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Twitter pede desculpas por permitir anúncios direcionados a neonazistas

Jan 17, 2020

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O Twitter emitiu hoje (16), um pedido de desculpas público, logo após a BBC fazer uma denúncia de que a plataforma de anúncios da empresa estava permitindo o direcionamento de conteúdo para neonazistas e outros grupos de ódio.

De acordo com a reportagem, foi descoberto que é possível usar as ferramentas de direcionamento de anúncios do Twitter para identificar grupos de pessoas que possam se interessar por tópicos intolerantes e criminosos, como o supremacismo branco, e pagar por esses anúncios.

Nova função do Twitter permitirá escolher quem pode ou não responder seus tweets

No entanto, isso não deveria ser possível de acontecer, pois o Twitter tem como uma de suas regras para anúncios a proibição do uso de termos classificado como sensíveis quando se encaixar nas categorias de crença ou filiação política, além de origem étnica e racial. A companhia pediu desculpas e contou à BBC que "isso foi um erro".

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Veja na reposta na íntegra:

"Nós sentimos muito por isso ter acontecido e assim que soubemos do problema, nós o retificamos. Nossas medidas de prevenção incluem banir certos termos sensíveis ou discriminatórios, nas quais atualizamos regularmente. Neste caso, alguns desses termos foram permitidos no propósito de direcionamento. Continuamos a reforçar nossas políticas de anúncios, incluindo restringir a promoção de conteúdos em áreas mais abrangentes, como conteúdos inapropriados direcionados à minoria".

Recentemente, o Twitter incluiu mais restrições em sua ferramenta de anúncios, deixando de permitir que propagandas relacionados à política fossem gerados. O Google também já deixou de permitir anúncios direcionados com base em preferências políticas.

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Golpe baixo: malware publica opiniões falsas em lojas de aplicativos

Jan 17, 2020

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Nesta quinta-feira (16), pesquisadores da Kaspersky detectaram um trojan que visita lojas de download de aplicativos e publica opiniões falsas em nome do usuário, que ficam ocultas para o proprietário do dispositivo. Apelidado de "Shopper", o malware se destaca pelo uso dos serviços de acessibilidade do Google. Estes serviços, projetados para ajudar pessoas com deficiência, transmitem o conteúdo dos aplicativos em formato de áudio e automatizam a interação com a interface do usuário. Nas mãos dos criminosos, essa função representa uma séria ameaça ao proprietário do dispositivo.

Vírus, keylogger, worms, trojans e outros: conheça os diferentes tipos de malware

Depois de ter permissão para usar o serviço, o malware consegue interagir com a interface e os aplicativos do sistema de forma quase ilimitada, como capturar dados na tela do dispositivo, pressionar teclas e até imitar gestos do usuário. Segundo especialistas, ele pode ser baixado a partir de anúncios fraudulentos ou lojas de aplicativos de terceiros - enquanto tentam ser aprovados como um app legítimo.

O programa é mascarado como um aplicativo do sistema e usa um ícone chamado "ConfigAPKs" para se esconder do usuário. Depois de desbloquear a tela, o aplicativo começa a coletar informações sobre o dispositivo da vítima e as envia para os servidores do invasor. Este, por sua vez, retorna com os comandos para o aplicativo ser executado.

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Os perigos do Shopper Malware publica opiniões falsas em lojas de aplicativos

De acordo com os especialistas, o Shopper pode usar a conta do Google ou Facebook da vítima para se inscrever em aplicativos de compras e entretenimento mais populares, como AliExpress, Lazada, Zalora, Shein, Joom, Likee e Alibaba, avaliar apps da Google Play em nome do proprietário do dispositivo e até revisar os direitos de uso dos serviços de acessibilidade.

Se a permissão não for concedida, o criminoso enviará uma solicitação através de uma mensagem de phishing, além de desativar o Google Play Protect, função que executa uma verificação de segurança dos aplicativos da Google Play Store antes de baixá-los ou abrir links recebidos do servidor remoto em uma janela invisível e ocultar-se no menu do aplicativo após desbloquear várias telas.

O malware também costuma exibir anúncios desbloqueando a tela do dispositivo e criando etiquetas para os anúncios no menu de aplicativos, baixar aplicações da loja Apkpure.com e instalá-las, abrir e instalar aplicações de publicidade da Google Play. A Kaspersky ainda conta que, de outubro a novembro de 2019, a maior parte dos usuários infectados pelo Trojan-Dropper.AndroidOS.Shopper.a estão na Rússia (28,46% do total) e, em seguida, vem o Brasil, com 18,70% das infecções em âmbito global, e a Índia com 14,23%. Dos países latino-americanos, o México e a Argentina ocupam o quinto e o décimo segundo lugar no mundo, respectivamente.

Dicas para evitar o Shopper

Para evitar ser infectado por malware como esse, a Kaspersky aconselha os internautas a tomar cuidado com apps que exijam o uso de serviços de acessibilidade que sejam criados para esta função e verificar sempre as permissões para ver o que os aplicativos instalados podem fazer. Não instalar apps de fontes não confiáveis, mesmo que sejam anunciados ativamente, e bloqueie a instalação de programas de fontes desconhecidas no menu de configurações do smartphone também faz parte da recomendação da empresa.

Além disso, usar uma solução de segurança em seu dispositivo para te ajudar a identificar solicitações potencialmente perigosas ou questionáveis feitas pelos aplicativos é uma boa, segundo a empresa.

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Facebook desiste de colocar anúncios no WhatsApp (pelo menos por enquanto)

Jan 17, 2020

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Quando o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, adquiriu o WhatsAppem 2014, ele jurou que não iria alterar uma das coisas que torna o mensageiro um doa mais usado em todo mundo: a ausência de anúncios. Essa história mudou em 2018, quando a rede social confirmou planos de monetizar o aplicativo com a veiculação de publicidade no Status. Agora, porém, essa possibilidade estaria descartada, pelo menos por enquanto.

De acordo com o The Wall Street Journal, a equipe que trabalhava nessa frente foi desmantelada nos últimos meses, assim como o códigos referentes a essa função no WhatsApp. Ao que tudo indica, o Facebook ainda tem vontade para ganhar um dinheiro extra com o app, mas isso deve ser feito com as contas corporativas, o WhatsApp Business, “permitindo que as empresas se comuniquem com os clientes e organizem esses contatos”, segundo o periódico.

Imagem: Reprodução/Pixabay

Vale destacar que, ao dizer que começaria capitalizar com o WhatsApp, Zuckerberg afastou os criadores da plataforma. Brian Acton saiu primeiro, dizendo que isso traria problemas de segurança e privacidade e que a criptografia de ponta a ponta também estaria ameaçada. Jan Koum deixou a companhia meses depois, pela mesma razão.

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O Facebook ainda não oficializou essa mudança de planos, e ainda estaria desenvolvendo uma forma de integrar sua principal rede com o WhatsApp e o Instagram — e até incluiu o logo da companhia nos apps das subsidiárias, o que chegou a assustar os usuários. O fato é que a gigante deve estar enfrentando dificuldades em implementar negócios com anúncios em um software encriptado. Então, pelo menos nesse momento, o mensageiro segue livre de publicidade.

E você, deixaria de usar o WhatsApp se ele ganhasse anúncios? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

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Os 10 melhores editores de imagem para Android

Jan 17, 2020

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Que os smartphones e tablets funcionam como computadores de bolso, todo mundo já sabe. Então, nada mais justo do que ter diversas alternativas para realizar nos portáteis algo que você sempre fez em um desktop ou notebook, não é mesmo?

Uma dessas tarefas é a edição de imagens. Obviamente, você não vai conseguir realizar em um gadget portátil edições precisas e avançadas como faz no Photoshop ou no GIMP que utiliza no PC. Porém, funções básicas (e até um pouco além disso) já podem ser realizadas diretamente na palma da sua mão.

Descubra ótimos aplicativos para editar vídeos no celular

Então, selecionamos 10 dos principais editores de imagem disponíveis atualmente para Android. Quesitos como quantidade de downloads, avaliação na Play Store e também o peso da marca foram considerados para escolher esta dezena de aplicativos. Confira:

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1. Adobe Lightroom Adobe Lightroom

Não há como falar em edição de imagem sem citar a Adobe. O Lightroom traz recursos bem interessantes quando o assunto é edição de imagem em dispositivos mobile, pois, permite a realização de cortes precisos, a cópia de parâmetros de edição além de contar com um bom serviço de gerenciamento de imagens, ideal para encontrar fotos com mais facilidade.

O Adobe Lightroom foi pensado especialmente para trabalhar em tablets de 7 ou de 10 polegadas. Ele ainda reúne recursos avançados para a aplicação de retoques em suas imagens, tudo para deixá-las mais bonitas e profissionais antes de serem compartilhadas na web, nas mais variadas redes sociais.

Download: Android (gratuito) 2. Adobe Photoshop Mix Adobe Photoshop Mix

A Adobe é referência quando o assunto é edição de imagem porque ela é a desenvolvedora do Photoshop, o mais popular e poderoso programa do gênero. Recentemente, a companhia encerrou o aplicativo Photoshop Touch para Android, dividindo-o em quatro outros apps.

O principal deles é o Photoshop Mix, que reúne ferramentas básicas de edição (recorte, trabalho em camadas e outros itens de edição oferecidos pelo Photoshop), bem como uma boa coleção de filtros para dar detalhes ainda mais enriquecedores às suas imagens. Com ele, você pode fazer montagens, colagens de imagens e muito mais.

Download: Android (gratuito) 3. Afterlight Afterlight

Mais de 15 ferramentas de ajuste, quase 60 filtros, mais de 65 texturas e uma série de outros recursos: tudo isso dentro de Afterlight, outro aplicativo de ponta quando o assunto é a edição de imagem dentro do Android. O programa tem um visual clássico de editor de imagem, sendo organizado de modo intuitivo, o que facilita a vida de seus usuários.

Ele possui uma gama maior de serviços que vão retocar a sua imagem, ajudando você na hora de construir algo com ela. Ou seja, você pode recortar e fazer breves ajustes, mas também adicionar molduras, aplicar efeitos visuais e texturas, realçando o que há de melhor nas fotografias.

Download: Android (R$ 2,52) 4. Autodesk Pixlr Autodesk Pixlr

A Autodesk também é referência quando o assunto é manipulação de imagem, contando com vários aplicativos que trabalham com isso de uma maneira ou de outra. Um destes apps é o Pixlr, um editor bastante utilizado na web e que tem um aplicativo para Android tão competente quanto.

São inúmeros recursos que englobam as mais variadas áreas da edição de imagem, desde cortes e ajustes técnicos até a colagem de stickers, textos sobre as fotos, efeitos de borragem e uma série de filtros que podem ser aplicados às figuras. Combinar trechos coloridos e em preto e branco também facilita por aqui.

Download: Android (gratuito) 5. BeFunky Photo Editor BeFunky Photo Editor

Um dos aplicativos mais conhecidos quando o assunto é edição de fotos em dispositivos portáteis, o BeFunky Photo Editor conta com uma versão paga e outra gratuita, além de uma edição dedicada aos tablets. Ele conta com criador de colagens, uma porção de filtros para retocar suas fotos e também molduras para deixar tudo mais belo.

Obviamente, ferramentas de edição também não poderiam faltar. O BeFunky permite a você recortar, girar, controlar a iluminação, o brilho, a cor, o contraste e muito mais. São detalhes que, quando combinados, tornam o aplicativo referência em edição de imagem.

Download: Android (gratuito) | Android (tablets) | Android (R$ 5,07) 6. Cupslice Photo Editor Cupslice Photo Editor

Com visual estonteante, o Cupslice Photo Editor também se apresenta como uma ótima alternativa gratuita para quem busca um bom editor de fotos para o Android. Ele oferece um alto nível de personalização para as suas fotos, permitindo a adição de adesivos e textos nas mais variadas formas.

Além disso, conta com ferramentas de edição, ou seja, você pode rotacionar uma foto, adicionar efeitos para deixá-la mais atraente em suas publicações na web e também fazer pequenos ajustes, como controle de cor, brilho e contraste. Aprimoramento automático também é um dos destaques por aqui, pois aplica retoques na sua foto sem dar trabalho.

Download: Android (gratuito) 7. Fotor – Editor de Fotos Fotor

Sem dúvida um dos melhores aplicativos desta lista, o Fotor é elegante e apresenta dezenas de recursos para os seus usuários. Ele tem um apelo visual bem interessante e conta com um sistema muito bem organizado para gerenciar a sua biblioteca de fotos, algo essencial na hora de encontrar alguma imagem.

As ferramentas de edição aqui vão do básico ao avançado, permitindo um nível de profundidade bem valioso quando você vai manipular uma fotografia. São vários recursos para ajustar cor, brilho, contraste e aplicar alguns retoques visuais, como filtros pré-definidos, colagens, realce e foco.

Download: Android (gratuito) 8. VSCO VSCO

O VSCO pode ser considerado o editor de fotos mais famoso e completo disponível para celulares Android e iOS. Quem trabalha profissionalmente com fotos também já deve ter ouvido falar dos filtros que o app oferece para o Adobe Lightroom, que incrementam ainda mais os resultados de pós-edição.

Pelo VSCO, você pode criar álbuns, customizar e baixar filtros, fazer edições avançadas, como controlar a exposição e áreas de sombra ao mesmo tempo, e corrigir distorções de cores. Um dos grandes méritos do VSCO é a exportação das imagens do aplicativo para a galeria do celular, que é feita rapidamente e sem nenhuma compactação, o que não interfere na qualidade final do seu trabalho.

Apaixonados por descobrir novidades em fotografia irão gostar da comunidade interna do VSCO, onde fotógrafos profissionais e amadores hospedam e compartilham suas imagens. Vale o download.

Download: Android (gratuito) 9. PicsArt Photo Studio PicsArt

Sobreposição de imagens, várias e várias opções de filtros e ferramentas para retoques e edição de fotos, tudo isso pode ser encontrado no PicsArt Photo Studio. Este aplicativo reúne ainda opções como pincéis artísticos para você dar ainda mais personalidade às figuras antes de postá-las na web.

Diferente dos demais itens citados nesta lista, o PicsArt tem como objetivo transformar simples fotografias em obras de arte. Então, combinar os vários elementos oferecidos por ele pode ser a saída ideal para dar um toque mais do que especial em suas fotografias. Analise bem as funções do app e aproveite.

Download: Android (gratuito) 10. Snapseed Snapseed

Por fim, a última dica é o Snapseed, aplicativo adquirido recentemente pelo Google. Com ele, você dispõe de ferramentas profissionais para a manipulação de imagens, indo desde simples cortes e ajustes técnicos até a edição com base em foco, controle de cor, contraste e brilho.

Os filtros de imagens também não poderiam ficar de fora. Aqui, eles estão presentes em grande número e têm uma pegada bastante profissional, combinando muito bem com a proposta deste aplicativo. Enfim, um prato cheio para quem quer ir além do editor básico do Google Fotos, nativo no Android.

Download: Android (gratuito) Bônus: Google Fotos Google Fotos

Aplicativo de fotos nativo do Android, o Google Fotos recebeu inúmeros retoques nos últimos tempos e, agora, apresenta-se como opção para quem procura um bom editor. Além de gerenciar a sua biblioteca de fotos, ele conta com recursos para edição, aplica retoques e adiciona às suas imagens.

Download: Android (gratuito)

Gostou da nossa seleção? Sabe de algum outro bom aplicativo para edição de fotos que não entrou nesta lista? Então, nada de timidez: compartilhe sua opinião aqui embaixo, na caixa de comentários.

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FBI teria ferramenta capaz de desbloquear qualquer iPhone

Jan 16, 2020

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Nesta quarta-feira (15), uma reportagem da Forbes revelou que o FBI utilizou um equipamento chamado GrayKey para desbloquear e ter acesso a todos os arquivos existentes no iPhone 11 Pro Max de uma investigação criminal no estado de Ohio no ano passado.

Essa revelação coloca em dúvida o real motivo do FBI estar criticando a Apple por não cooperar em investigações criminais ao se recusar a desbloquear aparelhos, quando, segundo a reportagem, o próprio FBI possui uma ferramenta capaz de fazer isso.

Hacker encontra falha que pode ser usada para destravar milhões de iPhones

De acordo com a Forbes, o governo dos Estados Unidos investiu US$ 1 milhão para desenvolver o GrayKey, que seria a ferramenta mais avançada do mundo para hackear qualquer iPhone, quebrando senhas ou proteções que o aparelho possua e que dão acesso a todos os arquivos do usuário.

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O aparelho teria sido desenvolvido pela GrayShift, empresa de Atlanta fundada por um ex-engenheiro de segurança da Apple, e consistiria de uma pequena caixa de 10x5 cm que, ao ser conectada a um iPhone, consegue destravá-lo completamente em questão de horas.

A revista também entrou em contato com o advogado que representou o acusado neste caso de Ohio, e ele afirmou que em nenhum momento seu cliente forneceu senhas ou permitiu que o FBI usasse o rosto dele para desbloquear o aparelho com o Face ID, deixando claro que a única forma dos agentes terem conseguido acesso aos arquivos de seu cliente foi com o uso de algum programa específico.

Na última semana, a Apple foi duramente criticada pelo Promotor Geral da República dos Estados Unidos, William Barr, que acusa a empresa de não cooperar na investigação sobre o estudante de aviação que matou três pessoas na base área de Pensacola, no estado da Califórnia, e exige que a empresa crie uma “backdoor” que permitiria destravar qualquer iPhone mesmo sem a autorização do usuário.

A Apple tem mantido a versão de que está fazendo o possível para ajudar nas investigações, mas que nunca irá criar algo assim em seus aparelhos.

Considerando que os aparelhos envolvidos no caso são um iPhone 5 e um iPhone 7, é difícil compreender porque o GrayKey não funcionaria nesses modelos, já que o sistema de segurança deles, teoricamente, não é tão avançado quanto o de um iPhone 11. Essa é exatamente a pergunta que o Senador Ron Wyden enviou para o Departamento de Justiça: se eles possuem tecnologia para quebrar a encriptação do iPhone 11, porque essa mesma tecnologia não funciona nos modelos 5 e 7 do aparelho? E, se essa tecnologia funciona, porque o Departamento está exigindo publicamente que a Apple invente uma forma de permitir o destrave de qualquer aparelho diretamente pela empresa?

De acordo com Nicholas Weaver, pesquisador e palestrante no Instituto Internacional de Ciências da Computação de Berkeley, afirma que as críticas públicas feitas pelo promotor à Apple não passam de “teatro”, e afirma que isso acontece pela forma como a Apple desenvolve os seus iPhones, que a impede de conseguir qualquer informação deles caso um produto como o GrayKey acabe falhando em algum momento.

Fazendo uma comparação do iPhone com um cofre, Weaver explica que, hoje, o sistema da Apple só permitiria trocar a senha do cofre caso ele estivesse aberto, e o que o FBI está fazendo é tentando obrigá-la a trocar a senha para eles, sabendo exatamente que isso só é possível depois que o cofre estiver destrancado.

Ele afirma também que outro possível motivo para essa pressão sobre a Apple é porque os diferentes e mais avançados sistemas de segurança usados pela companhia (como a identificação biométrica ao invés de senha comum) pode apresentar um enorme desafio para ferramentas como a GrayKey, e continuar desenvolvendo aparelhos do tipo deve se tornar cada vez mais difícil e mais caro a cada novo lançamento de iPhone.

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Projeto de Lei prevê multa para motorista de aplicativo que cancelar viagem

Jan 16, 2020

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O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) traz uma série de propostas que dificultam a vida de motoristas de aplicativos de transportes, como o Uber e a 99. O Projeto de Lei (PL) procura proteger as partes mais vulneráveis na prestação desses serviços, que são os passageiros e os motoristas.

Em análise na Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC), a PL 6.476/2019 busca conceder mais direitos aos passageiros e uma maior segurança aos motoristas que trabalham para aplicativos de transporte individual. Veja os detalhes a seguir.

Entenda a proposta

Para proteger os passageiros, a proposta entende que os usuários deste tipo de serviço devam ser indenizados caso um motorista cancele a viagem após ter aceitado a mesma no aplicativo. Nesse caso, o passageiro teria direito a receber uma multa equivalente a 5% do salário mínimo em vigor, ou seja, no valor de R$ 51,95.

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Já no caso do motorista se atrasar além do tempo de espera indicado pelo app, a multa seria de 1% do salário mínimo, o que equivale ao valor de R$ 10,39. Essas multas só ocorrerão quando o serviço for prestado por empresas através de motoristas vinculados contratualmente e que disponibilizam plataformas eletrônicas aos passageiros na contratação dos serviços.

Apps de transporte podem ser multados, caso motoristas cancelem viagem (Foto: Divulgação/ Uber)

O PL também traz medidas que buscam aumentar a segurança dos motoristas, em resposta direta ao aumento de casos de violência. Assim, o projeto determina que a empresa deverá rastrear as rotas dos seus motoristas para, no caso de desvios não previstos e que possam ser entendidos como sequestros ou assaltos, um alerta seja emitido para as autoridades da região.

Dessa forma, os apps de transporte serão obrigados a adotar alternativas que busquem proteger tanto o motorista quanto os passageiros, que também podem ser vítimas de ações criminosas. Além disso, o PL ainda obriga as empresas a contratarem um seguro para reparar prejuízos sofridos pelo motorista em casos de furtos ou roubos do veículo.

Justificativas

"As empresas que prestam serviços de transporte individual através de plataformas eletrônicas, contratando inúmeros motoristas, têm cometido alguns abusos. Há poucas garantias aos consumidores e aos motoristas", explica o senador Acir Gurgacz e autor da proposta.

Para Gurgacz, "enquanto a empresa tem lucros, as partes mais vulneráveis lidam com riscos e prejuízos. Busco equilibrar a relação negocial, possibilitando aos consumidores receber multas em casos de cancelamentos indevidos ou atrasos." Buscando proteger os dois lados, o senador explica que "o PL também cria regras para a proteção do motorista, diante de perigos de sequestros e assaltos."

Atualmente, se o passageiro cancelar uma corrida após cinco minutos, depois que um motorista do app ter aceitado a sua viagem, ele é obrigado a pagar uma taxa que equivale ao valor mínimo de uma corrida.

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CT News - 16/01/2020 (Acordo entre EUA e China deve pôr fim à guerra comercial)

Jan 16, 2020

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Hoje no CT News em Podcast: Trump fecha acordo e sinaliza fim da "guerra fiscal" com a China, Cyberpunk 2077 tem lançamento adiado para setembro, avião da Boeing apresenta falha e molha crianças de escola com combustível e mais.

Ouça ao podcast.

Google libera autenticação de senha para usuários de iPhones; saiba como ativar

Jan 16, 2020

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Nesta quinta-feira (16), o Google anunciou a abertura das inscrições para o Programa Proteção Avançada. Basicamente, o programa foi criado para perfis de alto risco, como integrantes de equipes de campanhas políticas, jornalistas, ativistas, executivos e funcionários de setores regulamentados, como finanças ou governos, com a intenção de proteger a Conta do Google de ataques sofisticados e direcionados.

O que é o Programa de Proteção Avançada do Google

A Proteção Avançada oferece mais barreiras contra ataques do tipo phishing, graças à exigência de uso exclusivo de chaves de segurança.

Segundo um estudo publicado em 2019, pessoas que utilizam o Programa e fazem uso exclusivo de chaves de segurança para acessar a própria conta não são vítimas de ataques direcionados de phishing. O problema, aponta o Google, é que o uso de chaves de segurança pode dificultar a vida do usuário.

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Google abre inscrições para o Programa de Proteção Avançada Como se inscrever no Programa de Proteção Avançada do Google

A inscrição está disponível para usuários de celulares que rodam nas versões Android 7 ou iOS 10.0 (ou em versões posteriores). Em caso de iPhone, é preciso baixar e acessar o aplicativo Google Smart Lock, e em seguida ativar uma chave de segurança no iPhone. Saiba como usar o Smart Lock no seu celular acessando o artigo abaixo:

Smart Lock | O que é e como usar no seu celular Android

Depois, acesse g.co/advancedprotection e inscreva-se no Programa de Proteção Avançada. No caso do Android, para ativar a chave de segurança no celular, é fundamental o cadastro no site.

Em caso de iPhone, é preciso baixar e acessar o aplicativo Google Smart Lock

"Sabemos que o número de ataques está aumentando, e temos pela frente eventos importantes como as eleições presidenciais americanas de novembro. Pensando nisso, o Programa Proteção Avançada representa uma forma simples de adotar a mais sólida proteção de conta oferecida pelo Google. Inscreva-se hoje mesmo", afirma o Google.

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Loja não-oficial da Xiaomi publica nota de esclarecimento sobre fim da empresa

Jan 16, 2020

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Nos últimos dias, uma das notícias que mais deu o que falar no mercado de smartphones brasileiros foi o fim da MiStore Brasil, a loja não-oficial da Xiaomi que, ironicamente, possui o mesmo nome da loja oficial. Acontece que, do nada, o e-commerce finalizou as atividades do site sem qualquer aviso prévio aos clientes, inclusive antes mesmo de efetuar o envio de todos os produtos que foram comprados durante a promoção da Black Friday.

Porém, nesta quinta-feira (16), uma atualização no antigo site da empresa mostra uma “nota de esclarecimento” a todos que tentam acessá-lo, dando o parecer oficial da empresa sobre o que está acontecendo. De uma forma estranha, no entanto, quando digitamos mistorebrasil.com (domínio original), somos redirecionados ao domínio mistorebrasil.com.br, no qual a nota foi publicada.

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Ironicamente, no texto de esclarecimento não há nenhuma justificativa sobre o porquê da loja ter finalizado suas atividades e, principalmente, sobre a razão dela ter feito isso sem avisar ninguém, simplesmente tirando o site do ar sem maiores explicações.

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O que diz o comunicado oficial

Ainda que a nota da empresa não tenha nenhuma explicação sobre os motivos que levaram ao fim da loja, o que não falta na nota publicada são atitudes de repúdio. A empresa repudia a informação dada por alguns portais de notícia de que as compras que foram efetuadas via boleto bancário não teriam ressarcimento, afirmando que a MiStore sempre trabalhou com os sistemas PagSeguro e Mercado Pago justamente para dar ao cliente uma certeza de que ele teria o dinheiro de volta caso ocorresse qualquer problema.

A empresa também repudia a atitude de ligação entre as atividades online da empresa e os quiosques físicos, afirmando que se tratam de operações diferentes, com os quiosques sendo franqueados da MiStore Brasil que já foram orientados a remover a marca de suas fachadas e afirmando que qualquer aparelho que foi comprado nesses locais é de responsabilidade total do dono do quiosque, e que o site não possui nenhuma ligação com estes além de ceder o nome da marca.

A nota é finalizada com um link para as páginas oficiais do PagSeguro, do Mercado Pago e do PayPal, ensinando o usuário a como pedir o reembolso em cada um desses canais.

O fato do site simplesmente indicar para os clientes que se sentem lesados a página dos próprios mecanismos de pagamento que ensinam como fazer o reembolso, sem qualquer outro tipo de auxílio, soa como uma enorme tentativa de se desvencilhar da culpa de ter falhado com a entrega de, possivelmente, centenas de aparelhos comprados. Ou mesmo, de ter derrubado o site inesperadamente. Ou por ter demorado quarenta dias para apresentar uma explicação que não explica nada e se resume a um “corra atrás do seu reembolso” para o cliente.

Entramos em contato com o Mercado Pago e com o PagSeguro para saber o posicionamento deles sobre essa nota da MiStore Brasil, assim como, estamos em contato com algumas pessoas que foram vítimas da loja, e atualizaremos esta matéria assim que tivermos mais detalhes.

Você foi lesado com o fim inesperado do site não-oficial da Mi Store? Compartilhe sua opinião com a gente através dos comentários.

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Máquina mantém fígado vivo por até uma semana fora do corpo (e ainda o regenera)

Jan 16, 2020

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Manter um órgão vivo fora do corpo humano, para futuras doações, é um desafio e tanto e exige uma boa estratégia de logística. Na melhor das hipóteses, as tecnologias atuais conseguem sustentar um fígado nessas condições, mas por aproximadamente de 24 horas.

No entanto, um novo aparelho para circulação extracorpórea, capaz de substituir temporariamente as funções de um órgão vital, (o que preserva seu funcionamento) pode estender sua vida útil por até sete dias. Desenvolvido por um grupo de cientistas suíços, vindos de instituições como Hospital Universitário de Zurique, ETH Zurique, Wyss Zurique e Universidade de Zurique, a invenção deve revolucionar o setor de transplantes.

Nova invenção preserva fígados saudáveis, por até sete dias, fora do corpo humano (Foto: Reprodução/ USZ)

O novo sistema pode estender o tempo de vida de um fígado humano fora do corpo por um período sem precedentes. Com o ganho desse tempo extra, o órgão que será transplantado pode, inclusive, ser reparado. Em outras palavras, o sistema consegue aproveitar um fígado considerado inadequado e reparar suas funções originais.

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A inovação sanaria, por exemplo, as não doações por problemas causados em decorrência de doenças hepáticas. Com sucesso, o equipamento já foi testado em fígados de suínos e humanos, o que prepara o terreno para a real possibilidade do uso desse método em hospitais e centros de cirurgias.

Como funciona a super máquina

Liderado por Pierre-Alain Clavien e Philipp Rudolf von Rohr, foi publicado na Nature Biotechnology o estudo completo de como esse aparelho funciona. Para isso, a máquina simula as funções corporais normais, como fornecimento de sangue e oxigênio. Além disso, gerencia os níveis de glicose e contagem de glóbulos vermelhos no sangue, por exemplo.

Essas funções corporais simuladas são complementadas pela infusão de agentes curativos, como nutrientes, medicamentos e outros compostos essenciais para a saúde do órgão. Em paralelo, algoritmos trabalham para ajustar as quantidades desse abastecimento de substâncias externas. Isso faz da máquina algo "totalmente automatizado, evitando a necessidade de presença constante de pessoal [qualificado]”, explica o estudo.

A máquina funcionou com sucesso no transplante de fígados suínos (Foto: Laetitia Vancon/ Technology Review) Etapa de testes em suínos e humanos

No início do projeto, em 2015, o sistema inicial só permitia que o fígado permanecesse vivo por cerca de 12 horas. Após testes com mais de 70 fígados de suínos, os pesquisadores foram capazes de refinar gradualmente o sistema, encontrando, inclusive, novas maneiras de controlar o metabolismo da glicose, remover resíduos e até pressionar o fígado como se estivesse dentro de um corpo real.

Mais tarde, os cientistas suíços descobriram como poderiam reparar os fígados danificados, eliminando depósitos de gordura e facilitando a regeneração dos tecidos, por exemplo.

Após esse estágio, os cientistas coletaram outros 10 fígados, agora humanos, que haviam sido rejeitados para transplantes e que seriam descartados devido ao mau estado. Desses 10 fígados doentes, a máquina conseguiu recuperar seis, após sete dias de tratamentos intensivos.

Analisando os resultados, os testes laboratoriais relataram um saldo positivo para o experimento e comprovavam o bom funcionamento dos fígados. No entanto, os órgãos testados perderem peso durante a internação na super máquina, caindo para cerca de 25% da sua massa original. Até agora, os cientistas não sabem ao certo por que isso aconteceu, mas acreditam que não deve gerar "impacto negativo" na vida do paciente, após o transplante.

Invenção de máquina suíça deve revolucionar a área médica de transplantes (Foto: Reproduução/ Daily Mail) Futuro: menos tempo na fila de doação

“No geral, os resultados são promissores e sugerem que a perfusão por máquina por uma semana pode apoiar a viabilidade de fígados humanos, embora testes com fígados de melhor qualidade e transplante de fígados perfundidos em receptores sejam necessários para avaliar completamente o potencial de nossa abordagem”, comentam os autores do estudo no artigo.

Além de restaurar os fígados que seriam descartados, como já foi previamente demonstrado, a nova técnica abre possibilidades para o transporte de órgãos em viagens mais longas, já que aumentaram o tempo de vida útil do órgão. Isso significa que uma doação pode vir de outro país, por exemplo.

Outra possibilidade é dividir um fígado doado em vários pedaços e inserir essas partes na máquina, aguardando que eles se regenerem. E caso dê certo essa ideia, isso pode dobrar ou até triplicar o número de fígados disponíveis para transplante, de acordo com o artigo. Definitivamente, é um novo e considerável avanço e, em breve, transplantes entre humanos devem acontecer com o auxílio da invenção.

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Em 2020, minha escova de dentes será invadida!

Jan 16, 2020

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Por Ivan Marzariolli*

Este ano, a minha escova de dentes será invadida. Tenho certeza de que isso vai acontecer. Vou descobrir quando for ao dentista para meu check-up regular e ver que tenho uma nova cárie e ainda não estou usando o fio dental corretamente.

Há dois anos um amigo estava no MWC Barcelona e entre todos os jogos de realidade virtual e automóveis inteligentes, viu em exibição uma escova de dentes inteligente. Ao perguntar ao fornecedor, pois a princípio parecia uma tecnologia inútil para uma tarefa simples, descobri que a escova de dentes se conecta a um aplicativo no seu telefone e fornece detalhes de quão bem você está escovando — por quanto tempo você cobre todas as áreas certas etc. Sabendo disso, a ideia soa um pouco mais interessante e inovadora.

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No momento, eu preciso de uma nova escova de dentes e não quero ficar de fora das últimas tendências. Estou pensando em mudar da minha abordagem manual antiquada para uma que usa bateria. Lembrei dessa escova de dentes conectada, de dois anos atrás, e procurei online. Hoje já existem diversas opções como ela disponíveis no mercado.

No entanto, é aqui que a atração da possibilidade da tecnologia 5G se cruza com a necessidade do consumidor e a crescente comunidade de cibercriminosos. Espera-se que os dispositivos IoT, de todos os tipos, aumentem nos próximos cinco anos. E como a maioria das violações de hackers não é descoberta por meses depois que elas acontecem, não fica difícil ligar alguns pontos.

De acordo com o Relatório de Mobilidade da Ericsson, até 2025, haverá quase 25 bi de dispositivos conectados, em comparação com cerca de 7,4 bi de smartphones. Isso representa um aumento maior que o dobro das estimativas atuais de IoT de 11 bilhões. Isso inclui todos os tipos de dispositivos industriais, comerciais e de consumo, como carros conectados, dispositivos pessoais (por exemplo, escovas de dentes), sensores de transporte e IoT crítica para segurança pública.

Ao mesmo tempo, estamos vendo cada vez mais evidências de como dispositivos de consumo, aparentemente inofensivos, podem ser invadidos e usados para fins maliciosos. O FBI, por exemplo, alertou recentemente sobre os perigos das TVs inteligentes que podem ser vulneráveis a invasões e uma mãe do Mississippi alega que sua câmera IoT foi hackeada.

Outra maneira de pensar sobre isso é que, em 2020, globalmente, cerca de 394 novos dispositivos IoT serão conectados a cada segundo. Alguns deles podem ser até mesmo as próprias escovas de dente.

Mas é preciso pensar que, em algum lugar, há um hacker trabalhador que busca se vingar de seus pais por fazê-lo escovar os dentes todas as noites. E assim, o hack da escova de dentes será criado.

Será que como resultado, terei um novo problema dentário este ano?

Escove bem os dentes!

*Ivan é Diretor LATAM da A10 Networks

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3ª temporada de Mindhunter pode não chegar tão cedo ou nunca acontecer

Jan 16, 2020

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A série Mindhunter, uma das mais renomadas da Netflix, pode não ter mais uma continuação, ou isso pode demorar muito para acontecer. Tudo começou quando surgiu a notícia de que o elenco da trama, que conta a história de detetives que deram início à investigação de assassinos em série, os famosos serial killers, não estavam com contratos assinados, liberados então para procurar outros trabalhos.

O produtor-executivo e também diretor da série, David Fincher, parece não estar muito interessado em seguir com a terceira temporada, visto que está focado em outros dois projetos para a Netflix, sendo essa a justificativa para não existir um contrato firmado para o futuro. Com isso, os fãs ficam sem saber se Mindhunter segue em hiato por tempo indeterminado, ou se será cancelada eventualmente antes de ter um fechamento.

Chegou ao Brasil o Amazon Prime, maior concorrente mundial da Netflix. Teste grátis por 30 dias! Imagem: Divulgação/Netflix

Em nota, a Netflix tentou explicar melhor o caso:

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"David está focado em dirigir o seu primeiro filme para a Netflix chamado Mank, e na produção da segunda temporada da série Love, Death and Robots. Ele pode revisitar Mindhunter no futuro, mas por enquanto sente que não seria justo com os atores segurá-los em vez de permitir que eles procurem por outros trabalhos enquanto ele está explorando outros para ele mesmo", disse a plataforma de streaming em entrevista à imprensa norte-americana.

Mindhunter acontece em torno da vida dos detetives Holden Ford (Jonathan Groff) e Bill Tench (Holt McCallany), e é baseada em situações reais de como o FBI começou a categorizar um tipo bem específico de assassinato como "assassinos em série". Diversos assassinos conhecidos foram retratados na trama, como Edmund Kemper, William Joseph Pierce, Jr., Wayne Williams e Charles Manson. A produção aborda diferentes formas de entrevistas esses criminosos, com táticas psicológicas, como a demonstração de empatia, para tentar conseguir informações importantes para a investigação.

A primeira e a segunda temporada de Mindhunter estão disponíveis na Netlix.

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Você sabia? Instagram conta com ferramenta de ajuda para depressão e ansiedade

Jan 16, 2020

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Que as redes sociais estão cada vez mais preocupadas com a saúde mental dos seus usuários, não é mais segredo. Basta lembrar da iniciativa do Instagram, ainda no ano passado, em remover os likes do app, quando usado via smartphone.

Agora, em pleno Janeiro Branco (o que vem a calhar, inclusive), viraliza na mesma rede um post de Matheus Florencio (@florencioteus) sobre uma iniciativa (bem pouco conhecida, de 2017) do Instagram para lidar com os primeiros sinais de depressão e ansiedade em seus usuários. O que é um tema sério e importante, inclusive porque o suicídio é considerado pelo Ministério da Saúde como um problema de saúde pública. Ele é responsável por tirar a vida de uma pessoa por hora no Brasil, no mesmo período em que outras três tentam se matar.

Usuários do Instagram recebem ajuda quando buscam determinadas palavras (Captura de tela: Fidel Forato/ Canaltech)

Quando um usuário acessa o buscador do Instagram e procura por palavras como #ansiedade ou #depressao, alguns segundos depois de clicar no resultado da busca, aparece a seguinte mensagem de apoio: "Podemos ajudar? Publicações com as palavras ou tags que você está procurando muitas vezes incentivam um comportamento que pode fazer mal a uma pessoa e até levá-la à morte. Se você está passando por uma situação difícil, gostaríamos de ajudar."

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Instagram insere algumas opções de ajuda para usuários lidarem com sua saúde mental (Captura de tela: Fidel Forato/ Canaltech)

A partir disso, o usuário tem as seguintes opções: obter apoio; ver publicações mesmo assim; cancelar. Clicando na alternativa para receber ajuda, a pessoa é encaminhado para uma página da web, chamada Help, sob o domínio do Instagram. Ali, está listada uma série de instruções para encontrar reconforto, como "Fale com um amigo" ou ainda "Falar com um voluntário da linha de apoio".

No caso do individuo, ao preferir a conversa com um voluntário do Centro de Valorização da Vida (CVV), ele não necessariamente precisa manter esse contato via chamada telefônica. Sentindo-se inseguro em conversar por telefone com algum membro do CVV, ele pode iniciar um bate-papo online ou ainda escrever um e-mail, que será respondido.

Outra opção é o usuário escolher falar com um amigo pessoal. Para essas circunstâncias, o Instagram explica que "se estiver com dúvida sobre o que falar, talvez você possa dizer algo como: 'Estou passando por um momento difícil e gostaria de conversar com você sobre isso. Se não tiver problema, por favor, me avise'". A ideia, então, é que se inicie um contato com alguém em que se confia, como um melhor amigo ou um parente.

Instagram também traz algumas dicas para o usuário se ajudar nessas circunstâncias (Captura de tela: Fidel Forato/ Canaltech)

Sabendo que, por mais difícil que seja enfrentar essa situação, a saída depende muito do usuário. Por isso, o Instagram também compartilha sugestões de como se ajudar, divididas em três grupos: procure se acalmar em meio a uma crise; mude de ares; cuide-se. Já as dicas são bons conselhos, como "Saia para caminhar, correr ou andar de bicicleta", "vá para o seu parque ou local favorito" ou "Não tome nenhuma decisão importante por 24 horas".

Outros usuários também podem realizar denúncias anônimas para ajudar pessoas em momento de dificuldade. Caso veja alguém precisando de ajuda durante uma transmissão ao vivo, por exemplo, a pessoa pode fazer uma denúncia anônima. Nesse caso, quem está gravando o vídeo verá uma mensagem oferecendo ajuda com opções para conversar com uma linha de apoio, falar com um amigo ou obter outras dicas e apoio — com o mesmo conteúdo já mencionado. Além disso, há opção de bloquear determinadas palavras na caixa de comentários.

Vale avisar que o CVV realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar. Isso pode ser feito diretamente pelo número 188. Essa linha começou a funcionar no Rio Grande do Sul, desde 2015, e no ano de 2018 chegou a todos os estados brasileiros.

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Xiaomi Mi 10 Pro ganha registro na China; Lançamento deve ocorrer em fevereiro

Jan 16, 2020

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Autoridades chinesas de telecomunicações (TENAA) autorizaram o registro de um telefone da Xiaomi com código M2001J2E. Este serial indica que deve mesmo ser o vindouro Xiaomi Mi 10 Pro, que fora aprovado por outro órgão da China, o China Compulsory Certificate (CCC), em novembro, e que também apareceu na Comissão Econômica da Eurásia (CEE) na Rússia, recentemente.

A aparição do Xiaomi M2001J2E na TENAA não revelou detalhes sobre suas especificações. No entanto, sua simples aparição é um indício de que o telefone poderá estrear no próximo mês. Espera-se que esse último registro do Xiaomi Mi 10 Pro seja atualizado com especificações e imagens completas nos próximos dias.

O registro no CCC revelou que a variante Pro deve mesmo vir acompanhada de um carregador rápido de 60W. Já a variante tradicional do Mi 10 terá um carregador de 30W. O TENAA ainda não recebeu a certificação para a versão normal da linha, mas isso deve ocorrer em breve.

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Imagem: TENAA Quando chega?

Rumores apontam que a série Xiaomi Mi 10 será lançada logo no início de fevereiro. Isso aconteceria porque a Samsung fará seu evento Galaxy Unpacked 2020 no dia 11, o que "forçaria" a gigante chinesa a antecipar a revelação dos seus principais aparelhos. Os coreanos devem mostrar a nova série de flagships Galaxy 20 e seu novo smartphone dobrável, o Galaxy Z Flip.

Vazou tudo! Veja preços e especificações dos novos Xiaomi Mi 10 e Mi 10 Pro

Recentemente, o gerente de produto da Xiaomi, Wang Teng Thomas, sugeriu a data de lançamento e os preços da série Xiaomi Mi 10. Os telefones Mi 10 e Mi 10 Pro podem ter preços entre US$ 500 e US$ 700, aliás. Ele afirmou, também, que os telefones Mi 10 se tornarão oficiais após o Festival da Primavera da China (25 de janeiro).

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Os melhores apps Android da semana (16/1/2020)

Jan 16, 2020

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Os apps de transporte tomaram uma indústria outrora dominada exclusivamente por taxistas, o que é ótimo: é sempre bom que nós, como consumidores, tenhamos opções variadas para um tipo de serviço. O problema é que, hoje, são tantas as opções de aplicações de carona que, honestamente, fica difícil nos mantermos atualizados em relação ao preço de cada uma.

O destaque da lista dessa semana resolve justamente esse problema, agregando valores de corrida aproximados nos principais aplicativos de transporte, considerando até mesmo aqueles que tenham cupons de desconto disponíveis. A ideia é simples: baratear ainda mais as suas viagens.

Além disso, nossa curadoria posicionou na lista da semana um idle game bastante divertido, além de um simulador de tênis, um aprimoramento de som e até mesmo um app que promete elevar o nível de sua segurança doméstica. Vamos lá?

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Almost a Hero

Começando a lista com um jogo bem simples, Almost a Hero é um título de destaque do gênero idle gamer, conhecido por continuar a partida mesmo depois de você fechar o app. Embora boa parte torça o nariz para um jogo que “se joga” para você, esse app tem diversas funções de customização de habilidades e aquisição de novas técnicas de ataque que prometem mantê-lo ocupado por um bom tempo.

Adicione a isso uma dublagem bem divertida, que remete a animações de cinema, e visuais cartunescos mas com uma definição cristalina, e você tem uma opção viável para passar um bom tempo tocando na sua telinha.

(Montagem: Rafael Arbulu/Canaltech) Tennis Clash

Aqui temos uma das inúmeras produções de um estúdio brasileiro que, em dezembro de 2019, atingiu o status de “unicórnio” — nome atribuído a startups que atingiram valoração acima de US$ 1 bilhão em mercados internacionais. A Wildlife é não apenas brasileira, mas o primeiro unicórnio da indústria de desenvolvimento de jogos mobile.

Em Tennis Clash, temos um dos simuladores mais detalhados do setor, com partidas online realistas entre você e diversos jogadores do mundo. Nele, é possível customizar a experiência ao selecionar equipamentos que melhoram os atributos e desempenho dos seus personagens, além de estabelecer desafios cada vez mais altos de competição. Considerando que essa é apenas uma das várias criações do estúdio, é um nome para ficarmos de olho.

(Montagem: Rafael Arbulu/Canaltech) Vah

Um nome simples, para um funcionamento simples que vem sanar uma necessidade bem complicada: quantas vezes você já se viu imaginando se aquela corridinha com a Uber sairia mais barata se você tivesse chamado um carro pela 99 ou Cabify? Manter-se atualizado nos preços de cada operadora de app de transportes tornou-se uma necessidade por conta própria — e é em cima disso que o Vah atua.

A grosso modo, ele é apenas um agregador de preços, simulando o seu trajeto mediante informações providenciadas pelo usuário e destacando valores aproximados de corridas nos principais provedores de serviço disponíveis no mercado. Os mais comuns de aparecerem são Wappa, Uber, Cabify e 99.

Um diferencial do Vah é o de que, além de exibir os preços normais das corridas, ele indica qual das operadoras está praticando o famigerado — e constantemente amaldiçoado — preço dinâmico naquele momento e região, além de mostrar cupons de desconto de promoções ativas naquele instante, ajudando-o a economizar ainda mais na corrida.

(Montagem: Rafael Arbulu/Canaltech) Goodev — Aumentador de Volume

Bastante simples a ponto de sequer ocupar a tela inteira do seu smartphone, o Goodev nada mais é que um amplificador sonoro para seu aparelho. Ele traz ferramentas simples de manuseio, permitindo que você ajuste os graves dos sons e o volume geral por meio de um menu de configurações simples de ser entendido.

É um app sem segredos, que facilita bastante na hora de ouvir aquela música que acaba abafada pelos equalizadores padrão do Android. Se você é um entusiasta da música, vale a pena manter esse app em seu radar.

(Montagem: Rafael Arbulu/Canaltech) Alfred

Todo fã da DC Comics sabe que o mordomo do Batman, Alfred Pennyworth, faz bem mais do que apenas passar a ferro quente o manto do Homem-Morcego. E tal qual sua contraparte nos gibis, o app homônimo também ajuda em algo muito importante para qualquer pessoa — a segurança residencial.

Basicamente, o Alfred torna qualquer smartphone em uma câmera de vigilância, permitindo que você acompanhe o feed do que ele capturar por meio de um segundo smartphone ou pelo navegador de seu desktop/laptop. O uso de dois smartphones atribui um caráter de mobilidade ao app, ao configurar um deles como “Transmissor” e o outro como “Espectador”. Assim, mesmo que você tenha que sair e deixar sua residência desocupada, você consegue checar se está tudo em ordem, eliminando suas preocupações da cabeça.

Além do mais, o Alfred torna-se uma opção ecologicamente amigável, já que traz um ótimo uso para aquele smartphone antigo que você não conseguiu vender ou trocou por um mais novo.

(Montagem: Rafael Arbulu/Canaltech)

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Christopher Tolkien, filho de JRR Tolkien, morre aos 95 anos

Jan 16, 2020

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Hoje (16), a Terra Média perde um dos seus grandes entusiastas com o falecimento de Christopher Tokien, aos 95 anos. Christopher era filho de John Ronald Reuel Tolkien, o autor do clássico O Hobbit e da trilogia d'O Senhor dos Anéis, e um dos maiores defensores do legado de seu pai na literatura e nos cinemas.

O terceiro filho de JRR Tolkien nasceu em novembro de 1924 e, desde pequeno, demonstrou grande interesse no trabalho de seu pai. Assim, Christopher continuou a expandir o universo do Senhor dos Anéis e da Terra Média até seus últimos dias. Inclusive, foi Christopher que editou grande parte do trabalho que seu pai escreveu e o publicou postumamente.

Filho de JRR Tolkien morre aos 95 anos (Foto: Reprodução/ The Tolkien Society)

Nascido em Leeds, na Inglaterra, Christopher serviu nas forças armadas britânicas, em diferentes posições, antes de voltar para casa e assumir sua carreira literária, estudando língua inglesa no Trinity College, em Oxford. A partir daí, escreveu também obras próprias, mas terminou conhecido mesmo pela expansão do universo de seu pai.

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Foi graças a Christopher que o mundo conheceu, por exemplo, o livro The Silmarillion, na íntegra. Isso porque JRR veio a falecer no meio do processo de escrita da obra, em 1973. Já no ano de 1977, Christopher assume de vez todo o trabalho de seu pai e organiza as informações até então levantadas para publicar o registro histórico da Terra Média.

Mais recentemente, Christopher trabalhava em projetos como Beowulf: A Translation and Commentary, uma peça que JRR começou a escrever, mas nunca chegou a terminar. A versão final do livro foi publicada, em 2014.

Christopher Tolkien has died at the age of 95. The Tolkien Society sends its deepest condolences to Baillie, Simon, Adam, Rachel and the whole Tolkien family. pic.twitter.com/X83PTx4b7x

— Tolkien Society (@TolkienSociety) 16 de janeiro de 2020

Em comunicado no Twitter, a Tolkien Society, organização fundada para preservar as obras de Tolkien desde 1969, escreve: "Christopher Tolkien morreu aos 95 anos. A Sociedade Tolkien envia suas mais profundas condolências a Baillie, Simon, Adam, Rachel e toda a família Tolkien."

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Quem são os novos astronautas da NASA que poderão ir à Lua e a Marte?

Jan 16, 2020

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Há alguns dias, comemoramos o Dia do Astronauta aqui no Brasil, e na ocasião falamos brevemente sobre os requisitos para se tornar um profissional desse tipo. A NASA já considera astronauta qualquer pessoa que tenha passado por seu processo seletivo e, depois, por um longo treinamento - mas claro que há uma série de exigências só para participar de tal processo.

