_ChR venceu quatro quedas na grande final do campeonato russo-europeu, mostrando-se um time bastante dominante e preciso em rotações. Uma das características presentes na equipe é o uso constante de veículos para se locomover pelo mapa, mas sem ser "Zé Carrinho" — conheça as principais gírias e jargões do jogo.

Dzarmaro e Tumso são dois dos principais nomes do time.

Dranix Esports (Indonésia)

Line-up: Bion, Bay, Delta e DeviL

A Indonésia é o país atual campeão da Free Fire World Cup. A EVOS Capital, que venceu o torneio mundial, não se classificou desta vez, mas a Indonésia estará mais do que bem representada no torneio pela Dranix Esports, talvez a favorita para a conquista do título.

O time é estável e basta apenas uma vitória para que ele alavanque e não pare mais, algo bastante favorecedor em uma série de oito jogos. Dos jogadores que podem surpreender no Brasil, vale destacar Bay e Delta. No geral, a equipe da Indonésia não tem um poder de fogo tão alto, mas isso é compensado na boa movimentação.

Illuminate Slow Twok (Tailândia)

Line-up: D_LONG, Ethan, Justin, Luffy e MUE_TOB

A Tailândia também é uma grande região quando se trata de Free Fire e por isso a sua representante também desembarca com força no Brasil. A Illuminate Slow Twok foi a grande campeã da Pro League Tailandesa e se provou ser uma equipe bastante inteligente, que trabalha muito bem as rotações em ambos os mapas. Dos quatro jogadores, o destaque fica por conta de Luffy.

GODDESS (Sudeste Asiático e Malásia)

Line-up: RoRo, EtAAA, YOYO, Angu e Oreo

A GODDESS ganhou com folga o SEA Championship, um dos torneios regionais mais fracos do circuito de Free Fire. Seu estilo de jogo é bem parecido com o de algumas equipes brasileiras, como a paiN. A trocação do time não é boa e eles se atrapalham diversas vezes durante as rotações, algo que no torneio mundial não será perdoado pelos grandes times. EtAAA é o principal jogador do time.

Team Flash (Vietnã)

Line-up: Clear, DNP, MiNow1, Cool e RyukVN

A representante do Vietnã é a Team Flash. Ao longo da temporada, eles atuaram sob a tag KOFF, mas logo após a conquista do título o elenco foi comprado pelo Team Flash, que viu potencial e resolveu investir na equipe.

O TF se movimenta de maneira conservadora pelo mapa. O ponto negativo da equipe, no entanto, está nas trocações, principalmente na hora de levantar o gel, algo que o esquadrão do Vietnã faz de forma bem lenta. Entre os jogadores, vale destacar o MiNow1.

INFINITY_YT (Oriente Médio e Norte da África)

Line-up: Ninja, HardCrew, Nasro.DvL, BRBZinou, Shadio, LastBoss

Garena/ Divulgação

A maior incógnita entre as representantes do campeonato é a Infinity, representante da região MENA, uma das mais "esquecidas" do circuito. A equipe não é muito constante, mas promete surpreender, principalmente por conta do jogador Ninja, o grande destaque.

A Free Fire World Series acontece neste sábado (16), a partir das 11h30 (horário de Brasília). Para acompanhar as disputas, acesse os canais oficiais do game no YouTube e no Facebook.

O Canaltech estará no Rio de Janeiro para a cobertura da FFWS e contará tudo para vocês.

Com informações: Garena

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Crítica | Piloto de The Mandalorian mostra que todo o hype criado não foi em vão

Nov 15, 2019

Description:

ATENÇÃO: o texto contém spoilers sobre o primeiro episódio de The Mandalorian, então leia por sua conta e risco.

É oficial: The Mandalorian finalmente está entre nós e a série já chega justificando todo o hype criado em torno dela.

A nova série do Disney+, o serviço de streaming da Disney que foi lançado oficialmente na última terça-feira (12) nos Estados Unidos, é a primeira série em live-action canônica do universo de Star Wars, e por isso a expectativa dos fãs da saga estava nas alturas. E, pelo que pudemos ver no primeiro episódio, todo o hype é justificado.

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The Mandalorian tem uma vibe que, de certa forma, lembra um pouco o filme Rogue One, em que aquela dualidade bem definida sobre quem são os “mocinhos” e quem são os “vilões” não existe. Em vez disso, somos introduzidos a um mundo onde as coisas não são assim tão bem definíveis. Ao mesmo tempo, porém, a série não quebra o “padrão Star Wars” e, apesar de apresentar uma parte do universo bem mais “ousada” do que aquela que estamos acostumados a ver nos filmes principais, ainda segue a mesma fórmula de ser algo para toda a família, então não espere encontrar violência explícita (como sangue jorrando ou ossos à mostra) ou cenas de sexo por aqui.

Interpretado por Pedro Pascal, o protagonista de The Mandalorian é um pistoleiro sem nome muito inspirado pelo mais famoso personagem de Clint Eastwood (Imagem: Disney)

O protagonista da série é o personagem chamado por todos como O Mandaloriano, um caçador de recompensas sem nome que ganha a vida procurando fugitivos da lei. Ainda que não falte trabalho, a queda do Império (a série se passa cinco anos depois de O Retorno de Jedi, quando Luke Skywalker mata Darth Vader e Darth Sidious, o que torna o Império muito mais fraco) causou um colapso na economia e já não se paga tão bem pela captura de fugitivos. Isso obriga o Mandaloriano a aceitar um trabalho “por baixo dos panos”: matar um alvo desconhecido a mando de um grupo misterioso ligado ao Império. Como o trabalho paga bem, o Mandaloriano aceita a missão, mas ao encontrar o alvo ele se depara com um “bebê Yoda” e é então que fica clara qual deverá ser a trama da série: o assassino de aluguel que irá quebrar um contrato para proteger o bebê de um misterioso sindicato criminoso.

Esteticamente, a série é uma verdadeira ode aos filmes de western. O primeiro episódio de The Mandalorian é o mais próximo que já vimos de um faroeste no mundo de Star Wars, apresentando não apenas o mesmo ritmo cadenciado de narrativa dos filmes do gênero, mas também os mesmos tipos de cenários (como paisagens desérticas, ranchos abandonados, vilas isoladas e bares repletos de encrenqueiros) e os mesmos tipos de personagens secundários (o ladrão carismático, o dono de rancho com grande sabedoria, o chefão do crime que não revela sua identidade, mas faz questão de deixar claro todo o poder e influência que possui) que são praticamente clichês dos filmes de “bangue-bangue”.

O fato do próprio personagem principal ser um caçador de recompensas sem nome (afinal, Mandaloriano é a raça de alienígenas conhecidos por suas habilidades como caçadores de recompensa e que têm entre suas figuras mais reconhecidas Jango Fett, o caçador que aparece em Ataque dos Clones e que cujo DNA serviu de base para criar o exército de clones que se tornariam os Stormtroopers comandados pelo Império; e Boba Fett, o filho/clone de Jango que marca presença em O Império Contra Ataca e O Retorno de Jedi) é uma alusão direta ao “Pistoleiro Sem Nome”, um dos personagens mais famosos da carreira de Clint Eastwood e protagonista da clássica trilogia de westerns do diretor italiano Sergio Leone (Por Um Punhado de Dólares, Por Uns Dólares a Mais e Três Homens em Conflito).

Mesmo a cena de maior ação do episódio, onde o Mandaloriano se junta a um droide caçador de recompensas para sobreviver ao ataque de um verdadeiro exército, é uma alusão direta às cenas finais de dois dos maiores clássicos do gênero western: Meu Ódio Será Tua Herança, de Sam Peckinpah, e Sete Homens e Um Destino, de John Sturges.

O droide IG-11, dublado por Taika Waititi, é o personagem mais carismático do piloto da série (Imagem: Disney)

Como a série irá tratar de temas, conflitos e personagens que nunca apareceram nos filmes, o primeiro episódio pouco faz para nos apresentar seu protagonista e se preocupa muito mais em nos conceituar no mundo em si. Por isso, não é de se espantar que, entre todos os personagens aos quais somos apresentados, o mais “sem graça” deles seja o próprio protagonista (interpretado por Pedro Pascal). Ele nos é mostrado como o típico estereótipo de “homem de ação e de poucas palavras” do cowboy que foi imortalizado por Clint Eastwood. Mas, como o personagem de Pascal está sempre usando o capacete, a falta de expressões faciais acaba tirando muito do carisma dele e isso muitas vezes faz com que o silêncio do personagem seja apenas constrangedor e não uma forma de demonstrar força.

Em compensação, os personagens secundários são o que garantem que as interações do protagonista não sejam chatas. Mas o destaque especial vai para o droide IG-11 dublado por Taika Waititi, que fica em cena durante cerca de cinco minutos e se torna facilmente no melhor personagem do episódio. Suas interações com o Mandaloriano são as primeiras que conseguem extrair algum tipo de sentimento do personagem e nos mostrar que ele pode ter uma personalidade que vai além da descrição “pistoleiro taciturno”.

Por outro lado, ainda é muito cedo para apontar qualquer influência que a produção deverá ter nas histórias dos personagens dos filmes de Star Wars, mas o bebê da mesma raça alienígena do Mestre Yoda que o personagem encontra no fim do episódio pode ser o fio condutor de uma explicação que por anos George Lucas se recusou a dar aos fãs da saga: qual o nome e a história da raça alienígena à qual pertence Yoda?

O passado do Mestre Yoda é um dos maiores mistérios do universo de Star Wars, e The Mandalorian poderá trazer algumas explicações sobre ele (Imagem: Disney)

Outra possibilidade mais remota é de que o bebê encontrado pelo Mandaloriano seja, na verdade, um clone do próprio Yoda. Isso porque, ao receber a missão, o protagonista é avisado que seu alvo possui 50 anos de idade. Esse tempo nos coloca diretamente alguns anos antes do início de A Ameaça Fantasma, na época onde os Sith começaram a fazer experimentos com clones. O resultado mais conhecido desses experimentos é a horda de clones do caçador de recompensa Jango Fett, que se torna o exército imperial conhecido como Stormtroopers, mas é possível que os Sith também tenham tentado clonar Yoda na mesma época. Afinal, ele era o mais poderoso e sábio dos mestres Jedi, e um clone com o mesmo domínio da Força que ele poderia se tornar o Lorde Sith definitivo.

Essa teoria dialoga com outra, também criada pelos fãs, de que o nascimento de Anakin Skywalker também foi uma criação dos Sith. Em A Ameaça Fantasma a mãe de Anakin, Shmi Skywalker, revela para Qui Gon Jinn que a criança foi gerada de forma espontânea e que a gravidez foi uma surpresa já que ela nunca havia tido qualquer tipo de relação sexual. Assim, uma conhecida teoria dos fãs é a de que Anakin teria sido uma criação de Darth Plagueis, o Lorde Sith que foi mestre de Darth Sidious (também conhecido como o Senador Palpatine, criador de todo o Império e da armadura que permitiu que Anakin se transformasse em Darth Vader) e que tinha tamanho domínio sobre a Força que conseguia até mesmo criar vida. Essa teoria defende que Plagueis usou isso para inseminar Shmi com um embrião de pura Força, que foi o que deu origem a Anakin, e o que explicaria porque ele possuía um domínio maior dela do que qualquer outro Jedi na história, já que o “pai” dele seria a própria Força.

Mas, claro, tudo isso não passa de suposição, e é bem possível que a Disney tenha em mente um futuro para a saga que não leve em conta nenhuma dessas teorias. Provavelmente os próximos episódios de The Mandalorian entrarão em mais detalhes sobre o real significado do “bebê Yoda”, mas, enquanto isso, o que você realmente precisa saber é que, em um episódio de cerca de quarenta minutos, a série já provou ter o mesmo padrão de qualidade que esperamos de qualquer filme de Star Wars e que você pode assisti-la sem medo de se decepcionar.

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Governo dos Estados Unidos estende por mais seis meses a licença da Huawei

Nov 15, 2019

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O Departamento de Comércio dos Estados Unidos estendeu nesta sexta-feira (15) a licença temporária que permite que empresas do país conduzam negócios com a Huawei. De acordo com o site Politico, essa extensão deverá garantir mais seis meses de permissões comerciais após o fim da validade da licença atual, que vale apenas até o dia 18 de novembro.

De acordo com fontes do Departamento de Comércio, o objetivo da licença é permitir que as operadoras de telefonia das regiões rurais dos Estados Unidos possam continuar fazendo negócios com a Huawei, o que possibilitaria a essas empresas adquirir peças de reposição para a infraestrutura de rede delas, que normalmente utilizam equipamentos da fabricante chinesa.

Por enquanto, não se sabe ainda se essa extensão permitiria que aparelhos da empresa que utilizam o sistema Android possam continuar recebendo atualizações do Google. Mas, como essa permissão estava presente na primeira licença, há uma boa possíbilidade de os updates do sistema operacional também estejam inclusos no pacote da extensão. Se for esse o caso, os smartphones de todas as linhas pertecentes a Huawei (como a Honor, a Mate) continuarão a receber updates do Android até maio de 2020.

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Desde maio deste ano, a Huawei faz parte de uma “lista de suspeitos" do governo dos Estados Unidos, o que impede que qualquer empresa do país efetue transações comerciais com a empresa chinesa. Mas, ao mesmo tempo, o Departamento do Comércio está distribuindo licenças para as empresas norte-americanas que queiram fazer negócios com a companhia chinesa, o que deixa toda essa relação de permissão/proibição bem complicada - e incerta.

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TikTok ultrapassa a marca de 1,5 bilhão de downloads

Nov 15, 2019

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O TikTok, aplicativo chinês para postagem de vídeos curtos, ultrapassou a marca de 1,5 bilhão de downloads no fim do terceiro semestre deste ano. A informação foi divulgada pela empresa de análise de mercado SensorTower, e esse número soma tanto os downloads feitos através da Play Store, do Google, quanto pela App Store, da Apple.

A empresa ainda revela que, só neste ano, o aplicativo da chinesa ByteDance já foi baixado 614 milhões de vezes, o que significa um aumento de 6% em relação à quantidade de downloads ao fim do terceiro trimestre do ano passado. Além de alcançar a marca de 1,5 bilhão de downloads no geral, a empresa ainda revela que, no mesmo período deste ano, o TikTok também superou a marca de 655 milhões de download únicos - o que quer dizer que a empresa tem cerca de 655 milhões de usuários que utilizaram o app ao menos uma vez.

Neste anos, os únicos aplicativos que foram baixados mais do que o TikTok foram o WhatsApp (com 707 milhões de downloads) e o Messenger (com 636 milhões de downloads).

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Número de downloads mundiais do TikTok desde o primeiro trimestre de 2017 até o terceiro trimestre de 2019 (Imagem: SensorTower)

A ByteDance tem apostado cada vez mais em expandir o aplicativo para mercados fora da China, e tem criado ferramentas que interessam aos usuários globais, como a possibilidade de se colocar uma URL na bio e o banimento de qualquer propaganda política nos países da União Europeia e nos Estados Unidos.

Além disso, a empresa também lançou um programa inovador de educação digital na Índia, chamado EduTok, que tem o objetivo de ensinar os primeiros passos da vida online para aqueles que estão acessando a internet pela primeira vez. Essa atenção especial para o país tem um motivo: dos mais de 1,5 bilhões de downloads do TikTok, cerca de um quarto deles (mais precisamente 468 milhões) são provenientes da Índia, que se tornou o principal mercado do aplicativo ao lado da China.

Quem tem se preocupado com o crescimento do TikTok é o Facebook, que tem implementado (ou copiado?) algumas novidades no Instagram, como forma de tentar fazer com que os usuários não abandonem as redes sociais da marca pelo app chinês. Uma dessas ferramentas é o “Cenas”, que foi introduzida esta semana e está sendo testada aqui no Brasil. Mas, por enquanto, não há nenhum indício de que o Facebook conseguirá recuperar os usuários que perdeu para o TikTok.

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Deus está vendo? O reconhecimento facial chegou às igrejas

Nov 15, 2019

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Já imaginou se a igreja evangélica que você frequenta fornecesse aos líderes religiosos informações suas, pertinentes a, por exemplo, a frequência com a qual você participa dos cultos, a hora em que você chega para eles, prováveis motivos de seu não comparecimento eventual, além de informações como nome, gênero e idade?

Essa é uma realidade que já faz parte da vida de algumas pessoas, segundo informações do jornal El País. O site da publicação esteve presente na ExpoCristã, uma feira dedicada ao consumidor evangélico e que oferecia, além de shows gospel, simulações virtuais de episódios da Bíblia e produtos variados, como livros de pastores e produtos de diversas igrejas.

Uma das ofertas, porém, chamou mais atenção: a empresa Kuzzma, que oferece tecnologia de reconhecimento facial capaz de informar todos os dados mencionados acima no início desta matéria. Além disso, o recurso consegue ainda aferir coisas como a necessidade de uma visita pastoral a um membro da igreja, caso o sistema identifique que ele precise. As palavras, aliás, são do CEO da empresa, Paulo Oliveira, que deu entrevista aos organizadores do evento.

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Vale citar: nem Oliveira, nem ninguém da empresa quis dar entrevista à Agência Pública, presente no local.

(Imagem: Reprodução/El Pais)

Pelo site da empresa, a tecnologia funciona da seguinte forma: uma câmera panorâmica faz a captura em vídeo de todo o ambiente, informando aos seus gestores os dados dos fiéis presentes e elaborando relatórios estatísticos. A instalação em si não depende, porém, de apenas uma câmera, podendo ser adquirida em pacotes com várias delas, tudo a preço variado, claro. Uma única câmera, que a Kuzzma disse estar oferecendo desde outubro de 2019, mas sem citar parceiros, tem custo inicial de US$ 200 mensais (quase R$ 840).

Uma compnhia concorrente oferece um serviço similar, voltado ao reconhecimento de voz: chamada Igreja Mobile, a companhia usa software da empresa de segurança TecVoz, de forma customizada às necessidades das igrejas. Também há o serviço de reconhecimento facial, bem parecido com o da Kuzzma: uma câmera de alta resolução faz as capturas e coleta de informações dos fiéis, enviando tudo a um computador central para elaboração de relatórios.

“Nós conseguimos definir para o cliente a assiduidade do usuário, contagem de pessoas, humor do usuário, se ele está feliz, se está triste, se está angustiado, com medo. Nós conseguimos definir isso tudo”, explicou ao El País o diretor de desenvolvimento, Luís Henrique Sabatine.

A tecnologia de reconhecimento facial começa a ser adotada por igrejas, que buscam em empresas especializadas ofertas de valor acessível para monitoramento de dados em seus cultos

Questões como privacidade e consentimento na coleta de imagens são tocadas pelas igrejas que fazem uso da tecnologia. De acordo com Sabatine, o sistema precisa ser alimentado com os dados de cadastro dos fiéis, como fotos, nomes etc., e todos eles têm ciência da implementação e coleta ao assinarem, na entrada da igreja, um termo de permissão. “A gente leva os membros, eles registram a face no nosso software lá e assinam o termo dizendo que a igreja irá utilizar a imagem dele para o reconhecimento facial, porque o banco de dados não fica com a Igreja Mobile. Isso fica com o cliente”, ele disse ao El País.

Já outras clientes, como a Igreja da Restauração ou o Projeto Recomeçar, limitam-se a anunciar no início de cada culto sobre a captura, mas sem coletar assinaturas ou permissões individuais. Responsáveis pelo TI nas duas congregações defendem que o consentimento vem no momento em que os fiéis fazem o cadastro com foto no sistema.

A especialista no uso legal dos dados que foi ouvida pelo El Pais, Joana Varon, discorda da percepção: para ela, o simples cadastro não deve funcionar como uma ação permissiva, haja vista que fiéis podem se sentir coagidos a se cadastrarem para manterem a continuidade nos cultos. “As pessoas vão deixar de ir ao culto? Elas têm essa opção se elas já fazem parte da igreja? É preciso estar em uma posição em que seu consentimento ou não, não limite o seu acesso”.

O mercado de reconhecimento facial está previsto na Lei Geral de Proteção de Dados, mas as igrejas que adotam essa tecnologia não parecem seguir o que rege a legislação

Há ainda um outro problema: a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) rege que dados biométricos são informações sensíveis e, por isso, só podem ser utilizados, segundo enuncia a lei, com o consentimento prévio do usuário, de forma destacada e específica, para finalidades claras e detalhadas.

E você? É parte de alguma igreja que tenha adotado essa tecnologia? Se sim, como você se sente em relação a isso? Conte para nós a sua experiência nos comentários abaixo.

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Falha em chips Qualcomm afeta segurança de marcas como Samsung, Motorola e LG

Nov 15, 2019

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Na última quinta-feira (14) a empresa de sibersegurança Check Point Research revelou uma série de vulnerabilidades nos processadores da marca Qualcomm e que podem ser usadas por hackers para invadir um sistema e roubar informações sobre ele.

O problema existe em uma boa parte dos smartphones existentes no mundo, já que a maior parte deles utiliza chips e processadores da marca. A existência dessa vulnerabilidade foi revelada originalmente para a Qualcomm em junho, e permitiria que um invasor tivesse acesso a dados protegidos (como senhas e números de cartões de crédito), destravar as defesas do Android, interferir no boot do sistema e até mesmo executar APTs (programas que permitem que um hacker espione tudo o que alguém faz no aparelho).

Esse problema existia dentro de uma parte dos chips da Qualcomm chamada de “mundo seguro”, que é onde são executadas as operações mais críticas do sistema e armazenados os dados mais importantes do usuário. Este mundo seguro é chamado pela empresa de TEE ( sigla para Trusted Execution Environment), e é desenvolvido para garantir a confidencialidade e integridade de qualquer código que é rodado nele ou de qualquer informação armazenada ali.

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Modelo de funcionamento do "mundo seguro" dos chips Qualcomm (Imagem: Qualcomm)

Essa proteção é garantida isolando-se esse “mundo seguro” do restante do aparelho, que é onde o sistema operacional está instalado e o local onde serão instalados e desinstalados os vários aplicativos que o usuário irá utilizar em seu smartphone. Esses dois mundos são interligados através de “trustlets”, um componente seguro de aplicações que não são da Qualcomm e que irá intermediar a comunicação entre aquilo que está armazenado no TEE e o resto das operações do aparelho.

Até então, acreditava-se que o TEE fosse um local impenetrável, mas os pesquisadores da Check Point mostraram que ele não é assim tão impossível de acessar. Para isso, eles usaram uma técnica conhecida como fuzzing, que consiste em fornecer valores aleatórios a um programa de computador para que ele pare de funcionar. A partir daí, eles passam a observar esse processo de travamento para identificar erros de programação que podem ser usados para contornar as defesas do software.

Eles então testaram essa técnica em trustlets da Samsung, da Motorola e da LG, travando o algoritmo usado para verificar a integridades desses componentes e encontrar formas de contornar essa verificação. Esse processo acabou encontrando várias vulnerabilidades, que poderiam ser usadas por hackers para, a partir da parte “não segura” da arquitetura, invadir os programas e arquivos protegidos no TEE.

Apesar disso, não há motivo para preocupação: os pesquisadores não encontraram evidências de quem alguém tenha usado essa técnica para roubar dados dos usuários que possuem aparelhos dessas marcas, então foi uma falha que a empresa conseguiu descobrir antes de grupos de hackers pensarem nessa possibilidade de invasão.

Enquanto isso, a Qualcomm já criou correções para todas as vulnerabilidades encontradas, que já foram implementadas nas celulares da Samsung e LG e que, no momento, estão em fase de implementação nos aparelhos da Motorola. O que preocupa é que essa descoberta foi revelada alguns meses depois que outra falha relativa ao TEE foi consertada pela Qualcomm, o que indica que esse “mundo seguro” da arquitetura de seus chips não é assim tão protegido quanto pensávamos.

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Mojang revela data de lançamento de Minecraft Dungeons

Nov 15, 2019

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Entre os diversos anúncios feitos durante a X019 na última quinta-feira (14), um deverá agradar aos fãs de Minecraft: a Mojang finalmente revelou quando o mais novo spin-off do jogo, Minecraft Dungeons, será lançado.

De acordo com o trailer divulgado, Minecraft Dungeons deverá chegar para PC, PlayStation 4, Switch e Xbox One em abril de 2020. Mesmo que ainda não tenha uma data de lançamento definida, pelo menos os fãs podem ficar tranquilos que não terão que esperar tanto para se divertir com o novo game.

Minecraft Dungeons utiliza todos os elementos que fizeram de Minecraft um sucesso, mas os insere em uma fórmula de "dungeon crawler", onde os jogadores criarão seus personagens e deverão explorar masmorras e derrotar diversos inimigos em busca de tesouros escondidos, e permitirá que até quatro pessoas explorem juntos o mesmo mapa através de multiplayer online.

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Dungeons é o segundo spin-off de Minecraft, já que, em 2015, a Mojang já havia lançado Minecraft: Story Mode, um jogo de narrativa interativa desenvolvido em parceria com a TellTale Games.

Por enquanto, ainda não há muitas informações sobre o que devemos esperar do jogo, mas a Mojang já criou um site para os jogadores que gostariam de ter acesso antecipado ao game, provavelmente um indício de que a empresa pretende lançar um beta dele nos próximos meses.

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Teste atrapalhado do Chrome bagunçou a vida de milhares de empresas mundo afora

Nov 15, 2019

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Um teste terrivelmente mal sucedido feito no Google Chrome fez com que diversas redes empresariais ficassem fora do ar na última quarta-feira, 13 de novembro. De acordo com múltiplas fontes que usaram as ferramentas de suporte do Google e até o Reddit para reclamar, o número de afetados chega aos milhares, por todo o planeta.

O teste em questão é um recurso que estava rodando nas versões beta do navegador Chrome desde o começo do ano. Na última quarta, porém, o Google decidiu implementá-la na versão estável do browser, a fim de aferir o seu comportamento.

Rapaz, que comportamento foi esse?

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Falha no Chrome foi causada por experimento não anunciado da empresa, deixando várias companhias sem rede e sem poder trabalhar

Segundo os reclamantes, o efeito desse teste não anunciado foi o pior possível: usuários do Chrome relataram que páginas inteiras estavam ficando brancas sem motivo, efetivamente fazendo com que muitas pessoas não apenas perdessem seus trabalhos, mas não pudessem retomá-los ou continuá-los, haja vista que o navegador simplesmente não recarregava as páginas perdidas.

O problema todo advém de uma ferramenta chamada “WebContents Occlusion”. Trata-se de um recurso disponível na página de configurações avançadas do Chrome e cuja função, basicamente, é a de suspender as abas abertas do navegador quando o usuário mover outra aplicação por cima dele, tratando as abas já abertas como abas de plano de fundo.

A grosso modo, quando o Chrome não estava em uso ativo, ele temporariamente suspenderia a aba já carregada a fim de economizar recursos computacionais. Nas versões beta, isso vinha funcionando normalmente. Na versão estável, nem tanto.

A implementação na versão final do navegador afetou particularmente usuários do Windows que rodavam o Chrome dentro de uma configuração conhecida como “Terminal Server”. Um bug específico dos usuários dessa configuração, ao invés de suspender a aba, fazia com que o Chrome “descarregasse” o que já tinha carregado. Por isso, algumas pessoas se viram incapazes de trabalhar adequadamente.

Falha impactou a rotina de várias empresa no mundo, derrubando suas redes e impedindo a navageção

Usuários poderiam, claro, apertar o F5 dos teclados e recarregar a página. Porém, algumas empresas relataram que as abas fechadas eram formulários de segurança e outros tipos de trabalho que, se recarregados em uma página, são totalmente perdidos. Ademais, administradores de sistemas dentro de algumas empresas atuam em ambiente mais fechado, o que significa que eles não poderiam nem reinstalar o Chrome, nem instalar outro navegador como backup. A grosso modo, milhares de empresas simplesmente pararam.

O Google já emitiu uma correção ao problema, criando um arquivo de reconfiguração que desabilita a função problemática. O que a empresa não contava, porém, era o fato de que isso só serviria para deixar os administradores de sistemas ainda mais irritados.

Isso porque engenheiros do Google usam um sistema conhecido como Finch para implementar atualizações do Chrome em máquinas onde o navegador já esteja instalado. No âmbito da computação pessoal, ou seja, o uso do internauta comum, no dia a dia, isso é bem aceito. No caso de empresas, onde algumas possuem uma gestão de rede mais fechada, a informação não caiu nada bem: convenhamos, se você trabalha em uma empresa com restrições de navegação, não é nada agradável que o Google tenha livre acesso ao seu navegador, onde seus funcionários mal intencionados podem estar acessando material sigiloso.

Falha já foi corrigida, mas a desconfiança e descontentamento das pessoas afetadas já era grande demais

"Nós tomamos enorme cuidado ao disponibilizar nossas mudanças de uma forma bastante controlada, justamente para evitar esse tipo de cenário. Nós passamos boa parte do dia [quarta-feira] tentando determinar se alguma alteração interna havia ocorrido em nosso ambiente sem o nosso conhecimento”, disse um reclamante. “Nós nunca imaginaríamos que esse tipo de evento poderia ocorrer no Chrome sem nós sabermos. Nós já estamos discutindo opções alternativas, nenhuma delas é a ideal, mas isso é intragável”, ele finalizou, indicando que mudaria de navegador.

Caso você queira encontrar — e desabilitar — a função “WebContent Occlusion”, pode também fazer isso manualmente por meio das URLs “chrome://flags/#web-contents-occlusion” e “chrome://flags/#calculate-native-win-occlusion”. Lembre-se de remover as aspas quando acessar as páginas mencionadas.

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RCS: Claro introduz tecnologia que faz o SMS ficar parecido com o WhatsApp

Nov 15, 2019

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Na última quinta-feira (14) a Claro fechou uma parceria com o Google que permite que a empresa disponibilize a seus clientes o recurso RCS (Rich Communication Service), um serviço de mensagens instantâneas que é considerado como a evolução do SMS.

Essa tecnologia permite que os usuários enviem mais do que apenas mensagens de texto, e permite o uso de fotos, vídeo, áudio, figurinhas e até GIFs nas mensagens enviadas pelo telefone. Ela também possibilita a criação de grupos de bate-papo, visualizar se a pessoa está digitando naquele momento ou não, e que essas mensagens sejam enviadas através da internet com uma conexão Wi-Fi. Basicamente, o RCS praticamente transforma o aplicativo “Mensagens” do seu smartphone em uma ferramenta parecida com o WhatsApp.

De acordo com o diretor de marketing da Claro, Marcio Carvalho, o RCS é uma nova opção para os clientes da operadora terem uma nova experiência de comunicação e interaçã. Além disso, a companhia pretende expandir no futuro essa opção também para o setor corporativo, permitindo que as marcas abram um novo canal de contato multimídia com seus consumidores.

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O uso de mensagens RCS é exclusivo para clientes Claro que utilizam smartphones Android, e estará disponível automaticamente para todos aqueles que possuem um celular que traga a versão 5.0 em diante do sistema operacional e o aplicativo Mensagens instalado. A atualização do serviço será automática mas gradual, com a Claro liberando a nova tecnologia para seus clientes aos poucos. Logo, pode demorar alguns dias até que todos os usuários da empresa tenham acesso a ela.

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Redmi Note 8 Pro começa a receber atualização da MIUI antes do esperado

Nov 15, 2019

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É sempre bom, ainda que inesperado, quando uma empresa se adianta em relação a prazos que ela mesma estipulou: é o caso da chinesa Xiaomi, que começou a disponibilizar a atualização de seu sistema operacional para uma nova versão antes do calendário oficial. A informação vem de diversos usuários do Redmi Note 8 Pro na India e outros mercados, que estão relatando o recebimento da notificação de download e instalação da MIUI 11 — originalmente programada para dezembro.

Entretanto, é importante ressaltar: como não há nenhum comentário oficial da fabricante sobre isso, é bem provável que essa atualização venha sendo disponibilizada pela Xiaomi de forma gradual. Ou seja, não é o lançamento do update em escala global, o que implica que outros usuários do Redmi Note 8 Pro podem demorar um pouco mais para recebê-lo. Mas pelo menos, de dezembro não passa.

Redmi Note 8 Pro: novo aparelho da chinesa Xiaomi começa a receber atualização de sistema operacional antes do esperado

As principais mudanças trazidas pela MIUI 11 incluem o patch de segurança de outubro de 2019, além de uma reformulação do design da interface, que agora está menos empacotada de apps e com uma apresentação um pouco mais limpa. Ademais, a Xiaomi finalmente acordou para a vida e vai disponibilizar um app drawer, aquela página que você encontra na maioria dos smartphones ao passar o dedo na tela, e que mostra todos os aplicativos instalados no aparelho.

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Também na nova interface incluem-se a prévia de documentos e alguns novos sons, baseados em barulhos da natureza.

Vale lembrar, porém, que a MIUI 11 para o Redmi Note 8 Pro ainda é baseada no Android 9. A atualização que vem afixada pelo novo Android 10, por enquanto, só vem para os smartphones Redmi K20 Pro e Mi 9T Pro.

O Redmi Note 8 Pro foi lançado no Brasil pela Xiaomi no último dia 07 de novembro. Clique aqui para conferir o nosso review e outras informações sobre o aparelho.

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Crítica | Ford vs Ferrari e a necessidade de freios na vida

Nov 15, 2019

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A velocidade é quase que um modelo para a vida contemporânea. Tudo tem ficado cada vez mais rápido, mais dinâmico. O momento de frear, assim, talvez seja o ponto-chave, aquele espaço de tempo em que podemos nos sentir leves, dispostos a perceber a nossa existência e quão frágil ela é.

Cuidado! Daqui em diante a crítica pode conter spoilers!

A paixão

Dessa forma, Ford vs Ferrari mergulha naquele que talvez seja o bom sentimento mais instantâneo – a paixão – não para discutir sobre os malefícios da sensação passageira de atração, mas para revelar diferenças entre esse sentimento mais primitivo, de ímpeto, e aquele que molda a alma e transforma quem o sente em alguém melhor. Nesse sentido, Carroll Shelby (Matt Damon) e Ken Miles (Christian Bale) – e a família deste – são construídos sob a ótica da emoção enquanto tudo à volta deles é desenvolvido de maneira esquematizada: ao passo que o embate entre a Ford de Henry Ford II (Tracy Letts) e a Ferrari de Enzo Ferrari (Remo Girone) é surgido somente no fim do primeiro ato e com tons institucionais e burocráticos, tudo entre Shelby e Miles é exposto com os nervos à flor da pele.

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Enquanto na Ford existe Leo Beebe (Josh Lucas) – pintado como vilão praticamente sem dimensões – e os italianos à beira da falência são esboçados à base de tintas corporativistas, Shelby e Miles são centrados em valores humanos menos impessoais. Da chave inglesa, logo emoldurada – provando o valor que tem um ato apaixonado –, a uma briga infantil assistida por Mollie (Caitriona Balfe), a dupla carrega uma força narrativa capaz de dar sobrevida ao filme, que tem pouco mais de duas horas e meia, sem deixá-lo cair em um limbo sobre organizações empresariais.

"Shelby e Miles são centrados em valores humanos menos impessoais." (Imagem: Fox Film do Brasil)

É interessante como Shelby, sempre muito racional e comedido (e até inocente) em suas ações, é apresentado como aquele que tem o coração fragilizado. Com problemas cardíacos, a personagem de Damon chega a ressaltar, como piada – com fundo de verdade –, o bom gosto que tem seus comprimidos. É como se, nas entrelinhas, ele dissesse sobre o valor que tem cuidar da vida especialmente para ver o amigo brilhar.

Inclusive, Damon, que pode ser ofuscado pelo desempenho hipnotizante de Bale, tem, em sua abordagem, emoções que transbordam dos seus olhos. Do início, quando a direção de James Mangold (de Logan, 2017) mescla o primeiríssimo plano do rosto de Shelby com sua visão subjetiva (revelando a pista à frente), ao final, quando se fecha esse ciclo solitário, a presença de Damon é fundamental para a força dramática de Ford vs Ferrari. Ele (Damon) é o freio necessário – o contraponto que completa – para a performance de Bale.

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Além disso, é com Damon ao volante que Mangold faz valer a pena o encontro mais icônico entre a paixão formal – regada a marketing – e o sentimento genuíno do ex-piloto pelo seu trabalho. Ao expor Henry Ford II de um jeito quase debochado àquilo que ele é dono, deixando que o rosto sério de Shelby observe o choro desprezível do empresário, o diretor põe em xeque tudo aquilo que já foi regado a emoções mais puras e passou a ser somente uma fonte de lucro. Ou, no mínimo, traça uma divisória muito clara entre o sentimento de quem põe a mão na massa e a frieza de quem aguarda o lucro sentado.

O mergulho e pausa também é música

Ford vs Ferrari, ainda e através da direção de Mangold, consegue se utilizar da linguagem para imergir o espectador. A intimidade com que busca os closes dos pilotos em alta velocidade, as trocas de marchas em planos detalhes e a visão da pista sempre como se a tela fosse um para-brisas podem fazer o coração acelerar, assim como a conexão entre Shelby e Miles – ressaltada nas ultrapassagens em que o primeiro parece narrar o que a personagem de Bale faz na pista.

Miles prestes a fazer uma ultrapassagem. (Imagem: Fox Film do Brasil)

Toda essa imersão é sedimentada pela edição de Andrew Buckland (de A Garota no Trem), Michael McCusker e Dirk Westervelt (ambos de também de Logan), com cortes que soam ritmados e que, por pouco, não compõe uma música concreta junto ao desenho de som de Jay Wilkinson (de Velozes & Furiosos 6). Essa edição de imagem e som – aliada à mixagem de Steven Morrow (de Nasce uma Estrela) que favorece o ronco dos motores e os barulhos da caixa de câmbio –, aliás, faz com que a música do experiente Marco Beltrami (de Um Lugar Silencioso) e de Buck Sanders (de Guerra ao Terror) passe praticamente despercebida. E, se isso já não seria ruim dada a profundidade do mergulho proposto por Mangold, vale ressaltar que Beltrami e Sanders são respeitosos o suficiente para jamais tornar melodramáticas as cenas mais dolorosas – como aquela em que Miles recebe a notícia de que não irá participar das 24 Horas de Le Mans. Ali mesmo na oficina, ele (Miles) tem seu momento mais íntimo, seja com o rádio, seja com a esposa, sem qualquer intromissão da música, em um respeito fundamental para o funcionamento da cena e percebido pelos compositores: porque pausa também é música.

O freio de uma vida dura

Por tudo isso, Ford vs Ferrari é um filme que brinca (no melhor sentido) com a percepção sensorial do público. Mangold está muito mais interessado na imersão do espectador do que em uma moldura estética (moldura arquitetada em Logan). Não que o filme seja esteticamente incoerente, mas ele parte da normalidade – que parece ser a característica mais marcante do diretor de fotografia Phedon Papamichael (de Nebraska) – para evocar o piloto que existe em cada um.

Miles (Bale) e o filho Peter (Noah Jupe). (Imagem: Fox Film do Brasil)

E não digo de um piloto capaz de tirar o máximo de um GT40, mas de alguém que entende que toda velocidade da vida precisa de bons freios; que, às vezes, é necessário frear um pouco mais à frente para ultrapassar obstáculos; que, de repente, se não há nada no retrovisor e nada à vista no caminho, talvez seja melhor respirar fundo e esperar, porque estar sozinho pode ser somente uma linha do tempo aguardando o freio de uma vida dura.

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Google lança programa para aumentar a conversão em sites mobile

Nov 15, 2019

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Google Mobile Sprint. Esse é o nome de um programa criado pelo Google, que prevê a adoção de tecnologias web e que tem como objetivo principal aumentar a taxa de conversão das versões mobile dos sites.

Sim, porque apesar do tráfego web vindo de dispositivos móveis já superar o de desktops e notebooks, a taxa de conversão nesse tipo de site, em média, equivale a metade dos PCs. E isso acontece, muitas vezes, porque a maioria dos sites mobile não estão devidamente otimizados para oferecer uma boa experiência ao usuário. Segundo uma pesquisa da consultoria Provokers, mais de 50% das visitas em sites mobile são abandonadas se as páginas demoram mais de três segundos para carregar.

"Se as pessoas têm uma experiência negativa no celular, elas têm 62% menos chances de comprar da sua empresa no futuro - não importa o quão criativa ou data-driven é a sua campanha", afirmou Rodrigo Baroni, especialista no ecossistema mobile do Google Brasil, em entrevista para o Canaltech.

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Dificuldades

Rodrigo afirmou que as empresas sabem que precisam de uma página mobile otimizada, mas não a fazem. "Muitas vezes não há um alinhamento dentro das empresas", disse ele. "Os departamentos de Marketing e Vendas não trabalham com as áreas de TI e Produtos. E esse alinhamento é essencial para o desenvolvimento de um bom site para smarpthones e outros dispositivos mobile".

Para o executivo, boa parte desses sites não foram repensados para telas pequenas: "Ainda há (muito) o hábito de se usar apenas um site responsivo e achar que o problema está resolvido. No entanto, apenas ser responsivo não basta. Você ainda tem problemas de carregamento. Além disso, há problemas de interação por causa de bugs de script, por exemplo, o que gera instabilidade nessas páginas", continua Baroni. "É preciso otimizar as funções das páginas mobile, para que a experiência seja semelhante ao da versão para desktops. Se isso não é feito, as empresas perdem vendas e conversões consideráveis", completa.

Quando perguntando qual é o principal problema dos sites mobile no Brasil, Baroni foi categórico: "O carregamento é o principal deles. Quando analisamos a performance, notamos que boa parte das páginas mobile é muito lenta. E 1 segundo a mais nesse processo já é o suficiente para gerar rejeição por parte do público", declarou. "Com isso, muitas vezes, os clientes priorizam o app de uma determinada empresa e deixam o site mobile de lado. E isso faz com que essas companhias percam vendas, porque um não exclui o outro. E a nossa ideia é gerar uma ótima experiência em todos os canais que podem potencialmente gerar conversões".


Como funciona o Google Mobile Sprint

A primeira edição do programa começará no próximo dia 19 de novembro. Serão quatro encontros que terão os seguintes objetivos: melhorar a experiência de interação, otimizar os campos de formulário para conversão, otimizar soluções de pagamento e focar na questão de velocidade a partir do AMP ( sigla em inglês para Páginas Móveis Aceleradas, uma tecnologia do Google que carrega sites mobile mais rapidamente e que melhora o ranqueamento das mesmas em mecanismos de busca) e do PWA (sigla em inglês para Aplicativos Web Progressivos, uma tecnologia também impulsionada pelo Google, onde o site mobile é desenvolvido de forma que o seu manuseio fique semelhante ao de um aplicativo para smartphones ou tablets).

No primeiro encontro, no dia 19, as empresas participantes do programa vão interagir com engenheiros do Google para programação em quatro mãos, visando engajamento e retenção de visitantes; já no segundo dia, o foco é no Google Analytics, com análies de MVP, testes A/B, carregamento e conversão; na terceira etapa do Mobile Sprint as empresas terão de colocar os projetos desenvolvidos no ar. Por fim, o quarto e último dia é destinado à criação de uma campanha para promover o site mobile.

Ainda de acordo com o Google, participarão do Mobile Sprint empresas de grande porte, mas de diferentes verticais, o que inclui setores como finance, automóveis, serviços, entre outros. A companhia afirma ainda que a tendência é fazer o programa periodicamente e que este novo padrão - maior e mais estendido do que ações anteriores de impulsionamento de sites mobile - tende a ser o utilizado a partir daqui.

Para as empresas que desejam otimizar seus sites mobile, mas não participarão do Google Mobile Sprint, a Google afirma que conta com páginas especializadas no assunto e que podem ser consultadas. São elas a Amp.dev e a Web.dev. Ambas estão em inglês.

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Crítica | As Panteras aposta na demonstração do poder feminino

Nov 15, 2019

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Ao mesmo tempo renovada e saudosista, As Panteras ganha pela primeira vez uma direção feminina nas mãos de Elizabeth Banks, que também atua como uma Bosley. Sem apagar a memória dos filmes e séries anteriores, esse novo longa funciona, ao mesmo tempo, como uma sequência e um reboot, não só trazendo novas atrizes para o trio central, mas mostrando o percurso que juntou as três em um mesmo time.

Apesar de sempre terem sido personagens femininas de muito poder, As Panteras, desde a série que foi ao ar em 1976, ainda não havia se livrado do estigma da grande mente masculina que há por trás de tudo: apesar de chutarem muitas bundas, elas estiveram por muito tempo sob lideranças masculinas, como indica até mesmo o nome original, Charlie’s Angels (Anjos do Charlie, em tradução livre).

A partir daqui, a crítica pode conter spoilers.

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Novatas

As agentes eram anteriormente conhecidas como referenciais da beleza padrão e, por geralmente serem bastante sexualizadas (aos moldes de suas épocas), As Panteras surpreende com a escolha de elenco para o novo filme. A pouco conhecida Ella Balinska faz Jane Kano, uma Pantera muito mais sisuda e focada nas missões que, com o tempo, se revela sensível ao seu modo; Naomi Scott, que já contribuiu com uma boa dose de girl power em Aladdin (de Guy Ritchie, 2019) é a recruta Elena Houghlin e traz para a trama uma certa dose de comédia ao bancar a novata que não está habituada com o universo do grupo; e, por fim, Kristen Stewart como Sabina Wilson, que surpreende como verdadeiro alívio cômico do filme, ao incorporar uma Pantera que, apesar de competente como as demais, é propositalmente piadista, com um humor imprevisível e afiado que encontra apoio em suas expressões faciais.

Imagem: Sony Pictures

Como roteirista, Elizabeth Banks cria um caminho interessante para sua personagem, a Bosley, e o plot twist do filme gira em torno da figura do vilão que, em um primeiro momento, parece ser ela própria, uma mulher. Antes da revelação do verdadeiro vilão, a escolha da Bosley como vilã poderia sugerir um indicativo de reconhecimento de que o feminino não é superior ao masculino, pelo contrário, tão falho quanto. A descoberta de que John Bosley (Patrick Stewart) é o verdadeiro vilão (com uma motivação pífia) enfraquece o roteiro ao parecer que preenche uma necessária cartilha feminista, o que soa mal diante do todo, mas nem por isso deixa de ser, como dito, necessário.

Imagem: Sony Pictures Bandeiras

Embora o John Bosley seja vilanizado e o próprio Charlie seja revelado como uma mulher, As Panteras não é um panfleto de superioridade feminina. Diversos são os personagens masculinos e todos são tratados com igualdade, como deve ser. As Panteras não se propõe a um discurso de supremacia feminina, mas sim de reconhecimento de igualdade. Durante o primeiro ato, sobretudo nas sequências em que Sabina seduz Jonny Smith (Chris Pang) e em que Elena tenta conversar com Peter Fleming (Nat Faxon), fica claro que a intenção é demonstrar que, apesar de tudo, mulheres ainda são subestimadas pelos homens, mesmo quando são claros os sinais de que elas não são o que eles pensam.

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Embora a igualdade possa ser reivindicada em muitos âmbitos, fisicamente a realidade é outra. Ainda que uma mulher possa ser mais forte ou ter uma técnica de combate melhor que a de um homem, isso não anula o fato de que são corpos essencialmente diferentes. Filmes de ação, nos quais estamos acostumados a ver homens se enfrentando, não escapam à ideia de que estruturas corporais distintas afetam a luta. Em As Panteras, mesmo aceitando que o trio é extremamente especializado, são pouco críveis as sequências de luta corpo a corpo, sobretudo quando se trata de confrontar o impiedoso brutamontes Hodak (Jonathan Tucker).

Imagem: Sony Pictures

Em se tratando de cenas de ação, Elizabeth Banks nos entrega boas coreografias e uma excelente química entre a equipe principal, sobretudo da relação entre Jane e Sabina, mas o espetáculo visual deixa clara a potência para algo ainda melhor. Os cortes parecem claramente demarcar as mudanças entre atores e dublês ao invés de tentar disfarçar esse acontecimento, o que prejudica um pouco a apreciação dessas sequências.

Motivações

Embora menos incisivo do que poderia ou deveria ser, As Panteras traz um assunto recorrente das tramas ficcionais dos últimos anos: as incertezas da tecnologia. Dentro desse tema, evitar o maniqueísmo de tecnologias que são completamente boas ou completamente más foi uma excelente opção de roteiro: não há objetos bons ou maus, mas sim seres humanos que optam em como usá-las.

O roteiro de Elizabeth Banks, infelizmente, não se pretende profundo, tocando assuntos delicados aos nossos tempos de forma bastante superficial, ainda que com cuidado para não ferir as causas com as quais está mexendo. Como diretora, Banks parece ter encontrado seu caminho, mas não sua maturidade. Para além do feminismo escrachado do roteiro, ainda não é possível vê-la como uma diretora autoral, permanecendo sem uma marca que a torne reconhecida pelo trabalho atrás das câmeras.

Mesmo que As Panteras não pareça ser tão forte como poderia ser, ainda é um filme capaz de fazer vibrar. As personagens e as situações nas quais se envolvem são bastante representativas e capazes de gerar identificação com as espectadoras. Além disso, o figurino é um espetáculo à parte, sobretudo para os amantes de moda: a direção parece ter deixado o departamento de arte bastante à vontade para criar um visual para as personagens que passa por um closet imenso e variado sem perder a identidade de cada uma delas.

Imagem: Sony Pictures

Ao fim, ainda que a militância deixe a desejar depois das primeiras cenas, o filme se sustenta como um entretenimento que preenche uma falha pouco comentada do mercado cinematográfico: o cinema de ação feito por mulheres para mulheres. Para além da questão mercadológica, a importância de filmes como esse é social.

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"Project Scarlett": o sucessor do Xbox One está pronto para competir com o PS5

Nov 15, 2019

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Na última quinta-feira (14), horas antes da transmissão do X019, o presidente da divisão Xbox da MIcrosoft, Phil Spencer, revelou em uma entrevista para o site The Verge que a empresa aprendeu muito com os erros que cometeu durante o lançamento do Xbox One, e que esses não serão repetidos no próximo videogame da empresa que, por enquanto, é conhecido apenas pelo codinome “Project Scarlett”.

Spencer lembra que quando a Microsoft anunciou o Xbox One, o aparelho era US$ 100 dólares mais caro que o PlayStation 4 e era menos potente. Além disso, havia de diversas outras “inovações” que a empresa havia anunciado e que só atrapalharam a recepção do console, como a necessidade de se estar sempre conectado (até mesmo para rodar jogos que não eram online) e a dificuldade que ele criava para se compartilhar um título que você possuía com os seus amigos. Ele afirma que esses serão erros que não serão repetidos pela empresa em seu próximo console, que terá preço e performance comparáveis aos do novo videogame da Sony.

Por enquanto, pouco se sabe sobre o “Project Scarlett”, que foi revelado na E3 deste ano como o novo console da Microsoft e que trará suporte a jogos em 8K, frame rate de até 120 fps, tecnologia ray tracing (a mesma presente nas placas de vídeo mais avançadas para computadores), utilizará um HD SSD (o que deverá diminuir o tempo para os jogos carregarem) e uma CPU customizada especialmente para o console - que será baseada nas arquiteturas Zen 2 e Radeon RDNA da AMD. Além dessas informações técnicas, também já foi confirmado que o próximo videogame da marca terá duas ideias principais em mente: a possibilidade de crossplay (que permitirá que jogadores online disputem partidas de um mesmo game, mesmo usando consoles diferentes) e retrocompatibilidade (rodar jogos de versões anteriores do Xbox).

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Além de afirmar que a Microsoft está pronta para competir de igual para igual com a Sony na próxima geração de consoles, Spencer ainda afirmou que este não deverá ser o último videogame lançado pela empresa, e que ela já tem planos para lançar muitas outras gerações do produto após o “Project Scarlet”.

Jogos para PC

Spencer também falou um pouco sobre o futuro da Microsoft na área de jogos para PC. O executivo confirmou que a empresa está trabalhando em uma melhor integração entre a Xbox Live e o Discord (programa utilizado pelos jogadores de PC para conversar enquanto jogam). Ele afirma que essa integração não é algo fácil, porque a infraestrutura de ambas as plataformas são bem diferentes, mas ele acredita que, no futuro, será possível oferecer a seus clientes não apenas crossplay, mas também “cross-talk” - que seria a habilidade de fazer com que jogadores que utilizam o chat da Xbox Live e aqueles que utilizam o Discord possam se comunicar naturalmente, como se ambos estivessem utilizando o mesmo programa.

Perguntado sobre o Stadia e se a empresa tinha o interesse de lançar o Xbox Game Pass dentro do “console virtual” da Google, Spencer afirmou que há um interesse da Microsoft, mas que dificilmente isso se tornará realidade. Eles explica que o principal motivo para isso é a forma como plataforma do Google foi desenvolvida, não oferecendo a abertura para que a Microsoft insira toda a sua biblioteca do Game Pass. Além disso, a criadora do Windows não tem interesse de liberar poucos jogos apenas para dizer que faz parte do Stadia.

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Skin de Stromtrooper é a mais recente novidade de Fortnite

Nov 15, 2019

Description:

Nesta sexta-feira (15) a EA está lançando Star Wars Jedi: Fallen Order. E quem também está entrando no hype da saga de George Lucas é a Epic, a partir, claro, de seu jogo mais famoso: Fortnite.

A empresa anunciou um novo crossover entre o seu game carro-chefe e o lançamento da EA. Se você está jogando no mapa do Capítulo 2 do jogo e for para a costa oeste dele, será possível ver um veículo sobrevoando a região. E essa nave é nada menos que uma Star Destroyer, o veículo de transporte usado pelos exércitos do Império. Esse veículo não pode ser tripulado e, na verdade, é difícil até mesmo vê-lo a olho nu (já que ele está fora da órbita do planeta) mas está lá, e marca a verdadeira novidade deste crossover, que pode ser vista na loja do game.

Lá, por 1500 V-Bucks, você pode comprar uma skin de um Stormtrooper para usar no seu personagem em Fortnine. Essa skin é a branca clássica, usada pelos populares soldados nos filmes e, também, pelos inimigos que você enfrenta em Fallen Order. Mas, se você não quiser gastar o seu dinheiro do jogo nisso, é possível também conseguir essa skin de “graça”: ela será liberada "di grátis" para todos os jogadores que comprarem Star Wars Jedi: Fallen Order através da Epic Games Store - o que pode ser uma mão na roda para aqueles que já estavam mesmo interessados em comprar o game no lançamento.

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The Imperial army has arrived.

The Imperial Stormtrooper is scouting the Island. Grab him in the Item Shop now! pic.twitter.com/SKhZJ4Orcz

— Fortnite (@FortniteGame) November 15, 2019

Pouco se sabe sobre o evento em si, já que ele simplesmente “aconteceu” e não foi anunciado anteriormente pela Epic, mas uma coisa interessante pode ser percebida na loja do jogo: a skin de Stormtrooper está disponível em um set chamado de “Original Trilogy” (“Trilogia Original” em português), o que pode indicar que teremos mais skins de Star Wars liberadas no game - provavelmente como um evento promocional para o próximo filme da franquia, A Ascensão Skywalker, que irá chegar aos cinemas no dia 19 de dezembro. Outra possibilidade é que, nos próximos dias, a Star Destroyer se aproxime do mapa e comece a causar alguns problemas para os jogadores, mas por enquanto ainda não há nada confirmado.

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Nike anuncia que vai deixar de vender seus produtos na Amazon

Nov 15, 2019

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Não espere encontrar produtos novos da Nike na Amazon: segundo confirmação da própria empresa à emissora americana CNBC, a gigante do vestuário esportivo afirmou que vai terminar seu projeto de parceria com a área de varejo da companhia chefiada por Jeff Bezos, e focar na criação de novas oportunidades para oferecer seus produtos e serviços de forma mais direta ao consumidor.

Segundo uma porta-voz da Nike, a medida faz parte do desejo da empresa em criar novas experiências de compra: “Como parte do foco da Nike em elevar experiências do consumidor por meio de relações mais diretas e pessoas, nós tomamos a decisão de finalizar o nosso atual piloto com a Amazon. Nós continuaremos, porém, investindo em parcerias distintas e fortes com outros varejistas a fim de servir aos nossos consumidores globalmente”.

Acabou o amor? Nike anuncia fim da oferta de seus produtos dentro da Amazon enquanto redireciona seu foco para suas próprias plataformas de vendas para o consumidor

A oferta de vestuário da Nike na Amazon fazia parte de um projeto-piloto da empresa, que sempre se mostrou reticente em adotar a gigante de tecnologia como um de seus inúmeros pontos de venda: pela percepção da empresa, levar seus produtos à plataforma poderia fazer com que a Nike perdesse o controle de como a sua própria marca fosse representada no site. Em 2017, as empresas firmaram uma parceria que estava condicionada a um controle maior por parte da Amazon no monitoramento e interrupção de vendas de produtos falsificados ou contrabandeados da Nike.

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Cerca de 30% das vendas anuais da Nike vêm da linha de venda direta ao consumidor (seu próprio marketplace e lojas físicas da marca, por exemplo). Ao final do ano fiscal, fechado em 31 de maio de 2019, a ompanhia reportou ganhos de US$ 39,1 bilhões apenas nessa área. Desde então, a empresa tem mostrado um desejo de ser mais atuante no setor de e-commerce: em outubro de 2019, a Nike anunciou a contratação de John Donahoe como o seu CEO. O executivo vem de cargos de liderança em empresas como eBay e é chairman do comitê de diretores da PayPal. Ele assume o cargo em janeiro de 2020.

A Amazon não ofereceu comentários sobre o fim da parceria no varejo, mas a Nike ressaltou que continuará utilizando a plataforma Amazon Web Services (AWS) - divisão de serviços na nuvem da Amazon - como motor de suas atividades online.

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Microsoft divulga trailer e data de lançamento de Wasteland 3

Nov 15, 2019

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A Microsoft anunciou, durante o seu evento X019 em Londres, a data de lançamento de Wasteland 3, uma das exclusividades do Xbox One para o mercado de games e que está em desenvolvimento pela inXile Entertainment. De acordo com o chefe do estúdio, Brian Fargo, trata-se do maior jogo da franquia, com um orçamento três vezes maior que seu predecessor.

Na ocasião, também foi mostrado um trailer do game, que leva o jogador para as montanhas rochosas e cheias de neve do Colorado. Segundo Fargo, a ambientação foi inspirada na década de 1980 para se criar um visual de “futurismo pós-apocalíptico” e vai exigir que o jogador entre em combate de maneira estratégica.

 

Wasteland 3 é fruto de um projeto de financiamento coletivo: em 2016, o jogo atingiu a sua meta de US$ 2,75 milhões, com a continuidade das doações após isso. Em 2018, durante a direção passada do evento, a Microsoft anunciou que havia adquirido os estúdios inXile, mas prometido que, ainda que uma propriedade da empresa, eles continuariam trabalhando de forma independente.

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Wasteland 3 chega às prateleiras em 19 de maio de 2020.

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Neflix | Confira os lançamentos da semana (09/11 a 14/11)

Nov 15, 2019

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Melhor que um fim de semana, só um feriadão daqueles para gente recarregar todas as energias e assistir a todas as novidades da Netflix. Apesar disso, o serviço de streaming mais popular do mundo resolveu trolar seus assinantes, trazendo pouquíssimos lançamentos para o catálogo nessa semana. As novidades, em sua maioria, são filmes com algum tempinho de estrada e séries asiáticas, o que pode acabar decepcionando quem está em busca de um grande lançamento e/ou série intrigante para maratonar. Mesmo assim, vamos fazer uma forcinha e destacar as principais adições dos últimos dias.

Em matéria de filmes, o destaque fica para Baywatch, filme adaptado da famosa série SOS Malibu que fez sucesso nos anos 1980 e 1990. No lugar de David Hasselhoff, Pamela Anderson, Carmen Electra e companhia, entram em cena Dwayne "The Rock" Johnson, Zac Effron, Alexandra Daddario e Kelly Rohrbach numa trama que é essencialmente a mesma de sempre: na praia de Malibu, na Califórnia, um grupo de salva-vidas está sempre a postos para salvar banhistas. Mas as coisas mudam um pouco quando chega um novo e vaidoso salva-vidas e um crime acontece na praia.

 

Além de Baywatch, The Rock está presente em outra estreia na Netflix nesta semana: Velozes e Furiosos 8. Embora o foco do filme não seja exatamente o seu personagem, Luke Hobbs, o grandalhão está lá ao lado de Toretto (Vin Diesel), Brian (Paul Walker) e toda a turma em mais uma trama absurda recheada de ação, carros superesportivos e velocidade. Indispensável para quem é fã do gênero e ainda não pode assistir ao filme.

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No campo das séries, os fãs de maratonas têm apenas uma novidade de verdade: a série original Maradona no México. Ao longo de sete episódios, a série documental mostra a passagem do maior craque argentino de todos os tempos pelo Dorados, clube da cidade de Culliacán, coração do cartel de Sinaloa. A missão do ex-jogador é tirar a equipe do fundo do poço e salvar, quem sabe, até a si próprio.