Recentemente, a agência espacial formou 11 novos astronautas, que estão aptos a viajar para a Estação Espacial Internacional e, mais do que isso, participar das missões Artemis, que levarão seres humanos de volta à superfície da Lua, e também poderão fazer parte das primeiras visitas a Marte nos próximos quinze anos.

“Após completar mais de dois anos de treinamento básico, nossa classe de graduação de astronautas está apta para viagens espaciais”, escreveu a NASA, em seu perfil no Tumblr. “A classe inclui 11 astronautas, selecionados em 2017 de um conjunto recorde de mais de 18.000 candidatos. Isso é mais que o dobro do recorde anterior, de 8.000 candidatos em 1978”, completou.

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Os formandos são cinco mulheres e seis homens. Alguns deles já participaram de projetos da agência espacial como estudantes de pós-doutorado, estagiários ou até pilotos de testes. Conheça abaixo mais sobre cada um:

Kayla Barron Baron tem experiência abaixo do nível do mar (Foto: NASA)

Nativa de Washington, Barron é graduada na Academia Naval dos EUA com bacharelado em engenharia de sistemas. Também fez mestrado em engenharia nuclear na Universidade de Cambridge. Além disso, ela é uma das primeiras mulheres a ingressar na comunidade submarina, como Oficial de Guerra Submarina.

Zena Cardman Cardman já participou de missões na NASA em solo, e agora pode conhecer o espaço (Foto: NASA)

Bacharel em biologia e mestra em ciências marinhas, Cardman pesquisou microrganismos em ambientes abaixo da superfície, de cavernas a sedimentos no fundo do mar. Além disso, possui no currículo uma série de expedições à Antártica e trabalhou em navios de pesquisa como tripulante e como cientista. Também participou de missões da NASA na Colúmbia Britânica, Idaho e Havaí.

Raja Chari Raja Chari tem mais de 2.000 horas como piloto de aeronaves em seu currículo (Foto: NASA)

Bacharel em engenharia astronáutica e ciências da engenharia pela Força Aérea americana, Chari seguiu os estudos para obter um mestrado em aeronáutica e astronáutica no Instituto de Tecnologia do Massachussetts (MIT), além de ter graduado como piloto de testes. Em seu currículo, ainda, tem mais de 2.000 horas de voo nos F-35, F-15, F-16 and F-18, incluindo operações no Iraque pilotando um F-15E.

Matthew Dominick Dominick tem vasta experiência como piloto de testes navais (Foto: NASA)

Bacharel em engenharia elétrica e mestre em engenharia de sistemas, também é graduado na Escola de Pilotos de Teste Navais dos EUA. Tem mais de 1.600 horas de voo em 28 aeronaves diferentes, 400 pousos por companhias e 61 missões de combate.

Bob Hines Hines já trabalhou para a NASA como piloto de pesquisas (Foto: NASA)

Nascido na Pensilvânia, Hines é bacharel em engenharia aeroespacial e graduado como piloto de teste da Força Aérea americana, onde ainda conseguiu um mestrado em engenharia de voo de teste. Posteriormente, foi atrás de um segundo mestrado, agora em engenharia aeroespacial. Serviu a Força Aérea americana e o Comando da Reserva da Força Aérea por 18 anos. Pela NASA, atuou como piloto de pesquisa no Johnson Space Center.

Warren Hoburg Woody participava de grupo de pesquisa no MIT antes de ser astronauta (Foto: NASA)

Conhecido como “Woody”, é bacharel em aeronáutica e astronáutica pelo MIT e doutor em engenharia elétrica e ciência da computação. Hoburg liderava um grupo de pesquisa do MIT na época do processo seletivo da NASA e ganhou duas vezes o Prêmio de Ensino em Aeronáutica e Astronáutica da AIAA em reconhecimento à excelência no ensino.

Dr. Jonny Kim Kim se formou em matemática, tornou-se médico e agora é astronauta (Foto: NASA)

Formado em matemática e doutor em medicina, além de ter mais de 100 operações de combate pela marinha, operou como um dos SEALs da Marinha, grupo com capacidade de operar pela água, terra e ar. Kim ainda foi médico residente em emergência do Partners Healthcare no Hospital Geral de Massachussetts.

Jasmin Moghbeli As principais experiência de Jasmin Moghbeli são com a marinha americana (Foto: NASA)

Integrava o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, é bacharel em engenharia aeroespacial com tecnologia da informação no MIT e mestra em engenharia aeroespacial pela Escola Naval de Pós-Graduação. Além disso, é piloto de testes navais com mais de 1.600 horas de voo acumuladas, que inclui 150 missões de combate.

Loral O’Hara O'Hara tem experiência como engenheira, piloto, socorrista e participou de vários estágios na agência espacial americana (Foto: NASA)

Mais uma bacharel em engenharia aeroespacial e mestra em aeronáutica e astronáutica. Ainda quando era estudante, participou de vários programas de estágio em diferentes áreas da NASA, incluindo o Programa de Oportunidades de Voo em Gravidade Reduzida para Estudantes e também no Jet Propulsion Laboratory. O’Hara também atuou como engenheira de pesquisa com robôs e submersíveis no oceano profundo. E não para por aí: ela também é piloto particular, médica emergencista certificada e socorrista.

Dr. Frank Rubio Frank Rubio é piloto, médico e quase diplomata (Foto: NASA)

Tenente-coronel do exército americano, bacharel em relações internacionais e doutor em medicina, Rubio serviu como piloto de helicóptero com mais de 1.100 horas no currículo, sendo mais de 600 delas em combate e perigo iminente na Bósnia, Afeganistão e Iraque, além de ser médico familiar certificado e cirurgião em voo.

Jessica Watkins Jessica Watkins já tem alguma experiência em missões marcianas (Foto: NASA)

Natural do Colorado, é bacharel em ciências geológica e ambiental e doutora em geologia. Trabalhou no Ames Research Center do Jet Propulsion Laboratory, mas não para por aí: ela foi estudante de pós-doutorado no Instituto de Tecnologia da Califórnia, onde colaborou com o rover Curiosity, planejando o dia a dia da atividades de exploração da história geológica do planeta Marte. Uma boa candidata a ser a primeira mulher a pisar no Planeta Vermelho, talvez?

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Cyberpunk 2077 tem lançamento adiado para setembro

Jan 16, 2020

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Nesta quinta-feira (16), uma notícia triste para os gamers que já estavam juntando dinheiro neste começo de ano: a CD Projekt oficializou um adiamento na data de lançamento do tão aguardado Cyberpunk 2077. Previsto inicialmente para chegar às lojas no dia 16 de abril deste ano, o game foi adiado por um período de cinco meses, com a nova data de lançamento marcada para o dia 17 de setembro.

De acordo com um comunicado oficial postado pela empresa no Twitter, o jogo já está, de modo geral, completo e pronto para ser jogado, mas como ele é um jogo enorme, com muitas missões e histórias envolvidas, ainda há bastante trabalho para fazer com que Night City (a cidade onde toda a ação se passa) se torne um local tão interessante quanto os desenvolvedores acreditam que ele possa ser.

A mensagem, assinada por Marcin Iwinski e Adam Badowski, os dois “chefões” da empresa, fala ainda que os desenvolvedores precisam de mais tempo para finalizar os últimos detalhes do jogo porque eles querem um lançamento sem defeitos, já que eles esperam que Cyberpunk 2077 seja o grande jogo da história da empresa e a joia que irá coroar o fim da atual geração de consoles, e que novidades deverão ser divulgadas mais próximas da nova data de lançamento.

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We have important news regarding Cyberpunk 2077’s release date we’d like to share with you today. pic.twitter.com/aWdtR0grYV

— CD PROJEKT RED (@CDPROJEKTRED) January 16, 2020

Baseado no RPG de mesa Cyberpunk 2020, o jogo será um RPG em primeira pessoa que colocará o jogador em uma sociedade degenerada mas com uma tecnologia extremamente avançada, enquanto assume o papel de um mercenário que precisa sobreviver em meio a disputas de gangues e uma polícia corrupta. Anunciado em maio de 2012, o jogo é há muito tempo um dos lançamentos mais aguardados pelos jogadores, e o fato da empresa ter revelado durante a E3 do ano passado que Keanu Reeves interpretará um dos personagens principais do jogo só fez a ansiedade pelo título aumentar.

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Como colocar duas fotos no mesmo Stories do Instagram

Jan 16, 2020

Description:

O famoso Stories do Instagram é provavelmente uma das ferramentas mais utilizadas entre as redes sociais, uma vez que os usuários preferem compartilhar momentos de seus cotidianos através de posts instantâneos. Por isso, se você deseja tornar seus Stories ainda mais estilosos, saiba que existem algumas funções extras que podem te ajudar.

Uma delas consiste em colocar duas fotos no mesmo story, recurso que permite criar diversas colagens divertidas e que pode ser feito em qualquer smartphone Android ou iOS. Confira a seguir.

Como atualizar seu status do WhatsApp com figurinhas (Stickers) Como colocar duas fotos no mesmo Stories do Instagram

No iPhone

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Passo 1: antes de tudo, você deve abrir uma foto no "Rolo da Câmera" e tocar no ícone de compartilhamento (no canto inferior esquerdo da tela). Depois, selecione a opção “Copiar foto”.

Copie a foto desejada na galeria (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2: feito isso, abra o Instagram como e toque no ícone de câmera para iniciar um novo story. Para usar um plano de fundo em sua colagem, você pode tirar uma foto na hora ou escolher uma imagem da galeria. Depois, toque em “Aa” para adicionar um texto.

Como mudar a fonte do Instagram: publicações, Stories e perfil Adicionado duas fotos no story (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3: toque duas vezes na tela e, quando o menu aparecer, selecione “Colar”. A foto será adicionada.

Cole a foto no seu story do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Repita a ação quantas vezes forem necessárias, até que sua colagem esteja finalizada. Você também pode adicionar stickers, GIFs ou desenhos ao seu story antes de compartilhá-lo com os amigos na rede.

No Android

Para colocar mais de duas fotos no Stories do Instagram em smartphones Android, o usuário deverá fazer uso de um aplicativo externo. Uma boa opção para isso é o teclado virtual Swiftkey, que é gratuito.

Passo 1: para começar a usar o teclado SwiftKey, baixe-o na Play Store. Depois, selecione “Ativar SwiftKey”.

Baixe o teclado SwiftKey para fazer colagens em seus stories do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2: depois, escolha “Selecionar SwiftKey” e “Teclado SwiftKey”.

Filtro no Instagram: como fazer e encontrar novas opções para os seus Stories Configurando o teclado SwiftKey (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3: agora, selecione “Obter melhores predições” e, depois, “Agora não”.

Configurando o teclado SwiftKey (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4: para concluir a instalação, digite algo em português e selecione "Avançar".

Configurando o teclado SwiftKey (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 5: abra o Instagram e comece a fazer um story novo. Novamente, a imagem pode uma foto recém-tirada ou outra mais antiga. Depois, selecione “Aa” para o texto.

Fazendo colagem no story do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 6: no teclado SwiftKey, selecione o ícone de alfinete. Depois, toque no ícone de câmera, no canto direito.

Escolhendo duas fotos para seu story do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 7: escolha uma foto de sua galeria e clique na seta azul para adicioná-la ao story com formato de adesivo. Repita o processo até encontrar o número de imagens que você deseja.

Postando duas fotos nos stories do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco) Confira dicas de como usar o Instagram Stories Colocar duas fotos no Story do Instagram com o StoryChic

Outra boa opção para personalizar seus posts é o aplicativo StoryChic, que também permite adicionar mais de uma foto ao seu Stories. Para usá-lo é bem simples:

Passo 1: baixe o aplicativo gratuitamente na Google Play Store, abra-o e escolha um tema de Stories.

StoryChic: aplicativo para stories do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2: toque no ícone de fotografia para adicionar uma imagem de sua galeria diretamente no aplicativo. Repita o processo com outras fotos.

Colocando duas fotos no story com o StoryChic (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3: feito isso, toque no ícone de download e escolha “Compartilhar para Instagram”. Você pode editar o story como quiser.

Compartilhando duas fotos no story (Captura de tela: Ariane Velasco)

Pronto! Simples, não é mesmo?

E você, o que tem achado das inovações para os Stories do Instagram? Conte pra gente nos comentários.

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Microsoft assume compromisso de ser uma empresa carbono negativo até 2030

Jan 16, 2020

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Nesta quinta-feira (16), a Microsoft fez uma transmissão ao vivo para contar ao mundo o seu engajamento com o meio ambiente, a fim de trazer um futuro mais sustentável. Em apresentação conduzida por Satya Nadella (CEO), Amy Hood (CFO) e Brad Smith (presidente), a companhia assumiu um compromisso delicado: se tornar carbono negativo até 2030. A Microsoft anunciou que seria carbono neutro ainda em 2012, cancelando as emissões substituindo as energias tradicionais para as renováveis.

Os executivos contaram no evento que o mundo está urgentemente precisando de uma solução efetiva para combater a emissão de carbono no meio ambiente, pois se nada for feito o quanto antes, o impacto será devastador. A Microsoft destacou que a sua missão para o ano que está começando, e os próximos, é "empoderar cada pessoa e cada organização do planeta a conquistar sempre mais", por isso a Microsoft citou outro compromisso, assumindo que a empresa faz parte de uma grande parcela desse impacto.

Brad Smith, Amy Hood e Satya Nadella (Foto: Divulgação/Microsoft)

A Microsoft também se comprometeu a remover do meio ambiente todo o carbono já emitido pela companhia, desde que ela foi fundada em 1975, até 2050. "Reconhecemos que o processo exige não só uma meta arriscada, como também um plano detalhado", disse a empresa, contando ainda que está lançando um programa "agressivo" que vai cortar a sua emissão de carbono em até mais da metade até 2030.

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Anualmente, toda a humanidade emite mais de 50 bilhões de toneladas de carbono na atmosfera, muito mais do que o que a natureza consegue absorver. E somente neste ano, a gigante da tecnologia espera remover do meio ambiente 16 milhões de toneladas de carbono, com isso custando US$ 600 por tonelada. Sendo assim, em 2020, a companhia vai gastar US$ 9,6 bilhões nessa remoção.

Além disso, a Microsoft vai investir US$ 1 bilhão para um novo Fundo de Inovação Climática, que vai acelerar o desenvolvimento de tecnologias de redução e remoção do carbono. Para que a meta seja cumprida, a companhia buscou entender a classificação das etapas de emissão de carbono categorizadas por cientistas para poder cumprir com a meta de forma organizada.

Foto: Divulgação/Microsoft

O primeiro escopo envolve as emissões causadas por atividades rotineiras, como do motor de um carro, veículos de transporte de encomendas, geradores e empresas. O segundo são emissões indiretas, que vem da produção da eletricidade ou aquecimento tradicional usado pela população, seja em casa ou no trabalho. Já o terceiro escopo são emissões também indiretas que são associadas às atividades que envolvem a produção em massa dos alimentos que comemos ou da fabricação de produtos que compramos.

Sendo assim, os escopos 1 e 2 são mais fáceis de resolver, por serem menores, enquanto o escopo 3 envolve uma produção muito maior da emissão de carbono. A meta é acabar com a emissão dos dois primeiros até 2025, migrando o campus, prédios e data centers da empresa para energia renovável, e os veículos operacionais dos campus globais da Microsoft também serão substituídos pela eletricidade até 2030, quando será completado o escopo 3.

Por fim, a Microsoft apresentou ainda a ferramenta Microsoft Sustainability Calculator, para que as empresas consigam obter gráficos e dados importantes sobre a emissão de carbono no meio ambiente, baseado nos três escopos.

 

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Uber aposta em patinetes elétricos de três rodas

Jan 16, 2020

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Nesta quinta-feira (16), a JUMP iniciou seu piloto de patinete elétrico adaptável em parceria com a San Francisco Bike Rentals. Como parte do piloto, a Uber está implantando dois tipos de patinetes elétricos, ambos com três rodas. No lançamento, no entanto, apenas quatro veículos estarão disponíveis, pois o plano é monitorar a resposta dos ciclistas, manter o envolvimento com as organizações da comunidade e expandir o programa com base no feedback.

“Estamos empenhados em ajudar a melhorar o acesso ao transporte para todos em São Francisco e acreditamos que nossos patinetes elétricos acessíveis ​​farão exatamente isso — especialmente para pessoas que precisam de assistência em mobilidade em casa ou que ainda enfrentam opções limitadas em público”, disse um porta-voz da Uber. "Para orientar nosso modelo de seleção e serviço de veículos, realizamos entrevistas com membros da comunidade que gerenciam ou participam de programas acessíveis ​​em todo o país", afirmou ao TechCrunch. "Também pesquisamos programas internacionais que foram mencionados durante nosso processo de entrevista".

Vale lembrar que, durante o lançamento desta fase de testes, o trajeto não é livre, precisa ser de uma loja da empresa para a outra e o pagamento é feito em cartão de crédito ou débito, direto na loja. Inicialmente, no entanto, esses patinetes elétricos acessíveis ​​não estarão disponíveis no aplicativo. Isso porque, de acordo com a pesquisa da Uber, o atendimento ao cliente e a assistência pessoal são críticos para a adoção do usuário. Em vez disso, os ciclistas precisarão reservar os patinetes com a SF Bike Rentals e buscá-las em um dos dois locais da empresa na cidade. Uma vez que os usuários nesses locais, a SF Bike Rentals poderá ajudar a familiarizar os pilotos com suas opções. As voltas nos patinetes custarão US$ 0,33 por minuto (o equivalente a R$ 1,32 sem impostos), a menos que o usuário aproveite o plano de baixa renda.

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Será que daria certo no Brasil?

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Avião da Boeing apresenta falha e molha crianças de escola com combustível

Jan 16, 2020

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Há cerca de um ano, a Boeing é presença garantida no noticiário por causa dos problemas de fabricação com o modelo 737 MAX: falhas no projeto de um dos componentes do avião (além de no treinamento da empresa oferecido aos pilotos) foram responsáveis pela queda de pelo menos duas aeronaves, e que fizeram com que o 737 MAX — o modelo de maior sucesso comercial da história da Boeing — fosse proibido de levantar vôo em qualquer país do mundo.

Mas como desgraça pouca é bobagem, um novo problema para a companhia esta semana envolveu o 777, conhecido por ser o maior avião bimotor do mundo. O caso aconteceu nesta terça-feira (14) na Califórnia (EUA), quando um vazamento no sistema de combustível da nave derramou combustível de avião sobre o parquinho de uma escola primária na cidade de Cudahy, atingindo nove adultos e dezessete crianças.

Felizmente, não houve nenhum ferimento grave entre as vítimas, e tanto os adultos quanto as crianças sofreram apenas ferimentos e queimaduras leves decorrentes do contato direto do combustível (que é altamente tóxico) com a pele. Todas foram prontamente tratadas no hospital local, e já foram liberadas para suas casas. Um vídeo divulgado pela Associated Press mostra o avião vazando combustível em pleno vôo, além de como foi a resposta das equipes de resgate que compareceram ao local.

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De acordo com um representante da escola, o acidente aconteceu no momento em que duas classes estavam num momento de atividades ao ar livre, o que explica porque houve tantas vítimas mesmo com o vazamento acontecendo em um horário de aula (onde automaticamente se assume que as crianças estariam protegidas dentro da sala).

O avião que causou o acidente foi identificado como pertencente à Delta Air Lines, e após o vazamento ele conseguiu retornar e fazer o pouso no aeroporto de Los Angeles sem maiores problemas. A companhia afirmou que o vazamento de combustível ocorreu por uma “falha mecânica” no avião, mas ainda não se pronunciou sobre se irá pagar as despesas médicas das crianças e adultos que foram atingidos pelo combustível.

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O que 5 meses de voo da vela solar LightSail 2 proporcionaram em descobertas?

Jan 16, 2020

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Em 23 de julho de 2019, a Sociedade Planetária, organização sem fins lucrativos fundada em 1980, lançou em um foguete Falcon Heavy uma pequena sonda chamada LightSail 2, movida por vela solar. Agora, pouco mais de cinco meses depois, a equipe da missão publicou um documento que descreve os resultados obtidos até então.

A ideia por trás desse voo é testar, na prática, a viabilidade de enviar naves espaciais impulsionadas apenas pela luz solar, sem a necessidade de combustíveis - um conceito apresentado por Carl Sagan, cofundador da Sociedade Planetária, nos anos 1970. A LightSail 2 conta com um cubesat de 5 kg e é equipada com uma vela extremamente fina que, ao se abrir no espaço, chega ao tamanho de um ringue de boxe. Então, ela é impulsionada pela radiação solar - mais ou menos como um barco a vela é movido pela força do vento.

Em seu novo documento, a equipe da LightSail 2 recapitula os eventos da missão até o final de novembro, discute o desempenho da vela solar e do sistema de controle de atitude e descreve como a órbita da espaçonave mudou.

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Obstáculos atmosféricos O LightSail 2 levou para o espaço um mini-DVD contendo uma lista de membros da Planetary Society, uma lista de colaboradores do Kickstarter e nomes e imagens da campanha "Selfies to Space" da sociedade (Foto: Jason Davis/The Planetary Society)

Voando a uma altitude de 720 km na órbita terrestre, a LightSail 2 está acima da maioria dos satélites na chamada “órbita baixa”. Como a quantidade de sondas nessa altitude é menor, não havia dados o suficiente sobre a densidade atmosférica para prever o quanto haveria de resistência capaz de desacelerar a espaçonave. Agora, com os dados coletados, sabemos que a atmosfera a 720 km é densa o suficiente para superar o impulso das velas solares.

Assim como velejar no mar, viajar com uma nave à velas não é tão simples quanto parece, principalmente quando às vezes é necessário navegar contra os fótons solares. Por isso, aqui também são aplicadas as técnicas de posicionamento da vela, encontrando um ângulo favorável para aproveitar melhor a energia de um impulso ou para navegar contra o vento - usando uma técnica conhecida como "feathering" (do inglês "feather" ou pena, significa tornar o avião mais "leve" ou aerodinâmico, oferecendo menos resistência aerodinâmica de modo a poder planar a uma maior distância).

Para controlar a nave, a equipe usa um mecanismo para girar a vela de acordo com a necessidade - por exemplo, posicionando a vela de frente para o Sol quando é preciso se afastar dele. Para orbitar a Terra, a nave leva cerca de 100 minutos, sendo que dentro desse período ela passa 67 minutos se movendo em direção ao Sol. Dos 33 minutos restantes de cada volta à Terra, a sonda passa cerca de 5 minutos voltando para a orientação desejada. Portanto, a LightSail 2 tem no máximo 28 minutos de cada órbita para capturar os fótons solares para alterar sua velocidade.

De acordo com a equipe, quando a sonda foi orientada aleatoriamente, seu semi-eixo maior - uma medida do tamanho da órbita - encolheu uma média de 34,5 metros por dia. Quando a navegação foi feita com energia solar, a órbita diminuiu em média 19,9 metros por dia. No entanto, a taxa é altamente variável e o eixo semi-maior na verdade aumentou em até 7,5 metros em alguns dias durante a navegação, o que significa que a LightSail 2 aumentou sua energia orbital durante esses períodos.

O vídeo abaixo ilustra esses movimentos de orientação da vela durante uma única órbita, realizada em 24 de setembro de 2019. Note nas legendas quando a sonda está em impulso ou em “feathering”, e se ela está em posição de eclipse no momento da órbita (ou seja, se está entre o Sol e a Terra). Quando o comando de navegação é "Feather", o LightSail 2 tenta girar sua vela de frente para os fótons solares.

 

Mas o problema da densidade atmosférica atuam contra o aumento da energia orbital da vela solar, por isso a órbita do LightSail 2 está decaindo gradualmente. Modelos orbitais feitos pela equipe antes do lançamento previam que a espaçonave retornaria à Terra e queimaria na entrada da atmosfera cerca de um ano após o lançamento. Porém, como existem poucos exemplos anteriores de naves espaciais como esta para saber realmente como a densidade atuaria contra a navegação, as simulações da equipe podem não ser tão precisas.

Agora, os novo dados da LightSail 2, que está lá no alto justamente para testar questões como esta, fornecerão novas informações sobre as taxas de decaimento orbital. Assim, as futuras velas solares poderão aproveitar essas novas medições. Elas serão usadas em órbitas mais altas da Terra ou em trajetórias interplanetárias, e a equipe da LightSail 2 está compartilhando dados e conhecimentos já adquiridos nesses cinco meses de voo com as equipes de futuras missões.

Variações na altitude orbital

Na página de controle de missões da LightSail 2, vemos que os pontos orbitais altos e baixos acima da Terra, conhecidos respectivamente como apogeu e perigeu, variaram bastante.

Imagem: The Planetary Society

Logo após a abertura da vela em julho, o apogeu do LightSail 2 aumentou, enquanto o perigeu diminuiu. Em setembro, o quadro se inverteu: o apogeu diminuiu, enquanto o perigeu aumentou. No final de outubro, uma nova inversão, que se repetiu em dezembro.

Esse ciclo tem duas causas: a forma não esférica da Terra e seu movimento orbital ao redor do Sol. O diâmetro da Terra no Equador é maior que nos pólos, tornando sua gravidade mais forte sobre o Equador. Essa gravidade desigual faz com que as posições de perigeu e apogeu oscilem. Enquanto tudo isso está acontecendo, a Terra também está girando em torno do Sol, alterando o ângulo entre a pressão da luz do Sol e as posições do apogeu e perigeu do LightSail 2.

Em um dos lados de sua vela solar, LightSail 2 possui células solares. Em certas orientações, a vela solar projeta uma sombra sobre esses painéis e a espaçonave não recebe energia adequada do Sol, causando quedas de energia. A equipe conseguiu contornar esse problema gerenciando cuidadosamente os gastos de energia da sonda e o modo de controle de atitude. De acordo com a Sociedade Planetária, as futuras naves a vela solar devem considerar a sombra das velas no planejamento de suas missões.

Por fim, a equipe adicionou recentemente um novo modo de controle à sonda para manter a vela solar de frente para o Sol durante toda a sua órbita. Essa abordagem dará à nave uma orientação favorável para o carregamento da bateria, entre outras vantagens. À medida que a órbita diminui, a equipe estudará o efeito da vela na taxa de decaimento orbital, compartilhando os dados com outras equipes que estudam o uso de velas para desorbitar naves espaciais.

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Após polêmica com Ancine, Marighella finalmente tem data para estrear no Brasil

Jan 16, 2020

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Depois de muita polêmica por conta de questões políticas, o filme Marighella finalmente tem uma data para estrear no Brasil, e deve chegar nos cinemas nacionais no dia 14 de maio.

Dirigido por Wagner Moura (o Capitão Nascimento de Tropa de Elite) e com o músico Seu Jorge no papel principal, o filme é baseado no livro Marighella: O Guerrilheiro que Incendiou o Mundo, do jornalista Mário Magalhães, e conta a trajetória do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, que entre os anos de 1964 e 1969 foi um dos grandes articuladores dos grupos de luta armada contra o regime militar e foi considerado oficialmente como o “inimigo número 1” do país.

O filme já havia sido exibido em diversos festivais internacionais de cinema no ano passado (como os de Berlim, Havana e Hong Kong) e tinha estreia no país prevista para novembro de 2019, mas esta foi cancelada após a Ancine (agência reguladora do cinema nacional) negar os dois pedidos de liberação (algo necessário para que qualquer filme seja exibido nos cinemas do país) feitos pela O2, a produtora do longa.

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Recentemente, o diretor Wagner Moura afirmou em entrevista que Marighella foi vítima de censura pela Ancine — segundo ele, uma censura diferente daquela que ocorria durante o período da ditadura militar, pois não possui a figura de um censor que decide o que pode passar ou não, mas se utiliza de instrumentos burocráticos para impedir um filme de ser exibido caso o conteúdo dele não seja interessante para o governo.

Marighella é o primeiro filme de Moura como diretor e roteirista, e foi escolhido pelos críticos como um dos melhores filmes nos Festivais Internacionais de Cinema de Istambul (Turquia) e de Seattle (Estados Unidos), além de ter ganhado o prêmio de “escolha da audiência” no Festival de Cinema de Mill Valley (Estados Unidos).

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Twitter vai liberar listas fixadas na página inicial da rede social no Android

Jan 16, 2020

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Imagine se fosse possível criar sua própria timeline no Twitter, com uma seleção mais apurada de pessoas e assuntos que você gostaria de ver na página inicial? Pois é, essa possibilidade já existe na versão web, mas todo mundo se esquece, porque é necessário acessá-la em uma seção especial, no menu que fica na parte esquerda. No IOS, isso ficou fácil, pois você pode fixar as listas escolhidas a dedo na linha do tempo — o que deixa esse recurso bem mais prático e atraente. Contudo, isso só é possível no iOS. Por enquanto.

O pessoal do 9to5Google descobriu que alguns usuários de Android também estão conseguindo fazer isso. Para quem nunca usou, a funcionalidade permite essencialmente que os usuários criem um rol de tópicos ou contas e fixem esse conteúdo no feed. Assim, além de sua tradicional linha do tempo, é possível alternar para até outras cinco listas.

Como dito, a novidade está parcialmente presente no navegador e funciona mesmo adequadamente nos iPhones e iPads. Isso porque nos dispositivos fica muito fácil, é necessário apenas deslizar as abas para os lados para ver a timeline que você preferir. Veja no exemplo:

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Customizable timelines that are easy to access? We’re thinking about ways to do this! One idea we had is for you to be able to swipe to your lists from home. If you're in the test tell us what you think! pic.twitter.com/g5WMaNZ57N

— Twitter (@Twitter) June 25, 2019

Essas imagens abaixo, flagradas pelo desenvolvedor Dylan Roussel, mostra que o Android também deve receber a ferramenta:

Imagem: Reprodução/9to5Google

Ainda não há confirmação oficial, mas tudo indica que muita gente já deve estar com a atualização e ela possivelmente vai chegar para todos muito em breve.

Agendamento de tweets

Outro recurso descoberto pelo programador possibilita agendar tweets na versão para navegador. A ferramenta havia sido anunciada no final do ano passado, quando o Twitter adiantou que estaria disponível “nos próximos meses”.

Imagem: Reprodução/9to5Google

Como as listas fixas, pode ser que apenas alguns usuários já estejam experimentando a novidade — e isso significa que ela está bem perto da distribuição global. Só fica a dúvida se isso será limitado à versão web ou também pode chegar aos dispositivos móveis.

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BC pode liberar pagamento de serviços publicos e impostos em bancos digitais

Jan 16, 2020

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Parece que o governo vive uma revolução, quando o assunto é o setor financeiro - já que começa a abrir os olhos para as fintechs. Isso porque, em dezembro do ano passado, o Banco Central (BC) anunciou seu desejo de que usuários de bancos digitais pudessem sacar dinheiro em qualquer caixa eletrônico - o tema ainda está em tramitação.

Agora, segundo informações do Valor, o governo estuda a possibilidade de uma série de medidas que facilitem o pagamento de contas do serviço público e tributos para cidadãos e empresas. A ideia é ampliar o pagamento dessas tarifas, liberando que ele seja feito via fintechs, bancos pequenos e empresas de cartões aos serviços de recebimento. Aparentemente, essa discussão já atinge as esferas do BC, da Receita Federal e da Secretaria do Tesouro Nacional

Atualmente, os serviços de cobrança e arrecadação do governo estão nas mãos de grandes instituições financeiras. Para dimensionar esse mercado, essa atividade gerou uma receita combinada de R$ 8,9 bilhões para o Itaú Unibanco, o Banco do Brasil (BB), o Bradesco, a Caixa e o Santander. São valores calculados entre janeiro e setembro de 2019, ou seja, em menos de um ano.

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Já pensou em pagar os boletos do governo no seu banco digital? O Governa está estudando essa possibilidade (Foto: Reprodução/ Future) O que pode mudar?

Hoje, o cidadão que deseja pagar, de forma eletrônica, contas de energia, faturas de telefonia ou tributos, precisa saber se o governo ou a empresa prestadora do serviço têm convênio com o seu banco pessoal. Nessa operação, o banco é remunerado pelo uso do canal.

Caso não tenha esse convênio, o cidadão precisa sacar o valor em dinheiro e ir até uma instituição credenciada para, só assim, efetuar o pagamento. Nesse momento, são os grandes bancos que controlam a maioria das redes de atendimento.

Se aprovada, a proposta visa flexibilizar todo esse processo, permitindo que o pagamento desses tributos possa ser feito em qualquer instituição, mesmo aquelas não conveniadas. Assim, o usuário poderá escolher pagar seus impostos, por exemplo, via bancos digitais, como Nubank, Banco Inter ou C6 Bank.

Essas instituição consideradas mais novas no mercado estão entre as preferidas dos usuários mais jovens, isso porque apresentam pouca burocracia e menores taxas como seus principais benefícios. Além de atendimento online e operação enxuta, ou seja, sem agências ou terminais autoatendimento próprio. É uma boa maneira de aproximar os serviços públicos desse nicho.

O assunto já está em pauta entre a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) com supervisão do BC.

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Sex Education | Relembre os melhores momentos antes de maratonar a 2ª temporada

Jan 16, 2020

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Está chegando o tão esperado dia do lançamento da segunda temporada de Sex Education, série de comédia britânica criada por Laurie Nunn. À primeira vista, a trama parece ser mais um besteirol adolescente, levando em conta o título e o fato de ter como cenário estudantes do ensino médio, mas logo essas conclusões precipitadas foram por ladeira abaixo.

Sex Education é uma série que, sim, fala sobre educação sexual, mas com humor, sem tabu e com um toque de realidade. Diferente das tramas do gênero, que costumam "glamourizar" o vício em drogas e alcoolismo, por exemplo, a produção britânica foca em conscientizar que o sexo faz parte da vida de todo mundo, inclusive se você for um adolescente em fase de descobertas.

A fórmula de Sex Education deu tão certo que logo ela foi renovada para a sua segunda temporada, que já está com o pé na porta para chegar. Quase um ano depois da estreia, talvez você não se lembre muito bem de todos os acontecimentos, certo? Se esse é o seu caso, não se preocupe, pois fizemos um apanhado com os fatos mais importantes que aconteceram nos primeiros episódios para você se aquecer para os próximos.

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Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.
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Maeve e Otis (Imagem: Divulgação/Netflix) Otis, Jeane, Maeve e terapia sexual

Na primeira temporada de Sex Education, conhecemos Jean (Gillian Anderson), sexóloga e mãe de Otis (Asa Butterfield). Jean é uma pessoa muito sexual e faz as suas consultas dentro de casa, o que fez com que o filho aprendesse muito sobre sexo, desde a infância, por ouvir os conselhos da mãe para os pacientes.

No entanto, bem diferente de Jean, Otis ainda é virgem e sente dificuldade na prática, apesar de ter muito conhecimento teórico. Inclusive, ele começa a sofrer com esse problema na hora de se soltar sexualmente, evitando contato com a mãe a todo custo, para que não acabe se tornando, ele mesmo, um paciente, o que seria bem desconfortável. Para que isso não aconteça, ele faz de tudo para fingir que está tudo bem.

Falando em desconforto, em um certo momento da série, Jean começa a ter relações casuais com Jakob, um homem que trabalha com serviços gerais e que também é pai de uma garota com quem Otis está saindo.

Otis e Jean (Imagem: Divulgação/Netflix)

Otis aproveita, então, toda essa sua sabedoria para ganhar um dinheiro na escola, fazendo consultas clandestinas sobre sexo e relacionamento com os alunos. Ele faz isso junto com Maeve (Emma Mackey), uma garota solitária e que, apesar da pouca idade, já passou por muita coisa na vida e precisa se virar sozinha para continuar estudando.

A "clínica" clandestina da dupla acaba não dando muito certo depois de um tempo, quando um dos pacientes /estudante da escola, em um momento de confusão, acaba tentando pular de um prédio por não ser correspondido no amor. Então, Otis contou para Maeve que é melhor eles acabarem com esse plano.

A relação entre os dois é um pouco conturbada, visto que ambos sentem atração um pelo outro, mas nunca ao mesmo tempo. Quando Otis começa a gostar de Maeve, ela está se relacionando com Jackson (kedar Williams-Stirling). Então, quando ela percebe que está começando a se atrair por Otis, ele é quem está em outro compromisso.

Imagem: Divulgação/Netflix

A situação de Maeve também se complica quando o seu irmão mais velho começa a vender drogas na escola. O diretor Mr. Groff desconfia que Maeve e Otis tem algo a ver com isso, ajudando o rapaz na venda, mas a garota acaba assumindo a responsabilidade por completo para salvar Otis. Isso acaba resultando em sua expulsão

Otis e Eric

Otis é melhor amigo de Eric (Ncuti Gatwa), que é gay assumido e não tem vergonha de ser quem ele é. A amizade acaba ficando um pouco abalada quando os amigos combinaram de ir assistir ao filme Hedwig and the Angry Inch fantasiados de drag queen. Mas Otis nunca aparece, porque se atrasou e perdeu o ônibus, deixando Eric sozinho, fantasiado e sendo atacado fisicamente por homofóbicos.

Eric vai até a casa de Otis, que faltou ao compromisso com o melhor amigo para trabalhar em sua clínica, e eles acabam brigando feio. Eventualmente, eles fazem as pazes, para a alegria de quem torce pelos dois.

Eric e Otis (Imagem: Divulgação/Netflix)

A vida de Eric não é muito fácil na escola, sendo alvo de bullying por ser quem ele é e pela forma de se vestir. É quando vemos uma reviravolta acontecendo com o personagem Adam (Connor Swindells), que está sempre atacando o colega de escola. Bastante popular e "mulherengo", eles acabam brigando e indo para a detenção, até que uma tensão sexual começa a acontecer e eles acabam se beijando.

Adam (Imagem: Divulgação/Netflix)

Por ter um pai bem rígido - que, inclusive, é o diretor da escola - e uma família complicada, Adam não tem coragem de assumir quem ele realmente é para os amigos e o mundo. Ele acaba sendo enviado para uma escola militar pelo pai, por ser um aluno conturbado.

Amizade e parceria

A série trata de dois assuntos sensíveis e sérios. O primeiro é em relação ao aborto que Maeve decide fazer, após engravidar de Jackson, e a sua ida à clínica. Lá, ela precisa lidar com a pressão da decisão e pessoas protestando na frente do local por motivações religiosas. Ela é informada que precisa de um acompanhante para fazer o procedimento e convida Otis para isso, sem informar sobre o que seria. Sem julgamentos, ele foi companheiro da garota do início ao fim.

O segundo momento que mostra a importância de um apoiar o outro é quando uma foto íntima é vazada propositalmente e começa a circular pela escola, com a ameaça de mostrar o rosto da pessoa. A foto é de Ruby (Mimi Keene) e foi espalhada por Olivia (Simone Ashley) como uma forma de vingança por ser tão maltratada pela amiga. A história chega até a diretoria da escola, que convoca uma reunião com todos os alunos. Se sentindo culpada, Ruby se levanta e diz que é ela quem está na foto, assumindo a "culpa". Em seguida, uma por uma, as alunas vão se levantando e dizendo também que são elas na foto.

A segunda temporada de Sex Education chega à Netflix na sexta-feira, dia 17 de janeiro. Assista ao trailer:

 

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Como remover a notificação "Obter Microsoft Office" no Windows 10

Jan 16, 2020

Description:

O Windows 10 apresenta um lembrete constante para que o usuário baixe o Microsoft Office. Essas propagandas (que podem até ser interessantes para algumas pessoas) não somem automaticamente, não importa o número de vezes que o usuário tente fechá-las.

Isso porque a Microsoft desenvolveu um aplicativo cuja única finalidade é notificá-los até que você desista de ficar olhando e instale o Office. No entanto, existe um jeito de não ver mais esses anúncios: basta desinstalar esse aplicativo de notificações. Saiba como fazê-lo a seguir.

Aprenda a trabalhar com arquivos do Microsoft Office no Google Docs Como remover a notificação "Obter Office" no Windows 10

Desativando notificações

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Caso você queira eliminar somente as constantes propagandas do Microsoft Office, clique na caixa de pesquisa do Windows e escreva “notificações” para encontrar a opção “Ativar ou desativar notificações de aplicativos”.

Desativando notificações de aplicativos do Office (Captura de tela: Ariane Velasco)

Você vai encontrar uma lista com todos os aplicativos instalados no seu computador. É possível ligar ou desligar suas notificações a qualquer momento. Desative as notificações de aplicativos “desligando” a chave que aparecerá na tela.

Como usar o Office para Android

Para desinstalar o “Obter Office”

Caso você queira realmente desinstalar o aplicativo de propaganda do Microsoft Office, selecione, no mesmo menu “Sistema”, a opção “Aplicativos e recursos”. Depois, clique em “Desinstalar”, logo abaixo de “Adquira o Office”.

Removendo o aplicativo de notificações do Office (Captura de tela: Ariane Velasco)

O processo, no entanto, não acaba aí. O aplicativo do Microsoft Office foi integrado de uma maneira bem profunda no Windows 10, o que fará com que ele seja reinstalado sempre que você ligar o computador. Por isso, para removê-lo de uma vez por todas, você terá que acessar o sistema com privilégios de administrador.

Para isso, pesquise por "Windows Powershell x86" na própria caixa de pesquisas. Abra o aplicativo e digite a linha de comando abaixo seguido de "Enter":

Get-AppxPackage|? name -like MicrosoftOfficeHub|remove-appxpackage.

Removendo o app de notificações do Windows por completo (Captura de tela: Ariane Velasco)

Pronto! Agora basta reiniciar o computador para aplicar as modificações.

E aí, você já conhecia esse truque? Conte pra gente nos comentários.

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Esse é o menor celular do mundo e custa “apenas” R$ 543

Jan 16, 2020

Description:

Senhoras e senhores, apresentamos a vocês o Zanco Tiny T2, um aparelho fabricado pela empresa sino-britânica Zini Mobiles e que, segundo a própria companhia, é o menor smartphone do mundo.

Supostamente o menor celular do mundo, o Tiny T2 (foto) é um pouquinho maior que um pendrive (Imagem: Divulgação/Zanco/Zini Mobiles)

Evidentemente, não podemos aferir sobre o suposto recorde mundial, mas apenas pelas imagens do aparelho, dá para ver que ele realmente não vai “empacotar o bolso” de ninguém, como fazem os trambolhos de hoje em dia. Com medidas modestas de 2,4 x 1,18 x 0,65 polegadas, o Tiny T2 é apenas um pouquinho maior do que um pendrive.

Não que ser do tamanho de um carrapato lhe impeça de ser útil: o pequeno notável conta com 32 GB de armazenamento interno (expansíveis via cartão microSD), conexão Bluetooth 3.0, câmera para foto e vídeo, reprodução de mídias em mp3 e mp4, rádio FM, calendário, além de mensagens via SMS e realização de chamadas telefônicas. Tudo isso com uma bateria que dura impressionantes sete dias em repouso.

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Para um aparelho tão pequeno, o smartphone até conta com algumas funcionalidades de gente grande, como câmera para fotos e vídeos, conexão bluetooth, 2G, 3G e bateria de longa duração (Imagem: Divulgação/Zanco/Zini Mobiles)

Claro, nada no Zanco Tiny T2 pode ser comparado a smartphones mais comuns: a câmera desse celular, que usuários descuidados poderão facilmente perder por aí, tem apenas 0,3 megapixels. Logo, esqueça fotos em altíssima definição. Jogos também serão uma raridade, isso porque a pouca memória (números oficiais não divulgados) permite ao dispositivo apenas reproduzir Tetris ou o famoso “jogo da cobrinha”.

No que tange à conectividade, o Tiny T2 conta com suporte a conexões 2G e 3G, mas não possui antena para conexão Wi-Fi (ela aumentaria o tamanho do aparelho) e também não traz suporte para conexões no padrão LTE (que engloba o 4G). Vale citar, esse aparelho foi totalmente financiado via Kickstarter e, por ele ter atingido a sua meta, é seguro dizer que terá um público cativo. Ademais, a Zeni Mobiles chegou a produzir um antecessor a ele, apelidado apenas de “Tiny T1” e que também já teve a alcunha de “menor do mundo” em seus dias de glória.

É sério: já vimos UNHAS maiores que esse celular... (Imagem: Divulgação/Zanco/Zini Mobiles)

A diferença deste modelo para aparelhos tradicionais, além do óbvio tamanho, é a de que o Zanco Tiny T2 não possui qualquer acesso a nenhum marketplace. Não conte com downloads de apps da Play Store aqui: o que você vê, é o que você compra, sem mais, nem menos. E sim, ele será disponibilizado para vendas: a partir de abril, segundo a Zini, pelo preço sugerido de US$ 130 (pouco mais que R$ 543, na conversão cambial direta). Só não se sabe ainda por onde ele será comercializado, mas especulações já falam no mercado europeu.

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O lado mais obscuro do Twitch tem nome: pirataria

Jan 16, 2020

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Nesta quarta-feira (15), a revista Wired jogou no ventilador a parte mais obscura da Twitch: a pirataria, e usou como exemplo o jogo do Liverpool contra o Flamengo ocorrido no dia 21 de dezembro. No decorrer do jogo, três das dez principais transmissões ao vivo listadas no diretório da Twitch foram da partida, com 14 mil, 33 mil e 53 mil espectadores, respectivamente.

No entanto, segundo o que aponta a revista norte-americana, as  violações de direitos autorais não foram uma anomalia da Copa do Mundo de Clubes, pois as transmissões piratas ficam ao vivo por horas e horas. A Twitch foi e continua sendo o lar de transmissões esportivas ilícitas: uma partida de boxe no final de dezembro atraiu mais de 86 mil espectadores e uma partida de futebol em meados de janeiro atraiu mais de 70 mil em três transmissões ao vivo. 

Embora a Twitch muitas vezes os impeça no meio do jogo, muitas transmissões ao vivo postadas em contas descartáveis ​​com nomes como "Sem título" escapam do pente fino e atraem dezenas de milhares de espectadores.

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Como o valor dos direitos da mídia esportiva subiu para mais de US$ 20 bilhões (o equivalente a R$ 80 bilhões) nos EUA, os detentores de direitos autorais têm mais incentivo do que nunca. No entanto, a pirataria persiste. O site de stream FirstRow Sports, por exemplo, apresenta uma safra de transmissões ilícitas para jogos que vão do hóquei no gelo ao basquete e atrai mais de 300 mil visitantes diários, de acordo com dados da empresa de análise SimilarWeb. 

Somente em janeiro de 2019, fãs do esporte acessaram sites de pirataria esportiva 362,7 milhões de vezes, segundo dados da empresa de pesquisa de pirataria digital Muso. No Discord, benfeitores anônimos distribuem links para transmissões ao vivo de futebol, e depois que uma transmissão é retirada, outra é criada imediatamente.

Cada vez mais, esses links levam à Twitch, cujas credenciais como plataforma principal a tornam uma opção relativamente segura - especialmente depois que o Reddit encerrou o popular subreddit r/soccerstreams da pirataria de futebol. 

“Os dias mais antigos de transmissões (há mais de 5 anos) estavam cheios de anúncios e vírus”, diz um moderador do Discord de transmissões de futebol que usa Tom. “Embora seja considerado ilegal, para mim é o mesmo que assistir a pornô e ter menos de 18 anos.” Ele acrescenta que alguns dos sites de pirataria com aparência mais "tosca" ainda são mais populares, oferecem fluxos de qualidade superior e têm bate-papos ao vivo que utilize o código dos chats do Twitch.

Quanto aos detentores dos direitos autorais: eles podem optar por dar início a um processo, como a terceira maior empresa de internet da Rússia (Rambler Group) fez contra o Twitch em dezembro por causa de uma transmissão da Premier League inglesa. O processo reivindicou US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 11,2 bilhões) em danos, e alegou que o Twitch facilitou 36 mil violações contra seus direitos aos jogos de futebol. "Fomos forçados a ir a tribunal contra a Twitch, com a exigência de interromper a disseminação de transmissões piratas", disse Mikhail Gershkovich, gerente de projetos da empresa, ao jornal russo Kommersant.

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Instagram esconde foto photoshopada e gera dúvidas com filtro de notícias falsas

Jan 16, 2020

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Anunciada em dezembro, uma nova medida que visa o combate às notícias falsas no Instagram já começou a apresentar falhas de aplicação. Um fotógrafo, usuário da rede social em questão, quis checar até que ponto uma foto editada pode ser considerada como “fake news” pela plataforma e descobriu que qualquer modificação pode gerar um alerta de informação falsa.

Tobi Harriman estava descendo por sua linha do tempo no Instagram quando se deparou com uma postagem marcada como “informação falsa”. Depois de ler o aviso, ele clicou em um link para ver a postagem mesmo assim, e se deparou com a foto abaixo.

Postagem marcada como falsa no Instagram tem montanhas na cor do arco-íris (Captura de tela via Facebook)

“É interessante ver esse aviso pela primeira vez ao descer pelo feed principal do Instagram. Parece que o Instagram (e também o Facebook) vai começar a marcar como falso o que é arte digital”, escreveu. “Provavelmente só se tal arte estiver listada em um site de checagem? Ou se a página do Instagram for listada como veículo de notícia vs artista?”, emendou, questionando sobre haver uma maneira de artistas evitarem que suas postagens sejam marcadas como falsas.

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A dúvida de Harriman é justa. Afinal, o Instagram é uma rede social voltada principalmente à fotografia, sem nenhum tipo de regra contra fotos digitalmente modificadas. O assunto é complexo, pois pode envolver a intenção da postagem, também. Quando uma foto modificada, que é divulgada sem nenhum tipo de aviso, deve ser marcada como falsa?

Posteriormente, o próprio fotógrafo reconheceu que foi um pouco apressado ao apontar um possível erro da plataforma. Ele foi atrás do artista original da fotografia e descobriu que não há intenção nenhuma de enganar as pessoas: trata-se de um artista gráfico, que modifica todas as fotos de maneira bastante parecida. E, para a maioria dos olhos, são imagens claramente alteradas. E não possui nenhuma postagem marcada como falsa.

"A conta que teve a postagem marcada como informação falsa é listada como 'mídia', ou seja, notícias. E eles definitivamente não buscaram permissão nem deram nenhum crédito [ao autor original], então a página devia ser deletada”, observou Harriman. Há apenas a postagem do perfil MIX Society, que ainda não deixou nada na legenda sobre a imagem ser uma montagem, dando a impressão de que existe o local da foto e que, ainda assim, passou pela checagem.

Autori original faz diversas montagens parecidas e deixa isso claro em seu perfil (Captura de tela via Facebook)

“Para determinar que conteúdo deve ser enviado aos checadores de fatos, usamos uma combinação de comentários da nossa comunidade e tecnologia”, informou o Instagram, quando anunciou o recurso, disponível apenas nos EUA, por enquanto. Ou seja, uma postagem é marcada como falsa quando há uma combinação de usuários e tecnologia detectando a possível desinformação, que depois é checada por uma equipe terceirizada.