Para além disso, o que temos é uma penca de séries asiáticas recebendo novos episódios. Entre elas está Coisas da Vida, um drama indiano que ganhou sua terceira temporada na plataforma de streaming. Na história, dois jovens moram juntos e dividem os altos e baixos da vida profissional, dos relacionamentos modernos e do dia-a-dia na gigantesca cidade de Mumbai. Já em Tramas do Passado, que recebe dois novos episódios semanalmente, Kim Seo-hui se junta à polícia depois de seu pai morrer e seu marido desaparecer misteriosamente. Na força policial, e com a ajuda do detetive Jo Tae-sik, ela irá fazer de tudo para descobrir a verdade.

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Confira abaixo a lista completa de todos os filmes e séries que entraram na Netflix nesta semana. Ao final da listagem, também elencamos as produções que saíram do serviço, que é para você não ficar perdido caso procure por algo e não ache. Como as estreias não estão lá essas coisas todas, talvez esse feriadão sirva para você sair um pouco da zona de conforto e experimentar algo diferente. Depois não se esqueça de voltar aqui e contar para gente o que assistiu e se gostou ou não. Divirta-se!

09/11 Baywatch Mães em Guerra Coisas da Vida (21 episódios, 8 novos) Para Sempre Camélia (14 episódios, 2 novos)

 

10/11 Patriot Act with Hasan Minhaj (26 episódios, 1 novo) Retaliação (14 episódios, 1 novo) 11/11 Velozes e Furiosos 8 Meu País: A Nova Era (10 episódios, 2 novos)

 

12/11 Jeff Garlin: Our Man In Chicago Chefe de Gabinete (11 episódios, 1 novo) Garotas Harvey para sempre! (39 episódios, 13 novos) Homens com Missão (141 episódios, 1 novo) Tramas do Passado (8 episódios, 2 novos)

 

13/11 Maradona no México: 1ª Temporada Meu Querido Guerreiro: 1ª Temporada Chefe de Gabinete (12 episódios, 1 novo) Dora, a aventureira (90 episódios, 1 novo)

 

14/11 Fadily Camara : La plus drôle de tes copines Cupcake e Dino - Serviços Gerais (26 episódios, 13 novos) Explicando (28 episódios, 1 novo) Fora de catálogo

Os filmes, séries e episódios a seguir saíram do catálogo da Netflix nessa semana.

E.T. – O Extra-terrestre Dead Rising: End Game Exeter Kubo e as Cordas Mágicas Estocolmo (13 episódios removidos) Gol 2: Vivendo o Sonho Homem-Aranha (26 episódios removidos) Tickled Vai que Dá Certo Vampirina (25 episódios removidos)

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Xiaomi pode anunciar sua versão do Kindle na próxima semana

Nov 15, 2019

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Leitores de livros digitais como Kindle e Kobo são muito populares, e a Xiaomi deve entrar nesse nicho a partir da próxima quarta-feira (20). Uma prévia foi postada na quinta-feira (14) pela conta oficial da companhia na rede social chinesa Weibo.

Um esboço do e-reader mostra bordas grossas, sem botões nos painéis laterais — a exemplo do Kobo. Há somente um botão na parte de cima, provavelmente para ligar e desligar. Isso significa que toda a navegação deve ser feita diretamente na tela sensível ao toque.

(Imagem: Xiaomi/Reprodução)

Fora isso, por enquanto não há outros detalhes importantes, como a origem do catálogo. Não se sabe se a chinesa vai montar sua própria biblioteca ou fazer algum tipo de parceria com as já existente. Outros dados importantes ainda ausentes são se o dispositivo terá resistência à água, poeira e quedas, e se ele terá suporte a audiolivros — nesse caso, seria necessário alguma saída para áudio ou emparelhamento a alto-falantes ou fones de ouvido via Bluetooth.

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Assim como outros produtos menores da Xiaomi, o e-reader deve ser lançado por meio de campanha de financiamento coletivo. Por isso, a expectativa é de que ele tenha um preço bastante acessível.

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Tell Me Why, dos criadores de Life is Strange, traz história de personagem trans

Nov 15, 2019

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Desde que introduziu um novo sistema de jogabilidade baseado em escolhas narrativas, a Dontnod Entertainment vem fazendo bastante sucesso com a premiada série episódica Life is Strange. A companhia anunciou nesta quinta-feira (14) que está pronta para dar um passo adiante com essa mesma mecânica, em uma proposta muito “fiel aos fatos da vida real”. O novo título se chama Tell Me Why e foi apresentado durante o evento X019, da Microsoft, em Londres.

A trama envolve irmãos gêmeos, Tyler e Alyson, que aos poucos vão destrinchando memórias de uma infância conturbada. O relacionamento de ambos será a espinha dorsal do jogo, ambientado em uma pequena cidade do Alasca. Tyler traz, ainda, o diferencial de trazer história de um homem trans. A desenvolvedora trabalhou em estreita colaboração com o GLAAD, grupo de defesa LGBTQ, para criar o personagem.

 

O diretor Florent Guillaume disse que os jogadores "exploram as diferentes memórias dos gêmeos idênticos dos mesmos principais eventos e escolhem em que memória acreditar; por fim, as escolhas que os jogadores fazem determinam a força do vínculo dos gêmeos — e futuro curso de suas vidas”.

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Game vai trazer todos os capítulos de uma só vez

A ideia é passar um bom tempo controlando os dois personagens. Life is Strange demorou para lançar sua sequência e a boa novidade por aqui é o fato de os três capítulos de Tell Me Why serem disponibilizados de uma só vez. "Ouvimos atentamente os fãs de jogos narrativos de aventura e ouvimos em voz alta e clara como as lacunas imprevisíveis entre os episódios podem ser dolorosas", disse Peter Wyse, gerente geral de publicação da Xbox Game Studios.

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Tell Me Why será lançado para Xbox One, PC e também na Steam, provavelmente em maio de 2020.

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Elon Musk fala em "curar o autismo" com as inovações da Neuralink

Nov 15, 2019

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Participando de um podcast voltado à discussão da inteligência artificial (IA), o CEO da Neuralink, Elon Musk, erroneamente afirmou que sua empresa será capaz de curar distúrbios neurológicos como a esquizofrenia e o Alzheimer, além de “curar o autismo”. Essa última, porém, trata-se de um erro do executivo, haja vista que o autismo não é exatamente um problema neurológico, mas sim uma desordem de desenvolvimento.

A Neuralink, de Elon Musk, é uma empresa que faz pesquisas com tecnologias que estabeleçam interfaces entre o cérebro e o computador. As afirmações de Musk podem ser consideradas uma expectativa do executivo para os futuros desenvolvimentos da companhia, já que, atualmente, a Neuralink não tem um “produto” em si, ao contrário da SpaceX, Boring Company e Tesla — outras empresas chefiadas por Musk,

“Então, a Neuralink, acho eu, vai primeiro solucionar uma série de doenças relacionadas ao cérebro”, disse Musk ao podcast apresentado por Lex Fridman. “Poderá ser qualquer coisa, desde autismo, esquizofrenia, perda de memória — do tipo que todo mundo passa quando chega em certas idades. Pais que não se lembram dos nomes dos filhos, coisas desse tipo”.

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Elon Musk, CEO da Neuralink, Tesla e SpaceX, afirmou equivocadamente que o autismo pode ser "curado"

Devido à afirmação equivocada sobre o autismo, as palavras de Musk acabaram soando desconexas. Como o executivo não ofereceu mais detalhes, das duas, uma: ou ele não entende o que o autismo é de fato, ou ele estava apenas elaborando possibilidades futuras relacionadas às capacidades da sua empresa, e acabou se expressando mal.

Segundo a definição de autismo pela Organização Mundial da Saúde, trata-se de uma “desordem caracterizada pelas dificuldades na interação social e comunicação aliada a um interesse repetitivo em determinadas atividades”. A organização ainda indica que não se trata de uma dificuldade que ofereça “cura”, nem tampouco tenha que ser curada. Por isso, não há um “tratamento” em si, no sentido clínico da palavra, mas sintomas decorrentes do autismo em alguns casos, como depressão ou variações de humor, podem ser minimizados por alguns tipos de medicamentos e terapias comportamentais.

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Preço para voar em nave da Boeing será 60% mais caro do que na da SpaceX

Nov 15, 2019

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O inspetor-geral da NASA divulgou nesta quinta-feira (14) um relatório sobre o Programa Commercial Crew, com detalhes sobre os problemas técnicos enfrentados pelas empresas SpaceX e Boeing no desenvolvimento de suas espaçonaves - Crew Dragon e Starliner, respectivamente - e os custos de cada veículo.

Este programa da NASA tem como objetivo financiar as duas empresas para que elas desenvolvam veículos que levem astronautas norte-americanos à Estação Espacial Internacional (ISS). Ainda hoje, os EUA dependem das naves russas Soyuz, e por isso a agência espacial quer se tornar independente da antiga rival.

Foi a primeira vez que um relatório publicou os preços estimados de cada assento nas duas espaçonaves. Embora a Boeing tenha recebido mais dinheiro da NASA para o desenvolvimento de suas tecnologias, também foi a empresa que cobrou valor mais alto para cada astronauta dentro da sua nave: US$ 90 milhões, contra US$ 55 milhões cobrados para voar na Crew Dragon da empresa de Elon Musk.

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Mais “curioso” ainda é que o preço da Boeing também é mais alto que o valor cobrado pela Roscosmos (a agência espacial russa) para que a NASA envie seus astronautas à ISS na Soyuz. Em média, a NASA pagou à Roscosmos US$ 55,4 milhões por assento, sendo que, desde 2017 o preço dos russos subiu para uma média de US$ 79,7 milhões.

Cápsulas Starliner, da Boeing, e Crew Dragon, da SpaceX (Imagem: Boeing/SpaceX)

Além dos preços por assento, o relatório do inspetor-geral Paul Martin também observa que a Boeing recebeu da NASA um total de US$ 4,82 bilhões, em comparação com US$ 3,14 bilhões concedidos à SpaceX. De acordo com vários funcionários da NASA que conversaram com Martin, a Boeing pressionou a agência espacial por financiamento adicional, ameaçando até mesmo se retirar do Programa Commercial Crew.

Após "negociações prolongadas", a Boeing ofereceu alguns benefícios à NASA, como tempos de entrega reduzidos e uma cadência variável de lançamentos. A agência espacial concordou em pagar US$ 287,2 milhões adicionais por quatro das missões tripuladas, que provavelmente voarão no primeiro semestre de 2020, mas “sem oferecer oportunidades semelhantes à SpaceX”, declara o relatório.

Um porta-voz da Boeing negou que a empresa ameaçou encerrar sua participação no programa. "A Boeing fez investimentos significativos no Programa Commercial Crew e estamos totalmente comprometidos em pilotar o CST-100 Starliner e manter a Estação Espacial Internacional totalmente tripulada e operacional", disse.

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Co-fundador da Wikipedia lança rede social livre de anúncios

Nov 15, 2019

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O co-fundador da Wikipédia, Jimmy Wales, desenvolveu uma rede social chamada WT: Social, que opera basicamente do mesmo jeito que a enciclopédia virtual, ou seja, sem publicidade, apenas com doações. Apesar disso, não há ligação empresarial entre as duas plataformas.

A rede social foi ao ar pela primeira vez no mês passado e, atualmente, está chegando a 50 mil usuários. Isso acontece porque a empresa está fornecendo o acesso lentamente, então o usuário fica numa lista de espera até ser convidado. Quem tiver pressa, deve pagar 13 dólares por mês ou US$ 100 por ano para ter acesso imediatamente.

Em entrevista ao Financial Times, Wales disse que o modelo de negócios das demais redes sociais, dependendo de publicidade, é problemático, e ressaltou o conteúdo de baixa qualidade. Por enquanto, a interface do WT: Social consiste em um feed bem simples composto por notícias e comentários. Isso porque a rede é, na verdade, um desdobramento do projeto anterior intitulado WikiTribune , que buscava ser um site de notícias global composto por jornalistas profissionais e contribuintes cidadãos. Tanto o WikiTribune quanto o WT: Social enfatizam o combate às fake news.

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Além disso, o usuário também pode participar de vários SubWikis, que são como grupos do Facebook ou os subreddits do Reddit. Na rede, também é possível adicionar hashtags a uma postagem ou seguir hashtags para interesses mais específicos, que podem abranger mais de um SubWiki. Atualmente, as postagens são classificadas cronologicamente, mas o site planeja adicionar um sistema para os usuários promoverem histórias de qualidade.

Enfrentar o Facebook e o Twitter não é tarefa fácil, mas Wales parece ter uma abordagem mais focada para o WT: Social, visando conteúdo significativo e esperando construir comunidades menores.

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Veja o trailer com gameplay de Age of Empires IV

Nov 15, 2019

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Age of Empires IV está um pouquinho mais próximo. Originalmente anunciado em agosto de 2017, ficamos tanto tempo sem saber de novidades sobre o jogo em desenvolvimento pela Relic Entertainment que esquecer que ele existe é até uma consequência natural. A Microsoft, porém, traz o jogo de volta à memória dos gamers com um novo trailer, mostrando partes da jogabilidade do título.

O que se sabe até agora é que o game será ambientado na era medieval, com diversas facções disponíveis, sendo os mongóis e os ingleses já confirmados e as outras ainda a serem reveladas. O gameplay mostra uma sinergia entre elementos nostálgicos de jogadores mais velhos (divisão de facções por cores, visão aérea estratégica etc.), unindo material novo com mais realismo, especialmente na área visual.

No que tange à jogabilidade, uma das novidades é a capacidade de posicionar unidades de combate em muralhas, a fim de ajudar na defesa de sua fortaleza. Há também uma percepção de elementos de inteligência artificial, quando o trailer mostra uma região sendo invadida, e camponeses e outros personagens não combatentes fugindo para suas casas, dando lugar a guardas e cavaleiros.

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Age of Empires IV ainda não tem data de lançamento marcada, mas já se sabe que ele será lançado para as plataformas da Microsoft.

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Programa dá bolsas de estudos em tecnologia para mulheres cis e trans

Nov 15, 2019

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A M4U — uma empresa carioca de tecnologia, que faz parte do grupo Cielo — está patrocinando bolsas de estudos do programa de capacitação em tecnologia AceleraDev Java Women, exclusivo para mulheres, que acontecerá no Rio de Janeiro (RJ). O programa é desenvolvido pela Codenation, startup de educação tecnológica que atualmente conta mais de 30 mil pessoas cadastradas em sua plataforma, e terá 12 vagas para mulheres cis e trans. As inscrições podem ser feitas na página da aceleração até o próximo domingo (17).

Depois que fizerem a inscrição e forem classificadas, as candidatas seguem para a segunda fase, que é basicamente uma entrevista com especialistas da Codenation. Apesar de a etapa de inscrição e seleção ocorrerem ainda em 2019, o treinamento na linguagem de programação Java só terá início em 2020, acontecendo entre 11 de janeiro e 21 de março, com encontros presenciais aos sábados, entre às 9h e às 18h. Durante as aulas, a turma assistirá a palestras e solucionará desafios de programação na plataforma Codenation.

Programa insere mulheres na tecnologia, por meio de bolsas de estudos

Vale lembrar que as participantes que se destacarem ao longo do AceleraDev Java Women poderão ser contratadas para o time da M4U. "Nós acreditamos que um ambiente diverso é crucial em qualquer segmento (não seria diferente no tecnológico), e a nossa empresa entende o seu papel na luta de uma sociedade mais igual. Para nós é muito importante aumentar a representatividade feminina no mercado de TI, ainda mais no Rio, que é a nossa cidade do coração. Temos uma comissão composta por nossas próprias colaboradoras (a Devas) focada em ações com este propósito em nossa empresa. Buscamos com esta capacitação empoderar cada vez mais mulheres no ambiente de tecnologia”, afirma, Inajá Azevedo, CTO na M4U.

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Além disso, as participantes podem interagir com profissionais que já atuam no mercado de tecnologia por meio das mentorias exclusivas. Para o CEO da Codenation, Eduardo Varela, “esse contato com quem está no segmento de tecnologia é importante para que as pessoas em treinamento se aproximem da realidade do mercado; assim, elas se conectam com outras profissionais do setor e com as empresas onde estão as oportunidades de trabalho”.

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FFWS | Rio recebe mundial de Free Fire neste sábado (16); saiba tudo

Nov 15, 2019

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Neste sábado (16), às 11h30, começa a final do campeonato mundial de Free Fire, a Free Fire World Series (FFWS). O torneio reúne os 12 melhores times de diversas regiões do mundo para definir qual é a melhor equipe do jogo mobile mais baixado do Brasil. Serão 48 pro players no palco, acompanhados por mais de 4.500 espectadores presentes na Arena Carioca 1, no Rio de Janeiro. Vale lembrar que o certame contará com a participação de duas equipes brasileiras: Corinthians, o atual campeão da Pro League, e a LOUD, vice-campeã e um dos times mais populares do circuito.

Completam o campeonato times dos seguintes países e regiões: América do Norte, América do Sul (norte), América do Sul (sul), Índia, Indonésia, Oriente Médio e Norte da África, Rússia, Vietnã, Tailândia e Taiwan.

A premiação total do torneio é de US$ 400 mil.

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Sucesso absoluto

A considerar pelo que vimos nas finais da Pro League, não dá para não registrar o enorme sucesso que Free Fire tem feito por aqui. Não à toa, o Rio de Janeiro vai receber também a final mundial. Para se ter ideia em termos de streaming, a transmissão das partidas que definiram os finalistas brasileiros no último sábado (9), Corinthians (campeão) e LOUD (vice), registrou um pico de mais de 1 milhão de espectadores simultâneos.

 

Presencialmente, a Arena Carioca 1 estava lotada, com todos os 5 mil ingressos vendidos e com uma atmosfera das mais calorosas e impressionantes dos eSports nos últimos tempos. "Esperamos encontrar essa arena lotada também no mundial para apoiar os times brasileiros nessa disputa. O título ficará no Brasil, com certeza", disse Samuel Bradock, da Loud, em entrevista coletiva após a Pro League.

Formato

 

Tal qual em outros battle royales, os times cairão nos mapas selecionados e, assim como na Pro League, os mapas selecionados foram os clássicos Bermuda e Purgatório. Serão realizadas oito quedas e, em cada uma delas, a pontuação que determinará quem vence é, basicamente, a soma dos pontos de colocação mais os por abates. Cada abate vale 20 pontos, enquanto cada colocação vale uma pontuação diferente. Quem vencer uma queda, terá garantido 300 pontos. A equipe que tiver mais pontos no final de todas as quedas vence a disputa.

Equipes Corinthians (Brasil) LOUD (Brasil) Team Flash (Vietnã) Infinity YT (Oriente Médio e Norte da África) Dranix eSports (Indonésia) Sbornaya ChR (Rússia) Nawabzade (Índia) Illuminate (Tailândia) Samurai Team (LATAM Sul) Infinity eSports Mobile (LATAM Norte) LGDS (Taiwan) Arctic Gaming Mexico (América do Norte) Presença Ilustre Imagem: Garena

Para brindar a comunidade de Free Fire no Brasil, a Garena preparou um evento grandioso para a abertura das quedas: o DJ brasileiro Alok, um dos mais famosos do mundo e fã do game, irá entreter o público com um show antes das disputas. Vale lembrar que o DJ é personagem jogável do game desde o início do mês e que sua nova música, Vale Vale, ganhou clipe especial em homenagem ao game.

Transmissões

A Free Fire World Series acontece neste sábado (16) a partir das 11h30 (horário de Brasília). Para acompanhar as disputas, acesse os canais oficiais do game no YouTube e no Facebook.

O Canaltech estará no Rio de Janeiro para a cobertura da FFWS e contará tudo para vocês.

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China em Marte: teste com módulo de pouso dá certo e voo deve rolar em 2020

Nov 15, 2019

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A China está muito perto de iniciar sua primeira missão exploratória em Marte. Nesta quinta-feira (14) a agência espacial chinesa (CNSA) concluiu com sucesso um pouso de teste em superfície que simula as dificuldades no terreno marciano, segundo a Reuters. A missão deve ser lançada já no ano que vem.

O módulo de pouso conseguiu se firmar no solo de uma área em Huailai, a noroeste de Pequim. Os chineses encheram o local com pequenos montes de terra para simular a superfície de Marte, que é irregular. Apesar de ter iniciado suas atividades espaciais com um certo atraso em comparação com outras nações, autoridades chinesas estão confiantes em chegar a Marte com esta missão.

“Em 2016, a China começou oficialmente os trabalhos da missão de exploração em Marte, e e atualmente todo o trabalho de desenvolvimento transcorre suavemente”, celebrou Zhang Kejian, diretor da CNSA. Keijan ainda apontou que o teste realizado nesta quinta era uma etapa crucial da missão, e garantiu que a missão ocorrerá dentro do programado.

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O foguete Long March 5 foi projetado para ser capaz de lançar uma sonda até Marte e tem lançamento marcado para 2020. A viagem da Terra até lá deve durar sete meses, e o pouso deve ter duração de sete minutos, de acordo com o arquiteto-chefe da missão, Zhang Rongqiao. Ainda neste ano, ou talvez no começo de 2020, esse mesmo foguete deve lançar a sonda Chang’e-5 à Lua

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Pornhub perde integração com PayPal e diversos artistas ficam sem receber

Nov 15, 2019

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Uma das principais vias de pagamento para modelos e artistas do Pornhub não será mais disponibilizada, efetivamente fechando um canal de renda para atores e atrizes independentes que publicam conteúdo no site.

O anúncio veio do próprio Pornhub, na noite de quarta-feira (13), avisando que a plataforma também esclareceu que a decisão foi tomada pelo PayPal: “estamos todos devastados com a decisão do PayPal de parar de emitir pagamentos para artistas que dependem dele para viverem suas vidas”, disse o comunicado do site, via blog oficial. "Pedimos nossas mais sinceras desculpas se isso vier a causar atrasos e estamos com a nossa equipe trabalhando sem parar para ter certeza de que os pagamentos serão processados o mais rápido possível nos novos métodos de monetização”.

Pornhub se vê sem mais uma via de pagamento de seus atores e atrizes independentes, que dependem do site para receber remuneração

Da parte do PayPal, um porta-voz da empresa disse à Vice americana: “Depois de uma revisão, descobrimos que o Pornhub promoveu certos tipos de pagamentos por meio do PayPal sem a nossa devida permissão. Nós tomamos as devidas ações para impedir tais transações de ocorrer”.

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Embora o Pornhub seja visto como um dos muitos sites "pirateiros de pornografia", a plataforma também é uma das mais completas como uma fonte de renda para artistas independentes do setor de filmes adultos. Sua área premium é uma das mais promovidas pelo site, para a captação de assinantes pagos e estabeleceu um padrão para que outros sites também adotassem a prática.

Não é de hoje que o PayPal se opõe às profissões relacionadas ao sexo: segundo os termos de uso da plataforma de pagamentos, “certos materiais ou serviços sexualmente orientados” não são permitidos. A empresa não detalha exatamente quais são essas ações, e o discurso vago dá à ela bastante manobra para promover impedimentos tal qual é o caso com o Pornhub. A grosso modo, o PayPal se insere em uma longa lista de empresas que discrimina os trabalhos sexuais, junto a nomes como Visa e MasterCard, além do Google Wallet.

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Os melhores aplicativos para fazer controle do seu diabetes

Nov 15, 2019

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O dia 14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes, uma doença crônica que provoca a constante instabilidade dos níveis glicêmicos do sangue. A data foi criada ainda em 1991 pela IDF (Federação Internacional de Diabetes), junto à OMS (Organização Mundial de Sáude), e tem como objetivo conscientizar a poopulação mundial sobre os perigos que a doença pode causar ao ser humano.

Pessoas com diabetes têm mais risco de sofrer com doenças cardiovasculares, como infartos e insuficiência cardíaca, AVC, o famoso derrame, além de problemas renais, perda de visão, úlceras, entre outras consequências.

É possível viver tranquilamente ao lado da doença, desde que o paciente tome alguns cuidados com a alimentação, pratique exercícios e faça acompanhamento frequente dos níveis de açúcar do sangue, intercalando com medicamentos para cada caso.

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Graças à tecnologia, esse cuidado vem se tornando a cada vez mais fácil e prático. Então, pensando nisso, fizemos uma lista com alguns aplicativos bem legais que você precisa conhecer para ajudar no seu tratamento — ou indicar para uma pessoa portadora da doença. Confira quais são!

mySugr - Diário da Diabetes

No aplicativo mySugr - Diário da Diabetes, você consegue fazer o controle do açúcar em seu sangue com algumas ferramentas bastante úteis, como Calculadora de Bolus, estimativa de hbZ1c, rastreador de carboidratos e glicemia, entre outras opções. É indicado para diabetes Tipo 1, Tipo 2 ou gestacional.

O aplicativo está disponível para download gratuito na App Store e no Google Play.

Receitas para diabéticos

Ter diabetes não significa não poder comer o que gosta, não é mesmo? Pensando nisso, desenvolvedores criaram o aplicativo Receitas para Diabéticos, ideal para quem precisa de ideias para criar mais de 100 refeições com alimentos que ajudam a controlar o açúcar no sangue, sempre se mantendo saudável.

O aplicativo está disponível para Android.

Diabetes Connect

O app Diabetes Connect oferece ferramentas para o registro de dados relacionados ao diabetes de forma prática, permitindo o controle do nível de açúcar, refeições, injeções de insulina, medicamentos, entre outras informações importantes. É indicado para Diabetes Tipo 1 e Tipo 2, e permite a sincronização com outros dispositivos para você não conseguir conferir tudo o que precisa de onde estiver.

Você pode baixar o Diabetes Connect no Android ou iOS.

Diabetes Ginástica

A prática de exercícios físicos também é essencial para manter o organismo saudável, ajudando no controle dos níveis de glicose no sangue. Com o aplicativo Diabetes Ginásticas, você confere exercícios especiais para o tratamento, além de ferramentas para o acompanhamento diário. O app ainda mostra gráficos de comparação, permitindo que o usuário acompanhe o que acontece em seu corpo de maneira mais detalhada.

Você pode baixar o aplicativo no seu Android.

Diabetes:M Caption

Recomendado para diabetes Tipo 1, Tipo 2 ou gestacional, o aplicativo Diabetes:M conta com várias ferramentas para o registro das informações mais importantes sobre o seu diabetes, além da criação de relatórios que podem ser enviados via email para o profissional responsável pelo tratamento.

Você pode fazer o download do aplicativo Diabetes:M no Google Play ou App Store.

Diabetes Pal

Com o Diabetes Pal, o usuário consegue fazer a análise da glicose no sangue e controlar a sua dieta, tudo isso de forma manual ou automática. Os relatórios podem ser impressos e metas podem ser estipuladas para incentivar o cuidado no tratamento. O app conta ainda com modos de disponibilidade online e offline.

O aplicativo Diabetes Pal pode ser baixado tanto no Android quanto no iOS.

Hydro beba água

Este aplicativo não é exatamente para fazer o controle e monitoramento do seu diabetes, mas para lembrar as pessoas que possuem a doença de algo muito importante: beber água. A hidratação é essencial para que o tratamento aconteça de forma efetiva, trazendo muito mais saúde para que o seu organismo se adapte ao tratamento contínuo.

No app Hydro beba água, você preenche informações importantes sobre o seu organismo, estilo de vida e clima atual, e recebe notificações frequentes com lembretes do quanto de água você ainda precisa tomar para atingir a meta necessária.

O aplicativo está disponível na Play Store e no Google Play.

Mesmo com toda a ajuda da tecnologia, é ideal que um médico especializado seja consultado com frequência.

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Instagram começa a testar o fim do número de likes em todo o mundo

Nov 15, 2019

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Ainda em julho deste ano, o Instagram anunciou que iria parar de exibir a quantidade de curtidas de uma publicação, restringindo a informação apenas ao próprio usuário. Antes, a novidade ainda estava período de testes, e apenas usuários do Brasil, Austrália e Canadá puderam avaliar a novidade.

Agora, finalmente, o recurso está disponível a usuários de todo o mundo, segundo anúncio que começou a ser distribuído no aplicativo nesta quinta-feira (14). Na semana passada, inclusive, algumas pessoas dos Estados Unidos também começaram a perceber o fim dos likes, ainda que o aviso oficial tenha sido emitido somente agora.

Reprodução: Captura de tela/Canaltech

Os testes, no entanto, ainda não acabaram. "Mesmo que as respostas dos testes iniciais estejam sendo positivas, essa é uma mudança fundamental para o Instagram e vamos continuar nossos testes para ouvir mais da nossa comunidade global", disse um porta-voz da companhia à imprensa.

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O objetivo da empresa com a medida é não deixar que os números importem mais do que o conteúdo, mas alguns usuários que trabalham com esses dados não gostaram nada da decisão e suas possíveis consequências — incluindo influencers e marcas que têm negócios na rede social.

Imagem: Reprodução

Segundo pesquisa recente realizada pela empresa Celebryts, o nível de engajamento dos usuários com os perfis apresentou uma queda de 11% no total de curtidas e 13% no total de comentários após o fim dos likes. Outras pessoas, por outro lado, se mostram aliviadas de não passar por essa cobrança desnecessária quanto à popularidade na rede social.

Com os testes apenas começando no restante do mundo, não há previsão de quando esse período de análises irá acabar, nem mesmo se a decisão se tornará definitiva.

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10 melhores jogos de videogame da franquia Star Wars

Nov 15, 2019

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Com o lançamento de Jedi Fallen Order nesta sexta-feira (15) e a estreia de The Mandalorian na última terça (12), esta é uma semana que está a todo momento nos lembrando de como Star Wars é uma das melhores franquias de fantasia/sci-fi já criadas.

Assim, essa é a hora perfeita para lembrarmos de alguns jogos da franquia que, ao longo desses mais de 40 anos de existência da saga, foram responsáveis por nos colocar nesse universo riquíssimo e nos manter interessados nele mesmo durante os períodos de maior “seca” de filmes.

1. Rogue Squadron

 

Depois de assistir à Uma Nova Esperança, duas coisas ficam marcadas na cabeça das pessoas: a primeira é que sabres de luz são uma das melhores armas já inventadas pelo cinema; a segunda é o desejo de poder pilotar uma X-Wing. E Rogue Squadron é o melhor jogo para satisfazer esse segundo desejo.

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Na pele de um piloto da Aliança Rebelde, você pilota diversas naves diferentes do universo de Star Wars em missões inspiradas na trilogia original (os três filmes feitos entre as décadas de 70 e 80). O jogo possui um dos melhores controles do gênero de “navinha” e a ação estilo arcade garante que você tenha que se concentrar para completar as missões como se fosse um piloto real.

Star Wars: Rogue Squadron foi lançado em 1998 e possui versões para Nintendo 64 e PC.

2. Knights of the Old Republic II

 

Ainda que o primeiro jogo tenha nos mostrado como poderia ser uma experiência Star Wars no formato RPG, é Knights of The Old Republic II (também chamado de KOTOR II) que leva esse conceito ao limite. Ainda que não traga grandes diferenças de gameplay quando comparado ao primeiro jogo, KOTOR II apresenta enormes melhorias na narrativa da trama e no desenvolvimento dos personagens que nos são apresentados, sendo até hoje o jogo de Star Wars que possui os personagens mais interessantes que não fazem parte de nenhum filme.

KOTOR II foi o primeiro jogo produzido pela Obsidian (empresa que recentemente lançou no mercado Outer Worlds) e é um verdadeiro marco no universo expandido de Star Wars, sendo considerado por muitos críticos não apenas um dos melhores jogos da franquia já lançados, mas até mesmo como um dos melhores RPGs já criados na história dos videogames.

Knights of the Old Republic II: The Sith Lords foi lançado em 2005 e pode ser encontrado em versões para PC e para o primeiro Xbox.

3. Lego Star Wars: The Complete Saga

 

Os jogos da linha Lego costumam fazer um bom trabalho ao trazer nomes conhecidos da cultura pop para o seu modelo de criar videogames, e isso não seria diferente com Star Wars.

Em The Complete Saga, somos introduzidos a fases e personagens inspirados nos seis primeiros filmes da saga (A Ameaça Fantasma, O Ataque dos Clones, A Vingança dos Sith, Uma Nova Esperança, O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi), misturando com maestria o estilo de jogo de ação, bloquinhos de montar e o humor característico dos jogos LEGO com a saga Star Wars, tornando esse um dos jogos mais divertidos baseados na saga — principalmente se você procura algo para jogar com crianças e apresentar a elas o que é a Força.

Lego Star Wars: The Complete Saga foi lançado em 2007 e pode ser encontrado em versões para Android, iOS, Nintendo DS, PC, PlayStation 3, Wii e Xbox 360.

4. Star Wars Episode I: Jedi Power Battles

 

Durante anos os fãs de Star Wars pediram por um jogo que os fizessem realmente sentir que eram mestres no uso do sabre de luz, e a primeira experiência desse tipo foi com o lançamento de Jedi Power Battles.

Lançado como um acompanhamento de A Ameaça Fantasma, o jogo é um beat’em up em que você deve escolher um de cinco mestres Jedi (Obi Wan Kenobi, Qui Gon Jinn, Mace Windu, Adi Gallia e Plo Koon) para derrotar hordas de droides comandadas por Darth Maul. Cada personagem possui um estilo de luta próprio e diferentes habilidades de Força, e foi um dos últimos grandes representantes do gênero beat’em up nos videogames.

Star Wars Episode I: Jedi Power Battles foi lançado em 2000 e pode ser encontrado em versões para Dreamcast, Game Boy Advance e no primeiro PlayStation.

5. Star Wars: The Force Unleashed

 

Talvez o único jogo de ação realmente bom de Star Wars lançado nos últimos dez anos, The Force Unleashed é uma espécie de melhoria do sistema de Jedi Power Battles, mas com uma importante diferença: pela primeira vez o protagonista do jogo é um Sith.

Controlamos Starkiller, o aprendiz secreto de Darth Vader que tem a missão de caçar os Jedi sobreviventes da Ordem 66 pela galáxia. A grande sacada desse jogo é ser o primeiro a realmente te dar um maior controle sobre o uso da força, permitindo levantar inimigos no ar, usá-los como arma para bater em outros ou até mesmo enforcá-los à distância, igual ao que Darth Vader faz nos filmes.

Star Wars: The Force Unleashed foi lançado em 2008 e pode ser encontrado para iOS, N-Gage, Nintendo DS, PC, PlayStation 2, PlayStation 3, PSP, Wii e Xbox 360.

6. Super Empire Strikes Back

 

Assim como O Império Contra Ataca é o melhor filme da trilogia original, Super Empire Strikes Back é o melhor jogo baseado na trilogia original já lançado.

Nesse clássico game de ação em 2D, você controla Luke Skywalker, Han Solo e Chewbacca em fases que se baseiam nos eventos do segundo filme da saga. O grande destaque fica pelo uso da tecnologia Mode 7, que permitiu que o game tivesse gráficos melhores do que os de outros jogos da época.

Super Empire Strikes Back foi lançado em 1993 e é exclusivo do Super Nintendo.

7. Star Wars Battlefront

 

Desenvolvido pela DICE, Battlefront é o primeiro da nova safra de jogos de Star Wars produzidos pela EA para Xbox One e PS4 e, apesar de não ser perfeito, ao menos mostrou o potencial que um jogo da franquia possui.

Apostando em um título totalmente multiplayer, Battlefront traz 16 mapas baseados nas batalhas da trilogia original de Star Wars e no filme Rogue One, permitindo que os jogadores escolham lutar ao lado do Império ou da Aliança Galática, além de controlar heróis como Luke Skywalker, Han Solo, Leia Organa, Darth Vader, Boba Fett e Chewbacca. Apesar de trazer gráficos e jogabilidade excelentes, e permitir que os jogadores não apenas participem de batalhas em terra mas também assumam o comando de naves X-Wing e TIE Fighters para travar batalhas espaciais, a falta de um modo campanha é a única grande crítica feita para o título.

Star Wars Battlefront foi lançado em 2015 e está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

8. Star Wars: Shadows of the Empire

 

Ainda que seja um jogo de tiro que apresenta uma mistura de fases em primeira pessoa com outras em terceira pessoa (e ambos com controles um tanto desengonçados), Shadows of the Empire possui um lugar especial no coração de muita gente por ser um dos primeiros jogos que tentam não apenas imitar aquilo que é mostrado nos filmes, mas expandir a história deles.

O jogo se passa entre os eventos de O Império Contra Ataca e O Retorno de Jedi, onde assumimos o controle de Dash Rendar, um mercenário que consegue escapar da batalha de Hoth e acaba envolvido em uma trama em que as vidas de Luke Skywalker e da Princesa Leia dependem dele.

Star Wars: Shadows of the Empire foi lançado em 1996 e pode ser encontrado no Nintendo 64 e para PC.

9. Star Wars Jedi Knight II: Jedi Outcast

 

Jedi Knight II é um dos jogos de Star Wars mais elogiados pela crítica, e não sem motivo: o game criou um novo padrão do que podemos esperar dos títulos da série, tanto em matéria de gráficos e gameplay quanto de narrativa.

Assim como nos jogos da série Elder Scrolls, Jedi Knight II permite que o jogador utilize uma orientação em primeira ou em terceira pessoa e ainda traz alguns elementos de RPG, principalmente na árvore de evolução de suas habilidades Jedi. Além disso, o jogo - que se passa oito anos depois após os eventos de O Retorno de Jedi - permite encontrar alguns personagens conhecidos dos filmes, como Lando Carlrissian (que governa o planeta Cloud City) e Luke Skywalker, que é o líder da Academia Jedi em Yavin IV.

Star Wars Jedi Knight II: Jedi Outcast foi lançado em 2002, e pode ser encontrado em versões para GameCube, PC, PlayStation 4, Switch e Xbox.

10. Star Wars: Republic Commando

 

Um dos jogos mais diferentes do universo de Star Wars, em Republic Commando você não controla um Jedi nem um Sith, mas um Stormtrooper encarregado de efetuar diversas missões na guerra contra os droides da Federação do Comércio.

O jogo se passa durante o período conhecido como A Guerra dos Clones (ou seja, entre os filmes O Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith). O mais interessante é que, apesar de ter um gameplay de FPS clássico, ele também possui muitos elementos de estratégia, e é preciso saber não apenas atirar, mas também comandar o posicionamento e a função de cada integrante do seu esquadrão para garantir o sucesso das missões.

Star Wars: Republic Commando foi lançado em 2005 e está disponível para PC, Xbox, Xbox 360 (através da retrocompatibilidade) e Xbox One (também através da retrocompatibilidade).

Claro, assim como qualquer lista, os títulos mostrados aqui não são uma verdade absoluta e os critérios para se definir um “melhor jogo” podem variar de pessoa para pessoa. Então, usa aí a sessão de comentários e fala para gente quais os melhores jogos de Star Wars para você.

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HUAWEI MATE X: o melhor DOBRÁVEL de 2019? [HANDS-ON]

Nov 15, 2019

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Tivemos a oportunidade de colocar as mãos no smartphone dobrável da Huawei, que já vai começar a ser vendido na China. O aparelho tem tela de 8 polegadas que se fecha ao meio, e seu preço varia entre US$ 2 mil e US$ 2.500

Assista ao vídeo.

Halo: Reach - Master Chief Collection chega aos PCs no dia 3 de dezembro

Nov 15, 2019

Description:

A série Halo vem sendo preparada para os PCs há algum tempo, na chamada Halo: Master Chief Collection, e agora a Microsoft anuncia que o primeiro episódio, a versão atualizada de Halo: Reach, chegará aos consoles e aos computadores no dia 3 de dezembro.

A ideia da companhia é lançar todos os capítulos em ordem cronológica e com gráficos em resolução 4K, assim como um diferente campo de visão e uso de mouse e teclado.

Veja o trailer do anúncio:

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Todos os seis jogos do pacote Halo: Master Chief Collection já podem ser encomendados por R$ 129 na Microsoft Store, e também fazem parte do serviço de assinatura Xbox Game Pass.

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Spotify também quer exibir letras de músicas em tempo real

Nov 15, 2019

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Muita gente gosta de ver as letras das canções enquanto elas estão sendo executadas, acompanhando cada palavra em tempo real, e há tempos os usuários do Spotify pedem por um recurso assim. Embora o serviço possua integração com utilitários que façam algo semelhante, como o Behind the Lyrics e Storyline, ainda não é a mesma coisa do que um recurso nativo da plataforma. Agora, com a chegada dessa funcionalidade ao Apple Music no iOS 13, o Spotify vem trabalhando para lançar essa opção em breve e, assim, não ficar para trás.

Vários usuários do Canadá, México e Indonésia vêm relatando essa novidade no Twitter e, aparentemente, por enquanto está disponível em uma fase de testes somente nesses países. A ferramenta tem o suporte do Musixmatch, que possui um acervo com 14 milhões de letras de músicas.

Spotify kalian ada lirik nya tak?:"V
Ini tiba tiba ada:"V kaget gw:"V eh trnyta dari musixmatch:V pic.twitter.com/DFO54qFzuQ

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— Aku sayang Wandireksen :(( (@notfndm) November 14, 2019

Hah aku barutau kalo lirik spotify skg full satu lagu dan bisa jalan????? Dulu kayak cuman bbrp part gitu sama penjelasan behind the lyrics pic.twitter.com/dVZLkJdb5b

— 𝙉𝙤𝙧𝙖▯ (@lasttosleep) November 13, 2019

O Spotify até teve suporte para letras de músicas no passado, mas acabou removendo a ferramenta. Desde então, há até uma campanha chamada “Traga de volta as letras de músicas” na comunidade do aplicativo, com mais de 14,3 mil adesões.

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Um porta-voz do Spotify confirmou as avaliações. "Podemos confirmar que estamos testando esse recurso em um pequeno número de mercados. No Spotify, estamos sempre testando novos produtos e experiências, mas não temos mais notícias para compartilhar no momento", afirmou, sem detalhar previsão de um possível lançamento oficial.

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Patente da Xiaomi mostra smartphone muito parecido com o Motorola Razr

Nov 15, 2019

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A Motorola oficializou o Razr 2019 na madrugada desta quinta-feira (14), com design nostálgico que une características do clássico V3 com linhas e acabamento modernos, além de sistema Android e tela grande. O primeiro flexível vertical do mercado mal chegou e parece que isso já é tendência.

Além da Samsung, que apresentou um conceito parecido, a Xiaomi patenteou um modelo estilo flip, que fecha com a tela para o lado de dentro e fica com a altura em cerca de metade do tamanho total. O site TigerMobiles.com descobriu o registro feito em agosto de 2018 e publicado no mês passado.

Esquematização de possível dobrável vertical da Xiaomi (Imagem: Reprodução/TigerMobile.com)

Assim como o Razr, o dispositivo patenteado pela Xiaomi também possui uma tela externa menor, onde provavelmente o usuário poderá ver notificações e, quem sabe, mais alguns ajustes do sistema. Na metade inferior externa, há um conjunto duplo de câmeras. Ou seja, esse visor secundário não serve para ajudar nas selfies, função que o Razr 2019 oferece.

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Pode haver câmera frontal na borda acima do display, mas o desenho não deixa muito claro. Os círculos podem ser outros sensores, também. Mas é bem provável que exista ao menos uma câmera de selfies, pois é difícil imaginar um smartphone em (praticamente) 2020 sem a possibilidade de tirar autorretratos.

No mais, é sempre bom lembrar que o fato de uma patente ser requerida e concedida não significa que o produto vai chegar às prateleiras. A Xiaomi já mostrou um protótipo de smartphone dobrável em 2019, mas ainda não confirmou o lançamento de nenhum aparelho do tipo.

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Google libera código de software do Cardboard após abandonar Daydream

Nov 11, 2019

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Depois de descontinuar o Daydream View, seu headset de realidade virtual, o Google agora está liberando para código aberto o software do Cardboard. Este é aquele sistema da empresa para criar óculos com efeitos em realidade virtual usando papelão, lentes e um smartphone.

A companhia já tinha liberado o esquema para que se pudesse fazer um cardboad em casa, usando os materiais domésticos. Contudo, agora ela também liberou o programa usado para que todo o sistema funcione. Ou seja, outros interessados podem desenvolver seus próprios projetos com base na versão inicial do Google.

Segundo a empresa, foram vendidos já mais de 15 milhões de Cardboards desde o lançamento em 2014, mas a utilização vinha sendo reduzida. O “abandono” da proposta mostra que a onda dos headsets com smartphones pode ter passado, dando mais força para projetos com aparelhos de hardwares próprios. A própria Oculus, comprada pelo Facebook, tirou de linha o Gear VR, sendo que o Google acabou com o projeto do Daydream.

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Além de abrir o código do Cardboard, a empresa também informou que vai adicionar novidades, sem especificar o que seriam. Uma das expectativas seria a de adicionar um kit de desenvolvimento em Unity ao projeto, mas isso ainda não foi confirmado. O material está disponível em uma documentação de desenvolvimento no site do Google e também no GitHub.

Leia a matéria no Canaltech.

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Jogadores estão gastando menos em conteúdos adicionais, segundo pesquisa

Nov 11, 2019

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Durante anos, a venda de conteúdo adicional tem sido a força vital dos jogos premium e free-to-play. A maioria da receita total de PC (85%) e quase metade da receita total de consoles (48%) foi gerada pelos gastos no jogo em 2018. No entanto, apenas o segmento mobile registrou um aumento significativo nos gastos adicionais com conteúdo nos últimos dois anos. A receita de gastos no jogo para PC permaneceu estática, enquanto a receita de gastos no console diminuiu lentamente no ano passado. Essa estagnação nos gastos com conteúdo em geral é o resultado de uma combinação de vários fatores diferentes. Acontece que os jogadores estão gastando menos dinheiro no conteúdo do jogo, mas proporcionalmente estão gastando mais em um ou dois jogos.

No mês passado, 8% dos jogadores gastaram dinheiro com conteúdo adicional em Fortnite, em comparação com apenas 2% em jogos como Destiny 2 , FIFA 20 e Madden NFL 20. No entanto, o público geral de jogos com alto gasto está diminuindo. Os gastos em Fortnite têm diminuído principalmente desde o início de 2019. Embora os jogadores se concentrem nos jogos que desejam gastar, alguns títulos são deixados de lado. Para evitar isso, é essencial um fluxo constante de novo conteúdo para manter os jogadores envolvidos.

8% dos jogadores gastaram dinheiro com conteúdo adicional no Fortnite

Além disso, o conteúdo adicional está falhando ao converter efetivamente os jogadores. Apesar de gerar US$ 6,5 bilhões (o equivalente a cerca de R$ 26 bilhões) em receita de PC e US$ 1,4 bilhão (R$ 5,6 bilhões) em receita de console no terceiro trimestre de 2019, os gastos no jogo não alcançam uma parcela considerável do mercado. Isso porque metade dos jogadores (51%) não gastou em conteúdo adicional no jogo no mês passado, apesar dos grandes lançamentos. Capturar a atenção de quem não gasta em conteúdo do jogo exigirá soluções novas e atraentes dos editores. Os criadores de jogos devem ser transparentes na maneira como vendem conteúdo adicional.

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Muitas grandes empresas de videogame foram objeto de escrutínio nos últimos dois anos devido às suas táticas de monetização. Por exemplo, os jogadores ficaram chateados com Star Wars Battlefront 2 porque a única opção para desbloquear personagens populares era comprá-los ou jogar por dezenas de horas. Outros jogos foram acusados ​​de manipulação sutil de jogadores, a fim de incentivá-los a comprar mais. Em Call of Duty: WWII, os jogadores abrem caixas de saque em um centro público, onde a obtenção de itens de alta qualidade, mas improváveis, pode inspirar outros jogadores a comprar na esperança de obtê-los também. Enquanto isso, em Middle-earth: Shadow of War, os jogadores originalmente tinham a opção de comprar instantaneamente um personagem aliado, ignorando a mecânica de jogo exclusiva da franquia de recrutar personagens inimigos. Em Assassin's Creed Odyssey, os jogadores podem gastar US$ 10 (R$ 40) para desbloquear um aumento permanente da experiência, permitindo que eles subam de nível mais rapidamente e, assim, desbloqueiem equipamentos de nível superior e progridam mais rapidamente no mundo.

Em Assassin's Creed Odyssey, jogadores conseguem de nível mais rapidamente, pagando R$40 

Os gastos adicionais em jogos atingiram um ponto de saturação. Entre caixas de saque, passes de batalha, pacotes de reforço únicos e compras de cosméticos individuais, não faltam táticas de monetização nos jogos. Essas estratégias, no entanto, não estão atraindo todos a comprarem conteúdo adicional. Os desenvolvedores devem procurar e identificar a melhor abordagem para converter jogadores em gastadores ou recuperar a confiança perdida.

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Projeto usa smartphones para combater mortalidade materna

Nov 10, 2019

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Uma ação simples usando smartphones pode ajudar a salvar a vida de seis milhões de pessoas em todo mundo até 2030. Uma iniciativa do Rockefeller Foundation quer usar plataformas mobile para informar gestantes e diminuir uma das principais fatalidades de regiões mais pobres: a mortalidade materna. 

Este tipo de morte é relacionada a quando uma gestante perde a vida durante a gravidez, no parto ou pouco após a criança nascer. O principal motivo disso geralmente está associado a três questões, segundo levantamento realizado entre várias universidades do Brasil em 2018. O primeiro é o atraso na decisão, seja do paciente ou familiares, em buscar ajuda. Seguido disso, está a dificuldade de chegar até um lugar que possa prover o tratamento correto para a gestante. Por fim, o último problema é o atraso em oferecer a ajuda no tempo certo. 

Por conta disso, a fundação está iniciando um projeto-piloto na Uganda e na Índia até 2022 para oferecer conexão para que gestantes possam buscar ajuda durante a gravidez. A proposta deve ser expandida para outros oito países até 2030. A fundação está investindo US$ 100 milhões para garantir que mulheres possam se conectar com especialistas e também criar espaços de cuidado para gestantes mais próximos de comunidades carentes. 

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“Nós queremos garantir que funcionários da saúde possam oferecer a informação certa para as pessoas certas na hora certa”, explica Manisha Bhinge, diretora associada da iniciativa da fundação. Grande parte dos motivos de morte de gestantes nas regiões como do sul da Ásia e sul da África são por doenças como ebola, malária, diarreia e pneumonia. Segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde, em 2017 quase 300 mil mulheres e recém-nascidos morreram, sendo que 94% foram em regiões com escassez de recursos. 

Além disso, a fundação também quer usar dados dos usuários para encontrar áreas de risco de doenças para prevenir que gestantes sejam afetadas. O projeto deve seguir em breve para outras regiões do sul da África no próximo estágio.

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Adobe Aero | Conheça o app que transforma o Photoshop em realidade aumentada

Nov 10, 2019

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Nesta última semana, além do Photoshop para iPad, a Adobe também lançou o aplicativo de realidade aumentada Aero, gratuito para iOS (e ainda não disponível para Android, sem previsão). O app utiliza programas da Adobe, permitindo que os usuários importem arquivos 3D do Dimension e camadas 2D do Photoshop e Illustrator para criar experiências interativas.

O Aero serve para designers sem experiência em design 3D, permitindo que os usuários criem cenas de realidade aumentada dentro do aplicativo com instruções passo a passo. O aplicativo também pode ser usado com software de terceiros como Maya e C4D. Os artistas também podem adicionar experiências interativas desenhando o caminho do movimento para um objeto seguir.

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ICYMI: Here’s a close look at our latest AR tool, Project Aero. See how it enables creatives to design immersive content just about anywhere. 🤩

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Uma publicação compartilhada por Adobe (@adobe) em 20 de Set, 2019 às 3:13 PDT

O Aero foi visualizado pela primeira vez na WWDC da Apple no ano passado, onde a Adobe anunciou uma parceria com a Apple e a Pixar para criar um novo formato de arquivo unificado, chamado USDZ, que funcionaria no iOS. O formato do arquivo permite que os usuários enviem visualizações de seus projetos Aero para seus amigos pelo iMessage, e eles serão reproduzidos automaticamente nos iPhones sem que o outro usuário precise fazer o download de nada. O Adobe Aero representa as ambições da empresa de migrar para o espaço de realidade aumentada e incentivar mais designers a criarem conteúdo imersivo usando os aplicativos da Creative Cloud, com os quais já estão familiarizados.

"Crie experiências interativas sem precisar contar com um desenvolvedor. Aplique comportamentos ao seu conteúdo para criar combinações de ações que atraem os espectadores de sua experiência para direcionar a narrativa e se envolver com a história. Adicione movimento aos seus objetos usando seu dispositivo móvel para desenhar o caminho do movimento que você deseja que o objeto siga", conforme consta na descrição do aplicativo na App Store.

Aero está disponível tanto para iPhone quanto iPad, e é gratuito

Independentemente de você ter concluído seu design, o Aero permite compartilhar seus arquivos em vários formatos para facilitar a visualização. É possível enviar um link para que outras pessoas possam interagir com sua criação no Aero em seu próprio dispositivo no modo visualizador e exportar um arquivo que possa ser incorporado em um aplicativo de terceiros, tal como compartilhar seu projeto como um vídeo gravado nas mídias sociais usando o modo Switch to Preview para obter um feedback rápido sobre como as edições feitas serão exibidas para os espectadores da sua experiência.

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MELHOR PROMOÇÃO DO ANO | Galaxy S10e + Galaxy Watch Active por R$ 2.499 em 10x!

Nov 10, 2019

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*IMPORTANTE: fique atento à data de publicação desta matéria, pois todos os preços e promoções estão sujeitos à disponibilidade de estoque e duração da oferta, que tem tempo limitado. Alterações de preço podem ocorrer a qualquer momento, sem prévio aviso. O preço ou valor total do produto poderá ser alterado de acordo com a localidade considerando frete e possíveis impostos interestaduais.

Esta matéria é fruto de uma parceria com o Magazine Luiza e traz uma oferta especial para os leitores do Canaltech. Saiba tudo sobre a loja Magazine Você no vídeo que gravamos na sede do Magalu:

 

O Galaxy S10e pertence à mesma família de smartphones tops de linha da empresa, trazendo praticamente o mesmo conjunto de especificações com um preço mais competitivo. Entre os destaques tempos a tela de 5.8 polegadas Super AMOLED com resolução Full HD+ e suporte a HDR10, oferecendo a melhor qualidade possível na hora de assistir filmes em alta resolução. Para ajudar você a levar esse monstrinho para casa o Magazine Luiza está vendendo-o com um dos menores preços já registrados no Brasil, e você ainda pode optar por retirar o smartphone em alguma unidade do "Magalu" que for mais conveniente para você — são quase mil lojas espalhadas pelo país, e é só esperar duas horas após a confirmação do pagamento para fazer a retirada!

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Mas a oferta não para por aí! A promoção inclui o elegante Galaxy Watch Active, a companhia perfeita para o seu Galaxy S10e. Ele vem com todos os recursos esperados de um smartwatch premium, como sensor de batimentos cardíacos e contador de passos, além de aceitar comandos de voz para você interagir rapidamente com o seu Galaxy S10e.

Sobre o Galaxy S10e

 

O modelo mais básico da família Galaxy S10 vem com o poderoso chip Exynos 9820, o mesmo que equipa o Galaxy S10+, trazendo oito núcleos rodando até a 2.73 GHz. Isso com 128 GB de memória interna (e você pode expandir ainda mais esse espaço com um cartão microSD de até 1 TB) e 6 GB de memória RAM. Ou seja, vem com uma das configurações mais poderosas de 2019.

O conjunto de câmeras é um outro destaque. Temos uma principal de 12 megapixels que está entre as melhores do ano, contando com estabilização óptica e mandando bem em fotos e vídeos noturnos, e outra ultrawide de 16 megapixels, que conta com uma abertura de lente enorme para caber a família toda, além de trazer a tecnologia Super Steady de estabilização de imagem. A frontal também não fica para trás, com 10 megapixels e excelente abertura que não faz feio na hora de tirar aquela selfie.

"As câmeras desse modelo têm a mesma qualidade dos seus irmãos mais velhos, mas sem o adicional do sensor com zoom óptico de 2X. Em todo caso, a câmera principal e a secundária de ângulo aberto fazem um belo trabalho. E, se você prefere uma lente aberta no lugar da telefoto, esta é uma bela opção de, em todo caso, guardar um dinheirinho e ter em mãos um bom smartphone para fotografias. - Wellington Arruda, analista de produtos do Canaltech.

Sobre o Galaxy Watch Active

 

Trazendo um visual que é ao mesmo tempo premium e esportivo, o grande destaque do Galaxy Watch Active é a sua tela Super AMOLED redonda de 1.1 polegada. Isso em um corpo de metal bem reforçado, trazendo a certificação MIL-STD-810G para garantir que aguenta o tranco. E você pode nadar com ele sem problemas, já que ele vem com a certificação IP68, garantindo que ele pode ficar submerso sem apresentar problemas. Aliás, é um excelente para para o Galaxy S10e, que também é à prova d'água.

O Galaxy S10e foi lançado em março deste ano por R$ 4299, assim como o Galaxy Watch Active, que chegou por R$ 1499. Nesta promoção do Magazine Luiza você pode comprar os dois juntos por apenas R$ 2499 à vista ou 10x de R$ 249.90 sem juros no cartão de crédito. E o frete é grátis!

Uma promoção e tanto, vai? Vamos conferir a flutuação de preços do Galaxy S10e no comparador de ofertas do Zoom:

Agora vamos pesquisar o Galaxy Watch Active:

*O Canaltech Ofertas tem como objetivo informar seus leitores e publicar as melhores ofertas encontradas no varejo brasileiro. Entretanto, não nos responsabilizamos por alterações posteriores nos preços informados, uma vez que as ofertas aqui apresentadas podem ter diferentes períodos de vigência. Recomendamos aos nossos leitores que sigam nossas publicações e participem do nosso grupo de descontos no WhatsApp e também do grupo no Telegram para receber as melhores indicações de ofertas assim que elas forem publicadas.

O que é o Magazine Você?

Acessou os links e não entendeu o que é o Magazine Você? Trata-se do canal de divulgação das ofertas do site Magazine Luiza, conforme consta em comunicado oficial. Somos um dos parceiros oficiais de divulgação e nossa loja chama-se Magazine Canaltechbr. Todo o processo de cobrança, faturamento e logística é feito pelo próprio Magazine Luiza que, além do site, possui mais de 800 lojas físicas espalhadas pelo Brasil.

Uma dúvida comum de nossos leitores é o motivo dos preços em nossa loja serem muitas vezes diferentes dos anunciados no site principal do Magazine Luiza. O motivo é que o Magazine Você recebe ofertas exclusivas que não são divulgadas no site principal. Então aproveite as promoções e acesse nossa loja para garantir ofertas exclusivas.

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"Revolução genômica": Reino Unido quer mapear 5 milhões de bebês em cinco anos

Nov 10, 2019

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Com um ambicioso projeto de sequenciar 5 milhões de genomas nos próximos cinco anos, todas as crianças britânicas poderão receber seu próprio código ao nascer. Pelo menos é o que o Reino Unido planeja oferecer no Serviço Nacional de Saúde (NHS), que é um sistema gratuito.

Segundo o secretário de saúde e político Matt Hancock, membro do Partido Conservador, os testes serão rotineiros e oferecidos como verificação padrão para recém-nascidos. Dessa maneira, espera-se mapear o risco de doenças genéticas e oferecer atendimento "preditivo [de forma especulativo] e personalizado."

Embora as informações possam melhorar os cuidados e aproveitar os avanços da ciência, as famílias enfrentarão um dilema: se desejam ou não saber sobre os riscos de saúde que uma criança poderá enfrentar durante sua vida. A iniciativa também levanta questões sobre privacidade médica e a segurança dos dados coletados.

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Reino Unido pretende cadastrar o genoma de 5 milhões de bebês Conheça o Projeto

O plano de sequenciar 5 milhões de genomas em cinco anos é a continuação de uma iniciativa britânica, o Projeto 100.000 Genomas, que foi lançado por David Cameron, no ano de 2012, em memória de seu filho que faleceu, vítima de um distúrbio neurológico raro. 

A primeira meta dos 100.000 sequenciamentos foi atingida em dezembro do ano passado com muito êxito e, segundo o órgão de saúde responsável, o projeto permitiu a melhora no tratamento de 15.000 pacientes com câncer, que puderam descobrir doenças raras, por exemplo, que afetavam ainda mais a recuperação.

Para o final deste ano, os ministros já prometeram que os novos testes estarão disponíveis para todas as crianças diagnosticadas com câncer e adultos com determinadas doenças raras e cânceres difíceis de serem tratados.

De olho no futuro, Hancock espera disponibilizar para todas as crianças, ao nascerem, os testes em uma "revolução genômica" por todo o país. Tal medida permitira que os pais pudessem optar por serem alertados sobre possíveis riscos de saúde dos seus filhos e possibilitaria que o NHS oferecesse um tratamento mais personalizado, afirmam os especialistas da área médica.

Hancock afirmou, em uma conferência da Genomics England, que as crianças obteriam o "melhor começo de vida" caso recebessem o mapeamento genético, junto com verificações padrão que testassem doenças raras, como parte dos testes já realizados na maternidade.