O Canaltech entrou em contato com o Instagram para compreender melhor esse recurso, e como resposta recebeu a confirmação que, por conta do retorno da comunidade sobre a foto em questão, foi feita uma revisão do conteúdo, que não é mais classificado como falso. Veja a nota na íntegra:

"Informações potencialmente falsas são avaliadas por parceiros independentes. Se um verificador de fatos classificar um conteúdo como falso ou parcialmente falso, é nosso objetivo informar a todos que tal conteúdo foi desmentido - incluindo a publicação original e outras versões dela. Usamos tecnologia de correspondência de imagens para encontrar outras publicações de um mesmo conteúdo e aplicar o rótulo de classificação, ajudando a reduzir a disseminação de informações falsas. No entanto, após feedback da nossa comunidade, a NewsMobile revisou a verificação e alterou a classificação do conteúdo em questão. A publicação não está mais classificada como falsa no Instagram" - um porta-voz do Facebook.

*Matéria atualizada com a nota do Instagram

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Crise nas Infinitas Terras dita os rumos do novo Multiverso DC na TV e no cinema

Jan 16, 2020

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Depois de dois meses de exibição, cinco episódios especiais, cinco horas de histórias, trilhões de vidas em risco e dezenas de heróis em ação, eis que o canal CW encerra o evento desta temporada do Arrowverse, no maior crossover transmídia de todos os tempos, em Crise nas Infinitas Terras. Embora a execução tenha lá seus defeitos, é inegável que a atração tornou-se um marco na história do entretenimento e também funcionou para estabelecer de vez o Multiverso da DC Comics na TV e no cinema, definindo melhor as propriedades da Warner Bros no mercado.

ATENÇÃO: há vários spoilers sobre os episódios finais, então, se você ainda não viu, é melhor voltar para ler depois

Antes de falar sobre a conclusão e as consequências disso para o Universo Estendido DC (DCEU, na sigla em inglês) daqui para frente, é preciso lembrar um pouco a história recente da DC Films e os episódios anteriores de Crise nas Infinitas Terras — devidamente comentados aqui nesta matéria.

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Bem, todo mundo sabe que a primeira fase dos filmes do DCEU não foi bem-sucedida, com Lanterna Verde, Batman vs Superman: A Origem da Justiça e Liga da Justiça amargando fracassos. A vontade de transformar o DCEU em um universo compartilhado e sincronizado com os quadrinhos e a TV, como o Marvel Studios conseguiu com o Universo Cinematográfico Marvel, atrasou a concretização do Universo DC fora das revistas.

Eis que na San Diego Comic-Con de 2018, a Warner Bros, que já havia mudado a direção da DC Films, mostrou, discretamente, uma alteração também no seu conceito de DCEU, com os paineis recebendo a tagline “Worlds of DC”. Naquele momento, a companhia abraçou o que a DC Comics tem de maior diferença em relação à Marvel: seu Multiverso. Assim, ela desencanou de querer alinhar todas suas criações e assumiu de vez que cada um de seus filmes, desenhos, games e quadrinhos, podem interagir sobre uma mesma aba, mas em Terras paralelas.

Imagem: Reprodução/DC Comics

Para estabelecer isso, nada melhor do que o evento que fez a mesma coisa nas HQs. Assim, Crise nas Infinitas Terras não foi somente o crossover da temporada para o Arrowverse: tornou-se uma jogada estratégica para redefinir o DCEU para os próximos anos.

Crise tem história parecida

Bem, no final de 2019, tivemos três capítulos especiais, que basicamente introduziram o primeiro segmento do conflito entre os heróis do Arrowverse contra a ameaça do Antimonitor, que pretende tomar conta de todas as Terras do Multiverso com sua onda antimatéria. Diferente dos quadrinhos, para vencer o vilão, foram escolhidos sete “protótipos”, que são como avatares.

Imagem: Reprodução/The CW

São eles: Batwoman (Coragem), Supergirl (Esperança), Canário Branco (Destino), Superman do Reino do Amanhã (Verdade) — que teve seu lugar tomado por Lex Luthor —, Caçador de Marte (Honra), Átomo Ryan Choi (Humanidade) e Flash (Amor). Nos dois episódios finais, exibidos em Arrow e DC’s Legends of Tomorrow, os heróis conseguem vencer o Antimonitor com o sacrifício de Oliver Queen, que deixa de ser o Arqueiro Verde para se tornar o Espectro.

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A grande sacada de Crise nas Infinitas Terras foi apostar na memória afetiva dos fãs e trazer dezenas de referências dos vários anos de DC Comics na Warner. Já na primeira leva de episódios, pudemos ver easter eggs de Batman, filme de Tim Burton exibido nos anos 1990, e do Robin, da série dos anos 60; dos seriados Smallville e Flash dos anos 90, além deTitans, Lúcifer e Raio Negro; e da minissérie em quadrinhos Reino do Amanhã. Todas essas aparições foram muito divertidas, mas pouco funcionais para a história — ou seja, estavam lá mesmo somente para fazer o fan service e não interferiram muito na trama.

Já nos episódios finais, vemos mais momentos de tirar o fôlego, mas, desta vez, com maior impacto na história e no DCEU. No episódio de Arrow, temos o sensacional encontro do Barry Allen de Grant Gustin, da série Flash, com o Barry Allen de Ezra Miller, de Liga da Justiça e do vindouro longa do Velocista Escarlate.

Imagem: Reprodução/The CW

No capítulo final, em DC’s Legends of Tomorrow, vemos desde menções à todas as Terras, incluindo a do Lanterna Verde (sim, do péssimo filme protagonizado por Ryan Reynolds), à cafonice que a DC Comics costuma ter com alguns vilões e histórias clássicas; houve ainda efetivação da Liga da Justiça, com direito a cadeirinha e tudo mais e, pasmem, à Gleek, o macaco dos Supergêmeos, que não apareceram, mas deixaram o suspense no ar, incluindo a mesma trilha sonora e a Sala de Justiça dos Superamigos.

Imagem: Reprodução/The CW Execução deixou a desejar

Bem, embora o plano de ser o maior crossover transmídia de todos os tempos tenha se concretizado, ele não foi, assim, digamos, executado com excelência. A trama, em si, soa muito confusa para quem não leu os quadrinhos ou acompanhou cada uma das séries. Em certo momento, os heróis revisitam episódios de Arrow, The Flash, Supergirl e DC’s Legends of Tomorrow, de maneira semelhante a que Vingadores: Ultimato fez com seus heróis durante viagem no tempo.

Além disso, há uma clara falta de equilíbrio nas participações e momentos heróicos de cada personagem. Isso causa diálogos desnecessários e enfadonhos. Sem contar as cenas de ação: muitas delas são completamente descoordenadas e dá para notar que, nas aparições coadjuvantes mais rápidas, as coisas foram gravadas sem muito cuidado — alguns atores nem mesmo fingem direito que estão atuando com monstros virtuais na frente de uma tela verde. O próprio intérprete do vilão não ajuda muito.

Imagem: Reprodução/The CW

Os efeitos especiais, embora apresentem bons momentos, também deixam bastante a desejar, principalmente nas lutas mais ferozes. A ação se limita a um monte de gente batendo em fantasmas e trocando raios pelas mãos ou pelos olhos. Faltaram criatividade, melhor direção de sequências de luta e, claro, dinheiro.

O que ficou estabelecido a partir de agora no DCEU?

Bem, mesmo com todas essas limitações, Crise nas Infinitas Terras termina com um saldo positivo e reposiciona as principais criações atuais do DCEU nas telinhas e nas telonas. A começar pelo Arrowverse, que agora não tem diferentes Terras para a turma do Arqueiro Verde, do Flash, da Supergirl, da Batwoman e do grupo DC’s Legends of Tomorrow. A partir de agora, todos convivem em uma mesma Terra, chamada de Terra Primordial.

Imagem: Reprodução/The CW

A Terra Primordial agora tem Lex Luthor como seu maior benfeitor — uma das consequências da Crise, pois o vilão se aproveita do evento para mudar algumas coisas no mundo, durante a recriação das Terras do Multiverso. Isso vai mudar bastante a dinâmica de todos no Arrowverse e a própria CW já confirmou uma nova série de Superman e Lois, que vão lidar com essa situação e dois filhos. Antes, a emissora havia adiantado que Arrow continua neste ano com novo nome, Green Arrow and the Canaries (como dá para notar, o foco é no grupo de heroínas).

Imagem: Reprodução/The CW

A vindoura série de Stargirl ficou alinhada na Terra-2, onde devem ficar os personagens do grupo de velha guarda Sociedade da Justiça. A Terra-12 é onde se passou o primeiro filme do DCEU, Lanterna Verde. Monstro do Pântano, série cancelada prematuramente no streaming DC Universe, ficou na Terra-19. Já Titans está na Terra-9, enquanto a Patrulha do Destino foi posicionada na Terra-21. A Terra-96 virou o lar do Superman de Brandon Routh (daquele filme lá de 2006, dirigido por Bryan Singer), que se tornou algo próximo ao Homem de Aço de Reino do Amanhã.

Imagem: Reprodução/The CW

E, finalmente, na Terra Primordial, é onde tudo vai acontecer no Arrowverse, que passa a ter uma Liga da Justiça com Ajax, Batwoman, Canário Branco, Supergirl, Flash, Raio Negro e Superman. A Terra onde se desenrolam os eventos dos filmes Liga da Justiça, Mulher-Maravilha, Shazam e Flash deve ser a mesma, mas, por enquanto, não foi confirmada — aparentemente não é a Terra Primordial. Também não dá para saber em que Terra está o Coringa de Joaquin Phoenix.

Imagem: Reprodução/The CW

Enfim, Crise nas Infinitas Terras não foi assim aquele evento com nota máxima, mas conseguiu trazer com dignidade a história dos quadrinhos para a TV, com direito a momentos de muita diversão e cafonice, no melhor estilo DC. Fica agora a esperança de que o futuro seja ainda melhor para esses heróis e vilões.

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Como atualizar seu status do WhatsApp com figurinhas (Stickers)

Jan 16, 2020

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O WhatsApp recebeu uma atualização, em 2019, com a função de inserir Stickers em conversas. Além de usá-los em seus chats, você também pode colocá-los em seus status. É possível usar figuras favoritadas ou que você tenha baixado no seu WhatsApp por aplicativos, ou sites de terceiros. O método, porém, só funciona em dispositivos iOS.

Aprenda a desativar uma conta do Whatsapp caso seu celular seja roubado Como atualizar o status do WhatsApp com figurinhas

Passo 1: abra o status do WhatsApp normalmente e selecione o ícone de câmera para criar uma publicação. Depois, capture uma foto ou vídeo. Você também pode selecionar um arquivo da galeria do celular.

Postando um novo status no WhatsApp (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2: toque no ícone de emoji localizado no topo da tela para atualizar seu status do WhatsApp com uma figurinha. A aba “Figurinhas” exibirá os seus Stickers que foram salvos como favoritos.

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Colocando figurinha no status do WhatsApp (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3: escolha uma figurinha para adicioná-la ao seu status. É possível colocá-la em qualquer da tela. Para removê-la, basta usar o ícone de lixeira, no canto superior esquerdo da tela. Após atualizar seu WhatsApp Status com as figuras que você escolheu, publique-o tocando no ícone de seta, no canto inferior direito da tela.

Postando seu status no WhatsApp (Captura de tela: Ariane Velasco)

Pronto! Agora que você já sabe como atualizar o WhatsApp com figurinhas e já pode se divertir em seu status!

WhatsApp | Veja como escolher quem pode te adicionar em grupos

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CUSTO-BENEFÍCIO | Garanta o poderoso Mi 9 Lite por a partir de 10x de R$ 156

Jan 16, 2020

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*IMPORTANTE: fique atento à data de publicação desta matéria, pois todos os preços e promoções estão sujeitos à disponibilidade de estoque e duração da oferta, que tem tempo limitado. Alterações de preço podem ocorrer a qualquer momento, sem prévio aviso. O preço ou valor total do produto poderá ser alterado de acordo com a localidade considerando frete e possíveis impostos interestaduais.

A Xiaomi conquistou o coração de muitos brasileiros no ano passado, ao oferecer ótimos dispositivos com preço baixo. Um dos mais interessantes do catálogo é o Mi 9 Lite, uma espécie de versão com alguns cortes de custos em comparação com o poderoso Mi 9, mas que ainda conta com uma bateria para lá de parruda. E você já sabe que não precisa mais importar aparelhos da China para comprar um Xiaomi aqui em nosso país, né? Afinal, a plataforma nacional da Amazon vende os produtos da chinesa, todos já com estoque em território nacional.

Ou seja: você paga direto em reais pelo preço final, sem taxas relacionadas ao processo de importação, recebe o produto rapidinho em sua casa, paga pouco pelo frete (e muitas vezes o frete é grátis), pode parcelar em até 10x sem juros no cartão de crédito, e ainda conta com a Garantia A a Z, que o protege contra eventuais contratempos envolvendo o envio ou o estado do produto recebido.

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Sobre o Mi 9 Lite

 

"O Mi 9 Lite é uma opção tão interessante quanto os Redmi mais bem vendidos do momento, porém entregando uma proposta mais 'premium'. Pense nisso na hora da escolha" - Adriano Ponte, analista de produtos do Canaltech

O Mi 9 Lite tem display AMOLED de 6,39 polegadas com resolução Full HD, chipset Snapdragon 710 de oito núcleos, 6 GB de RAM, 64 GB ou 128 GB de armazenamento, e bateria de 4.030 mAh. Na traseira, há um conjunto de câmeras triplo, com 48, 8 e 2 megapixels, enquanto a câmera frontal tem 32 MP. Os vídeos saem em 4K, também.

Ou seja, ele tem especificações um pouco melhores do que as do Mi 9 SE, que é o mais basiquinho da linha, mas também não chega a ser tão parrudo quanto os demais Mi 9 — então é perfeito para quem busca um bom intermediário por um preço bastante justo.

Opções para você comprar agora seu Mi 9 Lite no Brasil:

Na cor branca, com 64 GB de armazenamento: a partir de R$ 1.790 Na cor branca, com 128 GB de armazenamento: a partir de R$ 1.709 Na cor azul, com 64 GB de armazenamento: a partir de R$ 1.560 Na cor azul, com 128 GB de armazenamento: a partir de R$ 1.998 Na cor preta, com 64 GB de armazenamento: a partir de R$ 1.599 Na cor preta, com 128 GB de armazenamento: a partir de R$ 1.810 Quer frete grátis para qualquer lugar do Brasil e sem valor mínimo de compra?

Parece bom demais para ser verdade, mas pode acreditar, pois isso é possível: estamos falando do Amazon Prime, serviço por assinatura que, além de permitir comprar qualquer produto identificado com o selo "Prime" sem pagar nada pelo frete — e sem valor mínimo de compra —, ainda oferece uma série de outras vantagens em um verdadeiro "combo" de serviços!

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Ou seja: por um valor fixo mensal, você tem acesso a tudo isso e ainda tem vantagens na loja virtual! Mas agora vem uma notícia melhor ainda: os primeiros 30 dias de assinatura são gratuitos, e você pode cancelar a qualquer momento sem nenhum tipo de multa. A assinatura mensal custa R$ 9,90 após o período grátis, e se você já se apaixonar pelo serviço durante os primeiros dias de teste, pode escolher a assinatura anual de R$ 89,90 — fazendo isso, você economiza 25% em comparação com o pagamento mensal! Clique aqui e seja você também assinante do Amazon Prime!

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Lutas de taekwondo podem ganhar “barras de energia” igual a Street Fighter

Jan 16, 2020

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É comum que o público não-iniciado tenha dificuldade em compreender as regras de algumas artes marciais: o boxe profissional e o boxe olímpico, por exemplo, têm um conjunto diferente de normas; já o karatê traz diversas vertentes, cada qual com sua particularidade e por aí vai.

Um dos esportes olímpicos de maior destaque, porém, de complicada compreensão, é o taekwondo. Nem tanto pelas regras em si — basicamente, um chute seu deve tocar alguma parte no tronco do seu oponente para pontuar o golpe —, mas sim pelo entendimento do que é, de fato, um golpe.

Pensando em simplificar um pouco a coisa, a Associação de Taekwondo da Coréia do Sul introduziu uma nova tecnologia que expande conceitos já existentes no esporte, de forma gamificada e, consequentemente, de fácil absorção pelo público mais leigo: aos melhores moldes do jogo de luta Tekken, a entidade quer inserir “barras de energia” em partidas transmitidas pela televisão ou streaming.

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Conforme mostra o vídeo acima, a ideia é que as barras de energia representem cada lutador. Conforme golpes vão sendo registrados por sensores especiais nos quimonos dos atletas, as barras vão se reduzindo pouco a pouco até que, quem ficar “zerado de vida” primeiro, perde a luta.

A comparação com os videogames de luta é inevitável, obviamente: não apenas a mecânica de “barra de energia” é usada até hoje em jogos como Street Fighter e Mortal Kombat, mas a franquia Tekken, da japonesa Bandai Namco, conta com um personagem especialista em taekwondo, chamado Hwoarang. Contrário a certos preceitos do taekwondo como arte marcial, porém, o personagem é excessivamente espirituoso, tem pavio curto e é notório por guardar rancor de seus oponentes — especialmente o seu rival Jin Kazama.

 

Voltando à tecnologia apresentada, a própria associação admite que ela precisa de ajustes e não está livre de controvérsias, já que os sensores são extremamente sensíveis e acionados pelo mais leve toque, ainda que os próprios atletas não o percebam. Por causa disso, a implementação da tecnologia ainda está na fase de “proposta”, podendo ou não seguir em frente após uma análise mais cuidadosa.

Para essa sugestão, especificamente, há ainda a ideia de medir não apenas se houve o toque ou não, mas também a potência dos golpes registrados: cada barra de vida começa com 100 pontos, e pode ir diminuindo em maior ou menor grau dependendo do golpe aplicado e, claro, da sua intensidade caso o adversário seja atingido.

De acordo com o site Yonhap News, a associação agora pretende demonstrar a eficácia da tecnologia em diversas partidas amistosas de abrangência doméstica, ou seja, dentro do Coréia do Sul. Depois, no futuro, talvez eles a levem para ambientes internacionais.

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YouTube vincula anúncios em vídeos controversos sobre mudanças climáticas

Jan 16, 2020

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Uma notícia deixou algumas empresas anunciantes do YouTube surpresas. Segundo estudo feito pela Avaaz, a plataforma de vídeos da Google tem vinculado anúncios de grandes companhias em vídeos que têm como propósito desinformar as pessoas sobre mudanças climáticas. Os vídeos identificados tiveram 21,1 milhões de visualizações e podem ser sugeridos aos usuários após uma pesquisa por "mudança climática", "aquecimento global", "teoria da conspiração" ou "manipulação climática".

De acordo com o pessoal do The Verge, o estudo encontrou anúncios de 108 marcas em vídeos que continham informações incorretas sobre mudanças climáticas. Empresas como Samsung, Uber, Nintendo, Showtime, Harley Davidson e Warner Bros estavam entre elas. Anúncios para grupos ambientais, incluindo o Greenpeace e o World Wildlife Fund, também apareceram nos vídeos. A Avaaz diz que 10 anunciantes, incluindo a Samsung e os grupos ambientalistas, disseram desconhecer o fato de que seus anúncios apareciam nesses vídeos.

O estudo também afirma que a plataforma promove esses vídeos na caixa "a seguir", mas as evidências são menos claras. Em um comunicado enviado ao The Verge, o YouTube questionou a metodologia da pesquisa, que usava um método indireto para avaliar as recomendações em vídeo, e disse que sua plataforma prioriza "vozes com autoridade" em tópicos propensos a desinformação, como as mudanças climáticas.

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Ainda não há forma clara de combate a esse problema

O YouTube luta há algum tempo para encontrar um equilíbrio entre manter uma plataforma aberta e mantê-la segura para espectadores e anunciantes. No passado, as empresas interromperam os gastos com anúncios depois de saberem que seus comerciais eram exibidos em vídeos que apresentavam discursos de ódio ou comentários agressivos e de cunho sexual sobre crianças. Isso levou a plataforma a impor regras mais estritas aos criadores, limitando em quais vídeos eles podem ganhar dinheiro e alterando seus algoritmos de promoção.

O estudo da Avaaz mostra o quão difícil é encontrar esse equilíbrio. Três dos principais vídeos de negação de mudanças climáticas destacados são da Fox News e PragerU. Vários vídeos questionam se as emissões de gases de efeito estufa estão levando a temperaturas globais mais altas - uma conclusão amplamente aceita entre os pesquisadores do clima e a comunidade científica em geral.

E não são apenas vídeos de YoutTubers e de canais de TV que estão recebendo essas propagandas. Materiais feitos por políticos também são anexados à propagandas das empresas citadas acima, mesmo que o assunto não tenha nada a ver com elas.

Ao destacar os anunciantes que estão sendo alinhados, a contragosto, a esses pontos de vista extremistas, a Avaaz espera aumentar a pressão necessária no YouTube para fazer uma alteração. O objetivo da entidade com este último estudo não é proibir vídeos de negação de mudanças climáticas, mas fazer com que o YouTube pare de exibir anúncios e recomendá-los aos espectadores.

"Não se trata de remover conteúdo, não se trata de sancionar diferentes canais ou meios de comunicação", diz Nell Greenberg, diretor de campanha da Avaaz que supervisionou o estudo. "Isso significa apenas que, se houver informações factualmente imprecisas no vídeo, o YouTube não deve oferecer publicidade gratuita".

No momento, os anunciantes têm a opção de impedir que seus anúncios sejam exibidos em vídeos que discutem mudanças climáticas. Mas eles não têm a opção de aparecerem apenas em vídeos precisos sobre mudanças climáticas - é tudo ou nada. “Muitas marcas querem seus anúncios em vídeos de mudanças climáticas. São organizações ambientais ou que fazem muito pela sustentabilidade”, diz Greenberg. "Eles não querem anúncios em exibição em vídeos com informações imprecisas e que não estão disponíveis para eles".

Como ocorrem as sugestões de vídeos?

A Avaaz pôde confirmar diretamente que os anúncios estavam sendo exibidos em vídeos que apresentavam informações erradas sobre as mudanças climáticas simplesmente assistindo a eles. No entanto, sua evidência de que o YouTube promove esses vídeos por meio do recurso "a seguir" não é tão certeira.

A entidade fez uso de uma ferramenta de desenvolvedor do YouTube que apresenta quais vídeos podem estar relacionados a outros. A lista, porém, "não fornece uma réplica exata do algoritmo de sugestões do YouTube", diz o estudo. O YouTube diz que a ferramenta pode ser influenciada, por exemplo, por um site que incorpora vários vídeos lado a lado. A Avaaz acredita que os dados, "muito provavelmente", representam muito do que as sugestões do YouTube apresentariam aos espectadores, mas não confirmaram a exibição de nenhum desses vídeos.

O estudo da Avaaz analisou o que considera provável nas primeiras 100 recomendações "a seguir" para vídeos relacionados a cada um dos três termos de pesquisa. Em seguida, as pessoas assistiram a esses vídeos para procurar informações erradas - um termo usado para significar amplamente quaisquer declarações "verificadamente falsas ou enganosas". O "aquecimento global" levou a 16 vídeos com informações erradas; “Mudança climática” para oito; e "manipulação climática" para 21.

O que fez o YouTube?

O YouTube tomou medidas para combater a desinformação. Alguns resultados de pesquisa e vídeos agora incluem uma caixa de seleção de fatos com informações extraídas da Wikipedia. A pesquisa de “mudança climática” e “aquecimento global” apresentará essa caixa - mas “manipulação climática” ainda não. A plataforma também reduziu as recomendações de "conteúdo limítrofe" - vídeos considerados problemáticos, mas não preocupantes o suficiente para serem banidos - como desinformação médica e teorias da conspiração.

“Como nossos sistemas parecem ter feito na maioria dos casos neste relatório, priorizamos vozes autorizadas para milhões de consultas de notícias e informações, e apresentamos painéis de informações sobre tópicos propensos a desinformação - incluindo mudanças climáticas - para fornecer aos usuários o contexto ao lado de suas informações", disse um porta-voz do YouTube, em comunicado.

O YouTube não proíbe completamente a negação das mudanças climáticas. No entanto, por considerar esse assunto como propenso a desinformação, fontes autorizadas e oficiais devem ser priorizadas em pesquisas e recomendações. Isso significa que as notícias sobre este tema devem aparecer antes dos vídeos de criadores individuais do YouTube. Isso, porém, pode soar como censura, já que canais a cabo de grande audiência, que divergem das opiniões gerais sobre o tema, podem ser considerar o banimento um ato autoritário, pelos simples fato de não concordarem ou passarem informações equivocadas.

"Por uma boa razão, há uma conversa que se encerra nisso sobre liberdade de expressão", diz Greenberg. "Não estamos falando de forma alguma sobre liberdade de expressão - estamos falando de publicidade e promoção gratuitas, e é isso que os algoritmos de recomendação do YouTube estão fazendo", avalia.

E você, amigo leitor? Presenciou algum anúncio de qualquer empresa em vídeos deste tipo? Avisem nos comentários!

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Próximo dobrável da Huawei traz melhorias e preço menor, diz site

Jan 16, 2020

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A Huawei já se prepara para lançar o sucessor - ou uma variante - do dobrável Mate X, provavelmente chamado Mate Xs, nos próximos meses. O dispositivo pode ser apresentado já na MWC 2020, quando completa um ano de anúncio do modelo de primeira geração. Yu Chengdong, CEO de negócios de consumo da empresa, confirmou que o dispositivo será oficializado em fevereiro.

Informações da indústria obtidas pelo site chinês MyDrivers apontam para o lançamento, ou seja, chegada às lojas, em março. A produção de telas dobráveis já não é mais tão complexa agora e também é menos custosa. Isso significa uma redução no valor final do aparelho, que a Huawei pretende repassar para o consumidor, segundo essas fontes.

O novo modelo trará melhorias significativas em todos os aspectos principais, promete Chengdong. A dobradiça será melhor, bem como o processador (provavelmente o chipset Kirin 990 5G) , além de uma tela dobrável mais resistente. As fontes da cadeia de produção confirmaram que há ajustes no design.

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A dobradiça do aparelho promete maior estabilidade e durabilidade. O uso de uma tela mais resistente também quer eliminar as críticas a este componente, já que imagens na internet mostram diversos riscos no painel do Mate X, e alguns especialistas apontam a escolha por um display sempre externo como “culpado” por isso. O corpo do dispositivo também deve ter redução significativa, mas a tela possivelmente manterá o mesmo tamanho.

Além das melhorias externas, a Huawei também aproveitou comentários dos usuários para melhorar a parte do software.

Dois dobráveis em 2020

Ainda de acordo com as informações obtidas pelo site chinês, a Huawei tem planos de lançar um segundo dispositivo dobrável ainda este ano, possivelmente no segundo semestre. A companhia tem, ao menos, mais duas patentes, sendo que uma delas se dobra no mesmo estilo do Motorola Razr 2019.

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AMD já ameaça seriamente reinado da Intel em processadores gamers, diz pesquisa

Jan 16, 2020

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A AMD está ganhando espaço frente à Intel entre os gamers. Ao menos é o que sugere um relatório feito pelo site Wccftech, que detectou 41% de PCs gamers usando plataforma AMD em suas máquinas. É um bom crescimento e mostra que a companhia norte-americana tem agradado esse público, que é bastante exigente.

Tradicionalmente, a Intel sempre dominou com folga o mercado de processadores de computador, mas, nos últimos anos, a AMD começou a mudar o jogo (trocadilho intencional). Além de oferecer soluções mais em conta, a companhia também está um passo à frente em tecnologia de fabricação, o que deixa a concorrente de cabelos em pé - apesar de a Intel não demonstrar isso publicamente, claro.

O fato de conquistar uma boa parcela daquele que é, provavelmente, o público mais exigente em matéria de hardware, é um bom indicativo de que a AMD está no caminho certo. Fornecer os processadores de 41% dos PC gamers é um feito extraordinário para uma empresa que ficou marcada lá atrás por oferecer soluções que superaquecem demais e não entregam boa performance. Visão esta que tem mudado rapidamente.

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Brasil é o 3º país do mundo em que pessoas passam mais tempo em aplicativos

O relatório foi feito com base em uma pesquisa com visitantes do Wccftech, que teve respostas de quase 4.500 pessoas do mundo inteiro, principalmente dos EUA. Não há um método científico muito específico, então os resultados devem ser considerados apenas como um indicativo de tendência entre os usuários do veículo que realizou a enquete. Como observa o Techradar:

“Wccftech é um site muito voltado ao público de tecnologia, o que significa que sua audiência é direcionada a entusiastas, então pode não ser representativo do público geral de PC gamers”. Em outras palavras, é um site quase de nicho e, mesmo entre os gamers, há aqueles que não lêem tanto sobre o assunto e acabam comprando os produtos que lhes são indicados por amigos, por exemplo.

Sobre o número, outro relatório um pouco mais preciso aponta que a liderança da Intel ainda está bastante folgada: 19,39% dos usuários do Steam possuem processador AMD em suas máquinas. Ainda é uma amostragem de público específico, mas já pega uma base bem maior e menos concentrada - afinal, muita gente que tem PC acaba instalando, também, o software da Valve.

Por outro lado, uma pesquisa recente mostra que a AMD está, sim, vendendo mais que a Intel nos últimos meses. Em novembro do ano passado, foram 25 mil da primeira contra apenas 5 mil da segunda. Além disso, outro estudo, também do final de 2019, apontou que mais de metade dos computadores vendidos no terceiro trimestre na Coreia do Sul têm processador AMD embarcado.

Outros dados

O Wccftech liberou mais alguns dados da pesquisa, cuja versão completa só está disponível para quem estiver disposto a pagar. A maioria dos participantes da pesquisa é dos Estados Unidos, seguidos pelos britânicos. Além dos 41% de processadores AMD, os usuários pretendem comprar uma nova máquina, com uma das novas placas gráficas add-in-board da Nvidia. O relatório também mostra tendência de retorno da realidade virtual como tecnologia de interesse e que a resolução 1080p já é maioria entre os usuários.

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Trump fecha acordo e sinaliza fim da "guerra fiscal" com a China

Jan 16, 2020

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Na última quarta-feira (15) os Estados Unidos e a China firmaram um acordo que pode ser o primeiro passo para o fim da chamada “guerra comercial” entre as potências. O pacto, que foi anunciado em dezembro do ano passado, prevê mudanças nas áreas de propriedade intelectual, transferência tecnológica, agricultura, serviços financeiros, câmbio e moeda estrangeira.

De acordo com documento divulgado pela Representação de Comércio dos Estados Unidos (USTR), o acordo exige que a China se comprometa a seguir uma série de medidas. E uma das mais importantes é não exigir que as empresas americanas forneçam o uso de suas tecnologias proprietárias para o país - algo que há muito tempo é usado como “moeda de troca” pelo governo chinês para permitir que qualquer empresa dos EUA possa vender seus produtos no país asiático.

O acordo ainda prevê que os chineses se comprometam a importar um adicional de US$ 200 bilhões em bens e serviços nos próximos dois anos (valor que foi baseado no fluxo de exportação deste tipo de produto aos chineses em 2017, antes do início da guerra comercial) e aumentar as importações de produtos agrícolas do país para algo entre US$ 40 e US$ 50 bilhões - pelo menos o dobro dos US$ 20 bilhões em produtos deste setor que a China atualmente importa.

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Segundo projeções da Bloomberg, este aumento das importações chinesas no setor agrícola deverá ser responsável por aumentar o PIB norte-americano em algo entre 0,2% e 0,3%. No entanto, essa medida pode também afetar diretamente o Brasil, já que um levantamento feito pelo Insper apontou que, se a China cumprir a risca a recomendação de dobrar suas importações de produtos agrícolas dos EUA, o Brasil deverá perder cerca de US$ 10 bilhões em exportações de produtos do mesmo nicho para o país asiático.

Apesar de ambos os países estarem assinando nesta quarta a primeira fase do acordo, o governo Trump já avisou que irá manter as tarifas de 25% na importação dos produtos vindos da China. De acordo com os representantes do governo, a medida é uma forma dos Estados Unidos se proteger caso os chineses não cumpram a parte deles, e essas tarifas serão retiradas assim que os dois países fecharem a segunda fase do acordo. Por enquanto, ainda não foi divulgado quando a próxima etapa será concluída, mas pode demorar ainda algum tempo, já que, além das questões comerciais, nesta segunda fase também serão discutidas tópicos adicionais de cibersegurança.

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Huawei oferece US$ 26 mi para que desenvolvedores criem apps para seus aparelhos

Jan 16, 2020

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A Huawei busca soluções para tentar minimizar seus problemas com a Google. Como todos sabem, os aparelhos mais recentes da gigante chinesa, apesar de serem equipados com o Android, não podem utilizar os serviços da empresa americana por conta da guerra comercial entre Estados Unidos e China. A ideia da vez para os chineses é a criação de um ecossistema de apps próprios e, para isso, eles pretendem fazer um investimento de US$ 26 milhões para que desenvolvedores criem programas.

A Huawei fez um evento na última quarta-feira (15) chamado "Dia do Desenvolvedor", em Londres, na Inglaterra, e anunciou esse investimento para a criação de uma Huawei App Gallery mais robusta. Os executivos da marca divulgaram algumas imagens do que eles esperam que seja essa galeria de programas e meio que cutucaram a Google e a Apple mencionando, especialmente, o fato de a Huawei ter a intenção de receber apenas 15% de receita de seus desenvolvedores, em vez dos 30% cobrados pelas concorrentes.

O vice-presidente europeu de serviços ao consumidor da Huawei, Jaime Gonzalo, enfatizou que a empresa estava tentando construir um ecossistema de aplicativos menos intrusivo do que aqueles operados pelos gigantes da tecnologia do Vale do Silício, dizendo que produziria menos "spam" na forma de notificações. "Isso é muito bom do ponto de vista da privacidade", disse Gonzalo. "Os anúncios não são importantes para nós." Ele acrescentou, também, que os desenvolvedores poderão comercializar seus aplicativos nas telas iniciais dos usuários.

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E o Harmony OS?

Pouco foi dito sobre o Harmony OS, o sistema operacional que a Huawei está deixando na reserva se - ou quando - a hora de substituir o Android chegar. Atualmente, os novos telefones da empresa rodam em uma versão de código aberto do sistema operacional da Google, o AOSP (Android Open Source Project).

A empresa não tem sido particularmente clara sobre quando pode começar a substituir o Android pelo Harmony, mas, mais recentemente, um executivo sugeriu que este sistema operacional poderia estar pronto para uso já em meados de 2020.

A seleção de aplicativos disponíveis na loja de aplicativos da Huawei permanece pequena se comparada à do Google. Amazon, Snapchat, TikTok e o jogo "Fortnite" estão disponíveis na App Gallery, mas, ainda assim, existem poucos apps populares. Vale lembrar que programas do guarda-chuva do Facebook (WhatsApp, Instagram e a própria rede social) não estão na plataforma.

Importante mencionar ainda que a Huawei deve lançar seu novo smartphone topo de linha, o Huawei P40, em março. Ele deve vir no mesmo esquema do Mate 30, ou seja, com um sistema operacional Android, mas sem os serviços da Google.

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Vulnerabilidade do Wordpress põe em risco cerca de 320 mil sites

Jan 16, 2020

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Dois plugins bastante usados no Wordpress — Infinite WP Client e WP Capsule —, possuíam falhas críticas em seu funcionamento, expondo sites onde um ou outro estejam instalados. As vulnerabilidades permitiam invasões de hackers, que podiam acessar o backend das respectivas páginas, segundo um relatório divulgado pela empresa WebArx Security.

A falha foi descoberta em 7 de janeiro de 2020 e, no dia seguinte, os desenvolvedores dos plugins citados lançaram versões atualizadas deles. Estima-se que 320 mil sites estavam sob risco de ataques — número esse que corresponde à soma da base de usuários de ambos os plugins.

Tanto o Infinite WP Client como o WP Capsule são plugins (recursos que você baixa para adicionar funções extras ao seu site) de login, permitindo que usuários do Wordpress acessem suas contas em múltiplas instâncias da rede de gerenciamento de conteúdo para blogs mais popular do mundo.

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Dois plugins usados em sites gerenciados pelo Wordpress traziam falhas graves

Segundo a WebArx, o bug atua especificamente nas versões 1.9.4.5 e inferiores do Infinite WP Client, sendo categorizado como uma falha comum (CVVS de pontuação 9,8, ou “crítica”). “O problema reside na função ‘iwp_mmb_set_request’ localizada no arquivo ‘init.php’”. De acordo com a empresa, essa função é ativada se uma variável de um pedido de login está ou não vazia — quando a tentativa de invasão traz certos parâmetros, ela se encontra ocupada.

“Neste caso, a condição é que os parâmetros ‘iwp_action’ do ataque devem ser iguais ao parâmetro ‘readd_site’ ou ‘add_site’, já que ambos são ações que não possuem uma checagem de autorização instalada. A falta deste recurso é o motivo pelo qual esse problema existe”, comentou a empresa. Em seguida, segundo o relatório, o nome de usuário informado pelo invasor será usado como login, sem que o sistema faça nenhum tipo de autenticação, sem nem mesmo pedir por uma senha.

No caso do plugin WP Capsule, o ataque pode ser ainda mais simples. De uma forma resumida, a WebArx explica: “Se a tentativa [de login] conter uma string ‘IWP_JSON_PREFIX’, ela vai chamar pela função ‘wptc_login_as_admin’, que sinaliza todas as contas administrativas disponíveis e usa a primeira da lista, permitindo que invasores acessem o sistema como administradores”.

Ambas as falhas resultavam em invasões de hackers por meio de erros na codificação de sistemas de login, dando-lhes acesso administrativo a cerca de 320 mil sites

A WebArx ainda ressalta que, por ambas as falhas serem codificadas (e não necessariamente um ataque modificado ou um vírus), até mesmo softwares de detecção de ameaças terão dificuldade em identificar os problemas. “Devido à natureza da vulnerabilidade, firewalls baseados em nuvem podem não ter a capacidade de diferenciar tráfegos maliciosos de legítimos e, por isso, podem falhar na devida proteção contra ela”.

Felizmente, o problema já parece ter sido resolvido. A WebArx disse que as falhas em questão estão fechadas nas versões mais atuais de ambos os plugins.

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Youtuber revela quanto e como faturou o dobro em anúncios no YouTube

Jan 16, 2020

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Você já parou para pensar em quanto ganha um youtuber? A fortuna dos criadores de conteúdo mais famosos da plataforma de vídeos vem de contratos de publicidade e anúncios do Google exibidos em seus vídeos. Dependendo do alcance e número de inscritos, o valor pode chegar a números inimagináveis.

Pensando em sanar a curiosidade de seus fãs e de pessoas que têm o interesse de entrar nesse mercado, a youtuber Shelby Church compartilhou o quanto ela recebeu de anúncios no YouTube somente em 2019: cerca de US$ 140 mil (algo em torno de R$ 583 mil). A quantia é o dobro do arrecadado em 2018 pela criadora.

Church conta que a fonte principal de sua renda como uma criadora de conteúdo vem do patrocínio de marcas, que aproveitam a popularidade da jovem para divulgar seus produtos e serviços. E, logo na sequência, a fortuna vem de anúncios do Google que são inseridos em seus vídeos.

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Para poder monetizar seus vídeos no programa de parceiros do YouTube, os criadores precisam contar com, pelo menos, mil inscritos e quatro mil horas de conteúdo assistido. Então, os anúncios são filtrados pelo Google, que decide quanto será a renda do youtuber com base em tempo assistido, tamanho e tipo de vídeo, dados demográficos, entre outros detalhes.

Imagem: Reprodução/Instagram Mas como Church conseguiu dobrar a sua renda de um ano para o outro no YouTube?

A youtuber contou que, para conseguir arrecadar mais com anúncios, é preciso levar em conta a quantidade de ads inclusos em um vídeo e o tempo de duração dele. Ela recomenda que os anúncios do Google sejam inseridos em momentos estratégicos, antes que a pessoa feche o vídeo.

As pessoas costumam desistir de assistir um vídeo quando, por exemplo, ele tem uma introdução muito longa ou se o youtuber se prolonga demais em um mesmo assunto, como conta o Business Insider em conversas com pessoas relacionadas à indústria.

Os criadores de conteúdo, então, acabam optando por fazer vídeos mais longos para poderem inserir mais anúncios. No caso de Church, os vídeos de 2018 tinham menos de 10 minutos e apenas um anúncio era incluso. Mas, em 2019, ela começou a aumentar a duração de cada conteúdo para inserir mais anúncios e, consequentemente, ganhar mais dinheiro.

No entanto, é preciso analisar o público e o tipo de conteúdo antes de sair fazendo vídeos longos, até para ter certeza de que eles realmente serão interessantes. Ou seja, as estratégias adotadas por Church precisam ser adaptadas para cada canal para que deem certo.

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Dataprev é incluída no Programa Nacional de Desestatização

Jan 16, 2020

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A Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) foi incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND), de acordo com o Decreto nº 10.199, de 15 de janeiro de 2020, publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (16).

“Fica qualificada, no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República - PPI, e incluída no Programa Nacional de Desestatização - PND a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência – Dataprev”, diz o decreto em seu artigo primeiro.

A Dataprev é uma empresa pública, criada em 1974, conforme a Lei nº 6.125, de 4 de novembro daquele ano, assinado pelo presidente Ernesto Geisel.

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Em seu portal na internet, a empresa informa que, entre outros serviços, é responsável pelo processamento do pagamento mensal de cerca de 34,5 milhões de benefícios previdenciários e pela aplicação online que faz a liberação de seguro-desemprego.

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Projeto prevê apresentação de recurso contra multa de trânsito pela internet

Jan 16, 2020

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O Projeto de Lei 5794/19 dá aos condutores de veículos a possibilidade de protocolizar por meio eletrônico recurso de infrações, defesa prévia e indicação de condutor. Pelo texto, o serviço deverá ser oferecido pelo órgão de trânsito, conforme regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

A proposta, da deputada Rejane Dias (PT-PI), tramita na Câmara dos Deputados. O texto acrescenta a medida ao Código de Trânsito Brasileiro.

A ideia da parlamentar é gerar eficiência ao processo relativo às infrações. “Com a atual disponibilidade de tecnologia, não fazem sentido os tempos de espera nos órgãos de trânsito. Do mesmo modo, alguns serviços que atualmente são feitos via remessa postal já deveriam estar disponíveis na internet”, defende.

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Rejane Dias lembra que cidades como São Paulo e Curitiba já oferecem o serviço. “O momento inicial da viabilidade foi superado e cabe ao Parlamento adotar medidas para que essas facilidades cheguem aos cidadãos de todo o País”, diz.

Se a nova regra for aprovada e virar lei, os Detrans terão um ano para implantá-la.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Vida de Empreendedor: Encontre seu propósito, tire sua ideia do papel

Jan 16, 2020

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Uma ideia é como uma semente: primeiro, você precisa saber qual o tipo de semente para cada finalidade — pode ser alimentar um faminto ou simplesmente uma sombra para descanso. Em seguida, precisamos cuidar do local onde a semente será plantada, afinal, poucas sementes nascem em solo infértil. Após o plantio, ela precisará de todo o cuidado e manutenção para que germine e cresça forte para que, no tempo certo, possa cumprir a sua função. Em outras palavras, antes de iniciar qualquer tipo de projeto, profissional ou pessoal, você precisa primeiro definir o seu propósito – a sua semente.

Pessoas com propósitos bem definidos tendem a conquistar seus objetivos rapidamente. Atualmente, existem inúmeras literaturas que tratam e apoiam este tipo de assunto. Um dos primeiros materiais que tive acesso foi uma palestra no TED (2009) chamada “How great leaders inspire action”, apresentada por Simon Sinek, criador do conceito “Círculo de Ouro”. Através dele, o autor nos mostra que a maioria das pessoas não compram "o que" fazemos e sim "por que" fazemos. Ou seja, elas compram causas compartilhadas, partindo de um propósito compreensível e comum a todos envolvidos. Por exemplo, minha comunicação: Compartilhando e trocando experiências com pessoas certas, absorvemos conhecimento para encurtar caminhos e alcançar nossos sonhos.

Já parou para se perguntar o que te inspira e te faz acordar todos os dias? Se você não se sente confortável com algo ou se estas respostas ainda não estão claras, abra mão da rotina, dos dogmas e preconceitos. Sem dúvida, a morte é um agente renovador da vida. Lembre-se, hoje somos a notícia, amanhã seremos o passado. Não perca tempo com coisas fúteis, todo dia pode ser o último da sua vida. Volte a ser criança, sonhe com o impossível, dê os primeiros passos e persista… o sucesso é meramente uma consequência.

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O que você realmente gosta de fazer? Por que você faz? Você não se sente confortável com algo na sua vida?

Essas são apenas algumas perguntas que podem contribuir na busca pelo seu propósito. Espero que ajude para um primeiro passo. Sinta-se à vontade para compartilhar comigo as respostas (@renatomedia).

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Brasil é o 3º país do mundo em que pessoas passam mais tempo em aplicativos

Jan 16, 2020

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As pessoas passaram 3 horas e 40 minutos, em média, utilizando aplicativos em 2019. O índice é 35% maior do que em 2017. E o Brasil tem participação ativa nesse processo, ficando na terceira colocação no ranking dos países em termos de tempo gasto em apps, levemente acima da média, com 3 horas e 45 minutos. As informações são do principal relatório sobre o tema no mundo, da consultoria App Annie. A edição de 2020 foi divulgada ontem (15).

O país foi superado pela China, onde as pessoas mexem com esses programas durante quase 4 horas, e a Indonésia, onde o tempo diário chegou a 4 horas e 40 minutos. Em seguida, vêm a Coreia do Sul (3h40) e Índia (3h30).

Na comparação entre 2019 e 2017, a China obteve a maior ampliação (60%), seguida pela Índia, o Canadá e a França (25%), a Indonésia (20%) e o Brasil, a Alemanha, Coreia do Sul, o Japão e Reino Unido (15%).

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No recorte por idade, a chamada geração Z (nascida entre 1997 e 2012) passou 3 horas e 46 minutos por app por mês e teve 150 sessões por mês nos principais aplicativos.

O download anual de aplicativos cresceu 45% nos últimos três anos: saiu de 140 bilhões em 2016 para chegar a quase 204 bilhões em 2019.

No Brasil, esse aumento foi de 40%, atingindo cerca de 5 bi no ano passado. Entre as nações, o maior aumento no período foi da Índia: 190%.

Tipos

Os apps de finanças foram acessados 1 trilhão de vezes em 2019, um crescimento de 100% na comparação com 2017. O Brasil também ficou em terceiro no ranking desse tipo de programa, atrás apenas da Índia e da China.

Mas enquanto alguns países já têm a maioria de acessos em carteiras virtuais (China e Coreia do Sul), no Brasil e em outros (como Indonésia, França e Alemanha) as transações digitais são realizadas em sua maioria por apps de bancos. Os apps mais baixados nessa categoria foram Nubank, FGTS, Picpay, Caixa e Mercadopago.

O Brasil seguiu na terceira colocação também no ranking do crescimento em tempo gasto em apps de compras, atrás da Índia e Indonésia.

Entre 2018 e 2019, os brasileiros ampliaram em 32% a sua presença nesse tipo de ferramenta. Os apps mais baixados com essa finalidade foram Mercadolivre, Americanas, Magazine Luiza, AliExpress e Wish.

A colocação foi mantida também no caso dos apps de entrega de comida. O número de sessões nesse tipo de ferramenta entre os usuários daqui foi de 8 bilhões, ficando atrás dos Estados Unidos (10 bi) e da Indonésia (20 bi).

Nas aplicações voltadas ao entretenimento, o Brasil ficou em 7º lugar no ranking de crescimento entre 2018 e 2019, ainda assim com um índice de 32%.

Entre os locais onde o uso desse tipo de app foi maior estão Índia (78%), França (60%) e Japão (58%). Os mais baixados dessa modalidade foram Netflix, YouTube Go, Amazon PrimeVideo, Globoplay e Viki.

Entre as redes sociais, o estudo não divulgou ranking mundial, mas registrou a força do app chinês Tik Tok. A lista de mais baixados no Brasil é formada por WhatsApp, Status Saver, Snapchat, Telegram e Hago.

Investimentos

Já os gastos com aplicativos aumentaram 110%, passando de US$ 55 bilhões para US$ 120 bilhões no mesmo período. Os jogos são responsáveis por 72% do faturamento. A China aumentou 190% nos últimos três anos, chegando a acumular 40% do mercado mundial.

Em 2019, foram gastos US$ 190 bilhões em publicidade em dispositivos móveis. Neste ano, a projeção da consultoria é de que essa movimentação chegue a US$ 240 bilhões.

Internet das Coisas

O documento destaca o papel dos apps no ambiente interconectado que vem sendo chamado de Internet das Coisas. Nos Estados Unidos, os apps mais baixados para esse tipo ecossistema foram os assistentes Alexa e Google Home, o agregador de serviços audiovisuais Roku, o sistema de videogame Xbox, o sistema de segurança doméstica Ring e o aplicativo vinculado a um relógio conectado Fitbit.

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TikTok foi mais baixado que o Facebook e o Messenger em 2019

Jan 16, 2020

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O TikTok está dominando o mundo. O app chinês, que nasceu como uma rede social para compartilhamento de vídeos musicais efêmeros, vem aumentando as funcionalidades da plataforma e conquistou os adolescentes no seu país de origem. Agora, vem se espalhando pelo mundo todo — inclusive em outras faixas etárias. Sua invasão assustou até mesmo o Exército e a Marinha dos Estados Unidos, que baniram o software sob acusação de espionagem. Nem isso impediu-o de ser o segundo app mais baixado do mundo em 2019, com nada menos que 700 milhões de downloads.

Os dados são da empresa Sensor Tower, que aponta o TikTok como o aplicativo mais baixado na App Store no ano passado. Na Play Store, ele ficou na vice-liderança, atrás do WhatsApp. Para ter uma ideia, na soma da App Store com a Play Store em 2019, o TikTok, com cerca de 750 milhões de downloads, superou ninguém menos que o Facebook e o Facebook Messenger.

Imagem: Divulgação/Sensor Tower

O TikTok ficou atrás somente do WhatsApp, que soma 850 milhões de downloads no mesmo período. Um dos países que mais ajudaram a empresa chinesa foi a Índia. No total, o aplicativo já foi baixado mais de 1,5 bilhão de vezes e pertence à empresa chinesa ByteDance, atualmente a startup mais valiosa do mundo.

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Essa popularidade toda levou o TikTok a sair da 118ª posição entre as maiores receitas de apps que não são games para a 7ª colocação ao final da temporada passada, com quase US$ 40 milhões de receita em dezembro — isso o colocou à frente de aplicativos peso-pesados como Disney+, Youku e Hulu.