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Um em cada quatro sistemas de automação de edifícios foi alvo de ataques

Nov 10, 2019

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Os sistemas inteligentes de prédios residenciais e comerciais estão se tornando, cada vez mais, um alvo preferencial para hackers e golpistas. De acordo com uma pesquisa da Kaspersky, quase um em cada quatro edifícios que possuem sistemas automatizados já foram alvos de ataques virtuais que visam o roubo de informações ou a interrupção do funcionamento dos sistemas, entre outros fins.

O estudo ressalta a baixa segurança dos computadores que controlam sistemas como câmeras de segurança, elevadores, controle climático, sensores, alarmes e acesso. Muitos deles são computadores comuns, conectados à internet e também com soluções básicas de segurança da informação, o que resulta, para os especialistas, no alto número de 38% dos edifícios atingidos por ataques apenas no primeiro semestre de 2019.

Felizmente, muitos destes golpes não são exatamente sofisticados e, da mesma forma que estamos falando de máquinas comuns, eles também representam ameaças comuns para qualquer dispositivo conectado. 11% dos computadores, por exemplo, foram atacados por spywares voltados ao roubo de credenciais de conta (mas não necessariamente de acesso aos prédios), enquanto outros 11% dos PCs analisados continham worms. Em 8% dos casos, foram detectadas tentativas de phishing enquanto outros 4,2% caíram vítimas de ransomwares.

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Não se sabe o total de ataques bem-sucedidos entre todos os registrados, mas a noção é que mais de um quarto deles (26%) vieram da internet e por meio do acesso comum de tais dispositivos à rede. No segundo lugar, com 10%, estão os links ou arquivos anexos enviados por e-mail, empatados com o uso de dispositivos de armazenamento removível comprometidos.

O Brasil está no top 10 de países mais atingidos por ataques desse tipo, ocupando a décima colocação com 33,3% das máquinas usadas em edifícios inteligentes tendo sido alvo ao longo do primeiro semestre de 2019. A Itália lidera o ranking, com 48,5% dos casos. Ela é seguida da Espanha (47,6%), Reino Unido (44,4%), República Tcheca (42,1%) e Romênia (41,7%).

A Kaspersky chama atenção para os números que, apesar de pequenos e representantes de golpes generalizados, podem evoluir para golpes mais sofisticados e, no pior cenário, direcionados. Sabendo da baixa segurança de estações usadas para controle de automação predial, hackers podem tentar roubar credenciais ou manipular sistemas de vigilância em benefício próprio, auxiliando na prática de outros crimes, enquanto ransomwares podem ser usados para interromper completamente o funcionamento de um edifício.

Para solucionar o problema, a empresa de segurança aconselha a criação de equipes de TI qualificadas, bem como a montagem de uma infraestrutura que conte com soluções de proteção confiáveis. “Mesmo uma solução básica trará benefícios e defenderá a organização contra ataques potencialmente devastadores”, afirma Kirill Kruglov, pesquisador de segurança da Kaspersky ICS CERT.

Além disso, o especialista recomenda a realização de auditorias periódicas para buscar vulnerabilidades e a realização de treinamentos para instruir a equipe quanto aos perigos envolvidos e os cuidados que todos devem tomar. Na mesma medida em que a tendência é que o volume de ataques aumente, a expectativa é que eles também se tornem mais devastadores, o que torna a aplicação de medidas de proteção algo essencial.

Em sua pesquisa, a Kaspersky analisou a telemetria processada por 40 mil soluções de segurança predial, escolhidas aleatoriamente em diferentes países do mundo.

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Você está preocupado com a extinção humana? Entenda por que deveria

Nov 10, 2019

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Depois de assistir ao “novo” filme do Coringa, interpretado nos cinemas por Joaquin Phoenix, é difícil ter esperança no futuro, principalmente no da humanidade. É quase impossível ver o mundo cruel, como ele é, e as pessoas como podem ser, e mesmo assim continuar a ter esperança. É mais ou menos a essa conclusão que chegou um grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford.

O estudo britânico analisou como a humanidade reagiria diante do risco da extinção e, surpreendente (ou não), a maioria dos 25 mil entrevistados não tinha tanto medo do fim da nossa espécie.

Os resultados demonstraram que esse medo só se torna realidade quando as pessoas são capazes de imaginar um futuro melhor do que o presente, coisa quase impossível diante das “verdades” do século 21, como a Terra plana, o aumento das epidemias pelo medo das vacinas, o colapso ecológico em escala global, a dominação dos robôs com IA, as armas biológicas, a vigilância 24 horas e os populismos na política.

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Segundo um recente artigo publicado na Nature, esse século “provavelmente verá riscos crescentes de extinção humana, mas atualmente, recursos relativamente pequenos são investidos na redução desses riscos existenciais”, por isso essa questão aparece como tão importante. E somente uma sociedade disposta a enfrentar seus problemas poderá se salvar do fim dos tempos.

Anestesiados: o apocalipse global não assusta mais os indivíduos Entenda a pesquisa sobre o fim da espécie

Feita para milhares de pessoas nos EUA e no Reino Unido, a primeira pergunta era para comparar e classificar três hipotéticos futuros para a humanidade: (1) Não acontecerá nenhuma catástrofe; (2) Acontecerá uma catástrofe que matará imediatamente 80% da população mundial; (3) Acontecerá uma catástrofe que matará imediatamente 100% da população mundial. Quase todos os entrevistados confirmaram que a hipótese 2 era pior que a 1 e a 3 era pior que a 2.

Em seguida, foi perguntado: “Qual diferença é mais preocupante: a diferença entre as situações 1 e 2 ou a diferença entre as 2 e 3?” Nesse momento, os pesquisadores queriam saber se era pior “80% do mundo morrer ou ninguém morrer” ou se era pior “a espécie humana inteira desaparecer ou somente 80% dela.”

De acordo com os resultados, a maioria das pessoas pensou que perderiam mais entre os cenários 1 e 2 do que entre os 2 e 3, ou seja, a maior tragédia está em acontecer algo. Agora, se esse algo for fatal para todos, como o fim da espécie humana, pouco importa.

Nos cenários distópicos e de riscos iminentes, "as pessoas terão muita influência sobre o que vamos fazer", afirma Stefan Schubert, um dos autores do estudo. "Portanto, é importante descobrir o que as pessoas pensam sobre esses momentos."

Mesmo que parte das pessoas considerem a extinção provável nos próximos 15 anos, poucos indivíduos buscam soluções para o risco da extinção ou as coloca entre sua principais prioridades políticas ao escolher um representante ou ao consumir um novo produto.

A percepção geral é de que a extinção é meio ruim e, em algumas circunstâncias, as pessoas até dizem que é provável, mas não levam a sério as consequências dessa hipótese e seus pensamentos sobre isso são inconsistentes.

Ameaças globais estão próximas e a sociedade deveria se preparar para essa discussão  Mas e se o futuro fosse bom?

A pesquisa muda totalmente de rumo quando os participantes são instruídos a pensar em um bom futuro, próspero e pacífico. A partir de então, a maioria dos entrevistados classifica a extinção como muito pior do que a considerava anteriormente, o que sugere que a apatia diante do fim da espécie humana esteja muito mais relacionada à desesperança do que a qualquer outro fator.

Mas quantas visões dessa possível realidade a sociedade aborda? Não há discussões sobre o quão maravilhoso pode ser 2100, como pensaram em como seria os anos 2000. Para os pesquisadores, a incapacidade de imaginar o futuro pode interferir e até impedir que a sociedade humana chegue tão longe.

Nesse sentido, é importante entender que, para convencer as pessoas a lutar pela espécie, é necessário, em primeiro lugar, convencer os indivíduos de que essa luta pode ser vencida. Também vale lembrar que a extinção não se resume às mortes individuais, mas sim a toda a cultura humana, as artes, a história, a ciência e, principalmente, as gerações futuras.

Outra pergunta da pesquisa era também sobre a extinção, mas dessa vez dos animais. Para os entrevistados, a morte de todas as zebras, desde o princípio, era muito mais significativa do que a morte de 80% das zebras. Provavelmente, porque as pessoas estão acostumadas a pensar na extinção de espécies animais de uma maneira diferente, como algo ruim, e rapidamente rejeitaram o fim de um modo de vida e de um ser no mundo.

O mundo pode continuar sem a espécie humana Contra o pessimismo

As pessoas mais engajadas já discutem há muito tempo esses argumentos. É o caso dos ativistas ambientais que lutam contra as mudanças climáticas e que sempre argumentam sobre as vantagens e desvantagens da retórica negativa, inclusive na pegada mais apocalíptica, em comparação com as vantagens e desvantagens de adotar um tom mais otimista, capaz de engajar um maior número de pessoas.

Para a articulista Kelsey Piperes, essas pesquisas a levam a acreditar que os otimistas têm um bom argumento. “Não é que exageremos as chances de resolver nossos problemas ou fingimos que eles não estão lá, mas qualquer discussão precisa ser acompanhada de uma visão positiva, de como o mundo pode ser se os resolvermos”, defende Piperes.

Do contrário, a humanidade corre o sério risco de ver os grandes temas do século 21 virarem posts de desabafos no Facebook ou correntes que se perdem no WhatsApp.

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TOP 5 | As notícias mais lidas da semana no Canaltech

Nov 10, 2019

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Domingo é dia de ficar atualizado com tudo o que aconteceu de mais interessante na semana no site do Canaltech. Por isso, reunimos as cinco matérias mais lidas para você não perder nada do que rolou. Sem mais delongas, vamos lá?

Foto real do Motorola Razr 2019 aparece em rede social chinesa

Não há o que segure a nossa ansiedade para ver oficialmente o Motorola Razr, smartphone dobrável da marca que lembra muito o queridinho do público na primera década do século XXI: o Motorola V3. Acontece que, nesta semana, o aparelho fez uma aparição curiosa numa rede social chinesa chamada Weibo, a aparência do aparelho é idêntica ao que vimos em supostas imagens de divulgação. E aí, quem não aguenta mais esperar pelo lançamento?

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7 cenas de sexo mais quentes das séries originais da Netflix

Nossa redatora Natalie Rosa reuniu em uma lista as 7 cenas de sexo mais picantes das séries originais da Netflix. Então, se você é fã de Elite, Sex Education ou Sense8 já sabe quais cenas estão marcando presença na lista. E os leitores do Canaltech, safadinhos ou não, ficaram tão curiosos em saber o que assistir que colocaram a matéria em quarto lugar no nosso Top 5!

E se um buraco negro engolisse a Terra? Calculadora revela o que aconteceria

Esse é um daqueles questionamentos mais hipotéticos possíveis, maaaas... e se algum dia um buraco negro engolisse a Terra? O que seria de nós? Sob o ponto de vista astronômico, podemos ter uma ideia de quais seriam as consequências por causa da "Calculadora de Colisão de Buracos Negros". Sim, isso existe!

Quem desenvolveu essa ferramenta foi um estudante de física da Universidade de Varsóvia, na Polônia, Álvaro Díez. E aí, ficou curioso? Confira o que aconteceria numa situação dessas.

O que veríamos no céu se a Terra tivesse anéis como os de Saturno?

Matérias espaciais sempre marcam presença aqui no Top 5, e nessa semana não é diferente. Uma que pegou a curiosidade do público foi a seguinte: o que veríamos no céu se a Terra tivesse anéis como os de Saturno?

Saturno é aquele planeta com belos anéis ao seu redor, tido por muitos como um dos mais interessantes do Sistema Solar. Pois bem, você sabia que quando a Lua começou a se formar, a Terra teve uma similaridade com esse planeta tão intrigante? Uma hipótese indica que a formação de nosso satélite natural é de que um protoplaneta colidiu com a Terra, resultando em um monte de poeira espacial e detritos rochosos na órbita. Imagina que legal como ficou o céu na época?

Delivery de combustível chega ao Brasil; seria o fim dos postos?

Hoje em dia tem delivery de tudo, né? Essas iniciativas como o iFood e o Rappi tem como objetivo tornar o cotidiano mais fácil e simples para o cidadão que tem uma vida cada vez mais corrida. Os bancos já aderiram aos aplicativos, reduzindo a necessidade de ir a uma agência, por exemplo. A novidade da vez é o GOfit, que promete suprir a necessidade de ir até um posto de gasolina para abastecer seu automóvel. Será mesmo que funciona? Conheça mais sobre ele na matéria mais lida da semana.

Leia a matéria no Canaltech.

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Free Fire Pro League 3 | Corinthians mantém regularidade e é campeão do torneio

Nov 10, 2019

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Após oito quedas disputadíssimas, o Corinthians se sagrou campeão da Free Fire Pro League 3. O time paulista somou 2470 pontos e, mesmo vencendo apenas uma das partidas, teve um desempenho muito consistente para abrir grande pontuação e vencer o torneio. Em segundo lugar ficou o pessoal da Loud, uma das equipes mais populares do cenário e que representará o Brasil juntamente com o Timão na disputa do mundial de Free Fire, que acontece na semana que vem. Os campeões também levam para casa uma premiação em dinheiro de R$ 14 mil.

Equilíbrio e consistência

A Pro League reuniu, de fato, as melhores equipes de Free Fire do cenário nacional. Nas oito quedas disputadas, foram seis vencedores diferentes (na ordem): RYZE, Corinthians, B8, Loud, paiN Gaming, Red Kalunga, Corinthians e paiN.

Mais um booyah do Corinthians! Será que a final está garantida? #FFPL pic.twitter.com/hfXnjSp1hW

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— [Free Fire] - Brasil #FFPL (@FreeFireBR) November 9, 2019

Mas, como é característico do game, nem sempre vencer as quedas pode lhe garantir a vitória, e foi isso o que deu o título ao Corinthians, que soube se manter equilibrado em todas as partidas, mesmo naquelas em que não foi tão bem. "Nós nos preparamos muito bem para este campeonato e seguimos nesse ritmo desde a fase de grupos. Os outros times são muito fortes, mas conseguimos controlar bem o ritmo e impor o nosso jogo desde o primeiro momento", comentou Nobru, jogador do Corinthians, em entrevista ao Canaltech.

Mesmo com Level Up, um pouco abaixo das expectativas, o Corinthians parecia muito seguro dentro dos mapas. O grande destaque individual e principal responsável por deixar o time "junto", foi o capitão Fixa, que acabou levando o prêmio de MVP da Free Fire Pro League 3. "As calls foram bem executadas e acredito que isso que acabou ajudando no nosso jogo, que foi bem consistente", avaliou Fixa.

Imagem: Felipe Ribeiro/Canaltech

A Loud, segunda colocada, até teve um desempenho bem interessante, mas pecou em duas quedas, que acabaram lhe rendendo eliminações precoces. O mesmo pode ser dito da paiN Gaming, que mesmo vencendo - e bem - duas partidas, não conseguiu chegar em segundo lugar - a diferença para a paiN foi de 30 pontos.

Pontuação final da FFPL3/ Imagem: Garena

A nota negativa fica por conta da INTZ, que teve desempenho pífio durante todo o certame, com muita desorganização e pouco volume de jogo.

Preparação para o mundial

Com o título, o Corinthians será um dos representantes brasileiros no mundial de Free Fire, que acontece no próximo sábado (16), também no Rio de Janeiro. A Loud, vice-campeã, também disputará o torneio e, segundo Bradock, um dos principais jogadores da equipe, o título ficará no Brasil. "Tanto nós quanto o Corinthians mostramos durante a Pro League que temos condições de sermos campeões mundiais na semana que vem. Com certeza o título ficará no Brasil", comentou.

Arena Carioca 1 lotada para as finais brasileiras de Free Fire/ Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech

Em termos de estratégia, Nobru afirmou que a equipe pretende seguir a mesma linha adotada durante a Pro League. "Para o Mundial vamos jogar da mesma maneira que atuamos aqui. A gente vai definir o que fazer diante do que for acontecendo nas quedas. Hoje a gente jogou mais tranquilo porque desde o primeiro combate já nos apresentamos bem, mas, caso a gente não comece da mesma maneira, teremos que ser mais agressivos", explica.

O mundial de Free Fire acontece no próximo sábado (16), também no Rio de Janeiro. O Canaltech, claro, estará lá e faráa cobertura completa do evento.

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Call of Duty: Modern Warfare | A geopolítica real que inspirou o jogo

Nov 10, 2019

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Call of Duty: Modern Warfare é talvez uma das grandes surpresas do ano, e marca não apenas um possível retorno triunfal da franquia, mas também muito provavelmente pode ser considerado como o melhor Call of Duty já feito.

Para tentar dar a volta por cima e retomar o posto de “melhor jogo de tiro em primeira pessoa” de forma unânime — algo que conseguiu fazer durante praticamente uma década —, a franquia apostou forte na ideia de “pé no chão”, deixando de lado as sequências mais típicas de filmes de ação e trazendo ao jogador a sensação do que é travar uma guerra em 2019, onde você enfrenta grupos extremistas e traficantes ao invés de exércitos organizados para proteger uma nação específica, e onde as baixas não se resumem ao campo de batalha e bases militares, já que literalmente qualquer lugar público pode se tornar um alvo.

Para isso, o jogo se baseia em muitos conflitos reais que aconteceram ou que ainda acontecem, e esses conflitos são importantes para entendermos não apenas as bases do novo Call of Duty, mas até mesmo alguns eventos que acontecem no nosso mundo hoje.

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Atenção: a matéria a seguir pode conter alguns spoilers leves sobre a trama e os personagens da campanha de Call of Duty: Modern Warfare, então leia por sua conta e risco.

A questão da Crimeia Mapa da região sul da Ucrânia conhecida como Crimeia (Imagem: ukraineinwar)

Logo na terceira missão do jogo, somos enviados ao Urziquistão, um país fictício do Oriente Médio que no momento sofre uma ocupação do exército russo. E, apesar desse país fictício existir no Oriente Médio e ter muito mais relações em si com a Síria, o que nos é mostrado nesta fase em específico sobre como acontece a ocupação russa tem vários paralelos com o conflito entre Rússia e Ucrânia sobre a Crimeia.

A Crimeia é uma região que é motivo de conflito desde a dissolução da União Soviética no início da década de 1990. Isso porque, apesar da região pertencer oficialmente à Ucrânia, a maioria da população dali é descendente direto de russos. Além disso, o russo é o idioma mais falado na região, fazendo com que a Crimeia esteja mais próxima culturalmente de Moscou (capital da Rússia) do que de Kiev (capital da Ucrânia).

Por isso, a região sempre foi palco de disputas entre o governo da Ucrânia e defensores da independência da região, que não se sentiam como ucranianos. Essas tensões chegaram a um novo nível em 2013, quando o então presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich, desistiu de um acordo comercial com a União Europeia por causa de pressões feitas pela Rússia, que não queria perder o seu maior parceiro comercial e um dos maiores produtores de gás natural do mundo.

Essa decisão causou uma enorme onda de protestos no país, com os manifestantes bloqueando as ruas e invadindo prédios do governo para mostrar sua insatisfação. Esse movimento era composto majoritariamente pela população que fala o idioma ucraniano e habita as regiões central e oeste do país, e foi comandado principalmente pelos partidos de direita e extrema-direita da Ucrânia, como o Udar, o Svoboda e o Setor Direito. O efeito dessas manifestações acabou culminando em uma espécie de “golpe” em janeiro de 2014, quando o então primeiro ministro da Ucrânia, Mykola Azarov, renunciou ao cargo e o presidente Yanukovich foi obrigado a fugir para a Rússia após os grupos políticos opositores usarem as manifestações populares como justificativa para invadir a sede do governo e tomar o poder do país.

Manifestantes cercam a sede do governo ucraniano (Imagem: Flickr/Ivan Bandura)

Ainda que manifestações tão grandes não tenham acontecido nas regiões mais ao leste e sul do país, a população acabou sentindo os efeitos do conflito, principalmente em separar as diferentes populações do país. Por causa da proximidade dessa região de Moscou e das jazidas de gás natural do país, essa era não apenas a área mais industrializada da Ucrânia como também a que possuía o maior número de russos, que passaram a ser perseguidos pelos manifestantes, que o chamavam de “traidores da pátria” e, muitas vezes, recorriam à violência física contra essas pessoas. E o maior desses conflitos aconteceu justamente na região da Crimeia.

Assim, os grupos paramilitares, que já eram a favor da separação da Crimeia, acabaram aproveitando a falta de governo após a fuga do presidente e a renúncia do primeiro-ministro e assumiram o controle da província, declarando que ela não mais fazia parte da Ucrânia e nomeando um primeiro-ministro próprio para a região. Assim que isso aconteceu o presidente da Rússia, Vladimir Putin, aproveitou a confusão e, com a desculpa de proteger os russos que habitavam a região, enviou suas tropas para “reforçar” a segurança da Crimeia.

Mas, como se pode esperar, essas tropas não simplesmente chegaram para dar um força aos paramilitares locais: com equipamento melhores e muito mais bem treinados, os militares russos passaram a ocupar locais estratégicos, como aeroportos e bases militares, e transformaram a região da Crimeia em uma ocupação russa. E o mais interessante de tudo foi que investigações posteriores do caso revelaram que a Rússia tinha muito mais culpa na história, pois foram descobertos que grupos hackers ligados ao Kremlin foram responsáveis por disseminar campanhas de desinformação na região da Crimeia, e isso ajudou a aumentar as tensões entre ucranianos e russos e a convencer a população de que o momento do povo “assumir o controle” era aquele.

Moradora da Crimeia tira selfie com soldados russos (Imagem: OperaMundi)

Ainda que CoD: MW não utilize em sua narrativa nada referente a manifestações populares, o pouco que nos é mostrado da ocupação russa no país fictício do Urziquistão é bem parecido com aquilo que aconteceu na Ucrânia, com forças militares ocupando prédios importantes, fazendo checagens em qualquer pessoa “suspeita” que anda na rua e basicamente abusando da força de seu poderio militar com a desculpa de que isso está sendo feito para “proteger os direitos humanos” dos cidadãos.

Uma das cenas mais marcantes neste sentido acontece na missão 3, quando, junto com Farah, uma das líderes das forças de resistência, você está se esgueirando pela cidade e chega em uma espécie de “pedágio”, onde soldados russos separam as pessoas e definem o caminho que cada um deve tomar (por exemplo, você é obrigado a carregar um tijolo de uma parte do mapa para outra, independente de se você está afim de trabalhar ou não). No fundo desta cena, é possível ver um grupo de pessoas, todas ajoelhadas com as mãos atrás da cabeça, enquanto soldados apontam rifles automáticos na cara delas e insistem em dizer que fazem isso para a “proteção” delas — o tipo de cena que é relativamente normal na rotina diária dos moradores da Crimeia. Claro, ela não acontece com todos (como podemos ver na imagem da mulher tirando fotos com os soldados russos), mas apenas com aqueles considerados como "suspeitos" ou "subversivos".

A questão da Crimeia também é interessante porque é ela que está por trás de um dos acontecimentos mais importantes da política mundial atual: o processo de impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Tudo começou com uma “ajuda humanitária” aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos, que concordou em enviar mantimentos e armas para que as tropas ucranianas pudessem resistir à ocupação russa, mas antes de enviar as tropas, o presidente Trump, em uma ligação feita ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, avisando que essa ajuda só seria enviada caso ele fizesse uma coletiva de imprensa revelando que iria investigar um possível caso de corrupção envolvendo Hunter Biden — filho de Joe Biden, um dos possíveis adversários de Trump nas eleições presidenciais de 2020.

Assim como toda ligação feita pelos telefones da Casa Branca, a conversa foi gravada e revisada por membros da Inteligência dos Estados Unidos e foi considerada tão problemática que um delator (que, por motivos de segurança, não teve a identidade revelada) entrou com uma reclamação formal no Ministério de Justiça, o que fez com que a imprensa levasse o caso à público, culminando no início do processo de impeachment do presidente.

Isso aconteceu porque dois crimes administrativos foram cometidos na gravação: primeiro, que o presidente não tem o direito de vetar um apoio que foi aprovado pelo Congresso, e ao fazer isso ele está violando toda a divisão de poderes definida pela Constituição dos Estados Unidos. O segundo é que, ao condicionar o apoio militar à investigação de um adversário político, o presidente está abertamente pedindo que um país estrangeiro interfira nos rumos das eleições do país, o que também é algo inconstitucional.

A questão dos curdos Mapa das diferentes forças que controlam a Síria. Em amarelo escuro, ao norte do país, está a região controlada pelos Curdos (Fonte: Liveuamap)

Ainda que algumas cenas remetam à ocupação da Crimeia — principalmente porque os vilões do jogo são os russos —, a principal inspiração para o Urziquistão é a Síria. O país do Oriente Médio, que fica entre a Turquia e o Iraque, é um dos principais aliados dos Estados Unidos na luta contra grupos terroristas como o ISIS.

A aliança dos Estados Unidos com a Síria não se dá exatamente com o governo oficial, que é comandado pelo ditador Bashar al-Assad, mas sim com a resistência Curda, um grupo étnico que, apesar de consistir da maior porcentagem da população do país, sempre foi historicamente perseguido pelas forças governamentais de al-Assad e pelo também ditador Tayyip Erdogan, da Turquia.

A parceria entre Estados Unidos e os Curdos se iniciou por volta de 2011, quando o país ocidental terminou de retirar todas as suas tropas do Iraque, decretando o fim oficial da guerra que havia sido iniciada por George W. Bush. Mas a retirada das tropas americanas do Oriente Médio causou um enorme problema para a defesa do país, já que o grupo terrorista ISIS continuava sendo uma grande ameaça para a nação. Mas, depois de todo o rolo envolvendo o Iraque, o país seria muito mal visto pelo resto do mundo caso voltasse a enviar tropas em peso para a região, mesmo que o intuito fosse caçar as lideranças do ISIS.

E foi aí que nasceu a aliança com os Curdos, que nesta época já se organizavam em grupos de resistência contra o governo por um projeto de independência curda. Nessa aliança, os Estados Unidos forneceriam treinamento, armas e informações da inteligência para os Curdos lutarem sua guerra e, em troca, estes serviriam como o “grosso” das tropas americanas em qualquer operação que tivessem células de grupos terroristas como alvo.

Membros da resistência curda celebram vitória em cima de veículo militar fornecido pelos Estados Unidos (Imagem: Erik de Castro/Reuters)

Essa aliança foi bem-sucedida de ambos os lados: enquanto os Curdos conseguem um governo próprio que é independente dos desmandos de al-Assad, os Estados Unidos também tiveram muito sucesso na guerra contra o terrorismo na região, que culminou com a morte Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Estado Islâmico, em 26 de outubro deste ano.

Praticamente todas as missões que jogamos em CoD: MW seguem o tipo de operação real feita em conjunto entre as tropas americanas e os Curdos: apenas três ou quatro soldados americanos, normalmente em papéis de liderança ou responsáveis por marcar os alvos do suporte aéreo, e a grande maioria dos soldados que participam da batalha são guerreiros curdos. Assim, Modern Warfare está realmente bem calcado na realidade, pois quando falamos de operações militares dos Estados Unidos no Oriente Médio em qualquer momento após 2011, é exatamente esse o tipo de operação que acontecia na vida real.

Assim como a questão da Crimeia, a aliança dos Estados Unidos com a Síria também é algo que tem tomado bastante espaço no noticiário principalmente porque, sem nenhuma explicação, o presidente Trump anunciou em outubro que estava retirando todas as tropas americanas do país, finalizando a parceria. Essa decisão foi muito mal vista por praticamente todo o comando militar, pois não apenas parecia como algo sem lógica nenhuma, como ainda era uma espécie de “traição” aos guerreiros curdos que tanto ajudaram os Estados Unidos na luta contra grupos terroristas. Há anos Recep Tayyip Erdoğan, presidente da Turquia, queria invadir uma região de fronteira da Síria que era dominada pelos Curdos, e a única coisa que o impedia era a presença de tropas americanas, o que fazia com que o ataque fosse a mesma coisa que declarar guerra aos Estados Unidos.

Militares americanos (à esquerda) se misturam a guerreiros curdos (à direita) no mais recente Call of Duty (Imagem: Activision)

Mas, com a retirada das tropas americanas, aconteceu exatamente aquilo que todos esperavam: tropas do exército turco invadiram a região norte da Síria, causando a morte de mais de 70 civis e obrigando cerca de 130 mil curdos a abandonarem rapidamente suas casas. E esse não foi o único efeito da decisão: como todos os guerreiros curdos foram necessários para conter o avanço turco, as prisões onde estavam sendo mantidos membros do grupo terrorista ISIS foram abandonadas, milhares desses prisioneiros escaparam e, atualmente, estão reativando as células do grupo para armarem sua vingança contra o ocidente.

A decisão absurda ocorreu praticamente na mesma semana em que o Congresso dos Estados Unidos anunciou o início do processo de impeachment de Trump, e muitos acharam que ela foi uma forma de desviar o foco da atenção para outro tema — ainda que a tentativa tenha saído pela culatra, pois, ao trair os Curdos, muitos membros do Partido Republicano, que até então defendiam todas as decisões de Trump, passaram a, pela primeira vez em todo o mandato do presidente, criticá-lo publicamente.

Informações mais recentes divulgadas por um delator não-identificado apontam para um outro motivo: Trump foi chantageado por Erdogan para retirar suas tropas da Síria. De acordo com o tal delator, Erdogan conseguiu a cópia de uma ligação entre Jared Kushner (genro de Donald Trump e que também atua como consultor oficial do presidente) e Mohammad Bin Salman (príncipe da Arábia Saudita), onde Kushner dá a permissão para que Salman prenda o jornalista Jamal Khashoggi, colunista do The Washington Post e um dos maiores críticos do governo saudita. Horas depois do telefonema, Kashoggi foi encontrado morto dentro da embaixada saudita em Istambul, na Turquia.

A Estrada da Morte Highway 80, a estrada da morte que interliga o Kuwait e o Iraque (Imagem: YouTube)

Outro evento real que serviu de inspiração para CoD: MW é a "Estrada da Morte", algo que aconteceu durante o fim da Guerra do Golfo em 1991. No jogo, esse fato é relembrado na missão 8, que leva o mesmo nome do evento. Nela o jogador acompanha as forças de resistência do Urziquistão para criar uma emboscada na “Estrada da Morte”, um lugar onde é fácil travar o avanço de comboios inimigos, e que eles irão usar para tentar recapturar Omar “The Wolf” Sulaman, líder do grupo terrorista Al-Qatala.

Como um terrorista extremamente conhecido que passou anos escondido e até mesmo os melhores agentes de inteligência não conseguiam encontrá-lo, Sulaman e a Al-Qatala possuem bastante inspiração no terrorista Osama Bin Laden e no grupo Al-Qaeda, que provavelmente se tornaram o terrorista e o grupo terrorista mais conhecidos da história após o atentado de 11 de setembro de 2001.

Mas, mais do que um local perfeito para emboscadas, a “Estrada da Morte” possui uma história bastante trágica na vida real. Esse é o nome dado para a estrada que liga a cidade de Safwan, no Kuwait, e Basra, no Iraque, após os eventos que ocorreram durante a madrugada da passagem do dia 26 para o dia 27 de fevereiro de 1991.

Nessa data, tropas iraquianas usavam a estrada para bater em retirada, voltando para suas bases no Iraque. Mas, na altura da cidade de Al Jahra, as tropas aliadas (formadas por soldados dos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e França) se aproveitaram para encurralar o exército iraquiano e, então, efetuar um ataque aéreo com bombardeios, que resultou na destruição de cerca de 2000 veículos militares iraquianos e na morte de cerca de 300 soldados pelos dados oficiais (ainda que analistas acreditem que o número de vítimas esteja por volta de 500 soldados).

Highway 80, a estrada da morte que interliga o Kuwait e o Iraque (Imagem: War History Online)

O ataque foi extremamente controverso e é um dos casos comprovados em que os militares americanos cometeram crimes de guerra, já que o comboio iraquiano não estava se preparando para atacar ninguém e batia em retirada como combinado pela Resolução 660 das Nações Unidas. Além disso, o comboio também levava refugiados civis do Kuwait, o que tornava o ataque ainda mais controverso.

A maioria das imagens da Guerra do Golfo que fizeram sucesso na imprensa ocidental e que mostram a real devastação da guerra são fotografias tiradas deste evento, e a repercussão dele foi tão negativa que fez com que, no dia seguinte, o então presidente dos Estados Unidos, George H. W. Bush, declarasse que o país estava retirando todas as tropas do conflito e cessando qualquer hostilidade contra o Iraque.

O maior problema existente na utilização desta história por CoD: MW é algo que também não é novidade na série: o evento é usado de forma revisionista. Ao invés de atribuir o nome do local a uma operação do exército americano, os personagens do jogo explicam que aquele local ganhou o nome que tem por conta de uma operação do exército russo, em um revisionismo histórico que é usado pela Infinity Ward (desenvolvedora do título) para ajudar a marcar os americanos como os “heróis” e os russos como “vilões”.

O revisionismo histórico de Call of Duty pinta os russos como os claros vilões da história, e permite que possamos torturá-los sem qualquer peso na consciência (Captura: Canaltech)

Esse tipo de revisionismo, ainda que eticamente complicado quando falamos de eventos reais, não é a primeira vez que é usado pela franquia. Um dos títulos onde temos mais eventos desse tipo é em Call of Duty: Black Ops, onde diversos casos de revisionismo são citados para fazer parecer que o exército americano é o melhor do mundo. Por exemplo: não é que os planos da CIA para assassinar Fidel Castro durante a década de 1960 deram errado — as tropas foram bem-sucedidas em invadir a casa do ditador em Havana e acertar uma bala na testa dele, mas no fim foram enganadas porque Fidel não estava realmente na casa, e quem eles mataram foi apenas um sósia. Também não foi um acidente comum a qualquer missão do programa espacial russo na época que derrubou o foguete Soyuz 2 em 1968, mas uma missão secreta do exército americano que o acertou com um lança mísseis.

Então, revisionismo como forma de elevar o moral do exército dos Estados Unidos não é uma novidade na franquia Call of Duty, e provavelmente nunca deixará de existir. Mesmo em títulos que tentam ao máximo se basear em conflitos e situações reais — como é o caso de Modern Warfare —, o game ainda é uma obra de ficção que segue o mesmo padrão narrativo dos filmes de ação de Hollywood: americanos são bonzinhos e tudo o que fazem é tentar salvar o mundo dos russos malvados.

Por isso, é interessante conhecer melhor quais são as histórias reais que servem de inspiração para os conflitos virtuais e entender como um conflito no Oriente Médio ou no Leste Europeu pode ter repercussões intensas na política doméstica dos Estados Unidos e, a partir daí, influenciar toda a geopolítica global. Porque mesmo que nos videogames tenhamos um vilão bem definido para caçar, a realidade da guerra é que os papéis de vilões e mocinhos se misturam o tempo todo entre todos aqueles que fazemparte dela. Por isso, não devemos prestar atenção exatamente nos personagens, mas no que a ação deles causa no mundo. E, no caso de CoD: MW, as ações na qual o jogo se baseou não apenas ajudaram a construir o mundo em que vivemos hoje, como ainda influenciarão diretamente em nosso futuro próximo.

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O cérebro de bilhões de terabytes

Nov 10, 2019

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*Por Jimmy Cygler

Considerado o mais complexo órgão do corpo humano, o cérebro sempre teve o status de ser o nosso grande processador. E não apenas isso: ele é uma valiosa caixa preta, capaz de armazenar todo tipo de informação e com capacidade praticamente infinita.

Quando nascemos, embora tenhamos mais neurônios do que um adulto, temos nossa mente virgem e inexplorada, despida de qualquer conhecimento. Assim, nosso cérebro inicia uma “maratona relâmpago” para se preparar em nossas primeiras fases da infância, quando desenvolvemos sentidos complexos como visão, audição, paladar, tato e olfato. Não sabemos ainda o que é bom ou ruim; porém, com o tempo, vemos crescer volumes cada vez maiores de informação, que vão formando uma personalidade, uma consciência e uma inteligência.

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Até pouco tempo, dizia-se que nosso cérebro usava apenas uma pequena parte de sua capacidade real, porém, neurocientistas afirmam que isso não é verdade. Segundo Brett Wingeier, PhD, engenheiro e neurocientista, esse equívoco surgiu porque o cérebro é tão adaptável que, às vezes, grandes danos gerados ao cérebro causam apenas problemas sutis.

O fato é que o cérebro está constantemente trabalhando para sentir, processar, pensar, mover e até mesmo sonhar. Mesmo quando vamos dormir, ele continua a todo vapor - aliás, até mais ativo do que quando estamos acordados.

Tanta atividade vem ao encontro da transformação digital à qual assistimos nos últimos cinco anos. Tal qual um polvo, nosso cérebro ganhou tentáculos que funcionam como suas extensões - fora do cérebro - para dar suporte à sua capacidade: sua rede inclui aplicativos como WhatsApp, Google, redes sociais, jogos online, Internet de forma geral… Ou seja, tudo que possa servir de fonte de informação e que possa torná-lo cada vez mais poderoso em sua capacidade.

Antes, essas informações precisavam ser buscadas de outras maneiras, via enciclopédia, jornais, revistas e outros materiais impressos. Era preciso correr até uma locadora de vídeos para assistir algo interessante (e muitas vezes reservar a fita VHS antes que alguém tomasse à frente). As novas gerações sequer sabem o que é isso!

Hoje, em uma reunião com pessoas mais jovens, frequentemente observamos o acesso rápido ao Google para checar se algo que foi falado procede ou se é um engano. As informações estão lá, à disposição de todos e a uma velocidade impressionante, com a qual não ousaríamos sonhar há apenas 20 anos.

Do alto dos meus 70, sinto uma imensa satisfação em dizer que acredito que consigo compreender a mudança que está ocorrendo e a importância de adaptar-se a esta nova realidade, na qual o cérebro aumentou seu potencial para acionar milhões de terabytes à disposição neste mundo 4.0 - com tantos recursos repletos de dados. Só as Big Four, Google, Amazon, Microsoft e Facebook, armazenam mais de um Petabyte, ou seja um milhão de terabytes. É como se o órgão fosse um grande hangar, repleto de aviões que não param de pousar deixando diversas malas, e nós precisássemos criar mecanismos para armazenar apenas as alças em nosso cérebro e encontrá-las da melhor maneira, para acessar as informações que estão dentro delas, fora dele. Isso aumenta exponencialmente o volume total de informações a que temos acesso. Ou seja, adaptar-se é preciso.

Um estudo da Universidade de Montreal, publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences em 2011, comparou a atividade cerebral de indivíduos que nasceram cegos e aqueles que tinham visão normal. Eles descobriram que a parte do cérebro que normalmente está preparada para trabalhar com os nossos olhos pode religar-se para processar informações sonoras, em substituição da percepção visual. Não é uma adaptação maravilhosa?

Embora eu não tenha nascido na geração Y ou mais novas, aquelas na qual acessar informações de diferentes locais é o processo mais comum do universo, sinto que fazer a adaptação para esse novo mundo é uma simples questão de estar aberto às mudanças, e estar atento ao fato de que o mundo hoje é um embolado de informações que estão disponíveis para serem desvendadas e organizadas.

Muitas vezes, lembramos apenas de um insight e ele nos remete a outras coisas. Quer um exemplo? Fotos antigas. Por meio delas, lembramos de todo um contexto de experiências.

Todos nós temos malas onde estão guardadas bilhões, trilhões de informações. Com o tempo, existe um desgaste natural e, por isso, temos dificuldades de achar as alças dessas malas - o que prejudica a organização com tantos aviões pousando em nosso hangar a todo momento. Por isso, é importante encontrar maneiras de organizar nosso cérebro em meio a tantas fontes de informação.

Temos plenas condições de ajudar nosso cérebro nessa tarefa, à medida que vamos entendendo como ele funciona e, com isso, multiplicamos o que ele consegue produzir. Desta forma, podemos ser pessoas mais realizadas e felizes, protagonistas da nossa saúde e do nosso bem-estar, físico e mental. Basta dar o primeiro passo.

E você, já organizou seu hangar hoje?

*Jimmy Cygler é presidente institucional da Proxismed, empresa especializada em jornada de relacionamento em saúde. Foi durante 13 anos professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) em disciplinas relacionadas à gestão de relacionamento com clientes.

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H. P. Lovecraft vai ganhar seu próprio universo compartilhado nos cinemas

Nov 10, 2019

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Nicolas Cage é o protagonista de Color Out Space, terror cósmico altamente influenciado pela obra do célebre escritor Howard Phillips Lovecraft. O título ainda nem chegou ao circuito e os produtores Elijah Wood e Daniel Noah, da SpectreVision; e o diretor e roteirista Richard Stanley já pensam em uma trilogia inicial para povoar um universo compartilhado — nos moldes do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês).

A sequência será baseada em O Horror de Dunwich, conto que mostra uma família de antigos seguidores do culto de Cthulhu em um ritual macabro, e a busca pelo livro dos mortos, o Necronomicon. Vale destacar que essa obra já teve uma versão em 1970 e em 2009, mas ambas só foram exibidas em festivais alternativos.

 

Em entrevista ao Coming Soon, Wood e Noah disseram que esperam esperar dos fãs "bastante apetite por essas coisas, para podermo mantê-las em funcionamento e fazer pelo menos três delas", observando que o escritor clássico é "uma voz tão importante no horror". O filme ainda está em seu estágio inicial e, segundo ideias preliminares de Stanley, sua abordagem será um cruzamento do livro clássico do horror O Grande Deus Pã (que inspirou O Labirinto do Fauno, de Guillermo Del Toro) e Massacre da Serra Elétrica.

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Embora seja muito cultuado, Lovecraft tem sido discutido ultimamente devido às suas posições claramente racistas e xenofóbicas em diversas histórias. Color Out of Space tem estreia nos Estados Unidos programada para o dia 24 de janeiro de 2020 — ainda não há previsão de chegada por aqui.

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Apple libera cinco novos jogos de aventura e quebra-cabeças para o Arcade

Nov 9, 2019

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A Apple acaba de adicionar cinco novos jogos ao Arcade: UFO on Tape: First Contact, Sociable Soccer, Discolored, Marble It Up: Mayhem e Guildlings.

A promessa da companhia, quando a plataforma de assinatura de jogos exclusivos foi anunciada, era que 100 jogos seriam adicionados inicialmente. Agora, gradualmente, a biblioteca começa a aumentar.

Em UFO on Tape, da desenvolvedora Revolutionary Concepts, você usa a câmera do iPhone para procurar por extraterrestres. Já o Sociable Soccer, da Rogue Games, é uma nova opção de game de futebol.

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Marble It Up: Mayhem (Imagem: Reprodução)

No Discolored, desenvolvido pela Shifty Eye, você precisa restaurar a cor de cenários que ficaram em preto e branco. Em Marble It Up: Mayhem, da The Marble Collective, o objetivo é percorrer por um caminho cheio de obstáculos e bastante colorido. Por fim, no novo game Guildlings, da Sirvo Studios, você precisa percorrer vários caminhos para chegar a templos místicos.

O Apple Arcade é um recurso que conta com jogos exclusivos apenas para assinantes, que no Brasil é preciso desembolsar R$ 9,90 ao mês.

Leia a matéria no Canaltech.

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Jogos de guerra offine: confira uma lista com ótimas opções

Nov 9, 2019

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Os jogos de guerra costumam ser muito populares entre os fãs de games, que nem sempre podem acessá-los online. Por isso, existem diversos títulos que podem ser baixados e garantir a diversão - para que você não tenha que se contentar somente com o dinossauro do Google Chrome.

Confira, a seguir, algumas ótimas opções de jogos de guerra offline para smartphone Bullet Force (Android | iOS)

Esse jogo de guerra offline conta com tiroteios e muita ação. Sua missão, além de sobreviver a todos os robôs com os quais você está em combate, é passar todas as fases e garantir recompensas.
O game é todo em português.

Melhores jogos de guerra offline para smartphone: Bullet Force / Imagem: Divulgação Dead Trigger (Android | iOS)

Esse jogo de guerra offline se passa em um apocalipse zumbi, com todos os riscos e aventuras que o enredo promete. Nele, é primordial que o jogador derrote o maior número possível de mortos-vivos utilizando os recursos à sua disposição.

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Melhores jogos de guerra offline para smartphone: Dead Trigger / Imagem: Divulgação Neon Shadow (Android | iOS)

Se você gosta de jogos de guerra com uma pegada futurista, Neon Shadow é uma ótima opção para download. Nele, o jogador é um soldado que deve combater diversos alienígenas que tentam, a todo custo, capturar e dominar sua espaçonave. Os gráficos do game são bem coloridos e chamam bastante atenção, ideal para quem quer se sentir dentro do cenário.

Melhores jogos de guerra offline para smartphone: Neon Shadow / Imagem: Divulgação Into the Dead 2 (Android | iOS)

Esse jogo também integra a lista de melhores jogos de terror e conta com um cenário de apocalipse zumbi com muitos sustos inesperados. Se você deseja ter em mãos várias opções de armas para detonar os mortos-vivos, ele pode ser uma ótima opção de jogo de guerra offline.

Melhores jogos de guerra offline para smartphone: Into the Dead 2 / Imagem: Divulgação Cover Fire (Android | iOS)

Outra opção bem interessante é Cover Fire, onde o jogador lidera uma equipe contra uma corporação que está ameaçando seriamente a integridade do planeta. Ele pode ser jogado tanto em smartphones Android quanto iOS e conta com armas bem realistas. Ao longo de sua trajetória no game, é possível fazer com que seu personagem aprenda habilidades únicas e utilize estratégias diferenciadas para completar suas missões.

Melhores jogos de guerra offline para smartphone: Coverfire /  Imagem: Divulgação N.O.V.A Legacy (Android | iOS)

Esse jogo de guerra desenvolvido pela Gameloft, embora possa ser jogado também online, conta com 19 níveis offline, nos quais o jogador deve lutar para proteger o planeta de uma invasão alienígena. Suas características futuristas, além de tornar o enredo bem interessante, podem ser encontradas também nos gráficos, que exibem cores fortes e impactantes.

Melhores jogos de guerra offline para smartphone: N.o.v.a Legacy / Imagem: Reprodução/Pinterest West Gunfighter (Android)

Em West Gunfighter, o jogador entra no papel de um caubói que busca dinheiro e recompensas (bem à moda do Velho Oeste). Durante suas aventuras, ele se envolve em tiroteios, disputas, brigas e muitas outras confusões, o que transforma sua vida em uma verdadeira guerra e luta por sobrevivência.

Melhores jogos de guerra offline para smartphone: West Gunfighter / Imagem: Divulgação Dead Effect 2 (Android | iOS)

Novamente, zumbis são o assunto principal desse jogo de guerra offline, que os coloca ao lado de monstros no espaço. O dever do jogador é derrotá-los para manter o planeta a salvo. O game tem ótimos gráficos e também oferece suporte para uso de controle.

Melhores jogos de guerra offline para smartphone: Dead Effect 2 / Imagem: Divulgação Pixel Gun 3D (Android | iOS)

Se você gosta de gráficos no estilo Minecraft, esse jogo pode ser uma ótima opção. Seu modo offline conta com bastante conteúdo e permite, além de personalizar seu próprio personagem, colecionar armas, ferramentas e visitar diversos mapas diferentes.

Melhores jogos de guerra offline para smartphone: Pixel Gun 3D / Imagem: Divulgação Brothers in Arms 3 (Android | iOS)

Esse é um dos principais jogos de guerra offline. Em terceira pessoa, ele permite que o jogador controle o sargento Wright durante diversas batalhas que têm como cenário a Segunda Guerra Mundial, garantindo diversas aventuras e um ritmo intenso de combate.

Melhores jogos de guerra offline para smartphone: Brothers in Arms 3 / Imagem: Divulgação

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LG vai expandir fabricação de smartphones intermediários para terceiros

Nov 9, 2019

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Nos últimos meses, a LG vem reduzindo a sua produção própria de smartphones, focando em expandir a terceirização, e o resultado já pode ser visto nos smartphones de entrada. Agora, a medida acontecerá também com a fabricação de aparelhos intermediários.

A notícia surge em uma declaração de Jae-Seok Shin, chefe da equipe de gerenciamento de projetos da LG, em conferência sobre os resultados do terceiro trimestre de 2019.

O executivo teria dito que a empresa sul-coreana vai usar o ODM (Original Design Manufacturer) como um meio de aumentar a competição, reduzindo custos e otimizando os locais de produção. "Nós vamos expandir a aplicação do ODM dos smartphones de entrada para os intermediários", diz Shin.

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Imagem: Reprodução

O termo ODM é usado na indústria quando as empresas usam uma especificação original de outra companhia, criando um design que esteja de acordo para essas informações. Além da LG, a Samsung também vem usando ODM na China para alguns de seus smartphones intermediários, já que as vendas por lá estavam em queda.

Com a medida, a fabricante consegue reduzir consideravelmente os custos de produção, aumentando a chande de oferecer smartphones com valores mais competitivos.

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Como fazer um podcast do zero: tutorial completo

Nov 9, 2019

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O podcast é o formato do futuro. Os programas gravados nesse formato permitem que o usuário possa conhecer novos temas, ouvir notícias, análises e outras histórias com a maior comodidade. Os agregadores de conteúdo, que são os players que reúnem podcasts dos mais diferentes estilos, se tornaram aplicativos indispensáveis em qualquer celular.

5 aplicativos de podcasts para Android e iOS que você precisa conhecer

Criar um podcast em si não é uma tarefa simples, mas pode ser feita sem muitas complicações se tomar alguns cuidados. Ou então, se você seguir as dicas que separamos a seguir sobre como fazer um podcast do zero.

Pense no conteúdo

Tudo começa com uma boa curadoria, que nada mais é do que organizar e cuidar de todos os detalhes que irão compor o seu novo projeto. O ponto de partida é sempre escolher a linha editorial do seu programa de podcasts. Isso será essencial para que você consiga centralizar informações sobre assuntos que irá abordar em cada episódio.

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Faça um planejamento sobre sua agenda para identificar qual será o tempo que você terá disponível para este projeto entre os demais compromissos pessoais ou de trabalho. Encontre um lugar onde os episódios serão gravados, que pode ser em um quarto, num escritório ou na casa da tia. Vale de tudo para encontrar um canto onde eu projeto será executado com qualidade e organização.

Faça pesquisas e escolha convidados

Depois que você se organizou e incorporou o projeto de montar um podcast em sua rotina, chega a hora de pesquisar sobre os assuntos que serão a peça-chave dos episódios que você pretende gravar. Acesse o Spotify, o Apple Podcasts ou o Google Podcasts e pesquise por outros canais dentro da linha editorial - segmento - que você pretende trabalhar.

É importante que você domine o tema e conheça o público-alvo do segmento que irá seguir, como Economia, Humor, Entretenimento, Política e entre outros. A pesquisa dentro do estilo que seu podcast irá seguir fará com que você faça comparações e crie uma abordagem diferenciada para fugir de clichês ou cópias.

Ouça outros podcasts para ter referências 

Pense também se em seu programa terá espaço para convidados. Se tiver, busque por pessoas com as quais você gostaria de conversar ou entrevistar usando as redes sociais. É válido pedir indicações ou sugestões a amigos ou criadores de conteúdo que você tenha acesso. Para organizar pautas e cuidar da programação do seu podcast, recomendamos o Trello, um gerenciador de tarefas completo e gratuito.

Equipamentos e programas para a gravação

Aqui as coisas começam a ficar mais complicadas, pois é onde o investimento em dinheiro pode ser necessário. O primeiro deles é ter um bom microfone, que possa ser conectado em seu computador ou celular. Microfones de boa qualidade são capazes de eliminar ruídos ambiente e capturar sua voz com mais clareza. Pesquisando, você irá encontrar opções boas de baixo custo e outras mais caras e versáteis. Tudo dependerá do seu orçamento.

Depois, existem alguns softwares que são indispensáveis para otimizar a captura do áudio, edição e gravação com convidados. O primeiro deles é o Skype, que é a melhor ferramenta para gravar com convidados à distância. Em paralelo, você precisará de um software que consiga gravar as conversas do Skype para compor seu podcast. Para isso, recomendamos o MP3 Skype Recorder (Windows 7 ou superior), grátis e que permite configurar a qualidade em que será gravada a conversa.

O Skype é o melhor aliado para reunir convidados em seu podcast

Para corrigir a nivelação do áudio gravado e evitar que sua voz ou de seus convidados fique baixa ou alta demais em determinados momentos, recomendamos o programa MP3Gain (Windows 7 ou superior), que consegue nivelar o volume de forma simples e rápida.

Depois de gravar e otimizar o áudio do seu podcast, chega a hora da edição, o passo mais avançado desse processo. Você pode usar um editor de áudio pago, como o Soundforge Pro (Windows e MacOS), ou soluções gratuitas como o Apple GarageBand (iOS e MacOS) ou o Audacity (Windows, MacOS e Linux). Para quem não tem experiência com edição de som, certamente o primeiro contato com esses programas não será fácil, mas a experiência vem com a prática.

Recomendamos que você assista tutoriais em vídeo e também busque artigos com dicas para usar esses programas na internet.

Publique e divulgue seu podcast

Por fim, com tudo pronto, chega a hora de publicar o resultado desse - suado - projeto. Existem alguns agregadores de conteúdo que você pode usar para publicar seus podcasts, embora o mais simples e popular seja o Spotify. A plataforma de streaming conta com inúmeros ouvintes e tem dado ênfase ao acervo nesse formato, que vem crescendo nos últimos anos.

Nós temos aqui no Canaltech um tutorial completo com todos os detalhes sobre como criar um canal e subir podcasts no Spotify. Acesse o artigo abaixo e confira:

Como colocar o seu podcast no Spotify

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Ficou inspirado em criar seu próprio podcast? Gostou das dicas do nosso artigo?

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Grupo financiado por Elon Musk libera IA poderosa e assustadora

Nov 9, 2019

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Em fevereiro deste ano, a OpenAI, instituição sem fins lucrativos que realiza pesquisas sobre inteligência artificial (IA), anunciou o projeto GPT-2, um algoritmo poderoso, capaz de criar vários parágrafos coerentes sobre os mais variados assuntos. Na ocasião, ela disse que não liberaria por completo a novidade para o público, por se tratar de algo muito poderoso, que poderia trazer problemas se mal utilizada. Mas… agora, o monstro saiu da jaula.

O gerador de textos foi treinado em cerca de 40 GB de dados de oito milhões de sites. Para testar, é só colocar algumas palavras em inglês e receber, em questão de segundos, uma história convincente, com dados plausíveis. Veja no exemplo abaixo:

(Imagem: Reprodução/Talk to Transformer)

Em uma postagem no blog, a OpenAI disse nesta semana que decidiu disponibilizar o GPT-2 por completo porque, desde que distribuiu uma versão menor do mesmo software, não notou nenhum comportamento de uso indevido — embora não tenha havido assim tanto tempo para alguém usar a IA para fins, digamos, inadequados.

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Se quiser experimentar, basta acessar o endereço https://talktotransformer.com/. E pensar que a OpenIA tem como um dos maiores financiadores Elon Musk, fundador da Tesla e da Space X e que também é conhecido justamente por conta do seu medo de que um dia a IA vai se voltar contra os humanos.

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Comissão aprova novo modelo de incentivos fiscais para tecnologia da informação

Nov 9, 2019

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A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4805/19, que prevê novo modelo de incentivos fiscais para empresas de tecnologia da informação e comunicação (TIC) e investimentos em pesquisa e desenvolvimento desse setor.

A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado André Figueiredo (PDT-CE), ao texto original do deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP) e um apensado, que trata do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (Padis).

O relator promoveu ajustes para neutralizar os efeitos do projeto nas contas públicas. Após a Emenda Constitucional 95, do teto de gastos, a proposição legislativa que crie ou altere despesa obrigatória ou renúncia de receita deverá ser acompanhada da estimativa do impacto orçamentário e financeiro.

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O texto em tramitação na Câmara dos Deputados altera a Lei de Informática e a lei que instituiu o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (Padis).

Condenação da OMC

Segundo o deputado Marcos Pereira e demais autores, a reformulação do setor é necessária diante da condenação imposta ao País pela Organização Mundial do Comércio (OMC), após queixas da União Europeia em 2014 e do Japão em 2015.

Em janeiro, a OMC decidiu que o Brasil não pode dar incentivos fiscais por meio de tributos que ao mesmo tempo são integralmente cobrados de concorrentes importados. Foi determinada a extinção ou substituição da Lei de Informática até dezembro. O governo estuda editar uma medida provisória sobre o assunto.

Pela proposta, as empresas de TIC que investirem em pesquisa, desenvolvimento e inovação farão jus, até 2029, a incentivos fiscais sobre a receita líquida decorrente da venda dos bens e serviços, desde que os projetos tenham sido aprovados pelos ministérios da Economia e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

“Medidas de fomento ao setor são de interesse público, conferindo à União a possibilidade de conceder estímulos às empresas de TIC, ao mesmo tempo em que são atendidas as normas de tratados internacionais”, afirmam os autores.

Tramitação

O projeto tramita em regime de urgência e deverá ser submetido ao Plenário. Está sendo analisado simultaneamente pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Especialistas defendem que proteção de dados seja um direito constitucional

Nov 9, 2019

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Durante debate na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (5), especialistas defenderam que a proteção de dados pessoais, incluindo os digitalizados, deve figurar entre os direitos fundamentais previstos na Constituição. É o que diz a PEC 17/19. O tema foi discutido em audiência pública da comissão especial que analisa a proposta.

Os dados em questão são gerados quando um cidadão faz um cadastro, uma compra, ou até mesmo quando navega pela internet, e têm sido comercializados por empresas e utilizados para marketing.

O representante do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, Christian Perrone, disse que, na maior parte dos sistemas jurídicos internacionais mais sofisticados, a proteção de dados é um direito fundamental.

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Ele citou como exemplo a União Europeia, que tem na sua Carta de Direitos Fundamentais os direitos à privacidade e à proteção de dados. Perrone também falou do impacto que a PEC pode gerar para o Brasil.

“Ela atualiza o ordenamento jurídico brasileiro e traz confiança, certeza e um compromisso do país com a proteção de dados", disse. "A gente entende que também explicita que o país é sério e que ele está interessado em ser um ator relevante da economia internacional nessa nova era da informação, nessa era digital”.

Evolução

Vítor Morais de Andrade, representante de diversas entidades do setor de comunicação social, entre elas a Associação Brasileira de Marketing de Dados (Abemd), apresentou um estudo da empresa Brascom Tecnologia que revela que em 2022 haverá 3,6 dispositivos conectados por pessoa no Brasil. Os smartphones representarão 44% do total de tráfico de dados.

“Essa realidade de movimento de dados obviamente exige que nós tenhamos uma evolução e uma adequação do nosso ordenamento jurídico para que o tema de privacidade, hoje, seja tratado sobre um novo viés, que é o tema da proteção de dados. E essa adaptação, que nesse momento se coloca por meio da PEC, e a PEC se coloca como um pilar importante dessa arquitetura legislativa, obviamente faz com que o setor apoie a PEC”.

Ausência do governo

O relator da proposta, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), aproveitou a reunião para protestar contra a ausência do governo federal nos debates sobre a PEC.

Ele disse que já foram convidados representantes dos ministérios da Economia, da Ciência e Tecnologia e do Gabinete de Segurança Institucional, mas ninguém atendeu aos convites. Orlando Silva considera o desprezo pelo Parlamento como um dos motivos para a ausência de órgãos do governo nas deliberações.

O deputado também lembrou que quando a Constituição foi feita, em 1988, os constituintes não tinham como prever a necessidade de incluir na Carta Magna o direito à proteção de dados, que hoje viraram mercadoria.

Orlando também falou da possibilidade de estados e municípios legislarem sobre o assunto, uma vez que a PEC coloca a legislação sobre proteção de dados como responsabilidade da União.

“A meu ver, a competência dessa matéria deve ser da União, restando uma competência normativa suplementar para que os municípios possam colaborar para a garantia da privacidade das pessoas, ao tempo que eles desenvolvem políticas de conectividade - desde que não haja contradição com a Constituição nem com a Lei Geral de Proteção de Dados”.

A Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada em agosto de 2018. Ela estabelece regras de coleta e tratamento de informações de pessoas, empresas e instituições públicas.

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Speed Drifters | Nancy domina finais e é campeã brasileira da modalidade

Nov 9, 2019

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O Speed Drifters é um jogo que não para de crescer no cenário dos eSports mobile. O game da Garena, a mesma produtora de Free Fire, reúne fãs em todo o mundo, com o Brasil sendo um de seus principais mercados hoje em dia. Prova disso, é que já temos por aqui um circuito consolidado para o competitivo do jogo, com a final presencial, a Brazil Speed Drifters Championship, acontecendo neste sábado (9), no Rio de Janeiro, momentos antes da Pro League de Free Fire.

Os quatro melhores jogadores do circuito de Speed Drifters se enfrentaram em corridas frenéticas e cheias de ultrapassagens, características mais latentes do game. Ao final do certame, a vitória ficou com a jogadora da Based, Nicolas Paulo Prevedi, conhecida como BSD.Nancy que, depois de uma semifinal bem disputada e truncada com o atual campeão e parceiro de time, Lucas Pereira Pagani, que tem o nick BSD.Flush, passou por cima de outro companheiro de casa, BSD.Inveja, na finalíssima.

Imagem: Garena Enorme potencial

O potencial de Speed Drifters para se tornar um game de ponta no cenário dos eSports mobile é enorme. Isso pode ser comprovado pelo dinamismo das corridas e pelo formato dos jogos, sempre muito dinâmicos. Apesar de parecer simples, o game da Garena tem uma jogabilidade que privilegia os atalhos e a precisão nos comandos.

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Imagem: Garena

Na primeira semifinal, entre BSD.Inveja, da Based, e INZ.Pedro, da INTZ, pudemos ver corridas mais técnicas, com poucos erros e batidas, que, geralmente, são determinantes nos confrontos. O placar de 4x2 não refletiu a superioridade de Inveja, que mostrou porque é um dos melhores jogadores do circuito, demonstrando muita habilidade mesmo nas partidas em que fora derrotado. O porém deste jogador, entretanto, ficava por conta do seu aparente nervosismo, que, momentos depois, veríamos como o derrubaria na final.

Na outra perna, mais equilíbrio. Em jogos bem truncados e cheios de erros, BSD.Nancy e BSD.Flush (este último o atual campeão) nos proporcionaram duelos mais emocionantes, porém com batidas, erros de traçado e poucos combos de boost (que dão mais velocidade aos jogadores). Apesar das dificuldades que se apresentaram nas corridas, Nancy teve muito mais controle emocional para não se abalar e levar a melhor de 7 também por 4x2.

Na finalíssima, surpresa

Para especialistas no circuito - e até para a própria Nancy -, o favorito para levar o BSDC era o Inveja. Mas, o que vimos nas disputas, foi totalmente o contrário. Com absoluto domínio de suas ações e com o emocional tranquilo, a jovem de 15 anos deu um baile em Inveja, que, como citamos acima, cometeu muitos erros em função de seu nervosismo, apesar de ser, claramente, mais técnico do que sua adversária.

Nas finais, foram duas MD5 (melhor de 5), com a primeira sendo vencida por 3x1 e a segunda por 3x0.

A campeã do BSDC levou para casa a premiação de R$ 14 mil.

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Não há receita pronta para a inovação

Nov 9, 2019

Description:

Por Hilton Menezes*


Não há certeza absoluta quando se fala ou se pensa em inovação. Um dos conceitos que mais se usa sobre os desafios das empresas para surfarem na onda da inovação é de que empresas têm que estar mais propensas ao erro, mais abertas aos riscos se querem inovar. Eu tenho rebatido essa premissa e feito algumas provocações em palestras e outras oportunidades de troca de experiências com o mercado, traduzindo o que essa fala tem de melhor: não é sobre erro. Erro é um ponto final. Uma “cagada”, perdoem-me o português bem claro. Óbvio que todo mercado sabe e entende que falhas fazem parte do jogo do empreendedorismo e da transformação do negócio, mas erros geram custos, perda de tempo e talentos, entre outros preços caros a se pagar... Está faltando entender que o caminho para a inovação está atrelado ao comprometimento com o processo de testar e validar seu negócio o tempo todo.

Quando se fala que a empresa é mais propensa ao risco, o que o mercado quer dizer é que as certezas que elas têm não são certezas; devem ser consideradas ao longo do tempo como hipótese. E como toda hipótese, portanto, deve ser testada. Na atual velocidade dinâmica das mudanças de modelos de negócio, não dá mais para se basear numa lógica estática, em condições “certas”, imutáveis. Em décadas passadas, entre 1950 até 90, os processos de mudanças eram muito mais lentos. Era possível fazer um planejamento de cinco anos para o negócio; dizer “certamente” sobre aspectos de um ou outro movimento de mercado… Agora não. A dinâmica se tornou muito maior, porque a informação se tornou muito mais acessível. A hiperconectividade e a redução do custo de tecnologia fizeram com que pequenos grupos de pessoas pudessem criar um novo negócio, que de alguma forma ameaça roubar market share de alguns outros grupos que antigamente eram dominantes.

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O mercado atual já entendeu parte dessa premissa de abertura aos riscos, mas será que entenderam que é preciso validar hipóteses? Um artigo recente de William R. Kerr publicado no fim de 2018 na Harvard Business Review traz uma excelente reflexão sobre os riscos que grandes empresas correm ao adotarem recursos de deslocamento (seja de sede, pessoas, talentos ou parte da empresa) com o objetivo de “buscar inovação longe de casa”. O artigo mostra como as empresas podem se beneficiar dos centros de inovação sem necessariamente realocar. O autor apresenta desde o sentido mais extremo de uma decisão de transferência de sede - como a GE e outras tantas fizeram nos Estados Unidos no início dos anos 2000 - passando pela opção de criar e instalar centros de inovação, labs, hubs, etc. com equipe alocada e dedicada à inovação longe da matriz e menciona até mesmo o modelo de intercâmbio e missões de executivos ao Vale do Silício e outras regiões que são consideradas mecas da inovação.

O autor defende que medidas de deslocamento total da sede tendem a ser muito custosas e aborda soluções mais econômicas e eficientes, como a instalação de sedes menores e mais dedicadas à inovação. Segundo Kerr, os postos corporativos avançados são relativamente baratos de se lançar, pelo menos em comparação com os movimentos de QG, e algumas empresas efetivamente compram um adquirindo uma empresa jovem de tecnologia. Ele conta, como exemplo, que um passo importante no lançamento do Walmart Labs, foi a compra da Kosmix pela gigante do varejo em 2011.

Vemos muitos exemplos desse tipo de aplicação de processos inovativos no Brasil, a citar duas diferentes escolhas da Visa para ativar hubs de inovação, uma interna no VISA Innovation Studio e outra externa, no espaço VISA InovaBra. São modelos viáveis e relevantes para a empresa que valida essa combinação de mais de um ponto de contato dedicado à inovação e que, portanto, gera valor para o negócio. A validação de hipóteses deve ser a atividade principal de qualquer modelo de inovação adotado e em diferentes pontas do processo. Em programas de aceleração, por exemplo, startups são provocadas a realizar a validação de hipóteses desde a concepção do serviço ou produto que o novo negócio propõe, passando pela validação e testes sobre os stakeholders e demais pontos de contato daquele novo serviço ou produto até as hipóteses de escalabilidade, crescimento, etc.

No artigo é visível que em geral as empresas querem firmar presença em dois ou mais clusters (com hubs, labs, centros de inovação…) como prova de que estão acionando o “fora da caixa”. Mas de fato nunca se sabe onde a próxima ideia principal surgirá. Segundo Kerr, a justificativa é que as empresas podem competir melhor por talentos quando tocam em vários grupos ao mesmo tempo. A Microsoft Research, por exemplo, construiu uma rede de laboratórios nos arredores de Redmond, Washington, em locais que incluem Cambridge, Massachusetts; Cambridge, Inglaterra; Nova york; Montreal; Beijing; e Bangalore. A gigante chinesa de produtos Haier possui cinco centros de pesquisa e desenvolvimento - dentro e fora dos principais aglomerados nos Estados Unidos, Europa, Japão, Austrália e China - que estão ajudando a desempenhar um papel importante na internet. Investimento das empresas em startups abrigadas na corporação também é reconhecido como uma relevante opção de manter o espírito empreendedor ativado. Como conclusão do artigo - e que estou de acordo - é que há muito o que aprender antes que um novo hub de inovação possa ser eficaz. Mas é fato que o processo de descoberta leva tempo, pois é preciso testar e validar modelos.

Os processos inovativos mais assertivos vêm da combinação que melhor se ajusta aos objetivos da empresa que quer inovar de forma sustentável e isso virá a partir de uma constante atividade de quebrar o que eu chamo de crenças limitantes. O que tem que mudar na mentalidade dos executivos é: transformar essas crenças limitantes em hipóteses. Ou seja: o que eu acreditava que era verdade antes, já não é mais. Um bom exemplo disso é o setor da construção civil que, de acordo com uma pesquisa feita pela McKinsey nos Estados Unidos em 2017, é o terceiro pior e mais atrasado em relação à digitalização e inovação. O setor perde apenas para a agricultura e a caça. Testemunho discussões de construtoras que não conseguem validar o movimento e o sucesso de uma Loft, por exemplo, que vale o que vale estando há pouco tempo no mercado mesmo “sem ter construído nada”. Essas empresas estão pautadas na lógica das crenças limitantes de que empresas de sucesso precisam ter “construído” algo. Mas, sabemos que inovação não é sobre construir coisas físicas, por exemplo; e sim desenhar novos modelos para inovar na gestão de obras, novos modelos de comercializar imóveis, de rentabilizar espaços ociosos, entre outras soluções, não esquecendo da transformação digital de todo o processo.

O leque de opções é vasto e, como o mercado entende, não é uma receita pronta de bolo. É possível combinar um ou mais processos de inovação e as empresas terem o real conhecimento do que funciona para elas. Seja qual combinação fizer, é preciso estabelecer metodologia de validação de hipóteses. Nem sempre é válido mudar toda a empresa de lugar como Kerr menciona no artigo da HBR. Mas testar modelos, práticas e ferramentas de inovação é imprescindível, pois não há mais espaço algum para certezas absolutas.


*Hilton Menezes é co-fundador e CEO da Kyvo Design-Driven Innovation

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Como a tecnologia e a IA transformam o processo de recrutamento e seleção

Nov 9, 2019

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*Por Celson Hupfer

Com o fenômeno da transformação digital, as empresas foram conduzidas a buscarem novas estratégias para se manterem à frente dos seus concorrentes. Essa revolução tem sido assistida em praticamente todos os setores, no de Recrutamento e Seleção não é diferente.

Há alguns anos, eu participava de um mercado emque eram apenas três as formas de recrutar talentos: indicação, a busca direta pelo RH ou a utilização de consultorias especializadas. Para selecionar os melhores candidatos, os processos eram relativamente os mesmos de sempre: receber e analisar currículos físicos, aplicar testes presenciais, convocar os candidatos para longas jornadas de entrevistas ou dinâmicas e, por fim, escolher aquele que melhor atendesse as competências técnicas requeridas pela vaga. Uma vez aceita a proposta, o novo colaborador reunia e enviava uma infinidade de documentos físicos ao "departamento de pessoal", que, por sua vez, deveria mantê-los em enormes arquivos, também físicos.

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Graças a tecnologias como a internet e as redes sociais, esses formatos enfrentaram sua primeira grande modificação: Os currículos podiam ser entregues por e-mail ou ser consultados nos chamados Job Boards e em redes sociais profissionais, como o LinkedIn. Outras mudanças significativas se tornaram presentes recentemente: Agora, os candidatos são localizados com o auxílio de estratégias de marketing pelo qual se utilizam tags e algoritmos capazes de identificar potenciais pessoas com maior potencial e fit com a vaga oferecida. Ou seja, as empresas agora têm que se vender para os futuros candidatos, disponibilizando vídeos institucionais e depoimentos de funcionários ou mesmo de ex-funcionários, o chamado "employer branding". Além de tudo isso, agora O candidato, por sua vez, percorre jornadas pensadas especificamente para cada vaga em particular e pode participar do processo online, de qualquer lugar, utilizando seu laptop, tablet ou smartphone.

A digitalização dos processos, que está por trás deste novo modelo, traz enormes vantagens de tempo e custo. Os RHs efetivamente agora podem se dedicar mais a questões estratégicas e menos questões operacionais. Mesmo assim, esses processos não mudaram a essência do Recrutamento e Seleção nas empresas. A verdadeira revolução da indústria 4.0 ainda está por vir - e ela vem da Inteligência Artificial.

É com essa outra transformação, se assim podemos chamar, que a escolha dos melhores candidatos será mais objetiva do que hoje e menos dependente do julgamento subjetivo de recrutadores. Tanto candidatos, quanto empresas poderão reduzir seus erros nos processos de contratação, diminuindo o turnover e absenteísmo, melhorando performance e ambiente interno. Um exemplo claro disso é que, de acordo com pesquisa realizada no ano passado pela Page Personnel, consultoria especializada em recrutamento, feita com 1400 profissionais de RH de diversos segmentos, cerca de 90% das pessoas são contratadas por suas competências técnicas, mas também, 90% dos colaboradores são demitidos por razões comportamentais.

Com o objetivo de entender e selecionar colaboradores de maneira assertiva, as áreas de RH incorporam cada vez mais conceitos de TI. Hoje, algoritmos são desenvolvidos a partir de respostas dos candidatos ou de suas informações em redes sociais para responder questões específicas de empresas. As respostas destes algoritmos prometem taxas de acerto que nenhum modelo subjetivo pode alcançar. Adicionalmente, com tecnologias de aprendizagem de máquina, estes modelos são refinados e re-adaptados aos novos tempos e requisitos das diversas posições. Isso sim será a grande revolução, que por mais lenta que pareça ser para o setor, está mais próxima do que se imagina.

*Celson Hupfer é CEO da Connekt, plataforma inteligente de recrutamento digital

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10 ótimos filmes para quem gosta de resolver mistérios

Nov 9, 2019

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Há quem prefira filmes mais confortáveis, que entreguem as informações sem precisar quebrar muito a cabeça, e que geralmente contam com finais previsíveis. Outros, por outro lado, já preferem um bom mistério, que permite ao espectador mergulhar na história e tirar suas próprias conclusões sem nem esperar que a sua suposição esteja certa.

Esses filmes sempre trazem um bom plot twist para a trama, deixando quem está do outro lado da tela um tanto quanto chocado com o seu final. Mesmo que envolvam histórias trágicas de assassinatos, sequestros, entre outros crimes, essas produções costumam ser bastante divertidas e ótimas opções para sair da zona de conforto.

Se você prefere esse estilo de filme, o Canaltech preparou esta lista com 10 filmes para quem gosta de resolver mistérios, todos disponíveis para assistir no streaming.

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1. Ilha do Medo Imagem: Divulgação

A Ilha do Medo, com Leonardo DiCaprio e Mark Ruffalo no elenco e direção de Martin Scorsese, mostra a vida de dois detetives que vão a uma ilha remota investigar o desaparecimento de uma mulher em um manicômio. Chegando ao local, a dupla percebe que a situação vai além do que imaginavam e começam a se aprofundar na investigação, lutando para sobreviver aos mistérios do local.

Ilha do Medo está disponível no Amazon Prime Video e GloboPlay.

2. A Garota no Trem Imagem: Divulgação

Em A Garota no Trem, Rachel Watson, personagem de Emily Blunt, passa dias almejando ter a vida perfeita de um casal que observa todos os dias em suas viagens de trem. Ela começa a fazer parte da situação quando, um dia, vê algo estranho acontecendo no quintal da casa dessas pessoas e acaba descobrindo que a mulher, Megan, está desaparecida. Rachel então decide começar a sua própria investigação sobre o que teria acontecido.

A Garota no Trem pode ser assistido na Netflix.

3. Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres Imagem: Divulgação

No filme Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres, com Daniel Craig e Rooney Mara, o repórter Mikael Blomkvist é contratado pelo milionário e influente Henrik Vanger para investigar o assassinato de sua sobrinha, Harriet. Mikael só não imaginava que contaria com a ajuda de Lisbeth Salander, uma mulher bastante peculiar, para ajudar a descobrir quem foi o assassino.

Você pode assistir ao filme na Netflix.

4. Amnésia Imagem: Divulgação

Em Amnésia, Guy Pearce é Leonard, um investigador que está em busca do criminoso que estuprou e assassinou a sua esposa. A investigação parece estar indo bem, até que ele descobre que o principal suspeito sofre de perda de memória crônica, condição adquirida após um acidente. Com isso, ele não consegue se lembrar do que aconteceu minutos atrás, sendo um grande desafio para o detetive descobrir se ele realmente é culpado.

Amnésia está disponível no Amazon Prime Video.

5. Zodíaco Imagem: Divulgação

Entre os anos 1960 e 1970, a cidade de São Francisco, na Califórnia, foi assombrada por um perigoso assassino em série, fazendo com que investigadores e repórteres começassem uma caça ao criminoso. Enquanto a investigação acontece, o serial killer mira novas vítimas e começa a enviar mensagens com enigmas e códigos e a fazer telefonenas misteriosos para os responsáveis pela sua perseguição.

Zodíaco pode ser assistido na Netflix.

6. O Sexto Sentido Imagem: Divulgação

No clássico O Sexto Sentido, filme de M. Night Shyamalan, o pequeno Cole Sear (Haley Joel Osment) tem um segredo: ele vê gente morta, o tempo todo. Sempre com medo de contar às pessoas sobre os fantasmas que assombram a sua vida, ele finalmente tem a chance de compartilhar suas experiências com o Dr. Malcolm Crowe (Bruce Willis), um psicólogo infantil. É quando, então, algo inexplicável acontece.

Você pode assistir ao filme O Sexto Sentido na Netflix.

7. Garota Exemplar (2014) Imagem: Divulgação

No drama Garota Exemplar, Nick Dunne (Ben Affleck) e Amy (Rosamund Pike), pessoas influentes de Nova York, sempre aparentaram ser um casal feliz. No entanto, Amy acaba desaparecendo misteriosamente na comemoração de cinco anos de casamento, tornando Nick o principal suspeito. Agora, ele precisa lidar com a sua imagem manchada, enquanto todos tentam entender o que realmente aconteceu com Amy.

Garota Exemplar está disponível na Netflix.

8. Antes de Dormir (2014) Imagem: Divulgação

Em Antes de Dormir, Christine Lucas (Nicole Kidman) sofre de uma forma grave de amnésia após um incidente que quase a matou, e por isso é incapaz de criar novas memórias. Devido a esse problema, ela precisa conhecer o seu marido Ben (Colin Firth) todas as manhãs, todos os dias, assim como vários aspectos de sua vida. A situação se torna ainda mais complicada quando ela começa a descobrir algumas verdades estranhas sobre o seu passado.

Antes de Dormir pode ser assistido no Amazon Prime Video, GloboPlay e TeleCine Play.

9. Um Crime de Mestre Imagem: Divulgação

Um Crime de Mestre conta a história de Willy Beachum (Ryan Gosling), que recebe uma nova missão como promotor logo quando estava pronto para abandonar o cargo. Ele acaba aceitando e precisa trabalhar ao lado de Ted Crawford, papel de Anthony Hopkins, que tentou matar a sua esposa com um tiro na cabeça. Os acontecimentos, então, começam a provar que o acusado é tão esperto quanto desonesto.

Você pode assistir ao filme Um Crime de Mestre no HBO GO.

10. Os Suspeitos Imagem: Divulgação

Hugh Jackman é Keller Dover, um homem que sofre com o desaparecimento de sua filha de apenas seis anos, que sumiu com sua amiga, e a única prova que ele tem em mãos é a de que um trailer misterioso estava estacionado em sua rua. O detetive responsável pela investigação, Loki (Jake Gyllenhaal), prende o motorista, mas acaba o soltando por falta de provas. É quanto Keller decide investigar o caso sozinho.

Os Suspeitos está disponível no catálogo do Amazon Prime Video.

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Twitter vai exibir correções do segundo domingo do Enem

Nov 9, 2019

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A internet ajudou bastante a preparar quem faria o Enem neste ano. Até mesmo a Gretchen, a rainha dos memes, ajudou os jovens que precisavam estudar. O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) aconteceu no último domingo (3) e volta a acontecer no próximo domingo (10), e mais de 5 milhões de estudantes brasileiros se preparam para as provas. E é claro que no dia as questões, a correção e todos os fatos curiosos que acontecem durante a avaliação devem bombar nas postagens de redes sociais, especialmente no Twitter.

Acontece que a rede social em questão contará com ações e conteúdos especiais para o segundo dia de provas. Assim como ocorreu no primeiro dia do exame, a partir das 20h30 do domingo, os estudantes poderão acompanhar a correção da prova ao vivo pelo perfil do @Estadao no Twitter. Já no sábado (9), das 9h às 21h, o @Descomplica transmite em seu perfil no Twitter o #RelashowEnem, um programa de 12 horas que vai revisar o conteúdo das matérias esperadas. A programação conta com sessões de meditação, yoga e até dicas de nutrição para os alunos. Além da revisão dos conteúdos que mais caem no ENEM, os professores prometem um show à parte caracterizados de artistas como Beyoncé, Luan Santana, Ariana Grande, Roberto Carlos e muitos outros.

As pessoas podem acompanhar a cobertura em tempo real do Enem (correção de provas do segundo domingo e principais curiosidades)  no Twitter

Para facilitar que as pessoas possam encontrar os principais conteúdos relacionados ao ENEM, a equipe de curadoria do Twitter Brasil fará uma cobertura especial, monitorando a plataforma para destacar tweets de candidatos, professores, influenciadores, universidades, veículos de comunicação e demais pessoas engajadas na conversa sobre o assunto. É válido lembrar que cobertura estará disponível em uma página especial sobre o ENEM, que poderá ser encontrada na aba Explorar - logo na parte de cima ou na sessão "O que está acontecendo" - ou ainda no topo da página inicial do Twitter, de acordo com o interesse pelo tema, e no perfil do Moments Brasil (@MomentsBrasil ).

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Como a tecnologia pode ajudar as escolas que sofrem com a violência?

Nov 9, 2019

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*Por Mauricio Ciaccio

Os dados sobre Violência Escolar produzidos a partir da consulta a diretores e professores na Avaliação Nacional de Rendimento Escolar, realizada pelo Instituto de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), do Ministério da Educação (MEC), divulgados em setembro deste ano são alarmantes.

O estudo mostra que ocorreram 22.229 casos de furto, sendo 5.504 diretores ou professores lesados, além de 8.054 de atentados à vida. Além disso, cerca de 54,6% das escolas brasileiras situam-se em áreas com iluminação precária. Sem contar casos de atentados como aconteceu recentemente em Suzano, na região metropolitana de São Paulo. E engana-se quem pensa que estes casos só pertencem à realidade das escolas localizadas em locais de maior vulnerabilidade social.

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Claro que a supervisão humana nunca deixará de ser necessária, mas, hoje, existem recursos acessíveis que podem ser utilizados para o controle de acesso em uma portaria e para acompanhamento e fiscalização dos alunos pelos pais e responsáveis, tudo através de uma Central Inteligente de Monitoramento que recebe eventos de gatilhos pré-estabelecidos.

Podemos citar, por exemplo, softwares de inteligência artificial integrados na nuvem. Com eles integrados às câmeras de segurança, é possível transmitir a mesma imagem mostrada na portaria para aplicativos restritos. Todo armazenamento do monitoramento é realizado em ambiente seguro e criptografado, protegendo a integridade dos dados e disponibilizando acesso somente para quem é permitido.

Também chama a atenção que em todas as perguntas sobre violência dura – aquelas previstas no Código Penal, como atentado, ameaça e roubo – quase metade dos diretores e professores não responderam. Pode-se conjeturar que existe medo de responder este tipo de pergunta, por temor a represálias e, na maioria das vezes, os testemunhos ficam inviáveis, bem como não existem imagens que comprovem o ocorrido.

Com recursos de inteligência artificial, sensores de áudio e câmeras de vigilância são instalados nos locais que se deseja monitorar e passam a detectar ruídos fora da normalidade que indiquem situações de risco. O sistema detecta com precisão a origem do evento sonoro e direcionam as câmeras de vídeo para aquele ponto exato, permitindo a gravação da cena. Quanto aos analíticos de imagens, existe a possibilidade de verificar cenas de violência ou pessoas portando armas de fogo. Tudo sendo monitorado por uma Central, que recebe todos estes eventos em tempo real com procedimentos definido para cada um deles. Reconhecimento facial é outra ferramenta de gestão de acesso.

É preocupante também saber que existiram 10.984 casos de alunos que frequentaram a escola portando arma branca (facas, canivetes etc.) e 1.685 que frequentaram a escola portando arma de fogo. Isso poderia ser drasticamente suprimido com analíticos que contam com algoritmos de detecção de armas.

Existem alternativas e o poder público parece estar atento a elas. Vale ressaltar o Projeto de Lei (PL) 2.256/2019 para inclusão na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que segue para votação final na Comissão de Educação (CE). Entre as medidas sugeridas para aperfeiçoar o esquema de segurança nas escolas, estão: desenvolvimento de mecanismos de controle de entrada e saída de pessoas por meio de recursos tecnológicos que a instituição julgar mais convenientes e adequados à sua realidade.

O desafio é grande? Sim, muito. Mas com a união das pessoas e do Governo, tendo como uma forte aliada a tecnologia, é possível avançarmos de forma definitiva e melhorarmos estes dados.

*Mauricio Ciaccio é diretor comercial para as regiões Sul e Sudeste da Avantia Tecnologia e Engenharia, empresa especializada em soluções inovadoras para o mercado de videomonitoramento.

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Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (02/11 a 09/11)

Nov 9, 2019

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Depois de uma semana corrida e cansativa, poucas coisas são tão prazerosas quanto reunir a família e amigos para assistir a um bom filme ou série. Se você é desses que está sempre em busca de uma novidade para assistir e não se agradou com as estreias do cinema nem com o que a atualização do catálogo da Netflix, não precisa ficar pistola. Outras plataformas de streaming e serviços de vídeo sob demanda têm opções bastante atraentes para você que quer curtir o fim de semana sem arredar o pé de casa, e o Canaltech selecionou as 10 melhores para você assistir.

Na lista desta semana temos desde filmes recém-saídos dos cinemas até histórias emocionantes que prometem arrancar lágrimas de toda a família. Se depois de gastar uma caixa de lencinhos você quiser experimentar outra coisa, há títulos de ficção científica, crimes misteriosos, guerra e até um documentário. Isso sem falar em uma animação recente baseada em uma das franquias mais consagradas dos videogames.

Ficou curioso e quer saber de quais produções estamos falando? Então confira a lista completa com os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online que preparamos para você. Cada produção vem acompanhada de trailer, sinopse e links de onde estão disponíveis, assim você só precisa clicar e apertar o play para assistir. Divirta-se e não deixe de comentar se você gostou das dicas e/ou se tem alguma para fazer.

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Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw

 

Embora tenha nascido das desavenças entre Dwayne "The Rock" Johnson com Vin Diesel, Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw tem todos os ingredientes que fizeram da série principal um sucesso: carros brabíssimos, ação desenfreada e absurdos, muitos absurdos. A história é que é um pouquinho diferente: sai de cena a trupe de Toreto e entra uma trama focada na relação entre Luke Hobbs (The Rock) e Deckard Shaw (Jason Statham), que se unem para ajudar a irmã de Shaw, Hattie (Vanessa Kirby), em uma missão para capturar um terrorista que usa uma tecnologia que lhe dá força sobre-humana.

Leia também: Crítica | Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw dá novo vigor à franquia

Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw pode ser alugado ou comprado no iTunes ou Looke.

Dumbo

 

Outro filme que há até pouco tempo ainda estava nos cinemas, Dumbo é promessa de arrancar uma cachoeira de lágrimas. A história clássica segue a mesma, mas tem um pouco mais de profundidade e deve acertar em cheio quem é louco por animais. Trabalhando em um circo decadente, Holt Farrier (Colin Farrell) e seus dois filhos são encarregados de cuidar de um elefante recém-nascido cujas orelhas enormes fazem dele motivo de piada. Mas eles logo descobrem que o animal consegue voar, alçando o circo de volta ao estrelato e atraindo a atenção de um ganancioso empresário (Michael Keaton), que gerencia um parque de diversões repleto de segredos sombrios.

Leia também: Crítica | Dumbo é um Coliseu de ganância e emoção

Dumbo está disponível para todos os assinantes do Amazon Prime Video, além de estar no catálogo do Claro Video, Play Store, iTunes e Microsoft Store para aluguel ou compra.

Adeus Christopher Robin

 

Os corações de pedra que não choraram com Dumbo certamente se desmancharão com Adeus Christopher Robin, que atinge em cheio a criança que está adormecida dentro de cada um de nós. Embora seja classificado como do gênero aventura, o filme é um drama cativante e comovente que conta a história de como o escritor Alan Milne (Domnhall Gleeson) criou a turma do Ursinho Pooh. Traumatizado pelas batalhas que vivenciou na 1ª Guerra Mundial, ele tenta retomar a vida cotidiana ao lado da esposa Daphne (Margot Robbie). Eles acabam tendo um filho, Christopher Robin (Kelly Macdonald), que serve de inspiração para Milne criar seu mais conhecido personagem.

Adeus Christopher Robin pode ser alugado ou comprado no Looke, iTunes e Play Store.

Absentia

 

Para quem está em busca de um comprometimento maior e é fã de séries recheadas de mistério e drama, Absentia é uma opção interessante. A trama segue Emily Byrne (Stana Katick), uma agente do FBI que assume a difícil missão de capturar um dos assassinos mais perigosos de Boston. Porém, durante as investigações, ela desaparece sem deixar pistas. Anos depois, é encontrada quase morta e sem memória em uma cabana no meio do mato. De volta à vida normal, ela descobre que não só seu marido casou com outra mulher, como também vai ser difícil viver longe de casos criminais.

Absentia está disponível exclusivamente aos assinantes do Amazon Prime Video.

Ainda não é assinante do Amazon Prime? Que tal aproveitar todos os benefícios do programa por 7 dias grátis? Clique aqui! Blade Runner 2049

 

Continuação de um dos maiores clássicos da ficção científica nos cinemas, Blade Runner 2049 se passa 30 anos após os eventos do primeiro filme. Aqui, K (Ryan Gosling), um novo blade runner, oficial da polícia de Los Angeles, desvenda um segredo há muito enterrado e que pode mergulhar no caos o pouco que resta da sociedade. A descoberta de K o leva numa missão para localizar Rick Deckard (Harrison Ford), um antigo blade runner desaparecido há três décadas.

Blade Runner 2049 pode ser assistido por todos os assinantes do Telecine, também estando disponível para aluguel e compra no iTunes, Play Store e Microsoft Store.

A Garota na Névoa

 

Mais uma opção para quem é aficionado por mistério e crimes, A Garota na Névoa é daqueles filmes que deixa todo mundo estupefato. A trama se passa em uma aldeia no norte da Itália, onde o Detetive Vogel (Toni Servillo) é chamado para investigar o misterioso caso do desaparecimento da jovem Anna Lou, de apenas 15 anos de idade. Muitos desconfiam que o sumiço da menina é apenas mais um ato de rebeldia adolescente, mas aos poucos vão desconfiando de que, na verdade, existe um terrível criminoso escondido na comunidade aparentemente pacífica. Com métodos questionáveis e ampla atenção da mídia, Vogel se põe a tentar descobrir o que aconteceu, e ninguém está livre de suspeitas.

A Garota na Névoa pode ser alugado ou comprado no iTunes, Looke e Play Store.

Nascido para Matar

 

Clássico incontestável dos filmes de guerra, Nascido para Matar mostra o duro treinamento imposto por um sargento fanático e sádico a seus recrutas numa base americana. O objetivo: torná-los máquinas de guerra para o Vietnã. Após serem transformados em fuzileiros, eles são enviados à guerra e, quando chegam lá, descobrem que os horrores que viviam no treinamento não chegam nem perto do que está diante deles. Visceral, pesado e obra do gênio Stanley Kubrick.

Nascido para Matar pode ser assistido pelos assinantes do HBO GO, também podendo ser comprado ou alugado na PlayStation Store, Play Store, iTunes e Microsoft Store.

O Casamento Gay em Julgamento

 

Produzido pela HBO, O Casamento Gay em Julgamento aborda um tema contemporâneo e urgente, acompanhando o processo para anular a Proposição 8 da Califórnia, que acabou com o direito de casais do mesmo gênero de se casarem. Ao longo de pouco mais de 90 minutos, o documentário vencedor do prêmio de Melhor Direção de Documentários de Sundance 2014 mostra o grande esforço dos demandantes e advogados que lutam pelo matrimônio igualitário.

O Casamento Gay em Julgamento pode ser assistido por todos que são assinantes do Globoplay.

Uma Mulher Americana

 

Voltando a falar de drama, desta vez familiar — e com um pezinho ali no mistério —, Uma Mulher Americana mostra a vida de uma jovem avó vivendo tranquilamente com sua filha e seu neto, sem grandes preocupações. Porém, a filha desaparece do dia para a noite, deixando a avó sozinha para criar o neto e tentar encontrar alguma explicação sobre o que raios aconteceu.

Uma Mulher Americana está disponível para aluguel e compra no Looke e iTunes.

Resident Evil: A Vingança

 

Se existe um consenso na indústria do cinema é que os filmes baseados em Resident Evil não valem o que gato enterra. Todo esse desprestígio não se repete com a série de filmes animados da franquia, que não só é coerente com a história dos jogos, como faz parte do cânone. Resident Evil: A Vingança é a mais recente iteração da série animada e mostra Chris Redfield pedindo a ajuda do agente do governo Leon Kennedy e de uma professora do Instituto Alexander de Biotecnologia para deter um comerciante que tinha planos de espalhar um vírus mortal em Nova York.

Resident Evil: A Vingança está disponível para aluguel e compra no Claro Video, iTunes, Play Store, PlayStation Store e Microsoft Store.

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Samsung cresce mais do que concorrentes no mercado de smartwatches

Nov 9, 2019

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Publicada na última quarta-feira (6), a pesquisa da empresa de análise de mercado Strategy Analytics sobre o ecossistema de dispositivos vestíveis revela que, no terceiro trimestre de 2019 (período entre julho e setembro), o mercado de vestíveis como um todo cresceu 42% em comparação com o mesmo período do ano passado.

O maior crescimento do período foi o da Samsung, que aumentou em 73% a quantidade de smartwatches vendidos, passando de 1,1 milhão de unidades no terceiro trimestre do ano passado para 1,9 milhão no mesmo período deste ano. Isso fez com que a importância da empresa no mercado mundial de smartwatches aumentasse, e a companhia agora é responsável por 13% de todos os aparelhos deste tipo vendidos no mundo.

Mesmo assim, a empresa ainda está muito longe da Apple, que domina completamente o mercado. Com um crescimento de 51% em suas vendas no terceiro trimestre em relação ao ano passado, a empresa vendeu este ano 6,8 milhões de unidades do Apple Watch, contra 4,5 milhões no mesmo período do ano passado. Esse crescimento fez com que a Apple se tornasse responsável por praticamente metade de todas as vendas de smartwatches que são feitas no mundo, sendo dona de uma fatia global de 48% de todo o mercado para esses dispositivos.

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Resultados da análise de desempenho do mercado de smartwatches no terceiro trimestre de 2019 (Imagem: Strategy Analytics)

A Fitbit também registrou um crescimento no período, ainda que de apenas 7%, e vendeu 1,6 milhão de unidades durante o terceiro trimestre deste ano, contra 1,5 milhão vendidas no mesmo período do ano passado. Apesar disso, devido ao crescimento massivo da Apple e da Samsung, a empresa perdeu 4% de sua dominância no mercado, passando de possuir uma fatia de 15% do mercado de smartwatches no terceiro trimestre do ano passado para ser responsável por apenas 11% dos aparelhos deste tipo vendidos no mesmo período deste ano.

Ainda que continue dominando o mercado de pulseiras fitness, a marca não tem tido a mesma relevância no de smartwatches e, enquanto ela não possui um produto com qualidade suficiente para brigar com o Apple Watch entre os modelos mais avançados, o Versa Lite também não está sendo bem aceito pelos consumidores que procuram um smartwatch mais básico.

Ainda não há pessimismo com a empresa por parte do mercado devido à recente aquisição da Fitbit pelo Google,o que torna praticamente impossível fazer projeções futuras para suas operações antes de saber quais mudanças o novo dono da Fitbit irá implementar. Mas será preciso agir rápido, já que a marca está rapidamente perdendo mercado para concorrentes como Samsung, Garmin, Huawei e Xiaomi.

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Huawei Y9s é lançado! Intermediário tem quatro câmeras e uma delas é pop-up

Nov 9, 2019

Description:

O novo smartphone da Huawei é o Y9s, um intermediário com algumas qualidades de topo de linha. O aparelho tem um conjunto triplo de lentes na parte de trás, além de face frontal reservada somente para a tela, sem nenhum entalhe e com câmera pop-up.

O Huawei Y9s é a versão internacional do Honor 9X Pro, lançado somente lá na China. Contudo, esta versão chega a outros países com Kirin 710F SoC no lugar do Kirin 810 da chinesa.De resto, ele conta com as mesmas configurações, a começar pela tela, com 6,59 polegadas sem nenhum entalhe. Com isso, há aproveitamento de 91% do espaço frontal para o display em 1080p e 391 ppi de densidade de pixels.

Aparelho tem leitor na lateral e câmera em pop-up (Foto: divulgação/Huawei)

Como a parte frontal não tem espaço para a câmera, ela aparece em um sistema retrátil com sensor de 16 MP. Ainda em termos de foto, na parte de trás há um conjunto triplo de lentes: um sensor principal de 48 MP, uma grande-angular de 8 MP e um terceiro de 2 MP para fotos em profundidade, com fundo desfocado.

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O Y9s chega em uma só configuração com 6 GB de RAM, acompanhado de 128 GB de armazenamento interno, com capacidade até 512 GB com microSD. Ele roda a versão EMIU 9.1 da Huawei baseado no Android Pie. Outro detalhe está no leitor de digital na lateral do dispositivo, junto ao botão de ligar o smartphone. Por fim, ele chega com bateria de 4.000 mAh, porta USB-C e entrada para fones de ouvido.

A Huawei está lançando dois modelos do aparelho em preto e azul claro. Inicialmente, ele será vendido no Iraque ao preço de US$ 239, equivalentes a R$ 970. Ainda não há informação de lançamento para outras regiões.

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Segurança e alta performance: como garantir sucesso de vendas na Black Friday

Nov 9, 2019

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*Por Guilherme Araújo

Todo fim de ano é igual: empresas dos mais variados segmentos e portes disputam a atenção dos consumidores com ofertas especiais e promoções atrativas. Mas poucas companhias se lembram de que, além de preços e estoques, essa época exige alta performance operacional, dentro das lojas e, cada vez mais, também no ambiente digital. Afinal de contas, para não perder vendas na Black Friday ou no Natal, o primeiro passo é garantir que as rotinas dos negócios estejam protegidas contra qualquer tipo de interrupção.

Mas como as empresas podem se preparar? O ponto de partida é entender que, durante um período de grande tráfego de vendas, como em datas comemorativas, as operações estarão mais suscetíveis a picos de trabalho que, provavelmente, exigirão muito mais performance e flexibilidade da infraestrutura de rede. Estudos indicam que a demanda de Internet e tráfego de dados pode ser até 100% superior, em alguns segmentos, na comparação direta com outras épocas do ano.

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Por isso, é sempre recomendado que os líderes de negócios e de TI chequem todos os links e sistemas de conexão, além de avaliar a capacidade de ativos de rede como o switch e firewall. São essas estruturas, em síntese, que terão de suportar a carga extra de conexão. Antes de qualquer coisa, é importante analisar e mapear o ambiente de rede, identificando possíveis brechas e vulnerabilidades que possam provocar falhas ou interrupções da operação.

Uma recomendação bastante importante é que as companhias evitem mudanças na estrutura de rede perto das principais datas de venda - 30 dias antes do evento, de preferência. Conhecida como Freeze Period (Tempo de Congelamento), essa tática permite mitigar possíveis instabilidades.

Vale dizer que a alta performance da rede exige um comprometimento contínuo com a evolução dos sistemas e tecnologias e não apenas uma ação improvisada e de última hora. Construir planos estratégicos que avaliem as demandas de todo o calendário e priorizem as iniciativas mais adequadas a cada período é, certamente, o melhor meio para atingir elevados padrões de eficiência e desempenho das redes de tecnologia, seja dentro das lojas ou no universo on-line.

O plano de gerenciamento e melhoria das redes, contudo, não deve observar apenas a performance dos ativos e links. Em tempos de comércio eletrônico e interações digitais, é imprescindível que as companhias também busquem soluções que promovam a segurança das informações. Pesquisas apontam que as empresas brasileiras perderam, em média, US$ 1,2 milhão no último ano com violação de dados – e essas ameaças, sem dúvida, se tornam ainda mais constantes e perigosas em épocas de alta movimentação de informação.

Nesse contexto, é importante saber quais são as ameaças e riscos mais comuns e como a organização pode se proteger. Isso exige, entre outras coisas, que a empresa tenha uma equipe de segurança preparada para analisar os dados, que os líderes definam planos de segurança ajustados às características do negócio e, ainda, que o conhecimento para evitar vazamentos e roubos de informação seja disseminado entre todos os colaboradores da empresa. Estima-se que quase dois terços dos incidentes digitais comecem, justamente, por erros de processos e pela negligência das pessoas, abrindo espaço para os ataques de phishing, com o envio de iscas maliciosas e falsas para os usuários.

Outra tarefa importante é preparar o ambiente para receber o ataque – o que vai reduzir os efeitos de qualquer tentativa de invasão. Os hackers, sobretudo nessa época do ano, costumam ampliar suas ações, buscando vulnerabilidades nos servidores, sites e plataformas, em situações que podem provocar a captura dos dados dos clientes e, além disso, tirar a loja virtual completamente do ar.

Ao adotar uma infraestrutura de segurança adequada, as empresas diminuem as chances de ver suas operações interrompidas por iniciativas maliciosas, bem como protegem seus clientes contra outros tipos de ameaças on-line. Hoje já existem soluções de firewall capazes de detectar automaticamente se há uma demanda de tráfego incomum em um site específico, ajudando a neutralizar ataques e impedir, quase que totalmente, os riscos de uma invasão.

Outra tecnologia que merece destaque é a solução de proteção avançada contra malware (ATP, de Advanced Threat Protection, em inglês), que reúne inteligência de cibersegurança para identificar múltiplas técnicas de ataque e oferece proteção abrangente para ameaças conhecidas, desconhecidas e direcionadas, com alta precisão.

Momentos de grande alta nas vendas, como a Black Friday, requerem tecnologia e inovação constante. Essa preparação deve ser feita de forma contínua, sempre buscando soluções e serviços que garantam o máximo desempenho e segurança da estrutura disponibilizada aos clientes – e para a rotina dos negócios. O sucesso das vendas não depende apenas de promoções, mas também de ambientes confiáveis e seguros.

*Guilherme Araújo é diretor de serviços da Blockbit, empresa especializada no desenvolvimento de produtos de cibersegurança

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Governo de São Paulo vai desativar prédios públicos e criar centro tecnológico

Nov 9, 2019

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Na última quinta-feira (7), o Governo de São Paulo anunciou um novo projeto que consiste em desativar o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros e a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), na zona oeste, para construção de um polo de desenvolvimento tecnológico chamado Centro Internacional de Tecnologia e Inovação [CITI]. O projeto em si se chama Vale do Silício Urbano e conta com quatro etapas.

De acordo com o próprio governador de São Paulo, João Dória, a primeira das quatro etapas do projeto ficará pronta no primeiro semestre do ano que vem. “No primeiro semestre de 2020, nós já teremos o Centro Internacional de Tecnologia e Inovação [CITI] funcionando na sua primeira etapa, onde hoje está o IPT [Instituto de Pesquisas Tecnológicas]”, afirmou durante a apresentação do projeto. O Vale do Silício é uma região do estado da Califórnia, nos Estados Unidos, que concentra empresas de tecnologia, incluindo, grandes marcas como Apple, Facebook e Google. Daí que vem o nome do projeto em questão.

Nas duas fases inciais do projeto anunciado, serão disponibilizados prédios do próprio governo estadual, próximos à Universidade de São Paulo (USP), para a instalação de empresas privadas. Nessa etapa, que deve entrar em funcionamento até abril de 2020, as desenvolvedoras de tecnologia poderão se instalar em 70 prédios do IPT, com uma área total de 300 mil metros quadrados.“Estamos abrindo esse espaço para que a sociedade, as startups, as grandes empresas, os centros de tecnologia e inovação ocuparem isso conosco”, disse a secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen. Segundo Patricia, o espaço estava subutilizado, apesar da boa localização. Também serão abertos à iniciativa privada 86 mil metros quadrados em imóveis do próprio governo em uma área próxima.

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Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), na zona oeste

Por sua vez, a terceira etapa prevê a desativação do CDP, conhecido como Cadeião de Pinheiros. O complexo tem três unidades com capacidade para quase 1,9 mil presos onde estão detidas atualmente 4,6 mil pessoas. São Paulo tem grande número de detentos, e é necessário fazer um trabalho de transição dessa população para as novas penitenciárias, disse Patricia sobre as negociações que estão sendo feitas para o fechamento do presídio. Segundo a secretaria, o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), que reúne as empreiteiras, também vai ser ouvido para definir como a área pode ser aproveitada para implantação do CITI. Somado aos imóveis da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), o governo pretende disponibilizar nessa região 182 mil metros quadrados para as companhias de tecnologia.

Além disso, vale lembrar que o projeto prevê ainda o fim das atividades da Ceagesp na região. As atividades do maior entreposto da América Latina devem ser transferidas para área ainda não definida. A sede atual tem 630 mil metros quadrados, onde trabalham mais de 30 mil pessoas. O Governo conta que a nova sede da Ceagesp deverá ter acesso privilegiado à malha rodoviária para facilitar o trânsito de mercadorias. A desativação do entreposto atual foi acordada com o Governo Federal, controlador da estatal, e com a prefeitura da capital paulista.

Patricia Ellen informou que a previsão é que todo o projeto demore de quatro a seis anos para ser concluído. “É um projeto que começou há três anos, e o ciclo completo é de10 anos”, ressaltou a secretária, e ainda por cima destacou que a proposta tem apoio nas três esferas de governo: “os três entes estão completamente alinhados: município, estado e governo federal”.

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Edição genética: CRISPR é usado pela primeira vez em tratamento contra o câncer

Nov 9, 2019

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Nem só questões éticas e polêmicas envolvem a técnica CRISPR. É o caso da primeira tentativa de usar a ferramenta de edição de genes contra o câncer, que, em princípio, parece segura. Segundo médicos da Pensivânia, os três primeiros pacientes que testarem o procedimento inédito estão bem, mas ainda é cedo para saber se terão melhora na luta contra a doença.

Para o procedimento, os médicos retiram células do sistema imunológico dos pacientes e as alteram geneticamente; dessa forma, espera-se que elas reconheçam e combatam o câncer com efeitos colaterais mínimos, como uma forma de imunoterapia. Para isso, o tratamento inédito exclui três genes que são apontados como responsáveis por diminuir a capacidade das células imunológicas de atacar a doença. "É a engenharia genética mais complicada que foi tentada até agora", afirma Dr. Edward Stadtmauer, líder do estudo e pesquisador da Universidade da Pensilvânia.

Sobre os resultados inicias, depois de dois a três meses do procedimento o câncer de um paciente continuou a se desenvolver, enquanto o do outro se estabilizou. A condição do terceiro paciente ainda não pôde ser avaliada, pois o processo ainda é muito recente. Mas, para melhor entender a segurança e eficiência do tratamento, a equipe espera tratar mais 15 pessoas.

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"É muito cedo, mas estou incrivelmente encorajado por isso", disse Dr. Aaron Gerds, especialista em câncer da Cleveland Clinic, de Ohio, quando consultado sobre os resultados. Outras terapias celulares para alguns tipos de câncer "foram um enorme sucesso, pegando doenças incuráveis ​​e as curando." Para Gerds, a edição de genes pode ser mais uma dessas possibilidades.

O procedimento pioneiro modifica células do sangue para combaterem diferentes tipos de câncer Entenda o tratamento

Cientistas chineses já tentaram um processo similar, mas este é o primeiro estudo do tipo nos Estados Unidos. E, para obter a aprovação dos órgãos reguladores do país para o experimento, a equipe médica levou mais de dois anos.

A edição de genes é uma maneira de alterar permanentemente DNA de um indíviduo para atacar e eliminar as origens de uma doença. Dentro desse processo, o CRISPR é uma ferramenta que corta o DNA em um local específico, e já tem sido muito utilizado em laboratórios de maneira experimental. No entanto, o estudo da Universidade da Pensilvânia não tem como objetivo alterar o DNA de uma pessoa; na verdade, procura modificar somente as células do sistema imunológico do paciente, que são tratadas e devolvidas prontas para combaterem o câncer.

Na primeira etapa, o sangue dos pacientes foi filtrado e dele foi removido um tipo específico de linfócitos, as células T, que são as grandes responsáveis pela resposta imunológica. Essas células foram então modificadas no laboratório e devolvidas ao corpo. Espera-se que essas células turbinadas devam se multiplicar, formando um exército dentro do corpo e agindo como uma espécie de "droga viva".

A boa notícia é que, até agora, as células sobreviveram e se multiplicaram como pretendido, conforme relata o médico Stadtmauer. Em comum no tratamento, todos os pacientes selecionados não obtiveram resposta positiva do organismo com os tratamentos padrões contra o câncer testados anteriormente.

Como “esta é uma terapia totalmente nova”, o pesquisador explica que não se sabe quando e com que rapidez os efeitos anticâncer poderão ser vistos. Dois dos pacientes têm mieloma múltiplo, um câncer no sangue que afeta a medula óssea, e o terceiro tem sarcoma, que é um tipo de câncer que se forma no tecido conjuntivo ou mole do corpo.

Os detalhes do projeto que busca tratar o câncer através de edição genética serão apresentados na conferência anual da Sociedade Americana de Hematologia, em dezembro.

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Vídeo compara design e recursos do iPhone original com o iPhone 11

Nov 8, 2019

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Vídeos comparativos entre smartphones são a coisa mais comum no mercado: a cada novo flagship lançado, sites de notícias mais rápidos no gatilho publicam material comparando produtos de diversas empresas, em um autêntico “UFC da tecnologia móvel”.

O youtuber Marques “MKBHD” Brownlee decidiu fazer algo mais divertido, porém, colocando o iPhone 11 (o modelo de base da família de três novos smartphones da Apple) contra ninguém menos que o iPhone original, lançado em 2007. Sim, aquele que começou tudo e inseriu a Apple no mercado de smartphones.

Evidentemente, a “comparação” serve mais para mostrar como a Apple evolui a própria tecnologia nos últimos 12 anos do que efetivamente aferir a qualidade dos produtos em si: convenhamos, o iPhone da época tinha um display de 320x480 e 3,5 polegadas, e sua versão mais avançada trazia só 16 GB de armazenamento. Ah, e não tinha suporte à tecnologia 3G, conectando-se à internet somente via wi-fi.

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Um aspecto interessante do vídeo, porém, é o de avaliação das câmeras dos modelos. É possível perceber como, dadas as condições favoráveis, o primeiro iPhone ainda consegue tirar fotos bacanas. Na maioria dos casos, as evoluções de processamento de imagem do iPhone 11 saltam aos olhos, claro, mas, para uma câmera de ínfimos 2 megapixels, o pai de todos os iPhones ainda tem algo pelo que agradar.

Veja o vídeo completo a seguir:

 

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Facebook testa nova interface para o menu da versão mobile

Nov 8, 2019

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O Facebook vive realizando pequenos ajustes em sua interface e no layout para facilitar a visualização ou a navegação. Ultimamente, a rede social tem feito mudanças mais significativas, e agora alguns usuários vêm flagrando testes com um novo menu acessado em dispositivos móveis.

A maior alteração visível é a presença de um grande “F” com o logo da companhia na barra inferior, entre o ícone de Feed de Notícias e o de notificações. Esse botão serviria para acessar as mesma opções que abrimos na aba de “hambúrguer”, no canto superior direito.

(Imagem: Reprodução/Android Police)

Abaixo, dá para ver bem o que muda. Há uma discreta mudança de posição dos tópicos e os ícones continuam os mesmos; contudo, cada seção ficou destacada em rótulos com fundo branco — o que facilita o toque para seleção em tablets e smartphones. Além disso, o acesso ao seu perfil e à busca ficaram também mais fáceis, na parte superior.

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À esquerda, como é atualmente. No centro é o novo meu e, à direita, ele por completo
(Imagem: Reprodução/Android Police)

Essas alterações por enquanto apareceram somente para algumas pessoas, na versão 246.0.0.49.121. Ainda não dá para saber se essa experiência realmente vai se converter em uma atualização estável, e também não há previsão de distribuição para todo mundo.

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Xiaomi explica as diferenças entre as cinco lentes do Mi Note 10

Nov 8, 2019

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A Xiaomi oficializou o Mi CC9 Pro com o nome de Mi Note 10 globalmente. O novo smartphone, com câmera de 108 megapixels e mais quatro sensores na parte traseira, promete ser um grande passo da chinesa para aprimorar ainda mais a qualidade fotográfica de seus dispositivos.

Resumindo, o aparelho tem uma lente ultra-wide, uma lente wide, e mais duas teleobjetivas, com aproximações ao objetos em distâncias diferentes. O quinto sensor é o de profundidade, usado para as fotos com fundo desfocado.

Em uma postagem na rede social Weibo, a Xiaomi explicou um pouco sobre um curioso conceito que chamou de compressão espacial. Trata-se de um fenômeno observado facilmente com as diferentes câmeras do Mi Note 10 em que, mesmo que o objeto da foto e fundo não se movimentem, diferentes quadros dão a impressão que os objetos no fundo estão se aproximando.

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Lente de 25mm do Mi Note 0 (Foto: Reprodução/Xiaomi)

Veja a foto acima, tirada com a câmera wide. É possível notar que o trem e o galpão estão bem distantes da modelo. Ainda dá pra ver bastante trilhos na foto. Mas olha o que acontece quando a câmera muda, e o fotógrafo dá um passo para trás.

Lente de 50mm do Mi Note 10 (Foto: Reprodução/Xiaomi)

A modelo continua ocupando praticamente a mesma proporção do quadro. Mas o fundo parece mais próximo dela, sem falar que há bem menos trilhos no restante da imagem. E, agora, olha o que acontece quando a câmera teleobjetiva de 5x é utilizada, e mais um passo é dado para trás.

Lente SuperZoom do Mi Note 10 (Foto: Xiaomi)

Parece que o trem está prestes a atingir a modelo, que, curiosamente, segue ocupando a mesma proporção do quadro. Veja só, desde a primeira foto podemos ver do chapéu até quase o cotovelo dela, sempre com um teto do céu. Nem ela e nem o trem se moveram, e você pode notar que o galpão também se aproximou.

Por que isso acontece? É o que a Xiaomi tenta explicar. São lentes com distâncias focais diferentes, que pegam quadros diferentes. Note que, a cada mudança de foto, o fotógrafo dava um passo atrás, para garantir que a modelo seguisse ocupando a mesma proporção do quadro.

Esse é o efeito de “compressão espacial”. O fotógrafo se distancia da modelo, mas parece que o fundo se aproxima dela ao mesmo tempo. Uma questão de perspectiva causada pelas diferentes distâncias focais das lentes.

Interessante, não? Dá para testar esse efeito com outros aparelhos, inclusive, como o P30 Pro da Huawei, por exemplo, que também tem uma teleobjetiva que se aproxima em 5x, além de uma ultra-wide e uma wide. Porém, ao trocar da wide para a ultra-wide, você vai ter que se distanciar um pouco mais do objeto da foto. O iPhone 11 e os Galaxy S10 e Note 10 também permitem brincar um pouco com esse conceito.

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Especialista descobre que macOS armazena mensagens de e-mail sem criptografia

Nov 8, 2019

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Uma das coisas que a Apple mais se orgulha, e que já virou até argumento de venda da marca, é de que seus produtos e serviço são os únicos que realmente se preocupam com a privacidade do usuário, mas uma descoberta recente mostrou que isso pode não ser o caso do Apple Mail: o sistema de mensagens, que teoricamente deveria criptografar todos os e-mails enviados por ele, possuía uma falha que permitia o acesso de partes do conteúdo da mensagem como se não houvesse nenhum tipo de criptografia. E o pior: tudo aponta que a Apple já sabia disso há meses, mas escolheu ignorar a questão.

Essa vulnerabilidade foi tornada pública por Bob Gendler, um profissional de TI especializado em produtos Apple, em uma postagem no Medium na última quarta-feira (6). Na postagem, ele revela que, enquanto estava tentando descobrir como funcionava o mecanismo de sugestão de informações ao usuário pela Siri no macOS, nessa busca ele acabou encontrando uma base de dados do sistema operacional, que armazena dados do Apple Mail e de outros aplicativos, que é consultada pela Siri para entender quais informações poderão ser relevantes para o dono do aparelho.

Enquanto vasculhava esses arquivos, Gendler descobriu que um deles em específico, chamado snippets.db, estava armazenando o conteúdo de e-mails sem qualquer tipo de criptografia - o completo oposto do que a Apple vende para seus clientes, já que promete que 100% das mensagens enviadas e recebidas pelo Apple Mail estão criptografadas.

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No círculo à esquerda, a mensagem criptografada pelo Apple Mail e no círculo à direita a mesma mensagem, sem criptografia, sendo acessada através do arquivo snippets.db (Imagem: Bob Gendler)

Gendler afirma que testou essa vulnerabilidade nas últimas quatro versões do macOS (Catalina, Mojave, High Sierra e Sierra), e em todas elas foi possível acessar o arquivo snippets.db e ler o conteúdo dos e-mails gravados ali. Ele afirma que avisou a empresa deste problema no dia 29 de julho deste ano, mas, apesar de ter conversado com ele durante todo o período, a Apple só foi oferecer uma solução temporária para o problema no dia 5 de novembro - quase cem dias depois. E, mesmo que durante este tempo a empresa tenha soltado atualizações para os quatro sistemas operacionais que possuem essa falha, nenhuma destas atualizações realmente corrige o problema.

Mesmo assim, por enquanto não há motivos para se desesperar por causa disso, já que esse problema atinge uma parcela muito pequena dos usuários. Isso porque, para que um hacker tenha acesso a esse arquivo e veja suas mensagens de e-mail, ele não apenas precisa conseguir invadir seu computador e saber exatamente onde este arquivo está escondido, como também é necessário que o usuário não utilize o FileVault, já que esse programa criptografa todos os arquivos da máquina, fazendo com que esse problema do snippets.db seja irrelevante.

De acordo com a Apple, o problema será solucionado em uma atualização futura, mas, por enquanto, você pode se proteger entrando nas configurações do sistema, acessando as configurações da Siri, a opção de Privacidade e Sugestões, a opção de E-mail e então desabilitar a opção que permite que a Siri utilize informações do Apple Mail para as sugestões da assistente. Ao desligar essa opção, o computador não irá mais atualizar o snippets.db, já que esse arquivo é usado apenas para esse propósito de melhorar as sugestões da Siri baseado nas mensagens de e-mail, mas a empresa sugere que, se fizer isso, também procure o arquivo nas pastas do sistema e o delete para garantir que suas mensagens de e-mail estarão protegidas.

A Apple ainda afirma que não há por que os usuários se preocuparem, porque o conteúdo armazenado no banco de dados da Siri não são mensagens inteiras, mas apenas trechos de mensagens de e-mails enviados pelo usuário, e ao ativar o FileVault qualquer possível problema de privacidade está solucionado.

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Nubank afirma que clientes pouparam R$ 20 mi ao antecipar pagamentos parcelados

Nov 8, 2019

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O Nubank anunciou nesta sexta-feira (8) que a funcionalidade "Antecipar Parcela" - onde o usuário pode adiantar o pagamento de compras parceladas no cartão de crédito da marca - permitiu que os clientes da fintech economizassem mais de R$ 20 milhões desde 2016, quando o recurso foi lançado.

Segundo a instituição, a função foi desenvolvida em resposta a uma alta demanda dos próprios clientes. Ao antecipar o pagamento das parcelas no cartão Nubank,, o usuário tem desconto na compra em questão. Antes de usar essa opção no aplicativo, ele pode ainda fazer uma simulação para conferir o valor do abatimento oferecido e o número de prestações antecipadas. Assim que o processo for confirmado, o desconto já será adicionado em sua fatura.

O cartão de crédito sem anuidade e gerenciado pelo aplicativo foi o primeiro produto do Nubank lançado em 2014. Conhecido como "roxinho", hoje ele tem hoje mais de 10 milhões de usuários e está presente em 100% dos munícipios brasileiros. Além disso, não é mais necessário enfrentar uma fila de espera para ter acesso ao mesmo. Basta preencher os requisitos necessários e esperar pela aprovação.

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Ainda segundo o Nubank, nos últimos seis anos, seus clientes já economizaram mais de R$ 4.5 bilhões em anuidades, tarifas e TEDs gratuitas oferecidas por todos os produtos da fintech, entre eles a NuConta - conta digital da startup.

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CT News - 08/11/2019 (WhatsApp bane usuários de grupos com nomes ilegais)

Nov 8, 2019

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WhatsApp bane usuários em grupos com nomes ilegais // Razr 2019 pode ser lançado no Brasil // Xiaomi Mi CC9 Pro bate iPhone 11 Pro Max em teste de câmera // Gboard permite busca de gifs e stickers usando emojis // Valor de mercado da Apple chega a US$ 1,1 tri

Ouça ao podcast.

Células cardíacas sofrem alterações genéticas em ambientes de microgravidade

Nov 8, 2019

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Um estudo publicado na última quinta-feira (7) na revista científica Stem Cells Report revela algo que deverá ajudar muito nos treinamentos de astronautas: como exatamente os efeitos da microgravidade afetam as células cardíacas humanas.