Imagem: Divulgação/Sensor Tower Governo dos Estados Unidos segue barrando o app

Mesmo com todos esses números, o TikTok está sob crescente escrutínio nos últimos meses. O governo dos Estados Unidos acredita que a Huawei e a ByteDance, dona do app, ameaçam a segurança nacional e a privacidade dos usuários. Um processo de ação coletiva proposto na Califórnia alega que o aplicativo vem coletando ilegalmente, e secretamente, dados sensíveis dos consumidores e enviando-os para a China.

Essas suspeitas não o levaram a uma lista restritiva, como no caso da Huawei, mas o Exército norte-americano proibiu seu o uso em telefones do governo, seguindo uma orientação do Pentágono. Anteriormente, a Marinha já havia barrado o TikTok em dispositivos móveis das Forças Armadas dos EUA.

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YouTuber revela como é o roteiro original não utilizado em A Ascensão Skywalker

Jan 16, 2020

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Na última terça-feira (14) uma postagem no Reddit colocou o universo dos fãs de Star Wars de ponta cabeça, ao revelar para o mundo o que deveria ter sido o roteiro original do episódio 9 da saga - A Ascensão Skywalker. Escrito por Colin Trevorrow (roteirista conhecido por ter trabalhado em todos os títulos da franquia Jurassic World), ele pediu demissão do cargo quando Kathleen Kennedy anunciou a contratação de Jack Thorne (conhecido pelas séries de TV Skins e Shameless) para reescrever a história.

Normalmente, esse tipo de “vazamento” no Reddit não tem muito peso em termos de veracidade. No entanto, não é o que ocorreu desta vez, já que o responsável por ele foi Robert Meyer Burnett, um YouTuber que atua há anos na indústria do cinema como produtor de filmes e DVDs e que possui muitas conexões em todos os grandes estúdios de Hollywood. Então, mesmo que o próprio Trevorrow se recuse a confirmar que o roteiro vazado seja mesmo o dele, ele também não nega a informação (como já fez em outros casos de “vazamento” no Reddit), o que deixa claro que, dessa vez, as informações divulgadas são mesmo reais.

ATENÇÃO: o texto contém spoilers de Star Wars: A Ascensão Skywalker, então se você ainda não viu o filme continue por sua conta e risco.

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A primeira mudança importante no roteiro de Trevorrow está no próprio nome do filme: ao invés de A Ascensão Skywalker, o nono episódio da franquia se chamaria Duel of the Fates (Duelo dos Destinos, em tradução livre), uma alusão direta à música que John Williams compôs para a luta final de A Ameaça Fantasma em que Obi-Wan Kenobi e Qui-Gon Jinn enfrentam Darth Maul.

Além do título, a história em si também seria bem diferente. A principal diferença seria o não-retorno de Palpatine, que até seria citado durante o filme como uma das grandes lideranças Sith, mas continuaria morto e não apareceria ao longo da trama. Então, ao invés de uma frota de cruzadores imperiais armados com canhões da Estrela da Morte, o grande inimigo seria a própria Primeira Ordem, que cortou a comunicação de toda a galáxia para evitar que a Resistência utilizasse o sacrifício de Luke Skywalker em Os Últimos Jedi para inflamar o resto da galáxia em uma guerra aberta contra os seguidores de Kylo Ren.

O grande objetivo dos rebeldes nesta trama seria restaurar o sistema de comunicação para que a mensagem da Resistência fosse enviada para todos os planetas da galáxia. Ao mesmo tempo, Kylo Ren ainda era uma ameaça para a existência do grupo rebelde, e de nada adiantaria restaurar a comunicação se o guerreiro Sith ainda estivesse à solta.

Assim, nessa versão do roteiro, a história é separada em dois núcleos: o primeiro é composto por Finn, Rose Tico e BB8, que tem a missão de restaurar a comunicação entre os planetas; já o segundo é formado por Rey e Poe, que tem a missão de encontrar Kylo Ren e tentar trazê-lo de volta para o lado correto da Força, já que Rey ainda acredita que existe algo bom dentro de Kylo e que ele não foi totalmente corrompido pelo Lado Negro. Essas duas histórias já seriam deixados claras no “crawl” (aquele texto do começo do filme e que é uma marca registrada de Star Wars), que também seria bem diferente daquele que foi para os cinemas, falando sobre a ressurreição de Palpatine.

Neste roteiro, Rose e Finn seriam os protagonistas de uma história ligada ao fato da Resistência ser composta por pessoas descontentes com a Primeira Ordem e que se insurgiram contra ela. Ela começaria com Finn, Rose e BB8 em uma missão para roubar um Cruzador Imperial, repleto de armas e veículos, e que poderia ser usado pelos sobreviventes da Resistência, Durante essa missão, o capacete de um dos stormtroopers que a dupla mata acaba caindo e Finn o reconhece como alguém que treinou ao seu lado, reacendendo a dúvida que ele tinha sobre matar os soldados da Primeira Ordem. Finn e Rose são então capturados e levados para um campo de prisioneiros de guerra, onde Rose é torturada e interrogada por Hux, que quer saber detalhes sobre onde os sobreviventes da Resistência se escondem.

Finn consegue escapar da prisão e, durante a fuga, acaba conhecendo outros stormtroopers que, assim como ele, também não concordam com as ordens que são obrigados a executar. Finn então recruta o seu próprio pelotão de stormtroopers desertores, se tornando o líder de uma espécie de revolta civil em Coruscant, e liderando essa revolta para atacar as tropas da Primeira Ordem e resgatar Rose. Durante a revolta, Poe Dameron aparece com os sobreviventes da Resistência para ajudar, criando assim um ataque em duas frentes que os comandantes da Primeira Ordem não conseguem conter. Com isso, que Finn resgata Rose e os dois reestabelecem a comunicação com o restante da galáxia, incutindo a ideia de insurreição também nos outros planetas.

Já na história de Rey, enquanto ela viaja à procura de Kylo, o guerreiro Sith está vasculhando a galáxia à procura de um antigo Holocron Sith, que seria o “mapa” que o levaria aos segredos de um antigo Lorde Sith. Mas, ao invés de encontrar um Palpatine vivo, como aconteceu em A Ascensão Skywalker, esse holocron faz com que Kylo Ren fique frente a frente com seu maior ídolo: Darth Vader, que aparece na forma de um Sonho da Força (ou seja, ela não é exatamente real, mas para Kylo toda a interação que ocorre ali é).

Mas, assim como costuma acontecer quando você conhece seu ídolo, o encontro é frustrante para o rapaz, que descobre que, no fim de tudo, Vader largou os ensinamentos dos Sith e sacrificou sua vida para salvar Luke. Antes do confronto final entre Rey e Kylo, é revelado que o filho de Han Solo e Leia Organa foi quem matou os pais da garota, sendo o responsável por deixá-la órfã. Mesmo assim, Rey ainda tenta convencê-lo a deixar o Lado Negro e é ajudado pelos fantasmas de Luke, Obi Wan e Yoda. Mas Kylo se recusa a mudar de lado e acaba morrendo como o Sith que ele escolheu ser, e não como o Jedi que todos acreditavam que ele seria por causa de seu nome.

Após esses eventos, a cena final do filme mostraria Finn e Rose chegando com um grupo de crianças sensíveis à Força (entre eles o “garoto da vassoura” do fim de Os Últimos Jedi) ao encontro de Rey, que iria treiná-los e, a partir dessa nova geração, reconstruir a Ordem Jedi como os protetores da galáxia que sempre foram.

Caso esse roteiro fosse o usado para a produção do filme, não há como ter certeza de que o resultado final seria melhor ou pior do que o que vimos no cinema. Mas, como já falamos no texto sobre os principais erros e acertos de A Ascensão Skywalker, um dos maiores problemas do filme é a quebra de continuidade em relação ao anterior. E isso, ao menos, não existiria no roteiro de Trevorrow, já que há uma esforço por continuar o caminho narrativo do longa anterior, ao invés do esforço em anulá-lo, como vimos na versão que chegou aos cinemas.

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Quentin Tarantino descarta dirigir o próximo filme de Star Trek

Jan 16, 2020

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Muita gente vinha cogitando a possibilidade de Quentin Tarantino dirigir a próxima sequência de Star Trek, depois que ele mesmo se ofereceu para fazer parte do novo filme da franquia. As chances teriam aumentando depois que seu bem recebido Era uma Vez em… Hollywood foi indicado a dez categorias no Oscar e ganhou três prêmios no Globo de Ouro. Mas… segundo o próprio cineasta, isso não vai acontecerm, pelo menos por enquanto.

“Acho que eles poderiam fazer esse filme, mas não acho que vou dirigir. É uma boa ideia. Eles definitivamente devem fazê-lo e ficarei feliz em participar e sugerir algumas notas sobre o primeiro corte”, disse o cineasta, que tem pretensões de se aposentar após completar dez filmes — ainda falta mais um para isso acontecer.

Imagem: Reprodução/Paramount

Tarantino estava realmente atrelado à produção já há algum tempo — nos bastidores, dizem que isso vinha acontecendo desde 2017 — e os boatos apontavam para um possível “Pulp Fiction no Espaço”. Só que, em entrevista publicada pelo Deadline na última segunda-feira (13), ele mesmo afirmou que há poucas chances disso acontecer, tanto porque ele estaria se afastando do projeto, quanto porque a ideia de um “Star Trek para adultos” estaria sendo descartada pela Paramount.

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Estúdio não desistiu da franquia

Embora Tarantino tenha deixado os fãs desanimados com essa notícia, há, atualmente, um outro projeto de continuação para Star Trek, atualmente em desenvolvimento. O longa vem sendo escrito - e seria dirigido - por Noah Hawley, bastante elogiado pelas séries Fargo, Legião e Bones. Em uma entrevista no final de 2019, o ator Simon Pegg, figura marcante da nova trilogia, revelou que não sabe se será exatamente uma sequência e nem mesmo se o elenco com qual trabalhou retornará.

Imagem: Reprodução/CBS

A esperança reside no possível sucesso de Star Trek: Picard, que marca o retorno do personagem icônico interpretado por Patrick Stewart e que já teve até segunda temporada confirmada. Além disso, o aumento do burburinho sobre a franquia poderia acelerar a produção. A atração tem estreia marcada para 23 de janeiro, no Amazon Prime Video.

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Polêmica: tribunal italiano diz que celulares podem causar tumores na cabeça

Jan 16, 2020

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Há muito se discute se o uso prolongado de celulares pode causar tumores na cabeça. No entanto, a maioria esmagadora dos cientistas afirma que não há evidências para apoiar essa teoria. Agora, uma decisão polêmica do Tribunal de Apelação de Turim, na Itália, promete aquecer esse debate.

A resolução de segunda instância, divulgada nesta terça-feira (14), é referente a processo movido pelo consumidor Roberto Romeo em um tribunal inferior, em 2017, que relaciona o uso de smartphone à um neurinoma do nervo acústico, um tumor benigno, mas incapacitante. O despacho foi baseado em estudos fornecidos por dois médicos nomeados pelo júri e os relatórios mostraram um aumento no risco de tumores na cabeça entre aqueles que conversaram ao telefone por 30 minutos por dia, durante um período de dez anos. 

Os juízes concluíram que havia um vínculo entre o uso frequente por Romeo, que trabalhava na Telecom Italia, e sua condição. Segundo o documento, Romeo usou o aparelho entre quatro e cinco horas por dia. "Existem elementos sólidos para afirmar um papel causal entre a exposição da pessoa a radiofrequências de telefones celulares e a doença que surgiu", disseram.

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Imagem: Reprodução/Pixabay

Em primeira instância, o tribunal de Ivrea, em Piemonte, tornou-se o primeiro no mundo a concluir que havia um elo entre celulares e tumores. A agência de seguros de acidentes de trabalho Inail foi condenada a compensar Romeo, em valores não divulgados, mas deve levar o caso a cortes superiores italianas. 

Decisão foi criticada

O despacho do Tribunal de Apelação de Turim recebeu críticas de Walter Ricciardi, ex-presidente do Instituto Superior de Saúde, que, juntamente com outras agências, disse em um relatório no ano passado que não havia evidências para provar o que dizem os magistrados.

"Os juízes em Turim são dignos de um prêmio Nobel ou fizeram um erro monumental. Eles criaram um precedente único no mundo, alcançando um nexo de causalidade entre o uso de telefones celulares e tumores nunca demonstrados por prestigiosos institutos científicos”, disse Ricciardi à agência de notícias Adnkronos.

Imagem: Reprodução/Pixabay

O ministro da Saúde da Itália, Roberto Speranza, disse que, embora respeite as sentenças da corte, apoia a opinião da Organização Mundial da Saúde e do Instituto Superior de Saúde, que também afirmam não haver provas sobre a conexão entre câncer e o uso de dispositivos móveis.

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Boeing que caiu na Etiópia foi "desenhado por palhaços", apontam funcionários

Jan 11, 2020

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Na última quinta-feira (9), congressistas norte-americanos que investigam o processo de certificação do 737 MAX - que ficou conhecido por acidentes em 2018 e 2019, na Indonésia e Etiópia e que provocaram 346 mortos - divulgaram mensagens de texto em que funcionários da Boeing fazem críticas ao processo de certificação do modelo. Durante a troca de mensagens, pilotos revelam falhas nos simuladores do aparelho, o que pode ter sido a causa desses desastres aéreos.

Uma dessas mensagens diz o seguinte: "Este avião é desenhado por palhaços, que por sua vez são supervisionados por macacos". Aparentemente, trata-se de uma referência à Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos, que faz a certificação final das aeronaves, para que elas se tornem operacionais, ou seja, possam ser usadas em voos comerciais.

Já em outra mensagem, um funcionário da Boeing chega a admitir a um colega que não deixaria a família voar numa aeronave 737 Max. Enquanto isso, outro colaborador da companhia escreveu em 2018 a mensagem: "Ainda não fui perdoado por Deus pelo que escondi no ano passado".

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"Algumas dessas comunicações dizem respeito ao desenvolvimento e à qualificação dos simuladores Boeing 737 MAX, em 2017 e 2018", explica a Boeing, que ainda afirma ter divulgado as mensagens devido ao seu compromisso com a transparência: "Essas comunicações não refletem a empresa que somos e que precisamos ser, e são completamente inaceitáveis", acrescenta. Em contrapartida, segundo Peter DeFazio, do Comitê dos Transportes da Câmara dos Representantes dos EUA, as comunicações “mostram um esforço concertado, datado dos primeiros dias do programa do 737 MAX, para esconder informação crítica dos reguladores e do público”.

É válido lembrar que, no fim de dezembro, o presidente executivo da Boeing, Dennis Muilenburg, foi demitido do cargo por causa, não apenas dos acidentes e dos problemas com o 737 MAX, mas também devido a tensões com a FAA e outros órgãos reguladores. O executivo acabou substituído por David Calhoun e a Boeing está redesenhando todo o sistema de controle automático. Além disso, a companhia já anunciou que suspendeu a produção do modelo da aeronave.

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Caminhões elétricos sem retrovisores devem chegar em 2020; vejam quais são

Jan 11, 2020

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Não são apenas os carros que estão passando por um processo de eletrificação. Como o leitor do Canaltech bem sabe, os veículos híbridos e elétricos foram presenças marcantes em nossas análises durante 2019, e a tendência é que eles apareçam cada vez mais. O mercado continua aquecido e outros segmentos automotivos também devem apostar em modos de propulsão com menos emissão; a Volkswagen e a Mercedes já preparam caminhões elétricos e eles serão, além de econômicos, bem tecnológicos.

A Volkswagen Caminhões e Ônibus vai iniciar a produção em série do caminhão elétrico e-Delivery, que será feito na planta de Porto Real, no Rio de Janeiro, de onde já saíram algumas versões de teste. Além disso, a montadora já definiu um grupo de oito parceiros e fornecedores que irão ajudá-la nesta produção, de modo a trabalharem em uma espécie de consórcio modular. As empresas do e-Consórcio são Weg (motores), CATL e Moura (baterias), Bosch (sistema elétrico), Siemens (serviços e sistemas de recargas de baterias), Eletra (parceria tecnológica) e Meritor (desenvolvimento de engenharia e produção).

CES 2020 | Sony anuncia Vision-S Sedan, seu primeiro carro — e é elétrico

Segundo a Volks, existem mais de 1,6 mil unidades do e-Delivery já negociadas com mais de 50 empresas, entre elas, a Ambev. A produção deve começar no fim de 2020.

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Imagem: Volkswagen

A Mercedes-Benz, por sua vez, já possui um caminhão elétrico em produção, o Actros. Mas, neste caso, a inovação será a retirada dos retrovisores, com a instalação do sistema MirrorCan. Segundo a montadora, duas telas dentro da cabine darão ao motorista um campo de visão de alta definição, com um alcance de 200 metros e alerta de pedestres. As entregas dos novos Actros - incluindo o elétrico - começam já em abril.

Este é o Mercedes-Benz MirrorCan / Imagem: Mercedes-Benz

“Além de maior segurança ao motorista, o MirrorCan reduz o consumo de combustível em 0,5% a 1% por melhorar a aerodinâmica ao eliminar dois grandes espelhos”, diz Philipp Schiemer, presidente da empresa, em entrevista ao Estadão.

Conversa com o Governo

Roberto Cortes, presidente da Volkswagen, disse que está discutindo com o Governo, maneiras para reduzir o custo da produção dos caminhões elétricos. Segundo ele, para produzir um desses modelos o custo é mais que o dobro de um convencional a diesel. Entre as medidas sugeridas estão a redução do imposto de importação das baterias (por enquanto não fabricadas no país), crédito fiscal e isenção de pedágio e de estacionamento. Carros elétricos e híbridos, por exemplo, são livres de rodízio e pagam menos IPVA em São Paulo.

Hands-On | BMW i3 2020 mostra que carros elétricos podem ser divertidos

“É preciso considerar os benefícios dos veículos elétricos, como menos emissões de poluentes, menos ruídos e menos custo de manutenção, entre outros”, afirma Cortes, também ao Estadão.

E você, acredita que o segmento elétrio de caminhões irá progredir no Brasil? Compartilhe sua opinião conosco através dos comentários abaixo.

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Xiaomi Mi A3: usuários fazem petição contra atraso na atualização do Android 10

Jan 11, 2020

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Lançado com a premissa de ser um smartphone que combina boas configurações e um sistema Android o mais puro possível (Android One), o Xiaomi Mi A3 está com alguns problemas com relação à atualização para o Android 10, versão mais recente do sistema operacional da Google.

Geralmente, aparelhos da linha One costumam receber as atualizações antes dos demais, o que não aconteceu com o aparelho da gigante chinesa. Para tentar pressionar a fabricante, alguns usuários criaram petições contra este atraso.

Android 10: quais smartphones irão receber a atualização?

O Mi A3 foi lançado em julho de 2019, ou seja, antes de o Android 10 estar oficialmente disponível para os celulares. Já se passaram quatro meses desde que o Essential PH-1, que também traz o Android One como o Xiaomi Mi A3, recebeu a atualização do Android 10, mas o Mi A3 está a ver navios.

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O cronograma inicial dava conta de que o Mi A3 receberia esta atualização no último mês de outubro, o que não aconteceu. Depois, a Xiaomi prometeu para novembro e não cumpriu. Dezembro, o mesmo. Há alguns dias, outro usuário perguntou ao suporte oficial do Mi Índia quando a atualização estaria disponível e a resposta que recebeu foi que eles estão trabalhando nela e "será lançada em breve".

Where is mi a3 Android 10 update

— Aswin (@A_N_233) January 6, 2020

É sempre bom lembrar que justamente por essa característica de possuir atualizações antes dos demais, que a série A, da Xiaomi, teve boa aceitação no mercado. Isso, porém, não impediu que problemas acontecessem desde o primeiro modelo, o A1, que demorou uma eternidade para ser atualizado para o Android 9 Pie.

A sensação de alguns usuários, porém, é de que a Xiaomi está atrasando esta atualização para a linha Mi A porque fez grandes investimentos em outras linhas e aparelhos, como o Redmi Note 8, que é equipado com o Android 10 e foi recém-lançado.

Fontes do Kernel já disponíveis podem indicar algo

Apesar de não haver nenhuma previsão concreta de quando os Mi A3 receberão o Android 10, a Xiaomi parece ter dado uma pista de que isso possa ocorrer logo. As fontes de Kernel da versão mais recente do sistema operacional foram adicionadas nos sistemas da Xiaomi e estão previstas para chegarem aos modelos A2 e A3.

Tem um Xiaomi Mi A3 e quer assinar a petição? Clique aqui.

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Redes sociais e cibersegurança: 15 apostas profissionais do LinkedIn para 2020

Jan 11, 2020

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Maior rede social corporativa, o LinkedIn divulgou sua lista profissões emergentes para este ano com os 15 cargos, em ascensão, no mercado brasileiro. E para chegar a essas categorias, o levantamento usou como base da análise os dados de seu usuários que tenham ocupado uma ou mais posições em tempo integral, no Brasil, nos últimos cinco anos.

Além da lista, o LinkedIn destaca em seu relatório quais são as habilidades mais procuradas e os setores que mais contratam. "Dessa maneira, esperamos que essa lista seja um norte para as pessoas que estejam nessa transição ou ainda, no início da carreira", afirma Milton Beck, o diretor geral do LinkedIn para a América Latina.

LinkedIn lista profissões que devem crescer em 2020 e as respectivas habilidades necessárias (Foto: Divulgação/ LinkedIn)

Analisando os três setores da economia que mais devem contratar este ano, se destacam as empresas ligadas ao universo da internet e dos serviços e facilidades ao cliente. Como esperado, as profissões relacionadas à Tecnologia da Informação lideram entre os destaques das tendências. São nove das 15 categorias, em ascensão, ligadas à área. Nessa história, o cargo de gestor de mídias sociais deve viver um aumento anual de 122%, segundo o LinkedIn.

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Embora as profissões que dependam obrigatoriamente de computadores e aparelhos eletrônicos sejam maioria entre as Profissões Emergentes de 2020, há também espaço para um crescente número de categorias profissionais que requerem a habilidade de interagir com pessoas, como os representantes de vendas.

Entre as atividades ligadas ao setor de serviços com crescimento, estão os aplicativos de transporte de passageiros, como Uber e 99, e os de compras e entregas, como o Rappi - o que aponta para uma crescente desregulamentação do trabalho.

Confira a lista completa e as habilidades necessárias: Gestor de mídias sociais: entre os conhecimentos primordiais para esta categoria, devem estar o marketing digital, as redes sociais, o Adobe Photoshop, o Adobe Illustrator e o tradicional marketing. Já a publicidade e marketing, a mídia online e a internet são os três segmentos que mais buscam por este profissional. Engenheiro de cibersegurança: este profissional deve conhecer ferramentas, como Docker Products, Ansible, DevOps, Amazon Web Services (AWS) e Kubernetes. Já entre os três segmentos que mais buscam a profissão, estão a tecnologia da informação e serviços, software de computadores e serviços financeiros. Representante de vendas: interessados em se desenvolverem nessa categoria, devem ter conhecimentos sobre Outbound Marketing, inbound marketing, pré-venda, vendas internas e prospecção. E os três segmentos que mais buscam a profissão são softwares de computadores, tecnologia da Informação e serviços, além da internet. Especialista em sucesso do cliente: este profissional deve ter cinco conhecimentos primordiais que são Inbound marketing, auxiliar no sucesso do cliente, relações com o cliente, marketing digital e experiência do cliente. Já as áreas que mais buscam por profissionais nesta categoria são: tecnologia da informação e serviços; software de computadores; internet. Cientista de dados: o profissional deve ter conhecimentos em Machine Learning, ciência de dados, linguagem Python, linguagem R e ciência de dados. E os três segmentos que mais buscam por esta profissão são: tecnologia da Informação e serviços; bancos; softwares de computadores. Engenheiro de dados: os conhecimentos primordiais, para esta categoria, devem ser Apache Spark, Apache Hadoop, habilidades com grandes bancos de dados, Apache Hive e a linguagem de programação Python. Já entre os três segmentos que mais buscam por esta profissão estão: tecnologia da Informação e serviços; bancos; serviços financeiros. Especialista em Inteligência Artificial: os cinco conhecimentos primordiais para a categoria devem ser Machine learning, deep learning, linguagem de programação Python, ciência de dados e Inteligência Artificial (IA). Já os três segmentos que mais buscam a profissão são: tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; instituições de ensino superior. Desenvolvedor em JavaScript: para ser um profissional nesta categoria, será necessário ter conhecimentos em React.js, Node.js, AngularJS, Git e MongoDB. Por usa vez, os três segmentos que mais buscam a profissão são: tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; e internet. Investidor Day Trader: entre os conhecimentos primordiais para esta categoria, estão bolsa de valores, Technical Analysis, investimentos, mercado de capitais e o investimento de curto prazo Trading. Já os três principais segmentos para a profissão são: Serviços financeiros; mercado de capitais; e gestoras de fundos de investimentos. Motorista: quem procura uma colocação nesta categoria, deve investir em serviço ao cliente, Microsoft Word e Excel, liderança e vendas. Este profissional pode buscar vagas nos segmentos de Internet, transportes terrestres e ferroviários, além de serviços e facilidades ao cliente. Consultor de investimentos: este profissional deve ser um profundo conhecimento sobre investimentos, mercado de capitais e financeiro, renda fixa e análise financeira. Já os três segmentos que mais buscam a profissão são: serviços financeiros; mercado de capitais; bancos. Assistente de mídias sociais: os conhecimentos primordiais para esta categoria devem ser redes sociais, marketing digital, Adobe Photoshop, Instagram e publicidade. Por isso, os segmentos que mais buscam esta profissão são: publicidade e marketing; internet; tecnologia da informação e serviços. Desenvolvedor de plataforma Salesforce: os cinco conhecimentos primordiais para este profissional devem ser linguagem de programação Apex e Visualforce, além de recursos, desenvolvimento e administração do Salesforce. Por sua vez, os três segmentos que mais buscam esta profissão são: softwares de computadores; tecnologia da Informação e serviços; consultoria em gestão. Recrutador especialista em Tecnologia da Informação: este profissional deve saber sobre recrutamento em TI e ter experiência com entrevistas, além de pesquisa de executivos e técnicas de recrutamento. As áreas de tecnologia da Informação e serviços, além de recrutamento e Recursos Humanos, são as que mais buscam esta categoria. Coach de metodologia Agile: entre os conhecimentos primordiais para esta categoria, estão Kanban, metodologia e gestão de projetos Agile, Scrum e habilidade para os negócios. E os três segmentos que mais buscam a profissão são: tecnologia da informação e serviços; softwares de computadores; internet.

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Crítica | Ameaça Profunda diverte sendo esquecível

Jan 11, 2020

Description:

Às vezes, o momento de assistir a um filme influencia a experiência mais do que algumas das tentativas realizadas pela produção de tornar a ocasião positiva. Pessoalmente, tenho certeza que a percepção que tive de filmes como Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (de Steven Spielberg, 1993), Titanic (de James Cameron, 1997), A Origem (de Christopher Nolan, 2010) e Blade Runner 2049 (de Denis Villeneuve, 2017), assistindo-os em uma sala de cinema, teria sido bem diferente se a vivência desses filmes me fossem na televisão ou em telas menores. Isso, ainda, sem falar no som. E não estou comentando sobre ser melhor ou pior: a questão é sobre ser diferente.

É justamente na imersão proporcionada por uma sala de cinema – que, além de imagem e som diferenciados, ainda se vale por ser um local onde o público em geral não tem controle – que Ameaça Profunda ganha seu corpo. Logo, a impressão pode ser a de que o diretor Willian Eubank (do bom O Sinal: Frequência do Medo) sabia muito bem que caminho criativo precisava conceber para afastar o filme de uma nulidade completa.

Cuidado! A crítica pode conter spoilers!

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O terror e as piadas

Enquanto, inicialmente, Eubank apresenta Norah (Kristen Stewart) sem apelar para closes, mantendo sempre uma distância social, a primeira cena de ação quebra não somente a paz da protagonista, mas a forma de filmar. E ele (Eubank) não esconde essa transição, fomentando essa metamorfose estrutural a partir de explosões, de um uso do slow motion que parece celebrar o cinema de Guy Ritchie (de Aladdin) e de uma decisão difícil para a personagem de Stewart.

A partir desse ponto, Ameaça Profunda, torna-se um filme claustrofóbico: trajes pesados, oxigênio incerto e o perigo de morte sempre iminente exibidos por meio de um olhar muito próximo. Surgem os primeiros dos muitos closes, multiplicam-se planos detalhes – que, à medida que o filme avança, intensificam a sensação de aperto (além de legitimarem a tensão) – e o terror, assim, toma conta do filme de uma maneira competente.

Norah em close e em câmera lenta na transição. (Imagem: Fox Film do Brasil)

Por outro lado, pode ser irritante a utilização crescente da personagem de T.J. Miller como alívio cômico. Ao mesmo tempo em que praticamente tudo caminha pela construção de um universo pesaroso, as piadas quase imparáveis parecem invalidar a angústia. É uma quebra de tensão tão constante que acaba por, de algum modo, esvaziar o próprio gênero, deixando o trabalho de situar a urgência das situações para os jump scares – alguns bons inclusive, mas nunca suficientes para uma retomada do respeito que o filme, inicialmente, dava sinais de poder conquistar.

Fadado a morrer

De qualquer forma, toda essa tentativa de se ater ao filme em si pode ser sacrificada quando o roteiro de Brian Duffield e Adam Cozad procura fazer referências. O resultado, visto por esse ângulo, é uma espécie de colcha de retalhos de situações e cenas de outros filmes. Como se não bastasse a história semelhante à de Alien, o Oitavo Passageiro (de Ridley Scott, 1979) – inclusive com um monstrinho bebê que pode lembrar o Estoura-Peito (Chestbuster) do filme de Scott –, há inserções que demonstram uma falta de criatividade no mínimo sintomática de uma geração fadada a remakes e reboots.

O monstro maior atrás de um dos seus bebês (vide O Mundo Perdido: Jurassic Park – de Spielberg, 1997 – e a mamãe tiranossauro); Godzilla (de Roland Emmerich, 1998) com suas centenas de ovos prestes a eclodir – aqui, em uma cena até bem parecida, com os monstrinhos despertando; a protagonista que é praticamente engolida e atira de dentro pra fora de quem a devorou (vide MIB: Homens de Preto – de Barry Sonnenfeld, 1997 – e o Agente K)...

Aliás, é tudo tão intimamente ligado à segunda metade dos anos 1990 que, se não fossem os efeitos de computação gráfica e a imagem digital, Ameaça Profunda passaria como um filme ruim e esquecível justamente em meio àqueles que ele procura homenagear (ou copiar mesmo).

Norah é a Tenente Ripley versão mignon. (Imagem: Fox Film do Brasil) Filmes, Séries, Musicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê?

No final das contas, os 95 minutos podem passar razoavelmente bem se presenciados no cinema. Ajudado pelo desenho sonoro de David Farmer (de Vingadores: Ultimato e outros filmes do UCM) e Bob Kellough (de Liga da Justiça), o tempo de projeção passa rápido e consegue divertir. No meu caso, dei sorte de assistir em uma sala de cinema muito pequena que tem uma sonorização do ambiente bem interessante, o que deve ter ativado meu sensor claustrofóbico e potencializado a experiência.

É possível que em uma sala maior, com mais espaço para respirar, o trabalho de Eubank me afetasse muito menos. Desse jeito, fico imaginando que Ameaça Profunda está fadado a morrer logo após a saída dos cinemas... Talvez seja até engraçado assistir ao filme sem tanta imersão. De repente, tudo pode virar uma comédia de metáfora política sobre monstrinhos nas pelancas de um monstro gigante. Mas isso é esperar demais de um filme que diverte e, no fim, é esquecível.

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Apple lança recall de cases de bateria para iPhones XR, XS e XS Max

Jan 11, 2020

Description:

Os cases de bateria são gadgets essenciais hoje em dia, afinal, não é sempre que podemos andar para cima e para baixo com os carregadores dos celulares. Além disso, é sempre difícil encontrar uma tomada disponível para carregar o celular quando mais precisamos.

Com isso em mente, a Apple lançou um programa de qualidade para seus clientes: caso você tenha uma capa com bateria da marca, a Smart Battery Case, e ela estiver com defeito, a empresa promete reparar (ou trocá-las) para você sem custos adicionais.

Análise mostra que iPhones Xr e Xs são praticamente iguais por dentro

Este programa de substituição da Smart Battery Case contempla os smartphones iPhone XS, iPhone XS Max e iPhone XR fabricados entre janeiro e outubro de 2019. Vale a pena lembrar que não serão cobrados apenas os casos em que o defeito estiver latente.

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Além de oferecem sobrevida à bateria dos iPhones, esses cases tornam o smartphone mais pesado e um pouco desconfortável ao uso, mas nada que chegue a atrapalhar a usabilidade de modo geral. O preço, no entanto, é salgado: US$ 130. No Brasil, eles podem custar até R$ 1.200 dependendo do modelo.

Imagem: Apple

A Apple diz que substituirá os Smart Battery Cases por até dois anos a partir da data de venda, portanto, não tenha pressa. Embora seja comum este tipo de peça dar defeito, ela não prejudica o uso do seu telefone de maneira definitiva. A empresa ressalta ainda que este programa não está relacionado às falhas de segurança.

Os detalhes sobre este programa de substituição estão no site da Apple (em inglês).

E você, vai precisar fazer recall da sua Smart Battery Case? Conta pra gente nos comentários abaixo.

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Operadoras lideram ranking de reclamações do Procon-SP em 2019

Jan 11, 2020

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O Procon-SP (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) divulgou uma lista com as 50 empresas que mais receberam reclamações em 2019. Para a surpresa de ninguém, as operadoras de telefonia móvel foram as companhias que se "destacaram" neste ranking do mal, ocupando as três primeiras posições.

A Vivo, com 30.753 ocorrências, lidera com certa folga a lista do acumulado de 2019. O top 3 é completado ainda pela Claro, com 27.662 reclamações em segundo lugar, e pela TIM, com 22.842 queixas. Outras operadoras do segmento, como SKY, Oi e Nextel, também aparecem no ranking, mas em posições inferiores. Juntas, essas empresas somam 96.321 reclamações no período analisado.

Principais operadoras do Brasil atualizam cadastros de celulares pré-pagos

É possível ver também empresas relacionadas ao e-commerce com muitas ocorrências, como o Grupo B2W, que envolve sites como Americanas.com, Submarino, Shoptime e Sou Barato, além de bancos, que estão sempre presentes em qualquer que seja a lista de reclamações.

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TOP 10 de reclamações do Procon-SP/ Imagem: Captura de Tela-Felipe Ribeiro

Quanto ao índice de resolução, Vivo (88,96%), Grupo Claro (89,50%), TIM (80,04%) e SKY (80,09%), ficam na faixa dos 80%. Abaixo disso, aparece a Oi, com 78,92% dos problemas solucionados. Já a Nextel tem 92,74% dos casos resolvidos, a melhor média entre as demais operadoras.

Quando vamos para o recorte dos últimos 60 dias, o top 3 muda um pouco, com o Grupo Pão de Açúcar tomando o lugar da TIM como a terceira empresa com o maior número de reclamações. Vivo e Claro seguem intactas em suas posições.

Para acessar a lista completa, basta clicar aqui.

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Patente do Surface Pro revela suporte com painéis solares para o aparelho

Jan 11, 2020

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Se há uma coisa que quem possui um Surface Pro não reclama é do kickstand (aquele suporte que permite deixar o aparelho em cima da mesa sem precisar usar as mãos para segurar). Mas, de acordo com um patente encontrada esta semana, a Microsoft tem uma ideia interessante de como deixar esse suporte ainda melhor.

Segundo divulgado pelo site WindowsUnited, a empresa teria planos de desenvolver um kickstand para o Surface Pro que já viria com um painel solar integrado. A intenção seria que esses painéis pudessem ajudar bastante a quem precisasse usar esses aparelhos em locais ao ar livre (e, consequentemente, longe de tomadas) garantindo a eles uma fonte de energia constante ao longo de todo o dia - e salvando a bateria do aparelho para o período noturno.

A patente foi registrada pela Microsoft em 2018 e publicada no WIPO (Organização Mundial da Propriedade Intelectual) no dia 7 de janeiro deste ano. O documento mostra uma capa com suporte que, além dos painéis solares, também possui um teclado integrado, além de permitir mudanças na angulação desses painéis para aumentar a quantidade de luz solar captada por eles.

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Imagem da patente explicando como seria o suposto kickstand com painéis solares (Imagem: WIPO)

Mas, como toda patente, é preciso deixar claro que as empresas registram essas ideias, muitas vezes, como forma de resguardar potenciais inovações que estão em estudo. Logo, a existência delas não é uma garantia de que este produto será lançado no mercado no futuro, já que muitas dessas ideias são abandonadas até mesmo antes de se criarem protótipos para testes práticos.

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Google vai passar a recomendar sugestões de jogos no Android

Jan 11, 2020

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O Android pode passar a recomendar, em breve, jogos no cartão “Game of the day” (“Jogo do dia”, em tradução direta) na seção de sugestões. A proposta está em testes nas versões de desenvolvedor e Canary do Chrome para ser implementada em aparelhos Android.

A ideia é divulgar pequenos jogos feitos pela própria Google que possam ser jogados no navegador. A empresa está trabalhando em algumas recriações de clássicos, como Campo Minado e Snake (o famoso “jogo da cobrinha” de celulares antigos).

30 dicas e truques para melhorar as suas buscas no Google

A proposta do cartão é fazer com que os usuários passem alguns momentos se divertindo com tais títulos. Junto a página de artigos recomendados, deve começar a aparecer indicações de games sob o selo “Game of the Day”. Nelas, haverá um botão para jogar que o redirecionará a página do Chrome.

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Exemplo de cartão na aba de sugestões do Google (Foto: 9to5Google)

A companhia deve divulgar games feitos internamente e até alguns Doodles. Segundo o site 9to5Google, já apareceram na lista o já mencionado Campo Minado e o Ghost Rush, este último é um Doodle criado em comemoração ao halloween em 2018.

Ainda em testes nas versões para desenvolvedores, não há informações sobre quando essa novidade vai chegar ao usuário final.

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Projeto de lei dos EUA quer proibir menores de 21 anos de usar celular

Jan 11, 2020

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Um projeto de lei polêmico apresentado pela Câmara Legislativa de Vermont, nos Estados Unidos, prevê a proibição de menores de 21 anos de usar ou ter um telefone celular. O argumento do autor, o senador democrata John Rodgers, é de que usuários com idade abaixo dessa faixa "não estão maduras o suficiente para possuir e usar celulares com segurança”.

Nova lei dos Estados Unidos pode mudar todo o mercado das redes sociais. Entenda

O documento cita acidentes fatais de carro e bullying entre adolescentes como as principais razões para a proposta. "O uso de telefones celulares durante a direção é um dos principais assassinos de adolescentes nos Estados Unidos. Os jovens frequentemente usam celulares para intimidar e ameaçar outros jovens, atividades que estão associadas a muitos suicídios", destaca o documento.

Projeto de lei quer proibir celulares a menores de 21 anos (Imagem: Reprodução/Pixabay)

Caso o projeto seja aprovado, quem tiver posse ou utilizar um dispositivo móvel com menos de 21 anos será punido com até um ano de prisão e multa de US$ 1 mil. A prerrogativa é de que “se menores de 21 anos não têm maturidade suficiente para portar armas, fumar cigarros ou beber álcool, a mesma regra deve ser aplicada aos smartphones”. 

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Nos últimos anos, o estado norte-americano aprovou leis que aumentam a idade mínima para fumar e a proibição de armas de fogo para menores de 21 anos. Nos Estados Unidos, nenhum governo estadual restringe propriedades de celulares, mas 38 estados condenam o uso de dispositivos móveis por adolescente ao volante.

Você concorda com os argumentos deste projeto de lei norte-americano? Acha a decisão radical? Compartilhe sua opinião com a gente nos comentários abaixo.

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Windows Terminal ganha atualização com modo de pesquisa e visual retrô

Jan 11, 2020

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Desde o lançamento do novo Windows Terminal, no ano passado, a Microsoft tem feito inúmeros aprimoramentos no aplicativo de linha de comando. A próxima atualização, que deve ser liberada na próxima semana, trará novos efeitos em estilo CRT, ou seja, aquela aparência de computadores mais antigos.

Como baixar e instalar o Windows 10 em seu computador

Além da questão de nostalgia, a Microsoft também vai adicionar novas funcionalidades ao Windows Terminal. Você poderá, por exemplo, pesquisar nas guias do terminal para encontrar entradas ou saídas de vários comandos, e o redimensionamento das guias será adicionado para que você possa ajustá-las.

A gigante de Redmond também vai incluir a função de especificar um perfil para abrir usando combinações de teclas personalizadas, além de aplicar uma única configuração a todos os perfis de terminal.

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Visual retrô do Windows Terminal/ Imagem: Divulgação/ Microsoft

Todas essas melhorias seguem uma atualização recente do Windows Terminal que introduziu o suporte à exibição de divisão. Agora, você pode ter vários Prompts de Comando abertos lado a lado na mesma guia no Terminal. A Microsoft lançou uma versão beta do Terminal que inclui essas novas alterações, e a liberação da versão final para todos os usuários do Windows 10 deve acontecer até 14 de janeiro.

Você já usou comandos no Windows? Aprovou o novo visual retrô do Terminal? Compartilhe sua opinião conosco nos comentários.

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De Gropius a Bowie: inovar ou adaptar para atender aos consumidores?

Jan 11, 2020

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Antes de começar este artigo, gostaria de citar duas referências que conseguem traduzir os efeitos da Teoria da Adaptação-Inovação no ecossistema de pagamentos e podem ajudar a conduzir para um mais amplo entendimento do que proponho abaixo: o arquiteto alemão Walter Gropius, um dos principais nomes da arquitetura do século XX e fundador da Escola Bauhaus, e o músico inglês David Bowie, conhecido por se reinventar constantemente na música, no cinema e até na moda.

Nos últimos tempos, comecei a me sentir um tanto confuso ao receber, todas as manhãs, a compilação de informações sobre o mercado global de pagamentos. Não tenho certeza se a agitação produzida pela leitura é porque estamos efetivamente avançando no caminho da inovação genuína por meio dos fundamentos da exponencialidade, da indisciplina, da imprevisibilidade, dos ângulos cegos e pouco percebidos que são catalizadores para romper com o passado e gerar a mudança radical - muitas vezes, necessária para vencer a inércia. Ou se minha agitação é resultado da percepção de que estamos, como indústria, mais preocupados em resolver problemas através da melhoria dos processos e da eficiência do legado, mantendo a todo o custo a estabilidade e o status quo. Ou seja, estamos fazendo as coisas de forma melhor ou de forma diferente? É sobre essa questão, entre outras, que a Teoria A-I versa.

Criada por M. J. Kirton, a Teoria A-I define e mede um intervalo que estabelece o estilo de pensamento e a tomada de decisão. Segundo ele, todos podemos estar inseridos nesse intervalo entre dois extremos, que podem variar de altamente adaptativo à altamente inovativo, levando em consideração critérios como criatividade, tomada de decisões e resolução de problemas. O estilo preferencial da pessoa não se altera, mas o que pode ser flexível são suas atitudes frente à situação. Na Teoria, os adaptadores evitam mexer em estruturas definidas ou enxergar oportunidades fora dessa estrutura. No lado oposto, os inovadores revolucionam e quebram paradigmas.

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Ainda é comum hoje em dia as organizações buscarem as respostas dentro de casa, desconsiderando que o modelo “push” – aquele em que empurram produtos aos clientes - está falido e não mais convence os consumidores. Também é comum sermos seduzidos pelo discurso tecnológico, quando, na verdade, a maioria das pessoas busca a descomplicação das coisas para terem mais tempo com que não se preocupar. Cito como exemplos blockchain e a Internet das Coisas (IoT). Ambas as tecnologias são fundamentais para a aceleração da indústria de pagamentos. A Visa tem projetos já lançados no mercado com as duas inovações, entretanto vale o questionamento: de que adianta sermos inovadores, se não nos preocuparmos também com a taxa de autorização das transações, com a experiência de autenticação no e-commerce, com a aceleração da tokenização nas compras online e com os números de reclamações nas centrais de atendimento?

Os adaptadores podem ser vistos de forma pejorativa pelos inovadores, pois os primeiros tendem a estar mais conectados aos sistemas, regras e normas. Da mesma forma, os inovadores tendem a ser considerados ásperos e insensíveis quando percebem que está se perdendo muito tempo para conseguir o resultado esperado. Quando mencionei Bowie e Groupius no começo do artigo, o fiz por enxergar, em ambos, grandes exemplos de inovadores que, de alguma forma, se tornaram um pouco mais adaptadores. Entendo que assim fizeram para chegar a mais pessoas, para conhecer diferentes estilos e até surfar em novas tendências. E isso de forma alguma tirou o mérito, o sucesso e o caráter inovador deles. E no momento, estamos fazendo as coisas no mundo dos pagamentos de forma melhor ou de forma diferente? Quem arrisca uma resposta?

*Percival Jatobá, vice-presidente de Soluções e Inovação da Visa do Brasil

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Xiaomi vai começar produção em massa do Mi MIX Alpha, smartphone de tela curva

Jan 11, 2020

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A Xiaomi anunciou o Mi MIX Alpha em setembro, prometendo ser um dos aparelhos mais inovadores dos últimos tempos, com tela flexível que cobre ambos os lados e design futurista. O mundo parou para ver a novidade que estava prevista para chegar às prateleiras globais em dezembro. Entretanto, a companhia não conseguiu montar uma quantidade massiva a tempo e acabou atrasando a estreia. Agora, o grupo diz estar pronto para iniciar a produção que irá atender a alta demanda.

Mi Mix Alpha é o novo smartphone da Xiaomi feito totalmente de tela

O anúncio foi feito em uma conferência de negócios, nesta sexta-feira, em Pequim. O time de desenvolvimento do Mi MIX Alpha destacou que o processo ainda não foi iniciado, mas que a Xiaomi já tem capacidade para realizar a produção em alta escala. Vale destacar que a dificuldade de entregar o produto a tempo está associado às exigências do CEO Lei Jun, que busca um dispositivo “diferentão” para quebrar o ciclo repetitivo de aparelhos semelhantes no mercado.

Imagem: Reprodução/Gizmochina

Outra razão para a Xiaomi pensar em unidades limitadas do Mi Mix Alpha está no fato dele ser visto internamente como um telefone experimental para o mercado, como um conceito que, caso seja bem recebido, possa impulsionar uma nova linha de smartphones na empresa.

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Há a possibilidade de o Mi Mix Alpha trazer uma variante 5G, mas isso ainda depende da documentação da Xiaomi junto ao governo chinês. Como 2020 é o ano de estreia da próxima geração de internet móvel, ter um modelo com essa novidade poderia impulsionar ainda mais suas vendas.

Como o 5G vai transformar a sociedade nos próximos cinco anos?

As especificações do aparelho são desconhecidas, exceto pela câmera principal, que será de 108 MP. O painel tem proporção de 180% com relação ao corpo, algo nunca visto na indústria. A previsão é que o Mi MIX Alpha chegue ao mercado custando US$ 2,8 mil (quase R$ 12 mil na conversão direta).

E você, está disposto a pagar R$ 12 mil para ter o Mi MIX Alpha? Compartilhe sua opinião com a gente nos comentários abaixo.

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6 erros e acertos de Star Wars: A Ascensão Skywalker

Jan 11, 2020

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A Ascensão Skywalker é um filme controverso: enquanto muita gente acha que ele foi uma enorme decepção e uma das entradas mais fracas de todo a franquia, há também uma parte dos fãs de simplesmente adorou o filme e achou o melhor final que poderíamos esperar para toda a Saga Skywalker.

Mas, independente de qual lado desta discussão você está, como qualquer outro filme da franquia o episódio IX de Star Wars não é o pior filme já lançado na história do cinema (ou até mesmo no ano de 2019), mas também não é uma obra-prima sem defeitos. Por isso, vamos elencar aqui alguns dos momentos onde o último filme da saga errou e acertou, e qual a importância disso para o filme e a franquia como um todo.

Erro: a falta de um planejamento geral

Um dos erros mais aparentes para qualquer pessoa que assista A Ascensão Skywalker é o fato de o filme ter tornado a última trilogia da saga algo quase que sem nexo. O Despertar da Força começou a indicar um caminho a seguir, Os Últimos Jedi surpreendeu ao tomar algumas decisões bem diferentes dos caminhos da franquia, e A Ascensão Skywalker se esforça para desfazer as decisões do anterior e forçar a narrativa de volta para o caminho do primeiro filme. Assim, ainda que cada filme contido em si tenha um andamento lógico bem definido, ao enxergá-los como uma trilogia ele se parece menos com uma única história contada em três capítulos e mais com a versão cinematográfica daquele meme do John Travolta que não sabe o que está acontecendo.

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E, neste caso, a grande culpa disso é de Kathleen Kennedy, atual presidente da Lucasfilms. Isso porque ela parece não ter aprendido o básico de quando você faz uma série de filmes que será dividido entre diversas equipes de direção e roteiros diferentes: a necessidade de se criar um esqueleto da história completa, que será usado como base por todos os times. Kennedy deveria fazer no universo de Star Wars a mesma coisa que Kevin Feige faz nos filmes da Marvel - definir uma direção específica para onde a história deve andar, ao mesmo tempo que dá total liberdade para os diferentes diretores e roteiristas contratados decidirem como farão para ir do ponto A até o ponto B desta narrativa base - mas ao invés disso ela simplesmente “liberou geral” para quem foi chamado a trabalhar com a saga.

Isso é confirmado por Rian Johnson, diretor de Os Últimos Jedie. Em diversas entrevistas, ele afirma que até perguntou se havia algum tipo de planejamento geral para onde esperavam levar a história ao fim da trilogia, mas que em nenhum momento recebeu qualquer tipo de instrução de Kennedy sobre o que poderia ou não fazer no filme, que deu a ele total liberdade para fazer o que quisesse com a história.

E, independente da sua opinião sobre o filme de Johnson (eu pessoalmente adoro, mas você tem toda a liberdade do mundo para odiá-lo se quiser), a partir do momento que você precisa que o terceiro filme de uma franquia “corrija” o anterior porque ele “fugiu” de um suposto caminho que não foi definido antes da produção dele, qualquer problema criado pelo longa já não é responsabilidade do diretor ou da equipe de roteiristas, mas sim da pessoa cujo trabalho é justamente evitar que este tipo de coisa precise acontecer. A Marvel já provou que, quando se há um plano em mente, é possível fazer mais de 40 filmes sem perder o foco narrativo do geral, e isso só destaca a incompetência que é perder esse foco quando falamos de apenas três.

Erro: o parentesco de Rey

De todas as decisões que tornaram Os Últimos Jedi o filme mais polêmico de toda a saga Star Wars, existe uma que mesmo entre muitos daqueles que não gostaram do filme foi vista como um ponto positivo: o fato da Rey ser uma “zé ninguém”, ou seja, não ter parentesco com nenhum famoso Jedi do passado como quase todos imaginavam. A mensagem que essa decisão passava era algo muito poderoso: a de que você não precisa pertencer a um grupinho especial para ser um herói, e que qualquer pessoa, independente de sua origem, tem o potencial para fazer a diferença no mundo.

Ao desfazer essa revelação e inventar que Rey é, na verdade, a neta de Palpatine, essa mensagem de que qualquer um tem o potencial para mudar o mundo é modificada para uma mensagem muito mais “aristocrática”: de que você só possui valor se pertencer a alguma família específica. E, ainda que o filme se esforce para passar um outro tipo de mensagem positiva - a de que pouco importa o que a sua família fez no passado, o que conta são suas ações individuais do presente - essa ainda é uma mensagem menos poderosa do que a de que qualquer pessoa tem o potencial para fazer a diferença no mundo. Além disso, essa decisão também acaba com muitas possibilidades para futuras histórias, já que meio que obriga que qualquer novo grande herói inventado tenha que ter alguma relação direta com algum Jedi do passado para ser aceito, impedindo assim que esses personagens possam se emancipar e obrigando-os sempre a viverem na sombra daqueles que iniciaram a linhagem.

Erro: a retirada de informações que tornariam o filme melhor

Como sabemos, um filme pode ser arrumado ou destruído na mesa de edição. Isso porque é lá que serão definidas quais das cenas gravadas estarão no longa e a ordem na qual elas serão mostradas. Ou seja, a parte mais importante de qualquer produção cinematográfica. E, no caso de A Ascensão Skywalker, muitas informações que foram deixadas de fora ajudariam a melhorar diversas cenas que ficaram no corte final.

Um desses casos é na cena final de Lando, onde ele convida Jannah (personagem interpretada por Naomie Ackie) para saírem pela galáxia e procurar o verdadeiro pai dela. Após o lançamento do filme, o diretor J.J. Abrams confirmou que no roteiro original há a menção ao fato de Lando ter uma filha que foi raptada pelo Império ainda criança, e que tudo indicava que Jannah (que, assim como Finn, é uma ex-stormtrooper que deserdou das fileiras da Primeira Ordem) seria essa filha perdida dele. Mas, como essa informação ficou fora do filme, a cena final de Lando e Jannah, que deveria ser como uma espécie de reencontro entre pai e filha, acabou parecendo que era apenas um velho tarado passando uma cantada nojenta em uma mulher muito mais nova do que ele.

Outro caso é o da cena final do filme, quando Rey revela que não mais está utilizando os sabres de luz que herdou de Luke e Leia, mas um sabre próprio, que tem a “lâmina” na cor amarela. Antes, um adendo sobre como funciona os sabres de luz dos Jedi: normalmente um Jedi não herda ou compra um sabre de luz de alguém, mas fabrica a sua própria arma assim que termina o seu treinamento e se torna um Padawan - que seria meio que o “estagiário” da Ordem, alguém que já possui conhecimento suficiente do uso da Força para sair em missões, mas que ainda precisa estar sempre sob a supervisão de um Cavaleiro ou Mestre Jedi. Assim, como a parte final de seu treinamento, um Jedi precisa entrar nas cavernas de cristais que ficam no subterrâneo do Templo Jedi e encontrar o cristal Kiber que será usado para criar seu próprio sabre de luz.

Esses cristais não são simples minérios, mas possuem uma forte conexão com a Força e são quase que entidades “vivas”, possuindo uma conexão particular com cada membro da Ordem. Assim, um Jedi não deve apenas entrar na caverna e escolher qualquer cristal, mas prestar atenção em sua conexão com a Força e “ouvir” o chamado do material, que ressoa exatamente com a sua personalidade. Por isso, cada sabre de luz possui uma cor diferente, e essa cor costuma refletir a personalidade do cavaleiro que o empunha. Já um Sith sempre usará um sabre de luz vermelho, pois esta será a única cor emitida por qualquer cristal Kiber que tenha sido corrompido pelo Lado Negro.

Com isso bem explicado, há uma informação crucial que foi deixada de fora do filme mas que pode ser encontrado nos arquivos oficiais da Disney sobre os Jedi: o fato de que não apenas os sabres de luz da cor amarela são os mais raros que existem, como existem estudos da Ordem que revelam que essa cor pode ser adquirida ao se “purificar” um cristal Kiber que foi corrompido pelo Lado Negro.

Incluir essa informação no filme teria tornado a revelação da cor do sabre de luz de Rey no fim do longa muito mais significativa, pois indicaria que não somente ela é um tipo de Jedi raro, como também a de que muito provavelmente ela criou o seu próprio sabre a partir dos restos daquele usado por Kylo Ren. Isso criaria um momento emocional que mostra que o relacionamento dos dois foi algo tão importante para ela que fará parte para sempre de sua vida. E o sabre amarelo não apenas é uma arma que a identifica como Jedi, mas também uma lembrança de Kylo que ela carregará para sempre. Mas, sem essa explicação, não há nenhum peso emocional na cena, e tudo o que fica é a curiosidade de vermos uma cor de sabre de luz que nunca foi mostrada em qualquer outro filme da saga.

Acerto: a redenção de Kylo Ren

Desde que, em O Despertar da Força nos foi revelado que Kylo Ren é na verdade Ben Solo - o filho de Han Solo e de Leia Organa - já era esperado que o vilão estava ali fazendo o papel de “o novo Darth Vader” (algo que foi “sutilmente” mostrado pelo próprio filme quando nos apresenta Kylo como um super fã do avô vilão e que tem até mesmo o capacete com os restos do crânio de Vader na cabeceira da cama - deixando claro que Kylo não é um emo, mas um gótico moderno) e, por isso mesmo, passaria por algum tipo de arco de redenção ao longo dos três filmes.

Mas mesmo que todo este arco do vilão tenha sido extremamente previsível do primeiro ao último filme, o enorme talento de Adam Driver ajudou a tornar Kylo em um personagem muito mais carismático do que o criado pelo roteiro, e o papel que ele teve na emancipação de Rey como uma Jedi, além da morte dele nos braços da garota, é um dos momentos mais emocionantes do filme - ainda que o beijo entre os dois tenha ficado algo muito estranho e fora de tom, e talvez Driver e Daisy Ridley tenham entrado ali para a história do cinema como o primeiro casal de protagonistas jovens e extremamente atraentes que se envolvem durante três filmes inteiros e não conseguem desenvolver o mínimo de química sexual entre eles.

Acerto: a relação entre Rey e Kylo

Assim como o arco de redenção de Kylo já era algo esperado desde o primeiro filme, também já dava pra imaginar que ele e Rey teriam algum tipo de relacionamento para gerar um peso emocional no fato de serem inimigos. Porque, se Kylo é o “Darth Vader” da nova geração, Rey sem dúvida nenhuma fazia o papel de Luke, tanto que a jornada dela no primeiro filme é exatamente igual ao do herói de Uma Nova Esperança: alguém que mora em um planeta deserto, encontra um dróide que a ajuda a fugir de lá, e então descobre que possui um talento inato para manipular a energia cósmica conhecida como Força e fazer coisas que só podem ser consideradas como mágica pelas pessoas normais.

Mas, mesmo que a existência de algum tipo de relacionamento entre eles já fosse algo esperado, o que vimos ao longo dos três filmes foi uma relação muito mais complexa do que qualquer um esperava. Apesar de serem inimigos, Kylo e Rey nunca deixaram de se respeitar mutuamente, e o vilão foi extremamente importante na própria formação da garota como Jedi, ajudando-a a deixar de lados as dúvidas sobre o passado de sua família e a aceitar que são as ações dela que a definem como pessoa, e não o sobrenome daqueles que a geraram.

Mesmo que tenha tentando desfazer muitas das coisas do filme anterior, A Ascensão Skywalker mantém sabiamente a relação de respeito mútuo entre a Jedi e o Sith, e nos entrega não apenas um arco de redenção emocionante, mas também a relação mais profunda entre dois personagens do universo de Star Wars.

Acerto: as cenas de ação

Você pode falar o que quiser de como A Ascensão Skywalker tem diversos problemas de roteiro. Mas há um quesito em que o filme não possui nenhum defeito: suas cenas de ação. Não só os efeitos especiais estão perfeitos, como temos nele algumas das melhores sequências de todos os nove filmes da saga.

Rey dando um backflip e derrubando uma TIE Fighter no sabre de luz? SIMPLESMENTE ANIMAL! Finn liderando um ataque montado em Orbaks para derrubar um cruzador imperial? É PRA ISSO QUE EU PAGUEI O INGRESSO! Rey usando a conexão com a Força que tem com Kylo para passar a ele um sabre de luz na butuca? ATÉ ESCORREU UMA LÁGRIMA AQUI!

Na minha crítica sobre o filme eu deixo bem claro que, no geral, achei Ascensão Skylwaler cheio de defeitos e muito decepcionante. Mas se você não está preocupado com coisas como “implicações narrativas” e “desenvolvimento de cenário” e está ali só para ver lutas de espada laser, uso de poderzinho, batalhas entre naves espaciais e tiroteios com armas que fazem "PEW! PEW!", esse é, provavelmente, o melhor filme de toda a franquia.

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Brand safety e combate à associação de anúncios das marcas com fake news

Jan 11, 2020

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Já faz algum tempo desde que estourou o primeiro escândalo que apontava que anúncios do YouTube estavam sendo publicados em vídeos de recrutamento de um grupo terrorista. Dentro do mercado, a notícia causou um impacto gigantesco, principalmente nas marcas que se viram envolvidas na situação, e uma movimentação forte e conectada globalmente foi articulada. Todos os players do mercado começaram a pensar e criar ações para conter tais desgastes e proteger os seus ativos, como valor das marcas, budget e responsabilidade para com a sociedade.

A jornada, no entanto, é muito mais longa que aquele momento parecia mostrar. Vieram outros escândalos e as fake news, por exemplo, que hoje movimentam o nosso dia a dia enquanto sociedade e mercado. Temos o cenário de uma luta contínua para transformar esse segmento da comunicação, que enfrenta embates diários para oferecer às marcas, aos veículos e à audiência soluções que sejam efetivamente antifraudes.

Um levantamento recém-produzido pela empresa de segurança cibernética CHEQ e a Universidade de Baltimore, por exemplo, demonstrou, a partir de análise econômica, estatísticas e de dados, que as fake news geram um custo mundial da ordem de US$ 78 bilhões por ano, derivado de problemas como fraude de anúncios, bullying e notícias falsas.

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Outro dado, esse de acordo com a The Global Disinformation Index, aponta que que pelo menos US$ 235 das receitas de sites extremismo ou de fake news são provenientes em parte por marcas bem conhecidas no mercado, criando um potencial desgaste de imagem para essas companhias.

Esses dados servem para mostrar o atual estado das coisas e o longo caminho que precisamos percorrer para que tenhamos ambientes mais seguros. O que é certo é que temos de estar atentos e avançar tecnologicamente em ritmo superior àqueles que pretendem cometer fraudes e depreciar o mercado. Isso vale para o ambiente dos negócios, mas também para toda a sociedade quando olhamos o impacto das fake news nos debates sobre sustentabilidade, saúde e política.

Como transformar esse cenário e combater fraudes?

As iniciativas de brand safety são essenciais para a proteção das marcas e é preciso que cada vez mais tenhamos soluções sofisticadas para oferecer aos anunciantes, com inventários premium e qualidade, diminuindo as possibilidades de eventuais exposições.

Isso passa por elevado investimento tecnológico, com algoritmos que sejam capazes de analisar as páginas (URLs) com vídeos e fornecer muitas informações relacionadas ao ambiente do conteúdo, como o idioma da página/site, a presença de informação tóxica (violência, acidente, etc.) ou falso e a reputação.

Os algoritmos mais interessantes hoje em dia estão focados nos próprios vídeos e na análise do significado do conteúdo e do ambiente. Por exemplo, podemos calcular alguns indicadores de qualidade visual e de áudio para eliminar conteúdo de baixa qualidade.

É possível detectar os idiomas falados, a atmosfera (violência, estádio, música etc), a presença de imagens importantes (como logotipos) e fazer a extração de palavras-chave encontradas, a partir de reconhecimento de fala e análise semântica, e do contexto, compreendendo o título e textos ao redor do vídeo. Tecnicamente falando, esses algoritmos estão baseados em processamento de sinais, aprendizado de máquina (inteligência artificial), análise semântica latente (LSA), computação paralela e Big Data.

Quando pensamos no potencial de desgaste que ações como fake news e anúncios vinculados a conteúdos tóxicos pode causar, temos que responder e nos antecipar com com uma combinação de soluções. Além da tecnologia, a elaboração atenta dos cenários e das necessidades entre todos os atores que cuidam da comunicação da empresa é fundamental para a construção de um ambiente seguro para as marcas.

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Google faz mudanças em programa que visa reduzir vulnerabilidades na internet

Jan 11, 2020

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Em 2020, o Google vai testar uma pequena mudança no seu Project Zero, criado para tentar tornar a internet e a computação em geral mais segura. Como resultado de um retorno em conversas com desenvolvedores de software, a gigante das buscas resolveu tentar uma pequena mudança na política de 90 dias para publicar uma vulnerabilidade.

Até 2019, a empresa tornava público o problema assim que era corrigido ou 90 dias depois de a companhia responsável ser informada. Agora, mesmo que a falha seja corrigida 20 dias depois do aviso, só será publicamente divulgada passados os 90 dias. Com isso, os desenvolvedores esperam ter mais tempo para analisar se a correção é suficiente, buscando a raiz do problema antes que atacantes possam trocar a estratégia para driblar a solução inicial.

Outro benefício seria de que mais usuários teriam tempo de receber a atualização, o que tornaria a cobertura do problema mais eficaz antes que atacantes fiquem sabendo que tal vulnerabilidade existe e tentem explorá-la. O Google, no entanto, diz que a nova medida é apenas um teste por enquanto.

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Do lado dos desenvolvedores, ficou a promessa de que as correções serão feitas em um tempo mais curto, já que ainda teriam um tempo para avaliar se realmente foi eficaz antes que o problema seja divulgado. A divulgação pode ser feita antes dos 90 dias caso haja consentimento mútuo.

Com isso, o Google ainda aproveita pra automatizar a publicação da vulnerabilidade assim que forem completados os 90 dias. Antes, cada publicação era feita manualmente. Além disso, se houver uma nova correção durante os 14 dias de bandeja que desenvolvedores podem pedir adicionalmente aos 90 dias, a informação será atualizada.

O Project Zero é considerado bem sucedido pelo Google, com 97,7% das correções publicadas dentro do prazo de 90 dias, segundo a empresa. A mudança é uma maneira que a companhia encontrou de tentar melhorar a cooperação entre o projeto e os desenvolvedores.

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Acelerador de partículas em um chip pode ajudar no tratamento do câncer

Jan 11, 2020

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Assim como um computador reduziu o tamanho de um andar inteiro na década de 1970 para caber em nossos bolsos — e com muito mais potência, inclusive — nos dias atuais, um acelerador de partículas também pode ser transformado em algo muito menor e mais portátil. Ao menos é o que acreditam e, mais do que isso, demonstram pesquisadores da Universidade de Stanford.

Uma equipe liderada pela engenheira elétrica Jelena Vuckovic conseguiu criar um chip de silício que pode acelerar elétrons e substituir, ao menos para alguns experimentos, o gigantesco SLAC National Accelerator Laboratory, acelerador de mais de 3 km de comprimento e um dos poucos do tipo no mundo. É óbvio que a versão muito reduzida não tem a mesma potência, mas é o suficiente para grande parte dos experimentos.

O que é silício e por que os microchips são feitos desse material?

“Os aceleradores maiores são como telescópios poderosos. São poucos no mundo e cientistas precisam vir a lugares como o SLAC para usá-los”, disse Vuckovic. “Queremos reduzir a tecnologia do acelerador a ponto de criar ferramenta de pesquisa mais acessível”, explicou.

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Esquema do acelerador de partículas em um chip (Imagem: Reprodução/Neil Sapra)

A versão miniaturizada usa laser infravermelho para criar o aumento de energia necessário para levar as micro-ondas em uma espessura menor que um fio de cabelo. Segundo o artigo publicado na revista Science, o chip emite luz infravermelha através de silício para atingir elétrons no momento certo, pelo ângulo exato, acelerando-os. Aqui é bom notar que, para a luz infravermelha, o silício é tão transparente quanto o vidro é para a luz visível ao olho humano,

A ferramenta demonstrada ainda é um protótipo. O design e as técnicas de fabricação, no entanto, podem ser desenvolvidos para criar aceleradores potentes o bastante para experimentos que não exijam o massivo poder de um acelerador gigantesco. E a tecnologia também pode ser aproveitada em outros campos, de acordo com o físico Robert Byer, co-autor do estudo.

“Nesse artigo, começamos a mostrar como pode ser possível entregar radiação de feixe de elétrons diretamente para um tumor, deixando o tecido saudável a salvo”, explicou. Ou seja, a tecnologia poderia ajudar, também, no tratamento do câncer. Atualmente, a radioterapia é realizada em salas enormes, onde o paciente fica totalmente exposto à radiação, usando algumas proteções para minimizar efeitos colaterais em áreas do corpo saudáveis.

Processo de desenvolvimento

A ideia para construir o acelerador miniaturizado surgiu do aluno de graduação Neil Sapra. Junto à equipe de Vuckovic, ele pensou no processo de construção de maneira invertida, começando pelo final. Um acelerador tradicional é construído com um design básico, no qual são realizadas simulações até que se alcance a maior aceleração possível.

Acelerador em chip aumentado 25.000 vezes (Imagem: Reprodução/Neil Sapra)

Porém, esses aceleradores usam micro-ondas, em vez de luz infravermelha. Há uma boa diferença no comprimento de onda, sendo que a infravermelha pode ter um décimo da espessura de um fio de cabelo, contra 4 polegadas das microondas, medindo da crista ao vale.

Por isso a luz infravermelha consegue acelerar elétrons a uma distância tão pequena, quando comparado às micro-ondas. Mas, para dar certo, o chip precisa ser 100.000 vezes menor que as estruturas de cobre de um acelerador tradicional. O que exigiu uma nova abordagem na engenharia de fotônica e litografia nos chips de silício.

Para resolver a equação, a equipe de Vuckovic pegou um algoritmo desenvolvido por eles mesmos para fazer os cálculos invertidos, especificando a quantidade de energia eles queriam que o chip entregasse para que o computador dissesse como construir as estruturas em nanoescala para que os fótons entrassem em contato de maneira que gerasse o fluxo de elétrons necessário.

“O design inverso às vezes pode trazer soluções que a engenharia humana poderia não ter pensado”, disse R. Joel England, outro co-autor do artigo e membro da equipe do SLAC.

O resultado foi um acelerador miniaturizado que pode funcionar, também, como uma evolução no tratamento do câncer. Olav Solgaard, mais um co-autor do artigo, já pensa em uma maneira de transportar a ideia para criar uma terapia com elétrons energizados, que não se usa atualmente porque poderia queimar a pele.

“Podemos conseguir benefícios médicos da miniaturização da tecnologia do acelerador além das aplicações em experimentos”, disse o cientista. Sua ideia é canalizar esses elétrons de um acelerador miniaturizado por um tubo a vácuo parecido com um catéter, a ser inserido por baixo da pele, bem próximo ao tumor, administrando a terapia radioativa cirurgicamente.

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Marvel troca diretor de Doutor Estranho; veja lista de possíveis substitutos

Jan 11, 2020

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Scott Derrickson não é mais o diretor de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura. O diretor, que ficou famoso por filmes de terror como A Entidade e O Exorcismo de Emily Rose, poderia exercitar suas habilidades nesse gênero com o novo longa, que, segundo o chefão do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, em inglês), Kevin Feige, “não será um filme de terror, mas terá momentos assustadores”. Mas, a conversa não deu certo e o cineasta deixou o cargo, por conta de “diferenças criativas”.

Segundo Derrickson, os prazos também ficaram muito apertados. Mas é evidente que, assim como aconteceu com Joss Whedon, Patty Jenkins e Edgar Wright, ele não teria concordado muito com o controle de Feige sobre os rumos da trama. Aparentemente, aconteceu algo semelhante a Vingadores: A Era de Ultron, Thor: Mundo Sombrio e Homem-Formiga.

Imagem: Divulgação/Marvel Studios

Nesses três filmes, Whedon, Patty e Wright, respectivamente, ficaram muito irritados com Feige, que, depois de ter acertado o roteiro original, impôs muitas mudanças posteriores. Isso porque o produtor passou a precisar dessas tramas para conectar os eventos da Saga do Infinito — ou seja, ele alterou vários elementos para contar outra história, o que nenhum diretor gosta.

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Agora, o Marvel Studios segue em busca de um substituto, que possivelmente deve vir também do ramo dos filmes de medo. Um detalhe interessante é que, mesmo com essa alteração, a empresa manteve o cronograma para maio de 2021. Isso significa duas coisas: ou Feige já tem outro nome na manga ou o próximo escalado deve ser alguém que trabalhe rápido e aceite filmar sem se incomodar com a pouca autonomia no comando da história.

Longa será importantíssimo para o MCU

Doutor Destino no Multiverso da Loucura se tornou uma peça-chave para o futuro do MCU. Feige disse que o filme pode apresentar “personagens que sempre quisemos introduzir, mas não havia a oportunidade adequada” — o que já fez todo mundo sonhar com Doutor Destino, Namor e Surfista Prateado.

Além disso, os acontecimentos desse longa devem abrir o Multiverso da Marvel, o que pode explicar a chegada do Quarteto Fantástico e dos X-Men e ainda justificar a saída do Homem-Aranha, quando acabar o contrato de Tom Holland com o Marvel Studios — a Sony pretende romper a parceria em breve e explorar seu próprio “Aranhaverso”, sem interação com a Terra principal do MCU.

Namor teve seus direitos adquiridos novamente pela Marvel e pode ser antagonista do Pantera Negra
(Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

Mesmo fora da direção, Derrickson adiantou que seguirá como produtor executivo, o que reforça a possibilidade de escalação de alguém com sangue novo vindo do pós-terror. E quais seriam esses candidatos? O Comic Book Resources listou alguns profissionais com perfis interessantes.

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Quando falamos de nova onda do cinema de terror, os primeiros nomes que vêm à mente são Ari Laster (Hereditário), Robert Eggers (A Bruxa) e Jordan Peele (Corra). Mas é muito improvável que eles queiram trabalhar em filmes de super-heróis, ainda mais com a intervenção constante e os prazos apertados do Marvel Studios.

Um dos maiores nomes especulados até agora é o de Mike Flanagan, que conseguiu transformar Ouija: A Origem do Mal e Doutor Sono em sucessos comerciais. Além disso, ele ficou conhecido por trazer um “meio-tom” para a seara do terror, com uma pegada mais light — o que se encaixa na definição do que Feige quer para Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.

Doutor Sono (Imagem: Reprodução/Warner Bros.)

O coletivo Radio Silence, comandado pelos cineastas Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillet (Ready or Not — O Ritual). Como são do mercado indie e estão chegando na indústria, eles poderiam acatar mais facilmente as ordens de Feige. Outro cotado é Leigh Whannell (Upgrade), que escrevia roteiros para James Wan (Aquaman) e tem um estilo que combina ação com terror — o que cairia como uma luva no MCU.

WandaVision deve abrir caminho para o Multiverso (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

Jac Schaeffer escreveu a trama de Viúva Negra e é o showrunner de WandaVision, seriado que deve abrir o Multiverso e está profundamente conectado com Doutor Estranho no Multiverso da Loucura. Só isso já o torna candidato natural para substituir Derrickson. E, para finalizar, Phil Lord e Christopher Miller, roteiristas de Homem-Aranha: No Aranhaverso, vem escalando ótimos trabalhos nos últimos anos e estariam prontos para assumir o comando de um blockbuster.

Por enquanto, nada mais foi confirmado depois da saída de Derrickson. E você, quem acha que deve assumir essa direção?

Leia a matéria no Canaltech.

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Filtro no Instagram: como fazer e encontrar novas opções para os seus Stories

Jan 11, 2020

Description:

Desde que o Instagram disponibilizou a opção de postar Stories, em 2016, somente filtros criados pela plataforma podiam ser usados. Isso mudou no ano passado quando, além das novas opções disponíveis na rede, foi liberada uma ferramenta de criação de filtros de realidade aumentada, que pode ser utilizada por qualquer usuário: a Spark AR, que pertence ao Facebook.

Instagram: aplique mais de um filtro na mesma foto usando o app oficial

Saiba como usar a Spark AR para criar filtros para o seu Stores e, ao final do artigo, descubra quais são os filtros mais legais que você pode usar em suas publicações.

Como fazer um filtro no Instagram

Criar filtros do Instagram utilizando o estúdio não é tão difícil quanto parece. Confira no tutorial a seguir:

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Passo 1: faça o download do Spark AR Studio em seu computador Windows ou Mac. Depois, abra o programa e clique em “Blank Project”.

Spark AR: Aplicativo permite fazer filtros para o Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2: verifique se a opção “Scene”, no canto superior esquerdo da tela, está selecionada em "Device" e, então, clique em “Add Object”. Depois, selecione a ferramenta “Face Tracker” e a opção “Insert”, no canto inferior direito da tela.

Ative o "Scene" em "Device" e, depois, clique em "Add Object" > "Face Tracker" > "Insert" (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3: clique em “Face Tracker” novamente. Depois, selecione a opção “Add", seguido de "Plane".

Clique em "Face Tracker" > "Add" > "Plane" (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4: clique em “Add Asset” e selecione a opção “Material”.

Clique em "Add Asset" > "Material" para começar a criar seu filtro do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 5: agora, você começará a inserir frases em seu filtro do Instagram (caso queira). Para isso, selecione novamente “Add Asset” e, depois, “Import From Computer”. Você também pode importar elementos visuais que você criou em outro software de edição, ou pesquisou na internet, como GIFs animados e imagens.

Em "Add Asset" > "Import From Computer", você pode selecionar a frase de seu filtro do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 6: selecione “Material0” e, na janela do lado direito, a ferramenta “Texture”. Depois, pressione “Choose File” e escolha a arte que já havia sido adicionada.

Clique em "Material0" > "Texture" > "Choose File" e escolha novamente a mesma frase (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 7: clique em “Plane” e, em seguida, vá até à janela do lado direito, pressione “Material” e vincule o desenho ou frase já adicionado.

Em "Plane" > "Material0" você pode vincular a frase ao seu filtro do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 8: caso queira trocar a posição de seu filtro do Instagram, mude os números da opção “Position” (os números recomendados são 0, 0,1 e 0 e, na linha de baixo: 2,3, 1 e 1). Em “Scale”, você pode aumentar ou diminuir o tamanho da imagem.

Troque a posição de sua frase no filtro do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco) Como exportar o filtro para o Instagram

Depois de criar seu próprio filtro, você terá que exportá-lo para o Instagram diretamente do Spark AR. Para isso, siga o passo a passo a seguir:

Passo 1: clique sobre a seta localizada no canto inferior esquerdo da tela do Spark AR

Em "Upload", você começa a exportar o filtro para o Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2: aguarde até que todas as letras fiquem verdes e confirme a exportação clicando em “Upload”.

Exportando filtro do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3: o Spark AR exibirá a opção para abrir o Spark AR Hub. Essa etapa é necessária para concluir a exportação de seu filtro para a rede social.

Spark AR Hub (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4: role a tela e selecione o Instagram como local onde o filtro será usado.

Envie seu filtro para o Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 5: dê um nome de sua preferência ao seu filtro. Caso ele promova alguma marca, será necessário marcar a opção "Sm, esse efeito ou conta promove uma marca ou produto".

Dê um nome para seu filtro do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 6: escolha uma capa para o filtro e, depois, carregue o arquivo salvo pelo Spark AR. Vale lembrar que a capa não pode conter o rosto de outras pessoas, frases longas e nem palavras que são iguais ao nome do efeito. Depois de escolhê-la, aceite o acordo legal e clique em “Carregar e continuar”.

Escolha uma capa para seu filtro (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 7: o programa irá mostrar uma prévia de seu filtro no Instagram caso você clique em “Mostrar no Instagram”. Também é possível enviar um link para que seus amigos o testem. Depois, clique em "Próximas etapas".

Você pode compartilhar o link de seu filtro do Instagram com amigos (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 8: no Spark AR Hub, selecione a categoria que será atribuída ao seu filtro. Agora, clique em "Ver prévia do efeito", copie o link no navegador de seu smartphone.

Carregue um vídeo utilizando seu filtro do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 9: clique em "Avançar" e, na tela seguinte, selecione a opção “Tornar ativo assim que aprovado” para que seu filtro do Instagram seja disponibilizado após sua aprovação.

Torne o filtro ativo assim que aprovado (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 10: informe ao programa um pouco sobre a finalidade do filtro e o motivo que dele estar na categoria escolhida por você. Isso deve ser feito em até 52 caracteres.

Informe o Spark AR Hub sobre seu filtro (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 11: envie seu filtro do Instagram para análise. A aprovação pode demorar até cinco dias úteis. O Instagram pode solicitar mudanças com base na política de conteúdo e privacidade da rede social. Uma vez que ele tenha sido aprovado, entre no Instagram e acesse-o diretamente de seu perfil.

Enviando sua criação para análise (Captura de tela: Ariane Velasco) Como encontrar filtros no Instagram

Se você quer usar novos filtros em seus Stories do Instagram, mas não deseja ter o trabalho de criá-los, é possível encontrar diversos modelos dentro da própria rede social. Para isso, faça o seguinte:

Passo 1: abra o Instagram e clique na opção “Adicionar ao seu story”. Depois, deslize a tela para o lado até encontrar o símbolo de lupa e o selecione.

Adicione um filtro do Instagram ao seu story (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2: na “Galeria de efeitos”, navegue entre os menus disponíveis até encontrar a opção que mais lhe agrada. Em seguida, selecione um dos filtros disponíveis.

Encontre filtros do Instagram (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3: escolha a opção “Experimentar”. Tire a foto que deseja postar em seu Stories usando o filtro escolhido.

Experimente diferentes filtros do Instagram antes de baixá-los (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4: caso você queira salvar o filtro do Instagram em sua galeria, pressione o nome do tema na parte inferior da tela. Depois, selecione a opção “Salvar efeito”. Você também pode enviá-lo para seus amigos. Sempre que desejar usar um filtro diferente, repita o mesmo procedimento.

Salve o filtro do Instagram e o envie aos seus amigos (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 5: também é possível salvar um filtro do Instagram diretamente dos Stories de seus amigos. Para isso, pressione o nome do efeito usado por eles, na parte superior da tela e, em seguida, escolha “Salvar efeito”.

Salve o filtro do Instagram diretamente dos Stories de seus amigos (Captura de tela: Ariane Velasco)

Pronto! Seguindo as dicas acima, você consegue usar vários filtros diferentes em seu Stories do Instagram. Agora, se você quer saber quais são os filtros de quiz, aqueles com perguntas que seus seguidores podem interagir com você, não deixe de conferir o artigo abaixo:

Esses são os melhores filtros de quiz do Instagram para seus Stories

O que você achou do processo de criação? Compartilhe sua experiência nos comentários abaixo.

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Estudo: Inteligência artificial deve impulsionar a criação de novos empregos

Jan 11, 2020

Description:

Desde que a inteligência artificial (IA) chegou, muitas tarefas simples e repetitivas realizadas por humanos passaram a ser realizadas por máquinas. Com isso, vários profissionais tiveram que se atualizar e outros ficaram de foram de alguns setores. Isso gera um certo temor no mercado de trabalho, pois muita gente acredita que ficará sem emprego. Se por um lado algumas funções ficarão obsoletas, outras novas surgirão, justamente por causa dessa mudança. Isso é o que diz uma pesquisa encomendada pela Microsoft, realizado pela consultoria estadunidense DuckerFrontier.

O levantamento aborda o cenário brasileiro até 2030 tem como objetivo mensurar os benefícios e impactos da IA em diferente searas, em especial no mercado de trabalho. O setor de serviços corporativos deve ganhar mais atenção, com uma estimativa de 26 milhões de novas vagas — ou 103% a mais, em comparação com os dados do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o mesmo período. São levados em consideração os efeitos de automação e a abertura de novos postos.

Imagem: Divulgação/Microsoft

Manufatura (+73%), comércio varejista, atacadista, hotelaria e alimentação (+44%) e construção (+42%) também devem se destacar. As simulações também consideram as áreas de serviços públicos, mineração, água e energia e agricultura e pesca. Todos esses segmentos passariam por uma redução de carga horária de trabalho, com exceção dos serviços corporativos, graças à implementação de autômatos.

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Na projeção que leva em consideração o uso mínimo da IA, a redução líquida do total de horas trabalhadas seria de 33%. Já no cenário utilização máxima, a diminuição é de 7%. Nesse contexto, haveria um investimento maior por parte de indústria nacional, com mais chances de criação de novas indústrias e modelos de negócio — e isso geraria um efeito cascata, impulsionando não somente os cargos ligados à tecnologia, como também em outras frentes, que serviriam para atender a economia em torno de funcionários altamente qualificados.

IA deve aumentar também o PIB

O estudo também aponta que a adoção máxima de IA no país pode aumentar a taxa composta anual de crescimento (CAGR) do Produto Interno Bruto (PIB) para 7,1% ao ano até 2030. A alta é superior à projeção de 2,9% do Banco Mundial e pelo FMI no mesmo período. O maior avanço do PIB traria uma ascensão até quatro vezes maior nos níveis de produtividade do país, podendo chegar a uma CAGR de até 7% ao ano até 2030, comparada a 1,7% de crescimento ao ano estimado pelo Banco Mundial e pelo FMI.

Imagem: Divulgação/Microsoft

Para quem teme a perda de emprego, a pesquisa afirma que as companhias podem alocar novas tarefas a seus funcionários ou até reduzir a carga horária, justamente por conta a produtividade da IA. Se por um lado os postos mais simples devem ser ocupados por máquinas, por outro deve haver uma demanda de 17,7 milhões de empregos altamente qualificados. As vagas com maior demanda devem ser as de profissionais liberais, técnicos de nível médio e gerentes. A participação total dessa seara aumentaria de 34% para 54% no mercado de trabalho brasileiro.

A Microsoft conta com plataformas de cursos voltados para atualização de profissionais e preparação para esses empregos do futuro. Se quiser saber mais, é só acessar a escola de negócios AI Business School e os cursos para desenvolvedores da AI School.

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O Retorno ao “Bare Metal”

Jan 10, 2020

Description:

Não estou falando de uma vertente de rock oriundo do Heavy Metal, apesar de gostar muito do estilo… estou falando de uma mudança na arquitetura computacional e, mais uma vez, visando aumentar ainda mais a eficiência das equipes de TI e melhor utilização dos recursos disponíveis: sejam on premise, sejam na cloud, preferencialmente em várias clouds, e sem ficar “preso” à elas. Basicamente estamos falando de parar de utilizar a virtualização de servidores e basear-se exclusivamente em uma plataforma de containers: com Kubernetes, Service Mesh, Circuit Breaker, Kafka, EFK, Serverless, SDS, SDN e todas as novas tecnologias que estão revolucionando a forma de tratar dados e desenvolver aplicações.

Embora soe moderno, o conceito de virtualização tem suas origens nas tecnologias dos mainframes, no final dos anos 1960 e no início dos anos 1970, quando a IBM investiu muita pesquisa e esforço no desenvolvimento de soluções robustas de compartilhamento de recursos computacionais. Trata-se do uso compartilhado de recursos do computador entre um grande grupo de usuários, com o objetivo de aumentar a eficiência e os dispendiosos recursos do computador que eles compartilham.

A virtualização de servidores foi um avanço que permitiu aproveitar melhor a capacidade de processamento, já que se conseguiu condicionar um único computador a suportar várias instâncias de sistemas operacionais. Isso se tornou possível por meio do hypervisor, camada de software que proporciona ao sistema operacional (OS) visitante a abstração da máquina real, criando o conceito de máquina virtual. É ele que controla o acesso dos sistemas operacionais visitantes aos dispositivos de hardware.

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A virtualização habilita um ambiente de computação para executar vários sistemas independentes ao mesmo tempo, modelo que reduziu o custo de fornecimento de capacidade computacional. A partir daí, organizações e indivíduos passaram a compartilhar os servidores, com o isolamento de cada sistema operacional dentro de uma máquina virtual, consolidando vários servidores subutilizados em um menor número de máquinas, aumentando a eficiência do uso desses computadores, economizando espaço, energia e refrigeração. Diminuiu-se o tempo de provisionamento dos servidores, permitiu-se automatizar diversas tarefas diminuindo riscos e aumentando a velocidade de processos operacionais.

Servidores físicos e o sonho da abstração

Embora a tecnologia de virtualização tenha sido criada nos anos 60, ela não foi amplamente adotada até o final dos anos 1990. No início dos anos 1990, a maioria das empresas possuía servidores físicos e pilhas de software de um único fornecedor, o que dificultava que aplicativos legados fossem executados em outra pilha de software ou mesmo no hardware de um fornecedor diferente. À medida que as empresas atualizavam seus ambientes de TI com servidores, sistemas operacionais e aplicativos de diversos fornecedores, ficavam sujeitas a hardware físico subutilizado – cada servidor executava apenas uma aplicação para evitar interferência de uma aplicação com outra na mesma máquina: briga por recursos ou instabilidades de uma aplicação afetando a outra. Era o bare metal sem orquestração, cada servidor uma aplicação.

Essa forma de organização de TI trouxe um problema sério: desperdício. Utilizava-se mais servidores, espaço e energia do que o necessário: muitos servidores com baixa utilização poderiam ser consolidados e foi essa necessidade que impulsionou a adoção da tecnologia de virtualização de servidores.

As aplicações eram desenvolvidas de uma forma monolítica: um grande binário com todos os componentes altamente acoplados e dependentes que somente escalava verticalmente: para melhorar a performance colocava-se uma CPU mais rápida e, caso a aplicação tenha sido desenvolvida utilizando-se multithreading, podia-se colocar mais CPUs. Trabalhava-se na época com computadores que permitiam a instalação de muitas CPUs e muita memória (para os padrões da época) para que esses aplicativos monolíticos conseguissem atender mais demandas. Foi o auge dos grandes servidores RISC, arquiteturas e componentes proprietários acabavam prendendo ao fornecedor de Hardware e Software.

A onda seguinte foi a migração para arquiteturas abertas saindo principalmente do UNIX para Linux e Windows e é onde estamos agora: uma quantidade enorme de máquinas virtuais, rodando em cima de virtualizadores caros e com dificuldades em escalar horizontalmente pois temos um legado enorme de aplicações que foram desenvolvidas monoliticamente.

Breve história dos Containers

Nos últimos dez anos, a ideia de consumir recursos computacionais conforme demanda e cobrada conforme o uso trouxe o conceito de cloud computing.

A nuvem pública passou a proporcionar um pool de recursos virtuais, provisionado e alocado automaticamente entre vários clientes, por meio de uma interface de autosserviço. Já a nuvem privada agregou todos os processos básicos da computação em nuvem (padronização, automação e self-service) para acesso exclusivo apenas aos servidores e data centers da corporação. O que estamos procurando agora é abstrair as peculiaridades de cada infraestrutura para conseguir utilizá-las da forma mais eficiente possível: analisando-se necessidades específicas de cada aplicação e parâmetros como latência, custo de CPU, memória e transferência de dados e níveis de serviço toma-se a decisão onde o provisionamento de recursos deverá ser feito.

Colocar uma máquina virtual em uma nuvem pública pode custar muito caro: afinal de contas na nuvem pública cobra-se por utilização de CPU e memória e, aplicações monolíticas, junto com suas bibliotecas e todo o sistema operacional, em uma máquina virtual não são a solução ideal para cloud computing aliás, nem foi pensada para isso. Para isso, temos os containers. Os Containers isolam aplicações (ou microsserviços) enquanto a virtualização isola sistemas operacionais.

Em 2004, os Solaris Containers (depois chamados de Solaris Zones) foram introduzidos para as arquiteturas X86 e SPARC, combinando controles de recursos do sistema e os limites de separação fornecidos por zonas. Essas zonas atuavam como servidores virtuais completamente isolados em uma única instância do sistema operacional, diferentemente da virtualização de servidores tradicional que adicionava uma camada de software a mais. Contudo, ainda não era justificativa suficiente para sua ampla adoção, uma vez que a virtualização se encontrava bem desenvolvida, a necessidade de escalabilidade horizontal ainda não estava tão clara e as tecnologias de desenvolvimento em microsserviços estavam apenas começando.

Os Linux Containers começaram como um projeto em 2006 e, em 2008, tiveram seu release inicial com foco nas novas abordagens de desenvolvimento baseado em microsserviços.

Em 2011 a Red Hat lançou a primeira plataforma comercial de containers, ainda baseada em LXC e gears e, com o surgimento do formato Docker de containers e Kubernetes como motor de orquestração, o OpenShift v3 foi a primeira tecnologia empresarial baseada em Docker e Kubernetes ainda em 2015 adotando o que estava virando o padrão de fato. Uma aposta certeira pois hoje em dia vemos que Kubernetes é, de longe, a padrão de orquestração de containers.

Hoje em dia a dependência do Docker foi eliminada com o surgimento de tecnologias abertas de containers em especial o CRI-O, que é um runtime de containers compatível com Kubernetes para o formato de containers aberto estipulado pelo OCI (Open Container Initiative).

O futuro é híbrido

Atualmente, os datacenters usam técnicas de virtualização para abstrair o hardware físico, criar grandes conjuntos agregados de recursos lógicos e oferecer esses recursos a usuários ou clientes de forma ágil.

Estamos vivendo agora a transição para um próximo patamar de eficiência: redes definidas por software e armazenamento definido por software em vez de appliances proprietários. Containers rodando em bare metal em vez de máquinas virtuais rodando em hypervisors: menos overhead, arquiteturas descentralizadas e mais ágeis, escalabilidade horizontal e abstrações de tecnologias proprietárias de nuvens pública. Menor dependência de fabricantes de hardware e software (especialmente a dobradinha HW+SW proprietários que ainda consomem grande parte do orçamento de TI) e, principalmente uma arquitetura capaz de se adaptar para as novas tecnologias que estão surgindo ou que ainda surgirão sem ficar preso a nenhum fabricante de hardware, software ou nuvem.

Não há dúvidas que a infraestrutura de nuvem, baseada em padrões, híbrida e aberta é o que será utilizado no futuro: não teremos tudo on premise, nem tudo na nuvem pública. Infraestrutura automatizada, descentralizada, altamente escalável e com maior liberdade de escolha de fornecedores é o que o futuro pode nos reservar se as armadilhas de lock-in forem evitadas.

*Boris Kuszka é diretor dos arquitetos de solução da Red Hat.

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NASA escolhe 11 astronautas para futuras missões rumo à ISS, Lua e Marte

Jan 10, 2020

Description:

A agência espacial dos Estados Unidos acaba de graduar 11 novos astronautas que serão designados a futuras missões rumo à Estação Espacial Internacional (ISS) e também à Lua, como parte do programa Artemis. Ainda, fazem parte desta turma os primeiros astronautas que serão enviados à superfície marciana na década de 2030. Junto à equipe, formaram-se também dois astronautas da agência espacial canadense (CSA).

Os novos astronautas, escolhidos entre mais de 18 mil candidatos, passaram mais de dois anos em treinamento e são os primeiros a se formar desde o anúncio do novo programa lunar da NASA, que prevê o retorno de humanos à superfície lunar em 2024 — "desta vez para ficar", como a própria agência já declarou várias vezes. A ideia é, a partir desse novo pouso dentro de quatro anos, iniciar uma "exploração sustentável" em nosso satélite natural, e para isso é essencial que a estação orbital Gateway, que ficará ao redor da Lua, seja montada até o final desta década, conforme o planejado.

Depois do retorno da humanidade à Lua em 2024, a ideia é realizar novas missões lunares anualmente e, a partir daí, iniciar de fato o projeto Moon to Mars, que prevê a Lua como um "pit stop" para as futuras viagens a Marte.

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11 novos astronautas da NASA se formam ao lado de dois novos astronautas da agência espacial canadense (Foto: NASA)

"2020 marcará o retorno do lançamento de astronautas americanos em foguetes americanos a partir de solo americano, e será um ano importante de progresso para o nosso programa Artemis à Lua — e além", declarou Jim Bridenstine, administrador da NASA. Ele se refere ao Commercial Crew Program, que conta com as empresas privadas Boeing e SpaceX e suas naves Starliner e Crew Dragon, respectivamente, para que os envios de astronautas estadunidenses não sejam mais feitos pelos russos. Desde 2011, com o fim do programa dos ônibus espaciais, os EUA dependem da Roscosmos e suas naves Soyuz para esse transporte.

Incluindo essa classe de 11 novos astronautas recém-graduados, agora a NASA tem oficialmente 48 astronautas ativos. Mas a agência espacial pode aumentar, em breve, ainda mais esse número: é que ela está considerando abrir um novo processo seletivo ainda em 2020, para já começar a selecionar a próxima classe de astronautas, já que esta década que se inicia agora será bastante agitada para a exploração espacial.

 

Durante o treinamento que enfrentaram desde 2017, os novos astronautas precisaram provar proficiência em robótica, sistemas da ISS e jatos T-38, e precisaram ainda aprender o idioma russo, já que a ISS também é ocupada pelos antigos rivais da Corrida Espacial. Como astronautas, eles participarão do desenvolvimento de naves espaciais e apoiarão as equipes que estão atualmente no espaço, até que sejam, enfim, convocados para suas próprias missões espaciais, juntando-se ao seleto clube de 500 pessoas que já tiveram o privilégio de ir ao espaço.

No vídeo abaixo, você descobre um pouco sobre como é o treinamento intenso sob o qual candidatos a astronautas da NASA são submetidos:

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Análise | Sony WI-C200, um fone Bluetooth baratinho e bom de serviço

Jan 10, 2020

Description:

Voltados a um público que quer ouvir sua música com qualidade e gastando pouco (dentro do possível, claro), os novos fones Bluetooth da Sony chegam para agradar aqueles que necessitam de trilha sonora no seu dia a dia, mas não dispõem de várias centenas ou até milhares de reais para desembolsar em um equipamento de ponta. Aliás, além disso: se você anda muito a pé ou frequenta muitos locais públicos e tem medo de perder fones caros, mas ao mesmo tempo não suporta qualidade tosca de fones chinfrins vendidos em qualquer esquina e sem a menor procedência, talvez tenha encontrado o fone certo.

O WI-C200 é um fone wireless, mas não completamente: ele possui um cabo que liga uma ponta na outra, no qual também há os controles e um contrapeso para que os buds não fiquem saindo da sua orelha a qualquer movimento mais brusco. Será que esse peso incomoda? Será que a definição dos drivers agrada ouvidos um pouco mais exigentes? E a conectividade, é estável o suficiente para aquele rolê ou malhação na academia? Tudo isso a gente vai descobrir agora, neste review.

 

Design & Ergonomia

Um modelo sem fio que ainda não é truly wireless é o ponto intermediário entre um fone com fio e um fone isento de qualquer cabo. Ele não vai limitar sua liberdade de movimentos, mas também não vai te dar aquela sensação de estar usando praticamente um brinco discreto em cada orelha. É um modelo que, por se conectar sem fio ao seu celular via Bluetooth, te deixa livre para desempenhar suas tarefas, sejam elas no escritório, em casa, na rua, na academia ou no parque, porém será constantemente lembrado por ter um fiozinho passando atrás da sua nuca, com dois pesinhos que pendem sobre seus ombros, e um cabo relativamente grande para unir o conjunto todo.

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Com vocês, o WI-C200 (sim, ele é um fone "sem fio") de corpo inteiro (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Incomoda? Não, de maneira alguma. Não vou problematizar o cabo, porque o fone é extremamente leve e macio, bem gostoso de usar. Ao tirá-lo da caixa, pensei que fosse ser um incômodo andar por aí com esses dois pesinhos pendurados (que não são apenas pesos, como explicaremos adiante), mas entendi que a proposta da Sony foi exatamente deixar a coisa equilibrada, sem perder a leveza e sem machucar as orelhas do usuário.

O cabo que passa por trás da nuca é flat, diferentemente do que sai dos pesinhos e leva o som até os drivers. Esse sim é mais fininho, frágil e cilíndrico. Apesar de passar uma impressão de fragilidade no início, o conjunto é resistente e só requer os cuidados básicos de sempre: evitar puxar de arranco um fone só, guardar sem dobrar demais o fio (que é bastante flexível, aliás), arrumar uma bolsinha ou uma caixinha para ele e por aí vai. Não, infelizmente o fone vem puro na caixa: nada de case de transporte de fábrica.

Módulos: um com controles, outro com componentes. Ambos servem de contrapeso para seu fone não cair, puxar ou incomodar (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

O acabamento é todo emborrachado, exceto no corpo dos fones e nos módulos que, anteriormente, chamamos de pesinhos. Tanto neles quanto nos buds, a qualidade é um tanto plástica demais, o que passa a impressão de fragilidade — principalmente na parte em que o cabo se liga aos buds. Para retirá-los dos ouvidos, segure no corpo dos fones, e jamais arranque-os pelo cabinho.

Os buds são extremamente pequeninos, e isso também passa a impressão de fragilidade. Acontece que toda a central de controle, conectividade Bluetooth e porta de carregamento (USB-C! Viva!) está localizada nestes módulos, que "descem" dos cabos. Com isso, a Sony conseguiu deixar os buds em si extremamente delicados e discretos. Os buds também são magnéticos, o que é legal caso você queira dar um descanso para seus ouvidos, mas sem tirar os fones da nuca, deixando o WI-C200 como um colar no seu pescoço.

São estáveis? Depende. Para quem vai usar o brinquedinho no escritório, no transporte ou em caminhadas/atividades leves, são sim. Mas qualquer esbarrão no cabo já é suficiente para arrancar um dos buds da sua orelha. Ou mais que isso, até: o cabo do conjunto, de maneira geral, é muito longo e no próprio balançar, dependendo se você está em um ritmo acelerado (como pular corda, por exemplo), pode ameaçar levar o fone junto. Então, cuidado para não enganchar o cabo em nada e nem fazer movimentos muito bruscos a ponto de o próprio peso do módulo desalojar o fone do seu ouvido na pura inércia.

Disponível em apenas duas cores (preta e branca), o modelo vem como um upgrade para a maioria dos foninhos de celular que acompanham os aparelhos hoje em dia.

Controles

Temos aqui um esquema simples de controle para sua música e ligações telefônicas. Em um dos módulos (o da esquerda), a Sony inseriu o tradicional sistema de três botões, pelos quais você pode pausar e reproduzir músicas, aumentar e diminuir o volume, avançar e retroceder faixas, ativar o assistente de voz do seu smartphone (Siri, Google Assistente) e atender ou recusar chamadas.

Controle com esquema tradicional e porta USB-C na lateral do módulo (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

O feedback tátil que se tem dos controles físicos não é lá dos melhores, já que tudo é plástico demais e, durante uma corrida, por exemplo, você estará suado demais para sentir qual botão é o + e qual é o -. Várias vezes me senti compelida a puxar o módulo até conseguir ver qual botão fazia o quê. A resposta é ok, mas não é grandes coisas.