Com se sabe, as viagens para o espaço causam diversas alterações na fisiologia, e algumas delas são a redução dos batimentos cardíacos, a redução da pressão arterial e o aumento do débito cardíaco (o volume de sangue que é bombeado a cada minuto). Por isso, cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Stanford (EUA) realizaram um estudo para entender melhor como a microgravidade afeta as células do coração e toda a função cardíaca em um nível molecular.

Para realizar o estudo, os cientistas utilizaram células-tronco pluripotentes derivadas de células cardíacas humanas, e então enviaram parte dessas células para a Estação Espacial Internacional (ISS) . Enquanto a astronauta Kate Rubins cuidou das células em órbita (ela possui um diploma de microbiologia e Ph.D em biologia do câncer, ambos pela Universidade de Stanford), a outra parte das células cardíacas criadas para o experimento ficou nos laboratórios da universidade, servindo como grupo de controle.

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Nave da SpaceX foi a responsável por levar as células do estudo para a ISS (Imagem: SpaceX)

De acordo com Joseph C. Wu, autor principal do estudo, esta é a primeira vez que cientistas utilizam células-tronco pluripotente humanas para estudar os efeitos que viagens espaciais causam à função cardíaca humana. E os resultados são intrigantes, pois, apesar de não apresentar nenhuma mudança estrutural, as células que ficaram no espaço apresentaram algumas mudanças genéticas.

Ao analisar a sequência de RNA das células para tentar entender por que, mesmo sem apresentar mudanças na estrutura, essas células tinham um ritmo cardíaco e padrões de reciclagem de cálcio diferentes daqueles que ficaram na Terra, foi descoberto que cerca de 2.635 genes das células enviadas ao espaço foram expressados em porcentagens diferentes do que o observado nas células que ficaram na Terra, como forma de fazer com que essas células se adaptassem ao ambiente de microgravidade.

Outra descoberta é que as sequências genéticas relativas às funções mitocondriais apareciam com muito mais frequência no grupo de células que foram para o espaço do que naqueles que ficavam na Terra, mas em apenas dez dias depois de retornar à Terra as sequências genéticas de todos os grupos (tanto as células que foram para o espaço quanto as que ficaram na universidade) já não apresentavam praticamente nenhuma diferença.

Foto em imunofluorescência das células cardíacas que foram enviadas ao espaço (Imagem: Universidade de Stanford)

De acordo com Wu, essa descoberta foi a que mais surpreendeu a equipe, pois talvez seja o resultado mais quantitativo da velocidade com que as células cardíacas humanas conseguem se adaptar às necessidades do ambiente em que se encontram, mesmo naqueles em que praticamente não há gravidade. De acordo com o cientista, esta descoberta pode servir não apenas para garantir que os astronautas corram menos riscos à saúde em viagens espaciais de longa duração, mas também ser usada como base para novos tratamentos de doenças cardíacas.

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Acetato de Vitamina E é um dos responsáveis pela "crise dos vapes"

Nov 8, 2019

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Desde o início do surto de saúde pública causado pelo uso de vapes, em agosto, alguns ingredientes comuns nos cartuchos foram identificados como possíveis responsáveis. Dentre eles, está o acetato de vitamina E, que é um dos ingredientes adicionados aos produtos à base de THC, e é agora oficialmente considerado “culpado muito prejudicial” pelas lesões pulmonares. 

O Relatório semanal de Morbidade e Mortalidade emitido nesta sexta (8) se baseia na descoberta do composto da Vitamina E em amostras de fluidos, retiradas do pulmão de 29 pacientes que apresentaram a doença pulmonar, chamada de EVALI.

"Pela primeira vez, detectamos uma potencial toxina preocupante, o acetato de vitamina E, em amostras biológicas de pacientes", com danos nos pulmões associados aos e-cigs, disse a Dra. Anne Schuchat, principal diretora adjunta do órgão de saúde dos EUA, em coletiva de imprensa. As amostras "forneceram evidências de acetato de Vitamina E no local primário de lesão nos pulmões."

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O surto de saúde pública americana relacionado aos vapes estourou em agosto

O problema quando se fala dos cartuchos com THC, o princípio ativo da maconha, é que, por não serem regulamentados, podem conter qualquer tipo de substância em sua composição. Nesse contexto, os óleos para cartuchos de cigarros eletrônicos normalmente incluem outros aditivos, solventes e intensificadores de sabor, como o acetato de vitamina E, que é utilizado para diluir o THC e aumentar os lucros de quem vende o produto. 

Além do acetato, a agência americana levanta a hipótese de que outros produtos químicos ou toxinas estejam associados às graves doenças respiratórias que vêm afetando os usuários. Por isso, essas mesmas amostras foram testadas quanto à presença dos óleos vegetais e destilados de petróleo, como o óleo mineral, que “não foram detectados em quantidades substanciais.”

Os cigarros eletrônicos já afetaram a saúde de 2.051 pessoas e levaram ao óbito mais de três dúzias, segundo afirma o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, dos Estados Unidos. Pelo menos 86% afirmam ter usado vapes com THC.

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FFPL3 | Conheça os principais jogadores da final do brasileiro de Free Fire

Nov 8, 2019

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As principais equipes do cenário competitivo nacional de Free Fire se enfrentarão no maior campeonato da categoria neste sábado (9). Durante a Free Fire Pro League Season 3, que acontecerá no Rio de Janeiro, teremos a chance de acompanhar o que há de melhor no país dentro do game, com jogadores renomados dentro do circuito e grandes promessas que certamente darão show durante as oito quedas do certame.

Veja abaixo sete dos principais jogadores que podem desequilibrar o campeonato a favor de suas equipes:

1. Samuel "Level Up 007" Lima – Corinthians Imagem: Divulgação/Corinthians

Principal jogador do Corinthians, Level Up tem um estilo de jogo bem agressivo e, apesar de muito jovem, com 18 anos de idade, tem muito espírito de liderança e comanda a equipe. Seu nick foi inspirado na distribuidora de jogos online Level Up!.

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2. Everton "UBiTa" – paiN Gaming Imagem: Divulgação/ Garena

Melhor jogador da última temporada da Pro League, UBiTa tem um estilo irreverente, que acabou conquistando muitos fãs e admiradores dentro do cenário nacional de Free Fire. Dentro do jogo, a irreverência também o acompanha, mesmo em momentos mais tensos dos jogos. Fluminense de Duque de Caxias, ele estará praticamente em casa no FFPL3.

3. JapaBRK – B8

Principal nome da B8, JapaBKR foi o segundo jogador com mais kills na última fase eliminatória da Pro League Season 3, com 29 abates ao todo. Esse número já dá o tom de como o jogador se comporta no campo de batalha.

4. Samuel "Bradock" – LOUD Imagem: Twitter/Bradock

Considerada a principal mira do circuito brasileiro de Free Fire e candidato a MVP da Season 3, Bradock, de apenas 19 anos, é um dos mais promissores jogadores da categoria. Além de sua precisão em combate, demonstra ter bom espírito de equipe, fazendo calls eficientes e dando todo o suporte aos seus companheiros de equipe.

Leia também: Free Fire | Conheça as principais gírias e jargões do jogo

5. Arthur “PAPAKILL” – Black Dragons Imagem: Divulgação/ Black Dragons

Um dos jogadores mais controversos do cenário nacional de Free Fire, PAPAKILL, de 26 anos, foi quem uniu o lineup da Black Dragons. Líder do time, ele ganhou esse nick por, digamos, "roubar" as kills de seus próprios companheiros de equipe. Isso, no entanto, não apaga sua qualidade no game, que o posiciona como um dos destaques do torneio.

6. Weliton "Alemão" – Red Canids Imagem: Divulgação/ Red Canids

Como quase todos os jogadores de eSports, Alemão começou de maneira casual, sem a intenção de se profissionalizar, mesmo tendo muita habilidade. Passando ao profissional, ele logo se sagrou campeão da primeira temporada da Pro League de Free Fire pela Tropa M3C, que lhe rendeu o convite para a "Matilha" dos Red Canids. Juntamente com Madanza, é um dos destaques da equipe.

7. Lucas "L7" - INTZ

O acreano de 19 anos ex-jogador de futebol é o principal nome dos Intrépidos para a Pro League Season 3. Ele será o líder da recém-formada equipe de Free Fire da INTZ, que conta com outros nomes ainda novos no cenário. L7 possui um estilo de jogo mais cauteloso, com muito flanqueamento e calls bem precisas.

Free Fire Pro League Season 3

As finais da 3ª temporada da Free Fire Pro League contam com uma premiação total no valor de R$ 35 mil, sendo R$14 mil destinados ao time campeão que, além desse montante em dinheiro, também garante vaga para o mundial da categoria, que acontecerá na próxima semana, também no Rio de Janeiro.

A Free Fire Pro League Season 3 será aberta ao público e acontecerá na Arena Carioca 1, que fica na Barra da Tijuca. Os ingressos têm preço único de R$ 60 (R$ 30, na meia-entrada) que podem ser adquiridos no site da Eventbrite. Os portões serão abertos às 10h deste sábado (9) e o evento terá início às 12h30 (horários de Brasília). Para acompanhar a transmissão no YouTube, basta acessar ao canal oficial do Free Fire no Brasil. Vale lembrar que a última final do game, que aconteceu em São Paulo, teve picos de mais de 800 mil acessos simultâneos.

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Twitter estuda novidades para você pensar duas vezes antes de postar

Nov 8, 2019

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O Twitter sabe que as pessoas acham que a internet é terra de ninguém e compartilham tudo o que vem à telha, sem se importar se aquilo vai ofender outra pessoa ou não. Com isso em mente, nas próximas duas semanas a rede social lançará uma série de experimentos para acalmar os usuários - sutilmente motivando a usar o tweet, a resposta e o retweet de maneira não ofensiva.

Em entrevista ao portal norte-americano BuzzFeed News, David Gasca, diretor sênior de gerenciamento de produtos do Twitter, declarou: "Tudo em nossa plataforma incentiva alguma forma de comportamento. Se modificamos como as pessoas podem fazer retweets, ou como as pessoas podem responder, ou como as pessoas podem se envolver, como isso muda a conversa na plataforma?". E é justamente isso que o Twitter espera descobrir.

Em uma reunião em sua sede em São Francisco, no final de outubro, Gasca e Suzanne Xie, diretora de gerenciamento de produtos do Twitter, exibiram duas experiências entre várias que serão publicadas nas próximas semanas: na primeira, o Twitter adicionará um emoji a um retweet, dando às pessoas a chance de citar e twittar sem entrar no campo de composição. Gasca e Xie querem descobrir se esse recurso pode encorajar as pessoas a expressar emoções mais sutis, reduzindo o retweet sem sentido.

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No segundo experimento, o Twitter sugere automaticamente que as pessoas usem um emoji em suas respostas. Se você gosta de alguma coisa, você pode usar o emoji de coração. Caso contrário, você pode usar o círculo vermelho com uma linha passando por ele. Mas se você escolher um emoji negativo, o Twitter perguntará: "Por que você discorda?" - o que, espera, levará a uma resposta mais ponderada, em vez de uma guerra.

A equipe do Twitter quer fazer com que os usuários tenham conversas mais ponderadas na plataforma

As experiências do Twitter podem parecer pequenas, mas podem resultar em grandes mudanças quando a empresa as finalizar, provavelmente em 2020. “Temos grandes ambições aqui. Definitivamente, estamos falando sério sobre mudar a forma como as conversas acontecem no Twitter”, disse Gasca. Os testes de emoji vêm em meio a um esforço em todo o site para repensar aspectos do serviço.

Na semana passada, o CEO do Twitter, Jack Dorsey, disse que a empresa proibirá anúncios políticos, com algumas exceções. O Twitter também começará a permitir que as pessoas sigam tópicos, não apenas pessoas, um recurso que foi anunciado na última quarta-feira (6) e que será lançado no final deste mês. Dorsey também recentemente expressou suas dúvidas sobre o botão de retweet. "Definitivamente estou pensando nos incentivos e ramificações de todas as ações, incluindo retuitar", ele disse ao BuzzFeed News em julho.

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Algoritmo de IA "descobre" rapidamente que a Terra orbita o Sol

Nov 8, 2019

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Uma inteligência artificial conseguiu aprender em pouco tempo o que a humanidade levou séculos para compreender: a Terra gira em torno do Sol. Este foi um dos primeiros testes de um algoritmo criado para tentar descobrir novas leis da física e até, quem sabe, reformular a mecânica quântica, de acordo com publicação da Nature.

Para que a IA entendesse, por conta própria, que os planetas é que estão orbitando o Sol, o físico Renato Renner e sua equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnologia (ETH) inseriram alguns dados sobre o movimento da estrela e de Marte em um algoritmo com aprendizado de máquina que usa equações básicas, imitando a maneira de pensar dos físicos.

Considerando a trajetória tanto do Sol como de Marte em relação à Terra, o algoritmo entendeu que o Astro-Rei é o centro do nosso sistema estelar, e que a Terra também está se movendo em relação a ele. A humanidade não compreendeu isso até os anos 1.500, quando Nicolau Copérnico analisou observações do céu e chegou a essa mesma conclusão, criando o modelo que conhecemos como heliocêntrico - o que rendeu muita confusão com a Igreja Católica.

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Novo tipo de rede neural Novo algoritmo tem redes neurais mais complexas (Imagem: Reprodução)

Os pesquisadores criaram um novo tipo de rede neural para criar o algoritmo, que ainda usa um sistema de aprendizado de máquina inspirado na estrutura do cérebro humano. Em vez de interpretar informações em poucas regras facilmente interpretáveis, o algoritmo espalha o conhecimento que adquire em milhares ou milhões de nós.

Por exemplo, as redes neurais convencionais recebem as informações de uma imagem com características de “quatro pernas” e “orelhas pontudas” e codificam esses dados em nós matemáticos (equivalente artificial dos neurônios). O sistema criado pela equipe de Renner é mais complexo, e consegue compreender dados de maneira mais abrangente do que os físicos fazem atualmente.

Para isso, a equipe do ETH projetou uma rede neural “lobotomizada”, com duas sub-redes conectadas entre si por alguns links, somente. A primeira sub-rede, então, aprende com os dados, da mesma maneira que uma rede neural típica. Já a segunda usa essa experiência para fazer novas previsões.

Renner comparou o trabalho que as sub-redes fazem entre si com um professor passando conhecimentos a um aluno. No entanto, o algoritmo ainda depende dos humanos para inserir os dados, e, a partir deles, trabalhar a compreensão do mundo.

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Depois da Lua, Índia planeja enviar sonda ao planeta Vênus

Nov 8, 2019

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A Índia mal começou suas aventuras espaciais envolvendo a Lua e já tem planos para enviar uma sonda para o segundo planeta do Sistema Solar, Vênus. A ISRO (agência espacial indiana) já enviou a ideia para o governo do país, e aguarda a autorização para uma missão orbitando o "planeta infernal" nos próximos anos, talvez em 2023.

A ideia é estudar mais profundamente o planeta vizinho, não apenas observar sua superfície, como também um pouco do interior venusiano. A sonda a ser enviada teria mais de uma dúzia de instrumentos para analisar a atmosfera e a ionosfera do astro, além de tudo. “O objetivo principal é mapear a superfície e a subsuperfície de Vênus”, confirmou Nigar Shaji, cientista da ISRO.

União Soviética e Estados Unidos já chegaram a enviar sondas a Vênus no passado. A ESA (agência espacial europeia) também já estudou o planeta em questão, bem como o Japão. Caso os indianos tenham sucesso, a ISRO será a quinta agência a explorar o planeta Vênus a partir de sua órbita.

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Bateria do Galaxy S11 deve trazer muito mais capacidade do que a presente no S10

Nov 8, 2019

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A Samsung vai aumentar, de novo, a capacidade da bateria de seus topo de linha no ano que vem. Por ora chamados de Galaxy S11, dois modelos tiveram a capacidade de carga vazada com mais miliampéres/hora que os modelos deste ano.

De acordo com as informações do site Winfuture.de, dados do órgão de segurança do consumidor da Coreia do Sul indicam que o Galaxy S11 vai carregar em seu interior uma bateria de 4.300 mAh, bem mais que os 3.400 mAh do Galaxy S10, e superior até à carga do Galaxy S10 Plus. Seria, inclusive, um “modelo derivado” da bateria do Note 10 Plus.

Já a versão mais barata, possivelmente o Galaxy S11e, vai ter um salto de 3.100 mAh para 4.000 mAh. Acredita-se ser essa a divisão por conta dos modelos de bateria de cada modelo: o S10e tinha o componente de código EB-BG970, enquanto a que se acredita ser de seu sucessor é o modelo EB BG980ABY.

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Supostas baterias do Galaxy S11 e e do S11 (Foto: Reprodução/Safety Korea)

O aumento na carga é bem vindo. Um dos pontos fracos dos Galaxy S10 foi justamente a bateria, especialmente nos dois modelos mais baratos. Em 2019, as fabricantes se mexeram para entregar carga maior em todos os modelos topo de linha. Ao que tudo indica, esse movimento deve continuar no ano que vem, ao menos no que depender da Samsung.

Sobre outras características, rumores apontam que os modelos trarão câmera de 108 MP, depois de anos com um sensor de 12 MP. O design e as especificações de todos os modelos teriam sido definidos antes do final de outubro, de acordo com o leaker Ice Universe.

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Black Friday prevê aumento nas vendas e movimentação de R$ 3,5 bilhões

Nov 8, 2019

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A Black Friday no Brasil deve apresentar melhores resultados em 2019 do que no ano passado, segundo informações da empresa de inteligência de mercado Compre & Confie, especializada em e-commerce.

De acordo com os dados do estudo, o ano atual deve contar com um crescimento de 19% nas vendas no período, totalizando R$ 3,5 bilhões. O valor foi analisado levando em conta a previsão de faturamento para os dias 28 e 29 de novembro deste ano. Cerca de 5,8 milhões de pedidos devem acontecer em 2019, sendo um aumento de 24% em relação a 2018.

Já em relação ao tíquete médio, de acordo com a Compre & Confie, deve haver uma redução de 4% em comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a R$ 600. Segundo dados da empresa de pesquisas, no primeiro semestre de 2019 mais de 19 milhões de pessoas fizeram pelo menos uma compra online. Em comparação com a mesma época de 2018, o aumento foi de 35,8%.

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Imagem: Reprodução

A Compre & Confie também fez uma pesquisa com 2.795 consumidores que fizeram pelo menos uma compra pela internet no último ano, perguntando se eles pretendem voltar a comprar na Black Friday. Cerca de 72% dos participantes disseram que pretendem comprar novos produtos para aproveitar as promoções, enquanto 25% afirmam que podem comprar, caso as ofertas sejam vantajosas, e somente 4% relataram que não têm a intenção de fazer compras na data.

Entre os itens mais desejados, o setor de eletrônicos está no topo, com 51% das respostas dos entrevistados, seguido por telefonia (35%), informática (28%), moda e acessórios (24%) e eletrodomésticos (23%).

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MEGA PECHINCHA | Notebook gamer Lenovo Core i7 Full HD por apenas R$ 2.266

Nov 8, 2019

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*IMPORTANTE: fique atento à data de publicação desta matéria, pois todos os preços e promoções estão sujeitos à disponibilidade de estoque e duração da oferta, que tem tempo limitado. Alterações de preço podem ocorrer a qualquer momento, sem prévio aviso. O preço ou valor total do produto poderá ser alterado de acordo com a localidade considerando frete e possíveis impostos interestaduais.

Notebooks gamer são tendência do momento, especialmente para aqueles jogadores mais ávidos, que não gostam de depender de só um PC em casa para jogar. Com um notebook parrudo o suficiente para segurar a onda dos games mais modernos, a liberdade é total: você pode jogar onde estiver, quando quiser. E para que essa liberdade seja mesmo total, vale investir em um notebook que seja bastante leve e fino, ao mesmo tempo em que oferece um conjunto poderoso de hardware.

E o Lenovo Ideapad S145 se encaixa nessa descrição, trazendo uma placa de vídeo bacana, processador potente e design compacto. Agora a boa notícia: esta máquina está muito mais barata hoje nas Americanas, graças à promoção e também ao esquema de cashback para quem fizer o pagamento pelo Ame Digital — aplicativo para Android e iOS por onde você paga suas compras e ainda recebe uma grana de volta.

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É só baixar o app, cadastrar seu cartão de crédito por ali e, quando escolher o produto, escanear o QR Code do pedido para validar a compra pelo Ame. Aí, você faz o pagamento por meio do aplicativo, usando o seu cartão de crédito, e em até 30 dias você recebe o valor proporcional do cashback — que fica em sua carteira digital Ame, e você pode usar esse valor em compras futuras nas parceiras.

Se o preço do produto for maior do que o seu saldo Ame, é só complementar o valor restante com o cartão de crédito cadastrado. E se você não gastar o que recebeu de cashback, o saldo Ame permanece ali na sua carteira até que você deseje gastá-lo, já que o valor não expira nunca e os cashbacks são cumulativos. Então você pode deixar o dinheiro ali acumulando à vontade e, no futuro, pode até mesmo fazer compras sem pagar nada!

Sobre o Lenovo Ideapad S145

Com tela Full HD de 15,6 polegadas e acabamento antirreflexo, este notebook ultrafino e superleve pesa só 1,8 kg. Mas não se engane pelo seu design compacto: por dentro, o notebook traz processador Intel Core i7 com placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce MX110 GDDR5 com 2 GB, além de 8 GB de RAM. Ainda, o armazenamento pode ser usado de forma híbrida, pois o notebook traz HD de 1 TB mas tem slot disponível para que você adicione um SSD.

A qualidade do som é garantida pela certificação Dolby Audio, que permite aumentar o volume à vontade sem distorcer os sons reproduzidos, e a máquina traz equalizações sonoras pré programadas para garantir uma imersão ainda maior — são 5 modos disponíveis, entre reprodução de filmes, séries, músicas e jogos, mas também é possível ajustar a equalização de acordo com sua preferência.

Por fim, o modelo tem Wi-Fi A/C que permite uma navegação até 2,5 vezes mais rápida, e o teclado numérico integrado facilita a vida de quem também precisa trabalhar com cálculos e planilhas, por exemplo. Ah, outro diferencial legal aqui é a abertura de 180º que permite ajustar o ângulo de visão da tela com flexibilidade e segurança, prevenindo danos na dobradiça, inclusive.

Muito mais barato

Comprando o Lenovo Ideapad S145 agora mesmo com as Americanas, você acaba pagando o valor final de R$ 2.266,35 à vista, pois o preço cheio de R$ 2.842,93 devolve 20% em cashback ao fazer o pagamento pelo Ame. Já se preferir parcelar em até 10x sem juros, acaba pagando R$ 2.575,40, pois o preço cheio de R$ 3.229,25 devolve 20% em cashback pelo Ame.

Esses valores promocionais considerando o pagamento pelo Ame aparecem no final do processo de compra, conforme você pode verificar no print abaixo:

Agora confira o que o comparador de ofertas Zoom revela, mostrando que o preço promocional deste notebook está realmente muito mais barato hoje! Está esperando o que para garantir esta pechincha?

*O Canaltech Ofertas tem como objetivo informar seus leitores e publicar as melhores ofertas encontradas no varejo brasileiro. Entretanto, não nos responsabilizamos por alterações posteriores nos preços informados, uma vez que as ofertas aqui apresentadas podem ter diferentes períodos de vigência. Recomendamos aos nossos leitores que sigam nossas publicações e participem do nosso grupo de descontos no WhatsApp e também do grupo no Telegram para receber as melhores indicações de ofertas assim que elas forem publicadas.

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Adolescentes transformam ferramenta de controle parental em meme no TikTok

Nov 8, 2019

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Os pais sempre se preocuparam com o que seus filhos fazem sem supervisão, mas, em 2019, eles estão investindo pesado no monitoramento dos adolescentes. Entretanto, à medida que as ferramentas de rastreamento usadas pelos pais se tornam mais sofisticadas, os jovens internautas estão encontrando maneiras cada vez mais inteligentes e sorrateiras de contornar essas ferramentas. Um desses aplicativos de rastreamento, o Life360, chegou até a se tornar um meme entre os adolescentes do TikTok. Não surpreende que muitos adolescentes não gostem da ideia de sempre compartilhar sua localização com os pais e, taendo isso em mente, os adolescentes no app de compartilhamento de vídeos estão revelando maneiras que encontraram para contornar a supervisão dos pais no Life360.

O Life360 tinha mais de 18 milhões de usuários mensais até o final de 2018. O aplicativo permite definir um circulo de membros da família e acessar os locais um do outro a qualquer momento. Os usuários também podem ser notificados quando outra pessoa chega ou sai de um local específico ou quando a bateria está fraca. A versão básica é gratuita e a edição premium de US$ 8 (R$ 32) por mês também oferece assistência na estrada e outras vantagens para novos motoristas.

App de controle parental vira meme

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A republicação de áudio é um dos recursos de assinatura do TikTok, o que facilita a popularização rápida dos memes. Os usuários podem clicar no áudio de um vídeo e facilmente criar um novo vídeo com o mesmo som, fazendo uma dublagem ou algo assim. À medida que mais adolescentes e seus pais usam o Life360, a comunidade do TikTok criou um meme disso. Os vídeos são definidos para a música Fly, de Still Lonely, que contém o termo "Life 360".

Uma criadora de conteúdo do TikTok, @daphnechi, disse ao Business Insider que não achou que o vídeo seria visto por quase 2 milhões de pessoas: "Eu fiz isso apenas para ajudar as pessoas", afirma. Ela defende que baixar um aplicativo como o Life360 implica que os pais não confiam em seus filhos. "Sim, meus pais estão tentando me manter segura, mas uma das melhores partes de ser adolescente é ser misteriosa e esconder coisas de seus pais", conta.

Confira o vídeo:

O CEO da Life360, Chris Hull, disse ao portal norte-americano que, embora muitos usuários do TikTok sejam exaltados sobre sua aversão ao aplicativo, ele não acredita que eles representem a base de usuários do aplicativo, e apontou que o Life360 tem mais de 1,6 milhão de análises na App Store e Google Play Store. "Sim, existem alguns de adolescentes frustrados, mas você verá críticas de pais e adolescentes sobre como eles usam o aplicativo para a segurança cotidiana", diz Hull. "Em 2018, a Life360 conduziu um estudo em todo o país, que descobriu que quase 70% dos adolescentes se sentem confortáveis ​​usando um serviço de compartilhamento de localizações com suas famílias. Portanto, não é surpreendente saber que alguns colegas estão nos defendendo - sua resposta e nossa pesquisa apóiam o fato esse compartilhamento de local se tornou a nova norma para as famílias nativas digitalmente de hoje", finaliza.

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Marte poderá ser colonizado em 20 anos com mil voos do Starship, segundo Musk

Nov 8, 2019

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Elon Musk acredita que a missão para colonizar Marte vai exigir mil voos do Starships e demorar cerca de 20 anos para que aconteça. Essa é uma previsão para que a SpaceX consiga levar todo o material e pessoal necessário para construir uma cidade sustentável no Planeta Vermelho.

O bilionário revelou a expectativa em uma conversa com alguns seguidores no Twitter sobre os planos da SpaceX para colonizar Marte. Sobre o custo previsto para cada viagem, que ele estimou que cada lançamento deva custar cerca de US$ 2 milhões (mais de R$ 10 milhões), Musk diz que é essencial para tornar possível o sonho de estabelecer uma habitação no planeta vizinho.

Os 20 anos de previsão se baseiam no fato de que uma viagem da Terra até Marte só é possível a cada dois anos, por conta do alinhamento dos planetas. A SpaceX poderia fazer cerca de mil voos com o Starship, sendo que cada nave pode fazer até três viagens por dia.

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A thousand ships will be needed to create a sustainable Mars city

— Elon Musk (@elonmusk) November 7, 2019

Pelas contas do bilionário, cada nave Starship poderia levantar até mais de mil voos por ano. Caso a SpaceX consiga construir tantas unidades deste modelo quanto construiu de foguetes Falcon até o momento (cerca de 100), a empresa poderia lançar mais de 10 milhões de toneladas por ano, já que cada nave pode transportar 100 toneladas.

Musk ainda observou que, se você somar a capacidade de carga de todas as espaçonaves na ativa atualmente, somaria cerca de 500 toneladas lançadas ao espaço em um ano. Ou seja, caso a SpaceX realmente siga o planejado com a Starship, a quantidade de carga a ser levada para fora da órbita terrestre seria impressionante.

Contudo, acredita-se que não seria necessário levar tanta carga assim até Marte, mas, antes de planejar com mais detalhes e começar a preparar uma viagem turística para o Planeta Vermelho, a humanidade precisa voltar a pousar na Lua. Aí, sim, os planos para que humanos cheguem a outros mundos mais distantes vão tomar forma.

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"Mondler" de volta? Atores de Friends se encontram e publicam foto no Instagram

Nov 8, 2019

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Monica e Chandler ainda seguem firmes e fortes mesmo depois de 15 anos após o final da icônica série de comédia Friends: os atores por trás dos personagens, Courtney Cox e Matthew Perry, se encontraram na última quinta-feira, 7, para almoçar, registrando a “reunião” no Instagram com uma legenda que remete aos bordões de seus respectivos personagens.

Desnecessário dizer, o post ganhou tração rapidamente, com milhares de fãs comentando o registro até que, eventualmente, outros atores de Friends dessem as caras, como Jennifer Aniston (Rachel) e Lisa Kudrow (Phoebe).

Ver essa foto no Instagram

Guess who I had lunch with today....I KNOW!! Could I BE any happier? #realfriends

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Uma publicação compartilhada por Courteney Cox (@courteneycoxofficial) em 7 de Nov, 2019 às 3:16 PST

Embora o post de Cox não tenha gerado esse efeito, rumores sobre uma eventual reunião do elenco original de Friends para um episódio (ou temporada) especial sempre rodearam a internet. Não ajudou em nada o fato de que Jennifer Aniston constantemente aparece em talk shows fazendo referências à possibilidade, embora qualquer tentativa mais firme de fazer isso acontecer tenha sido negada aqui e ali — boa parte das vezes, negadas pelo próprio Perry, que comumente estava ocupado em outros projetos.

Uma ocasião em 2016 colocou os seis atores juntos (ainda que Perry estivesse apenas em vídeo): o criador da série, James Burrows, celebrou seu milésimo episódio produzido em uma criação sua (além de Friends, Burrows também trouxe Will & Grace, Cheers e Taxi), posicionando os protagonistas de todas essas séries em um talk show especial apresentado por Andy Cohen. Exceto por situações similares, encontros envolvendo todo o elenco de Friends são raros.

Da esquerda para a direita: Lisa Kudrow (Phoebe Buffay), David Schwimmer (Ross Geller), Courtney Cox (Monica Geller), Matt LeBlanc (Joey Tribbiani) e Jennifer Aniston (Rachel Green): a imagem é de uma reunião especial em 2016 (Foto: NBC, via Getty Images) Amazon Prime chegou ao Brasil e está todo mundo assinando. Já fez seu teste grátis de 30 dias? Clique aqui!

Ao longo dos anos, também é possível notar como a fisionomia de cada um mudou: enquanto Cox e David Schwimmer (o Ross) seguem com a aparência mais próxima da época de veiculação da série, Matt LeBlanc (o Joey) já apresenta cabelos bem brancos.

Você assistiria a uma produção especial de Friends nos dias de hoje? Como você imagina que ela seria?

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Como ativar o modo escuro em qualquer site usando o Chrome pelo computador

Nov 5, 2019

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O Chrome ganha melhorias e novidades a cada atualização. A partir da versão 78, o navegador do Google para computadores ganhou uma novidade aguardada por todos os usuários: o modo noturno forçado. Não se trata apenas do visual escuro como tema do navegador, mas sim de uma ferramenta que também deixa sites visitados com um esquema de cores escurecido.

Conheça 10 extensões do Google Chrome que tornarão seu dia a dia mais produtivo Como ativar o modo escuro para sites no Chrome 78

O "Force Dark Mode" não é uma função que vem ativada por padrão no Chrome; logo, você precisará ativá-la manualmente. Como mencionado acima, essa opção oferece ao usuário uma aparência escura para qualquer site, o que torna a legibilidade e a navegação pela internet mais confortável, sobretudo para quem já usa o Chrome com o tema escuro ativado.

Para o tutorial, você precisará usar o Google Chrome no Mac ou no Windows com a versão 78 ou posterior. É possível baixar a versão mais recente do navegador no site do Google clicando aqui, ou então atualizando o Chrome que já está instalado no seu computador indo até: Ajuda> Sobre o Chrome > Verificar atualização. Lembre-se de reiniciar seu navegador após o download da atualização para que as mudanças sejam aplicadas.

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Chrome 78 chega com novos recursos de segurança e personalização Atualizando o Google Chrome para a versão 78 / Captura de tela: Bruno Salutes

Para usar o modo escuro forçado, ou Force Dark Mode, você terá que copiar este comando e colá-lo na barra de endereços do Chrome: chrome://flags/#enable-force-dark. Aperte "Enter" para confirmar.

Com o comando confirmado, encontre a opção "Force Dark Mode for Web Contents"/ Captura de tela: Bruno Salutes

Um menu será aberto com a descrição "Force Dark Mode for Web Contents" destacada em amarelo (imagem acima). Dentro dessa opção, abra a caixa de diálogo onde está escrito "Disabled" e mude para "Enabled" (imagem abaixo). Uma mensagem irá surgir no rodapé pedindo para que o Chrome seja reiniciado. Faça o reinício clicando em "Reiniciar agora". Pronto!

Mude para "Enabled" para ativar o modo escuro forçado / Captura de tela: Bruno Salutes

Agora, basta acessar qualquer site de sua preferência para vê-lo com o tema escuro. Veja abaixo como o site do Canaltech fica com o modo escuro forçado do Chrome em ação:

O modo escuro forçado em ação no site do Canaltech / Captura de tela: Bruno Salutes

Para desativar, basta refazer esse tutorial e mudar a caixa de diálogo de "Enabled" para "Disabled" em "Force Dark Mode for Web Contents". Lembre-se de sempre reiniciar o navegador para aplicar as mudanças.

Agora diz aí: você prefere usar a aparência clara ou escura em softwares no seu computador?

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Dropbox Transfer agora está disponível para todos os usuários

Nov 5, 2019

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Em julho deste ano, o Dropbox anunciou um novo serviço de transferência de arquivos, com capacidade para até 100 GB. A novidade ficou em fase beta por aproximadamente quatro meses e, agora, finalmente está disponível a todos os usuários.

Com o Dropbox Transfer, a empresa começa a concorrer de maneira mais acirrada com serviços já consolidados ou em forte popularização, como é o caso do WeTransfer e do Firefox Send.

Quem vai receber os arquivos pelo novo recurso não precisa ter uma conta no Dropbox, e alterações feitas no arquivo recebido não irão interferir no original. As transferências terão a validade de sete dias após o envio para a conta básica, e entre 30, 60 e 90 para as contas Professional, Bussines Advanced, Enterprise ou Education.

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Imagem: Divulgação/Dropbox

Cada tipo de conta também vai determinar o tamanho máximo de envio de cada arquivo, que vai desde o básico com 100 MB, passando pelos Plus e Business Standard com 2 GB, e chegando a 100 GB com as contas Professional, Business Advanced, Enterprise e Education.

O Dropbox Transfer por enquanto também está disponível em aplicativo para iOS, além da versão web e desktop.

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Instrumento que estuda matéria escura na ISS será reparado para durar ainda mais

Nov 5, 2019

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A NASA quer consertar um instrumento que pode ajudar na busca por respostas sobre a matéria escura, e busca soluções criativas para uma missão de reparo que não havia sido prevista inicialmente. É que o Alpha Magnetic Spectrometer (AMS), instalado na parte externa da Estação Espacial Internacional (ISS), já ultrapassou sua vida útil — e precisa de reparos para os quais não foi projetado.

Um dos mais importantes instrumentos para entender a matéria que, segundo cientistas, compõe nada menos que 85% de todo o universo, o AMS foi instalado em 2011 e trabalhou conforme o planejado até 2014, respeitando a vida útil esperada. Porém, até recentemente ele ainda conseguia captar alguns dados, valendo bem mais que os US$ 2 bilhões que a agência espacial americana investiu nele.

Por isso, a NASA pretende estender ainda mais seu tempo de uso. Um dos principais problemas é que o sistema de resfriamento está falhando; há vários ventiladores que ajudam a manter a temperatura dentro do ideal para o trabalho, mas desde 2017 só resta um deles em funcionamento.

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Ferramentas especiais para o reparo do AMS são testadas em laboratório na Terra (Foto: NASA)

O problema é que esse sistema não foi projetado para reparos. O AMS fica na parte externa da ISS, o que significa que será preciso deslocar astronautas de dentro da ISS para a parte de fora do laboratório orbital por meio de uma caminhada espacial, mas os trajes de uso externo disponíveis por lá são "grandalhões" e limitam bastante a movimentação dos astronautas.

Brian Mader, líder da equipe de caminhadas espaciais da ISS, disse que já tem quatro anos que esse reparo vem sendo planejado. E o fato de o AMS não ter sido projetado para manutenção só dificulta ainda mais o trabalho, pois não possui apoios para os pés ou corrimãos para auxiliar os astronautas. “Quando você coloca alguém em um traje grande com luvas pressurizadas e destreza limitada, isso muda completamente o jogo”, observou Mader. “É necessário projetar ferramentas e procedimentos completamente diferentes”.

Outro problema é que as ferramentas mais comuns usadas em reparos no espaço não vão funcionar no AMS, que não foi desenhado com o cuidado de permitir manutenção e possui um sistema muito mais complexo que outros instrumentos da ISS. Um dos problemas, por exemplo, é que não tem como acessar o sistema de resfriamento — por isso, um novo será instalado externamente, o que exige trabalho minucioso de cortar e religar linhas de fluído, algo nunca antes feito.

Mesmo assim, a NASA acredita que, por seu alto valor de construção e instalação, além dos inúmeros dados valiosos que a ferramenta já forneceu, vale a pena investir em todo um novo processo para consertá-lo.

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The Witcher nem estreou ainda, mas já teria trama para 7 temporadas

Nov 5, 2019

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Toda vez que uma adaptação de algum game famoso chega ao mercado, há sempre aquela desconfiança sobre sua qualidade, porque, bem, não há um grande histórico de sucesso nessa seara. Mas, mesmo assim, o pessoal por trás de The Witcher, que sequer estreou ou teve uma segunda temporada renovada pela Netflix, está confiante: de acordo com a showrunner Lauren Hissrich, já haveria trama rabiscada para sete anos de exibição.

"Eu [mapeei histórias] por sete temporadas. No momento, trata-se de 'como você cria histórias que realmente prendem a atenção do público por anos?'. A pior coisa que podemos fazer é colocar todas as nossas energias na primeira temporada e não pensar em onde esses personagens podem crescer”, comentou Lauren, na edição 320 da revista SFX.

 

Mas, no mundo violento de The Witcher, ela admite que nem todo mundo chegará vivo à possível 7ª temporada, muito menos à 2ª temporada: “Não posso prometer que eles estarão vivos".

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The Witcher tem estreia no dia 20 de dezembro, na Netflix. Caso seja um sucesso de audiência na primeira semana, pode ser que tenhamos uma rápida confirmação de uma sequência.

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Project Silica | Microsoft cria peça de vidro para o armazenamento de dados

Nov 5, 2019

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A Microsoft acaba de apresentar um novo conceito de armazenamento de dados em vidro, em parceria com a Warner Bros, chamado Project Silica. Para apresentar a novidade, a companhia armazenou em um pedaço de vidro uma cópia do filme Super-Homem, de 1978.

Medindo apenas 75 x 75 x 2mm, o projeto faz parte de um alto investimento da Microsoft no desenvolvimento de tecnologias para o futuro da plataforma Azure. Satya Nadella, CEO da Microsoft, revelou na conferência Ignite, nesta segunda-feira (4), que a peça foi feita com vidro de quartzo comum, que foi fervido, assado e arranhado para testes de resiliência física.

O Project Silica busca desenvolver uma forma de armazenar dados em uma mídia física que não se desgaste com o tempo, como já vivenciamos com disquetes e CD's. Tudo isso também deve ser o mais acessível e econômico possível, sendo usado também por outros estúdios além da Warner Bros.

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Imagem: Divulgação/Microsoft

Para fazer a gravação de informações no vidro, a Microsoft está usando lasers infravermelhos para a codificação dos dados em voxel, que são pixels tridimensionais exibidos em uma tela. Assim, os dados são gravados dentro do vidro e podem ser lidos graças a algoritmos de aprendizado de máquina.

Imagem: Divulgação/Microsoft

O projeto ainda está em desenvolvimento e todas as informações estão disponíveis online para consulta. Se tudo der certo, logo teremos uma nova opção de armazenamento digital em pequenos pedaços de vidro, possivelmente indestrutíveis.

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Novo Exterminador do Futuro pode ser o último — e não por causa da trama

Nov 5, 2019

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Eis que James Cameron e Linda Hamilton estão de volta, assim como Arnold Schwarzenegger, à franquia blockbuster que os consagraram nos anos 1990. Mas seriam esses retornos o suficiente para renovar O Exterminador do Futuro para uma possível nova fase da trama? Bem, há grandes chances de essa história ser o fim — e não exatamente por conta do roteiro.

Como todos sabem, é dinheiro que move essa indústria. O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio somou apenas US$ 123 milhões em seu final de semana de estreia, com US$ 29 milhões nos Estados Unidos e US$ 28 milhões na China — que é, atualmente, um dos termômetros globais para definir o tamanho do sucesso de um grande longa.

Embora tenha custado relativamente barato, US$ 180 milhões, O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio teve um investimento massivo em marketing na conta de várias empresas. O título deve causar mais de US$ 120 milhões de prejuízo aos estúdios Skydance Media, Paramount e Fox, segundo o The Hollywood Reporter.

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A Fox administrou a distribuição internacional — marcando outro fracasso que a Disney teve que controlar após adquirir a companhia, com uma perda operacional de US$ 170 milhões no segmento de filmes no terceiro trimestre. "A mitologia foi reiniciada tantas vezes sem muito sucesso. É bastante claro que o público já teve o suficiente", disse Jeff Bock, analista sênior de bilheteria.

Destino Sombrio é o Exterminador do Futuro mais bem cotado no Rotten Tomatoes

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio é o sexto filme da franquia e, mesmo com o flop nas bilheterias, é o mais bem cotado no site de reviews Rotten Tomatoes, com 70% de aprovação. Veja bem, O Exterminador do Futuro: Gênese, de 2015, conseguiu apenas 27%, e O Exterminador do Futuro: Salvação, de 2009, chegou a 33%.

Para Paul Dergarabedian, analista sênior da firma de consultoria Comscore, é uma pena que, agora que a franquia recebeu seu melhor tratamento desde O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final, ela tem sido pouco vista. "Finalmente, depois de muitas tentativas desde 1991, o filme teve o pedigree criativo, o ponto de vista, o elenco e o enredo que aparentemente todos estavam esperando. E, no entanto, o filme ficou abaixo das expectativas [nas bilheterias]”, disse.

Cameron já havia dito anteriormente que essa nova produção poderia significar o início de uma nova trilogia. Mas, ao que parece, isso pode não acontecer, pelo menos por enquanto — afinal, como aprendemos ao longo do tempo, nunca podemos dizer “nunca” em Hollywood.

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Voyager 2 envia dados sobre o espaço interestelar e ainda pode viver mais 5 anos

Nov 5, 2019

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A sonda espacial Voyager 2 se tornou no ano passado o segundo objeto criado pelo homem a entrar no espaço interestelar ao deixar a região de influência do Sol e seguir sua jornada para além do Sistema Solar. O primeiro objeto a realizar essa mesma façanha foi sua irmã gêmea, a Voyager 1, em 2012.

Agora, um novo estudo divulgado por pesquisadores da Universidade de Iowa confirma a passagem da Voyager 2 em 5 de novembro de 2018, após terem observado uma mudança na densidade do plasma detectado por um instrumento a bordo da sonda. Esse aumento acentuado da densidade do plasma é uma evidência de que a nave saiu das regiões mais quentes, com ventos solares de baixa densidade de plasma, para o espaço interestelar.

Essa passagem pela “fronteira” do Sistema Solar da Voyager 2 ocorreu a mais de 18 bilhões de quilômetros do Sol, basicamente a mesma distância para a Voyager 1 quando ela teve o mesmo destino. Isso fornece pistas valiosas para a estrutura da heliosfera - uma espécie de “bolha” criada pelo vento do Sol à medida que se estende até os limites do Sistema Solar. Para Bill Kurth, cientista pesquisador da Universidade de Iowa e coautor do estudo, as distâncias iguais das Voyagers ao chegarem no espaço interestelar “implica que a heliosfera é simétrica”.

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Ilustração da posição das sondas Voyager ao deixar a heliosfera (Imagem: NASA/JPL-Caltech)

Os resultados também significam que os limites do Sistema Solar são mais definidos pelos fluidos do que pelo enfraquecimento dos ventos solares de acordo com a distância. Don Gurnett, autor do estudo publicado na revista Nature Astronomy, disse que "a velha ideia de que o vento solar vai diminuindo gradualmente à medida que você avança no espaço interestelar simplesmente não é verdadeira”. Ele exemplifica que as duas Voyager mostram “que existe um limite distinto por aí; é simplesmente surpreendente como os fluidos, incluindo plasmas, formam limites".

Os pesquisadores de Iowa também conseguiram dados sobre a heliosheath, a região da heliosfera que fica entre a heliopausa e o choque de terminação, que é o ponto em que o vento solar diminui ao interagir com o meio interestelar, tornando-se turbulento. Eles concluíram que a heliosheath tem espessura variada, porque a Voyager 1 viajou 10 UA (unidades astronômicas; uma unidade corresponde à distância média entre a Terra e o Sol) de distância mais longe do que sua irmã para alcançar a heliopausa - onde o vento solar e o vento interestelar estão em equilíbrio.

Voyager, um sucesso sem precedentes

As sondas Voyager são os recordistas de voos espaciais, mas claro que suas pesquisas não vão durar para sempre. Elas ainda funcionarão por algum tempo, mas já estão próximas de realizar seus últimos contatos com a Terra.

O programa Voyager foi iniciado pela NASA 1977, com o lançamento das duas sondas com o objetivo inicial de estudar Júpiter e Saturno, e suas luas. Curiosamente, a Voyager 2 foi lançada primeiro, em 20 de agosto de 1977. Em 5 de setembro de 1977 foi lançada a Voyager 1, e o programa foi ampliado para a exploração de Urano e Netuno e também do espaço depois da órbita de Plutão.

Em 1990, os objetivos do programa no Sistema Solar foram atingidos, mas as sondas ainda tinham energia o suficiente para prosseguir suas pesquisas. A NASA iniciou então o novo programa Missão Interestelar Voyager. Seus sistemas eletrônicos são alimentados por pequenos geradores nucleares, e por isso elas podem continuar em funcionamento por mais algum tempo - cinco anos a partir de agora, mais especificamente.

Voyager 2 e seus instrumentos científicos (Imagem: NASA/JPL-Caltech)

Depois disso, as sondas não serão mais capazes de enviar dados sobre suas pesquisas de volta para a Terra. Os instrumentos também devem deixar de funcionar, à medida que elas avançam para regiões cada vez mais frias e a energia for se esgotando. Ed Stone, cientista do projeto da missão e físico da Caltech, disse durante uma entrevista coletiva que "de alguma forma, em mais cinco anos, poderemos não ter energia suficiente para manter qualquer um dos instrumentos científicos [das sondas] ligados".

De qualquer forma, o sucesso do programa Voyager é incontestável, e supera as expectativas, mesmo para os padrões da NASA. "Certamente estamos surpresos, mas também maravilhosamente empolgados com o fato de que elas [ainda funcionam]", disse Stone. "Quando as duas Voyagers foram lançadas, a Era Espacial tinha apenas 20 anos, então era difícil saber na época que qualquer coisa poderia durar mais de 40 anos". Também é impressionante a longevidade dos instrumentos a bordo das sondas.

O estudo dos pesquisadores Iowa é um dos cinco artigos sobre a Voyager 2 publicados na Nature Astronomy, e todos confirmam a passagem da sonda para o espaço interestelar, com detalhes sobre as características da heliopausa.

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Como grandes empresas da tecnologia estão colaborando com a indústria da saúde

Nov 5, 2019

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Grandes empresas de tecnologia estão se envolvendo cada vez mais com a bilionária indústria da saúde. Muitas delas têm visto seus números se estagnarem ou até mesmo caírem nos modelos atuais de negócios, então essas companhias estão lançando mais e mais serviços relacionados à saúde de seus usuários como forma de abocanhar uma parcela deste mercado lucrativo.

Amazon, Google e Microsoft, por exemplo, estão focadas na expansão da assistência médica, mirando estratégias de venda de softwares e serviços de computação. Cada companhia vem trabalhando no aprimoramento da assistência médica com base em seus conhecimentos em tecnologia, algumas vezes aplicando os resultados inicialmente em seus funcionários.

Entenda os esforços de cada uma:

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Amazon

Em 2018, a Amazon adquiriu a empresa de farmácia online PillPack, que envia medicamentos aos clientes pelo correio, e recentemente comprou também a startup Health Navigator.

Além disso, a companhia vem trabalhando na criação de serviços de saúde exclusivos para seus funcionários com o Amazon Care. Através da iniciativa, os funcionários da sede em Seattle podem fazer consultas virtuais ou em domicílio com médicos, recebendo ainda a entrega de medicamentos em casa.

Imagem: Reprodução Apple

A Apple vem trabalhando com recursos de saúde no Apple Watch, principalmente, e no seu aplicativo Saúde. Com o relógio inteligente, usuários podem fazer o monitoramento da frequência cardíaca, buscar por ritmos cardíacos fora do padrão e, em atualização mais recente, também fazer o rastreamento do ciclo menstrual.

No app Saúde, usuários podem compartilhar seus dados com a companhia para o monitoramento frequente, com a possibilidade ainda de sincronizar essas informações com registros de hospitais, como vacinação, resultados de laboratório, alergias, entre outros.

Imagem: Reprodução

Em 2018, a Apple contratou cardiologistas e obteve a aprovação do Food and Drug Administration (FDA), órgão de regulamentação dos Estados Unidos, para o uso da tecnologia de eletrocardiograma no seu relógio inteligente.

A companhia vem ainda trabalhando ao lado de planos de saúde norte-americanos, criando aplicativos de acompanhamento da saúde. Funcionários da Apple também têm direito a clínicas exclusivas.

Facebook

A empresa de Mark Zuckerberg está trabalhando no ramo da saúde ao desenvolver ferramentas de monitoramento, além do incetivo à comunidade para doações de sangue. Quem está por trás das iniciativas é o cardiologista Freddy Abnousi, que trabalha como chefe de pesquisas em saúde na companhia.

Em outubro deste ano, o Facebook lançou nos Estados Unidos uma ferramenta chamada Preventive Health, que também funciona com o incentivo aos usuários para procedimentos de exames regulares, mostrando ainda opções de como marcar consultas e locais que podem ser visitados para esses testes. De acordo com a empresa, os dados coletados não são compartilhados com terceiros, apenas com a equipe responsável.

Imagem: Reprodução Google

Em janeiro deste ano, o Google contratou David Feinberg como vice-presidente da divisão Google Health. Desde então, o executivo vem liderando uma equipe que trabalha na coordenação de iniciativas de saúde, desde o sistema de busca e mapas, até para o Android e áreas de inteligência artificial. Em uma conferência realizada em outubro, Feinberg revelou que o primeiro objetivo principal da sua equipe será a supervisão de como pesquisas relacionadas à saúde surgem, trabalhando no aprimoramento ao lado da equipe de buscas do Google. A equipe de Feiberg também trabalha com inteligência artificial pelo Google AI e pelo DeepMind Health, que busca a análise de imagens médicas, como escaneamentos oculares e de células de câncer de mama, com o objetivo de ajudar no diagnóstico e tratamento.

A empresa também está oferecendo o Google Cloud para serviços de contratos em nuvem com os sistemas de saúde, como com a clínica Mayo, que firmou parceria com a companhia em setembro.

A Alphabet, empresa que comanda o Google, também vem investindo no braço Verily, que envolve projetos de robótica para o monitoramento de açúcar no sangue como forma de tratar a dependência. Além de tudo isso, na última sexta-feira (1º), o Google oficializou a compra da Fitbit por US$ 2,1 bilhões — a FitBit fabrica pulseiras fitness que acompanham tanto a prática de exercícios físicos, quanto a saúde do usuário.

Imagem: Reprodução Microsoft

Após algumas tentativas nada bem sucedidas que entrar na indústria da saúde, como a ferramenta HealthVault, que acabou sendo encerrada, a Microsoft está investindo em grandes parcerias. Ao lado de companhias renomadas do mercado da saúde, como a rede de farmácias Walgreens, a Microsoft vem disponibilizando seus serviços em nuvem e software, além de projetos para facilitar o acesso à saúde no futuro.

Uber

O aplicativo de caronas Uber também está investindo na colaboração com a saúde. A companhia vem trabalhando ao lado da LogistiCare, uma forma de transporte de saúde que pode facilitar cerca de 60 milhões de viagens por ano. Com isso, a expansão do serviço pode chegar às áreas rurais, visto que pessoas mais velhas e que precisam de mais cuidados acabam vivendo nessas regiões.

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Já pensou em trabalhar só 4 dias por semana e produzir 40% mais? A Microsoft já!

Nov 5, 2019

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Um experimento feito na subsidiária japonesa da Microsoft provou uma coisa que deixará qualquer trabalhador com um sorriso estampado no rosto: a de que uma jornada de trabalho de apenas 4 dias por semana é bom tanto para o trabalhador quanto para os negócios da empresa.

O teste fez parte do projeto Work-Life Choice Challenge, uma experiência feita na empresa durante o período de verão (que, no Japão, ocorre entre julho e setembro) como forma de testar se é possível garantir não apenas uma melhor qualidade de vida para o trabalhador, como também aumentar a produtividade e a criatividade deles no período em que ficam na empresa — tudo isso ao diminuir a quantidade de dias trabalhados.

Além de trabalhar por apenas quatro dias, o experimento também colocou um limite de meia hora para qualquer reunião no período, encorajando que os funcionários se comunicassem de maneira remota. E a ideia foi um sucesso: no geral, a produtividade da empresa aumentou 40% no período, e essa diminuição também se traduziu em uma diminuição das despesas: por diminuir a quantidade de reuniões e fechar o escritório na sexta-feira, o número de páginas impressas diminuiu em 58,7% quando comparado com o mesmo período do ano anterior, e o consumo de eletricidade também caiu em 23,1%.

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A Microsoft não é a primeira companhia a fazer esse tipo de experiência e conseguir bons resultados: Andrew Barnes, fundador da Perpetual Garden (empresa de planejamento imobiliário da Nova Zelândia) afirmou que também já conduziu um experimento do tipo com seus funcionários, em que todos trabalharam apenas quatro dias por semana — e os resultados foram tão positivos que, desde então, a companhia adotou oficialmente este cronograma.

Esta é uma ideia antiga

A ideia de uma menor jornada de trabalho não é algo novo, e remonta desde a década de 1930, quando os Estados Unidos passavam pelo período conhecido como A Grande Depressão, que foi umas das maiores crises econômicas da história do país. Naquela época, o economista John Maynard Keynes já previa que, dentro dos próximos cem anos, a jornada de trabalho diminuiria para cerca de 15 horas semanais, ao invés das mais de 40 horas praticadas na época.

Keynes chegou nessa conclusão ao presenciar a Revolução Industrial de sua época, com a invenção das linhas de produção de Henry Ford. Ele assumiu então que, conforme a tecnologia fosse evoluindo e o Homem fosse encontrando maneiras de tornar o trabalho mais efetivo, assim que o trabalhador já tivesse produzido o suficiente para bancar suas necessidades, ele escolheria ter mais tempo para se dedica à família ou a outras atividades que o interessavam, o que iria diminuir a jornada de trabalho para algo entre dois ou três dias por semana.

A ideia continuou no imaginário popular durante algumas décadas e, em 1956, Richard Nixon, que na época era o vice do general Dwight D. Eisenhower, previu que uma jornada de trabalho de apenas quatro dias durante a semana seria algo possível em um futuro não muito distante.

Mesmo assim, a primeira vez que a ideia foi retomada de forma séria foi em 1998, quando a França reduziu a jornada de trabalho no país para 35h semanais como forma de reduzir o desemprego do país, que na época estava em 12%. A mudança foi um sucesso e, mesmo que o país tenha passado por mudanças ao longo dos anos, incluindo mudanças de partidos na presidência (fazendo com que hoje a jornada semanal se encontre mais próximo de um período anterior a 1998), a mudança serviu de base para que muitos países revissem suas próprias políticas referentes à quantidade de horas semanais trabalhadas.

Com as transformações causadas pelas tecnologias do século XXI, como robôs e o uso de IAs, está surgindo uma disrupção em toda a organização do trabalho, assim como as linhas de produção de Ford mudaram toda a organização dos meios de produção no começo do século XX, e diversos analistas defendem que uma diminuição da carga horária seja algo necessário para nosso tempo.

Um desses defensores é o bilionário Richard Branson, conhecido por ser o fundador do grupo Virgin (do qual faz parte a Virgin Galactic, empresa que quer tornar o turismo espacial uma realidade). Em uma postagem de janeiro de 2018 no blog de sua empresa, Branson defende que, se o trabalhador hoje consegue trabalhar por uma quantidade menor de horas e ser igualmente (se não mais) efetivo, não há motivo para obrigá-lo a cumprir uma carga horária que não condiz com a realidade do trabalho dele. Ele afirma ainda que o maior desafio será que, para aproveitar melhor a maior quantidade de tempo livre, esse trabalhador deverá ganhar mais (mesmo que trabalhe por menos tempo), mas que isso é algo que as empresas devem conseguir balancear e chegar a um meio termo que seja bom para todos.

Caso de sucesso

Ainda que diversos países da Europa estejam discutindo sobre as possibilidades de se diminuir a carga horária de seus trabalhadores, o melhor experimento sobre o tema aconteceu na Nova Zelândia com a já citada Perpetual Gardens.

Entre março e abril de 2018, a companhia conduziu um experimento que reduziu a jornada de trabalho de 40h semanais (5 dias) para 32h semanais (4 dias) para todos os seus 240 empregados. A companhia ainda contratou uma dupla de pesquisadores para que os resultados do experimento pudessem ser apresentados de forma quantitativa, e os resultados provam que a ideia foi um sucesso para todos os envolvidos.

No lado dos funcionários, os benefícios foram óbvios: a satisfação geral das pessoas com o trabalho aumentou em 5%, o stress dos funcionários caiu em 7%, e 24% deles afirmaram que, pela primeira vez, sentiam que estavam conseguindo equilibrar suas vidas pessoais com o andamento da carreira.

Essa melhoria na vida dos funcionários foi imediatamente refletida na empresa: ao contrário do que muitos esperavam, a diminuição de um dia na jornada de trabalho de todos não afetou em nada a produtividade de cada um dentro da companhia. Como se sentiam mais motivados, os funcionários enrolavam menos em suas atividades e tinham muito mais vontade em bater suas metas, além de, no geral, trabalharem com um humor melhor e se mostrarem mais criativos na resolução de problemas.

Assim, a Perpetual Gardens conseguiu provar que a produtividade de uma empresa não está ligada apenas à quantidade de horas trabalhadas, mas também à qualidade de vida dos funcionários e o quão bem eles se sentem dentro da empresa — e, desde então, a jornada de quatro dias se tornou algo oficial na companhia.

Vantagens de uma jornada semanal de 4 dias

Como toda ideia inovadora, a redução na jornada de trabalho possui algumas vantagens e desvantagens claras. Uma das vantagens é um aumento na produtividade: além do experimento da Perpetual Gardens, outros experimentos conduzidos neste sentido (como o da Microsoft) mostram um aumento da produtividade ao se diminuir a carga horária semanal, como forma de se compensar pelo dia “perdido”. E esse aumento pode ser ainda maior quanto mais se diminui a jornada, com outros estudos mostrando que pessoas com mais de 40 anos atingem uma produtividade máxima quando trabalham entre 25h e 30h por semana.

Esse aumento na produtividade se deve principalmente a fatores como um melhor uso do tempo de trabalho pelos funcionários (que passam a fazer menos pausas, passar menos tempo navegando nas redes sociais e fazer menos atividades que não influenciam em nada para a contagem de metas, como organizar reuniões) e pelo aumento da satisfação do profissional com o seu trabalho, que passa a exercer com muito mais gosto.

Essa ênfase pela eficiência também acaba aproximando as diferentes equipes da empresa, já que todos precisam cooperar para que as metas sejam atingidas em um tempo menor, o que acaba fazendo com que todos melhorem sua capacidade de trabalhar em equipe. Isso acaba criando também mais inovações para os processos da empresa, porque esses funcionários estarão sempre pensando em novas maneiras de tornar seu trabalho mais efetivo e rápido.

E há também, claro, uma redução nos custos operacionais: ao funcionar durante apenas quatro dias, todos os custos de manutenção do escritório (água, luz, tinta e papel para a impressora, etc) diminuem em cerca de 20%, fazendo com que a empresa lucre mais não apenas no aumento da produção, mas também com a diminuição de seus custos.

Desvantagens da jornada semanal de 4 dias

Apesar das várias vantagens, há algumas desvantagens claras para este modelo. Uma delas é que ele não é aplicável para todas as empresas: negócios que precisam funcionar durante 24h (como hospitais, postos de gasolina, farmácias, etc) fazem com que a jornada de 4 dias seja algo impraticável, pois seria necessária a contratação do dobro de funcionários para se manter a mesma produção.

Outro problema que pode acontecer também é de que os próprios trabalhadores, com o passar do tempo, acabem não achando mais a ideia tão interessante. Um estudo feito na Holanda sobre a redução da jornada de trabalho revelou que cerca de 1,5 milhão de pessoas gostariam de trabalhar por mais horas, mas não havia essa possibilidade. Outro caso ocorreu na França, onde, apesar da diminuição da jornada semanal para 35h, muitos trabalhadores acabavam precisando ficar 39h ou 40h toda semana para dar conta do serviço — o que aumentou o custo das empresas, já que esses trabalhadores passaram a ganhar hora extra sempre que excediam as 35h semanais.

E esse é justamente o maior desafio para este tipo de experimento: ele pode acabar ficando caro demais para alguns empresários. Isso foi mostrado em um experimento de redução de jornada que aconteceu na Suécia, onde a jornada foi reduzida de 40h semanais para 30h semanais. Enquanto o salto na produtividade foi o suficiente para que muitas empresas se mantivessem sem problemas, outras não conseguiram se adequar, e as 30h mostraram-se muito pouco para as necessidades da companhia, obrigando a contratação de mais pessoas, o que, por sua vez, aumentou os custos operacionais.

Mesmo assim, muitos analistas acreditam que o maior empecilho para a redução da jornada de trabalho é a mentalidade ocidental de que “tempo é dinheiro”, na qual as empresas, ao perceberem que um trabalhador consegue fazer seu trabalho em um tempo menor do que o combinado, ao invés de presenteá-lo por sua produtividade e dar-lhe mais tempo livre, acabam o “punindo” por ser um ótimo funcionário ao aumentar a carga de trabalho dele, já que ele provou ser capaz de fazer mais atividades em seu tempo de trabalho.

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Uber cresce, mas suas ações caem após apresentar receita do último trimestre

Nov 4, 2019

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O mercado de mobilidade urbana está aquecido há algumas temporadas, e a concorrência da Uber, que inicialmente cresceu assustadoramente e tomou conta do setor, agora é bem mais acirrada. Por isso a pressão pelos resultados tem sido muito maior, ainda mais após a abertura do capital em maio deste ano. Na apresentação dos resultados do terceiro trimestre, mesmo com uma discreta alta, seus papéis foram negociados com uma queda de 6% em relação ao valor de estreia.

De acordo com o relatório, o lucro por ação caiu 0,68%, mais do que os 0,63% esperados pelos analistas. A receita entre julho e setembro ficou em US$ 3,8 bilhões, diante de uma projeção de US$ 3,4 bilhões. O lucro líquido total cresceu para US $ 1,1 bilhão, ou 18% a mais que no mesmo período de 2018. Os números vieram de um total de 1,7 bilhão de viagens, a partir de 103 milhões de condutores ativos.

Números mostram boa alta dos serviços Eats e Freights (Imagem: Reprodução/Business Insider)

As reservas brutas, uma importante medida da indústria do total de recebimentos de passageiros antes de certas despesas — como motoristas pagantes —, cresceram 29% em relação ao mesmo período do ano passado, para US$ 3,7 bilhões.

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"Nossos resultados neste trimestre demonstram decisivamente a crescente lucratividade do nosso segmento de corridas. Estamos satisfeitos por ver o impacto que a contínua liderança de categoria, maior disciplina financeira e uma mudança em todo o setor em direção a um crescimento mais saudável causam em nosso desempenho financeiro”, disse o CEO Dara Khosrowshahi em comunicado à imprensa.

Uber Eats continua com crescimento rápido

Se o mercado de MaaS (Mobilidade como Serviço) segue em alta, o de entregas cresce ainda mais rápido em todo o mundo. A receita do Uber Eats, um dos segmentos mais prósperos da empresa, exibiu alta de US$ 392 milhões no trimestre, um aumento de 105% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ainda, o serviço de frete de cargas Uber Freight, que vem ganhando mercado de forma voraz nos Estados Unidos e no Canadá, agora inclui mais de 50 mil transportadoras. Embora os números sejam positivos, há uma certa expectativa do mercado em relação às concorrentes, especialmente a Lyft, que, na semana passada, superou todas as estimativas de Wall Street — embora a resposta dos investidores também tenha sido bastante morna.

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Hackers podem invadir assistentes digitais usando um laser; Entenda!

Nov 4, 2019

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Pesquisadores em segurança cibernética estão alertando a todos quanto a um risco em potencial de que hackers usem lasers para controlar assistentes digitais. Ao apontar lasers com uma frequência específica para um aparelho equipado com esses assistentes (como os da linha Echo da Amazon, Google Home, HomePod da Apple, etc), ou outros aparelhos que utilizem microfones MEMS, é possível desbloqueá-los e com isso destrancar carros, abrir portas de garagem, acender luzes e muito mais.

Relatado pela Ars Technica, o ataque é conhecido como Light Commands e foi descoberto pelos professores Takeshi Sugarawa, da Universidade de Tóquio, e Kevin Fu, da Universidade de Michigan. Com o método, é possível hackear, à distância, diferentes sistemas e aparelhos, incluindo assistentes populares como Siri, Google Assistant e Alexa, desde que o invasor tenha linha de visão para os microfones do dispositivo.

Os ataques funcionam a partir de um laser de baixa potência apontado para sistemas ativados por voz, que permite que os atacantes injetem comandos de sua escolha a uma distância de 110 metros. Como esses sistemas geralmente não exigem que os usuários se autentiquem, o ataque pode ser realizado sem o uso de senhas ou PIN. Mesmo quando os sistemas exigem autenticação para determinadas ações, isso pode ser burlado por meio de inúmeros testes até acertar o PIN, pois muitos dispositivos não limitam o número de suposições que um usuário pode fazer.

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Como começou?

Os primeiros testes para a descoberta começaram com Sugarawa: sua equipe apontava um laser de alta potência para o microfone de seu iPad, testando diferentes intensidades, enquanto a equipe de Fu usava um par de fones de ouvido e acompanhava o som que o microfone do iPad captava.

Em determinada frequência, Fu detectou um tom agudo diferente quando o microfone do iPad converteu inexplicavelmente a luz do laser em um sinal elétrico, exatamente como faria com o som. O teste de desbloqueio mais tarde foi aplicado em smartphones e speakers inteligentes como Amazon Echo, Google Home e Facebook Portal, usando lasers para "falar" silenciosamente com qualquer computador que recebesse comandos de voz. E a surpresa é que alguns desses gadgets responderam.

"É possível fazer os microfones responderem à luz como se fosse som", diz Sugarawa, de Michigan. "Isso significa que qualquer coisa que atue nos comandos de som funcionará nos comandos de luz".

Assistente virtual inteligente pode ser desbloqueado por lasers, segundo pesquisa Entende os testes

Em meses de experimentação, os pesquisadores descobriram que, quando apontavam um laser para um microfone com uma intensidade específica, a luz de alguma forma acionava os mecanismos internos do microfone, caso estivessem nessa mesma frequência. O posicionamento não precisava ser preciso: em alguns casos, eles simplesmente inundavam o dispositivo com luz.

Quando eles usaram um laser de 60 miliwatts para "falar" comandos a 16 diferentes alto-falantes inteligentes, smartphones e outros dispositivos ativados por voz, eles descobriram que quase todos os speakers inteligentes registravam os comandos a 50 metros de distância. Dessa forma, poderiam ser controlados, ativando ou desligando os aparelhos que estivessem conectados, já que não precisavam de autenticação. Já os smartphones se saíram melhores nos testes: um iPhone e dois aparelhos com Android só puderam ser acionados a uma distância de 10 metros, mas, como seu debloqueio depende de mais variantes, não puderem ser destravados totalmente.

Em um segundo experimento, os pesquisadores testaram os limites de potência e alcance de sua técnica, diminuindo para um laser de 5 miliwatts, equivalente a um laser comum. A equipe descobriu que podiam novamente controlar o Google Home e o Echo Plus. Já em outro teste, eles transmitiram com sucesso seus comandos a laser através de uma janela para o microfone do Google Home, dentro de um prédio a cerca de 90 metros de distância. Os comandos de "voz" carregados naquele feixe de laser seriam totalmente silenciosos, de acordo com os pesquisadores.

Enquanto assistentes de voz normalmente dão uma resposta audível, um hacker poderia enviar um comando inicial que diminui o volume para zero. Embora não tenham testado isso especificamente, os pesquisadores também sugerem que um invasor pode usar comandos para acionar o "modo silencioso" da Amazon, que permite ao usuário falar comandos e receber respostas em um tom abafado, por exemplo.

Justificativa

A dupla de professores ainda não chegou a uma conclusão sobre como um microfone pode interpretar um sinal de luz como som, e se recusaram a especular a respeito dessa mecânica fotoacústica.

Mas pelo menos dois mecanismos físicos diferentes podem tornar possíveis os comandos da luz, conforme argumenta Paul Horowitz, professor emérito de física e engenharia elétrica de Harvard e co-autor de The Art of Electronics. Primeiro, um pulso de luz do laser pode aquecer a parte interna do microfone, o que expandiria o ar ao redor dele e criaria um aumento na pressão, assim como o som. Em outra hipótese, Horowitz pensa que, se os componentes dos dispositivos de destino não forem totalmente opacos, a luz do laser poderá ultrapassar o microfone e atingir diretamente o chip eletrônico que interpreta suas vibrações em um sinal elétrico.

Horowitz diz que isso pode resultar no mesmo efeito das células solares, que transformam a luz em eletricidade, o que poderia facilmente fazer com que o laser seja processado como um comando de voz.

Alto-falante inteligente é desbloqueado com laser (Fonte: Wired/ Universidade de Tóquio/ Universidade de Michigan) Como se proteger

Alguns dispositivos oferecem proteções de autenticação que podem frustrar um hacker acompanhado de um laser. Os iPhones e iPads exigem que o usuário prove sua identidade com o TouchID ou o FaceID antes de, por exemplo, fazer uma compra. Na maioria dos assistentes de voz de smartphones, as "palavras de alerta" que iniciam um comando de voz devem ser pronunciadas na voz do proprietário do telefone, o que dificulta muito que um ataque a laser tenha sucesso, mesmo que consiga acionar os seus sensores.

Alto-falantes inteligentes como o Amazon Echo e o Google Home, no entanto, não possuem essa autenticação por voz, e, como se trata de uma limitação de fábrica, nenhuma atualização deve ser capaz de corrigi-la. Com isso em mente, os pesquisadores sugerem algumas correções temporárias, como exigir um número de PIN falado antes que os assistentes de voz executem os comandos mais sensíveis. Eles também orientam ajustes nos próximos lançamentos, como a criação de uma proteção de luz ao redor do microfone ou a escuta de comandos de voz vinda de dois microfones, posicionados em diferentes lados do dispositivo, que podem ser difíceis de acertar simultaneamente com um laser.

Sobre os testes, um porta-voz do Google afirmou que estão "analisando atentamente este trabalho de pesquisa" pois "proteger nossos usuários é fundamental, e estamos sempre procurando maneiras de melhorar a segurança de nossos dispositivos". Já um porta-voz da Amazon escreveu em um comunicado que "estamos revisando esta pesquisa e continuamos a nos envolver com os autores para entender mais sobre seu trabalho". A Apple se recusou a comentar e o Facebook não respondeu imediatamente.

Até que essas correções ou alterações de design cheguem, uma solução é deixar sua assistente virtual escondida — ou pelo menos longe da janela.

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CT News 04/11/2019 (Motoristas fakes de Uber e 99 são alvo da Polícia Civil)

Nov 4, 2019

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Motoristas fake investigados pela Polícia Civil // Falha no Windows usada para minerar criptomoedas // Samsung fecha setor de processadores // Huawei pode voltar a fazer negócios com os EUA // Microsoft lança app mobile do Office integrando Word, Excel e PowerPoint

Ouça ao podcast.

Nave da Boeing que levará astronautas dos EUA à ISS passa por teste de segurança

Nov 4, 2019

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A Boeing prepara o primeiro lançamento de sua nave CST-100 Starliner para dezembro, e corre para realizar todos os testes em tempo. Nesta segunda-feira (4), foi feito um teste para verificar se o sistema de abortagem está pronto para garantir a segurança da nave e de sua tripulação caso haja problemas durante o lançamento.

Foram precisos apenas 95 segundos para testar se a cápsula consegue chegar intacta ao solo em uma situação de emergência. Ou seja, foi um teste de abortamento da missão, que aciona um sistema emergencial para a eventualidade de o foguete se separar da cápsula ou apresentar algum outro defeito durante a decolagem.

.@BoeingSpace’s #Starliner spacecraft soared through a critical safety milestone in a major test of its launch abort system this morning. Lots of data analysis ahead, but we are one big step closer to flights with crew! pic.twitter.com/VDWSRt0g34

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— NASA Commercial Crew (@Commercial_Crew) November 4, 2019

Para isso, um sistema de paraquedas foi instalado, além de um airbag que se abre na parte de baixo. Assim, a nave perde velocidade enquanto cai, além de ter uma aterrissagem suave. Um dos paraquedas não se abriu, mas os dois restantes deram conta do recado durante este teste. A nave se separa do foguete com um motor de propulsão que vai levá-la a uma distância segura antes de acionar os “freios” para a queda.

A Starliner foi desenvolvida para levar até sete pessoas para a ISS e depois trazê-las de volta à Terra. Resta saber, agora, se a falha em um dos paraquedas vai atrasar o cronograma, ou se a previsão do primeiro lançamento orbital para dezembro será mantida.

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Como a tecnologia está ajudando pessoas com autismo no Brasil

Nov 4, 2019

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Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), há aproximadamente 70 milhões de pessoas com autismo em todo o mundo, sendo 2 milhões somente no Brasil. Estima-se que uma em cada 88 crianças apresenta traços de autismo, com prevalência cinco vezes maior em meninos. “O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que se dá por conta de desordens durante a fase do desenvolvimento cerebral. É importante ressaltar aqui que o autismo não é uma doença. Perpetuar esse termo só dá força aos preconceitos que envolvem o transtorno”, explica a Dra. Milene Rosenthal, psicóloga e co-fundadora da Telavita, uma plataforma de consultas online.

Segundo a psicóloga, o autismo afeta comunicação, cognição, aprendizado e relacionamentos. Por exemplo: pessoas autistas, dependendo do grau do transtorno, não gostam de ser tocadas e têm enorme sensibilidade ao barulho e sons ao redor, então atividades que parecem comuns para quem não tem o transtorno acabam representando um verdadeiro desafio para os autistas. Por isso, é vital entender qual o grau de autismo dessa pessoa e quais desafios ela enfrenta. Se ela tem problema na fala, por exemplo, é importante saber qual o melhor meio de se comunicar com ela e, para isso, a informação através de especialistas treinados é o caminho. “A orientação psicológica é essencial não só para pessoas com autismo, mas também para quem cerca esse indivíduo. Afinal, a inclusão acontece quando você se empodera de informações para acolher o outro, entender os limites e as dificuldades. Será que a pessoa com autismo está gritando por birra? Será que não é um meio de comunicação que eu preciso compreender? Todo esse entendimento leva tempo e é complexo, mas é vital que ele seja levado ao maior número de pessoas possíveis”, Milene afirma.

A psicóloga também enfatiza que o tratamento, quando realizado adequadamente e desde cedo, ajuda a diminuir os sintomas e possibilita um melhor desenvolvimento e aprendizagem ao paciente. “Os procedimentos devem ser adotados por todos os envolvidos, tanto na educação através das terapias, quanto pela família. Uma família bem informada e preparada para compreender e atender as necessidades de quem possui o transtorno, é o grande pilar para a construção das características, identidade e potencial dessa pessoa”, ressalta.

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Além disso, segundo a profissional, o acompanhamento psicológico envolve o controle da raiva, processamento sensorial, teleprática, análise de comportamento aplicada, terapia assistida por animais e terapia comportamental. Não podemos esquecer que a fonoaudiologia é fundamental para os casos em que a comunicação é comprometida. O uso de medicamentos antipsicóticos pode ser prescrito para alguns casos, mas somente especialistas podem fazê-lo. Os casos de autismo podem ser tratados por psiquiatras, neurologistas, pediatras e fonoaudiólogos. Milene acrescenta que o diagnóstico do autismo pode ser dado a partir da primeira infância, mas nada impede que muitas pessoas só o recebam na idade adulta. Isso, inclusive, é muito comum nos casos de autismo leve. É por isso que o acompanhamento psicológico para todos é fundamental, pois o psicólogo percebe se o paciente pode estar dentro do espectro e faz o encaminhamento para um neurologista. 

Mas e quanto à tecnologia? Será que ela dispõe de alguma ferramenta para ajudar as pessoas diagnosticadas com autismo da mesma forma que pode auxiliar pessoas com depressão ou com deficiência? De acordo com Milene, a tecnologia pode ser uma grande aliada para as pessoas dentro do espectro autista e para os pais e pessoas que convivem com elas. “Uma pessoa autista com dificuldade de comunicação pode não saber se expressar verbalmente, mas um aplicativo que mostre figuras de sentimentos, reações, entre outros, pode ser uma poderosa ferramenta de expressão para que aquele indivíduo faça parte do meio. O autismo é só um jeito diferente de ver o mundo, e nós precisamos estar prontos para acolher da melhor maneira possível”, diz a psicóloga. Com isso em mente, trouxemos alguns exemplos de como a tecnologia pode fornecer um suporte para essas pessoas.

App ajuda estudantes com autismo

No Colégio Pauliceia, em São Paulo, pelo menos 30% dos alunos possuem algum tipo de deficiência. Dessa fatia, a maioria apresenta quadro de autismo. O colégio oferece a utilização de tablets para a comunicação alternativa, com um aplicativo de comunicação por símbolos chamado Snap Core First. Basicamente, o app conta com um suporte de palavras básicas. Ele está disponível para download gratuito, mas há também uma versão paga, mais completa.

“A compreensão da diversidade implica em entender que as pessoas são diferentes, que têm necessidades específicas que precisam ser atendidas diferentemente. Defendemos o modelo de inclusão da pessoa com autismo baseada em Análise do Comportamento Aplicada. Nesse modelo, a pessoa responsável elabora, em conjunto com a escola, um currículo adaptado, levando em consideração o currículo típico e o conhecimento de repertório da criança com autismo. Idealmente, esse currículo adaptado é aplicado pelo AP (acompanhante personalizado) que atua integrado ao professor”, conta Carmen Lydia Trunci, a diretora do colégio.

Carmen defende que os professores e toda a equipe de uma escola inclusiva devem lidar com quem tem autismo da mesma forma que lidam com todos os alunos, respeitando a diversidade e entendo como uma possibilidade de evolução para todos. “Todas as crianças se beneficiam de um processo de inclusão bem direcionado, pois se colocar no lugar do outro e fazer para ele o que gostaríamos que fizessem conosco faz toda diferença na nossa formação. Quando o respeito à diversidade é trabalhado como um valor importante na instituição, percebe-se que as pessoas envolvidas se tornam solidárias e dificilmente ocorrem situações de bullying. Quando ocorre alguma situação dessa natureza, o importante é reiterar os princípios e trabalharmos com limites claros, de forma a favorecer o crescimento do grupo”, completa a diretora.

Movimento Web Para Todos

O Web para Todos consiste em um ponto de encontro entre as organizações, desenvolvedores e pessoas com deficiência com o objetivo de mobilizar a sociedade para a causa da acessibilidade digital, e contribuir para transformar a web brasileira em um ambiente inclusivo para todos. Na plataforma online do Movimento, há compartilhamento de experiências (boas e ruins) que as pessoas com deficiência tiveram ao navegar em sites brasileiros – a partir desses relatos, os especialistas entram em contato com as organizações para conscientizá-las sobre a questão e direcioná-las à área de Educação da plataforma. Além disso, há também consultorias especializadas para adequar sites, aplicativos e outras plataformas digitais para a navegação de pessoas com deficiência. No próprio site, há pesquisas e artigos em torno não só do autismo, como outros transtornos também.

“Nós associamos acessibilidade quando vamos estacionar e vemos vagas para pessoas com deficiência, ou quando vemos um cadeirante tentando se movimentar pela cidade. Mas acessibilidade é muito mais que isso”, aponta Thiago Sarraf, especialista em e-commerce e embaixador do Movimento Web para Todos. “Quem tem epilepsia ou autismo pode sofrer convulsões dependendo das cores usadas na tela. A tela não pode ser pequena para quem tem dificuldade de enxergar. Deixar disponível apenas a opção de ligar não é bom para quem tem deficiência auditiva”, completa. Ele ainda defende que a acessibilidade é um esforço coletivo, e que é necessário pensar em vários tipos de deficiência e dificuldades que a pessoa possa ter, como o daltonismo, que é um tipo de deficiência visual. "É um mundo completamente novo que a gente precisa trabalhar”. 

Inteligência artificial detecta autismo Robô interage com pacientes

O professor Anselmo Frizera Neto, membro do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) desenvolveu uma pesquisa de inclusão de pessoas com déficit cognitivo, que possui aplicação de robótica e Inteligência Artificial. Trata-se de um dispositivo para detectar o autismo, usando o método de aprendizagem de máquina, onde o sistema é alimentado com dados dos exames de pacientes com suspeita da doença. Após processar as informações, o algoritmo avalia se a pessoa possui ou não autismo. Em um ambiente monitorado por câmeras e sensores, um robô interage com a criança. Cada reação é avaliada pelo sistema, que indica potenciais sintomas, possibilitando o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

O professor conta que a ideia do projeto surgiu durante uma banca de doutorado da qual participou no Programa de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas na UFES. Ao ver como era feita a avaliação e os trabalhos de pesquisa com crianças com autismo, usando tecnologias atualmente disponíveis (como a eletroencefalografia ou a ressonância magnética funcional) e as grandes dificuldades de compatibilizar tais tecnologias com o conforto da criança durante a avaliação, foi discutido se não haveria outra forma de medir os parâmetros de interesse. Segundo Frizera, a alternativa deveria ser menos invasiva e mais transparente para o paciente, de forma a obter informação sem as dificuldades atualmente encontradas.

"Então pensamos em realizar medições do foco de atenção visual usando câmeras escondidas no ambiente durante a intervenção com psicólogos treinados. De forma complementária, pensamos ainda em desenvolver um pequeno dispositivo robótico que apoiasse o profissional da saúde durante as intervenções. E, assim, começamos a trabalhar na ideia, sem financiamento específico para tal fim", relembra.

Para Frizera, qualquer tecnologia que venha a ser desenvolvida para melhorar a qualidade de vida das pessoas têm importância extrema. "No entanto, o impacto pode ser ainda maior se direcionamos os nossos esforços de pesquisa e desenvolvimento para apoiar as pessoas com necessidades especiais e encontrar formas de melhor incluí-las na sociedade", afirma o professor. Por fim, ele ainda observa que o foco é no desenvolvimento e validação do conceito/protótipo e que ainda faltaria a participação de empresas que pudessem comercializar e levar tais desenvolvimentos para o mercado.

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Rumor | Apple estaria desenvolvendo "Apple Glass" junto com a Valve

Nov 4, 2019

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Nesta segunda-feira (4), surge mais um rumor sobre o tão aguardado headset de realidade aumentada (RA) da Apple: de acordo com o site DigiTimes, a empresa estaria desenvolvendo o equipamento em parceria com a Valve (companhia de videogames famosa pela criação da Steam e de jogos como Half Life, Portal e Left 4 Dead) e que ele seria lançado no mercado no segundo semestre de 2020.

Os rumores sobre esse suposto aparelho da Apple já têm circulado há anos pela imprensa, e existem desde antes de outubro de 2017, quando Tim Cook anunciou que ainda demoraria alguns anos para que o headset de RA da companhia (que é referido pelo nome não-oficial de Apple Glass) fosse lançado, já que a tecnologia ainda não estava no padrão Apple de qualidade.

A persistência desses rumores, mesmo dois anos depois da declaração, mostra que a Apple realmente está interessada neste tipo de tecnologia e, neste caso, fazer uma parceria com uma empresa que já tem experiência nesse nicho faz todo o sentido. Afinal, a Valve já possui o seu próprio headset de realidade virtual, o Valve Index, e ambas as empresas já trabalharam juntas para fazer com que alguns jogos da App Store também fossem compatíveis com headsets VR.

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Mesmo assim, ainda não é possível cravar com certeza que esse aparelho irá mesmo sair do papel, já que a Apple tem um histórico recente de “matar” projetos de longa data que a própria empresa confirma que estão em desenvolvimento antes deles chegarem às lojas — como aconteceu com o AIrPower, o carregador sem fio da empresa que conseguiria carregar até dois dispositivos ao mesmo tempo.

Por isso, mesmo que a parceria entre as empresa faça sentido, não é possível garantir nada até que o aparelho seja anunciado oficialmente, com data de lançamento e tudo.

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ASUS libera Android 10 para o Zenfone 6 no Brasil

Nov 4, 2019

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O Zenfone 6 chegou no Brasil há pouco tempo, e já começa a ser atualizado para o Android 10, a mais recente versão do sistema do Google. A atualização foi liberada globalmente, incluindo o nosso país, mas chega em lotes.

Ainda há poucos modelos além dos Pixel com o Android 10 e, apesar de a Asus ter ficado conhecida no passado como uma das mais demoradas no quesito atualizações, desta vez é uma das primeiras, seguindo o que já aconteceu nos últimos dois anos.

Aliás, uma das mudanças do modelo mais recente da companhia é que o software não sofre mais as pesadas mudanças na ZenUI, que não deixa de oferecer alguns recursos extras não presentes nos dispositivos Pixel, mas descartou as alterações de visual para acelerar os updates.

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De acordo com o changelog da nova versão, há apenas a adição de uma navegação totalmente gestual. Mas, claro, o modo escuro nativo e outras novidades do Android 10 também estão inclusas.

SIM É OFICIAL:
ZenFone 6 recebendo Android 10.

Tenham calma, será distribuído em lotes e no começo é mais lento e depois acelera. Isto é feito de propósito para entender se tudo corre bem nos primeiros lotes de atualização. 😉🙏🏻

Marque aqui seu amigo que comprou um #ZenFone6

— Marcel Campos (@marcelcampos) November 3, 2019

O diretor de marketing global da ASUS, Marcel Campos, explicou no Twitter que a atualização OTA começa aos poucos e acelera com o tempo. Então, se o seu dispositivo ainda não notificou a disponibilidade do update, é só aguardar.

O firmware, de número 17.1810.1910.63, traz a ZenUI 6, pesa cerca de 810 MB e ainda não está disponível no site da ASUS.

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Free Fire | Alok será personagem jogável do game a partir desta terça-feira (5)

Nov 4, 2019

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Os mundos da música e dos games sempre tiveram boa convergência. Quem não se lembra de Revolution X, clássico game da era dos 16 bits, ou até mesmo das consagradas franquias Guitar Hero, RockBand e Just Dance? Dessa vez, essa parceria foi levada a um outro nível pelo pessoal do Free Fire e por um dos DJs mais famosos do momento: o brasileiro Alok. Ele será um personagem jogável do battle royale mais baixado dos dispositivos móveis a partir do dia 5 de novembro. O anúncio foi feito durante evento que aconteceu nesta segunda-feira (4), em São Paulo, na presença do próprio Alok, além de Harold Teo, produtor da Garena, e de Fernando Mazza, Publishing Manager da Garena.

O nome certo

Para Harold Teo, produtor global da Garena, o DJ era a pessoa certa para fazer essa parceria, uma vez que a Garena já estava com planos de expandir seu alcance e retribuir a comunidade de alguma maneira devido ao tamanho sucesso do game. "Nós escolhemos o Alok porque ele está completamente imerso no universo de Free Fire e pode nos ajudar com nosso objetivo de expandir a marca para outros públicos", comentou Teo, em entrevista coletiva.

Entrevista Coletiva da Garena para o anúncio da parceria com Alok/ Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech

E a participação de Alok não será apenas com sua imagem. O DJ estará dentro do game como personagem jogável a partir de amanhã (5). Assim que o jogador adquirir o "boneco" de Alok, a música "Vale Vale", um dos últimos hits do DJ, tocará assim que a batalha começar. Além disso, Alok tem poderes diferenciados para auxiliar os jogadores nas partidas: ele será capaz de curar e deixar os companheiros de equipe mais rápidos. Roupas e óculos do DJ, além de um emote com sua comemoração característica também estarão disponíveis no jogo, mas estes de maneira gratuita.

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"Topei participar deste projeto com o pessoal da Garena porque ele é genuíno. Sempre que me perguntam qual o tipo de superpoder eu escolheria, seria o da cura. Então, eu participei da confecção do meu personagem em todos os detalhes e ele foi pensado minuciosamente, retratando todas as minhas características", explicou Alok, em entrevista para o Canaltech.

Imagem: Garena

Fã confesso do jogo, Alok ressaltou, ainda, como Free Fire faz parte de sua vida atualmente. "A minha vida é uma verdadeira loucura, com mais de 25 shows por mês, e vi no Free Fire a chance de voltar para o mundo dos games. Hoje, qualquer espaço de 20 minutos é suficiente para que eu jogue uma partidinha — e isso me alivia demais nos dias de stress", revelou.

Caracterização de Alok no Free Fire/ Imagem: Garena

Além de sua entrada no game como personagem jogável, Alok também produziu um clipe em homenagem ao jogo com a música "Vale Vale". Foi revelado, também, que o DJ fará uma apresentação especial durante as finais mundiais de Free Fire, que acontecerão no dia 16 de novembro, no Rio de Janeiro.

 

O preço da expansão de Alok ainda não foi revelado.

Atitude gigante

Os jogadores de Free Fire que adquirirem o personagem de Alok, além de usufruir das habilidades do DJ e de ouvir suas músicas, também estarão ajudando ao próximo. Isso porque, por exigência do próprio Alok, parte da renda que for obtida com a venda do seu personagem será destinada à caridade em todos os países em que Free Fire estiver presente. "É uma maneira que encontramos de ajudar as pessoas por meio dos games e acredito que essa ação com o Free Fire terá bastante impacto", comentou Alok.

Globalmente, a entidade parceira será a YCAB Foundation, uma empresa social com a qual a Garena trabalhará lado a lado para preparar jovens do sudeste da Ásia com as habilidades e conhecimentos necessários para aproveitar oportunidades na economia digital. Já no Brasil, Alok ainda está escolhendo qual será a ou as entidades assistidas.

Campeonatos chegando

No próximo sábado (9) será realizada a final da terceira temporada Pro League Brasil. As equipes B8, Black Dragons, Corinthians, Easy Gaming, God e-Sports, INTZ, Lendários, Los Maniacos, LOUD, paiN Gaming, RED Canids e Ryze Xcry lutam pela premiação de R$ 35 mil e uma vaga no Free Fire World Series 2019, a final mundial da categoria, que também será disputada no Rio de Janeiro e que reunirá as 12 melhores equipes a nível global.

O Canaltech fará a cobertura completa dos campeonatos e contará tudo para vocês.

Leia a matéria no Canaltech.

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Análise | Seria o Philips SHB2505 UpBeat o fone nosso de cada dia?

Nov 4, 2019

Description:

A correria do dia a dia deixa a gente louco com tanta tralha para carregar de casa para o trabalho, e do trabalho para casa. E se você é desses que colocam tudo numa mochila, pegam o transporte público ou via app e só vai ver o que colocou (e o que esqueceu) de fato quando chega no escritório ou na empresa, certamente já pensou em simplificar seus objetos. Bom, para os amantes de música que não dispensam uma trilha sonora diária, uma solução bacana seria investir em fones discretos, práticos e com custo relativamente ok — além, claro, de ter um estojinho de carga sempre à mão.

Resumimos aí a premissa do Philips UpBeat SHB2505, modelo truly wireless lançado neste ano pela marca aqui no Brasil. Já adiantando: este é um fone para quem precisa de praticidade no cotidiano, sem abrir mão de curtir podcasts e músicas nem atender a ligações com mais facilidade, com um resultado sonoro bem ok pelo valor que se paga nele, porém sem perfumaria e extras que elevariam o seu custo. Mas falaremos detalhadamente sobre isso e outros tópicos adiante, neste review. Vamo lá?

Design & Ergonomia

Miudinho, bonitinho, leve e discreto — será que os SHB2505 vão aguentar o tranco e te fazer boa companhia sem machucar os ouvidos durante algumas horas de uso?

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Bom, à primeira vista, a impressão que se tem do modelo é que ele não teve um custo muito alto de produção, já que tem um visual bastante plástico, com emendas evidentes e, acima de tudo, é bem levinho, ficando alocado em um setor de fones intermediários, sem muitos frufrus. O case de carga que acompanha os fones também leva essas características: apesar de não ser pequeno (nem grande demais), é frágil e muito leve, enquanto, ao mesmo tempo, é bem charmoso e conta com leds indicadores de carga para quando você coloca/tira os fones dos slots de carga ou pluga o case num computador para recarregar sua bateria interna. O estojo tem fechamento magnético, assim como acontece quando você coloca os fones dentro dele para carregar.

Eis os fones e seu case de carga (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Entendemos que a Philips não quer atingir uma parcela muito exigente de usuários com este modelo in-ear fechado, completamente sem fios. O acabamento dos buds fica aquém da média, entretanto eles contam também com led indicador de conectividade logo abaixo da logo da Philips, em cada lado. De formato ovalado, superfície brilhante e tamanho bem discreto, são fones ideiais para quem quer comunicação rápida e simplificada com o celular e usar em todo lugar, em buds que trazem somente o básico e pronto.

Os fones têm em seu corpo um pequeno ganchinho de borracha que se encaixa na volta da orelha para conferir mais estabilidade a quem usa, não dando aquele medo constante de que vão se desprender e cair no vão da plataforma do metrô ou na rua, por exemplo. Aliás, com três jogos de ponteiras de silicone (P, M e G), o conjunto todo ganha muito mais estabilidade que fones como os AirPods, da Apple, por exemplo.

Apesar de não impressionarem pelo design e nem pela construção, são fones bem legais para o que se propõem a fazer, principalmente focando num público-alvo dentro dos millennials, principalmente, que quer música aonde quer que vá. Ah, e lembrando: são fones resistentes a água, podendo ser usados na academia ou durante a prática de exercícios ao ar livre — mas nem pense em tomar banho ou nadar com eles.

O SHB2505 é pequenininho, muito discreto, quase imperceptível — e bem firme na orelha (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Bateria

Fones para o dia a dia precisam ter uma bateria que se preze, certo? Os SHB2505 estão um pouco abaixo da média nesse quesito, trazendo uma autonomia de 3h a 3,5h de playtime. O lado bom da coisa é que temos um case para emergências, que traz 9 horas adicionais para salvar seu dia, completando cerca de 12 horas, ao todo, no conjunto. Isso é incrível? Não, não é nada extraordinário perto do que temos disponível no mercado hoje em dia, mas lembrando que, se a Philips está mirando naqueles que querem fones pela praticidade, esse não será um grande problema.

Infelizmente, não há um recurso de quick charge, ou carga rápida, aqui. Então, considere que, se você usa os fones tocando música durante uma hora por dia, terá carga individual para até 3 dias. Mas você não vai sair por aí sem levar o case na mochila ou na bolsa, então... basta estar sempre com ele e o cabinho USB do lado (o conector do case, aliás, é micro USB). Os 4 leds do estojo ajudam a entender quando é hora de plugá-lo no computador.

Não é um fone ideal para atravessar longas horas de viagem curtindo música sem parar. Aliás, ele não é voltado para longos períodos de escuta.

Close no case! (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Conectividade

Apesar de termos aqui um modelo que ainda traz conectividade micro USB (em vez de USB-C, em pleno 2019), por outro lado temos Bluetooth 5.0 para uma comunicação sem fios de primeira. A conexão com o telefone é lisa, sem gargalos, principalmente para aqueles que não desgrudam do celular nem para tomar banho. Já para quem precisa deixar o celular tocando num cantinho enquanto levanta para fazer alguma coisa longe dele, pode ser que o Bluetooth não segure a estabilidade. A comunicação rola da seguinte forma: o celular (tablet, computador, etc.) envia o sinal para o fone da esquerda e para o fone da direita, individualmente, garantindo canais mais nítidos de cada lado.

Em nossos testes, os fones se saíram muito bem durante atividades domésticas, passeios com cachorro e trabalho no home office. No entanto, perderam conexão com pouco mais de 10 metros e sem barreiras em caminhada ao ar livre — que foi quando o iFood tocou a campainha e, em linha reta, caminhei até o portão, deixando o telefone onde eu estava. A música começou a repicar e os fones indicaram perda de conectividade.

Não há, aliás, nenhum aplicativo dedicado da Philips para você mexer ou melhorar o áudio dos fones. Muito menos outro tipo de conexão, como cabeada, por serem fones in-ear e bem pequeninos. É Bluetooth 5.0 para comunicação com o celular, computador ou tablet e micro USB no case para recarga. Ponto.

Um ponto legal é que os fones, depois de pareados pela primeira vez, se conectam automaticamente ao dispositivo. Basta abrir o case ao lado do seu smartphone e a conexão acontece automaticamente — primeiro no fone da esquerda, depois no da direita. Aí é só por na orelha e dar o play.

Controles

Os pequenos contam com um botão físico de cada lado, sob a logo da Philips, podendo efetuar alguns controles simples enquanto você está ouvindo música ou recebe uma chamada no meio-tempo. Pressionando uma vez o botão, você pausa ou reproduz uma faixa, em ambos os lados. No fone da direita, pressionar e segurar por cerca de dois segundos avança uma faixa. O mesmo procedimento no fone da esquerda faz retroceder uma faixa.

Tá vendo a logo da Philips? Ela é um botão físico que executa comandos simples (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Em chamadas, pressionar uma vez (seja qual for o lado) atende a chamada. Pressionar e segurar o botão faz a ligação ser cancelada. Simples assim.

Áudio

Antes de separarmos essa parte da análise em frequências e dar um resumo do "overall", vamos falar de uma característica legal dos fones: como truly wireless (TWS), cada um dos buds tem uma conexão independente, o que traz um resultado mais legal no Bluetooth, com separação de canais mais nítida e limpa, como comentamos acima.

A Philips colocou drivers de 6 mm em cada bud, ou seja... já dá para esperar o que você vai ter como resultado sonoro, aqui. Como são fones voltados a uma grande fatia de usuários que não se preocupa tanto assim com alta definição de frequências mas, ao mesmo tempo, faz questão de um grave legal, podem ser uma boa escolha no segmento intermediário e se tornarem o grande jack of all trades, vulgo pau para toda obra, sem um investimento astronômico que vai te fazer sangrar pelos bolsos.

Graves

O que você vai ouvir no SHB2505 é um som bacana, com graves levemente "pimpados" para agradar principalmente ao público jovem, mas nada extraordinário nem que o destaque. O fone aguenta bem o tranco na maioria dos estilos e traz graves agradáveis, que respeitam frequências vizinhas, enquanto soam mais suaves que profundos na grande maioria dos estilos, ou seja, nada de bufarem nos ouvidos. Para o dia a dia, é até legal poder contar com fones que entregam esse nível de áudio sem muita firula. Mesmo quem quer escutar música eletrônica na hora da malhação pode se beneficiar dos graves do SHB2505, pois eles têm um ganho legal.

Em Bad Romance, da Lady Gaga, há uma "briga" entre o baixo sintetizado e o contrabaixo elétrico, e essas frequências acabam se mesclando e tornando-se uma só. Nos fones, elas são bem perceptíveis, sem se embolar nos médio-graves. É um resultado satisfatório, principalmente levando em consideração o valor dos fones. Mesmo em músicas mais suaves, porém rica em instrumentos, como Home, de Edward Sharpe & The Magnetic Zeros, a quantidade de graves não chega a impressionar, mas é harmônica e na medida para o tipo de público que a Philips quer alcançar com o modelo. O baixo fretless que faz a base da música é leve, e chega igualmente suave aos ouvidos. Presente? Sim! Marcante? Não mesmo.

Médios

Na mesma faixa, Home, percebemos uma ênfase maior em médios e uma certa falta de definição nessa frequência — algo melhor percebido no refrão "Home, Let me go home, home is wherever I'm with you", principalmente quando entra o fraseado de "metais", que vem fraquinho e com pouca presença. Essa faixa, especialmente, tem muitos instrumentos gravados em muitas trilhas, e boa parte deles de frequência média. Vários vocais, guitarra, violão, piano e metais tocando ao mesmo tempo acabam se tornando um pouco embolados no modelo da Philips. O final da música também soa atrapalhado em toda a gama média. Claro que essa percepção é subjetiva e não afetará ouvidos não-audiófilos, visto que as vozes estão bem localizadas na mixagem e não vão perder nem um pouco de presença no resultado.

Em Comfortably Numb, do Pink Floyd, temos um resultado diferente, pois a música, pelo menos no começo, traz menos instrumentos competindo entre si — apesar de que a voz de Roger Waters é belamente harmonizada com uma base harmônica de guitarra e teclados muito bem posicionados na mixagem. Em termos de médios, o resultado, nessa canção, é melhor, já que o ganho da voz é consideravelmente maior que o da orquestração do refrão (onde, aí sim, entram vááárias faixas de instrumentos de cordas, teclados, sopro, violão e backing vocals). A faixa do Pink Floyd soa bacana e vai agradar a maioria das pessoas que preferem um som legal nos ouvidos com mobilidade e discrição, ao invés de um som de altíssima definição em um headphone grandalhão. E ah, não nos esqueçamos do solo: a guitarra de David Gilmour chega cintilante, bonita, nas notas médias. Até que nas agudas também, principalmente quando a orquestração cresce na base do solo dele. Mas, respeitemos: a banda tem masterizações e mixagens impecávels.

Agudos

Para fechar a análise de frequência, vamos dizer o seguinte: agudos existem, mas não em nível satisfatório. Os fones não trazem muito brilho nem abertura para chimbais, percussões de meia lua, pífanos, sons sibillantes e pratos, principalmente. É uma frequência aparentemente comprimida, mas lembre-se que temos aqui drivers de 6 mm em fones fechados de segmento intermediário, ou seja... não dá para esperar um milagre. O resultado não poderia ser diferente. Para arrematar essa percepção, vamos de Soul Bossa Nova, clássico de Quincy Jones que embalou de programas de futebol, passando a trilha de filme do Woody Allen e chegando a jogo de videogame. É desafiador para qualquer fone reproduzir bem essa gravação (remasterizada) de 1962, que traz uma chuva de flautas, pífanos, cuíca e uma percussão super enfática. Ou seja: agudos "a dar com pau", até mesmo nos metais. Soul Bossa Nova soa embolada no SHB2505, porque o fone não dá a ambiência necessária para reproduzir os agudos sem que eles se misturem enquanto a música cresce. O piano que faz a base, por exemplo, some. Os pífanos e flautas são engolidos pelos metais (sax, tuba, trompetes e trombones). A bateria está ali, presente, constante, acompanhada de maracas, meias-luas e vários itens agudos da percussão. Todos recuados. O solo de flauta perde expressão para a base de tuba marcando como baixo. Então o que temos aqui são agudos murchos, que são facilmente atropelados por médios, médios-agudos e até graves. Tudo bem, a música é uma prova de fogo.

Vamos para uma mais fácil: Oingo Boingo, Stay — um clássico nos anos 1980. As gravações dessa década tendem a ser mais ricas em médios e médios-agudos, o que se confirma nos fones da Philips. Vocais, teclados, bateria (eletrônica, claro) e guitarra atropelam a marcação de chimbal e as notas mais altas cantadas. A música inteira soa abafada, falta ambiência e brilho. Então, sim, a faixa de agudos é a mais mirrada deste fone, que naturalmente traz um corte considerável dessas frequências. A menos quando a música tem uma mixagem beeeem bombada de agudos, como é o caso exeplificado pelo refrão de Friday I'm In Love, do The Cure, com a percussão. Mas a música soa plástica, nada natural.

Os pequeninos na palma da mão (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) Isolamento passivo de ruído

Não pense que estes intra-auriculares fechados vão te trazer um bom nível de isolamento do mundo exterior, porque não vão. A proteção contre ruídos externos é bem básica e você vai, sim, em volume médio, ouvir seu cachorro latir, os carros passarem, o pessoal do metrô conversar, o gato miar, seus colegas de trabalho baterem papo etc. Não vai ouvir é a chuva caindo do lado de fora, o barulho do ventilador ou ruídos agudos e ambientes do gênero. Talvez a Philips não tenha "caprichado" mais nesse quesito para A) manter níveis de conforto mais altos; e B) deixar que os fones sejam versáteis a ponto de serem usados por quem está na rua, seja caminhando ou pedalando, e quer ouvir o que acontece ao redor. Aí é legal.

Microfone

Apesar de toda a praticidade envolvida, usar os foninhos para fazer ligações no seu dia a dia não passa de um quebra-galho, uma função que a Philips botou nos fones para que eles não ficassem para trás da concorrência nem te deixassem na mão quando seu telefone tocasse. Então temos aqui um microfone médio, mas que funciona em situações de emergência. A sensibilidade do componente é ruim, sua voz soa magrinha através dele... como se você estivesse falando de um celular de entrada, dos mais baratinhos. Dá para ouvir e conversar? Opa, claro que dá! E em ambientes movimentados, tipo no metrô? É melhor você usar o microfone do celular, mesmo.

Pelo preço que se paga nos fones, é bem ok, na verdade. Para atender a uma ligação no escritório, gravar e enviar um áudio no WhatsApp ou Telegram e fazer chamadas em locais tranquilos, quebra um bom galho.

Nos nossos testes aqui no Canaltech, as impressões que tivemos variaram de "você está falando dentro de uma caixa?" a "parece que você está num banheiro pequeno e fechado". O povo aqui não perdoa... mas, tecnicamente, é um microfone razoável, quebra um galho e deixa sua voz um pouco abafada, enlatada. Mas até que dá para falar no handsfree, sim. Ah, e nada de assistentes de voz integrados, aqui. É enxuto.

Preço e onde comprar

O valor do SHB2505 varia de R$ 430 a R$ 500 no e-commerce nacional. Pelo valor, os fones sem fio são bastante honestos, estando à venda em várias lojas online e também nas físicas.

Specs Resposta: 20 Hz a 20 kHz Tamanho do driver: 6 mm Sensibilidade: 90 dB Entrada de potência máxima: 5 mW Impedância: 16 ohms Bluetooth: 5.0 Bateria: 3 horas de playtime + 9 horas de carga no case O que tem na caixa Caixa do SHB2505 + apetrechos, fora os manuais (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

A caixinha dos UpBeat é pequena e simples, trazendo o básico:

Philips SHB2505 Estojo de recarga Cabo micro USB Manuais Três pares de ponteiras de silicone Veredicto

O SHB2505 é bem um fone UpBeat, como o próprio nome indica, ou seja, voltado a um público que curte um som mais enérgico, com mais ênfase nos graves que nas demais frequências e ideal para quem dispõe de pouco tempo, pouco espaço na mochila e quer total liberdade sem fios — desprezando apetrechos muito grandes, como fones over-ear ou on-ear.

São fones ok, com construção razoável e preço idem. Nada extraordinário, também nada mal. Pelo valor, são fones in-ear honestos e entregam o que prometem: pareamento automático, conveniência. praticidade, bom som, conforto e establidade, podendo inclusive serem usados por quem pratica exercícios e sua bastante.

A bateria pode desapontar quem precisa de mais tempo de autonomia dos fones fora do case, mas se esse não for o seu caso, ter um estojo de recarga com mais uma boa dose de nove horas extras é um ponto interessante a se considerar na hora da compra. É guardar no estojo e ganhar carga.

Um intermediário sem fios que pode ser um bom parceiro para quem quer praticidade e mobilidade (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Aqui vai um comentário sincero: vários fones chineses genéricos dão conta do recado ou são até melhores em especificações do que o modelo que testamos hoje. Mas a qualidade sonora do UpBeat é legal e os fones podem ser seus próximos aliados, caso você não queira gastar rios de dinheiro em modelos da Apple ou da Samsung, por exemplo. Para quem quer uso diário e versatilidade, sem exigir muito de qualidade e alta definição, são uma boa escolha — tanto para o escritório, quanto para a academia ou mesmo para trabalhos domésticos ou escritório, principalmente por serem TWS. Então, para esses fins, o SHB2505 pode ser o fone de cada dia de muita gente.

Considerando a relação custo-benefício: para o design e ergonomia, nota 8. Para a construção, nota 6,5. Para o áudio, nota 7. E para a bateria... nota 7, também.

Leia a matéria no Canaltech.

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Russos, de novo: IA dedo-duro desenha o que uma pessoa está olhando

Nov 4, 2019

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Cuidado para onde você olha! Bom, pelo menos quando estiver perto da mais nova invenção russa. Pesquisadores do Instituto de Física e Tecnologia, de Moscou, e da empresa Neurobotics desenvolveram um software com Inteligência Artificial que desenha o que uma pessoa vê em tempo real, a partir da leitura e da decodificação de suas ondas cerebrais.

O mais impressionante nisso tudo é que a técnica não é invasiva e capta as informações através de um da eletroencefalografia (EEG), método que usa uma espécie de capacete com eletrodos colocados no couro cabeludo do indivíduo.

Resultados obtidos em invenção russa com IA (Fonte: Grigory Rashkov / Neurobotics)

"Os pesquisadores pensavam que estudar os processos cerebrais via EEG era como descobrir a estrutura interna de um motor a vapor, analisando a fumaça deixada por um trem", disse o pesquisador Grigory Rashkov em comunicado à imprensa. “Não esperávamos que ele contivesse informações suficientes para reconstruir parcialmente uma imagem observada por uma pessoa" afirma Rashkov, a partir dos resultados positivos dos testes, publicados na bioRxiv.

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Entenda a invenção

Na primeira etapa da pesquisa, cada participante assistiu, durante 20 minutos, aos fragmentos de um vídeo com 10 segundos de duração, usando os capacetes com eletrodos. O assunto de cada fragmento se enquadrava em uma de cinco categorias, e os pesquisadores descobriram que podiam dizer para qual categoria de vídeo um participante estava assistindo — apenas analisando seus dados de EEG.

Para a próxima fase da pesquisa, os cientistas desenvolveram duas redes neurais. Eles treinaram uma para gerar imagens em três das categorias testadas, a partir de "ruído" visual, e a outra para transformar dados obtidos com EEG em ruído que pudesse ser comparável. Quando combinadas, as IAs conseguiram desenhar imagens surpreendentemente precisas do que uma pessoa estava vendo, em tempo real.

A invenção vai no caminho contrário de outros experimentos, como “as interfaces neurais invasivas previstas por Elon Musk que enfrentam os desafios de cirurgias complexas e deterioração rápida devido a processos naturais — elas oxidam e falham dentro de vários meses", afirma Rashkov. Com uso mais simples, a proposta dos pesquisadores russos pode ser muito mais popular. Pelo menos é que eles acreditam.

A seguir, confira os testes do projeto de Moscou:

 

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Cientista brasileiro cria robô controlado por movimentos humanos

Nov 4, 2019

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Um dos maiores entraves para a criação de robôs é o movimento: a não ser que se utilize rodas ou esteiras, é difícil criar um robô que tenha a mesma capacidade de movimento de um humano, e principalmente que consiga se adaptar às mudanças de terreno do ambiente. Mesmo as IAs mais avançadas não conseguem ainda responder em tempo real à mudanças bruscas no terreno (como, por exemplo, a aparição de um obstáculo que não havia sido previamente mapeado). E, enquanto opções arquitetônicas simples de se encontrar em qualquer lugar (como escadas ou desníveis) podem ser o suficiente para impedir o avanço de um robô “de rodinhas”, os robôs bípedes baseados na movimentação humana ainda não conseguem se garantir sozinhos em terrenos acidentados, pois não possuem os reflexos necessários para ajeitar suas passadas e o centro de gravidade do corpo de forma a se adequar a tempo às irregularidades do terreno.

É por isso que pesquisadores da Universidade de Illinois e do MIT (Massachussets Institute of Technology) estão desenvolvendo o Little HERMES, um robô controlado por movimentos humanos. O projeto foi publicado na última quarta-feira (30) na revista Scientific Robotics, e é liderado pelo brasileiro João Ramos, que iniciou a carreira acadêmica na PUC-Rio, na cidade do Rio de Janeiro. O Canaltech bateu um papo com ele e conta mais sobre o projeto.

O Little HERMES não é o primeiro robô a ser controlado por movimentos humanos, mas o que o difere de outros sistemas do tipo é o fato de ele ser o primeiro a trabalhar com um tipo de controle bidirecional. Isso quer dizer que não é apenas o operador humano que envia comandos para o robô, mas o robô também envia para o operador aquilo que ele está “sentindo” — um sistema parecido com o que vemos em filmes como Pacific Rim ou Jogador Número Um.

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Robô Little HERMES imitando os movimentos do operador (Imagem: TechCrunch)

De acordo com Ramos, esse sistema funciona colocando-se o operador em cima de uma placa de pressão, vestido com uma espécie de exoesqueleto composto de diversos sensores e um colete com tecnologia force feedback. Esses sensores emitem os sinais do movimento feito pelo operador para o robô, que os processa levando em conta o centro de gravidade da máquina, e então imita o mesmo movimento feito pelo operador. Essa operação é feita em questão de milisegundos, e a resposta é praticamente instantânea.

Ao mesmo tempo, a placa de pressão e o colete com force feedback permitem que o controlador humano sinta melhor o terreno por onde o robô está passando, permitindo um controle mais preciso sobre o tipo de movimento que deve ser feito. Outra vantagem do sistema é que, como a resposta do robô aos comandos é praticamente instantânea, ele pode se aproveitar dos reflexos superiores dos humanos, resultando em uma performance melhor em terrenos complicados de se navegar — como, por exemplo, os destroços de um prédio.

Feito para salvar vidas

 

Ramos revela que a ideia da criação do Little HERMES surgiu após o desastre na Usina de Fukushima, centro de geração de energia elétrica através da energia nuclear que explodiu no Japão em 2011. Ainda que o evento tenha sido uma catástrofe impossível de se prevenir, já que aconteceu porque a usina foi atingida por um terremoto seguido de um tsunami, os especialistas acreditam que um robô capaz de se mover nos escombros poderia ser uma peça fundamental para evitar danos. Por exemplo: se um robô conseguisse entrar dentro da usina e ligado o sistema de refrigeração até um dia depois da catástrofe, praticamente todo o dano causado pelo vazamento de material radioativo teria sido evitado.

Foi pensando neste tipo de situação que o Little HERMES foi criado: com cerca de 60 cm de altura, ele foi projetado para conseguir se movimentar facilmente em áreas de escombros, podendo ajudar não apenas a adentrar locais com enorme quantidade de radiação e impedir desastres maiores, como até mesmo ajudar nas buscas por sobreviventes presos em destroços de acidentes mais "comuns".

Depois de aperfeiçoar o Little HERMES, o próximo passo da pesquisa será transferir o mesmo tipo de controle para o HERMES, um robô muito parecido mas que possui um tamanho mais próximo ao de um humano, e que poderá ser usado para qualquer atividade de alto risco para nós — como resgatar pessoas em incêndios ou em minas de carvão abandonadas. Há ainda as possibilidades de uso comercial, já que robôs controlados por humanos podem ser muito úteis para a construção civil, praticamente acabando com qualquer risco ao qual os trabalhadores dessas área estão sujeitos.

Além de transferir o mesmo sistema de controle para um robô maior, Ramos afirma que o grupo dele também tem interesse em introduzir outros tipos de tecnologia que possam facilitar a imersão do controlador nas atividades do robô — como óculos de realidade virtual e de realidade aumentada, que permitiriam que o operador humano “fosse” o robô que ele controla. Outra possibilidade vista com bons olhos é o uso de sistemas neurais para este tipo de controle, o que permitiria que os robôs fossem controlados até mesmo por pessoas que não possuem pernas ou braços funcionais. Aliás, isso também aumentaria as possibilidades de uso dessas máquinas, como “corpos virtuais” para pessoas com deficiências, amputações e limitações físicas.

Mas, ainda que todas essas tecnologias estejam nos planos da equipe, Ramos ainda acha muito cedo começar a pensar nessas possibilidades. Primeiro, é necessário acertar a transição do controle bidirecional para um robô com dimensões mais próximas do corpo humano antes de se pensar em utilizar controles neurais e óculos de realidade aumentada.

Sistema híbrido x IA

Para aqueles que acompanham as novidades no mundo da tecnologia e da robótica, o trabalho de Ramos pode parecer estar “nadando contra a maré”, pois enquanto mais e mais pesquisas são feitas para a criação de robôs autônomos, o cientista trabalha em um sistema onde a existência de robôs não irá excluir a necessidade humana.

Ramos afirma que, ao contrário do que possam pensar, ele não possui nenhum problema com sistemas de IA ou com a ideia de criação de uma máquina totalmente autônoma. E um dos motivos que ele cita para o estudo do hibridismo é a possibilidade de se chegar a resultados concretos de forma mais rápida, com as ferramentas que temos hoje.

Isso porque, por mais avançados que sejam os nossos atuais algoritmos de IA, eles ainda estão muito aquém do que é necessário para termos um robô totalmente autônomo. Ele cita como exemplo a ideia de um robô criado para abrir portas: essa máquina hipotética possui um banco de dados com dez mil tipos de fechaduras diferentes e cada movimento que ele precisa fazer para abri-las. Mas, se algum dia ele se deparar com um modelo de fechadura que não exista na sua programação, ele simplesmente não saberá o que fazer.

Isso acontece porque os nossos sistemas de IA atuais conseguem apenas obedecer a comandos pré-estabelecidos, mas não possui a capacidade de se adaptar ao desconhecido no ato - capacidade essa que é algo inerente dos humanos. Ao contrário do robô, caso uma pessoa se defronte com um tipo de fechadura que ela nunca viu na vida, ela conseguirá usar seu conhecimento prévio de como as outras portas que ela conhece funcionam para determinar um jeito de abrir esta. E este processo, que é muito simples para um humano, por enquanto ainda é impossível para uma máquina.

É por isso que os sistemas híbridos podem ser tão importantes, pois permitiriam utilizar todas as vantagens de um robô sem suas limitações de máquina, já que com um humano no comando, o raciocínio ocorre mais "liso" a qualquer situação imprevisível.

E, claro, isso sem contar os dilemas éticos. Um dos maiores dilemas do avanço da robótico é o fato de que robôs autônomos tornariam os humanos obsoletos em diversas áreas do mercado de trabalho, pois as máquinas conseguiriam trabalhar por mais tempo, com menos erros e sem a necessidade de salário, férias ou benefícios trabalhistas, possivelmente criando uma enorme quantidade de desempregados nas grandes cidades. O uso de robôs controlados por sistemas híbridos poderia ser uma saída para isso, pois garantiria algumas das vantagens do uso de máquinas (como menor número de acidentes e maior produtividade) sem realmente acabar de vez com a necessidade de trabalhadores humanos.

Mas tudo isso são conjecturas para um futuro que ainda não sabemos exatamente como será. E, o que temos certeza hoje, é que um cientista brasileiro está nos mostrando uma nova possibilidade de para onde a robótica pode nos levar. Quem sabe essa não será a base para a tecnologia usada na criação de robôs gigantes que irão proteger a Terra de ameaças alienígenas?

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Google libera primeira atualização para o Pixel 4

Nov 4, 2019

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Todo lançamento de smartphone é a mesma coisa: em pouco tempo, pipocam na internet relatos de bugs ou funcionalidades que não estão 100%. O Google Pixel nunca foi uma exceção, e um dos maiores problemas é a instabilidade na taxa de atualização da tela, o que interfere na suavidade das animações do sistema.

Apesar de ter uma tela com taxa de 90 Hz, o Pixel 4 saiu de fábrica com um problema que reduz essa taxa para 60 Hz sempre que o brilho fica abaixo de 75%. O Google explicou que era pra ser assim mesmo: com o brilho alto, taxa de atualização maior; brilho mais baixo, menor taxa de atualização.

“Projetamos o Smooth Display para que os usuários pudessem usufruir dos benefícios de 90 hz para melhorar as interações da interface do usuário e o consumo de conteúdo, além de preservar a bateria quando taxas mais altas de atualização não são críticas, diminuindo para 60 hz”, disse um representante ao site The Verge.

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“Algumas dessas situações incluem: quando o usuário ativa o economizador de bateria, certos conteúdos, como vídeos (geralmente gravados a 24 ou 30fps), e até várias condições de brilho ou ambiente”, explicou, prometendo, no entanto, uma atualização para permitir que a taxa de atualização a 90 Hz seja utilizada em mais condições de brilho.