Conectividade

O WI-C200 é pequenino e relativamente baratinho, mas já vem com os últimos padrões de conectividade possíveis, a exemplo da porta USB-C localizada no módulo e do padrão Bluetooth 5.0, que conversa com os smartphones mais novos do mercado e entrega melhor qualidade sonora possível, dentro das limitações dos componentes do fone.

Em termos de estabilidade, sua música vem redonda (nos codecs AAC e SBC) e suporta reprodução sem repiques a até 10m de alcance em linha reta. O modelo não possui NFC.

É ideal para usar com qualquer aplicativo de streaming de música do mercado (Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon Music), mas tem latência — o que pode irritar quem vai assistir a filmes e vídeos, ou jogar no celular, por exemplo. Isso quer dizer que o áudio não fica sincronizado com o vídeo, e você vai sentir um atraso nas falas em relação ao movimento da boca das pessoas na tela.

Microfone

O modelo conta com um microfone simples, em linha, para quebrar o galho quando você receber ligações telefônicas durante o uso. Como o fone não é caro, não espere um super microfone aqui, também.

Em ligações realizadas em locais tranquilos, quem está do outro lado da linha vai perceber que você está usando outro aparelho para se comunicar, porque sua voz vai ficar abafada, talvez mais fina e enlatada. Em locais muito tumultuados, como a praça de alimentação de um shopping, o microfone vai custar a separar o que é ruído do que é sua voz, e quem estiver te ouvindo também vai lutar para entender o que você está falando.

Como os buds são diminutos, o microfone fica atrás dos controles (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Só que, em usos comuns, como durante um exercício ou caminhada ao ar livre, a caminho do trabalho, trabalhando no escritório ou lendo um livro em casa, é ok para ligações e quebra um super galho caso você não possa acessar o celular naquele momento — como quando estiver lavando a louça, por exemplo. Para mandar áudio no WhatsApp ou Telegram tá bem ok, também.

Percebi que durante o uso do WI-C200 em ligações telefônicas, minha voz foi captada pelo microfone, passou pelos drivers e retornou aos meus ouvidos. Pode ser irritante para alguns ficar ouvindo sua voz o tempo todo nos fones enquanto conversa com alguém no telefone.

Isolamento passivo de ruído

O WI-C200 vem com três tamanhos de ponteiras de silicone, para melhor encaixe nos ouvidos. Com a ponteira média, eles entregaram uma boa dose de isolamento passivo, o que é esperado para fones in-ear bem adaptados e com pontas emborrachadas. É bom para isolar um pouco do ruído ambiente, mas não tanto.

Por exemplo: no escritório, você não vai ouvir conversas baixas de seus colegas, nem o barulho do ar condicionado, muito menos o ruído das teclas ao digitar um texto longo como esse no seu teclado. Já na rua, você vai ouvir buzinas, motores, carros de som, cachorros latindo e, praticamente… tudo que acontece na rua.

Bateria

Diz a Sony que a bateria do WI-C200 resiste até 15 horas em uso contínuo, levando três horas para se carregar por completo. O carregamento se dá via cabo USB-C: há uma porta no módulo de controle pela qual você conecta o cabo e espeta a outra ponta no seu notebook, PC ou carregador de celular (5W, embora não seja recomendado).

Apesar de ter uma duração bem legal, o fone não conta com sistemas sofisticados de detecção de uso, ou seja, não se desligam sozinhos. Se você tirar o WI-C200 e deixá-lo na mesa, próximo ao seu smartphone, sem lembrar de desligá-los ou desconectá-los, eles vão ficar lá, tocando música ad eternum — ou melhor, até a bateria acabar ou você quebrar a conectividade, levando o telefone embora com você.

Se você perceber que a bateria acabou ou vai acabar, ainda pode usar o carregamento rápido: 10 minutos plugado entregam 60 minutos de música.

Sonoridade Buds magnéticos: bom para quem quer dar um descanso para os ouvidos sem tirar o fone do pescoço (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

O WI-C200 é um fone de baixo custo, porém com uma qualidade sonora muito legal. Ele conta com drivers de 9 mm com perfil sonoro bem característico de fones de entrada, com graves lá no topo, agudos também enfatizados (para dar a impressão de mais nitidez no som) e médios recuados. Ou seja: vai agradar o usuário que está procurando por mobilidade, graves profundos e não quer gastar muito.

Confesso que ao ouvir o WI-C200 pela primeira vez, me surpreendi positivamente. Não esperava que fosse ter uma resposta dinâmica tão boa, sem querer desmerecer o aspecto do produto. Fones em torno de R$ 200 geralmente são um tiro no escuro, mas se você quer um fone melhor do que o que veio no seu smartphone intermediário e ainda por cima sem fios, essa é uma boa aposta.

Mas, vale aquela máxima: cada ouvido é único. E esta análise foi feita com base nos meus. Para você, os fones podem soar melhores — ou piores. De maneira geral, para tentar sintetizar, vamos dividir o áudio e falar das frequências:


Graves

Surpreendentemente bons, os graves do modelo vão agradar até mesmo usuários um pouco mais exigentes e que gostam de suas músicas com batidas profundas, como no hip-hop e no eletrônico. Inclusive, quem gosta de frequências bem baixas vai ter uma reação positiva ao ouvir seus pancadões no WI-C200 — claro, estamos falando de um fone in-ear de entrada, então nada de compará-lo com um over-ear nervoso, como o Sony WH-XB900N.

Enfático também em graves mais agudos, quase chegando nos médios. O João Donato gravou um disco recente com a Tulipa Ruiz — uma aula de brasilidade, vale dizer. Em Gravidade Zero, faixa do single da dupla, o contrabaixo é profundo e marcante. Temos trombone, temos a voz grave de João, temos os tons e surdos da bateria… tudo isso muito bem posicionado na música, que tem uma ambiência deliciosa de se ouvir, com cadência e dinâmica muito caprichadas. No solo de piano elétrico, é legal perceber o quanto é definida a frequência grave, ainda mais em um trecho dançante da música onde o contrabaixo se comporta muito bem para não tomar espaço do trombone, por exemplo.

Em Harder, Better, Faster, Stronger, da dupla francesa Daft Punk, a gente tem um mooonte de sintetizadores, vocoders, batidas eletrônicas e efeitos. Os graves chegam chutando a porta, inclusive, já que a profundidade que temos em sons desse tipo se dá principalmente pelas frequências que caminham para os subgraves (abaixo de 10 Hz). Toda a música é uma pancada muito gostosa de se ouvir no WI-C200, em termos de graves.


Médios

Assim como os graves, o WI-C200 entrega uma resposta bem legal de médios. Ou seja: você vai ouvir muito bem e sem atropelos os vocais, instrumentos de corda e solos com clareza e transparência. Algumas vezes, porém, senti que há um leve recuo na frequência, o que consequentemente a empurra um pouco para trás da mix. Entretanto, isso faz parte do perfil sonoro do fone e não será percebido pela grande maioria dos usuários que namoram um modelo mais em conta, porém com qualidade suficiente para valer a pena.

Em Cartomante, da eterna Elis Regina, temos um resultado bem satisfatório nos vocais, nas notas mais agudas da linha de contrabaixo, no piano e nos fraseados de guitarra e cordas. Elis passeia no seu alcance tonal, mantendo o vocal mais médio por quase toda a canção, que é inclusive reforçado em coro com backing vocals no refrão final, quando a música cresce. Harmonicamente, temos uma resposta de médios muito legal, com a ênfase que merece, nesta faixa.

Another Day In Paradise, do Phil Collins, é uma faixa rica em instrumentos, com ênfase em violão no início da música, uma chuva de sintetizadores e marcação eletrônica de bateria. Mesmo com tantos instrumentos, há um bom equilíbrio em médios até mesmo quando Phil começa a cantar: a voz dele vem forte e penetrante, porém falta um pouco de detalhamento — coisa que vamos falar na seção de agudos, logo a seguir. Até mesmo no refrão, que ele compete com backing vocals, guitarra, "bateria" e sintetizadores, tá tudo certo e nos conformes.


Agudos

Também tive boas impressões com a gama aguda do modelinho da Sony, apesar de achar que esta é a que mais "peca" em relação às outras. Apesar de trazer um som agradável aos ouvidos na grande maioria dos estilos que escutei, percebi que falta detalhamento em alguns instrumentos, enquanto, por outro lado, sons sibilantes (como as consoantes S e T) aparecem destacados e, se você ficar prestando atenção demais nisso, pode chegar a te irritar.

Em Samba Pro Rafa, do violonista Yamandu Costa, por exemplo, percebe-se a falta dessa nitidez em agudos, no dedilhado nervoso do artista pelo braço do violão. As notas mais graves e médias chegam equilibradas, enquanto há uma leve falta de presença e brilho que, em uma canção que contém apenas um violão por toda gravação. Mas, calma: peguei uma música muito específica para falar de um detalhe muito específico também.

This Is a Call, do Foo Fighters, soa legal nesses fones. A pancada dos graves e médios dá energia à música, os vocais sibilam um pouco e os chimbais e pratos parecem um pouquinho recuados na mixagem. No entanto, lembre-se que esse fone é aquele coringa para ser "pau para toda obra", que você vai levar com você aonde for e ter sempre à mão quando quiser isolar-se um pouquinho do mundo e curtir o seu som sem "firulas".

Preço e onde comprar

Você pode encontrar o modelo no site oficial da Sony no Brasil por 199,99 reais, ou então dar uma garimpada na Amazon — onde, na data de publicação desta análise, encontramos o modelo pelo mesmo valor da loja oficial. Vale a pena ficar de olho na Amazon, porém.

O WI-C200 está disponível em duas cores basiconas: preta e branca. Discretas como ele.

O que tem na caixa Sony WI-C200 Cabo USB-C Três pares de ponteiras de silicone (P, M e G) Manuais Veredicto Plástico, bem plástico... mas você queria o quê, por esse preço? (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

O WI-C200 é um foninho "de boa", bem discreto, ideal para você levar para cima e para baixo, com liberdade, sem preocupação, e, de quebra, com uma qualidade sonora legal, superior à da maioria dos fones com fio que acompanham os aparelhos celulares intermediários — e até alguns mais requintados. Se vale a pena gastar 200 reais nele? Vale. Desde que você tenha cuidado com a estrutura frágil que une o cabo aos buds, tá tudo certo.

Apesar dessa fragilidade, a construção do fone, pelo preço que você vai pagar nele, é legal e não dava para esperar um supra-sumo de qualidade. A relação entre o custo e o benefício é bem bacana, e o que faz o fone valer a pena são três características principais: Bluetooth 5.0, USB-C e boa qualidade sonora.

O som que você vai ouvir no WI-C200 é perfilado para graves mais robustos, muito presentes, médios legais e agudos um pouco mais discretos. Se a ideia é usar o fone no dia a dia sem medo de ser feliz, vai dar certo. Não é um fone voltado para quem quer riqueza absurda de detalhes, obviamente, mas entrega frequências num padrão Sony: o que é muito legal pelo preço.

Apesar desses módulos que ficam pendentes sobre os ombros parecerem meio estranhos para muita gente, no fim das contas você se acostuma a não sair esbarrando em coisas (mochilas, bolsas, relógios) e nem fazendo movimentos muito bruscos a ponto de derrubar os buds dos seus ouvidos. A bateria dura um tempo legal, tem quick charge e já vem com padrão USB-C. Ou seja: é tudo moderno, com um invólucro barato, e com qualidade sonora legal. Pensando nessa praticidade, vale cada centavo. Recomendado!

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Você encararia? Testes identificam se você tem predisposição para o Alzheimer

Jan 10, 2020

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Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), à medida em que a população mundial está envelhecendo, é esperado de que o número de pessoas que vivem com demência triplique até 2050, passando de 50 milhões para 152 milhões. Dentro desses números, a doença de Alzheimer é o tipo mais comum de demência, ou seja, a busca por novos tratamentos deve atrair cada vez mais pesquisadores e investimentos.

Durante muitos anos, o Alzheimer sempre foi uma doença envolta de mistérios, porque os médicos só eram capazes de fechar um diagnóstico depois que a pessoa já estava em estágios avançados da demência ou quando realizavam uma autópsia, isto é, após a morte.

Nesse sentido, novas tecnologias têm acelerado cada vez mais o diagnóstico do Alzheimer, como os testes cerebrais e as extrações de amostras de medula, que podem detectar a proteína beta amiloide — uma indicadora da doença. Além disso, há um exame de sangue, ainda em desenvolvimento, que será capaz de detectar a proteína.

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Outras vertentes de exames utilizam inteligência artificial (IA) para diagnósticos mais precisos. Enquanto isso, pesquisadores fazem experimentos também com exames que buscam outra proteína, chamada tau, característica dos casos de Alzheimer.

À medida que esses testes para diagnósticos cada vez mais precoces para o Alzheimer se generalizam, um maior número de pessoas, principalmente aquelas que têm histórico familiar, enfrentarão uma pergunta complexa: eu gostaria de saber se terei a doença de Alzheimer?

Cada vez mais pessoas irão se deparar com a seguinte dúvida: descobrir ou não se terão predisposição para o Alzheimer (Imagem: Orla / Shutterstock) Caso clínico

O Dr. Daniel Gibbs, neurologista de Portland, nos Estados Unidos, já se viu diante dessa pergunta, quando percebeu os primeiros sinais de que sua memória estava falhando. Em busca de respostas, Gibbs realizou uma série de exames cerebrais que procuravam a proteína beta amiloide. Em paralelo, faz também testes cognitivos para um diagnóstico completo.

Resultado? O neurologista já estava vivendo os estágios iniciais da doença de Alzheimer e, agora, se ocupa de como melhorar seu futuro. Por enquanto, o tipo de teste a que ele se submeteu ainda é caro e as varreduras cerebrais para o diagnóstico, via de regra, não são cobertas pelo planos de saúde mais comuns, nem nos EUA. Assim, ainda são para poucos, embora essa realidade caminhe para uma grande mudança.

Pelas últimas análises, mesmo os pacientes sem problemas de memória que apresentarem proteínas amilóides no cérebro têm uma maior probabilidade de progredir com a doença de Alzheimer, segundo o Dr. Ronald Petersen, neurologista da Clínica Mayo, em Rochester, nos Estados Unidos.

Diagnóstico incompleto

Mas a doença não evolui em todo mundo cujas proteínas estejam reativas, e esse é o grande problema dos resultados. Mesmo quando as suspeitas são confirmadas, até a doença se manifestar já se passaram alguns anos. Fora dos estudos, Petersen explica que "não fazemos exames amiloides em pessoas clinicamente normais, porque não sabemos o que lhes dizer."

Para o Dr. Gil Rabinovici, professor da Universidade da Califórnia, com esses resultados, alguns pacientes ficam angustiados com seus (possíveis) problemas de memória, sabendo que algo está errado e são incapazes de obterem uma resposta satisfatória de seus médicos. "Muitas vezes, os médicos não conseguem dizer se a perda de memória está relacionada ao envelhecimento", comenta Rabinoci, citando um exemplo.

Em outros casos, como explica o professor, "os médicos descartam [o diagnóstico] e dizem aos pacientes: 'Você está bem, é normal. Você tem 75 ou 89 anos e está deprimido. Por que não experimentar um antidepressivo?'”.

Por isso, antes de oferecer testes e a possibilidade de um diagnóstico, Rabinovici busca dialogar com o paciente e seus familiares. Nesse momento, pergunta como se sentirão, caso o teste dê positivo. O consenso é que a maioria das pessoas que recebem esses diagnósticos positivos, depois do choque inicial, não se arrependem do fato de terem testado.

Contribuindo com essa linha de pensamento, o Dr. Jason Karlawish, que investiga o Alzheimer na Universidade da Pensilvânia, desenvolveu um estudo para avaliar as respostas dos pacientes ao aprendizado de que eles tinham níveis elevados de amilóide no cérebro, ou seja, que, muito provavelmente, teriam Alzheimer. Nos casos analisados, Karlawish não se deparou com atitudes extremas.

Do contrário, muitos pacientes alegaram que estavam tomando medidas, consideradas até o momento corretas, para retardar a doença de Alzheimer. Dessa maneira, investiam em dietas e exercícios saudáveis, mesmo que nenhuma medida de estilo de vida tenha demonstrado efeito de fato.

Comparação entre o cérebro paciente diagnosticado com doença de Alzheimer (esquerda) comparado a um não (direita) (Foto: Divulgação/ Science Photo Library) Mais perguntas 

Além de lidar com o próprio diagnóstico, uma série de perguntas se levantam para os pacientes com predisposição para a doença. Seus amigos irão ficar com você? Como seria a vida quando não se é mais capaz de reconhecer sua família ou até mesmo falar? Sem respostas concretas para essas questões que aparecem, o saber é sempre mais difícil.

A boa notícia é que há uma série de investimentos em pesquisa para além do diagnóstico. Isso significa que médicos e cientistas têm se juntado para melhorar a vida dos pacientes já diagnosticados com Alzheimer. A Biogen, que é uma empresa farmacêutica, afirma ter encontrado o primeiro tratamento que pode retardar o curso da doença, caso seja iniciado cedo o suficiente. Clínicas de saúde no Brasil têm trabalhado a relação de pacientes com demência e pets robôs para aliviar, por exemplo, a solidão.

Um grupo de cientistas das universidade de Bath, Bristol, Zurique e Auckland estão no caminho de desenvolveram dispositivos eletrônicos, similares a neurônios artificiais — que, na verdade, são chips de silício, material básico da fabricação de processadores de celulares e computadores — para o tratamento da doença crônica.

Não ficou tudo bem

Mesmo assim, há uma corrente de pacientes que não têm tanta certeza de que o diagnóstico foi positivo. Karlawish comentou que um de seus pacientes disse que "agora que você me contou algo sobre o meu futuro... eu não posso desaprender isso" Ou seja, para alguns essa resposta pode desencadear uma tempestade de emoções.

Já Wallace Rueckel, um paciente da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, diagnosticado com predisposição para o Alzheimer, começou a se preocupar muito mais com o futuro. Por enquanto, ainda não quis que outras pessoas — que não fossem seus familiares — soubessem de sua doença. Isso porque "não quero que as pessoas sintam pena de mim", comenta o norte-americano.

Jay Reinstein, também da Carolina do Norte, soube que estava com a doença de Alzheimer ainda no estágio inicial, em março de 2018. Desde então, Reinstein deixou o emprego e tem procurado novas formas de viver a vida. "Eu estava entorpecido", explica sobre o momento em que recebeu o diagnóstico e ficou muito deprimido.

Mais de um ano depois de convivência com a doença, Reinstein mudou completamente sua dieta e agora se exercita. Em uma medida de precaução para o futuro, já deixou pronto seu testamento. Além disso, decidiu se juntar à Associação de Alzheimer e fazer o possível para mudar o estigma da doença, "já que não quero ser definido [por ela]."

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CT News - 10/01/2020 (Rappi deve demitir 150 pessoas no Brasil)

Jan 10, 2020

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Rappi deve demitir 150 pessoas no Brasil // Capa transforma qualquer smartphone em um dobrável // Tesla atinge valor de mercado maior do que GM e Ford juntas // Google promete 1 ano e meio de suporte ao Chrome no Win 7 // Facebook testa modo escuro para a versão web

Ouça ao podcast.

Walmart "contrata" robôs para fazer suas compras

Jan 10, 2020

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O Walmart está recorrendo a uma novidade para otimizar seu trabalho com mercadorias: robôs. O Alphabot está sendo usado em um armazém para atender pedidos de uma unidade do Walmart Supercenter em Salem, New Hampshire, nos Estados Unidos. Segundo a própria empresa, o sistema usa "carrinhos autônomos para montagem da lista de itens, refrigerados e congelados, encomendados para compras online e os entrega a um colaborador, que verifica a precisão do pedido.

Brian Roth, gerente sênior do departamento de operações digitais e automação de recebimento do Walmart nos EUA, disse em comunicado à imprensa que o Alphabot ajuda a simplificar o processo de entrega, o que "reduzirá os tempos de dispensa, aumentará a precisão e melhorará a totalidade dos mantimentos online. Além disso, eles ajudarão os colaboradores a se concentrar em serviços e vendas, enquanto a tecnologia lida com as tarefas mais comuns e repetitivas".

 

Em outras palavras, seu pedido de compras no Walmart não será totalmente montado por robôs. Colaboradores humanos ainda lidam com os produtos. Roth observa que, à medida que o Alphabot for mais utilizado, a empresa poderá usar os dados para se tornar ainda mais rápido e cumprir mais tarefas, como a substituição dos produtos.

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No caso do armazém de Salem, 30 Alphabots estão sendo utilizados, e operam com apenas 20% da capacidade, que chega a cerca de 170 pedidos por dia. Há também um sistema Alphabot "em escala reduzida" operando em um armazém no Arkansas (onde fica a sede corporativa do Walmart) e o sistema será implementado em lojas nas cidades de Mustang, Oklahoma e Burbank, Califórnia.

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SpaceX vai explodir um foguete no lançamento — e de propósito

Jan 10, 2020

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Mais um foguete da SpaceX deve explodir em pleno ar na semana que vem, mas desta vez de propósito. A companhia tem um teste programado para o sábado (18) que faz parte de exigências da NASA para permitir que a companhia privada ofereça voos tripulados à Estação Espacial Internacional (ISS) na espaçonave Crew Dragon. A SpaceX está chamando o teste de “desmontagem rápida programada”.

O experimento serve para demonstrar se o sistema de escape de emergência da Crew Dragon funciona caso haja problemas com um lançamento real. É mais um teste de abortagem de lançamento, que deveria ter ocorrido nesta semana, na verdade, mas acabou adiado para permitir “tempo adicional para o processamento da espaçonave”, segundo a NASA.

O lançamento vai acontecer no Kennedy Space Station, que fica no Cabo Canaveral, Flórida. Espera-se que, após 88 segundos, os motores SuperDraco afastem a Crew Dragon para uma distância segura, enquanto o foguete Facon 9 deve explodir em pleno ar a 31 km do local de lançamento. Os engenheiros esperam que o foguete se consuma em chamas enquanto cai no oceano. Caso contrário, pode ser que o impacto com a água cause uma explosão ainda maior por conta do combustível remanescente.

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Following the In-Flight Abort, NET Jan 4th, Crew Dragon will splashdown ~31km downrange from the launchpad.

The capsule will be recovered by GO Searcher and GO Navigator. The booster will not be recovered. https://t.co/ZbQh5C3B4U

— SpaceXFleet Updates (@SpaceXFleet) December 14, 2019

Posteriormente, a SpaceX pretende recuperar os detritos do foguete no oceano. Esta será a segunda vez que a empresa vai fazer um teste de desmontagem rápida, mas a primeira em que a explosão será proposital. Em novembro do ano passado, um protótipo do foguete Starship explodiu durante um teste em solo.

O teste da próxima semana será transmitido ao vivo no webcast da SpaceX. O evento está marcado para o dia 18 de janeiro, às 10h (em Brasília).

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Cuidado: mais de 1,7 mil apps com malware Coringa foram detectados na Play Store

Jan 10, 2020

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Um malware inicialmente conhecido como Bread — e posteriormente batizado de Coringa, em alusão ao caótico vilão da DC Comics — vem sendo observado de perto pela Google desde 2017. Isso porque ele vem se adaptando aos mecanismos de defesa e se multiplicando em muitas variantes, o que dificulta sua detecção. E agora, segundo a gigante de Mountain View, nada menos do que cerca de 1,7 mil apps com a praga já foram detectados e varridos da Play Store.

O lado positivo dessa notícia é que o Coringa foi barrado antes mesmo que pudesse atuar...na maioria dos casos. Mas, segundo a firma de cibersegurança CSIS Security Group, pelo menos uma série contendo o DNA do software malicioso conseguiu passar pela varredura do programa Google Play Protect, que, segundo a companhia, “verifica mais de 500 bilhões de aplicativos todos os dias, em mais de dois bilhões de dispositivos”.

Imagem: Montagem/The Next Web

O CSIS Security Group encontrou 24 utilitários com o Coringa, que geraram um total de mais de 472 mil downloads em setembro de 2019. "O grande volume parece ser a abordagem preferida para os desenvolvedores de Bread. Em momentos diferentes, vimos três ou mais variantes ativas usando abordagens diferentes ou visando diferentes operadoras. [..] Nos horários de pico da atividade, vimos até 23 aplicativos diferentes dessa família submetidos ao Google Play Protect em um dia”, relata a Google.

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Como age o Bread/Coringa?

Os malwares para Android foram projetados originalmente para executar fraudes por SMS. Mas, desde então, "abandonaram isso amplamente para cobrança WAP, após a introdução de novas políticas do Google Play que restringem o uso da permissão SEND_SMS e aumentam a cobertura do Google Play Protect", diz o Google. As versões mais recentes mudaram o campo de atuação para outro tipo de fraude de cobrança móvel, chamada “fraude de pedágio”. Com essa nova técnica, os criminosos usam aplicativos mal-intencionados para induzir as vítimas a assinar ou adquirir vários tipos de conteúdo por meio da conta do telefone celular.

Países destacados em verde são os mais afetados pelo malware (Imagem:Divulgação/CSIS Security Group)

"Ambos os métodos de cobrança fornecem a verificação do dispositivo, mas não a verificação do usuário. A operadora pode determinar que a solicitação se origina do dispositivo do usuário, mas não exige nenhuma interação do mesmo, que não possa ser automatizada”, explicam Alec Guertin e Vadim Kotov, da equipe de segurança e privacidade do Android — então, fica a dica para você ficar de olho em utilitários agindo de forma suspeita.

Para explorar a automatização da cobrança ilegal sem a necessidade de interação do usuário, os autores do malware aproveitam os cliques injetados, os analisadores de HTML personalizados e os receptores de SMS. Vale destacar que, em muitos casos, as vítimas do Coringa descobrem que a única funcionalidade que roda direito nesses falsos aplicativos é a de cobrança. Em alguns casos, os softwares eram apenas clones de outros aplicativos populares da Play Store.

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Critic's Choice Awards 2020 | Conheça os indicados à premiação do cinema e da TV

Jan 10, 2020

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Neste domingo, dia 12 de janeiro, acontece a 25ª edição do Critic's Choice Awards, premiação que reconhece grandes obras e artistas do cinema e da televisão e que pode ser um dos termômetros para medir as chances de um fime no Oscar, cuja 92° edição acontece no próximo dia 09 de fevereiro.

Neste ano, quem ganha destaque no evento é o filme O Irlandês, de Martin Scorsese, para a Netflix. O longa está na liderança das indicações com 14 no total. Atrás está Era uma Vez em... Hollywood, de Quentin Tarantino, que recebeu 12 nomeações (e foi um dos grandes vencedores do Globo de Ouro deste ano), seguido de Olhos que Condenam, com seis, e Schitt's Creek e This Is Us com cinco cada.

A atração ainda vai homenagear o ator Eddie Murphy, que está indicado a melhor ator pelo filme Meu Nome é Dolemite (também da Netflix). Ele receberá o prêmio Lifetime Achievement pelo conjunto de sua obra durante a vida. Quem também vai ganhar uma atenção especial é a atriz Kristen Bell, estrela de The Good Place, sendo homenageada com o prêmio #SeeHer, ou "a veja" na tradução literal. Já receberam esse reconhecimento as atrizes Viola Davis, Gal Gadot e Claire Foy.

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Veja a lista de indicados:

Era uma Vez em... Hollywood (Imagem: Divulgação) Melhor filme 1917 Ford vs Ferrari O Irlandês Jojo Rabbit Coringa Adoráveis Mulheres História de um Casamento Era uma Vez em... Hollywood Parasita Joias Brutas Melhor ator em filme Antonio Banderas - Dor e Glória Robert De Niro - O Irlandês Leonardo DiCaprio - Era uma Vez em... Hollywood Adam Driver - História de um Casamento Eddie Murphy - Meu Nome é Dolemite Joaquin Phoenix - Coringa Adam Sandler - Joias Brutas Melhor atriz em filme Awkwafina - A Despedida Cynthia Erivo - Harriet Scarlett Johansson - História de um Casamento Lupita Nyong'o - Nós Saoirse Ronan - Adoráveis Mulheres Charlize Theron - O Escândalo Renée Zellweger - Judy: Muito Além do Arco-Íris Melhor ator coadjuvante em filme Willem Dafoe - O Farol Tom Hanks - Um Lindo Dia na Vizinhança Anthony Hopkins - Dois Papas Al Pacino - O Irlandês Joe Pesci - O Irlandês Brad Pitt - Era uma Vez em... Hollywood História de um Casamento (Imagem: Divulgação) Melhor atriz coadjuvante em filme Laura Dern - História de um Casamento Scarlett Johansson - Jojo Rabbit Jennifer Lopez - As Golpistas Florence Pugh - Adoráveis Mulheres Margot Robbie - O Escândalo Zhao Shuzhen - A Despedida Melhor atriz ou ator jovem em filme Julia Butters - Era uma Vez em... Hollywood Roman Griffin Davis - Jojo Rabbit Noah Jupe - Honey Boy Thomasin McKenzie - Jojo Rabbit Shahadi Wright Joseph - Nós Archie Yates - Jojo Rabbit Melhor elenco O Escândalo O Irlandês Entre Facas e Segredos Adoráveis Mulheres História de um Casamento Era uma Vez em... Hollywood Parasita Parasita (Imagem: Divulgação) Filmes, Séries, Musicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Melhor diretor de filme Noah Baumbach - História de um Casamento Greta Gerwig - Adoráveis Mulheres Bong Joon Ho - Parasita Sam Mendes - 1917 Josh Safdie and Benny Safdie - Joias Brutas Martin Scorsese - O Irlandês Quentin Tarantino - Era uma Vez em... Hollywood Melhor roteiro original A Despedida – Lulu Wang Entre Facas e Segredos – Rian Johnson História de um Casamento - Noah Baumbach Era uma Vez em... Hollywood - Quentin Tarantino Parasita - Bong Joon Ho and Han Jin Won Melhor roteiro adaptado Um Lindo Dia na Vizinhança – Noah Harpster e Micah Fitzerman-Blue O Irlandês – Steven Zaillian Coringa – Todd Phillips e Scott Silver Jojo Rabbit – Taika Waititi Adoráveis Mulheres – Greta Gerwig Dois Papas – Anthony McCarten Dois Papas (Imagem: Divulgação) Melhor fotografia em filme Ford vs Ferrari – Phedon Papamichael O Irlandês – Rodrigo Prieto Coringa – Lawrence Sher O Farol – Jarin Blaschke Era uma Vez em... Hollywood – Robert Richardson 1917 – Roger Deakins Melhor direção de arte em filme Downton Abbey - O Filme – Donal Woods, Gina Cromwell O Irlandês – Bob Shaw, Regina Graves Coringa – Mark Friedberg, Kris Moran Adoráveis Mulheres – Jess Gonchor, Claire Kaufman Era uma Vez em... Hollywood – Barbara Ling, Nancy Haigh Parasita – Lee Ha Jun 1917 – Dennis Gassner, Lee Sandales Melhor edição O Irlandês – Thelma Schoonmaker Ford vs Ferrari – Andrew Buckland, Michael McCusker Era uma Vez em... Hollywood – Fred Raskin Parasita – Yang Jinmo Joias Brutas – Ronald Bronstein, Benny Safdie 1917 – Lee Smith Melhor figurino em filme Meu Nome é Dolemite – Ruth E. Carter Downton Abbey - O Filme – Anna Robbins O Irlandês – Sandy Powell, Christopher Peterson Adoráveis Mulheres – Jacqueline Durran Era uma Vez em... Hollywood – Arianne Phillips Rocketman – Julian Day Rocketman (Imagem: Divulgação) Melhor cabelo e maquiagem em filme O Escândalo Meu Nome é Dolemite O Irlandês Coringa Judy: Muito Além do Arco-Íris Era uma Vez em... Hollywood Rocketman Melhores efeitos visuais em filme 1917 Ad Astra - Rumo às Estrelas Os Aeronautas Vingadores: Ultimato Ford vs Ferrari O Irlandês O Rei Leão Melhor filme de animação Abominável Frozen 2 Como Treinar o seu Dragão 3 I Lost My Body Link Perdido Toy Story 4 Melhor filme de ação 1917 Vingadores: Ultimato Ford vs. Ferrari John Wick 3: Parabellum Homem-Aranha: Longe de Casa Melhor filme de comédia Fora de Série Meu Nome é Dolemite A Despedida Jojo Rabbit Entre Facas e Segredos Melhor filme de ficção científica ou terror Ad Astra - Rumo às Estrelas Vingadores: Ultimato Midsommar Nós Melhor filme estrangeiro Atlantique Os Miseráveis Dor e Glória Parasita Retrato de Uma Jovem em Chamas Melhor música em filme "Glasgow (No Place Like Home)" – As Loucuras de Rose "(I’m Gonna) Love Me Again" – Rocketman "I’m Standing With You" – Superação: O Milagre da Fé "Into the Unknown" – Frozen 2 "Speechless" – Aladdin "Spirit" – O Rei Leão "Stand Up" – Harriet Melhor trilha sonora em filme Michael Abels – Nós Alexandre Desplat – Adoráveis Mulheres Hildur Guðnadóttir – Coringa Randy Newman – História de um Casamento Thomas Newman – 1917 Robbie Robertson – O Irlandês The Crown (Imagem: Divulgação) Melhor Série de Drama The Crown David Makes Man Game of Thrones The Good Fight Pose Succession This Is Us Watchmen Melhor ator em série de drama David Makes ManSterling K. Brown -This Is Us Mike Colter - Evil Paul Giamatti - Billions Kit Harington - Game of Thrones Freddie Highmore - The Good Doctor Tobias Menzies - The Crown Billy Porter - Pose Jeremy Strong - Succession Melhor atriz em série de drama Christine Baranski - The Good Fight Olivia Colman - The Crown Jodie Comer - Killing Eve Nicole Kidman, Big Little Lies Regina King - Watchmen Mj Rodriguez - Pose Sarah Snook - Succession Zendaya - Euphoria Euphoria (Imagem: Divulgação) Melhor ator coadjuvante em série de drama Asante Blackk - This Is Us Billy Crudup - The Morning Show Asia Kate Dillon - Billions Peter Dinklage - Game of Thrones Justin Hartley - This Is Us Delroy Lindo - The Good Fight Tim Blake Nelson - Watchmen Melhor atriz coadjuvante em série de drama Helena Bonham Carter - The Crown Gwendoline Christie - Game of Thrones Laura Dern - Big Little Lies Audra McDonald - The Good Fight Jean Smart - Watchmen Meryl Streep - Big Little Lies Susan Kelechi Watson - This Is Us Melhor série de comédia Barry Fleabag The Marvelous Mrs. Maisel Mom One Day at a Time PEN15 Schitt's Creek Melhor ator em série de comédia Ted Danson - The Good Place Walton Goggins - The Unicorn Bill Hader - Barry Eugene Levy - Schitt’s Creek Paul Rudd - Living with Yourself Bashir Salahuddin - Sherman's Showcase Ramy Youssef - Ramy Melhor atriz em série de comédia Christina Applegate - Disque Amiga para Matar Alison Brie - GLOW Rachel Brosnahan - The Marvelous Mrs. Maisel Kirsten Dunst - On Becoming a God in Central Florida Julia Louis-Dreyfus - Veep Catherine O'Hara - Schitt’s Creek Phoebe Waller-Bridge - Fleabag Fleabag (Imagem: Divulgação) Melhor ator coadjuvante em série de comédia Andre Braugher - Brooklyn Nine-Nine Anthony Carrigan - Barry William Jackson Harper - The Good Place Daniel Levy - Schitt’s Creek Nico Santos - Superstore Andrew Scott - Fleabag Henry Winkler - Barry Melhor atriz coadjuvante em série de comédia Alex Borstein - The Marvelous Mrs. Maisel D'Arcy Carden - The Good Place Sian Clifford - Fleabag Betty Gilpin - GLOW Rita Moreno - One Day at a Time Annie Murphy - Schitt's Creek Molly Shannon - The Other Two Melhor série limitada Catch-22 Chernobyl Fosse/Verdon The Loudest Voice Inacreditável Olhos que Condenam Years and Years Melhor filme para a televisão Brexit Deadwood: The Movie El Camino: A Breaking Bad Movie Guava Island Native Son Patsy & Loretta El Camino - A Breaking Bad Movie (Imagem: Divulgação) Melhor ator em série limitada ou filme para a televisão Christopher Abbott - Catch-22 Mahershala Ali - True Detective Russell Crowe - The Loudest Voice Jared Harris - Chernobyl Jharrel Jerome - Olhos que Condenam Sam Rockwell - Fosse/Verdon Noah Wyle - The Red Line
Melhor atriz em série limitada ou filme para a televisão Kaitlyn Dever - Inacreditável Anne Hathaway - Modern Love Megan Hilty - Patsy & Loretta Joey King - The Act Jessie Mueller - Patsy & Loretta Merritt Wever - Inacreditável Michelle Williams - Fosse/Verdon Melhor ator coadjuvante para série limitada ou filme para a televisão Asante Blackk - Olhos que Condenam George Clooney - Catch-22 John Leguizamo - Olhos que Condenam Dev Patel - Modern Love Jesse Plemons - El Camino: A Breaking Bad Movie Stellan Skarsgård - Chernobyl Russell Tovey - Years and Years Melhor atriz coadjuvante para série limitada ou filme para a televisão Patricia Arquette - The Act Marsha Stephanie Blake - Olhos que Condenam Toni Collette - Inacreditável Niecy Nash - Olhos que Condenam Margaret Qualley - Fosse/Verdon Emma Thompson - Years and Years Emily Watson - Chernobyl Years and Years (Imagem: Divulgação) Melhor série animada Big Mouth BoJack Horseman The Dark Crystal: Age of Resistance She-Ra e as Princesas do Poder Os Simpsons Undone Melhor talk show Desus & Mero Full Frontal with Samantha Bee The Kelly CLarkson Show Last Week Tonight with John Oliver The Late Late Show with James Corden Late Night with Seth Meyers Melhor especial de comédia Amy Schumer: Growing Jenny Slate: Stage Fright Live in Front of a Studio Audience: Norman Lear's All in the Family and The Jeffersons Ramy Youssef: Feelings Seth Meyers: Lobby Baby Trevor Noah: Son of Patricia Wanda Sykes: Not Normal

O Critic's Choice Awards acontece neste domingo, dia 12 de janeiro, com transmissão na TNT.

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Facebook planeja lançar concorrente do TikTok na Índia ainda este ano

Jan 10, 2020

Description:

O TikTok é um dos apps mais populares da atualidade, principalmente, entre os mais jovens na Índia. Por conta disso, o Facebook já está de olho neste mercado. A companhia de Mark Zuckerberg já tem um concorrente anunciado, o Lasso, ainda sem data de lançamento na Ásia. Contudo, agora, o site Entrackr disse ter falado com duas pessoas próximas ao projeto as quais confirmaram que o cronograma de lançamento é para o meio de 2020.

Um dos entrevistados, que não quis ser identificado, disse que o projeto é para o primeiro trimestre deste ano, o qual se inicia em abril. Já a outra fonte, também anônima, disse que a proposta é para lançamento em maio.

Segundo o site o serviço já foi lançado nos Estados Unidos em 2018 e chegou a mercados emergentes. Aqui, no Brasil, ele também já está disponível há dois anos.

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A proposta é como seu rival: permitir que usuários publiquem pequenos vídeos, mais bem produzidos, e tenham acesso a milhões de produções em rede social.

De acordo com os entrevistados, um time em Cingapura está trabalhando no lançamento desde outubro do ano passado. O motivo da demora é que eles estão mapeando aspectos locais que podem garantir maior sucesso do programa na região.

Além disso, a gigante está trabalhando para tirar influenciadores do TikTok, não só com seu novo app, mas também em suas redes sociais. Aqui no Brasil, a empresa lançou uma nova ferramenta para o Instagram que permite gravar vídeos maiores, com até 15 segundos e música de fundo.

Segundo dados da Google Play Store, o TikTok já tem mais de um bilhão de downloads mundialmente.

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GOODEV: como usar o aplicativo que amplifica o volume do celular

Jan 10, 2020

Description:

Se você já tentou ouvir uma música ou assistir a um vídeo em um volume mais alto, mas o máximo que seu smartphone atingiu não foi suficiente, existe um aplicativo que pode ajudar: o GOODEV. Disponível apenas para celulares Android, ele permite amplificar consideravelmente o volume de seu alto-falante.

Vale ressaltar que tal mudança pode causar danos permanentes no smartphone e distorcer um pouco o áudio em algumas ocasiões. Além disso, não é recomendável usar o aplicativo com o celular próximo de seu ouvido ou usando fones, uma vez que a prática pode prejudicar permanentemente sua audição.

Acesse as melhores ofertas de áudio no Canaltech Ofertas GOODEV: como usar

O GOODEV pode ser instalado e usado facilmente. Siga o passo a passo:

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Passo 1: instale o GOODEV em seu smartphone Android. Após a instalação, você já conseguirá amplificar o volume de seu alto-falante em até 60%. Para escolher o quanto ele será aumentado, basta deslizar a barra de volume.

GOODEV: aplicativo permite aumentar o volume do celular (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2: para acessar as configurações do GOODEV, pressione o ícone de engrenagem, localizado no canto superior direito da tela do app.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 3: nas configurações do GOODEV é possível escolher se o app será inicializado com o sistema, bem como selecionar as opções “Mostrar controle de volume”, “Aumento não uniforme” (que modera os impulsos de baixa e alta frequência) e também controlar a amplificação máxima permitida.

Configurações do GOODEV (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4: caso queira desativar a amplificação de volume do GOODEV, basta acessá-lo na central de notificações de seu dispositivo e tocar em “Parar App”. Pronto!

Para parar o GOODEV, basta acessá-lo na central de notificações (Captura de tela: Ariane Velasco)

Você acha útil esse tipo de aplicativo? Já precisou amplificar o volume do seu celular alguma vez? Compartilhe sua opinião através dos comentários abaixo.

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Esses são os melhores filtros de quiz do Instagram para seus Stories

Jan 10, 2020

Description:

A mais nova onda da internet é fazer stories com os filtros de quiz. Claro que a ideia inicial do Instagram já foi reformulada organicamente pelos usuários, e agora essa função serve para mostrar, por exemplo, que legenda do programa Casos de Família você é. Ou que personagem dos Simpsons mais combina com você. Ou que tipo de gato você representa.

As possibilidades são infinitas. E, claro, que o brasileiro já criou alguns dos melhores filtros disponíveis, como o já citado com legendas do programas Casos de Família.

Usar esses filtros é muito fácil: basta selecionar o que você quer e começar a gravar um vídeo de Story. Uma espécie de “roda a roda” vai aparecer, e só vai parar quando você toca novamente na tela, próximo ao seu rosto. Aí todo mundo vai ver a sua reação quando ver o que deu.

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A dificuldade está em encontrar esses filtros. Não existe um catálogo simples. Os melhores jeitos são esperar que um deles apareça no Story de alguém que você está acompanhando ou procurar pelo perfil criador e ver a lista de filtros que ele criou, entrando na página dele e tocando no emoji feliz (imagem abaixo). Mas tem que entrar pelo app do Instagram, não tem como fazer isso via desktop.

É usando esse segundo esquema que vamos te ajudar com a lista abaixo: basta procurar o perfil e buscar o filtro desejado. Assim, você já começa com os mais legais disponíveis em português do Brasil. Use e abuse nos seus Stories e divirta-se.

De @gutierreoficial

O legal é que em um só perfil já dá para achar um monte de filtros legais. O @guitierreoficial tem filtro com legendas do programas Casos de Família, que tipo de pessoa você é no rolê e um “hoje eu só quero”.

Filtros de @gutierreoficial (Imagem: Reprodução/Instagram) De @nathaliardiniz

Também podemos destacar três: “frase do dia” e duas que talvez gerem mais engajamento, “1 palavra 1 música” e “qual seu favorito”. Nesses últimos, dá para fazer vários Stories de uma só vez com várias respostas.

Filtros de @nataliardiniz (Imagem: Reprodução/Instagram) De @felipezimmermann

Mais um no esquema de quiz de verdade: “se eu fosse...” também dá pra ocupar um bom tempo do seu dia em Stories intermináveis para seus seguidores te conhecerem melhor.

Filtro de @felipezimmermann (Imagem: Reprodução/Instagram) De @elipersil

São dois: “qual comida você seria” e um que certamente vai bombar, “qual RBD você seria”.

Filtros de @elipersil (Imagem: Reprodução/Instagram) De @kevinsttorm

Esse é em inglês, mas vale a pena: que princesa Disney você seria? Para gravar e mostrar sua reação de total felicidade ou imenso desprezo quando chegar o resultado. Também tem o personagem que você seria em Meninas Superpoderosas.

Filtros de @kevinsttorm (Imagem: Reprodução/Instagram) De @danielbetancourt, @lithedevil e @bojackhiddenjokes

Descubra com que animal você se parece, ou, na versão mais específica, com qual gato. E também veja qual personagem de Bojack Horseman, que tem muitos animais antropomórficos, você é.

Filtros de @danielbetancourt, @lithedevil e @bojackhiddenjokes (Imagem: Reprodução/Instagram) De @arnopartissimo

São dois: “que casa de Hogwarts você iria” e “qual personagem da Disney”. Esse segundo é um pouco mais abrangente do que o das princesas, já que podem aparecer coadjuvantes e até vilões.

Filtros de @arnopartissimo (Imagem: Reprodução/Instagram) De @syilers

Ainda no tema Harry Potter, há um filtro que mostra qual personagem da série você é. E se der o Draco Malfoy tem que aceitar, hein!

Filtro de @syilers (Imagem: Reprodução/Instagram)

E aí, qual foi o seu preferido? Qual ficou faltando na lista? Conta pra gente logo abaixo.

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REDMI NOTE 8 | O queridinho dos brasileiros a partir de R$ 1.062

Jan 10, 2020

Description:

*IMPORTANTE: fique atento à data de publicação desta matéria, pois todos os preços e promoções estão sujeitos à disponibilidade de estoque e duração da oferta, que tem tempo limitado. Alterações de preço podem ocorrer a qualquer momento, sem prévio aviso. O preço ou valor total do produto poderá ser alterado de acordo com a localidade considerando frete e possíveis impostos interestaduais.

A Xiaomi é uma das queridinhas do fã de tecnologia brasileiro e, dentro do diversificado catálogo de smartphones que a companhia oferece, o Redmi Note 8 é um dos aparelhos mais procurados. Sucessor do também "queridinho" Note 7, o dispositivo intermediário mantém a tradição desta linha, que é oferecer a melhor relação de custo-benefício possível. E neste início de 2020, o dispositivo está com um precinho que é ideal para te ajudar a trocar de celular!

Mas nada de importar por conta própria! Os produtos da chinesa podem ser comprados aqui no Brasil mesmo por meio da Amazon.com.br, que só oferece em seu catálogo itens que já estão com estoque em território nacional. Então você paga sua compra em reais, o frete é baratinho (e muitas vezes gratuito), o produto chega rapidinho à sua casa, é possível parcelar em várias vezes no cartão, e você ainda conta com a Garantia A a Z, que o protege contra eventuais problemas envolvendo o envio ou o estado do produto recebido. O site pode ser acessado em qualquer navegador, usando qualquer tipo de dispositivo (computador, celular, tablet…).

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Sobre o Redmi Note 8

 

"O Redmi Note 8 amplia a proposta do Redmi Note 7 na questão de câmeras, portanto se você quer economizar mas ainda assim é um fã de fotografia, opte por ele para ter resultados mais interessantes", Adriano Ponte, analista de produtos do Canaltech

O Redmi Note 8 foi lançado em agosto de 2019 e mantém a tradição de entregar ótima relação custo-benefício desde o lançamento, característica da linha intermediária da Xiaomi. O dispositivo agrada a vários públicos, até mesmo usuários mais exigentes, como aquele que gosta de jogar casualmente pelo celular ou o que aprecia um bom conjunto de câmeras.

A tela é IPS LCD de 6,3 polegadas, usando resolução Full HD e, por dentro, o aparelho conta com o poder do chipset Snapdragon 665 de oito núcleos, aliado a GPU Adreno 610, bateria de 4.000 mAh (com suporte a carregamento rápido), 4 GB de memória RAM, além de 64 GB e 128 GB de armazenamento — com possibilidade de expansão a até 256 GB via cartão microSD.

Na traseira, você tem aqui uma câmera quádrupla, com os seguintes sensores: wide de 48 megapixels, ultrawide de 8 MP, macro de 2 MP e sensor de profundidade com mais 2 MP. Então você consegue tirar fotos com o smartphone que até parecem terem saído de uma câmera profissional, e ainda grava vídeos em 2160p a 30 quadros por segundo, em 1080p a 30, 60 ou 120 fps, e em 720p a 960 fps. Para selfies, a câmera única oferece 13 megapixels com HDR e gravação em 1080p a 30 fps.

Ofertas do Redmi Note 8 já no Brasil! Na cor preta, com 64 GB: a partir de R$ 1.062 Na cor preta, com 128 GB: a partir de R$ 1.279 Na cor azul, com 64 GB: a partir de R$ 1.086 Na cor azul, com 128 GB: a partir de R$ 1.399 Na cor branca, com 64 GB: a partir de R$ 1.068 Na cor branca, com 128 GB: a partir de R$ 1.369

Se quiser, você pode ver outras ofertas Xiaomi na Amazon neste link.

Quer frete grátis para qualquer lugar do Brasil e sem valor mínimo de compra?

Parece bom demais para ser verdade, mas pode acreditar, pois isso é possível: estamos falando do Amazon Prime, serviço por assinatura que, além de permitir comprar qualquer produto identificado com o selo "Prime" sem pagar nada pelo frete — e sem valor mínimo de compra —, ainda oferece uma série de outras vantagens em um verdadeiro "combo" de serviços!

Assinantes Prime recebem suas compras mais rapidamente e também ficam sabendo de ofertas relâmpago antes de todo mundo, antes que elas sejam disponibilizadas no site. E as vantagens continuam: o Amazon Prime também dá acesso a serviços de entretenimento como o Prime Video (concorrente da Netflix, com conteúdos originais e exclusivos), o Prime Music (concorrente do Spotify), Prime Reading (com muitos livros e revistas digitais) e Twitch Prime (versão premium da plataforma de streaming de games).

Ou seja: por um valor fixo mensal, você tem acesso a tudo isso e ainda tem vantagens na loja virtual! Mas agora vem uma notícia melhor ainda: os primeiros 30 dias de assinatura são gratuitos, e você pode cancelar a qualquer momento sem nenhum tipo de multa. A assinatura mensal custa R$ 9,90 após o período grátis, e se você já se apaixonar pelo serviço durante os primeiros dias de teste, pode escolher a assinatura anual de R$ 89,90 — fazendo isso, você economiza 25% em comparação com o pagamento mensal! Clique aqui e seja você também assinante do Amazon Prime!