O pacote de novembro de 2019 chegou para toda a família, incluindo seis patches diferentes, e a ampliação do uso dos 90 Hz é um deles. E, assim como algumas melhorias de câmera, é uma das atualizações exclusivas da linha Pixel 4.

Há ainda algumas melhorias em áudio para outros dispositivos Made by Google, enquanto o suporte a controle Bluetooth do Xbox foi adicionado para todos desde o Pixel 2.

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Adobe Photoshop finalmente está disponível para iPad

Nov 4, 2019

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Quase um ano após a realização do anúncio, a versão do Photoshop para iPad finalmente chegou. A Adobe utilizou seu blog oficial par anunciar a versão 1.0. O aplicativo foi redesenhado para o contexto de um dispositivo móvel e inclui muitas das principais ferramentas do Photoshop para desktop. Durante o anúncio, a Adobe diz que esta primeira versão é apenas a linha de partida.

A Adobe observa, ainda, que mais recursos serão adicionados ao longo do tempo. O aplicativo para iPad é construído com a mesma base de código que o Photoshop na área de trabalho. A empresa também está focada em seu novo formato de arquivo PSD Cloud, que permite aos usuários sincronizar edições entre o tablet e a área de trabalho, e espera incentivar os usuários a hospedar suas criações do Photoshop na nuvem daqui para frente.

O Photoshop no iPad está disponível apenas para clientes da Creative Cloud

Os PSDs em nuvem significam o compromisso da Adobe com sua nova geração de aplicativos para tablets, incluindo Fresco e Aero, que suportam o novo formato de arquivo. Os PSDCs serão salvos automaticamente à medida que os usuários trabalham e podem ser salvos em outros locais de armazenamento na nuvem que não sejam a Creative Cloud. Os usuários podem usar o Photoshop em seus iPads ou desktops offline, com edições sendo armazenadas em cache no dispositivo até que se conectem novamente à Internet.

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O aplicativo possui uma barra de ferramentas à esquerda, com pincel, tipo, carimbo de clone, pincel de recuperação. Os painéis de camada estão à direita, juntamente com as ferramentas para edição de fotos, como brilho, contraste, matiz, saturação e níveis. Também existem painéis para fazer ajustes de imagem com máscaras de camada, gradientes e modos de mesclagem.

O Photoshop no iPad está disponível apenas para clientes da Creative Cloud, o que significa que está incluído se eles já estão pagando por um plano com o Photoshop. Caso contrário, os usuários terão que fazer a assinatura, sendo que o plano mais barato, que inclui o Lightroom e o Photoshop, custa US$ 9,99 (em torno de R$ 40).

App de Photoshop para iPad tem funções mais comuns, para suprir a necessidade dos usuários

Por ser um aplicativo móvel, Jenny Lyell, gerente de produto do Photoshop, diz que a Adobe planeja atualizar o Photoshop para o iPad em um ritmo muito mais agressivo do que com os aplicativos atuais da Creative Cloud para desktop. Isso dá à equipe mais tempo para receber feedback dos usuários e adicionar novos recursos gradualmente. "Não vamos tentar obter 30 anos de recursos e descarregá-los em um cliente totalmente novo, em uma plataforma totalmente nova, desde o primeiro dia", diz Belsky. “Em vez disso, vamos repensar a evolução de alguns desses recursos", conclui.

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Após trapaça, famoso youtuber é expulso de Fortnite e fãs protestam com hashtag

Nov 4, 2019

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Série de banimentos em Fortnite continua e, agora, mais um jogador é expulso do game por trapaça. O britânico Jarvis Kaye, membro do time FaZe Clan, revelou em um vídeo do YouTube que foi banido do jogo após utilizar software proibido na plataforma.

Kaye disse a seus quase 2 milhões de seguidores no canal de vídeos que não sabia que tais ações levariam ao seu banimento. "Tudo o que eu pensava enquanto fazia esses vídeos era o quão divertido e interessante eles seriam para vocês assistirem", defende.

Youtuber em depoimento sobre seu banimento do jogo Fortnite (Fonte: Reprodução/ Youtube Jarvis)


“Nem me passou pela cabeça pensar que eu poderia ser banido do Fortnite por toda a vida por causa desses vídeos. Só quero deixar claro que é a primeira vez que faço algo assim e é claro que nunca fiz isso em um modo de jogo competitivo.”

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Entenda o caso

Jarvis Kaye foi banido do jogo, após ter sido flagrado usando o software Aimbots, que é uma das maneiras mais populares de trapacear no Fortnite, pois permite aos jogadores atirarem em seus concorrentes com alvo automático, aumentando a precisão da ação.

O uso do aimbot é proibido pelas regras de Fortnite e os usuários correm o risco de ter sua conta bloqueada e excluída, se forem pegos. Algumas versões do truque chegaram a conter um código malicioso que coloca os jogadores em risco de ter seus dados privados roubados.

A Epic Games mantém então uma política de tolerância zero e para isso adquiriu, em 2018, a empresa de segurança finlandesa Kamu, na tentativa de reprimir jogadores que violarem suas regras.

O youtuber britânico se emocionou ao explicar que nunca mais poderia gravar seus vídeos e nem mais criar conteúdo relacionado a Fortnite para seus canais do YouTube e Twitch. Ele pediu desculpas aos desenvolvedores da Epic Games e pediu para que reconsiderassem sua proibição.

I’m going to take accountability for my actions and I understand completely why this has happened, I just wish I had known how severe the consequences were at the time and I would have never thought about doing it. I love all of you who still support me, this is not the end.

— FaZe Jarvis (@liljarviss) 3 de novembro de 2019

Em post no twitter, o jovem comenta "Eu assumirei a responsabilidade por minhas ações e compreendo totalmente por que isso aconteceu. Eu apenas queria saber o quão severas eram as consequências na época e eu nunca teria feito isso. Eu amo todos vocês que ainda me apoiam, este não é o fim."

Alguns de seus fãs expressaram seu apoio por meio da hashtag #FreeJarvis no Twitter, na tentativa da Epic Games restabelecer a sua conta.

A seguir, confira seu depoimento no YouTube, que já foi visto 2,1 milhões de vezes na rede social (em inglês):

 

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Google Notícias agora tem suporte a feed com dois idiomas

Nov 4, 2019

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O Google Notícias foi atualizado com um novo recurso que vai ajudar aqueles que tentam se informar em mais de uma língua diferente. A partir de agora, quem souber dois idiomas, pode escolher ambos para receber as principais publicações do dia no app.

Para usar o feed bilíngue, basta acessar os ajustes do aplicativo, clicando no seu avatar e depois "Configurações", procurar o menu “Geral” e tocar na primeira opção, “Idiomas e regiões de interesse”. É possível incluir apenas mais um idioma, além do nativo de seu dispositivo Android ou iOS.

Google Notícias permite o uso de até dois idiomas no app (Capturas de tela: Felipe Junqueira)

De acordo com o Google, “mais de 60% das pessoas ao redor do mundo falam e consomem notícias por dois ou mais idiomas”. Por isso, a companhia passa a oferecer a opção de ler essas notícias em um único app, utilizando até duas línguas.

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O recurso do feed blilíngue está disponível em 141 países e 11 idiomas. E, felizmente, o português do Brasil é um deles! Para quem acessa em três ou mais línguas, vai ter que continuar a utilizar outros apps. Ou selecionar um segundo perfil no aplicativo Google Notícias.

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Apple TV+, Globoplay, Netflix e Prime Video: conheça as principais diferenças

Nov 4, 2019

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Não é fácil escolher um serviço de streaming favorito em meio a tantas opções disponíveis. Recentemente, a Apple lançou o Apple TV+, novo concorrente entre os já consolidados Globoplay, Netflix e Prime Video. Mas, afinal, quais são as principais diferenças entre cada plataforma? Confira a seguir.

Apple TV+

O serviço de streaming da empresa da Maçã está disponível para os usuários desde o 1° de novembro e conta com 9 títulos em seu catálogo. A ideia da Apple é atualizar o acervo com novas opções todo mês. Logo, o Apple TV+ é de longe, até o momento, o serviço mais enxuto disponível.

Vai levar algum tempo até que sua assinatura seja fortemente competitiva, embora o preço em si seja bastante atraente: são R$ 9,90 mensais, com 7 dias de testes grátis. O plano é único e pode ser compartilhado entre 6 usuários da mesma rede familiar. O Apple TV+ oferece conteúdo em 4K com Dolby Vision, HDR e Dolby Atmos, algo incomum para uma assinatura com este valor.

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Chegou o Apple TV+! Veja preços e saiba como assistir Apple TV+ é o serviço de streaming mais novo do mercado / Captura de tela: Bruno Salutes

Assinar o Apple TV+ pode ser uma boa opção para quem quer fazer maratonas de produções originais e não quer ter o compromisso de renová-la mensalmente, visto que você conseguirá maratonar o catálogo inteiro em um mês e pode esperar dois ou três meses para renová-lo novamente.

Globoplay

O Grupo Globo também tem uma plataforma de streaming e ela se chamada Globoplay. Quem optar optar pela assinatura do serviço terá acesso ao portfólio repleto de títulos nacionais, como séries originais brasileiras, como Segunda Chamada, e estrangeiras, como Manifest e The Good Doctor. Também há novelas, shows, jornais e programas exclusivos, como acesso 24 horas ao Big Brother Brasil.

Os assinantes podem baixar o conteúdo da plataforma para assistir offline, e existe a opção de pausar e voltar a transmissão da Globo em até 1 hora. O Globoplay também oferece 7 dias grátis de teste e custa R$ 19,90 por mês, embora a qualidade da transmissão não seja o ponto forte do serviço. Isso porque há conteúdo em baixa, média e alta definição, o que varia entre 420 e 1080 pixels, e não há suporte a tecnologias mais modernas, como Dolby Vision ou Atmos.

Globoplay tem títulos inéditos e produções nacionais em peso / Captura de tela: Bruno Salutes

Segundo a Globo, a transmissão em 4K HDR está disponível para modelos específicos de Smart TVs e só funciona com os seguintes títulos: séries Ilha de Ferro e Assédio, Copa do Mundo 2018 (íntegras), Esse Cara, Roberto Carlos, Justiça, Ligações Perigosas, Dupla Identidade, Cerimônia de Abertura Jogos Olímpicos 2016, Cobertura Jogos Olímpicos e Nas Ondas de Bali.

A vantagem do Globoplay, por fim, não é a qualidade da transmissão, mas a variedade de títulos disponíveis no catálogo dos mais diferentes gêneros produzidos pela maior emissora do país.

Netflix

O Netflix dispensa apresentações. O gigante dos streaming é basicamente pioneiro no segmento e é dono do maior portfólio de séries e filmes atualmente, além de líder do mercado. Para atender a todos, a companhia oferece três opções de assinaturas que entregam qualidade de streaming e quantidade de compartilhamento diferentes: Básico R$21,90 (individual com resolução HD), Padrão R$32,90 (até duas telas simultâneas com resolução HD), Premium R$45,90 (até quatro telas simultâneas e resolução 4K). Todos os planos acompanham 30 dias de testes grátis.

Diferente do Apple TV+ e do Prime Video (que veremos a seguir), o Netflix só oferece vídeos em resolução 4K no plano Premium, que é o mais caro. Essa assinatura é a única com Dolby Vision, Atmos e também HDR. Já no catálogo, encontramos as séries mais populares, como Stranger Things e A Casa de Papel.

Netflix tem maior catálogo e séries populares / Captura de tela: Bruno Salutes

Por fim, o Netflix pode ser uma opção completa e que entrega assinaturas para diferentes públicos e orçamentos. A plataforma tem uma quantidade de produções originais grande e um dos seus pontos fracos é o fato que estreias do cinema demoram a chegar ao Netflix em comparação com o Prime Video, por exemplo.

Prime Video

Chegamos ao serviço próprio da gigante Amazon, o Prime Video. Oferecido por R$ 9,90 mensais e com 30 dias de testes grátis, a assinatura engloba outros benefícios no site da Amazon, como frete grátis, eBooks e acesso ao serviço de streaming de música, o Amazon Music. O catálogo do Prime Video é tão diversificado quanto o Globoplay e o Netflix, com produções originais, novelas, filmes e até reality shows.

O ponto forte do serviço é que filmes que saíram do cinema chegam mais rápidos a plataforma, incluindo sucessos da Disney, como Dumbo e Malévola, por exemplo. Entre as séries, destacamos The Marvelous Mrs. Maisel e Fleabag, vencedoras do Emmy 2019. Temos um artigo no site com todos os detalhes sobre o catálogo do Prime Video, acesse:

Amazon Prime Video vale a pena? Conheça o catálogo e planos Prime Video tem catálogo repleto de estreias do cinema / Captura de tela: Bruno Salutes

A assinatura do Prime Video é semelhante ao do Apple TV+ não apenas no valor, mas também nas tecnologias oferecidas, como HDR, 4K, Dolby Vision e Atmos em títulos selecionados. Entre os contras há a ausência de legenda e dublagem em português em alguns filmes que estão na plataforma.

E você, qual é o seu serviço de streaming favorito da nossa lista?

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Usuários do Wish agora podem fazer pagamentos parcelados

Nov 4, 2019

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O Wish é uma plataforma de e-commerce em forma de aplicativo, que utiliza uma rede global de fornecedores diretos e que proporciona acesso a produtos para qualquer pessoa que tenha um smartphone. Em 2018, o serviço alcançou 80 milhões de usuários ativos mensais e, para facilitar a vida dos mesmos, a empresa anunciou lançamento da opção de Pagamento em Parcelas no Brasil.

Essa nova forma de pagamento pode ser escolhida apenas para transações com cartão de crédito com valores acima de R$ 50 e os pedidos podem ser pagos em até seis parcelas sem juros. O novo recurso já está disponível em todo o país nos aplicativos da Wish para iOS e Android. A empresa espera que, no início de novembro, todos os usuários brasileiros também possam utilizar a opção de Pagamento em Parcelas nos pedidos feitos por meio de web browsers. É importante destacar que esse método não pode ser usado para pagamentos por boleto bancário.

Pagamento em parcelas já chegou nos apps para iOS e Android

"Estamos sempre aprimorando nossos serviços para garantir a melhor experiência de compra possível para nossos clientes. É um prazer anunciar que somos o primeiro dos grandes marketplaces globais a lançar esse recurso no Brasil", diz Nicola Azevedo, General Manager da Wish para as Américas. "Acreditamos que a opção de Pagamento em Parcelas contribuirá para aumentar ainda mais nossos negócios no Brasil e permitirá que os clientes brasileiros continuem comprando de maneira econômica, segura e divertida", completa.

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Mercado Pago | Aplicativo passa a ter navegação gratuita

Nov 4, 2019

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O Mercado Pago, fintech do Mercado Livre que oferece soluções para consumidores, vendedores e empresas de todos os portes, anunciou nesta segunda-feira (4) que vai passa a oferecer navegação patrocinada aos usuários do seu aplicativo. Em outras palavras, quem usa o app do Mercado Pago não terá seu plano de dados consumido ao efetuar transações financeiras, recarga de celular ou pagamentos com Código QR, por exemplo. A iniciativa oferece economia principalmente para os pequenos empreendedores, que passam horas do dia recebendo pagamentos e movimentando a conta do serviço. Vale lembrar que essa oferta de internet gratuita no aplicativo funciona em smartphones iOS e Android.

Basicamente, para usufruir do serviço, o cliente precisa ter uma linha móvel ativa com as operadoras de celular Vivo, Claro, TIM ou Oi e estar em um ambiente com rede de internet 3G ou 4G. A iniciativa é fruto de uma parceria com a MUV, empresa que faz a ponte de players de telecom e marketing. “Investimos para facilitar o uso do app do Mercado Pago e entendemos que seria importante eliminar essa barreira para compradores e vendedores. Assim também damos um importante passo para contribuir com a democratização do dinheiro e oferecer uma experiência em pagamentos mais acessível a todos”, explica Túlio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago no Brasil.

A navegação gratuita está disponível no app do Mercado Pago para iOS e também para Android

“A MUV se orgulha de fazer parte de um projeto que está facilitando o acesso das pessoas à digitalização dos pagamentos, recargas de celular e Bilhete Único e enviar dinheiro para outras pessoas”, comenta Rafael Magdalena, COO & Co-Founder da MUV. O app do Mercado Pago oferece uma carteira digital que permite transferências entre contas, pagamento de boletos, recarga de celular e Bilhete Único, compra de créditos online, além de diversos serviços agregados. É possível deixar o saldo da conta render 100% do CDI (liquidez diária), realizar pagamentos instantâneos em lojas físicas com Código QR, abastecer nos postos Shell de todo País, tudo isso aliado a um programa de benefícios que reúne 70 mil estabelecimentos credenciados.

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Microsoft lança app mobile do Office integrando Word, Excel e PowerPoint

Nov 4, 2019

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A Microsoft apresentou nesta segunda-feira (4) a nova versão do Office para Android e iOS. A novidade é que, agora, Word, Excel e PowerPoint estão todos integrados em um só programa. Assim, é possível trabalhar com textos, tabelas e apresentações usando fazendo apenas um app.

As funcionalidades permanecem as mesmas, sendo que há uma aba para cada uma das aplicações em separado. Com isso, o Office se transforma em um hub para organizar todas as tarefas.

Além disso, a plataforma também oferece novas funções. A primeira delas é de converter um tipo de arquivo em outro. Por exemplo, se você tem uma tabela dentro de uma arquivo de Word, pode convertê-la para ser aberta no Excel. Outra novidade é escanear um documento e transformá-lo em um PDF.

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Função do Office mobile (Foto: Divulgação/Microsoft)

Estas novidades estavam já disponíveis em outros apps da empresa, mas foram adicionados ao Office de forma integrada.

Junto disso, a Microsoft também apresentou o novo logo do pacote, seguindo o chamado Fluent Design da companhia. Ele segue o mesmo degradê dos outros em um formato mais minimalista. Nesta segunda, também foi revelado o novo logo do Edge.

O novo Office já está disponível em preview, primeiramente só em smartphones Android e iOS. Ou seja, ainda não há previsão de lançamento para tablets em ambos sistemas operacionais.

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O logo do Facebook mudou (e vai aparecer no Instagram e WhatsApp)

Nov 4, 2019

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Quando você lê ou ouve o nome "Facebook", provavelmente a cor azul já vem na sua mente, com aquela tradicional fonte da rede social. E é justamente isso que a empresa quer mudar. Acontece que nesta segunda-feira (4), a companhia de Mark Zuckerberg anunciou uma nova identidade, que visa oferecer mais clareza sobre os produtos que vêm do Facebook, como WhatsApp e Instagram, já que o grupo se expandiu radicalmente ao longo dos 15 anos.

A notícia foi anunciada no Facebook Design. "Este é o próximo passo em nosso esforço para esclarecer os produtos e serviços do Facebook. A nova marca da empresa foi projetada para nos ajudar a representar melhor a diversidade de produtos que construímos, estabelecer distinção do aplicativo do Facebook e comunicar nosso objetivo no mundo", consta no anúncio.

O logo, agora, vai passar a aparecer nos três aplicativos, respeitando seu esquema de cores (verde para WhatsApp, colorida para o Instagram e azul para o próprio Facebook).

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Nova marca do grupo Facebook é em caixa alta para se distanciar da marca da rede social 

A empresa conta que começou construindo um entendimento coletivo, realizando conversas com os funcionários e as pessoas e empresas que usam os produtos, e que reuniu pessoas de toda a companhia para projetar e trabalhar juntas. "Exploramos três territórios criativos, unindo em torno de um conceito final inspirado no potencial das pessoas quando elas podem se unir. Refinamos o sistema da marca trabalhando com designers de toda a empresa para garantir que ele funcione no produto, hardware, marketing e espaços físicos", anuncia a gigante das redes sociais.

"Precisávamos da marca de palavras para estabelecer uma distinção do aplicativo do Facebook e permitir uma conexão mais clara com toda a família de tecnologias", a empresa ainda aponta. O novo sistema de marca usa tipografia personalizada, cantos arredondados e letras maiúsculas para criar distinção visual entre a empresa e os seus aplicativos.

A escolha de um tratamento com letras maiúsculas como forma de criar distinção com o aplicativo tornou mais importante a criação de formas de letra exclusivas. A marca ainda condensa em um monograma "FB" em pequenos espaços. Este monograma baseia-se no patrimônio existente: o FB já está associado ao Facebook, é o símbolo de cotações da empresa e é usado em domínios e endereços de email de funcionários.

Facebook quer deixar claro que é dona de outros serviços, como Instagram e WhatsApp

Para atuar em espaços menores entre os pontos de contato do produto e da empresa, o monograma FB tem um peso maior e formas de letra estendidas. "Em vez de a empresa possuir uma única cor, projetamos a marca para responder ao seu contexto e ambiente. Esse sistema permite que o wordmark assuma a cor de nossas marcas individuais, criando um relacionamento mais claro entre a empresa e os produtos que construímos. Continuamos a ser inspirados pelas comunidades e pessoas que usam nossos produtos todos os dias. O sistema de marca nasceu de um compromisso de ser claro, empático e criar espaço para as histórias das pessoas brilharem. À medida que a empresa continua evoluindo, esperamos que esta marca possa nos ajudar a comunicar melhor o progresso que estamos fazendo", finaliza a empresa.

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Os 10 filmes mais pirateados da semana (04/11/2019)

Nov 4, 2019

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Novembro chegou e estamos cada vez mais nos aproximando da alta temporada de lançamentos de fim de ano. Enquanto isso não acontece efetivamente, os piratas continuam fazendo aquilo que sabem de melhor: ripando filmes de serviços de vídeo sob demanda e Blu-Rays e os disponibilizando em trackers torrent mundo afora. Apesar da ilegalidade da coisa toda, checar o ranking pirata dá uma bela noção do que está nas graças do público e serve de termômetro do que assistir por aí.

Na lista de filmes mais pirateados desta semana observamos o usual sobe-e-desce de produções conhecidas e que já estão aqui há algum tempo. Isso já pode ser notado no top 3, com Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw sendo corado como o filme com mais downloads ilegais da semana, enquanto O Rei Leão caiu para a segunda colocação depois de quase um mês no topo. Ao lado desses dois, um estreante: O Rei. A produção é um drama biográfico histórico, que mostra a vida do rei Henrique V logo após que seu pai morreu e ele assumiu o trono da Inglaterra em plena Guerra dos 100 Anos. Curiosamente, o filme estreou na Netflix nesse fim de semana.

No restante da lista, temos outras duas novidades: a comédia infantojuvenil Bons Meninos e a aventura com pitadas de drama The Peanut Butter Falcon, ainda sem título e sem previsão de estreia nos cinemas brasileiros. Na tímida décima colocação está Coringa, que retorna à lista depois de duas semanas afastado dela.

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Confira a lista completa dos filmes mais pirateados da semana. Lembrando que o propósito desta lista é meramente informativo.

1. Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw

 

Desde que se conheceram, Luke Hobbs (Dwayne Johnson) e Deckard Shaw (Jason Statham) vivem batendo de frente, não só por estarem em lados opostos, mas especialmente pela personalidade de cada um. Agora, a dupla precisa unir forças para enfrentar Brixton (Idris Elba), um homem alterado geneticamente que deseja obter um vírus mortal para pôr em prática um plano que pode matar milhões de pessoas em nome de uma suposta evolução da humanidade. Para tanto, eles contam com a ajuda de Hattie (Vanessa Kirby), irmã de Shaw, que também é agente do MI6, o serviço secreto britânico.

Leia também: Crítica | Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw dá novo vigor à franquia

2. O Rei Leão

 

Remake hiper-realista da animação clássica da Disney de 1994, em O Rei Leão Simba (Donald Glover) é um jovem leão cujo destino é se tornar o rei da selva. Entretanto, uma armadilha elaborada por seu tio Scar (Chiwetel Ejiofor) faz com que Mufasa (James Earl Jones), o atual rei, morra ao tentar salvar o filhote. Consumido pela culpa, Simba deixa o reino rumo a um local distante, onde encontra amigos que o ensinam a mais uma vez ter prazer pela vida.

Leia também: Crítica | O Rei Leão

3. O Rei

 

Após a morte de seu pai, Henrique V (Timothée Chalamet) é coroado rei e obrigado a comandar a Inglaterra. O governante precisa amadurecer rapidamente para manter o país consideravelmente seguro durante a Guerra dos 100 Anos contra a França.

4. Homem-Aranha: Longe de Casa

 

Peter Parker (Tom Holland) está com seus amigos de colégio em uma viagem de duas semanas pela Europa. O passeio, porém, é interrompido por Nick Fury (Samuel L. Jackson), que chama Peter para ajudá-lo a enfrentar monstros nomeados como Elementais em parceria com Mysterio (Jake Gyllenhaal), um novo herói que afirma ter vindo de uma Terra paralela. Além da nova ameaça, Peter precisa lidar com a lacuna deixada por Tony Stark, que lhe deixou um sistema de inteligência artificial associado à Stark Industries.

Leia também: Crítica | Homem-Aranha: Longe de Casa, mas perto da gente

5. Toy Story 4

 

Agora morando na casa da pequena Bonnie, Woody apresenta a seus amigos o novo brinquedo construído por ela: Forky, feito de um garfinho de verdade. O novo posto de brinquedo de Forky não o agrada nem um pouco, o que faz com que ele fuja de casa. Decidido a trazer de volta o atual brinquedo favorito de Boonie, Woody parte em seu encalço e, no caminho, reencontra Betty, que agora vive em um parque de diversões.

Leia também: Crítica | Toy Story 4: "Os seus problemas são meus também"

6. Bons Meninos

 

Três meninos ainda inocentes, mas que estão prestes a atingirem a adolescência, matam aula em San Fernando Valley, na Califórnia, para conseguirem consertar um drone quebrado antes que seus pais cheguem em casa. O que prometia ser um dia comum acaba se transformando em uma grande aventura, repleta de perigos cômicos.

7. Angry Birds 2 – O Filme

 

Red e seus amigos dedicam a vida a proteger a Ilha dos Pássaros dos constantes ataques vindos da Ilha dos Porcos. Porém, quando uma terceira ilha surge e começa a atacá-los, Leonardo, o rei dos porcos, decide procurar seu aqui-inimigo em busca de uma trégua para que eles possam enfrentar a ameaça em comum juntos.

8. The Peanut Butter Falcon

 

Uma história de aventura que começa quando um jovem com síndrome de Down foge de uma casa de repouso onde vive para perseguir o sonho de se tornar um lutador, frequentando a escola de luta livre de The Salt Water Redneck.

9. X-Men: Fênix Negra

 

Os X-Men são considerados heróis nacionais e o professor Xavier (James McAvoy) agora dispõe de contato direto com o presidente dos Estados Unidos. Quando uma missão espacial passa por dificuldades, o governo convoca a equipe mutante para ajudá-lo. Liderado por Mística (Jennifer Lawrence), os X-Men partem rumo ao espaço em uma equipe composta por Fera (Nicholas Hoult), Jean Grey (Sophie Turner), Ciclope (Tye Sheridan), Tempestade (Alexandra Shipp), Mercúrio (Evan Peters) e Noturno (Kodi Smit-McPhee). A tentativa de resgatar o comandante da missão fracassa e Jean Grey fica presa no ônibus espacial, sendo atingida por uma poderosa força cósmica. Após ser resgatada e levada de volta à Terra, ela percebe que há algo estranho dentro de si, que desperta lembranças de um passado sombrio e também o interesse de seres extraterrestres.

Leia também: Crítica | X-Men: Fênix Negra fecha franquia com classe e desconstrução

10. Coringa

 

Arthur Fleck (Joaquim Phoenix) trabalha como palhaço para uma agência de talentos e toda semana tem de comparecer a um agente social devido aos seus conhecidos problemas mentais. Após ser demitido, Fleck reage mal à gozação de três homens em pleno metrô e os mata. Os assassinatos iniciam um movimento popular contra a elite de Gotham City, da qual Thomas Wayne (Brett Cullen) é seu maior representante.

Crítica SEM spoiler | Coringa e uma sociedade tão perversa quanto o próprio vilão
Crítica COM spoiler | Coringa é pretensioso e cinema que raramente se vê

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Dona do TikTok, chinesa ByteDance lança seu próprio (e poderoso) smartphone

Nov 4, 2019

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Mais uma empresa chinesa entra para o mercado de smartphones, com um primeiro modelo lançado que traz configurações de topo de linha: a ByteDance, dona do popular app TikTok, lançou na China (e, por enquanto, somente lá) o Smartisan Jianguo Pro 3, o primeiro celular da empresa, que deriva de uma série de aquisições feitas por ela nos últimos anos.

O aparelho conta com especificações bem poderosas (veja listagem logo abaixo) e é vendido no varejo chinês por RMB 2.899 (cerca de US$ 412 ou R$ 1.644). Seu público-alvo parece mesmo ser o de usuários de aplicativos de social vídeos, principalmente, claro, o TikTok: o celular conta com um recurso de software que permite que o app se abra assim que você destrava o aparelho.

O Smartisan Jianguo Pro 3 é o primeiro smartphone da Bytedance, empresa que é dona do popular app de vídeos TikTok, mas por enquanto, ele só é vendido na China (Imagem: Divulgação/ByteDance)

Não é a primeira vez que isso acontece, aliás: o Kin, aparelho que a Microsoft lançou em 2010, tinha um recurso que agregava redes sociais (Facebook, Twitter, MySpace e Windows Live) diretamente na tela destravada do aparelho. A HTC também teve o seu HTC First em 2013, que contava com código do próprio Facebook incorporado ao seu sistema operacional.

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Até o momento, a Bytedance não informou se pretende lançar o Smartisan Jianguo Pro 3 em outros mercados, mas é importante ressaltar que, além da China, o TikTok possui um público bem expressivo na Índia, então não seria surpresa se o aparelho chegasse por lá, eventualmente. Por ora, veja as especificações completas dele:

Smartisan Jianguo Pro 3

Display: 6,39 polegadas, resolução full HD+ e formato AMOLED Processador: Qualcomm Snapdragon 855+ Memória RAM: 8 ou 12GB, dependendo da versão Câmera traseira: sensor primário de 48 megapixels, lente grande angular de 13 megaixels, sensor teleobjetivo de 8 megapixels e lente macro de 5 megapixels Câmera frontal: 20 megapixels Bateria: 4.000 mAh Sistema operacional: Smartisan OS 7 (Pode ser um SO baseado no Android, ou uma versão do Android modificada pela ByteDance – isso não foi esclarecido pela companhia

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Chassi do Galaxy A51 mostra sistema de 4 lentes em L, USB-C e dual SIM

Nov 4, 2019

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A Samsung tem usado a linha A como experimentação de suas novas tecnologias em smartphones. Por isso, uma imagem da “carcaça” do Galaxy A51 pode ter revelado um novo formato em L de lentes para o esperado modelo de quatro câmeras da sul-coreana.

O site 91mobiles disse conseguido imagens do chassis do A51, pois o aparelho já começou a ser fabricado na Índia. O destaque está para o formato do sistema de câmera em L.

A expectativa é de que o smartphone tenha quatro lentes, também por conta de outro vazamento do 91mobile. O conjunto seria: um sensor principal de 48 MP, com uma lente grande-angular com 12 MP, outra tele também com 12MP, e um último sensor de profundidade com 5 MP.

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Chassis foi vazado em fábrica da Samsung (Foto: 91mobiles)

Pelas fotos do chassis, também foram descobertas que o aparelho contará com porta USB-C, além de entrada para fones de ouvido (3.5 mm). Como a maioria dos smartphones da Samsung para a Índia, este também será dual SIM.

O Galaxy A51 também já teve especificações apresentadas em uma publicação do site Geekbench. O smartphone é listado sob o modelo SM-A515F e chega com processador Exynos 9611, 4GB de RAM e com Android 10. Ele deve contar com tela de 6,5 polegadas e câmera frontal em formato de gota, com 32 MP.

Detalhes das entradas e pontos de cartões do smartphone (Foto: 91mobiles)

Apesar de já estar em produção, a expectativa é de que o smartphone seja lançado no primeiro trimestre do ano que vem.

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Adobe anuncia novo app de câmera com inteligência artificial embutida

Nov 4, 2019

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A Adobe anunciou um novo app gratuito para dispositivos móveis: o Photoshop Camera, disponível a um seleto grupo de testadores tanto no iOS quanto no Android. O poderoso aplicativo tem filtros em tempo real e edições automatizadas ou manuais para fotos tiradas no celular.

O CTO da Adobe, Abhay Parasnis, explicou ao site The Verge que a ideia é expandir a edição de fotografias para usuários comuns, que precisam passar pela curva de aprendizado antes de começar a fazer os próprios ajustes. Para os profissionais, as ferramentas manuais de edição facilitam o trabalho de abrir a foto em um app separado.

O Photoshop Camera, que tenta se destacar em uma gigantesca lista de apps de câmera disponíveis tanto na App Store quanto na Play Store usando justamente a poderosa marca do programa de edição da Adobe, utiliza a inteligência artificial da companhia, chamada Sensei.

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A IA consegue separar o objeto da imagem — não apenas pessoas, mas objetos em paisagens, pratos de comida e afins — para aplicar os melhores ajustes possíveis sem que o usuário precise pensar demais. Porém, claro, houve todo um cuidado para que usuários avançados possam fazer os ajustes por conta própria, configurando sombras, realce, vibração e exposição.

O app tem algumas funções parecidas com os Stories do Facebook e do Instagram, com lentes que poderão ser criadas pelos usuários durante o período de testes. Esses filtros usam as clássicas camadas da Adobe para simplificar o processo, permitindo edições como a abaixo, de forma quase automática.

Usuários poderão criar filtros com máscaras que respeitam a posição dos objetos na foto (GIF: Adobe)

Ainda de acordo com Parasnis, a ideia é oferecer "mágica de software" e não substituir os apps nativos de câmera.

Você pode se inscrever na lista de espera para o programa de testes no site do Photoshop Camera, bem como aprender mais sobre o app e suas ferramentas. Não foi informada uma data de previsão para o lançamento oficial do aplicativo.

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Galaxy S10 Lite pode ter visual que mistura gerações e bateria de 4.375 mAh

Nov 4, 2019

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A Samsung está mesmo preparando uma versão mais barata do Galaxy S10 para lançar em breve. Recentemente, um registro na Anatel mostrou a capacidade de bateria do dispositivo, e uma patente registrada no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO) revelou o design.

Começando pela bateria, que também abre a possibilidade de o dispositivo ser lançado no Brasil. De acordo com um registro na Anatel, a bateria para o modelo SM-G770F/DS (ou seja, dual-sim) foi certificada com capacidade nominal de 4.370 mAh.

Capacidade de bateira do Galaxy S10 Lite na Anatel (Captura de tela: Felipe Junqueira)

O modelo indicado é apontado em rumores como o S10 Lite, que ainda teria plataforma Snapdragon 855. Bom lembrar que as capacidades nominais dos três Galaxy S10 já lançados tiveram diferença de 100 mAh para menos quando apareceram no sistema da agência reguladora brasileira. Ou seja, é possível que o S10 Lite venha com capacidade um pouco maior.

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Uma curiosidade é que, segundo o registro da Anatel, a bateria do S10 Lite é fabricada pela LG, conterrânea a uma das grandes rivais da Samsung. No entanto, é normal que elas adquiram componentes uma da outra.

Design que mistura gerações

Quanto à patente registrada no escritório dos Estados Unidos, temos algumas informações sobre o possível design. De frente, o dispositivo seria muito similar ao Galaxy S10 Plus, incluindo a câmera frontal dupla no recorte localizado na parte superior da tela.

Já a traseira lembra o Galaxy S9 Plus, com uma câmera dupla posicionada na vertical, na porção central do aparelho.

Detalhes da patente do que pode ser o Galaxy S10 Lite (Imagem: Reprodução/SamMobiles)

É bom notar, entretanto, que mesmo o certificado de bateria na Anatel e uma patente registrada no USPTO não são garantias de que tal dispositivo realmente venha a ser lançado. A certificação, aliás, pode ter a capacidade de bateria alterada. E a patente pode ser apenas uma segurança da companhia para evitar que alguém copie seu design, mesmo que não se torne um produto real.

Segundo os rumores, o Galaxy S10 Lite deve ser anunciado em 2020, antes da nova geração da linha Galaxy S. Ou seja, é bem possível que o aparelho seja apresentado ainda em janeiro ou no começo de fevereiro.

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Sequência de Coringa já é discutida pelo ator Joaquin Phoenix

Nov 4, 2019

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Joaquin Phoenix está colhendo os louros de uma ótima atuação como o protagonista do filme Coringa, que remonta à origem (ou uma história de origem entre muitas) do vilão conhecido como o maior rival do Batman e um dos personagens mais icônicos da DC. Para a felicidade de muitos e desgosto de alguns, parece que isso não deve acabar tão cedo, já que o ator começou a falar em uma possível sequência.

Segundo uma entrevista recente, concedida por Phoenix ao jornal Los Angeles Times, durante o início das filmagens do longa, o ator já conversava com o diretor Todd Phillips sobre um segundo filme: “Bem antes do lançamento ou mesmo de termos qualquer ideia de que [o filme] faria sucesso, já falávamos em sequências. Na segunda ou terceira semana das filmagens, eu falava ‘Todd, será que você pode começar a trabalhar em uma sequência? Tem coisa demais para explorarmos’. Foi meio que uma brincadeira — só que não”.

Joaquin Phoenix dá vida ao Coringa em novo filme, que remonta à origem do vilão

É claro que, oficialmente, não há qualquer informação da DC ou da Warner quanto à produção de um segundo (ou mais) filme, e o contrato de atuação assinado por Joaquin Phoenix especificamente mencionava Coringa como sendo uma produção singular.

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Buscando comentários do próprio diretor, o Times falou com Phillips, que respondeu: "A gente não falou muito disso. Mencionamos apenas o fato de que se um dia fizéssemos uma [sequência] — e eu não estou dizendo que estamos porque, agora, não estamos — não poderia ser apenas um filme louco e selvagem sobre o Príncipe Palhaço do Crime. Isso não nos interessa. Teria que trazer alguma ressonância temática de uma forma similar ao que este filme faz”, disse Phillips. Joaquin Phoenix concordou: "Eu não faria uma sequência simplesmente porque o primeiro teve sucesso e bilheteria. Isso seria ridículo”.

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Cenários que justificariam uma sequência de Coringa são variados, mas o mais óbvio é o fato de que a DC e a Warner estão novamente reformulando a marca do Batman nos cinemas: o herói que se opõe à vilania louca do Coringa está novamente passando por um renascimento. Depois do sucesso de Christian Bale no papel do personagem durante a trilogia dirigida por Christopher Nolan, o ator Ben Affleck assumiu o manto do Morcego nas malfadadas produções de Batman versus Superman e Liga da Justiça.

Hoje, Robert Pattinson (Um Retrato de James Dean; Cosmópolis) vai viver o papel de Bruce Wayne em uma história que remonta às origens e formação do Homem-Morcego. O Coringa passou por uma trajetória similar: depois de o falecido Heath Ledger viver um Palhaço do Crime tão celebrado em Cavaleiro das Trevas, Jared Leto acabou amplamente descartado pela crítica e público pelo seu desempenho como o vilão em Esquadrão Suicida. A entrada de Joaquin Phoenix como o novo Coringa é a redenção do personagem.

Robert Pattinson assumirá o manto do Cavaleiro das Trevas em novo filme do Batman, que deve contar os primórdios do herói, desde o treinamento até o início de sua cruzada contra o crime em Gotham

Dado o fato que ambos os personagens passam por momentos similares: uma representação extremamente poderosa seguida de outra não tão bem quista e uma reformulação, há quem pense que os dois personagens devem se encontrar em algum momento.

Oficialmente, porém, isso não deve acontecer: no passado, o diretor Todd Phillips concedeu entrevistas anulando a chance de um confronto entre o herói sombrio e o vilão sorridente. “Não, absolutamente não”, ele disse à Variety durante o Festival de Cinema de Toronto, em setembro deste ano.

Ainda assim, há quem possa sonhar com isso: como você enxerga um encontro entre o Batman de Pattinson e o Coringa de Phoenix?

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QR Code em cemitério conta a história de pessoas falecidas

Nov 4, 2019

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O QR Code é uma tecnologia que surgiu como um substituto ao código de barras, caiu no ostracismo e volta em várias funções do nosso cotidiano. Desde realizar pagamentos e substituir passagens, a tecnologia tem se mostrado cada vez mais útil. Agora, ela é usada para contar histórias. 

Uma funerária encontrou nos blocos pretos e brancos uma forma de guardar a memória de quem já se foi. Em Jaú, no interior de São Paulo, uma empresa resolveu adicionar ladrilhos com QR Code a cada túmulo para contar sobre a história de quem está ali enterrado. 

Ladrilho de QR Code adicionado ao túmulo com informações (Luizinho Andretto/Divulgação)

Ao apontar um smartphone com leitor para a peça, o usuário é levado para um site com informações sobre o falecido. Segundo Guilherme Izatto, proprietário da Funerária Jauense, a ideia é estimular a visitação aos cemitérios. 

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O projeto foi inaugurado neste último sábado (2), quando se celebrou o Dia dos Finados. A cidade já tem a tradição de contar a história de seus mortos. O Cemitério Ana Rosa de Paula, onde será inaugurada a iniciativa com QR Codes, já é uma espécie de museu, apresentando moradores da cidade. 

Nas lápides, estão destacados os primeiros imigrantes, sapateiros, além do criador do chuveiro elétrico. A descrição de cada um deles é feita pelo Grupo NecroPollis, sendo que na inauguração os usuários puderam coletar informações dos entes queridos

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Coringa se aproxima de US$ 1 bilhão e já é o quarto maior filme da DC

Nov 4, 2019

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Coringa completou um mês nas bilheterias e continua fazendo um tremendo sucesso. O longa estrelado por Joaquin Phoenix e dirigido por Todd Phillips chegou à marca de US$ 934 milhões arrecadados nas bilheterias de todo o mundo e se tornou o quarto maior lançamento da história da DC Comics no cinema, deixando para trás blockbuster como Mulher Maravilha e Batman V Superman: A Origem da Justiça.

Em sua quarta semana nas telas mundiais, Coringa foi o segundo colocado do último final de semana nos Estados Unidos, ficando atrás apenas do estreante O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio, com Malévola: Dona do Mal em terceiro lugar. No total, o longa do Palhaço já arrecadou US$ 299,6 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos, com outros US$ 634,4 milhões nos cinemas do restante do mundo.

A marca dos US$ 1 bilhão já é bastante visível apenas aí e se torna totalmente palpável quando levamos em conta que Coringa ainda não estreou no mercado chinês. A expectativa é que essa chegada nem mesmo aconteça devido aos temas abordados pelo filme, que envolvem saúde mental e revolução. Entretanto, o sucesso global pode levar a distribuidora Warner Bros a rever tais questões, levando o longa às telas chinesas como forma de solidificar ainda mais seus números de bilheteria.

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Coringa já é o recordista entre filmes para maiores de 17 anos e agora também almeja o top 3 entre filmes da DC Comics. O próximo da lista a ser superado é Batman: O Cavaleiro das Trevas, de 2008, com US$ 1,004 bilhão arrecadados nas bilheterias mundiais. O vice colocado é também de Christopher Nolan, O Cavaleiro das Trevas Ressurge, de 2012, com US$ 1,081 bilhão. O líder é Aquaman, com US$ 1,148 bilhão, devendo permanecer por lá na medida em que o longa do Palhaço ainda tem lenha para queimar, mas não tanta assim.

E enquanto o filme continua sendo enaltecido, inclusive em crítica aqui no Canaltech, os estúdios envolvidos continuam a comemorar lucros altos de um projeto que acreditavam jamais se tornar tão bem-sucedido assim. O próprio ator principal, Phoenix, já chegou a falar em uma sequência, apesar de nada estar confirmado ainda. Com tanto dinheiro, porém, essa produção parece cada vez mais inevitável, apesar de Phillips, o diretor, ter falado que sempre imaginou essa história como a de um único filme, sem planos para uma continuação.

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Crítica | See mostra o futuro da humanidade sem o sentido da visão

Nov 4, 2019

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O Apple TV+ finalmente está entre nós. O serviço de streaming da Apple estreou com algumas produções originais, como a série See, com Jason Momoa no protagonismo como o personagem Baba Voss. A estreia aconteceu em três episódios, com aproximadamente uma hora cada.

A trama conta uma história pós-apocalíptica de quando a humanidade foi atingida por um vírus mortal, extinguindo 99% da população e deixando apenas dois milhões de pessoas vivas na Terra. Porém, todas elas ficaram cegas e assim os seres humanos permanecem por séculos.

O retrocesso com a cegueira foi tanto que as pessoas voltaram a viver como medievais: construindo suas próprias armas, suas habitações e caçando para sobreviver. Acredita-se que os humanos se tornaram cegos por obra de Deus, que achou que esta seria a única solução para não tornar a raça extinta, visto que a destruição causada pela humanidade só ia se intensificar.

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Cuidado! Este texto contém spoilers da trama de See.

Imagem: Divulgação/Apple TV+

Com todos virando cegos e se adaptando a essa condição, enxergar virou uma heresia. Não era nem permitido tocar no assunto, caso contrário a pessoa seria considerada uma pecadora e era perseguida até morrer. É quando uma pessoa aparece na história e começa a provocar o caos nesta nova humanidade, acusada de ser um bruxo por propagar o fato de que os humanos que enxergavam existiam e que novos podem começar a nascer enxergando.

Seu nome é Jerlamarel, papel de Joshua Henry, e ele aparece na série após o nascimento dos gêmeos que teve com Maghra (Hera Hilmar) que, na verdade é casada com Baba Voss. O casamento entre os dois só aconteceu porque a jovem apareceu em sua tribo já grávida de três meses e precisava de proteção.

O casamento e a proteção de Maghra não são aceitos pelo restante da tribo, visto que se trata de uma desconhecida grávida de um herege, que vive como um fugitivo por ser uma pessoa que enxerga, fazendo com que todos corram risco de vida. Os conflitos e as regras mostram que, definitivamente, os humanos passam por um retrocesso, com dificuldades de conviver em grupo e raramente pensando no próximo.

Imagem: Divulgação/Apple TV+

O fugitivo Jerlamarel sabia que seus filhos com Maghra nasceriam com visão, e isto de fato aconteceu. É quando começamos a perceber alguns detalhes de como era a vida séculos atrás, que no caso seriam os tempos de hoje. Jerlamarel deixou para os filhos uma região com materiais para a sua construção, agora que passariam a viver em uma nova tribo de fugitivos.

Em meio às florestas, árvores, rios e caças, finalmente vemos coisas que restaram da população antiga: além de pneus deixados para a construção da tribo, Jerlamarel deixou um baú com vários livros dentro dele. Com os livros, que os gêmeos deveriam conferir apenas após 12 verões, eles conseguiram aprender a ler, adquirir novas habilidades e conhecer o seu antepassado. Lembrando que tudo isso é heresia, então até para os membros da própria tribo a informação de que os irmãos enxergam é um segredo.

Imagem: Divulgação/Apple TV+

Nos poucos momentos que vemos os gêmeos se aventurarem com as coisas novas que aprenderam com a visão, vemos também problemas que, por milênios, atingem os humanos de forma negativa: o poder. Agora quase adultos, Kofun (Archie Madekwe) e Haniwa (Nesta Kooper), começam a se sentirem superiores por enxergarem. Haniwa, por exemplo, aprende a construir um arco e flecha e admite ter sentido prazer em matar um humano, mesmo que ele fosse mau. Ela disse que sabe que pode fazer isso com qualquer um sem que a vítima saiba. Logo, então, eles são reprimidos, o que não significa que esse poder não vá trazer mais coisas negativas no futuro.

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A personagem que promete ser a principal pedra no sapato da nova tribo é a rainha Kane (Sylvia Hoeks), que já deu dicas de uma relação passada com Jerlamarel e que adora propagar que a visão é uma heresia. A sua missão, então, é capturar os gêmeos. As notícias correm rápido pelo reino, mesmo sem tecnologia e sem a visão. As informações foram espalhadas por traidores dentro da própria tribo dos gêmeos com mensagens em garrafas e por rivais.

Imagem: Divulgação/Apple TV+ Pessoas continuam sendo pessoas

A cegueira, no geral, não parece ter tornado a humanidade boa. As guerras e rivalidades continuam, as crenças absurdas seguem firmes provocando ódio e pessoas mortas em fogueiras; os jogos de poder estão mais fortes do que nunca, entre outros detalhes que são pontuados ao longo dos três primeiros episódios.

É um tanto quanto assustador ver como a humanidade se adaptou pelo fato de não terem mais o sentido da visão. Mesmo sem ninguém conseguir ver, eles têm cabelos bem trançados, raspados, barbas bem feitas e modeladas, usam roupas de penas, pele e couro, com poucas peças que parecem ter sido herdadas dos antepassados. Até mesmo unhas perfeitamente lixadas e esmaltadas aparecem na trama. Uma mistura de "não é possível" com "será?" corrói o espectador do início ao fim.

See ainda precisa de muita evolução para chegar aos pés de Game of Thrones, por exemplo, já que estamos falando de referências medievais. Mesmo assim, prepare-se para ver cenas de luta bem coreografadas, ataques bem ensaiados de golpes de facas, principalmente com o personagem de Jason Momoa, que mostra habilidade em um golpe de corte de pescoço que parece ser a sua característica.

A história, no entanto, é bastante interessante e nos faz refletir sobre o caos inicial que seria a perda da visão por toda a humanidade e também sobre como seria o processo de adaptação. Será mesmo que conseguiríamos escrever com nós em cordas, construir paredes de cordas e pedras, usar o couro de animais para fazer roupas e sapatos sem absolutamente ninguém que possui a visão monitorando? Será que a nossa capacidade de tato e audição, entre outros sentidos que são aprimorados, evoluiria com tanta destreza? Talvez só um cientista possa nos dizer.

Imagem: Divulgação/Apple TV+

Então, para o restante dos episódios, ficam algumas expectativas: os produtores vão aproveitar para mostrar um pouco dessa evolução na comunicação e artes manuais? Vemos alguns códigos em som, assovios e sopros em instrumentos feitos em crânio de algum animal, mas nada além disso. Iremos descobrir como todos esses sentidos foram aprimorados?

Como Jerlamarel nasceu enxergando? Existem outros iguais a ele? Estaria a humanidade, aos poucos, recuperando a visão ou ele foi algum "enviado" para reproduzir e então começar essa mudança? De fato, os primeiros episódios de See deixam vários questionamentos abertos sobre esse novo mundo pós-apocalíptico que vão além do roteiro.

Assista ao trailer:

 

See está disponível em três episódios no Apple TV+, e novos irão estrear todas as sextas-feiras. O serviço de streaming estreou no último dia 1º de novembro, com sete dias gratuitos para testes, ficando por R$ 9,90 mensais após o período.

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Games | Confira os lançamentos da semana (04/11 a 10/11)

Nov 4, 2019

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Grandes nomes marcam a chegada do penúltimo mês do ano. E entre eles está o que talvez seja o maior. Após mil tretas com a KONAMI e anos de desenvolvimento, está na hora de os jogadores finalmente colocarem as mãos na nova obra de Hideo Kojima, Death Stranding, que chega nesta sexta-feira (8) às lojas de todo o mundo.

No game, cuja análise já foi publicada aqui no Canaltech, controlamos Sam Porter (Norman Reedus) com uma missão direta e filosófica: conectar o mundo, seja por meio de pontes emocionais ou conexões diretas, já que essa é a única forma de a humanidade seguir em frente após um cataclismo. Death Stranding já chega consagrado como forte candidato a um dos melhores games do ano, e muita gente, com certeza, mal pode esperar para desbravar esse mundo.

 

A semana, aliás, é das boas para quem gosta de mundo aberto. Junto com o título de Kojima, também chega às lojas Need for Speed Heat, novo capítulo de uma das franquias mais consagradas do mundo dos jogos de corrida, também com uma pegada de exploração e customização. E o que falar da aterrissagem de um dos grandes bastiões do gênero, Red Dead Redemption 2, aos PCs, ficando finalmente ao alcance de um público que o aguardava ansiosamente?

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Quem prefere outras características de esporte que não seja andar, cavalgar ou dirigir, também está servido. Mario & Sonic at the Olympic Games Tokyo 2020 investe na quantidade de modalidades, enquanto Just Dance 2020 coloca todo mundo para chacoalhar o esqueleto mais uma vez. Quem prefere corridinhas mais amenas também pode optar pelo novo game do Garfield, é claro.

 

Confira a lista completa de lançamentos da semana, lembrando sempre que disponibilidades regionais são de responsabilidade dos distribuidores, que podem alterar datas sem aviso prévio:

5 de novembro

 

Mario & Sonic at the Olympic Games Tokyo 2020 (Switch) Just Dance 2020 (PS4, Xbox One, Switch, Wii) Red Dead Redemption 2 (PC) Planet Zoo (PC) Valfaris (PS4) 7 de novembro

 

Garfield Kart: Furious Racing (PS4, Xbox One, Switch, PC) 8 de novembro

 

Death Stranding (PS4) Need for Speed Heat (PS4, Xbox One, PC) Jumanji: The Video Game (PS4, Xbox One, Switch, PC) New Super Lucky’s Tale (Switch)

 

Layton's Mystery Journey: Katrielle and the Millionaires' Conspiracy - Deluxe Edition (Switch) Disney Tsum Tsum Festival (Switch) Golem (PS4) Valfaris (Xbox One)

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League of Legends: confira curiosidades em homenagem aos 10 anos do game

Nov 4, 2019

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League of Legends (LoL), um dos jogos de MOBA mais populares do mundo, fez 10 anos de lançamento no final do último mês de outubro. Desenvolvido pela Riot Games, o game possui um universo inteiro com os mais diversos tipos de conteúdo, incluindo fanpages, homenagens e milionários campeonatos de e-sports.

Confira, a seguir, algumas curiosidades sobre o League of Legends

League of Legends: sucesso e alcance

O League of Legends é famoso por ter alcançado um público extremamente abrangente, o que é uma tarefa difícil para a maioria dos games. De acordo com a empresa responsável por seu desenvolvimento, cerca de 100 milhões de jogadores acessam o jogo por mês. Poucos anos após seu lançamento, o LoL já era considerado um dos títulos mais populares do mundo inteiro, de acordo com a DFC Intelligence.

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Ainda neste ano, mais especificamente no mês de setembro, League of Legends foi o game mais jogado no mundo inteiro, de acordo com a NewZoo, empresa responsável por analisar o mercado de e-sports. Além disso, no mês de agosto, Lol foi o jogo mais assistido do mundo na Twitch, popular plataforma de streaming de games.

É possível ter acesso a várias estatísticas do League of Legends no site League of Graphs.

Estatísica divulgada pela Riot Games em 2012, que indicava 32 milhões de jogadores de League of Legends (Imagem: Reprodução/Riot Games) League of Legends: sucesso no mundo dos e-sports

League of Legends também está na lista de principais títulos do mundo dos e-sports, modalidade esportiva de jogos eletrônicos. Com um grande número de competições voltadas para ele, dois torneios se destacam por terem alcance mundial: o Mid-Season Invitational (MSI) e o Mundial de LoL, onde as melhores equipes de cada região, após campeonatos menores, se juntam para competir.

No Brasil, o campeonato mais famoso de League of Legends é o CBLoL, que garante vagas em ambos campeonatos internacionais acima citados e é disputado em duas etapas.

Logo do CBLoL, popular campeonato de League of Legends (Imagem: Reprodução) League of Legends: inspiração para uma banda famosa

Além de todo o sucesso no mundo dos e-sports, o League of Legends também inspirou a banda de heavy metal Pentakill, cujas músicas já contaram com a participação de músicos influentes como Danny Lohner (Nine Inch Nails), Jørn Lande (Avantasia e Masterplan), Tommy Lee (Mötley Crüe), Derek Sherinian (Sons of Apolo), e outros.

A banda Pentakill é formada pelos competidores de League of Legends Karthus (vocal), Pentakayle (vocal), Mordekaiser (guitarra), Olaf (bateria), Yorick (baixo) e Sona (teclado).

Pentakill (Imagem: Reprodução/Riot Games) League of Legends: referências importantes

O League of Legends também possui uma boa quantidade de homenagens a figuras da cultura pop. A campeã do game Neeko foi inspirada na Floresta Amazônica e, segundo seus criadores, traduz o que seriam as cores e sentimentos do Brasil. Outra personagem que tem como referência elementos brasileiros é Nami, que foi criada com base na sereia Iara, do folclore.

Já o campeão Shaco tem como inspiração o personagem Coringa, tanto nas vestimentas quanto no bordão utilizado por ele: “Por que você está tão sério?”, frase que é dita muitas vezes por ele no filme “Batman: O Cavaleiro das Trevas”.

League of Legends também tem como inspiração memes populares da Internet. O personagem Darius, em uma skin lendária que foi disponibilizada em 2018, realizada uma dança que foi inspirada em um meme de um menino dançando ao lado de um cachorro na frente de um muro, que viralizou no Brasil.

Nami, personagem de League of Legends inspirada na sereia Iara (Imagem: Divulgação) League of Legends: mudanças ao longo dos anos

League of Legends teve muitas mudanças importantes ao longo de seus 10 anos de existência. No início, seus gráficos eram bem mais simples e o jogo contava com um número menor de personagens. Já, neste ano, o LoL já conta com mais de 130 personagens e, após uma quantidade significativa de atualizações, conta com materiais de apoio, site, suporte, legendas e até dublagens em outros idiomas.

Alguns personagens de League of Legends em 2018 (Imagem: Reprodução)

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Huawei pode voltar a fazer negócios com empresas dos EUA, diz secretário

Nov 4, 2019

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A Huawei pode voltar a fazer negócios com os Estados Unidos. Em entrevista para a Bloomberg, o secretário de comércio do governo norte-americano, Wilbur Ross, informou que algumas licenças para isso “podem ser concedidas muito em breve”.

Segundo o político, atualmente há 260 pedidos para quebra do embargo, o que é mais que a Casa Branca esperava. Contudo, ele não confirmou quais empresas teriam feito esta requisição.

Sob pressão, o governo pode afrouxar a medida e permitir que a gigante volte a ter relações comerciais no país. O embargo começou na metade deste ano e impede que qualquer empresa do país mantenha negócios com a Huawei. Com isso, Google, Facebook e ficaram impedidas de oferecerem serviços para a chinesa.

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A fabricante é, atualmente, a segunda maior no mercado de smartphones, atrás somente da Samsung. Até o começo do embargo, os aparelhos da Huawei usavam somente versões do Android, o que fez a Google perder espaço no mercado já que não pode mais trabalhar com a chinesa.

Apesar da boa movimentação, Ross mantém a posição de que isso não é uma confirmação de que todos os pedidos sejam aceitos. “Vale lembrar às entidades listadas da presunção de negativa. Então, é algo seguro para estas companhias que eles se mantenham assumindo uma negativa, mesmo que nós, obviamente, vamos aprovar algumas delas”, completou.

Caso haja esta aprovação, é bem possível que a Huawei tenha tempo de já adicionar modificações ao Mate 30 Pro, cujo lançamento ainda está limitado apenas à China.

O embargo começou por conta da entrada da companhia no mercado de infraestrutura de rede no país. A suspeita - nunca comprovada - era de que a Huawei poderia fornecer informações de usuários norte-americanos ao governo chinês a partir dessa infraestrutura de telecomunicações. Ou seja, é bem possível que Google e outras gigantes consigam a licença, mas as companhias de telecom ainda não podem trabalhar com a Huawei - pelo menos, não no governo Trump.

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No Rio, motoristas fake de aplicativos são alvo de operação da Polícia Civil

Nov 4, 2019

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Desde julho deste ano, a Polícia Civil do Rio de Janeiro vem conduzindo uma operação de busca a motoristas de aplicativos de carona, como 99 e Uber, que apresentem inconsistências ou mesmo informações falsas em seus respectivos perfis de trabalho. Segundo apurou o UOL, cerca de 100 profissionais foram questionados, sendo que 10 foram identificados como falsos e dois deles já foram presos.

A fase de investigação contou com a ajuda das respectivas empresas donas dos aplicativos de transporte, na oferta de informações de profissionais suspeitos. Durante a manhã de hoje (4), algumas entradas do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) foram interditadas e os motoristas inconsistentes, levados à delegacia para prestar esclarecimentos.

O jornal Extra também tem mais informações sobre a operação: ao periódico, a delegada Tatiana Ribeiro Queiroz disse que os dois motoristas presos já haviam sido banidos das plataformas por terem cometido ou atos criminosos graves, ou ações que iriam contra os termos de uso das empresas, retornando a elas após usarem dados originais de outras pessoas.

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“No entanto, não são todos os motoristas que praticam crimes. O cadastro parte da boa fé e presunção da verdade. As empresas fazem as buscas e permitem ou não que esses motoristas sejam habilitados para o sistema. A grande maioria dos motoristas está trabalhando corretamente e não comete infrações”, disse a delegada.

Motoristas de aplicativos de carona, como Uber e 9, são alvo de operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que busca profissionais que estejam utilizando contas fake

A operação toda teve início após diversas denúncias de usuários que se sentiram, de alguma forma, lesados, em regiões como Madureira, Barra da Tijuca e Campo Grande. As respectivas delegacias regionais remeteram os casos à Delegacia do Aeroporto Internacional (Dairj). Segundo a delegada Tatiana Ribeiro, os dois homens presos deverão prestar depoimento e terão arbitrada uma fiança de R$ 1 mil para cada, respondendo em liberdade. Um deles tem nove registros de ameaça, enquanto o outro tem passagem por tráfico de drogas.

Os averiguados que tiverem contas falsas identificadas em seus usos poderão ser processados por falsidade ideológica, um crime que pode render até três anos de prisão.

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Disney deve “tirar o pé” de filmes de Star Wars por enquanto, aponta CEO

Nov 4, 2019

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Em setembro, o CEO da Disney Bob Iger disse que a empresa está “lançando filmes de Star Wars muito rápido”. Agora, ele deu uma entrevista à BBC Radio 1 e explicou melhor o que queria dizer. Em resumo, ele queria retirar a impressão de que estaria insatisfeito com as produções lançadas até agora.

Segundo CEO, ele não está desapontado nem com os longas, nem como eles têm desempenhado no mercado. “Eu só acho que há algo especial sobre um filme de Star Wars e que menos é mais”, explicou.

Desde 2015, a Disney tem lançado um filme sobre a franquia por ano. Além dos dois episódios novos da série principal, apresentou outros filmes de personagens e spin-offs.

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No comunicado de setembro, Iger disse que foi “culpa” dele mesmo tantas produções. Com isso, a expectativa é de que haja menos filmes sobre o universo nos próximos anos.

Star Wars Episódio IX: A Ascensão Skywalker chega aos cinemas em 19 de dezembro, fechando a nova trilogia da saga. Depois disso, “pode-se esperar uma desaceleração”, informou Iger.

 

A mudança também pode ter relação com problemas com a nova trilogia. Os diretores David Benioff e Dan Weiss, de Game of Thrones, estavam encabeçando o projeto da nova saga e abandonaram a ideia por conta de contratos com a Netflix. Com isso, ainda não há previsão de uma nova trilogia.

Contudo, a Disney segue forte em produtos com a marca. Ela vai estrear no Disney+ a série The Mandalorian, além de já ter anunciado uma série sobre Obi-Wan Kenobi.

Além disso, em se tratando de games, Star Wars: Jedi Fallen Order chega em 15 de novembro para PlayStation 4, Xbox One e PC.

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Malware usa falha geral no Windows para instalar minerador de criptomoedas

Nov 4, 2019

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Um ataque em massa contra computadores rodando diferentes versões do Windows está instalando mineradores de criptomoedas em máquinas desatualizadas. O golpe se aproveita da BlueKeep, uma falha revelada em maio e disponível a partir da versão XP do sistema operacional, permitindo não apenas a execução remota de códigos, como também a disseminação de malwares a todos os computadores desprotegidos que façam parte de uma mesma rede.

De acordo com os especialistas da Kryptos Logic, uma das empresas de segurança responsáveis pela descoberta, o ataque acontece de forma massiva, com os malwares sendo distribuídos de forma generalizada pela internet. Ao encontrarem versões desatualizadas do Windows, eles se instalam e começam a gerar lucros para os responsáveis pelos ataques a partir do poder de processamento da sequência de computadores infectados.

Trata-se, segundo os pesquisadores, do primeiro ataque em massa envolvendo o BlueKeep, revelado em maio e que, até agora, só havia sido explorado desta maneira a partir de provas de conceito. A vulnerabilidade faz parte do protocolo de desktop remoto do sistema operacional da Microsoft e não exigiria interação do usuário, com a brecha tendo sido localizada em, pelo menos, um milhão de PCs conectados no momento em que a Microsoft liberou a atualização.

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Como estamos falando de computadores antigos, a ponto de ainda estarem rodando o Windows XP, Vista ou Server 2003, a ideia é que tais máquinas não recebam mais assistência ou tenham administradores responsáveis por elas, apesar de ainda estarem presentes, principalmente, em estruturas corporativas. São elas, agora, os maiores alvos da praga cujos reflexos se dão apenas em uma queda no processamento por conta do uso dos recursos na mineração de moedas — e novamente, como elas não são monitoradas, é bem provável que nem esse aspecto seja notado.

Segundo os especialistas em segurança, o ataque em andamento não utiliza as características de infecção generalizada de redes do BlueKeep. Em vez disso, servidores remotos sob controle dos criminosos vasculham a internet em busca de máquinas conectadas e vulneráveis onde os mineradores possam ser instalados. Sendo assim, dados de usuários e informações confidenciais permanecem seguras, mas isso não significa que, com tantas portas abertas, ataques mais sofisticados e perigosos também não possam acontecer.

735 mil PCs desatualizados seriam vulneráveis a infecção em massa pelo BlueKeep, que instala mineradores de criptomoedas e remete ganhos aos hackers

Esse funcionamento foi descoberto quando os especialistas em segurança notaram a infecção de máquinas intencionalmente desprotegidas e conectadas à internet, as chamadas “honeypots”, administradas justamente como forma de analisar o comportamento de infecções. De acordo com os responsáveis pela descoberta, a instalação dos mineradores causou travamento em alguns casos, o que indica uma praga ainda pouco eficaz, algo que serve como uma pequena boa notícia, na medida em que ajuda a flagrar sua instalação.

Mais informações, entretanto, não foram divulgadas, como o número de computadores que podem ter sido atingidos ou o destino dos fundos minerados pelas máquinas comprometidas. Entretanto, um número geral indica que 735 mil PCs ainda podem estar vulneráveis — esse é o total de máquinas conectadas à internet e ainda desatualizadas, com a falha BlueKeep presente e permitindo execuções desse tipo.

Por outro lado, segundo os especialistas da Rendition Infosec, que também ajudaram na revelação da campanha, a onda de infecções ainda está em fase de ascensão, já merecendo atenção, mas sem atingir seu ápice, na medida em que a praga utilizada parece problemática e pouco eficaz. O perigo, porém, é real, e com o sucesso dessas primeiras tentativas, nada impede que os responsáveis aprimorem seus malwares para ampliarem ganhos ou adicionem outros usos bem mais perigosos.

Por outro lado, na visão dos pesquisadores, a demora e a dificuldade de implementação podem indicar que a Microsoft pode sair vitoriosa dessa história, com sua atualização funcionando como deveria e resolvendo o problema mesmo em computadores mais antigos. Essa, inclusive, é a principal recomendação para os usuários de sistemas defasados: atualizações devem ser aplicadas em todas as máquinas rodando Windows, de forma que a abertura no sistema de desktop remoto seja fechada.

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Grupo hacker chinês é acusado de atacar Brasil e outros cinco países

Nov 4, 2019

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Um grupo hacker chinês foi apontado como o responsável por ataques à infraestrutura pública de seis países, incluindo o Brasil, para interrupção de serviços ou roubo de informações confidenciais. O Calypso APT, que teria residência na China, mas não necessariamente estaria ligado ao governo do país, está em ação desde 2016, realizando tentativas de invasão a sistemas oficiais e de grandes corporações.

O Brasil aparece em segundo lugar na lista dos seis países, ao lado do Cazaquistão, com 18% dos ataques desferidos pelo Calypso APT contra sistemas oficiais. Somente a Índia está à frente, com 34%, e na sequência aparecem Rússia e Tailândia (12% cada) e, por fim, a Turquia (6%). A existência de fins políticos, entretanto, não pôde ser confirmada, assim como a ligação entre os hackers e o governo da China.

De acordo com o relatório da Positive Technologies, responsável por revelar os casos, o método usado seria sempre semelhante. Os criminosos conseguiam acesso aos sistemas por meio de credenciais roubadas de funcionários, normalmente a partir de ataques de phishing, ou faziam o que a empresa chamou de golpes no perímetro da rede, injetando programas especiais que, quando executados, abriam as portas das plataformas para intrusão.

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De acordo com os especialistas, a principal razão para o sucesso dos hackers é a utilização de ferramentas de redes públicas e amplamente usadas no mercado, o que dificultou sua localização por administradores e a detecção por softwares de segurança. Não ajudou nada, claro, a infraestrutura defasada ou com brechas de boa parte dos sistemas públicos dos países citados, algo que facilitou a ação dos criminosos.

A identificação dos criminosos como de origem chinesa, veio a partir da análise de IPs. Em alguns casos, os hackers nem mesmo se preocuparam em ofuscar seus endereços reais, o que revelou a utilização de acessos fornecidos por operadoras do país. Além disso, de acordo com a Positive Technologies, entre as ferramentas utilizadas para as intrusões estão dois malwares chamados PlugX e Byeby, bastante comuns entre grupos da China e usados em operações de intrusão e roubo de dados.

O relatório da Positive Technologies entra em minúcias técnicas sobre o funcionamento das ferramentas e os métodos usados pelos hackers do Calypso APT para intrusão. Por outro lado, apesar de revelar os países atingidos e a existência de danos e intrusões contra serviços públicos, os especialistas não entram em detalhes sobre os casos nem indicam os órgãos em que as vulnerabilidades teriam sido encontradas, apesar de informarem que elas foram devidamente notificadas.

De maneira geral, a indicação da empresa é para que administradores de rede utilizem ferramentas de análise profunda de tráfego em suas redes como forma de detectar intrusões assim que elas ocorrerem. Tais sistemas também são capazes de encontrar atividades suspeitas e reconhecerem utilizações legítimas, servindo como boas armas para os golpes de perímetro como os utilizados pelos criminosos.

Ainda, vale a pena prestar atenção nas aplicações rodando no sistema e também em sistemas conectados, cujas brechas também podem ser usadas para invasão. Além disso, claro, vale um treinamento para que funcionários protejam suas credenciais de acesso e não caiam em tentativas de phishing que possam levar logins e senhas às mãos erradas. Caso ocorrências assim aconteçam, também é importante informar imediatamente aos administradores, para que eles possam tomar providências.

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Análise | Xiaomi Mi 9 Lite: "Lite" onde?

Nov 4, 2019

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O Mi 9 Lite é um modelo intermediário premium, trazendo o "Lite" no nome apenas para colocá-lo como membro mais acessível da linha Mi 9. Pode até não ser um top de linha, mas dificilmente decepciona quem busca um celular mais potente

Assista ao vídeo.

Samsung fecha setor de desenvolvimento de processadores próprios

Nov 4, 2019

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A Samsung está fechando seu setor de desenvolvimento de processadores. A informação foi confirmada em uma carta, que notifica a demissão de funcionários da sua unidade no Texas. Tal setor era responsável pela criação dos processadores Exynos, usados em parte dos modelos de smartphones da marca sul-coreana.

A empresa notificou a Worker Adjustment and Retraining (WARN) sobre a movimentação. O órgão é responsável pela fiscalização trabalhista nos Estados Unidos. Segundo o documento, foram 290 empregados mandados embora com o fechamento do setor. Ainda, a notificação aponta que eles ficam no cargo até 31 de dezembro de 2019, o que pode indicar que a companhia vai manter a produção até lá.

Ainda não está claro o que exatamente acontecerá com os chips Exynos, que equipam parte dos smartphones da companhia. Mesmo assim, o pessoal do Android Authority diz acreditar que a decisão não significa exatamente que os chips deixarão de ser fabricados. Isso porque o setor, na realidade, é responsável pelo desenvolvimento dos núcleos Mongoose usados nos Exynos e não pelos Exynos em si. Portanto, o que deve acontecer é a mudança do fornecedor desse chip para alcançar o que a Samsung diz ser seu objetivo: tornar os Exynos mais competitivos.

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Nesse sentido, o mais provável é que a Samsung possa aproveitar o momento para adotar núcleos de arquitetura ARM, usados também pela Qualcomm e pela Huawei em seus processadores.

Esta é uma notícia que se soma à outra movimentação da sul-coreana, que anunciou uma parceria com a AMD para desenvolvimento de GPUs para plataformas mobile. Ou seja, mais um passo em deixar esta responsabilidade para empresas parcerias.

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Novo Microsoft Edge ganha logo e se aproxima de lançamento oficial

Nov 4, 2019

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A Microsoft está recriando o Edge com base no Chromium, do Google. Que o navegador da empresa está sendo repaginado, não é bem uma novidade, mas a companhia também aproveitou para refazer a linguagem visual do produto. O novo design foi apresentado ao público em um arquivo escondido dentro da versão Canary do Edge e traz uma mudança bastante significativa em relação aos logos mais antigos da empresa.

A empresa manteve a paleta de cores, mas as arranjou em uma forma muito similar a uma onda. Com um formato circular, o desenho forma um "e", muito menos óbvio que as versões mais antigas.

Novo logo apresentado pela Microsoft (Foto: Divulgação/Microsoft)

Isso também ajudou a colocar o logo dentro do padrão mais recente adotado pela companhia em outros programas, como os do pacote Office.

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O novo logo foi apresentado com um jogo em que cada usuário poderia ajudar a encontrar uma parte do desenho em formato 3D. Os jogadores precisavam andar pela tela usando as teclas WASD e evitando bater em obstáculos.

A Microsoft já lançou uma versão beta do novo Edge baseada no Chromium para tentar voltar a ter um navegador relevante no mercado. Agora que ela apresentou o novo logo, é bem possível que já esteja mais perto do lançamento da versão do navegador. A expectativa é de ela apresente o programa em uma conferência agendada para a próxima semana em Orlando.

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Falha de segurança em sites de camgirls expõe dados de usuários e modelos

Nov 4, 2019

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Uma rede de sites de camgirls, as modelos que se exibem em shows e performances sensuais pela webcam, teve uma base de dados com proteção falha descoberta na última semana, expondo informações sigilosas de usuários e profissionais, incluindo nomes e senhas de acesso e diversos outros dados.

A empresa é a espanhola VTS Media, que controla sites como "amateur.tv", "webcampornoxxx.net" e "placercams.com". Segundo o Techcrunch, a maioria dos usuários dos sites mencionados está localizada na Europa, porém foram identificados perfis baseados em regiões como EUA e América Latina.

O problema estava no backend da base de dados mencionada, que supostamente continha erros de configuração que permitiram a exposição das informações: tentativas de login resultantes em falha, por exemplo, eram armazenadas em documentos de texto, sem qualquer proteção por senha, e dispostas publicamente a qualquer um que soubesse como acessar o material. Endereços de IP, mensagens privadas trocadas entre usuários e até mesmo quais vídeos eram mais alugados e mais rentáveis, expondo fetiches e preferências sexuais de alguns usuários.

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Camgirls e usuários de diversos portais na Europa correram risco de terem seus dados divulgados, mas empresa de segurança descobriu a falha antes de possível vazamento (Imagem: Reprodução/Camgirl.com.br)

Por sorte, a falha foi descoberta pela empresa de segurança digital Condition:Black. “Isso foi uma falha grave do ponto de vista de compliance e técnico”, disse John Wethington, fundador da companhia. “Depois de revisar a prática de privacidade e os termos e condições de uso dos portais, é óbvio que os usuários muito provavelmente não tinham ideia de que suas atividades eram monitoradas neste nível de profundidade. Os usuários sempre devem considerar as implicações de um vazamento de seus dados, mas especialmente em casos onde isso pode afetar a sua vida”.

Pela empresa que gerencia os sites em questão ser baseada na Europa, o caso recai sobre as categorias especiais de vazamentos de informação prevista na GDPR, a lei de proteção à privacidade digital do Velho Continente. Segundo a legislação, casos do tipo podem render multa de até 4% do faturamento anual da empresa.

A VTS Media desabilitou a base de dados na última semana, o que permitiu a divulgação do caso.

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Fórum online 8chan volta à internet com novo nome: 8kun

Nov 4, 2019

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O fórum online 8chan, conhecido por ser a plataforma favorita para a divulgação de manifestos terroristas em incidentes famosos, como o tiroteio de El Paso e os ataques de Christchurch, está de volta à internet com um novo nome: 8kun. O fórum estava fora do ar desde agosto de 2019, quando o fundador e administrador Jim Watkins disse estar impossibilitado de manter a plataforma no ar após diversas empresas cancelarem suas ofertas de serviço, como hospedagem e publicação de conteúdo, para a marca.

O “novo” fórum tem um visual bastante similar ao predecessor e, segundo Ron Watkins, filho de Jim, os subfóruns do antigo portal ainda estão em fase de migração para a nova plataforma. Notavelmente, por exemplo, o fórum de política (/pol/), um dos preferidos para que autores de atentados terroristas publicassem seus manifestos, ainda está ausente no novo serviço. Os autores de Christchurch e El Paso, bem como Poway (Califórnia), publicaram cartas e documentos de suas intenções no fórum antigo, normalmente recebendo aplausos da comunidade de usuários apesar dos esforços dos moderadores em coibir discursos de intenções violentas.

O novo banner, mostrando o retorno do 8chan, agora como "8kun" (Imagem: Reprodução/Watkins/YouTube)

O 8kun possui diversas citações de discursos de liberdade de expressão e posicionamento anticensura. Jim Watkins disse, durante depoimento no passado, que a política de sua empresa é a de remover conteúdo apenas em caso de ilegalidade, como ameaças explícitas de ações violentas. Segundo ele, discursos de ódio não seriam removidos por terem “direito à liberdade de expressão”. “A minha empresa não tem qualquer intenção de deletar discursos de ódio constitucionalmente protegidos. Eu acredito que o remédio para esse tipo de discurso é o ‘contra-discurso’, e estou certo de que esta é a visão do sistema judiciário americano”, ele disse ao Congresso. Não está claro, porém, se o mesmo posicionamento se aplica ao 8kun.

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A notícia do relançamento do site já foi suficiente para causar problemas à empresa: Watkins disse que o excesso de usuários buscando acessar o fórum fez com que a página ficasse indisponível no último final de semana. O 8kun, por ora, encontra-se acessível somente via Tor, o navegador de preferência para internautas que querem acessar a dark web. Talvez ironicamente, mesmo com o acesso feito por um browser que priorize o anonimato, um bug no 8kun estava revelando nomes por trás dos nomes de usuários de algumas pessoas, segundo confirmou o próprio Watkins.

O operador do 8chan e do atual 8kun, Jim Watkins (Imagem: Reprodução/The Goldwater/YouTube)

A comunidade entusiasta da teoria da conspiração ultra-direita conhecida como “QAnon” também mostrou-se empolgada com a novidade: a teoria em questão diz que um usuário da administração presidencial de Donald Trump comumente postava no antigo 8chan sob o nome “Q”, fazendo falsas acusações contra o Partido Democrata e tentando defender o atual presidente dos Estados Unidos de acusações que lhe colocaram sob suspeita ao longo dos anos: pela teoria, diversos representantes de alto escalão dos Democratas ou comandam, ou participam de uma rede de tráfico sexual de crianças, e que Trump teria apenas fingido um conluio com os russos para impedir um golpe de estado a ser dado por Barack Obama, Hillary Clinton e George Soros, este último, um filantropo e investidor bilionário cujo nome é comumente atrelado a teorias sem fundamento contra políticas de esquerda.

O suposto “Q” já teria feito um ou mais posts dentro do 8kun, algo que, em tese, não acontece desde que o 8chan fora definitivamente desligado em agosto.

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Bitly | Uma boa opção para encurtar URLs

Oct 30, 2019

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Ferramentas que encurtam links de sites ou imagens existem aos montes e estão disponíveis gratuitamente na internet. Uma das opções mais conhecidas entre os usuários é o Bitly, famoso pelo domínio bit.ly em URLs encurtadas em sua plataforma.

Neste artigo, explicamos como você pode encurtar uma URL com o Bitly e quais são os prós de usar links encurtados em publicações de redes sociais.

Como criar links de grupos para WhatsApp Bitly: o que um encurtador de URL faz?

Encurtar uma URL significa transformar um endereço HTTP completo em um link mais curto, que geralmente tem entre 8 e 20 caracteres. No caso do Bitly, a ferramenta reduz qualquer URL para, em média, 14 caracteres, já descontando pontos, barras e demais sinais.

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Por que encurtar uma URL?

Quem trabalha gerenciando redes sociais sabe que é importante encurtar uma URL para que a chamada ou a publicação se torne mais limpa, legível e compacta (aplicável, por exemplo, para o Twitter, que tem limite de 280 caracteres por publicação). Além disso, publicações que acompanham links encurtados são mais agradáveis para o leitor.

Outro benefício de usar ferramentas que encurtam URLs são os painéis de estatísticas de acessos a links, que mostram o tráfego gerado pelo público que clicou no link encurtado. Ou seja: você pode divulgar um link encurtado e saber exatamente quantas pessoas clicaram nele. Esses dados também servem para otimizar publicações e melhorar o nível de engajamento da audiência.

O Bitly oferece o painel de estatísticas de links encurtados, mas você precisa criar uma conta para acessá-lo gratuitamente. Isso pode ser feito com um e-mail qualquer ou através da sua conta do Google.

Como encurtar uma URL usando o Bitly

Com ou sem uma conta do Bitly, você só precisar acessar o site bitly.com e colar a URL que deseja encurtar na caixa onde está escrito "Shorten your link" ( que significa "encurtar seu link"). Depois, clique em "Shorten" ("encurtar" em português).

Cole sua URL na caixa do Bitly para encurtá-la / Captura de tela: Bruno Salutes

O link encurtado será gerado para a URL que você escolheu, e basta clicar em "Copy" para copiar e usá-lo em mensagens, publicações e onde mais desejar.

Copie a URL encurtada para usá-la / Captura de tela: Bruno Salutes

Além do plano gratuito, que dá acesso ao painel básico de estatísticas para links, o Bitly oferece também planos pagos nas modalidades individual e corporativo. Uma das principais vantagens desses planos é ter acesso ao painel mais detalhado de informações sobre tráfego, além de conseguir personalizar o domínio bit.ly, que é o padrão para URLs encurtadas da plataforma.

Leia a matéria no Canaltech.

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Fones Razer Hammerhead prometem eliminar latência de áudio nos jogos de Android

Oct 30, 2019

Description:

A Razer acaba de lançar os fones Hammerhead True Wireless, um par de earbuds que marcam a entrada da empresa no setor dominado por Samsung, Apple e diversas fabricantes de smartphones no mundo. A Razer, porém, promete um diferencial que pode colocá-la à frente de seus concorrentes: a eliminação completa da latência de áudio em jogos para smartphones Android.

Segundo a companhia, o Hammerhead conta com um modo exclusivamente dedicado aos jogos do smartphone com sistema operacional da Google. Batizada pelo nome óbvio de Gaming Mode, a função é ativada em um app dedicado para iOS e Android, ainda que, estranhamento, o iPhone não sofra desse problema, mas até hoje ninguém sabe dizer se a alta latência no Android é uma falha derivativa do sistema operacional, da fabricante do fone, ou de ambos.

A Razer diz que o Gaming Mode do Hammerhead utiliza uma versão customizada do padrão Bluetooth 5.0 para que o recurso funcione, preservando bateria e minimizando a latência, e isso faz com que a reprodução do áudio nos fones sem fio acompanhe a jogatina na tela. É possível também acionar o recurso tocando três vezes no fone direito.

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(Imagem: Divulgação/Razer)

Visualmente, o Hammerhead segue a linha de design usada pela Apple no design, sem usar ponteiras de borracha para se prender aos ouvidos, mas encaixes de silicone são disponibilizados para que os fones fiquem mais fixos na parede externa do ouvido. A cor preta com detalhes em verde denunciam a identidade da fabricante, já que essas são as cores mais comuns da Razer em seus produtos. A caixa que guarda os fones é carregada via cabo USB-C, evidentemente incluso no pacote.

O site americano The Verge teve a oportunidade de testar os novos fones durante a apresentação do produto da Razer para a imprensa local. Segundo as impressões primárias, a função Gaming Mode parece funcionar bem em alguns casos, e não muito bem em outros. O texto do site ainda aponta que o fone não é bom para bloquear ruídos externos (noise cancelling), então seu uso fora do ambiente de games não é muito recomendado. O site aponta, porém, que a sala de testes estava barulhenta e o tempo de avaliação era bem curto.

O Razer Hammerhead True Wireless está disponível para compra na loja oficial da Razer por US$ 99 (R$ 393,93 na conversão direta).

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Você sabia que ver a Terra do espaço muda sua concepção sobre o planeta?

Oct 30, 2019

Description:

Você sabia que astronautas que olham para a Terra lá do alto possuem uma percepção do nosso planeta muito diferente da nossa, reles humanos que jamais saímos da atmosfera terrestre? Nem todos eles ficam com essa visão diferente, claro, mas é um estado reconhecido e perceptível por terceiros que conviveram com essas pessoas antes e depois de suas viagens.

Esse estado de clareza mental é chamado de overview effect (“efeito de visão geral”, em tradução livre). O termo foi criado por Frank White e apareceu um livro que tem o mesmo nome do conceito, escrito em 1987.

White chegou a declarar que, enquanto viajava de avião nos anos 1970, olhou pela janela e pensou o seguinte: “Qualquer pessoa vivendo no espaço sempre vai ter uma visão geral. Vai ver coisas que nós sabemos, mas que não experimentamos, que é a Terra como um sistema. Somos todos parte desse sistema e há uma certa unidade e coerência em tudo isso”.

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O overview effect seria essa mudança cognitiva dos astronautas que veem nossa “brilhante joia no céu de veludo negro” (como descreveu Buzz Aldrin, durante a missão Apollo 11) flutuando no espaço. Para os astronautas que adquirem essa nova percepção, a Terra é enxergada como uma bola azul, pequena e frágil, flutuando no vazio e protegida por uma fina atmosfera com a espessura aparente de uma folha papel.

A Terra vista da Lua em clique de Bill Anders durante a missão Apollo 8 (Foto: NASA)

Os primeiros humanos a verem a Terra do espaço foram os astronautas da Apollo 8, Frank Bowman, Jim Lovell e Bill Anders. Este último, ao tirar uma foto da Lua pela janela da nave, exclamou: “Oh, meu Deus, vejam aquela imagem! É a Terra surgindo. Uau, como é bonito!”.

Em dezembro de 1968, Anders pode ter sido o primeiro a sentir o overview effect. Porém, naquela época, o termo ainda não existia, e na realidade o foco estava todo na Lua e em chegar até lá. Segundo consta em relatos públicos, os astronautas Michael Collins, Ron Garan, Rusty Schweikart, Edgar Mitchell, Tom Jones, Scott Kelly, James Irwin, Mike Massimino, André Kuipers e Chris Hadfield chegaram a vivenciar tal efeito.

Sentimento contraditório

O astronauta da NASA, Ron Garan, descreveu em seu livro The Orbital Perspective (“A perspectiva orbital”, em tradução livre) o sentimento que teve, em 2008, ao notar que havia sido surpreendido por essa nova perspectiva de nosso planeta. “Quando olhei para a Terra — esse oásis deslumbrante e frágil, essa ilha que que nos foi dada, e que tem protegido toda a vida das dificuldades do espaço —, uma tristeza me invadiu, e eu fui atingido no estômago por uma sóbria e inegável contradição”, conforme consta no livro.

'The Blue Marble', a mais famosa fotografia da Terra vista do espaço (Foto: NASA)

De acordo com Garan, ele não conseguiu compreender como tanta gente pode não ter acesso a água, vai para a cama toda noite com fome, enfrenta injustiças sociais, conflitos ou sobrevive em extrema pobreza em um local tão bonito e vasto, que parecia, de seu ponto de vista naquele momento, “um paraíso”. E completa: “Ver a Terra desse ponto de vista me deu uma perspectiva única — algo que vou chamar de perspectiva orbital. Parte disso é a constatação de que viajamos todos juntos no planeta e que, se nós olhássemos para o mundo daquela perspectiva, veríamos que nada é impossível”.

Por enquanto, essa perspectiva geral do planeta Terra como algo único, frágil, e ao mesmo tempo acolhedor, é exclusividade de astronautas que já tiveram a oportunidade de ver nosso planeta do espaço, ainda que por pouco tempo. No futuro, porém, tudo indica que pessoas comuns também terão esta chance: afinal, o turismo espacial vem tomando forma cada vez mais rapidamente, graças às empreas espaciais privadas que estão mirando neste mercado (por exemplo, Virgin Galactic, Blue Origin e SpaceX), e é possível que até mesmo a Estação Espacial Internacional comece a receber turistas a partir da próxima década.

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NVIDIA apresenta nova linha de placas de vídeo GeForce GTX SUPER

Oct 30, 2019

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A Nvidia acaba de ampliar sua linha GeForce. O desafio era criar um produto capaz de agradar aos fãs daquela que é a série de placas de vídeo mais popular do momento. Com isso, a empresa lançou as GeForce 1660 SUPER e 1650 SUPER. Segundo a fabricante, elas foram projetadas para fornecer ainda mais potência aos games do momento, com capacidade para oferecer até o dobro de desempenho das placas da série GTX 10 da geração anterior e até 50% a mais do que a GeForce GTX 16 original.

As placas de vídeo 1660 SUPER e 1650 SUPER usam nova memória GDDR6 com 14 Gbps e 12 Gbps. Elas foram projetadas para jogar em 1440p e 1080p, respectivamente, e possuem clocks de quase 1,8 GHz, que podem ser facilmente executados em overclock para obter ainda mais desempenho. Elas também oferecem suporte ao GeForce Experience, que fornece recursos para melhorar o funcionamento dos jogos.

Além das novas GPUs, a Nvidia lançou um novo driver chamado de Game Ready Driver, que oferece suporte desde o lançamento para centenas de títulos AAA e quatro novos recursos de jogos: ReShade, Nvidia Ultra Low Latency, Enhanced Customizable Image Sharpening e Turing Encoder. Abaixo, explicamos do que se trata cada um deles.

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Imagem: Captura de Tela/ Felipe Ribeiro ReShade Filters

Com mais de 3 milhões de downloads no ano passado, o ReShade se beneficia dos moddings criados pela comunidade para incrementar os shaders de pós-processamento para jogos em PC. Com a atualização mais recente do Game Ready Driver e do GeForce Experience, os jogadores com a placa GeForce podem acessar centenas de filtros ReShade e aplicá-los facilmente em seus jogos favoritos por meio do NVIDIA Freestyle ou Ansel.

Nvidia Ultra Low Latency

O modo NVIDIA Ultra Low Latency (NULL) foi aperfeiçoado para suportar a tecnologia G-SYNC, então os gamers podem aproveitar visuais livres de rupturas na tela proporcionada pelo G-SYNC ao mesmo tempo em que se beneficiam de um rápido tempo de resposta proporcionado pela baixa latência. Com isso, os jogos rodarão com mais suavidade em monitores compatíveis com esta tecnologia.

Enhanced Customizable Image Sharpening

Com a integração do filtro Image-Sharpening no Painel de Controle da Nvidia, os jogos com Direct 9, 11 e 12 terão desempenho mais rápido. Com esse recurso, aliás, é possível controlar a nitidez por jogo, criando perfis individuais para cada título.

Turing Encoder

 

Com foco nos streamers, a Nvidia desenvolveu o novo Turing Encoder. Os usuários que estiverem munidos das novas GeForce 1660 SUPER e 1650 SUPER poderão manter o nível de imagem em qualidade profissional ao mesmo tempo em que estão fazendo as transmissões.

Preços e disponibilidade

Ainda não foram revelados preços nem data de lançamento das novas GTX Super, mas a Nvidia deverá divulgar essas informações em breve.

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House of the Dragon é confirmada como nova série derivada de Game of Thrones

Oct 30, 2019

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Enquanto um derivado morre, outro nasce. A HBO anunciou nesta terça-feira (29) que o projeto chamado de Blood Moon, outro nome para o prelúdio A Longa Noite, foi cancelado antes mesmo da finalização de seu piloto. Horas depois, a emissora anunciou a produção de House of the Dragon, baseado em Fogo e Sangue, livro de George R.R. Martin lançado neste ano.

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A nova prequel é escrita por Ryan Condal (Colony) e tem como foco a história da Casa Targaryen, ancestrais de Daenerys, em um período conturbado de guerra civil. A trama acontece por volta de 500 anos antes dos eventos mostrados em Game of Thrones.

(Imagem: Reprodução/Entertainment Weekly)

Ainda não há informações certas a respeito de uma possível conexão entre o fim do projeto anterior e o início deste novo. De acordo com a empresa, ela decidiu investir nessa trama porque já há uma “história estabelecida, escrita por Martin, para servir como espinha dorsal da história" — Blood Moon teria apenas algumas “referências vagas” ao texto do criador da série.

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A ideia de House of the Dragon é levar a história até The Dance of the Dragons, um momento importante na mitologia dos Sete Reinos que leva ao conflito entre duas facções rivais da Casa Targaryen. Ainda não há elenco, diretores ou data confirmada; sabe-se somente que deve esta ser uma das atrações a serem oferecidas no catálogo do HBO Max — que já anunciou chegada em maio de 2020 com uma nova série dos Lanternas Verdes.

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Malware infectou mais de 45 mil smartphones Android e não some nem com reset

Oct 30, 2019

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Os pesquisadores de segurança estão em alerta por conta de uma preocupante nova praga virtual que vem se alastrando com extrema habilidade de evolução e, justamente por conta disso, vive se reinstalando, sendo quase que irremovível. O malware xHelper vem aparecendo em resultados de antivírus e irritando os usuários já há seis meses, e agora alcançou 45 mil aparelhos Android.

A boa notícia é que o trojan não realiza operações destrutivas. De acordo com a Malwarebytes e a Symantec, ele tem apenas mostrado anúncios pop-up intrusivos e spam de notificação, que redirecionam os usuários para a Play Store, onde as vítimas são solicitadas a instalar outros apps — um meio que os autores do xHelper usam para ganhar dinheiro com comissões de pagamento.

Praga aparece como serviço independente
(Imagem: Reprodução/ZDNet)

O xHelper realiza em média 131 novas infecções diariamente e cerca de 2,4 mil por mês. A maioria foi detectada na Índia, Estados Unidos e Rússia. Para atacar, o malware usa redirecionamentos da web em páginas fora da Play Store, e então um código oculto realiza o download automaticamente.

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Funcionamento misterioso

O xHelper não funciona como a maioria dos outros malwares para Android, pois ele vem embutido com um app de chamariz, mas se instala como um serviço independente — ou seja, desinstalar o utilitário inicial não livra o aparelho infectado dessa praga.

Além disso, mesmo se os usuários encontrarem o serviço xHelper na seção de aplicativos do sistema operacional, não é possível arrancá-lo dali, nem mesmo com o reset de fábrica — coisa que, segundo especialistas de segurança, ainda é um mistério. Contudo, ao menos ele não adultera nenhum aplicativo básico do Android.

A praga sempre aparece depois do reset
(Imagem: Reprodução/ZDNet)

Nos últimos meses, tem sido comum ver vítimas do xHelper em vários fóruns, tentando encontrar soluções para removê-lo dos dispositivos. Alguns conseguem com programas pagos, outros nem assim. De acordo com a Symantec e a Malwarebytes, os autores da ameaça parecem sempre estar em uma batalha constante contra os antivírus, descobrindo novas maneiras de se adaptar para continuar mantendo o malware impossível de remover.

Usuários tentam encontrar solução para o problema em fóruns, como no Reddit (Imagem: Reprodução/Phone Arena)

Os especialistas avisam que, mesmo com o xHelper não apresentando perigo maior, ele pode ser a porta de entrada para outros arquivos maliciosos capazes de causar estragos muito maiores — como roubar senhas de banco ou dados sensíveis do usuário. A dica, por enquanto, é evitar então links suspeitos que redirecionam para páginas ainda mais duvidosas, procurando sempre baixar aplicativos que estão disponíveis na Google Play.

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Samsung anuncia novos Galaxy Books com touch screen e recarga reversa sem fios

Oct 30, 2019

Description:

O mercado de PCs tem comemorado boas vendas atualmente, e boa parte desse sucesso está atrelado a um número cada vez maior de laptops com recursos inovadores. Depois do recentemente anunciado Pixelbook Go, da Google, é a vez de a Samsung colocar novos produtos do tipo no mercado: o Galaxy Book Flex e o Galaxy Flex Ion.

Ambos os aparelhos são os primeiros a trazerem a tecnologia QLED Display sensível ao toque para os notebooks da marca, oferecendo uma experiência de visualização mais realista, e com direito ao Modo Outdoor, ativado com a capacidade máxima de brilho de 600 nits — o que ajuda quando você está na claridade, ao ar livre.

Galaxy Book Flex (Imagem: Divulgação/Samsung)

O recurso mais interessante talvez seja o Wireless Powershare, que permite “emprestar” energia para dispositivos compatíveis com recarga Qi sem fio — a exemplo dos Galaxy S10 e os Galaxy Buds da própria Samsung, bem como aparelhos de outras companhias, como o Huawei Mate 20.

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Galaxy Book Flex

O 2-em-1 vem com dobradiça de 360 graus, tanto para ser usado como tablet quanto como PC. Ele vem com um corpo revestido de alumínio, que o protege durante o transporte, e também traz novas funcionalidades da S Pen, como um aprimorado controle por meio gestos.

(Imagem: Divulgação/Samsung)

O Galaxy Book Flex traz duas versões, de 13,3 e 15,6 polegadas, com processadores Intel Core de 10ª geração e placa gráfica integrada, ou Nvidia GeForce MX250 com GDDR5 de 2 GB. A memória RAM vai até 16 GB e o armazenamento interno pode ser de até 1 TB via SSD.

(Imagem: Divulgação/Samsung)

A câmera grava em resolução 720p e o som fica a cargo dos alto-falantes AKG Stereo com Smart Amp, enquanto o desbloqueio conta com leitor de digitais ou reconhecimento facial do Windows Hello. A conectividade fica por conta de duas entradas Thunderbolt 3, uma USB-C, outra UFS/microSD e microfone. A bateria de 69.7 Wh não teve autonomia informada.

Galaxy Book Ion

Já a última novidade tem como foco os profissionais que precisam transportar seus laptops para cima e para baixo o tempo todo. Ele é muito fino, com espessura de apenas 12,9 mm na versão de 13,3 polegadas e 14,9 mm na de 15,6 polegadas. Construído com magnésio ultraleve, pesa menos de um quilo.

(Imagem: Divulgação/Samsung)

O Galaxy Book Ion vem com processadores Intel Core de 10ª geração e placa gráfica integrada, ou NVidia GeForce MX250 com GDDR5 de 2 GB. A memória RAM vai até 16 GB — com mais um módulo SODIMM na versão de 15,6 polegadas — e o armazenamento interno pode ser de até 1 TB via SSD.

(Imagem: Divulgação/Samsung) Preços e disponibilidade

Ainda não há previsão do quanto devem custar, e as máquinas estão previstas para chegar às prateleiras em dezembro, inicialmente em alguns mercados selecionados — ainda não se sabe se o Brasil faz parte deste grupo.

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HBO Max chega em 2020 e terá nova série dos Lanternas Verdes

Oct 30, 2019

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A WarnerMedia e a AT&T vêm preparando sua nova plataforma de streaming, o HBO Max, para competir à altura com a Netflix e as gigantes que entram no setor na próxima temporada. A novidade, que contará com o amplo catálogo da Warner Bros, contará também com algumas produções inéditas e atrações campeãs de audiência de forma exclusiva.

Agora, uma apresentação do conglomerado, realizado na tarde desta terça-feira (29) na Califórnia, traz mais informações sobre a data de lançamento e projeção sobre as metas do serviço. A estreia acontecerá em maio de 2020 no Estados Unidos, ainda sem um dia exato, e, para impulsionar as assinaturas, os usuários que já possuem assinatura HBO e pelo menos um dos serviços de telefonia da AT&T terão um ano de HBO Max de graça.

(Imagem: Reprodução/AT&T/WarnerMedia)

Com isso, a expectativa é de alcançar, até 2025, algo entre 75 milhões e 90 milhões de assinantes mensais, com 50 milhões somente em solo estadunidense — número que pode assustar o pessoal na Netflix.

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Entre os destaques da programação do HBO Max, estão hits de audiência, como a série Friends e South Park. Essa segunda, atualmente exibida no Hulu, que pertence à Disney, foi adquirida por algo entre US$ 500 milhões e US$ 550 milhões, segundo a Variety, em um acordo que prevê todas as 23 temporadas anteriores e três novos anos — os capítulos serão exibidos 24 horas após o debut no Comedy Central, da Viacom, uma das proprietárias do South Park Digital Studios.

(Imagem: Reprodução/Comedy Central)

Outra notícia que deve animar bastante os fãs da DC é a chegada da Tropa dos Lanternas Verdes em uma série exclusiva para o HBO Max. A atração está sendo desenvolvida por Greg Berlanti, o mesmo mentor por trás do Arrowverse, e ainda não se sabe se terá conexão com Flash, Arrow, Supergirl, Batwoman e companhia.

O que se aposta nos bastidores é que a série dos Gladiadores Esmeralda terá o maior orçamento entre os títulos para streaming até agora da Warner — já que, basicamente, tudo o que os heróis podem fazer depende de bons efeitos visuais.

Campanha agressiva da AT&T

A AT&T disse aos investidores na segunda-feira (28), durante a apresentação da receita do terceiro trimestre, que planeja gastar de US$ 1,5 bilhão a US$ 2 bilhões no HBO Max em 2020 e US$ 1 bilhão em cada um dos dois anos seguintes — e grande parte dessa verba deve ser destinada justamente ao conteúdo original. A lucratividade é esperada somente a partir de 2024.

Para alcançar essa meta, além de uma programação vasta, o HBO Max terá uma campanha agressiva por conta da AT&T, líder de mercado de telecomunicações nos Estados Unidos. A plataforma de streaming deve ter vários tipos de pacotes e estar atrelada a diversas promoções e descontos, nos mais diversos serviços e produtos da companhia.

(Imagem: Reprodução/Forbes)

Ainda não há previsão de preços, mas espera-se que a assinatura mensal deva custar em torno de US$ 15. Com relação ao Brasil, parte do conteúdo do HBO Max será exibido via Prime Video, da Amazon, e a expectativa é de que distribuição para a América Latina e a Europa aconteça a partir de 2021.

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Apple libera versão 10.15.1 do macOS Catalina com novos emojis e melhorias

Oct 30, 2019

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A Apple acaba de liberar a versão 10.15.1 do MacOS Catalina, que foi lançado oficialmente neste mês. Usuários já podem fazer o download da atualização do sistema operacional para encontrar novidades como novos emojis, suporte para os recém anunciados AirPods Pro e controles de privacidade para a Siri, esta para incluir a opção de não ter os seus comandos gravados.

A atualização conta ainda com suporte para o HomeKit Secure Video com captura, visualização e armazenamento de câmeras de segurança, e com detecção de pessoas, animais e veículos, entre outras opções.

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Chegam também com o macOS Catalina 10.15.1 algumas correções de falhas da versão anterior, resolvendo bugs nos apps Mensagens, Contatos, Music e pastas de download do aplicativo TV, além de melhorias no Fotos e no filtro de busca.

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Com a chegada do macOS Catalina, os usuários deram adeus ao iTunes para organizar seus conteúdos separadamente nos apps Música, Podcasts e TV, dando adeus também aos aplicativos desenvolvidos em 32-bits. Contudo, com o novo SO os usuários da Maçã também ganharam aprimoramentos de interface e privacidade.

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Facebook Watch agora exibe conteúdos brasileiros e exclusivos

Oct 29, 2019

Description:

Procurando se conectar mais com os brasileiros e manter sua relevância por aqui, o Facebook acaba de lançar uma série de conteúdos exclusivos para o Watch, todos feitos no país com conhecidos nomes do entretenimento. Até o final do ano serão disponibilizados mais de 180 vídeos inéditos na ferramenta de conteúdo audiovisual, com nomes como Porta dos Fundos, Desimpedidos, Kondzilla, UOL, Comedy Central e Tastemade.

A seleção vem de páginas com bastante interação e relevância na rede, que, juntas, possuem mais de 42 milhões de curtidas. Dessa forma, o Facebook Watch espera integrar seus usuários de maneira 360º através de comentários, compartilhamentos, reações, enquetes, grupos, mensagens e Watch Parties. Segundos dados da própria empresa, mais de 720 milhões de pessoas por mês acessam seus vídeos, sendo que 140 milhões desses acessos são diários.

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Episódios em parceria com a rede de vídeos Tastemade já estão disponíveis para o público, como o ‘Pipoca & Chill', da Clarisse Duarte sobre séries e o ‘Alô, Bebeta’, da Bertha Salles, que dá dicas sobre amor e sexo. E, a seguir, confira as séries que ainda estão chegando, com oito episódios cada:

Desimpedidos

‘Até Eu Faria’ com Fred e Chicungunha: Pessoas são desafiadas a reproduzirem gols históricos nas ruas – já disponível;

‘Natália Contra a Rapa’ com Natália Guitler: Grandes nomes do futebol são desafiados para uma partida de fut-mesa com Natália – estreia em 1º de novembro;

‘Reis da Rua’ com o ex-jogador Zé Roberto: Uma viagem pelas mais diferentes modalidades de futebol que são jogadas nas ruas do país – estreia dia 13 de novembro;

‘Raridades FC’ com apresentação de Bolívia: As coleções mais insanas e com histórias que marcaram o futebol – estreia dia 3 de dezembro.

Porta dos Fundos

‘Debate que eu gosto’: com apresentação de Fábio Porchat e uma roda de conversa com os amigos do Porta dos Fundos sobre comédia, carreira, bastidores do grupo, entre outros temas que os unem – estreia dia 30 de outubro;

‘Conexão Portugal-Realengo’, com Rafael Portugal: Show de comédia sobre o bairro Realengo e as histórias que Rafael Portugal tem para contar de lá, lugar onde ele foi criado – estreia dia 3 de novembro.

Comedy Central

Gambiarras Inúteis’ com apresentação de Lucas Inutilismo: Como fazer complexos truques e gambiarras completamente inúteis para resolver problemas que você nem sabia que tinha – estreia em 1º de novembro.

‘Na Quebrada – Game Show’ com Thiago Ventura: Convidados serão recepcionados na "quebrada" para se aventurarem em provas e jogos que testarão seus conhecimentos neste universo – estreia dia 26 de novembro.

UOL César Menotti e Fabiano com convidados

‘Donas do Baile’: Negra Li vai comandar o encontro com mulheres icônicas em diferentes segmentos do entretenimento musical, do samba ao dance hall – estreia nesta terça-feira (29);

‘Livre Acesso’: reality show com a apresentadora Luisa Mell, que vai mostrar como dedica sua vida à causa animal e mostrar os bastidores deste trabalho no instituto que leva o nome dela – estreia dia 30 de outubro;

‘Segunda voz’: César Menotti e Fabiano vão receber nomes da música sertaneja para um bate-papo e degustações gastronômicas, além de muita música e curiosidade sobre a vida dos cantores – estreia dia 31 de outubro;

‘Jeito de Mãe’: Luciana Gimenez vai abordar diversos aspectos da maternidade ao lado de outras mães, discutindo desde parto e amamentação até a importância de ter uma rede de apoio nessa fase da vida – estreia dia 1º de novembro.

Kondzilla (Foto: Marcelo Daniel)

‘Criando um Hit’: apresenta artistas que mostram as etapas e bastidores da criação de um hit de funk – estreia dia 30 de outubro;

‘Funk Pelo Brasil’, com Dani Russo: A cantora viaja pelo país mostrando diferentes vertentes de funk – estreia dia 31 de outubro;

‘De Frente com o MC Lan’: o artista recebe convidados num talk show sobre o universo artístico e cultural do funk – estreia em 1º de novembro;

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Cinquentona | A longa história da internet, que tem até certidão de nascimento

Oct 29, 2019

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Há pesquisadores que dividem a história da humanidade em dois momentos cruciais: antes da escrita edepois dela. No entanto, há um novo — chamado assim porque os parâmetros desse estudo são os milênios — marco para a trajetória da sociedade, que é a criação da internet, o que revolucionou a forma como os humanos se relacionam e interagem, do primeiro e-mail compartilhado entre pessoas fisicamente muito distantes ao like nas redes sociais — e além.

Dentro dessa nova historiografia, há exatos cinquenta anos, em 29 de outubro de 1969, nascia a internet (ainda que muito rudimentar). Era um único login de um terminal de computador na Universidade da Califórnia (UCLA), em Los Angeles, ligado com o de Stanford Research Institute (SRI), na baía de São Francisco. Nesta data, acontecia o primeiro acesso remoto entre diferentes tipos de computadores, utilizando uma tecnologia altamente experimental chamada comutação de pacotes, que permitia a transferência de pequenos bits.

Os pesquisadores que estavam trabalhando na UCLA, em 1969, mantinham um diário detalhado de tudo o que acontecia. E, em uma anotação, podemos ver na mesma data de hoje, às 22h30, o seguinte texto: “Conversei com o SRI; Host com host”.

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A certidão de nascimento da Internet (Fonte: Gizmodo / UCLA Special Collections)

Essa anotação marca o momento em que os dois computadores começaram a se comunicar. Surpreendentemente, é um pedaço de papel que documenta o nascimento da Internet, como se fosse uma certidão, quando ela ainda era chamada de Arpanet. Nesse momento, ela era muito mais restrita e fazia parte de um projeto financiado pela ARPA — conhecida hoje como DARPA, agência governamental norte-americana que trabalha com tecnologia de ponta, como robôs de combate em guerras e implantes cerebrais.

Para Bradley Fidler, historiador da computação do Stevens Institute, em Nova Jersey, esse documento é muito valioso porque registra "um pequeno pedaço da história global das redes, que cresceram e extinguiram muitos caminhos alternativos, e puseram em movimento tradições, projetos, e instituições que não foram substituídos, mas se transformaram no que temos hoje".

Marcos que pavimentaram a evolução da internet

Nos últimos 50 anos, a internet cresceu de maneira assustadora, com bilhões de e-mails enviados, pesquisas realizadas, fotos postadas em redes sociais, textos compartilhados em plataformas virtuais, mensagens enviadas por meio de aplicativos... tudo isso diariamente. E hoje isso é possível graças à ação de governos, ógãos reguladores, pesquisadores e ativistas que construíram coletivamente a Internet, aos poucos, até ela tomar a forma atual.

Depois de 50 anos, a web é presença diária (e obrigatória) no mundo todo

Abaixo, confira alguns dos principais marcos que pavimentaram o caminho para que a internet evoluísse a ponto de se tornar o que conhecemos hoje:

1978: Falha na criptografia

Os primeiros “usuários“ da Internet, de certa forma, foram muito criativos e curiosos em relação à nova tecnologia. Em 1973, um grupo de estudantes do ensino médio conseguiu acessar à ARPANET, que deveria ser uma rede fechada gerenciada pelo Pentágono.

Diante disso, os cientistas da computação Vinton Cerf e Robert Kahn sugeriram a criação de uma criptografia nos principais protocolos da Internet, o que tornaria muito mais difícil contravenções no sistema. Mas a comunidade de inteligência dos EUA se opôs, embora as autoridades não tenham dito publicamente o porquê.

Como resultado, todos os usuários atuais precisam lidar com senhas complexas e autenticação com múltiplos fatores (MFA) para garantir comunicações seguras.

1971: É criado o e-mail

Antes mesmo de a Internet estar acessível ao público em geral, nascia o e-mail. A mensagem eletrônica por meio de uma rede virtual foi criada em 1971 e usava transferências de arquivos como forma de distribuir mensagens para usuários da ARPANET.


1983: Nasce a internet como é conhecida

Para a internet se tornar global, todos os tipos de computadores precisavam falar o mesmo "idioma" e assim se comunicarem diretamente, em vez de dificultar tudo com o uso de tradutores. E isso só aconteceu em janeiro de 1983.

Até então, centenas de cientistas de vários governos colaboraram para criar o que chamavam de padrão de interconexão de sistemas abertos. Era um método complexo que os críticos consideravam ineficiente e de difícil aplicação nas redes existentes.

Dessa forma, Cerf e Kahn propuseram outra maneira de conexão, chamada de Transmission Control Protocol / Internet Protocol (TCP/IP), criando a internet operacional. O TCP/IP funcionou mais como um correio normal, agrupando mensagens em pacotes e colocando o endereço do lado de fora. Tudo o que os computadores da rede precisavam fazer era passar a mensagem ao seu destino, onde o computador receptor descobriria o que fazer com as informações. Mais eficiente e gratuito, o TCP/IP permitia e permite até hoje o dimensionamento rápido e global da Internet.

Ícone entre os computadores pessoais, o PC XT, da IBM, foi sucesso nos anos 1980

1991: A WWW estreia para o público

Em dezembro, uma nova maneira de compartilhar informações é disponibilizada ao público: a World Wide Web, causando um gigantesco impacto na acessibilidade e utilidade da rede. A chegada da WWW comprovou o quão poderosa a internet poderia ser para descoberta, acesso e compartilhamento de informações em larga escala.

1993: O público quer particpar

Nesse momento, acontece o lançamento do navegador Mosaic, disponível para todo o público, e marca um novo momento no desenvolvimento da Internet. Foi a primeira vez que houve uma interface visualmente atraente para os usuários em geral. Nesse mesmo ano, surge a palavra “meme”, usada para descrever uma ideia que viraliza. Mesmo assim, ainda seriam necessários mais dez ou vinte anos para que o termo fosse amplamente difundido.

1995: Quem dá mais?

Acontecimento histórico para os negócios da internet, quando acontece a abertura de capital na bolsa de valores (IPO) da Netscape Communications, que dá início a uma nova era para a tecnologia e os negócios: o chamado “boom das empresas ponto com”. A empresa lançou o primeiro software a ser conhecido como um navegador de internet — o Netscape Navigator.

Página inicial do Netscape 3.0

1996: Censura? Discurso online regulamentado

Em 1996, a Internet possuía mais de 73 mil servidores. O que se encontrava lá, no entanto, preocupou alguns membros do Congresso e seus eleitores — particularmente a quantidade crescente de pornografia. Em resposta, o Congresso aprovou a Lei de Decência nas Comunicações, que procurava regular a indecência e a obscenidade no ciberespaço.

A Suprema Corte americana derrubou partes da lei, baseada na liberdade de expressão, no ano seguinte, mas deixou em vigor a Seção 230, que dizia: “Nenhum provedor ou usuário de um serviço interativo de computador deve ser tratado como o editor ou alto-falante de qualquer informação fornecida por um outro provedor de conteúdo da informação".

Essas 26 palavras liberaram os provedores de serviços de Internet e as empresas de hospedagem na Web da responsabilidade legal pelas informações que seus clientes publicaram ou compartilharam online. Tal sentença forneceu segurança jurídica para que a indústria de tecnologia dos EUA prosperasse, pois essa proteção permitiu que as empresas se sentissem confortáveis ​​em criar uma Internet focada no consumidor, com meios de comunicação populares e conteúdos gerados pelo próprio usuário.

Mas é também a Seção 230 que permite que as redes sociais, como Facebook e Twitter, não sejam responsabilizadas por conteúdos impróprios divulgados em suas plataformas por seus usuários.

Final dos anos 1990 e começo da década de 2000

Na transição do milênio, a internet viu o surgimento de mecanismos de buscas, serviços de e-mail, hospedagem online de arquivos, programas de mensagens instantâneas, salas de chat, fóruns, blogs... Foi uma verdadeira revolução!

2005: vídeos no YouTube estão no ar

No dia 23 de abril, é feito o primeiro upload de vídeo para o YouTube. Com ele, pessoas comuns – e não apenas profissionais – passaram a criar e publicar vídeos, que podiam ser compartilhados na internet e de graça. Isso modificou para sempre a produção de conteúdos com perfis compartilhando, em segundos, vídeos para seus milhões de inscritos.

O primeiro vídeo, intitulado “Me at the zoo”, possuía apenas 19 segundos e estrelava o próprio fundador da rede social, Jawed Karim, no Zoológico de San Diego.


2007: Chega o iPhone

O primeiro iPhone, lançado em 2007

Ainda que celulares com capacidade de acessar a internet, de alguma maneira, já existissem antes disso, foi com o lançamento do primeiro iPhone, em 2007, que a coisa explodiu de verdade. Tudo acontecia com Steve Jobs impressionando o mundo ao apresentar o primeiro iPhone durante um evento da Apple. O aparelho, entre outras coisas, abandonava o uso do teclado físico, trazendo uma tela sensível ao toque.


2010: a guerra também é online

Em junho de 2010, pesquisadores de segurança revelaram a descoberta de uma poderosa arma cibernética chamada Stuxnet, projetada para atingir equipamentos usados ​​pelo Irã no desenvolvimento de armas nucleares. Esse foi um dos primeiros ataques digitais conhecidos que causaram graves danos físicos.

Quase uma década depois, fica claro que o Stuxnet abriu os olhos de governos e de grupos online para a possibilidade de crises do tipo. Atualmente, diferentes nações usam ataques cibernéticos de maniera crescente, atacando alvos militares e até civis.

2012: O marco do IPv6

O Google e muitos outros sites ativaram permanentemente o Internet Protocol v6 (IPv6) como parte do lançamento mundial do IPv6. Na época, a Internet estava ficando sem endereços IP, mas o IPv6 permitia um crescimento ilimitado de endereços IP no futuro.

De lá para cá

A evolução da internet segue a todo vapor, e a cada instante nos fornece um serviço novo e revolucionário — um bom exemplo é a recente "uberização" de serviços ao público geral.

Curiosidades sobre a internet Entre as curiosidades, descubra a origem do spam Só em 1992 foi carregada a primeira foto na Web. A imagem era de uma banda composta por integrantes da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), chamada Les Horribles Cernettes; A primeira webcam foi instalada no laboratório de informática da Universidade de Cambridge e era basicamente uma exibição ao vivo de uma máquina de café. Durante muito tempo, seu único objetivo foi monitorar uma cafeteira, evitando que ninguém a encontrasse vazia; O Spam só virou "moda" na internet nos anos 1990, quando uma dupla de advogados começou a disparar centenas de mensagens publicitárias para seus clientes — imigrantes ilegais que poderiam conseguir o visto permanente nos EUA. O termo, aliás, vem de um sketch do grupo de comediantes britânicos Monty Python, o Spamalot; A origem da Página "Erro 404" é da época em que a memória dos servidores era muito baixa, o que tornava impraticável escrever uma longa mensagem de erro. A solução, então, foi designar intervalos numéricos para cada categoria de erro. De acordo com os programadores, os erros de clientes caíram em uma variável de 400, gerando então o famoso 404; O nome do Google veio do termo Googol, que representa valores muito grandes, como o número de páginas exibidas pelo site a cada pesquisa. No entanto, os fundadores Larry Page e Sergey Brin não sabiam como pronunciar a palavra corretamente e, assim, a grafia acabou se tornando a que conhecemos hoje.

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Blood Moon | HBO decide cancelar prequel de Game of Thrones

Oct 29, 2019

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Antes que Game of Thrones concluisse sua oitava temporada neste ano, a HBO contratou uma equipe de roteiristas para desenvolver uma série de possíveis spin-offs. Nesta quarta-feira (29), chegou a público a informação de que a emissora decidiu cancelar uma dessas produções: justamente a seria um prequel da série e já estava engatinhando.

A produção, até então, atendia por Blood Moon, mas não tinha um nome oficial. George R. R. Martin, autor da saga de livros na qual a famosa série é baseada, refere-se ao prelúdio como A Longa Noite. Segundo o portal norte-americano Deadline, a showrunner Jane Goldman chegou até mesmo a entrar em contato com o elenco para avisar que o projeto chegou ao fim. Em contrapartida, a HBO ainda não se pronunciou oficialmente a respeito desse cancelamento.

O site ainda aponta que a HBO interrompeu a produção do episódio piloto, que já havia sido gravado e estava em processo de edição. Blood Moon seria estrelada pela atriz Naomi Watts (King Kong, O Chamado, Divergente). Além da atriz, o elenco também era composto por Josh Whitehouse (Poldark, Valley Girl) e Miranda Richardson (A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, Harry Potter e o Cálice de Fogo). Dirigido e produzido por SJ Clarkson, o piloto contava com os atores Toby Regbo, Ivanno Jeremiah, Georgie Henley, Naomi Ackie, Denise Gough, Jamie Campbell Bower, Sheila Atim, Alex Sharp, Marquês Rodriguez, John Simm, Richard McCabe, John Heffernan e Dixie Egerickx completando o elenco.

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Prequel se pasaria milhares de anos antes dos acontecimentos da série que conhecemos, cuja oitava temporada acabou neste ano

Basicamente, as notícias da decisão da HBO de interromper o prequel de Game of Thrones vêm após rumores de uma produção problemática para o piloto de Naomi Watts, que foi filmado na Irlanda do Norte. Mais detalhes sobre Blood Moon ainda estão em segredo, mas parece que a trama se passaria milhares de anos antes dos acontecimentos da série tão conhecida. "Dos segredos horríveis da história de Westeros até a verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, os mistérios do Leste aos lendários Starks... Essa não é a história que pensamos conhecer”, constava na sinopse do spin-off. Que pena!

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