*O Canaltech Ofertas tem como objetivo informar seus leitores e publicar as melhores ofertas encontradas no varejo brasileiro. Entretanto, não nos responsabilizamos por alterações posteriores nos preços informados, uma vez que as ofertas aqui apresentadas podem ter diferentes períodos de vigência. Recomendamos aos nossos leitores que sigam nossas publicações e participem do nosso grupo de descontos no Telegram para receber as melhores indicações de ofertas assim que elas forem publicadas.

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Falha grave na nova versão do Firefox permite invasões; atualize agora

Jan 10, 2020

Description:

Quem usa Firefox precisa atualizar o navegador o mais rápido possível. A empresa chinesa de cibersegurança Qihoo 360 encontrou na recém-lançada versão 72 uma falha nativa que abre uma brecha para invasões e controle total do computador. A vulnerabilidade é tão grave que até mesmo o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos vem pedindo para os usuários baixarem a correção liberada pela Mozilla.

A desenvolvedora do Firefox afirmou estar ciente de "ataques direcionados que abusam dessa falha", embora não ofereça detalhes sobre como isso acontece. Ela descreve o problema como “informações incorretas de pseudônimos no compilador IonMonkey JIT, que, ao definir elementos da matriz, podem levar a uma confusão de tipos”.

Imagem: Reprodução/Agência Brasil

O alerta sobre a possibilidade de usurpação remota de dispositivos vem do governo norte-americano. A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura diz que a falha pode ser explorada para "assumir o controle de um sistema afetado”.

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Terceira falha de “dia-zero” no Firefox em apenas um ano

Essa é a terceira vez que a Mozilla lança uma atualização para tapar brechas nativas no Firefox — as falhas de “dia-zero” são aquelas mais urgentes, que passaram batidas pelos testes de segurança na fase de desenvolvimento. Em junho de 2019, um problema também descrito como uma "vulnerabilidade de confusão de tipo” aparentemente visava os usuários da plataforma de criptomoedas Coinbase. O segundo bug “de fábrica” apareceu alguns dias depois e, segundo o ZDNet, foi usada por um grupo de hackers para tentar infectar a equipe da Coinbase por meio de phishing, com um e-mail contendo links para sites maliciosos.

A versão mais recente do patch é a versão 72.0.1 e já está disponível no momento. Atualize o mais rápido possível: vá para o menu canto superior direito do navegador, selecione "Ajuda" e depois "Sobre o Firefox". Isso abrirá uma janela informando sua numeração atual e, caso seu browser esteja desatualizado, o próprio navegador faz a correção automática — isso vale também para a versão corporativa ESR 68.4.1.

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Tesla desafia hackers a encontrarem vulnerabilidades em novo veículo

Jan 10, 2020

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A Tesla tem investido mais em sua segurança cibernética nos últimos anos e agora está retornando ao seu tradicional programa chamado Pwn2Own. O objetivo é desafiar os hackers a encontrar vulnerabilidades em seus carros. Em um comunicado à imprensa nesta sexta (10), a Zero Day Initiative refletiu sobre o evento do ano passado e comentou o que eles estão fazendo este ano. A competição será realizada em março em Vancouver, no Canadá.

No ano passado, a Tesla realizou essa evento também em Vancouver, organizada pela Zero Day Initiative (ZDI) da Trend Micro. Basicamente, a empresa ofereceu um Model 3 para quem conseguisse encontrar e explorar certas vulnerabilidades no sistema do veículo. Na época, uma dupla de hackers conseguiu assumir o controle do sistema e levou o carro para casa.

Esse tipo de competição de hackers permite à Tesla testar e melhorar seus sistemas de segurança, e exatamente por isso a empresa decidiu voltar ao Pwn2Own este ano e criar um evento ainda maior. Sair com um carro novinho em folha será um desafio mais difícil este ano, o que significa que as recompensas em potencial também serão maiores. A Microsoft também retorna como parceira e a VMware, como patrocinadora. No total, mais de US$ 1 milhão (o equivalente a R$ 4 milhões) em dinheiro e prêmios envolvem a competição, incluindo, é claro, o próprio novo carro da Tesla.

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"Queríamos aumentar o nível de complexidade do evento deste ano", explica a Zero Day durante o comunicado. A empresa conta que os veículos da Tesla estão equipados com várias camadas de segurança e, desta vez, existem três níveis diferentes de prêmios na categoria Automotivo. Eles correspondem a alguns dos layers de proteção de um automóvel da marca, com opções adicionais de prêmios disponíveis npara determinados casos. O desafio de hackers também inclui duas outras categorias, com prêmios em dinheiro menores.

Nos últimos cinco anos, a Tesla executou um programa de recompensas por bugs e, de acordo com fontes familiarizadas com o esforço, a empresa deu centenas de milhares de dólares em recompensas a hackers que expuseram vulnerabilidades em seus sistemas. A montadora aumentou seu pagamento máximo por bug relatado para US$ 15 mil (R$ 60 mil, aproximadamente) em 2018.

Com isso em mente, David Lau, vice-presidente de software para veículos da Tesla, comentou o seguinte: "Desenvolvemos nossos carros com os mais altos padrões de segurança em todos os aspectos, e nosso trabalho com a comunidade de pesquisa de segurança é inestimável para nós. Desde o lançamento do nosso programa de recompensas por bugs em 2014 - o primeiro a incluir um veículo conectado ao consumidor - aumentamos continuamente nossos investimentos em parcerias com pesquisadores de segurança para garantir que todos os proprietários de Tesla se beneficiem constantemente das mentes mais brilhantes da comunidade".

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Micron já programa lançamento de memórias em DDR5 para 2021

Jan 10, 2020

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A Micron, especializada no desenvolvimento de hardware para PCs, já está trabalhando em memória RAM DDR5 para o consumidor. Trata-se de um novo padrão, que pode significar uma nova etapa para computadores, principalmente no mercado gamer, para os próximos anos.

Atualmente, companhias como Intel e AMD trabalham com uma seleção de hadware compatível com DDR4. Segundo a Micron, memórias RAM no padrão DDR5 já estão em produção, mas ainda vão demorar para chegar ao mercado. A expectativa é de que estes modelos sejam vendidos ao público final somente a partir de 2021.

Ainda conforme a empresa, a expectativa é de que a mudança resulte em um aumento de 85% de desempenho para este tipo de componente. Em comparação, o DDR5 entrega mais banda de informação, além de permitir maior densidade. Enquanto o padrão atual conta com possibilidades entre 2 GB e 16 GB, o DDR5 eleva estes números para 8 GB e 64 GB.

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Além disso, outras vantagens seriam diminuição de uso de energia (melhor para otimização de baterias) e melhor resistência contra oscilação de voltagem e temperatura, além outros aperfeiçoamentos.

Configurações de memórias em DDR5 (Foto: Divulgação/Micron)

Apesar de chegar ao consumidor somente em 2021, a empresa já programa o lançamento desta memória para parques de servidores já na segunda metade de 2020.

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Versões clássicas de DOOM ganham atualização para rodar a 60fps

Jan 10, 2020

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A Bethesda atualizou as versões clássicas relançadas de Doom com um pacote de atualizações bem interessante. Além de adicionar novos recursos, como salvamento rápido, proporções de tela diferentes, seleção rápida de armas e permitir que complementos criados pela comunidade fossem instalados, os games, tanto o 1 quanto o 2, rodarão a 60 fps

Essas melhorias de desempenho são bem-vindas, mas se você já tiver preenchido os níveis originais do Doom, provavelmente estará muito mais interessado nos novos complementos que estão sendo oferecidos, como downloads gratuitos no menu principal. Sigil, uma sequência não oficial de Doom feita pelo cocriador original do jogo, John Romero, está disponível, assim como TnT: Evoution e The Plutonia Experiment. Em um post em seu blog oficial, a Bethesda diz que, em breve, procurará sugestões para incluir mais episódios criados pela comunidade no futuro.

Os relançamentos do Doom não tiveram um bom começo no ano passado, quando chegaram ao público com um frustrante requisito de login online, mas que a Bethesda foi forçada a remover rapidamente. Agora, com as inúmeras correções e o novo conteúdo incluídos no patch mais recente, parece que eles podem ter se tornado, discretamente, a maneira definitiva de jogar esses games clássicos.

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A new update for DOOM & DOOM II arrives today, including free downloadable Add-ons (featuring John Romero's SIGIL), 60 FPS, aspect ratio options, level select, and other features and performance optimizations.

Patch notes & FAQ: https://t.co/oAjVoUqcLE pic.twitter.com/EywCLmvt9X

— Bethesda (@bethesda) January 9, 2020

O novo patch estará disponível para todas as plataformas em que os jogos foram relançados, incluindo PS4, Xbox One, Nintendo Switch, Android, iOS e, é claro, PC.

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Twitter lança página voltada para pesquisas acadêmicas em sua plataforma

Jan 10, 2020

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O Twitter agora conta com uma página para pesquisadores. A proposta é dar acesso à API e dados de usuários para a realização de estudos acadêmicos. Além disso, as pessoas podem fazer requisições para pesquisas relacionadas à rede social neste mesmo site.

O setor inclui link para acesso a APIs do Twitter, detalhes sobre elas, além de ferramentas que pesquisadores podem usar para acessar, integrar e analisar dados da rede social.

"Nos últimos anos, trabalhamos com vários de vocês, da comunidade de pesquisa acadêmica. Aprendemos sobre os desafios que vocês enfrentam e como o Twitter pode dar mais suporte para seus esforços para avançar no entedimento do debate público”, diz a companhia.

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Com isso, a rede social deixa bem claro que também está buscando apoio da comunidade para melhorar as discussões dentro da plataforma. Outra preocupação da empresa está ligada às eleições de 2020 para a presidência dos Estados Unidos. O Twitter é um dos principais palanques de políticos em todo mundo na internet, mas, mesmo assim, optou por não permitir posts pagos de campanhas eleitorais.

A página também informa que a empresa se compromete a ficar mais próxima de pesquisadores já em 2020.

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Deepfake rejuvenesce DeNiro em “O Irlandês” com mais realismo que a Netflix

Jan 10, 2020

Description:

Deepfakes, apesar de todo o estigma criado pela internet entre 2019 e 2020, não são inerentemente ruins — tudo depende da forma como você aplica essa tecnologia. Um exemplo de bom uso desse recurso vem do canal iFake, no YouTube que, em apenas sete dias, conseguiu ter mais prestígio que uma das empresas de maior capital disponível no ramo do entretenimento de vídeo.

Contextualizando: a essa altura, é seguro dizer que quase todo mundo assistiu O Irlandês (e leu a nossa crítica), filme produzido pela Netflix e dirigido por Martin Scorsese, que conta com Robert DeNiro como um de seus protagonistas, certo? Bom, uma parte do longo filme conta com recursos de computação gráfica para deixar DeNiro, hoje com 76 anos, com a cara mais jovem. E conta que Netflix gastou milhões para criar esse efeito, sendo esse o maior custo para produzir o longa, cujo orçamento beirou os US$ 250 milhões.

E o iFake fez esse trabalho melhor em uma semana — segundo a internet, pelo menos.

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Em um novo vídeo em seu canal, o youtuber utilizou a ferramenta de deepfake para criar um efeito rejuvenescedor mais verossímil em DeNiro, e a internet não ficou atrás: contando com quase 600 mil visualizações até o fechamento deste texto, o vídeo publicado conta com aprovação majoritária tanto nas curtidas, como nos comentários. Veja você mesmo:

 

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Os elogios não param na opinião dos internautas, com críticos e veículos consagrados endossando a percepção: a Esquire americana disse que o vídeo é “bem melhor do que o que tentaram fazer em O Irlandês” (e dedicando um artigo inteiro sobre isso em seu site), enquanto o canal WhatCulture disse que “[o] iFake consertou o maior problema” do filme.

Alguns comentaristas chegaram a pedir que o iFake refaça todo filme e o relance, enquanto outros disseram que a mudança foi tão bem-feita que DeNiro “se parece muito com ele mesmo na época de Taxi Driver”, fazendo uma alusão a um dos filmes que revelou o ator, quando este tinha 31 anos de idade.

Milhões jogados no ralo

Já não é de hoje que empresas de entretenimento gastam milhares ou milhões de dólares em efeitos cujo resultado final deixa a desejar.

No caso de O Irlandês, o rejuvenescimento de Robert DeNiro feito pela Netflix foi adjetivado pela crítica como “tão ruim que chega a distrair” ou “uma espécie de uncanny valley do inferno” — o termo é usado justamente para definir efeitos de computador que, ainda que realistas em certo grau, causam aversão em quem os assiste.

Outro exemplo prático disso veio em Liga da Justiça: o filme que lançado em novembro de 2017 pela Warner Bros. e a DC Comics foi obrigado a usar efeitos de computação gráfica para animar digitalmente o rosto do Superman, vivido pelo ator Henry Cavill. O motivo: Cavill estava comprometido com o visual de Missão Impossível: Efeito Fallout — seu personagem tinha um corte de cabelo e bigode específicos que, contratualmente, não poderiam ser removidos. E se tem algo que o Superman não tem, convenhamos, é barba. O caso gerou memes nada agradáveis nas redes sociais.

"NÃO É ASSIM QUE QUEIXOS FUNCIONAM, WARNER" - A Internet (Imagem: Reprodução/The Telegraph)

Enquanto isso, uma tecnologia aberta, disponível gratuitamente e, aparentemente, simples de ser manuseada, vem colocando o empresariado cinematográfico de joelhos. Definitivamente, uma interessante percepção.

E agora, Hollywood?

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CES 2020 | Robosen lança robô que vira carro por meio de comandos de voz

Jan 10, 2020

Description:

A Robosen Robotics, startup de tecnologia, lançou um robô bem interessante após um programa de financiamento via Kickstarter. O brinquedo, chamado de T9, é um robozinho capaz de se transformar em um carro por meio de comandos de voz ou de um aplicativo. Segundo a fabricante ele foi pensado para estimular o interesse de uma criança em programação, robótica e inteligência artificial.

Diferente de muitos brinquedos robóticos do tipo Transformer, que exigem que o usuário altere manualmente a configuração e aparência do aparelho, o T9 é capaz de fazer isso sem que você encoste um dedo nele. Tanto que ele é reivindicado como o primeiro robô se transformar automaticamente para carro, e vice-versa, a chegar ao mercado.

Ele pode andar com duas pernas quando na forma de robô e correr com suas rodas quando na forma de veículo. Para isso, o brinquedo envolve codificação e desenvolvimento de programas, podendo ser controlado por comandos de voz ou por um aplicativo móvel feito para iOS e Android.

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Imagem: Robosen Robotics

"O T9 foi meticulosamente projetado e trabalhado com mais de três mil peças de liga de metal de alta qualidade, combinando um design industrial clássico com a mais avançada tecnologia robótica. Nossa visão era fornecer ao consumidor, jovens e idosos, uma experiência divertida final, repleta de inteligência artificial, programação e pura diversão", disse Alex Skillman, da Robosen.

O robô é animado usando três plataformas de programação - manual, visual e gráfica 3D. Os alunos que desejam aprender codificação também terão suporte por tutoriais online gratuitos. E quando você cria ou personaliza um movimento animado, ele pode ser armazenado na memória do robô, que tem espaço suficiente para que dezenas de milhares deles sejam salvos. Se você ficar sem ideias, a Robosen possui uma comunidade online para oferecer oportunidades de colaboração.

Estrutura Imagem: Robosen Robotics

O robô é construído em torno de uma estrutura de liga de alumínio, com uma concha de ABS e policarbonato. Possui 23 chips proprietários e 22 servo-motores da Robosen, que funcionam com algoritmos de IA para acionar as articulações - existem dois servos no peito, quatro em cada uma das mãos, cinco em cada perna e dois nas rodas principais. Ele mede 265 x 163 x 340 mm em forma de robô e 287 x 198 x 149 mm no modo veículo. O peso total em ambos os modos é de 1,48 kg, o que também inclui a bateria de 2.000 mAh.

Já está à venda

O Robosen T9 foi um projeto do Kickstarter que atraiu a adesão de quase 250 apoiadores no meio do ano passado. A empresa lançou a versão comercial na CES 2020 esta semana, e agora ele está à venda por US$ 499 (R$ 2.035).

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Google promete “pelo menos um ano e meio” de suporte ao Chrome no Windows 7

Jan 10, 2020

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Com o iminente fim do Windows 7, marcado para 14 de janeiro, muitos internautas que ainda não fizeram a mudança de plataforma para versões posteriores do sistema operacional da Microsoft estão se perguntando sobre os apps ainda instalados. No caso do Google, pelo menos, os usuários podem ficar tranquilos: o navegador Chrome continuará tendo suporte total da empresa por “pelo menos mais 18 meses”, segundo a própria anunciou em seu blog oficial.

Segundo dados divulgados na última quarta-feira pela Net Applications, o volume de usuários do Windows 7 fechou o ano de 2019 com 26,6% da base da Microsoft. Ainda que o atual Windows 10 seja maioria, o percentual de máquinas com o sistema defasado ainda é bem grande. E com a Microsoft eliminando o suporte de segurança dele na próxima semana a não ser que você pague — muito — pelos módulos de proteção empresarial, é seguro dizer que muitos usuários estão sob risco.

O Chrome, navegador do Google, continuará a receber suporte no Windows 7 mesmo após a Microsoft cessar as atualizações de segurança do sistema operacional

No caso do Chrome, porém, o Google assegurou um suporte continuado: "Nós vamos cobrir as empresas, mesmo que elas não tenham feito a mudança para o Windows 10. Vamos continuar com total suporte ao Chrome no Windows 7 por um mínimo de 18 meses, a partir da data de EOL [end of life, ou simplesmente ‘fim da vida’] até pelo menos 15 de julho de 2021”, disse Max Christoff, diretor de engenharia do Chrome, no blog oficial do Google Cloud.

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O consenso especializado de tecnologia é o de que você nunca, em hipótese alguma, deve permanecer em um sistema operacional defasado. Entretanto, muitos destes usuários são empresariais e, no caso de companhias mais tradicionais, elas podem nem ter a escolha de um upgrade: mesmo hoje, ainda existem corporações que demoram a adotar mudanças de software por vários motivos, indo desde burocracia interna até a ausência de um parque tecnológico capacitado para levar essa alteração de forma rápida e sem impacto.

Desta forma, o suporte continuado do Google para o Chrome coloca uma opção a mais de proteção enquanto as empresas trabalham nestas mudanças por conta própria. Até o momento, porém, Firefox, Opera e outros navegadores não se manifestaram.

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Itaú Mobile: como baixar o aplicativo e organizar sua vida financeira

Jan 10, 2020

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O banco Itaú tem um aplicativo oficial que dá acesso às contas corrente e poupança de seus cliente, além de funções extras, como contratação de seguros, previdência e gerenciamento de catões. Quer saber mais sobre os prós e contras do app Itaú Mobile? Então veja a seguir.

Banco Inter ou Nubank: qual é o melhor banco digital? Itaú Mobile: como baixar e configurar

Com interface relativamente simples, você pode se acostumar com o aplicativo depois de algumas horas de uso. Para ter acesso ao app em seu celular, é necessário ativar o iToken, código que autentica as transações realizadas e garante maior segurança ao usuário. Ele pode ser ativado em qualquer caixa eletrônico do Itaú ou através de um código enviado por SMS ao seu celular. O Itaú mobile está disponível em smartphones Android e iOS.

Além disso, o usuário consegue acessar a conta do Itaú através de sua impressão digital ou reconhecimento facial. Essas funções, no entanto, são desabilitadas automaticamente de tempos em tempos por seguranças e reativadas após a confirmação de sua senha de acesso manualmente.

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Itaú Mobile: aplicativo permite acessar vários serviços do banco (Captura de tela: Bruno Salutes) Itaú Mobile: principais funções

Logo na página inicial, o usuário pode escolher entre diversas funcionalidades. A ferramenta "Minhas finanças" pode ser utilizada para categorizar seus gastos e organizar sua vida financeira sem precisar baixar outros aplicativos, o que poupa memória em seu celular.

Além disso, você pode fazer transferências, consultar seu saldo e extrato, pagar boletos digitando o número do código de barras ou usando a câmera do celular, aplicar em investimentos, compras recargas e até comprar moedas estrangeiras.

Conheça bancos que oferecem conta digital gratuita Itaú Mobile permite pagar contas, fazer transferências e até comprar moedas estrangeiras (Captura de tela: Bruno Salutes) Itaú Mobile: aplicativo para empresas

Caso você queira usar o aplicativo do Itaú para gerenciar seu negócio, sendo uma pessoa jurídica, é possível instalar o app Itaú Empresas gratuitamente e, através dela, realizar pagamentos, transferências bancárias, investimentos, contratar crédito e, além de tudo isso, emitir boletos para que clientes possam pagar por seus serviços.

O Itaú Empresas também requer uma ativação do iToken que pode ser realizada em um caixa eletrônico de maneira simples. Baixe o aplicativo do Itaú Empresas na App Store, Google Play ou na versão para computador acessando este link.

Aplicativo do Itaú para empresas (Captura de tela: Ariane Velasco)

Você já conhecia o aplicativo do Itaú para celular? Qual função você acha essencial para qualquer app de banco? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

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Patente registrada pela Oppo mostra câmera pop-up lateral para smartphone

Jan 10, 2020

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Mantendo a sua tradição de ser uma empresa que “viaja” nas escolhas de design de seus produtos, a fabricante sino-americana OPPO registrou uma patente para uma câmera pop-up de smartphone — ejetável lateralmente.

O registro em si conta com algumas imagens de exemplo de como seria o visual de um smartphone pelo novo recurso: basicamente, o mecanismo de ejeção da câmera ficaria acoplado à unidade de lentes da traseira do aparelho, no canto superior direito.

(Imagem: Reprodução/WCCFTech)

No âmbito prático, não se pode dizer qual é a vantagem desse tipo de configuração: especialistas da indústria especulam, porém, que isso pode baratear o processo de fabricação da unidade fotográfica de um smartphone (o conjunto de câmeras traseiras e o motor com a lente pop-up ficariam na mesma unidade, algo que não é feito hoje), enquanto outros dizem que isso facilitaria a captura de selfies em modo paisagem (fotos na horizontal em ângulo aberto).

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Particularmente, isso pode trazer desvantagens também: considerando a possibilidade de que isso de fato torne mais barata a fabricação dos aparelhos em si, a câmera pop-up lateral elimina a aplicação de outras formas de design, já que a unidade completa da câmera teria que, forçadamente, ficar alinhada à direita — smartphones que trabalhem com um alinhamento central, por exemplo, já não contariam com esse recurso.

(Imagem: Reprodução/WCCFTech)

Não que a Oppo se importe: a empresa — e sua proprietária BBK Electronics — sempre foram conhecidas por empregar uma certa ousadia na apresentação visual de seus aparelhos. Ademais, é impossível dizer que isso vá virar um produto completo. É comum neste mercado que o registro de patentes sirva apenas como um mecanismo de proteção jurídica, nem sempre resultando em algo que o consumidor possa comprar.

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Capinha inteligente promete transformar qualquer smartphone em um dobrável

Jan 10, 2020

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Uma das tendências do ano passado foram smartphones com tela dobrável, exatamente para conseguir mais espaço para a multitarefa. O problema é que isso é caro, sendo que comprar um Galaxy Fold ou um Huawei Mate X pode bater a casa dos R$ 10 mil. Agora, um projeto de financiamento coletivo quer mudar esta ideia, com uma capinha de smartphone que adiciona uma tela a mais a seu aparelho.

Batizada de Castaway, a peça é um protetor para o seu aparelho, mas que acompanha uma segunda tela, também sensível ao toque. Na verdade, ele se trata quase de um outro smartphone pela quantidade de características. “A segunda tela é um poderoso tablet baseado em Chromium que permite a multi-tarefa o tempo todo”, diz a descrição do projeto.

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O Castaway tem wi-fi, bluetooth, câmeras frontal e traseira, tela touch, entrada para fone de ouvido, entrada para cartão SD, além de uma bateria própria que também pode alimentar seu smartphone.

Aparelho funciona com Android e iOS (Foto: Indiegogo)

Ele funciona com base no Chrome OS, o que permite o compartilhamento de aplicativos do seu aparelho com esta segunda tela de forma mais fácil. Junto disso, a segunda tela é destacável e continua funcionando mesmo quando as duas partes não estão unidas. Atualmente, ele é compatível tanto com modelo iOS quanto Android, com três versões em produção para aparelhos com telas próximas a 5,8 polegada, 6,3 polegas, ou 7,9 polegadas.

A ideia foi criada por Ken Mages, veterano da indústria de smartphones, e Joe Jasinki, ex-chefe da divisão de design industrial da Dell. “Também com outros dois ex-executivos da Microsoft e Intel”, conta a empresa.

O Castaway está sendo financiado pelo Indiegogo de forma coletiva e já conta com mais de 2.300 apoiadores. Uma peça é vendida por US$ 239, o que a própria página do Indiegogo transpõe para R$ 971. O produto ainda está em fase de protótipo com previsão de envio somente em maio deste ano.

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Malware Predator The Thief é atualizado e pode roubar mais dados via phishing

Jan 10, 2020

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Pesquisadores dos laboratórios Fortiguard da Fortinet descobriram o malware Predator The Thief foi "bombado" e agora pode roubar senhas e outras informações pessoais de maneira mais avançada. Identificada como 3.3.4, esta atualização foi lançada na dark web no fim de dezembro de 2019 com o objetivo de facilitar a extração de credenciais e dados privados de todos os tipos de usuários.

A nova versão do Predator The Thief inclui novos documentos fraudulentos para serem usados em ataques de phishing, como faturas falsas e novas táticas para impedir a detecção e análise de ferramentas antimalware.

Os especialistas em segurança cibernética do FortiGuard também puderam ver como a configuração do servidor de controle de software é mais complexa e detalhada do que nas versões anteriores. Além disso, para adicionar pontos às suas capacidades de ocultação, o Predator The Thief usa uma conexão criptografada.

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Para evitar o ataque desse tipo de programa malicioso, a Fortinet recomenda ter os sistemas operacionais e programas atualizados, manter as macros padrão desativadas e sempre desconfiar de e-mails com arquivos anexos inesperados.

Imagem: Fortinet

Para usuários corporativos, é preciso contar com soluções avançadas e integradas de firewall de última geração e filtragem da Web.

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Ex-contratado revela falha de segurança em transcrições do Skype com a Cortana

Jan 10, 2020

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O sistema de transcrição de áudio do Skype com a Cortana pode revelar uma falha grave de segurança da Microsoft. O The Guardian conversou com um ex-funcionário contratado em regime terceirizado para revisar traduções automáticas da plataforma, que relata práticas de falha de segurança básica ao se tratarem de informações pessoais e sensíveis de usuários.

Segundo a fonte que não quis ser identificada, ele era responsável por revisar textos traduzidos para inglês em ativações da Cortana e em ligações do Skype, da sua casa, na China. Em entrevista, o ex-funcionário relata que “não havia medidas de segurança”. Ele fazia tudo pelo próprio laptop, com acesso a gravações de usuários através de um web app do Google Chrome.

Para entrar no sistema, ele recebia um e-mail com link, usuário e senha, sem que houvesse nenhum esquema de segurança a mais. Ainda, ele era estimulado a usar mais de uma conta Microsoft com a mesma senha para facilitar o gerenciamento. Assim, ele argumenta que tinha acesso a dados sensíveis de uma rede chinesa, usado um laptop não seguro (no caso, o seu pessoal), tendo em mãos link, usuário e senha que poderia passar para qualquer outro indivíduo que quisesse.

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Também, sem monitoramento, ele relata que era possível replicar as gravações do site sem sistema de segurança. “Escutei todo tipo de conversas incomuns, incluindo o que poderia ser violência doméstica. Isso parece loucura agora, mas depois de me educar sobre segurança, lembro que eles me deram uma URL, usuários e senha por e-mail”, recorda.

O caso ainda se agrava pelo fato de que o ex-funcionário está na China, já que há o risco de o governo ter acesso a estes dados. “Morando na China, trabalhando na China, você já está comprometido com quase tudo”, critica.

O The Guardian também relembra uma matéria da Vice que já denunciava que o serviço de revisão das traduções da Cortana e Skype eram feitos por humanos, em regime de contrato terceirizado. Contudo, isso não era bem claro na época, quando o Skype somente dizia que poderia haver “análise de áudio”, sem expor que isso significava que uma pessoa estaria ouvindo a conversa.

Após estas acusações, a Microsoft disse que estava ciente dos problemas e mudou o sistema de verificação usando somente funcionários próprios para o serviço. Também informou que a revisão é feita em “escritórios seguros”, sendo que, nenhum, fica na China. A companhia informou que revisa apenas alguns fragmentos de conversas de um número muito reduzido de clientes para melhorar o sistema de transcrição. “Às vezes, integramos empresas parceiras nisso”, conta a companhia em comunicado ao The Guardian. Conforme a nota ainda, tais fragmentos tipicamente não passam de 10 segundos, sendo que os revisores não têm acesso a conversas mais longas.

Sobre informar aos usuários sobre esta revisão, a empresa disse que mudou suas diretrizes. “Atualizamos nosso comunicado de privacidade para ser mais claro sobre este serviço e, desde então, movemos as estas revisões para escritórios seguros em alguns poucos países. Vamos continuar a tomar medidas para dar mais transparência a nossos clientes e controle sobre como nós gerenciamos seus dados”, finaliza a Microsoft.

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Acabou! WhatsApp está oficialmente fora da Microsoft Store

Jan 10, 2020

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Já não é mais segredo há algum tempo que a Microsoft não dá mais suporte ao Windows Phone. Com isso, muitas empresas que ainda mantinham seus aplicativos na loja da empresa começaram a retirá-los. E foi o que aconteceu com o Facebook, que removeu o WhatsApp da Microsoft Store. O que, convenhamos, pode decretar extra-oficialmente a morte do SO.

Muito embora não tenha feito sucesso, o Windows Phone era um ótimo sistema operacional, muito leve fluido e bonito, mas justamente a falta de apps foi o que ajudou no seu fracasso. Além de deixar o suporte do SO de lado, a gigante de Redmond confirmou no mês passado que também abandonaria as atualizações para os programas relativos ao pacote Office no Windows 10 Mobile, além de avisar que o Windows Phone 8.1 também não funcionaria mais.

Agora que o Windows Phone está a menos de uma semana do fim da vida útil, o Facebook decidiu que seria o momento certo para remover o WhatsApp da loja. A mudança foi identificada pela primeira vez pelo site italiano Aggiornamentilumia, que rapidamente apontou que o mensageiro não está mais disponível na Microsoft Store.

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Imagem: MSPowerUser

Para quem tiver o aplicativo instalado, será possível usar o WhatsApp por mais cinco dias, após os quais o aplicativo deixará de funcionar no Windows Phone por completo. Se você ainda está usando o Windows Phone antigo, é altamente recomendável mudar para Android ou iOS.

Adeus, Windows Phone!

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Google Maps Timeline 2019 mostra locais que você visitou; saiba como desativar

Jan 10, 2020

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Muita gente foi surpreendida neste início de 2020 ao receber um e-mail do Google Maps Timeline com os “destaques de 2019”. Trata-se de um resumo do seu histórico de viagens e deslocamentos durante o ano passado, baseado na localização do seu smartphone, como explica a própria mensagem.

“Você recebeu este e-mail porque ativou o Histórico de Localização, uma configuração da Conta do Google que salva os lugares visitados na sua linha do tempo particular”, diz o e-mail. A opção mencionada “salva os locais que você visita com seus dispositivos, mesmo que não esteja usando um serviço específico do Google, para fornecer mapas personalizados, recomendações com base nos lugares visitados e muito mais”.

Em outras palavras, na sua conta Google está ativada uma configuração que analisa e registra todo local por onde você passa. Esse histórico é usado pelo algoritmo para, entre outras coisas, localizar o seu smartphone em caso de roubo ou furto e mantê-lo atualizado sobre o trânsito nos seus deslocamentos diários.

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Relatório do Google Maps mostra estatísticas de seus deslocamentos e locais visitados durante o ano (Captura de tela: Felipe Junqueira/Canaltech)

Além deste resumo anual, muitos usuários também recebem relatórios mensais — especialmente quem habilitou a opção de analisar estabelecimentos por onde passa. A diferença é que o resumo anual tem muito mais dados, como a distância que você percorreu durante todo o ano, quantas cidades diferentes visitou e por aí vai.

Se você não quer esse tipo de informação salva em um banco de dados da internet, até pode desligar o histórico, mas esses recursos serão afetados. Eles são ainda mais precisos se você salvar o seu local de residência e de trabalho. Mas é sempre bom lembrar que, quanto mais dados pessoais você tiver salvo na internet, mais informações um possível atacante consegue obter de você. É bom por um lado, mas, como tudo na vida, tem um risco.

Como desativar o histórico de localização do Google

No próprio e-mail enviado pelo Google há link para as configurações da sua conta tanto no começo como no final, em “gerenciar configurações” e “acessar controles de atividade”, respectivamente. Alternativamente, você pode entrar nas configurações de sua conta Google em qualquer serviço da empresa clicando na sua imagem de perfil no canto superior direito do navegador (em apps mobile a localização pode variar) e clicando em “gerenciar sua conta Google”.

Para desativar o recurso, siga os seguintes passos:

Vá nas suas configurações da conta Google. Essa opção aparece quando você clica ou toca na sua imagem de perfil em um serviço ou app da empresa; Procure no menu à esquerda (ou no deslizante, se estiver em um app mobile) a opção Dados e personalização; Desative a opção Histórico de localização. Vá até as configurações do Google para "pausar" o histórico de localização (Captura de tela: Felipe Junqueira/Canaltech)

Ao desativar, o histórico vai aparecer como "pausado", o que significa que sua localização não será mais registrada pelo Google até que ative a opção novamente. Lembrando que, ao desativar esse recurso, o Google não poderá mais informá-lo sobre o trânsito em seus deslocamentos diários e nem encontrar o seu smartphone caso o perca.

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Apple é processada por roubo e quebra de patentes usadas no Watch

Jan 10, 2020

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A Apple está sendo acusada de roubar segredos industriais implementados em sistema de monitoramento de saúde do Apple Watch. A empresa de acompanhamento de pacientes Masimo entrou com processo nos Estados Unidos contra a gigante tecnológica na última quinta-feira (9), sob a acusação de roupo de informações, além de quebra de, pelo menos, 10 patentes.

Segundo levantamento do Bloomberg, o processo é uma ação conjunta da Masimo com seu laboratório de desenvolvimento Cercacor Laboratories Inc. A Apple teria tido acesso a segredos industrias pelas mãos de Michael O’Reilly, ex-funcionáio da Masimo que depois foi contratado como vice-presidente de tecnologias para saúde da Apple.

A principal tecnologia em questão é a de monitoramento usando luz para acompanhar pacientes de forma menos invasiva. Dentre a patente, estão a de capacidade de medir níveis de oxigenação no sangue e taxa de batimento cardíaco por emissão luminosa.

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Leitor de batimentos é uma das principais ferramentas do Apple Watch (Foto: Captura/YouTube)

As companhias pedem que a Apple seja impedida de usar invenções patenteadas tanto no Apple Watch 4 quanto no Watch 5, além de devolução de informações confidenciais. Ainda, também há indenização por danos não especificados.

Em 2013, a Masimo chegou a entrar em contato com a Apple para uma colaboração. Contudo, depois disso, a gigante contratou O’Reilly, o qual teria levado informações de projetos.

Além do executivo, a Apple também chamou Marcelo Lamego para sua equipe. Ele era chefe de tecnologia da Cercacor, além de ex-pesquisador da Masimo. Na época, as duas companhias alertaram a Apple sobre a necessidade de respeitar os direitos de segredo industrial.

O Canaltech buscou contato com representantes da empresa no Brasil para esclarecimentos. Em resposta, a Apple disse que não pretende comentar o caso. 

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Xiaomi lança teaser da interface MIUI 12, que deve chegar em outubro

Jan 10, 2020

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A Xiaomi já começou a falar sobre o MIUI 12, próxima versão de sua máscara personalizada para Android. "Começou a falar" é modo de dizer, porque o que a fabricante chinesa fez foi apenas publicar uma imagem com o logotipo do sistema em sua página na Weibo, a rede social chinesa. Analistas internacionais sugerem que o MIUI 12 provavelmente incluirá novas fontes de sistema e manterá o design minimalista que vimos no MIUI 11. O teaser também mostra um efeito gradiente no dígito "12" que sugere novos tons e esquemas de cores.

O MIUI 11 foi anunciado em setembro passado e sua ROM estável global começou a ser lançada em outubro em telefones como o Redmi K20, o Redmi Note 7 Pro e o Poco F1, logo depois de revelar seu roteiro de atualização global na Índia. Por isso, é esperado que o MIUI 12 chegue no mesmo período, apesar de a empresa já ter mostrado o logo tão cedo.

É bom lembrar que o MIUI 11 trouxe o modo escuro em todo o sistema, a exibição sempre ativa aprimorada e a fonte do sistema Mi Lan Pro. Ele também veio com novas animações, papéis de parede e temas, além do pacote Mi Go Travel, para ajudá-lo a reservar bilhetes para diferentes modos de viagem.

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Imagem: Xiaomi/ Divulgação

Não há qualquer detalhe sobre o que o MIUI 12 fará, mas é possível que nas próximas semanas ou meses tenhamos novidades sobre a máscara, que faz muito sucesso mundialmente e é elogiada por sua leveza e praticidade.

Vale lembrar que o MIUI 11, a atual máscara da Xiaomi, não chegou a todos os aparelhos da marca.

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CES 2020 | Samsung apresenta TV 8K ultrafina, com apenas 15 mm de espessura

Jan 6, 2020

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A Samsung apresentou a sua nova TV 8K com tela OLED durante a Consumer Electronic Show (CES) de 2020, que já está rolando em Las Vegas. Segundo comunicado da companhia, além da alta resolução, os destaques do produto são as bordas praticamente imperceptíveis e as capacidades de conteúdos em rede.

O aparelho foi batizado como Q950TS QLED 8K TV e chega ao mercado como a “primeira a ter resolução 8K verdadeira com formato ultra fino”, aponta a Samsung. A proposta é de que o modelo seja lançado em aparelhos com tela acima de 75 polegadas.

Neste sentido, a TV vai contar com 99% da face frontal dedicada à tela, para que as bordas não tirem a imersão os usuários. Além disso, o televisor tem apenas 15 milímetros de espessura em todo display.

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Já em termos de software, a Samsung promete uma TV com mais capacidade de inteligência artificial com seu sistema chamado Tyzen. A começar, esta tecnologia será a responsável a fazer um upscaling de conteúdos em 4K para 8K, enquanto ainda há escassez de oferta em mair resolução. A TV “usa machine learning para analisar e identificar as características de cada pixel” para criar uma imagem em 8K, caso não seja a resolução nativa.

Aparelho tem bordas quase que imperceptíveis (Foto: Divulgação/Samsung)

Outra tecnologia integrada ao aparelho é o AI ScaleNET capaz de medir a largura de banda da rede de internet e otimizar a quantia necessária para apresentar um vídeo ou música ao usuário. Segundo o comunicado, a queda de consumo de internet pela metade.

Ainda, a Samsung aponta que o novo aparelho terá uma tecnologia de som que cria uma impressão de movimento de objetos através do áudio. Ou seja, caso haja alguma coisa se movendo na tela, será possível escutar esta movimentação.

Por fim, a TV também terá um sistema mais interativo com outros aparelhos e apps de casa conectada, incluindo agora o Samsung Health. O aparelho ainda pode acompanhar os hábitos do usuário e criar ambientes mais calmos ou agitados de acordo com a hora do dia.

Apesar de ter apresentado a nova tecnologia, a Samsung ainda não revelou data para que a linha chegue ao mercado. Como se tratam dos modelos de 2020, a expectativa é de que sejam lançados ainda no começo deste ano.

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Como usar o HitWe, aplicativo de paquera parecido com o Tinder

Jan 6, 2020

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O HitWe é um aplicativo de encontros muito semelhante ao Tinder, uma vez que também permite que seus usuários marquem encontros após “curtir” um possível pretendente. É possível baixar o aplicativo gratuitamente, tanto pela App Store quanto pela Google Play.

Um diferencial importante em relação aos demais aplicativos de paquera é que o HitWe permite acessar um chat com outra pessoa mesmo sem dar “match” antes.

Confira, a seguir, como usar o HitWe

Passo 1. Baixe o aplicativo através da App Store ou Google Play.

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HitWe: aplicativo de paquera não requer "match" (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2. Pressione “Inscrever-se” para criar sua conta no HitWe ou selecione a opção “Entrar com Facebook”.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 3. A página inicial do HitWe será exibida. Pressione “X” para rejeitar uma pessoa, o ícone de coração para curtir ou o ícone de mensagem para iniciar uma conversa.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 4. Caso você escolha iniciar uma conversa, pode pressionar a opção “Enviar Olá” ou “Enviar uma etiqueta” para mandar um sticker.

Você pode iniciar um chat no HitWe sem ter feito "match" com alguém (Captura de tela: Ariane Velasco) Menu e configurações do HitWe

Pressionando o ícone localizado no canto superior esquerdo da tela, você terá acesso ao menu do HitWe.

Passo 1. Em “Simpatia”, você será direcionado para a página inicial do HitWe, onde o aplicativo exibirá pessoas aleatórias. Já, em Mensagens, você pode ver todas as conversas em sua caixa de entrada.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 2. Em “Contactos”, é possível ver as pessoas que foram adicionadas como contato em seu perfil. Já, selecionando “Alertas”, você pode ver os perfis que lhe visitaram, curtiram, os que você curtiu e os que têm gostos parecidos com os seus.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 3. Em “Feed”, você pode usar o HitWe rolando a tela, assim como em aplicativos como o Facebook.

O HitWe também possui um "Feed" semelhante ao do Facebook (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4. Selecionando “Pessoas por perto”, você pode ativar sua localização para encontrar usuários do HitWe que estejam pelos arredores.

Encontre pessoas nas proximidades com o HitWe (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 5. A opção “Utilizadores populares” mostra as pessoas mais famosas do HitWe, com mais curtidas e atividade no app. Já, acessando as Configurações, você pode suspender suas notificações, alterar o idioma, suas preferências de pesquisa, adicionar ou remover usuários de sua lista negra e contatar a equipe de apoio do HitWe.

Captura de tela: Ariane Velasco

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Como jogar o game "Futebol do Vencedor" - uma interessante alternativa ao FIFA

Jan 5, 2020

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O game Futebol do Vencedor (também conhecido como Winner’s Soccer Evo), oferece uma experiência de jogo similar ao da popular série FIFA, da EA Sports. Com cerca de 32 seleções mundiais disponíveis e gráficos realistas, ele pode ser baixado por smartphones Android e, o melhor: totalmente de graça.

Confira, a seguir, como baixar e jogar o Futebol do Vencedor

Passo 1. Acesse a App Store ou Google Play diretamente de seu dispositivo móvel. O aplicativo ocupa 38MB de espaço e é recomendado para smartphones com Android 4.1 ou superior.

Futebol do Vencedor (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2. Uma vez que você tenha feito o download do Futebol do Vencedor, abra o app e toque na tela. Feito isso, você será direcionado para uma janela onde deve selecionar “Iniciar o jogo”. Nela, você também encontrará o menu “Opções”, “Informações do jogo” e também “Sair do jogo”.

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Futebol do Vencedor (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3. Escolha um dos modos disponíveis no Futebol do Vencedor. São eles:

“Exibição”; “Copa”; “Treinamento”; “Galeria”; “Atividade Global”.

Para jogar a partida diretamente, escolha “Exibição”, uma vez que os outros modos envolverão atividades diversas.
Mas se você quer participar de um torneio completo no Futebol do Vencedor, o modo ideal a ser escolhido é o “Copa”, onde a taça é entregue para a seleção que se sair melhor durante o campeonato.

Futebol do Vencedor: jogo oferece várias modalidades (Captura de tela: Ariane Velasco)

Em “Treinamento”, você será levado diretamente para o CT de seu time. Escolha essa modalidade caso queira melhorar suas técnicas no game. Já, em “Galeria”, você poderá reviver os momentos do jogo através de fotografias.
Por fim, em “Atividade Global”, é possível conectar o Futebol do Vencedor à Internet e jogar com outras pessoas ao redor do mundo.

Passo 4. Para controlar os movimentos de seu jogador no Futebol do Vencedor, direcione-o tocando no canto esquerdo da tela. Os botões do lado direito, por sua vez, servem para que o jogador execute determinadas ações, como passes, chutes, carrinhos e cruzamentos.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 5. Caso você queira melhorar suas habilidades no Futebol do Vencedor, lembre-se sempre de jogar a modalidade “Treinamento”, uma vez que ela é a única que não conta pontos e permite ao jogador ganhar prática.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 6. Se quiser substituir os jogadores em Futebol do Vencedor, selecione a opção "Configuração do time", seguida de “Substituição”; é possível também alterar o esquema tático da equipe na opção “Formação”.

Mude seu time no Futebol do Vencedor (Captura de tela: Ariane Velasco)

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WAStickerApps: baixe figurinhas para WhatsApp gratuitamente

Jan 5, 2020

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Se você gosta de enviar as tão famosas figurinhas de WhatsApp, o aplicativo Todas Figurinhas - WAStickerApps é uma ótima opção gratuita. Disponível para Android e iOS, é possível encontrar figurinhas de personagens, memes, entre outros.

Como usar o WAStickerApps

Passo 1. Instale o aplicativo na Google Play Store.

WAStickerApps: baixe figurinhas para WhatsApp de graça (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2. Autorize o acesso do WAStickerApps às suas fotos, mídia e arquivos.

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Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 3. Ao abrir o aplicativo, você terá acesso a várias figurinhas, que são divididas por categorias. Clicando no ícone localizado no canto superior esquerdo da tela, você pode ter acesso ao menu com todas elas.

Figurinhas do WAStickerApps são separadas por categorias (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4. No menu, selecione a categoria desejada. Depois, selecione o pack desejado e clique na seta de download.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 5. Feito o download, clique no símbolo de “+”, que deve estar localizado no mesmo lugar onde a seta de download estava. Depois, clique em “Adicionar ao WhatsApp”. Pronto!

Captura de tela: Ariane Velasco Como criar suas figurinhas para WhatsApp

Você também pode criar suas próprias figurinhas no WAStickerApps seguindo o tutorial a seguir:

Passo 1. Na tela inicial do aplicativo, pressione o ícone de pincel, no canto superior direito da tela.

Crie suas próprias figurinhas com o WAStickerApps (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2. Selecione o botão “+”, no centro da tela.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 3. Selecione a opção “Câmera” para tirar uma foto na hora ou “Gallery” para selecionar uma foto da galeria.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 4. Escolhida a foto, você pode cortá-la da maneira que preferir.

Edite suas figurinhas com o WAStickerApps (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 5. O WAStickerApps também permite remover o fundo da foto, recortar ao redor de alguém, usar o pincel, adicionar texto, emoji, entre outras funções. Depois de editar sua figurinha no WAStickerApps, pressione o ícone de disquete, no canto inferior direito da tela. Feito isso, selecione “Adicionar ao WhatsApp”. Você deve ter editado pelo menos três figurinhas para poder adicioná-las.

Captura de tela: Ariane Velasco

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Confira alguns dos melhores jogos em mundo aberto offline

Jan 5, 2020

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Os games de mundo aberto, populares principalmente online, também podem ser jogados sem conexão à Internet, embora, é claro, não sejam todos. Disponíveis em títulos cheios de suspense a aventuras, eles estão disponíveis em PCs, smartphones e videogames.

Confira uma lista de jogos de mundo aberto offline Jogos de mundo aberto offline: The Witcher 3: Wild Hunt

Com a estreia da série The Witcher na Netflix, o jogo tem despertado o interesse de um número ainda maior de pessoas. Baseado nos livros de Andrzej Sapkowski, o terceiro título da saga apresenta um jogo em mundo aberto que pode ser aproveitado também offline e insere o jogador em batalhas, caminhadas e tudo o que um game do gênero pode oferecer.
Ele está disponível para PS4, Xbox One e PC.

The Witcher 3: jogo em mundo aberto pode ser jogado offline (Imagem: Divulgação/Nintendo) Jogos de mundo aberto offline: Red Dead Redemption

Red Dead Redemption ficou muito famoso em 2010, se tornando um dos melhores títulos do gênero mundo aberto. O cenário do Velho Oeste explorado pelo personagem principal é cheio de aventuras, segredos e, sem dúvida, garante muitas horas de diversão. E, claro, o título ganhou uma continuação em 2018.

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Para quem quer se familiarizar com este mundo - pagando menos - o jogo está disponível para PS4 e Xbox One.

Red Dead Redemption (Imagem: Divulgação) Jogos de mundo aberto offline: Don’t Starve: Shipwrecked

Esse jogo de mundo aberto offline está disponível para smartphones Android (R$15,99) e iOS (R$18,90). Nele, além de se aventurar por terras desconhecidas em uma ilha deserta, você deve administrar corretamente todos os recursos para não morrer de fome enquanto não é resgatado.

Don’t Starve: Shipwrecked (Imagem: Divulgação) Jogos de mundo aberto offline: Oddworld: Stranger’s Wrath

Com bons gráficos e versões para Android e iOS, esse jogo de mundo aberto foi lançado primeiro para o Xbox (em 2005). Nele, o jogador é Stranger, um caçador de recompensas que tem como missão capturar o maior número de bandidos possível.

Oddworld: Stranger's Wrath, jogo em mundo aberto offline (Imagem: Divulgação) Jogos de mundo aberto offline: Terraria

Terraria é um dos jogos de mundo aberto mais livres do gênero. Disponível para diversas plataformas (PS4, PC, iPhone, Android e Xbox One), ele permite que o jogador explore terrenos diferentes e exerça sua criatividade construindo. No entanto, enquanto realiza todas essas atividades, ele deve enfrentar uma série de desafios.

Terraria: jogo de mundo aberto (Imagem: Reprodução) Jogos de mundo aberto offline: Horizon: Zero Dawn

Infelizmente, Horizon é um jogo de mundo aberto que, embora esteja disponível offline, só pode ser jogado no PS4. Seu enredo gira em torno de um cenário que lembra o de filmes pós-apocalípticos, onde a humanidade deve caçar para sobreviver e o jogador enfrenta uma série de desafios ao lutar por sua vida.

Horizon: Zero Dawn (Imagem: Reprodução) Jogos de mundo aberto offline: The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Franquia clássica do mundo dos games, The Legend of Zelda: Breath of the Wild está disponível para Nintendo Switch e insere o jogador em uma série de aventuras em um mundo aberto à exploração. Os gráficos do jogo chamam muita atenção, bem como a trilha sonora do título, que motiva o jogador a derrotar vilões a garantir a sobrevivência de si próprio e dos seus.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild é um mundo aberto que pode ser jogado offline (Imagem: Divulgação)

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Conheça alguns personagens brasileiros em jogos de videogames

Jan 5, 2020

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Se você, assim como a maioria dos brasileiros, costuma consumir bastante cultura pop, seja em filmes, músicas, séries ou outras produções, já se deu conta de que raramente nosso país é representado e, quando o é, as cenas costumam ser bem estereotipadas. Por isso, não é de se estranhar que tenhamos reações tão animadas quando vemos personagens brasileiros em jogos ou retratados em outras produções estrangeiras.

Nos games, existem alguns personagens que demonstram nacionalidade brasileira ou apreço por nossa cultura. Confira quais são eles logo a seguir:

Richard Meyer (Fatal Fury)

O capoeirista, cujo nome é traduzido oficialmente como Ricardo Maia, não esconde sua brasilidade. Com calças típicas do esporte e uma faixa verde, ele é dono do Pão Pão Café, um bar com temática totalmente brasileira.

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Richard Meyer, personagem brasileiro (Imagem: Reprodução) Eddy Gordo (Tekken)

Eddy também é um capoeirista e veste roupas verdes e amarelas. Para capturar seus movimentos, a desenvolvedora do jogo, Namco, contratou Mestre Marcelo, um nome muito reverenciado na capoeira.
No filme inspirado no jogo, Eddy foi interpretado por Lateef Crowder.

Eddy Gordo, mais um dos personagens brasileiros nos jogos (Imagem: Reprodução) Christie Monteiro (Tekken)

Tekken não possui somente um, mas dois personagens brasileiros. Christie substituiu Eddie no quarto jogo da série e, embora sua nacionalidade não seja 100% confirmada, existem jogadores que a afirmam sem hesitar.

No filme, a lutadora foi interpretada por Kelly Overton.

Christie Monteiro, personagem brasileira com traços e sotaque estadunidense (Imagem: Reprodução) Blanka (Street Fighter)

O popular game Street Fighter conta com Jimmy Blanka, personagem brasileiro no jogo que sobreviveu a um acidente aéreo no Amazonas e acabou sendo criado por animais selvagens. Existe, é claro, o estereótipo selvagem que é atribuído ao Brasil na criação do personagem, o que levou Yoshi Ono (produtor da Capcom) a se desculpar, em 2008.

Blanka, personagem brasileiro traz as cores da bandeira (Imagem: Reprodução) Khushnood Butt (Fatal Fury: Mark of the Wolves)

O nome original desse personagem brasileiro era Marco Rodriguez, mas sofreu uma alteração em sua versão estadunidense.

Embora sua nacionalidade inicial tenha se mantido no imaginário dos jogadores, a alteração que sofreu fez com que ele perdesse um pouco de sua brasilidade.

Khushnood Butt (Imagem: Reprodução) Rikuo (Darkstalkers)

Outro personagem brasileiro nos jogos é Rikuo, um homem-peixe que poderia facilmente ser uma criatura de nosso folclore. Após um terremoto destruir seu reino, ele busca por possíveis sobreviventes.

Rikuo é verde e amarelo.

Rikuo, personagem que poderia pertencer ao folclore brasileiro (Imagem: Reprodução)

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Como jogar Lemmings nas plataformas Android e iOS

Jan 5, 2020

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Os Lemmings são personagens que fizeram muito sucesso na década de 90 e, recentemente, o game dos personagens ganhou versões para iOS e Android. Nele, o objetivo do jogador é ajudá-los a percorrer espaços cheios de desafios a fim de explorar novos mundos. A versão repaginada e lançada pela Sony em 2018 traz gráficos bem coloridos, bem como tribos e itens novos em folha.

Como jogar Lemmings em sua plataforma favorita

O jogo está disponível tanto para tablets quanto para smartphones, sejam eles Android ou iOS. Para começar a jogar, siga o tutorial abaixo:

Passo 1. Baixe o jogo na App Store ou Google Play.

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Lemmings: jogo conta com mais de 1 milhão de downloads na Google Play Store (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2. Ao abrir Lemmings na plataforma escolhida, leia e aceite os termos de serviço e privacidade.

Como jogar Lemmings no seu celular (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3. O primeiro tutorial será aberto automaticamente e não é necessário criar nenhuma conta para começar a jogar. Seu objetivo consiste em impedir que as criaturinhas morram ao se aventurar, protegendo-as através de escudos, guarda-chuvas e outras ferramentas. Além disso, você deve criar meios que as permitam atravessar obstáculos para explorar os cenários do jogo.

Em qualquer plataforma, Lemmings conta com um tutorial durante suas primeiras fases (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4. Uma vez que você tenha concluído o primeiro tutorial de Lemmings, será levado para seu primeiro mundo. A partir daí, você terá missões para concluir. Pressione “Jogar” para iniciar.

Como jogar Lemmings no seu celular (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 5. No começo, você terá auxílio do próprio jogo para aprender a usar as ferramentas e abrir passagem para os Lemmings. Conforme cada tutorial for concluído, você ganhará pontos e será levado para novas missões.

Como jogar Lemmings no seu celular (Captura de tela: Ariane Velasco)

Pronto! Cada vez que você concluir todas as missões em um mundo dos Lemmings, será levado para outro com desafios diferentes.

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Crítica | Cats é um crossover com referência involuntária a The Room

Jan 5, 2020

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Em 2003, o cinema sofreu um golpe violento. Tommy Wiseau lançou o filme que, anos depois, viria a ser cultuado e exibido ao redor do planeta como um dos piores filmes já realizados em toda a história. E não é para menos: com a direção aparentemente sem noção alguma e com atuações (especialmente a do protagonista – o próprio Wiseau) que, quando redescobertas, tornaram-se memes, o filme traz uma espécie de erotismo dramático. O problema é que todo o erotismo se transforma em comédia involuntária quando Johnny (Wiseau) transa com o umbigo de Lisa (Juliette Danielle) durante um tempo considerável em duas cenas introdutórias de dar pena aos mais sensíveis. Já a tentativa dramática morre nessa mesma introdução, quando Denny (Philip Haldiman) – um sujeito semiadulto – age como se fosse uma criança na cama do casal sob o olhar de uma inocência doentia do diretor.

Estranhamento e desgosto

A verdade é que, ano após ano, são lançados tantos filmes que é humanamente impossível assistir a todos. Mas, em meio às centenas de lançamentos comerciais, é quase regra que um filme chame muita atenção pelas vias erradas. Cats vai além e, como um exemplo clássico do cinema de Tom Hooper (de Os Miseráveis, 2012), procura uma grandeza imagética que corrompe o roteiro do próprio filme. Não é só: se essa grandeza pudesse, de alguma forma, ser justificada pela consciência estética de Hooper (que é praticamente inexistente), o filme conseguiria pelo menos enganar ou ser algo somente ruim.

Não basta, por sinal, que essa adaptação da obra para a Broadway de Andrew Lloyd Weber (musical que já é adaptado, inclusive, por ser inspirado em um livro de poemas de T.S. Elliot) seja mais compreensível que a sua versão teatral. A questão é que, enquanto, no teatro, existe uma relevância muito mais evidente para o momento em si – uma espécie de aura em cada apresentação (por seu caráter invariavelmente único) –, no cinema, o momento é facilmente esfacelado quando o todo é sofrível. Desse modo, por mais que os números musicais sejam alavancados por um elenco excepcional de bailarinos – com destaque para a leveza da protagonista Victoria (Francesca Hayward) –, pode haver sempre um misto de estranhamento e desgosto.

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A leveza da dança de Victoria (Francesca Hayward). (Imagem: Universal Studios) Um mergulho na alma

Talvez, essa percepção mais dolorida se dê por motivos que vão além da maquiagem que parece se misturar em dégradé com a computação gráfica. Há uma falta de tato em Hooper que beira a incapacidade para a função. Pode ser interessante perceber, nesse sentido, como Rebel Wilson (a Jennyanydots), que é naturalmente engraçada, esforça-se para lidar com um texto que utiliza as piadas gordofóbicas mais banais. Se existe graça em suas cenas, deve ficar muito claro que se deve inteiramente à própria Wilson, já que roteiro (de Lee Hall – de Rocketman – e também com dedo de Hooper) e direção – aliados de uma montagem (de Melanie Oliver – de Maria Madalena) que parece não ter noção de ritmo para piadas – afogam tudo em uma bobagem sem fim. Além disso, James Corden (o Bustopher Jones) age no sentido inverso da colega: sua personagem tem um carisma enorme e uma caracterização até eficiente – com a pelagem imitando um smoking, fazendo-o permanecer em traje de gala –, mas Corden pode parecer preso a um todo bem embaraçoso.

O esforço de Rebel Wilson como Jennyanydots... (Imagem: Universal Studios)

Wilson e Corden, aliás, não são os únicos que sofrem sob a batuta de Hooper: Jennifer Hudson – que, além de excelente atriz, é uma cantora que sabe usar a voz como poucas no cinema – cede à canção Memory (provavelmente a mais conhecida do musical) uma interpretação que em muito lembra I Dreamed a Dream, aquela que deu o Oscar à Anne Hathaway por Os Miseráveis. É bonito de se ver e é expressivamente intenso... mas é como se Hooper quisesse forçar a barra para o público chorar e não tivesse repertório técnico para isso. São, na prática, movimentos de câmera com intenções semelhantes àquelas de 2012. No final das contas, a música de Weber e o talento de Hudson são muito maiores que o trabalho do diretor. Isso não seria ruim, claro, se Hooper entendesse tudo a ponto de não explorar o seu material de um jeito tão ganancioso. Ao conduzir sua unidade estética para um completo mergulho suicida na alma da pobre Grizabella (Hudson), ele assina a fragilidade da sua direção.

Jennifer Hudson: maior que o filme. (Imagem: Universal Studios) Que a história seja feita

Assim como The Room, Cats tem uma estrutura tão amadora que, após uma hora de filme assistindo a quase que somente os números musicais de apresentação dos gatos e suas personalidades tão diferentes, esquece-se até de contextualizar o título Jellicle que aquela trupe de gatos detém. Hall e Hooper importam-se tanto com a individualidade dos felinos que deslembram o próprio filme, a própria unidade necessária. Claro que talvez seja compreensível que se trata de gatos angelicais, o que não justifica as feições e os corpos perturbadoramente humanos – algo que, devido à dita aura do momento, não faz o teatro sofrer, mas não existem situações que domestiquem essa abordagem a ponto de ela ser clara. É tudo solto, muito solto, e não de uma maneira saudável ou com o intuito de fazer pensar. Hooper, enfim, é um Wiseau sem a inocência doentia e que tem mais conhecimento. O problema é que nem sempre conhecimento resulta em competência.

Ainda assim, Cats é válido pelo crossover de videoclipe de Taylor Swift, X-Men, Padre do Balão e vídeo de YouTube sobre criar gatos. Swift (que interpreta Bombalurina) surge como exatamente uma diva pop, para emplacar a canção original Beautiful Ghosts (e logo desaparece); Idris Elba é um vilão com poderes semelhantes ao do Noturno, mas muito menos consistente em suas ações; Grizabella é destinada a um prêmio que mais parece uma metáfora sobre eutanásia – o que seria inteiramente irresponsável por ter a chance de ser lido como limpeza social; e Judi Dench (a Velha Deuteronomy), poderosa como sempre, quebra a quarta parede em um final satisfatório para quem tem a companhia de um ou mais bichanos (como eu) e, por ser tão raso quanto um porta-copo, constrangedor ao mesmo tempo.

Judi Dench em seu papel mais constrangedor. (Imagem: Universal Studios)

Resta saber se esse novo golpe violento sofrido pelo cinema será cultuado e exibido ao redor do planeta como seu irmão 16 anos mais velho. Não tenho certeza se há motivos para essa permanência. Talvez seja melhor colocar em um balão e deixar voar para longe. Se, no futuro, alguém encontrar... que a história seja feita.

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Os lançamentos da Netflix em janeiro de 2020 7 cenas de sexo mais quentes das séries originais da Netflix Universidade brasileira lança curso de graduação para operação de drones Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (28/12 a 03/01) Samsung oficializa Galaxy S10 Lite e Note 10 Lite. Confira o que cada um traz

Rumor | Nova geração de GPUs da Nvidia promete entregar 50% mais desempenho

Jan 5, 2020

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Assim como 2020 deverá ser o ano da “mudança de geração” nos consoles, rumores apontam que a Nvidia também estaria preparando uma espécie de “mudança de geração” em suas placas de vídeo. De acordo com uma reportagem do Taipei Times, a empresa estaria desenvolvendo um novo modelo de placa de vídeo chamado de Ampere, que deverá oferecer desempenho pelo menos 50% superior às melhores placas do atual modelo Turing ao mesmo tempo que cortaria pela metade o consumo de energia.

Segundo o jornal, a informação veio de dentro da Yuanta Securities Investment Consulting, uma empresa de análise de mercado de Taiwan que fornece consultoria para investidores e acionistas da Bolsa de Valores. Os rumores alegam que essa nova geração de GPUs deverá chegar ao mercado na segunda metade de 2020. Já o site Tom’s Hardware afirma que as novas GPUs deverão ser oficialmente reveladas ao público em julho, durante a SIGGRAPH 2020.

Apesar de em um primeiro momento a promessa de aumento considerável de desempenho com menor gasto energético pareça bom demais para ser verdade, ela na verdade faz bastante sentido. Isso porque já se sabe que a próxima geração de GPUs da Nvidia — sejam elas chamadas de Ampere ou de algum outro nome — utilizarão uma nova arquitetura de 7 nm para todos os seus chips. E, considerando que as atuais placas Turing usam arquitetura de 12 nm, esse é o resultado esperado dessa mudança de arquitetura, já que a grande vantagem de reduzir a litografia de um chip é justamente permitir o aumento de desempenho em processamento com o consumo de menos energia.

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A data para lançamento também faz sentido, já que historicamente a empresa costuma apresentar novidades sobre placas de vídeo de alta performance em julho, que também foi quando ela revelou a existência das atuais placas Turing. E, considerando que a AMD também prometeu lançar uma nova placa de vídeo Navi que promete “varrer o chão” com qualquer coisa da Nvidia em meados de julho de 2020, a data pode ser um bom momento para a Nvidia mostrar sua nova tecnologia e que ainda está na vanguarda do mercado de GPUs.

Por enquanto, tudo isso não passam de rumores, mas, se eles forem reais, certamente teremos muito mais vazamentos de informações sobre as novas placas Ampere nos próximos meses.

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Games | Confira os lançamentos da semana (06/01 a 12/01)

Jan 5, 2020

Description:

O ano começou e, com isso, o mercado de games já começa a acelerar. Antes de a sequência de grandes lançamentos ser iniciada, já na próxima semana, vamos retornando às atividades normais com o retorno de algumas propostas já conhecidas, mas em uma nova plataforma, e a presença de astros do esporte.

A primeira semana completa de janeiro traz o mundo gelado da expansão Iceborne para a versão PC de Monster Hunter World. Lançado em 2019 para consoles, o DLC traz novas criaturas, recursos, armas e itens para os jogadores seguirem adiante na caçada, bem como muita neve e gelo em um incremento considerável, que adiciona novas linhas de história e algumas dezenas de horas a um jogo já notoriamente cheio de possibilidades.

 

Enquanto isso, é hora de Rafael Nadal, Angelique Kerber e outros astros das quadras tomarem o centro do palco em AO Tennis 2. Sequência do game reconhecido como surpresa no Android, este é o título oficial do Australian Open de tênis, o que significa que arenas, atletas e demais características da competição oficial estarão presentes em um game que chega a todas as plataformas, desta vez deixando o passado mobile de lado para focar no PC e consoles.

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Confira a agenda de lançamentos de games da semana, lembrando sempre que disponibilidades regionais são de responsabilidade dos distribuidores, que podem alterar datas sem aviso prévio:

6 de janeiro

 

Blackmoor 2 (Switch) Ultimate Racing 2D (Switch) 9 de janeiro

 

Monster Hunter World: Iceborne (PC) AO Tennis 2 (PC, PS4, Xbox One, Switch) 10 de janeiro

 

Technosphere (Switch) Aborigenus (Switch)

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A Capa da Invisibilidade de Harry Potter pode virar realidade graças à ciência

Jan 4, 2020

Description:

Histórias de fantasia prendem a nossa atenção justamente pelos artifícios que estão além da nossa realidade, mas que seriam muito interessantes se existissem. É o caso de Harry Potter, por exemplo, que fez com que toda uma legião de fãs imaginasse como seria ter poderes mágicos, ir a uma escola para aprender feitiços, voar em vassouras, e coisas do tipo. Quem nunca pensou em como seria legal soltar um Wingardium Leviosa, que atire a primeira pedra. No entanto, além de todo esse universo cheio de magia e da infinidade de feitiços, os itens mágicos presentes nas histórias também têm uma participação muito especial nisso tudo. Fala a verdade, vai: um vira-tempo com certeza resolveria as nossas vidas. Mas o que você pode não saber, é que alguns desses itens fictícios podem se tornar uma realidade graças à tecnologia, e um deles em especial tem atraído a concentração de cientistas para que faça parte das nossas vidas de uma vez por todas: estamos falando da capa da invisibilidade.

Para você que não é tão entrosado assim nas histórias do bruxinho (ou até tenha lido os livros e visto os filmes, mas mesmo assim não se lembra muito), Harry ganhou a capa em seu primeiro Natal na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, em Harry Potter e a Pedra Filosofal. No entanto, a história desse item é muito mais antiga que isso. Em O Conto dos Três Irmãos, de Os Contos de Beedle, o Bardo - um livro fictício que faz parte da cultura bruxa em Harry Potter -, a capa da invisibilidade é descrita como uma das três relíquias da morte, junto com a pedra da ressurreição e a varinha das varinhas.

Segundo essa lenda, três irmãos se depararam com a própria Morte depois de escapar com êxito de uma travessia perigosa em um rio. A Morte fingiu cumprimentar os irmãos por sua magia e disse que cada um ganharia um prêmio por ter sido inteligente o bastante para lhe escapar, mas, com a exceção da capa da invisibilidade - que foi dada ao terceiro irmão e fez com que ele se escondesse da Morte -, os itens só trouxeram desgraças. Daí que vieram as Relíquias da Morte, artefatos que fazem uma participação muito importante no último volume da saga.

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E a capa ajudou bastante o Harry durante as suas aventuras. Apesar de superior a qualquer outro manto em termos de durabilidade e longevidade, ela foi incapaz de esconder o bruxo em várias ocasiões, e o protegeu de certos métodos de detecção mágica, como o Olho mágico de Alastor Moody, o Mapa do Maroto e o Feitiço de Revelação da Presença Humana. Também foi incapaz de esconder Harry de criaturas capazes de sentir a localização por outros métodos que não a visão, como Dementadores e Nagini. No entanto, a capa da invisibilidade tinha a limitação de apenas esconder o que era grande o suficiente para cobrir - ela não crescia com o(s) usuário(s), e se qualquer parte deles acidentalmente passasse pelos limites da capa, essa parte arriscaria expor sua presença para qualquer pessoa próxima. Assim, à medida que o trio se tornava mais alto, eles muitas vezes tinham que se inclinar mais para serem completamente cobertos pelo artefato.

Mas você já deve estar se perguntando: “e onde é que está a ciência nisso tudo?”. Acontece que, ao longo dos anos, vários cientistas se inspiraram nessa capa da invisibilidade de Harry Potter buscando tornar esse artefato uma realidade — e é isso o que você descobre nas linhas abaixo.

Quantum Stealth

 

O caso mais recente é de setembro de 2019: a empresa canadense Hyperstealth desenvolveu o Quantum Stealth, que é constituído por um material fino igual a um papel, e não necessita de qualquer fonte de energia para funcionar. A companhia trabalha com organizações militares desde 2010 para desenvolver o projeto. Certo, justiça seja feita: esse produto não funciona exatamente igual à capa que os bruxos de Hogwarts conhecem, mas ainda assim a técnica é válida. Basicamente, o Quantum Stealth utiliza lentes lenticulares (aquelas que são utilizadas por pessoas míopes) para encobrir e esconder o que está por trás dele, a mesma tecnologia usada em imagens que parecem 3D dependendo do ângulo em que são vistas.

Na prática, o material utilizado para o Quantum Stealth “dobra” a luz. Em outras palavras, apenas objetos que estão muito longe ou muito perto poderão ser vistos. Portanto, se um objeto ou uma pessoa se posiciona atrás desse protótipo a uma determinada distância, se tornará invisível, e apenas o que estiver ao seu redor permanecerá sendo visto. Vale lembrar que o material que constitui esse produto é capaz de dobrar luz desde o ultravioleta em nível médio até o início da coloração infravermelha. Entretanto, a invenção não apaga ou esconde o fundo aparente, então assim: se alguém está atrás da “capa” e outra pessoa está olhando de frente, vai enxergar apenas o fundo, como se a pessoa que está escondida realmente não estivesse presente ali no local.

O segredo dessa “mágica” tem nome: Lei de Snell, que diz que o raio de luz, ao desviar e passar para um meio com um índice de refração diferente do qual estava acostumado, sofre alterações e acaba sendo comparado com a velocidade da luz no vácuo – ou seja, tão rápido que se torna impossível de ser visto. Sendo assim, a questão é selecionar dois materiais que, quando seus índices de refração se encontram, apresentem um ponto cego que gera a invisibilidade em si.

Manto microscópico

O Quantum Stealth não é o único estudo científico baseado na capa de invisibilidade de Harry Potter. Em 2015, por exemplo, a revista Science trouxe um artigo contando a jornada de físicos da Universidade da Califórnia durante a criação de uma espécie de manto microscópico e ultrafino, cujo diferencial é que, ao ser colocado sobre objetos do tamanho de células, tornou invisíveis sob a luz.

De acordo com os próprios cientistas, este foi apenas o primeiro passo de um grande estudo, já que o material pode ter dimensões maiores em pouco tempo. Nesse caso, o segredo da “mágica” são nanoantenas de ouro, blocos minúsculos que foram dispostos sobre uma superfície semelhante a uma pele finíssima, com espessura de 80 nanômetros (aproximadamente mil vezes mais fina que um fio de cabelo, para você ter uma noção). Assim que as ondas luminosas batem na superfície, são redirecionadas de tal forma que se tornam imperceptíveis.

O problema é que os padrões das nanoantenas devem ser projetados de forma extremamente precisa para coincidir com as saliências da superfície do objeto que está por baixo, então se o objeto se mexer, a ilusão desaparece - ou seja: mesmo que seja construída em grandes dimensões, uma pessoa não poderia caminhar com a capa se se tornar invisível, como no caso das histórias do bruxinho. Como os pesquisadores destacam, o conceito básico da iluminação ainda existe, ou seja, os raios luminosos vão bater e refletir ali. A diferença é que, por ser um espelho perfeito, o manto não vai absorver praticamente nada. Segundo os pesquisadores, as pequenas antenas de ouro controlam o quanto a luz se espalha na hora de refleti-la. Assim, elas fazem todas as correções necessárias para evitar qualquer variação que revele que há algo embaixo da capa, independente das irregularidades do próprio objeto.

Essas antenas ainda podem ser ajustadas de diferentes maneiras. É a partir delas que a capa pode recriar a imagem que se esconde atrás dela ou enganar os olhos humanos ao nos fazer crer que estamos vendo outra coisa. Em um dos exemplos citados por Xiang Zhang (um dos físicos por trás do estudo) à Science, se existir um manto grande o suficiente para cobrir um tanque, é possível ajustá-lo para fazer com que todos achem que se trata apenas de uma bicicleta. Na época, Zhang disse que o próximo passo da pesquisa é criar formas de produzir esse material em escala industrial, ajustando essas antenas para diferentes comprimentos de onda.

A Capa Rochester

 

No ano retrasado, os pesquisadores Joseph Choi e John Howell, da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, conseguiram camuflar objetos maciços de até 35 centímetros usando técnicas de óptica em um dispositivo digital. Assim, esses elementos ficaram imperceptíveis à visão humana, representando um avanço e tanto se comparado com os estudos de anos anteriores, como o do manto microscópico de Xiang Zhang.

Essa versão 2.0 do manto, desenvolvida pelos pesquisadores americanos, possui um campo muito maior de invisibilidade. Na prática, uma película composta por uma estrutura de finas lentes cilíndricas colocada sobre um tablet que transmite a imagens focadas por ele é capaz de desviar todos os raios de luz que incidem sobre os objetos. Essa distorção torna as coisas vistas pelo tablet, através da lente, invisíveis. É claro que esse dispositivo, assim como o seu anterior, também possui algumas limitações, já que é capaz de cobrir a área restrita a um ângulo de 29 graus, sendo incapaz de ampliar a área invisível. Além disso, se o fundo se movimentar, o objeto volta a ser perceptível pelos olhos humanos.

Na época, os pesquisadores defenderam que precisam melhorar a resolução da imagem, que está longe de ser fiel ao que nossos olhos veem naturalmente. A expectativa é que o próximo passo da pesquisa seja aliar essa tecnologia às lentes flexíveis já disponíveis no mercado; assim, quando aprimorado, o dispositivo poderia até mesmo tornar invisível um carro em movimento. Já pensou que loucura? Harry aprova (ainda mais se for o carro voador dos Weasley).

Capa de invisibilidade barata

 

John Howell, da Universidade de Rochester (e que ajudou na capa mais aprimorada descrita ali em cima), também desenvolveu um sistema de baixo custo, que ele mesmo descreveu como "muito simples e eficaz", na época. Para a criação desse experimento, Howell teve ajuda do filho Benjamin, de 14 anos de idade.

Consiste, basicamente, em três dispositivos: o primeiro é feito com dois recipientes de acrílico em formato de L, ambos cheios de água. O segundo tem quatro lentes, que o físico contou que custavam apenas US$ 3 na época (o equivalente a R$ 12, embora o preço dessas lentes provavelmente tenha aumentado, já que o estudo foi feito em 2016). O terceiro dispositivo é feito com um conjunto de espelhos de baixo custo. Howell conta que o gasto total com os três sistemas foi de apenas US$ 150 (R$ 600). Em contrapartida, os dispositivos só funcionam quando o observador está de frente para eles.

Capa de Vidro

Antes de todos esses avanços que a gente acompanhou através dos anos, teve um estudo de 2006 feito na Universidade Duke, nos Estados Unidos, que já mirava na confecção de uma capa de invisibilidade. Ela foi criada inicialmente com fios de fibra de vidro, entalhada com cobre. Seis anos depois, os pesquisadores apostaram na evolução desse objeto: entrelaçaram fios de cobre e criaram um material mais complexo e mais eficiente que o original, capaz de quebrar as ondas de luz em duas.

Dessa forma, é como se a luz desse a volta no objeto que fica envolto pela capa, e assim ele fica invisível. Apesar de absorver a maior parte da luz, o material ainda refletia algumas ondas; logo, ainda não era uma capa perfeita de invisibilidade. Na época, Nathan Landy, autor do estudo, disse que a forma como o material altera as ondas de luz pode ser aproveitada em outros campos. Ele ainda apontou que a tecnologia poderia ajudar a criar fibras óticas mais eficientes. E não é que ele acertou? Felizmente, a ciência avança lado a lado com a tecnologia, proporcionando coisas fascinantes — como tornar realidade a capa da invisibilidade de Harry Potter, quem sabe num futuro não muito distante?

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CES 2020 | AMD pode mostrar processadores Ryzen 4000, apontam rumores

Jan 4, 2020

Description:

A AMD está, como diz o meme, “só no deboche”. Segundo rumores espalhados por um jornal tailandês (e reproduzidos pelo WCCFTech), a fabricante está planejando revelar, durante a CES 2020, na semana que vem, a nova família de processadores da linha Ryzen – convenientemente apelidada de “Ryzen 4000”.

Antes de mais nada, vamos deixar claro: é um “rumor”, no sentido mais firme da palavra, já que não há qualquer indicativo ou verificação das informações divulgadas pelo veículo em questão. Segundo o jornal asiático, a CEO da AMD, Dra. Lisa Su, “pode revelar” detalhes da arquitetura de processadores Zen 3, supostamente aplicada na linha Ryzen 4000, além de também levantar a possibilidade de falar da próxima geração da linha Threadripper (Threadripper 4000) – ênfase no “pode revelar”.

Taiwan newspaper:

"AMD CEO Lisa Su may disclose more details about Zen 3 architecture at a press conference during CES...." pic.twitter.com/1g9ypTtr2a

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— RetiredEngineer® (@chiakokhua) 1 de janeiro de 2020

A situação, porém, seria, de uma forma geral, bastante interessante por um simples motivo: especulações indicam que a Intel deve divulgar a nova geração de processadores Comet Lake durante a CES 2020. Até então, esses planos não tinham qualquer oposição da AMD, mas uma revelação de uma nova família, assim sem aviso, certamente atrapalharia a máquina de marketing da Intel.

Se – e isso é um grande “se” – tais rumores se confirmarem, resta saber o que exatamente a Dra. Lisa Su deve revelar. Se a chefona da AMD seguir o padrão visto com a atual Ryzen 3000, a “revelação” em si deve ser um teaser curto, seguido de alguma previsão de lançamento com mais detalhes em data futura.

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Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (28/12 a 03/01)

Jan 4, 2020

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O primeiro fim de semana do ano está aqui e muita gente está de perna para o ar, curtindo um merecido descanso depois de um ano inteiro de trabalho e correria. Se você está nessa turma, ou simplesmente é daqueles que não dispensa assistir a um bom filme ou série aos fins de semana, o Canaltech preparou uma seleção dos melhores lançamentos para assistir online.

A lista inclui as principais novidades que chegaram a serviços de streaming e de vídeo sob demanda como Amazon Prime Video, Telecine, Google Play Store e iTunes, todos concorrentes da Netflix, que também está recheada de lançamentos. As opções incluem desde filmes de super-heróis até tramas recheadas de mistério, dramas e até a sequência de um dos documentários mais polêmicos dos anos 2000. De quebra, indicamos três séries que merecem a maratona, além da coletânea de umas das maiores franquias de ação dos cinemas, agora disponível em streaming.

Ficou curioso e quer saber quais filmes e séries selecionamos para você assistir nesse feriadão? Então confira a lista completa logo a seguir. Todas as produções vêm acompanhadas de seus respectivos trailers, sinopses e links para assistir online; dessa forma sua única preocupação será escolher o filme ou série que mais lhe agrada, clicar e apertar o play. Dê uma olhada, divirta-se e depois conta para gente o que achou na caixa de comentários ali embaixo.

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Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! Guardiões da Galáxia Vol. 2

 

Que a Disney está num bromance com a Amazon, disso você já deve saber. Mas é interessante perceber que mesmo um acordo de preferência entre as duas empresas ainda não garante exclusividade do Prime Video sobre os títulos do Marvel Studios. Prova disso é que Guardiões da Galáxia Vol. 2 saiu nesta semana para um concorrente. Para quem ainda não assistiu ao filme, sua trama dá seguimento às aventuras e confusões dos Guardiões da Galáxia pelos limites do cosmos. A missão, agora, é desvendar o mistério do verdadeiro parentesco de Peter Quill.

Guardiões da Galáxia Vol. 2 pode ser assistido pelos assinantes do Telecine, ou pode ser comprado ou alugado na Microsoft Store, iTunes e Play Store.

O Rei do Show

 

Se você é fã de musicais e aprecia uma boa trilha sonora, tem de assistir a O Rei do Show. O filme é inspirado nos acontecimentos da vida de PT Barnum, responsável por fundar um dos mais proeminentes circos dos Estados Unidos, o Ringling Bros. e Barnum & Bailey Circus. Dando uma romantizada aqui e acolá, a trama mostra como o empreendedor que surgiu do nada criou um espetáculo fascinante e se tornou sensação mundial numa época em sequer imaginavam que haveria internet, muito menos redes sociais para viralizar a coisa toda. Tudo, claro, embalado por excelentes canções na voz de Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron, Zendaya e Keala Settle.

O Rei do Show pode ser assistido pelos assinantes do Telecine, mas também está disponível para compra e aluguel na Play Store, Microsoft Store e iTunes.

Hotel Artemis

 

Com uma boa dose de mistério e distopia, Hotel Artemis se passa num futuro em que os Estados Unidos vive assolado, com suas principais cidades destruídas e algumas em ruína. Nesse cenário, o hotel-título serve de fachada para abrigar e tratar dos criminosos mais sinistros de Los Angeles. Para isso, eles devem seguir regras estritas, porém a enfermeira (Jodie Foster) que controla o lugar acaba descobrindo que um de seus pacientes está lá para cometer um assassinato.

Hotel Artemis está disponível para quem é assinante do Amazon Prime Video e HBO GO, mas também pode ser encontrado para aluguel ou compra na Play Store, Claro Video e iTunes.

Servant

 

Uma das séries mais comentadas do Apple TV+, Servant está a três episódios de chegar ao fim; por isso, talvez essa seja uma boa hora para começar a assisti-la. Classificada como um thriller psicológico, a atração apresenta o expectador a Doroty (Lauren Ambrose) e Sean (Toby Kebbell), um casal rico que acabou de passar por uma tragédia: seu filho recém-nascido morreu. A mãe entra em negação e recorre à babá Leanne (Nell Tiger Free), que em vez de ajudá-la, a leva para uma outra realidade, bagunçando ainda mais a vida do casal.

Servant ganha novos episódios semanalmente no Apple TV+.

Chegou o Apple TV+! Veja preços e saiba como assistir Truth Be Told

 

Mais uma produção do Apple TV+, Truth Be Told pega carona no fenômeno que se tornaram os podcasts para questionar o impacto de programas nesse formato que destrincham crimes e tragédias. A trama é focada na jornalista Poppy Parnell (Octavia Spencer), que reexamina o caso de Warren Cave, um adolescente condenado por assassinato, depois que novas evidências vêm à tona e são todas apresentadas em um podcast.

Assim como Servant, Truth Be Told está na reta final, entregando episódios semanais para os assinantes do Apple TV+.

Como conectar o Apple TV+ à sua TV The Affair

 

Se você está em busca de uma série com mais temporadas, para maratonar durante todo o fim de semana, The Affair pode ser uma boa opção. A trama dramática explora os efeitos psicológicos e emocionais de se ter um caso extraconjugal e é contada da perspectiva de dois casais diferentes, que verão suas vidas mudar completamente quando eles começam a se relacionar na surdina.

Os lançamentos da Netflix em janeiro de 2020

The Affair conta com cinco temporadas, mas apenas quatro delas estão disponíveis para quem é assinante da Netflix.

Super Size Me 2: O Frango Nosso de Cada Dia

 

Morgan Spurlock causou um verdadeiro reboliço quando em 2004 lançou o documentário Super Size Me. Nele, para provar que os fast foods são nocivos à saúde das pessoas, o diretor propôs se alimentar durante um mês apenas de McDonald's, no café, almoço e janta. Agora, em Super Size Me 2: O Frango Nosso de Cada Dia, ele reacende sua batalha contra a indústria de alimentos, mas desta vez mirando na bilionária indústria do frango. Para mais uma vez provar sua teoria, ele abre seu próprio restaurante de fast food.

Super Size Me 2: O Frango Nosso de Cada Dia pode ser assistido por todos os assinantes do Amazon Prime Video.

Don't Show Mother

 

Mais uma produção regada a drama e muito mistério, Don't Show Mother conta a história de Donnie e sua mãe agorafóbica Helen, que sofreram anos de absuo doméstico. Agora, as duas tentam construir uma vida normal para si, mas acabam descobrindo que não conseguem deixar o passao de sofrimento e medo para trás.

Os lançamentos do Amazon Prime Video em janeiro de 2020

Don't Show Mother é mais uma produção que está disponível exclusivamente no Amazon Prime Video.

Segredos de Sangue

 

Com um clima sinistro e montagem pouco convencional, Segredos de Sangue apresenta ao espectador uma história intrigante com fortes doses da assinatura do diretor sul-coreano Park Chan-wook em sua estreia em Hollywood. Mantendo-se a uma distância segura da fórmula norte-americana, ele e o filme apresentam a história de India Stoker (Mia Wasikowska), uma jovem de 18 anos cujo pai acabou de sofrer um acidente de carro e morrer. Durante o funeral, ela acaba conhecendo o tio Charlie (Matthew Goode), um aventureiro que passou a vida inteira na Europa, sem dar qualquer sinal de vida. A moça nunca soube da existência desse tio, mas logo descobrirá o passado sombrio de sua família por causa dele.

Segredos de Sangue pode ser transmitido por quem assina o Telecine, além de poder ser comprado ou alugado no iTunes ou Play Store.

Coletânea 007

 

Uma das mais longevas e aclamadas franquias de ação dos cinemas, 007 ganhou um tratamento todo especial neste começo de 2020. Num aparente esquenta para de 007: Sem Tempo para Morrer, que estreia nos cinemas em 8 de abril de 2020, o Telecine resolveu trazer para o seu catálogo nada menos que 18 dos 24 filmes do agente da MI6 que tem licença para matar. Desde 007 Contra o Satânico Dr. No, o primeiro da saga lançado em 1962 e protagonizado por Sean Connery, até o mais recente 007 contra Spectre, lançado em 2015, os fãs do personagem têm dezenas de horas de filme para entrar no clima.

A Coletânea 007 pode ser assistida por todos os assinantes do Telecine.

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Razer Gold firma parceria com LevPay e lança pagamento via boleto e depósito

Jan 4, 2020

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O Razer Gold, moeda virtual da Razer, agora poderá ser adquirdo via boleto e depósito no caixa. A novidade foi possível graças a uma parceria com a LevPay, plataforma especializada nesse tipo de pagamento. Agora, o gamer não precisa mais usar seu cartão de crédito para comprar a moeda: basta pagar o boleto ou depositar na conta da Razer Gold que em 30 minutos os créditos estarão disponíveis.

A LevPay garante duas novas formas de obter créditos no Razer Gold: via boleto express e depósito express da Latamgateway para aqueles que não possuem uma conta bancária, mas desejam realizar um crédito em dinheiro. Com o depósito express é possível comprar créditos de Razer Gold nas casas lotéricas seguindo as orientações no site do Razer Gold.

O Razer Gold pode ser carregado online ou adquirindo cartões-presente nas Lojas Americanas, Extra, Pão De Açucar, Saraiva, Casas Bahia, Ponto Frio e BIG. O Razer Gold também está disponível em maquininhas de recarga de 300 mil pontos de venda no Brasil.

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Imagem: Razer

Vale lembrar que, a cada compra realizada com o Razer Gold, o usuário acumula pontos no Razer Silver, único programa e recompensas em games do mundo. Com ele é possível trocar pontos por games na Steam e obter desconto em periféricos da Razer.

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Zara Brasil | Como comprar online pelo PC ou celular

Jan 4, 2020

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A Zara Brasil lançou sua primeira loja virtual em março do ano passado e, desde então, os clientes têm tido a possibilidade de comprar tanto pelo aplicativo (disponível na App Store e na Google Play) quanto pela web em seu site oficial.

É possível comprar peças nos setores de moda feminina, masculina, infantil, recém-nascidos e até cama, mesa e banho, tudo sem sair de casa. Confira no tutorial a seguir como comprar online na loja tanto pelo computador, quanto pelo celular.

Como comprar pelo app da Zara Brasil

Passo 1. Baixe o aplicativo na App Store ou Google Play. Depois, ao abri-lo, toque em “Coleção” e acesse as categorias dos produtos (“Mulher”, “TRF”, “Homem”, “Infantil”, entre outras).

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Zara Brasil: aplicativo permite fazer compras rápidas (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2. Você também pode encontrar peças e coleções específicas pressionando “Pesquisa” e digitando ali o nome da peça que deseja comprar.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 3. O catálogo da Zara Brasil aparecerá na tela do seu smartphone. Toque sobre a peça escolhida para verificar mais informações sobre ela. Selecione a cor desejada e pressione “Adicionar” para colocar o item em sua sacola de compras.

Adicione os itens da Zara Brasil em seu carrinho usando o app (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4. Escolha o tamanho da peça e, depois, toque no ícone de sacola localizado no canto superior direito da tela.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 5. Pressione “Comprar” para concluir seu pedido na Zara Brasil. Depois, faça login ou cadastre seus dados.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 6. Clique em “Salvar” para concluir seu cadastro. Depois, escolha a forma de pagamento e preencha os dados de seu cartão. Finalize com “OK”.

Captura de tela: Ariane Velasco Como comprar na Zara Brasil pelo computador

Passo 1. Acesse o site da Zara e escolha uma das categorias do menu lateral para ter acesso aos produtos. Assim como no aplicativo, é possível buscar por peças específicas no campo “Pesquisa”, que fica no topo da página.

Zara Brasil: compras também podem ser feitas na Web (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2. Clique sobre a peça que deseja comprar para ver mais detalhes sobre ela.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 3. Escolha o tamanho da peça e clique em “Adicionar” para colocar o item em sua sacola de compras. Quando tiver adicionado todos os itens que deseja comprar, clique no ícone de sacola, localizado no canto superior direito da tela.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 4. Confira os produtos selecionados e clique em “Continuar” para finalizar a compra.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 5. Faça login na Zara Brasil com seu e-mail e senha ou crie uma conta no serviço.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 6. Selecione o método de envio e clique em “Continuar”.

Captura de tela: Ariane Velasco

Passo 7. Caso tenha selecionado a opção “Retirar na loja”, confirme seu endereço para localizar as lojas próximas. Caso tenha escolhido a opção de receber sua compra em casa, basta informar o endereço no momento do cadastro.

Zara Brasil: produtos podem ser retirados presencialmente em lojas próximas (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 8. Por fim, escolha o método de pagamento, insira os dados do seu cartão e clique em “Continuar”.

Captura de tela: Ariane Velasco

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A década de 2020 terá como destaque a exploração de Marte

Jan 4, 2020

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Nesta última década, a ciência conquistou grandes avanços em estudos sobre Marte, muito disso graças à missão do rover Curiosity, da NASA. E esta próxima década pode ser ainda mais emocionante, com a possível descoberta de vida marciana e o pouso dos primeiros astronautas no Planeta Vermelho.

Nas pesquisas, cientistas fizeram muitas descobertas sobre a história e a evolução de Marte, incluindo o fato de que, há muito tempo, pelo menos algumas partes do planeta já foram capazes de sustentar a vida por longos períodos. O próximo passo é descobrir se, de fato, já existiu alguma forma de vida por lá. Para isso, a NASA lançará em julho deste ano o rover Mars 2020 e a ESA lançará como parte da missão ExoMars o rover Rosalind Franklin, em parceria com a Rússia.

Além disso, se os planos da SpaceX derem certo, a espaçonave Starship poderá levar humanos para pisar no Planeta Vermelho já nos próximos 10 anos — ainda que esse cronograma seja visto com desconfiança por muitos, já que a própria NASA não deverá fazer o mesmo antes de 2030.

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Essas missões espaciais farão de 2020 um ano muito importante para a ciência Em busca de sinais de vida (Imagem: NASA)

A exploração de Marte começou nos anos 1970 com o pouso das sondas Viking 1 e Viking 2, da NASA. Cada uma realizou quatro experimentos biológicos, mas os resultados foram, no mínimo, ambíguos. As missões Viking "nos mostraram que a vida é muito difícil de encontrar", disse o cientista do Curiosity, Ashwin Vasavada. Era preciso repensar a estratégia.

Assim, a NASA criou um programa estratégico de exploração projetado para determinar melhor as características de Marte, e lançou uma série de missões. Este trabalho aumentou na década de 2010, com o rover Curiosity que seguiu os passos dos veículos Spirit e Opportunity, além da sonda estacionaria InSight e das sondas orbitais Mars Odyssey, Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) e o Mars Atmosphere and Volatile Evolution (MAVEN). E, além da NASA, a Índia lançou a Mars Orbiter Mission (MOM), em 2013, com a Europa lançando a Trace Gas Orbiter (TGO) em 2016.

Todo esse trabalho levou a comunidade científica a uma melhor compreensão sobre o planeta, e preparou o caminho para as missões Mars 2020 e ExoMars. Uma das descobertas mais valiosas foi feita com a ajuda da MAVEN, por sinal: Marte provavelmente perdeu a maior parte de sua atmosfera cerca de 3,7 bilhões de anos atrás. "Acho que as evidências são convincentes de que Marte cumpriu, no passado, todos os requisitos para a ocorrência da vida ou sua origem", disse Bruce Jakosky, pesquisador principal da MAVEN.

Por isso há grandes expectativas para o início da próxima década, com as missões Mars 2020 e ExoMars. Os novos rovers usarão instrumentos científicos ainda mais modernos para procurar por sinais químicos da antiga vida que, talvez, existiu em Marte.

O rover Rosalind Franklin, da missão marciana conjunta entre Europa e Rússia, está programado para pousar em solo marciano em março de 2021, provavelmente na região Oxia Planum, uma planície no hemisfério norte que apresenta muitas evidências de antiga atividade aquática. É lá que o veículo, movido a energia solar, usará suas câmeras e instrumentos científicos para procurar por bioassinaturas. O rover está equipado com uma broca que pode perfurar 2 metros abaixo da superfície do Planeta Vermelho para buscar por esses vestígios.

Rover Rosalind Frankin, da missão ExoMars, da ESA em parceria com a Roscosmos, da Rússia

Por sua vez, o rover Mars 2020 (que em breve receberá um apelido por meio de um concurso), fará um trabalho semelhante em outra região, a Cratera Jezero, que tem 45 km de largura. Os cientistas acreditam que Jezero era o lar de um lago e o delta de um antigo rio. Por isso este é um bom lugar para procurar por vestígios de vida, já que os deltas de rios aqui na Terra são bons em preservar bioassinaturas.

Embora as abordagens sejam parecidas, o Mars 2020 não será capaz de perfurar tão profundamente quanto o Rosalind Franklin. Mas o rover da NASA não vai se limitar a perfurar e analisar os materiais coletados, pois ele trará várias amostras de volta à Terra, onde cientistas poderão analisá-las em detalhes nos melhores laboratórios do mundo.

Por fim, há outros países atrás de mais informações sobre Marte. A China, por exemplo, pretende lançar um veículo espacial ao Planeta Vermelho em julho deste ano, no mesmo período que a NASA e a ESA lançarão suas missões. É que nessa data a Terra e Marte se alinham adequadamente para enviar espaçonaves, uma janela que acontece apenas uma vez a cada 26 meses.

Os Emirados Árabes Unidos também planejam uma missão no Planeta Vermelho, com o orbitador chamado Hope Mars. Ainda, Japão está trabalhando para enviar uma sonda para lá em 2022, e a Índia planeja lançar um módulo de pouso, um veículo exploratório e um orbitador também.

Missões tripuladas Protótipo da Starship, da SpaceX (Foto: The Verge)

Apesar de ainda parecer distante o pouso de astronautas em solo marciano, a humanidade está ansiosa para deixar no Planeta Vermelho a marca de seus próprios pés. A NASA está trabalhando para pousar por lá em algum momento da década de 2030, com muita ajuda de outras agências internacionais e empresas do setor privado.

Já a SpaceX é muito mais ambiciosa. A empresa de Elon Musk já está preparando a Starship, uma espaçonave gigante e reutilizável, para colonizar Marte. A ideia de Musk é estabelecer uma cidade de milhões de pessoas no planeta vizinho nos próximos 50 a 100 anos, mas as primeiras missões da Starship podem acontecer já nos próximos anos — a SpaceX pretende lançar uma missão para a superfície lunar em 2022, se conseguir seguir esse cronograma audacioso.

Elon Musk já afirmou que a SpaceX pode começar a construir base em Marte em 2028. Mas as missões Mars 2020 e ExoMars podem apresentar um dilema ético. É que, se alguma forma de vida for encontrada no planeta, a simples presença humana pode destruí-la. Essa é a opinião de Samantha Rolfe, diretora técnica principal no Observatório de Bayfordbury — e ela não está sozinha: Carl Sagan já nos alertou, na série Cosmos, de 1980, que “se existe vida em Marte, eu acho que não deveríamos fazer nada com este planeta, mesmo que os marcianos sejam apenas micróbios”.

Seja como for, a década de 2020 promete trazer muitas novidades sobre Marte!

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James Gunn teria confirmado que se recusou a dirigir filme do Superman

Jan 4, 2020

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Parece que os rumores sobre o diretor James Gunn ter se recusado a dirigir um filme do Super-Homem eram verdadeiros, e eles supostamente foram confirmados pelo próprio diretor.

Esta confirmação surgiu em um típico Q&A via Stories do Instagram (aquele tipo de atividade onde alguém abre um Stories para perguntas dos fãs e as vai respondendo). Quando perguntado sobre a história de ter recusado a direção de um filme do Super-Homem, Gunn teria confirmado a informação, revelando que, quando foi demitido da Marvel, a DC havia oferecido para ele qualquer filme do catálogo - incluindo um do Superman - para que ele escolhesse qual dirigir, e ele acabou optando pelo Esquadrão Suicida por ser um de seus grupos preferidos nos quadrinhos.

Print de suposto Stories de Gunn que confirma a recusa de um filme do Super-Homem (Imagem: Reddit)

É interessante notar que, na suposta postagem, Gunn fez questão de indicar que o tal filme do Super-Homem não era o Homem de Aço 2, dando a entender que, desde aquela época, a Warner já tinha interesse em levar para as telas uma nova versão do herói. Há anos existem rumores de que Henry Cavill - que atualmente está tendo bastante sucesso como o bruxo Geralt de Rivia na série The Witcher, da Netflix - teria sido demitido pela Warner e já não retornaria mais como o Super-Homem nos cinemas, mas recentemente Cavill confirmou que não houve nenhum contato do estúdio e que ainda é dono do manto do herói.

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Mas, mesmo assim, essa confirmação de Gunn deve ser lida com cuidado: isso porque todo mundo que cita ela usa como fonte um print do Stories que foi postado no Reddit, e ninguém parece ter visto a publicação em si nas 24 horas em que ela estaria no ar. Então, ao mesmo tempo que daria para entender por que esse tipo de informação pode ter sido rapidamente deletada logo após a publicação, também é possível que tudo não passe de uma montagem feita para ganhar likes em cima de um rumor que já existe há tempos.

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A vida pode ter surgido em outros planetas, desde que tenham esses ingredientes

Jan 3, 2020

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A humanidade desconhecia a existência de planetas em outros sistemas estelares até 1992, quando os astrônomos Aleksander Wolszczan e Dale Frail descobriram dois orbitando uma pulsar 2.300 anos-luz da Terra. E a descoberta só foi possível porque eles acharam estranha a oscilação na luz emitida. Desde então, já pudemos confirmar a existência de mais de 4.000 exoplanetas, e ainda há cerca de 3.000 em análise, que podem ser confirmados em breve.

Difícil acreditar que nenhum deles possua vida, certo? O problema é que, para abrigar a vida como a conhecemos, um mundo precisa atender a alguns quesitos mínimos, incluindo ter uma atmosfera habitável, fontes de energia, substância líquida na superfície (de preferência água), orbitar uma estrela ideal a uma distância ideal, e ter uma combinação específica de elementos químicos em sua composição.

Ao menos é o que apontam alguns especialistas ouvidos pelo site Inverse, que tentou compreender o que os astrônomos buscam nos exoplanetas para definir quais têm maior chance de abrigar vizinhos galácticos para a humanidade. A NASA lista apenas três fatores, dois deles também citados pelos especialistas abaixo. Você pode entender melhor cada quesito nesta matéria.

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Atmosfera habitável

Logo depois de detectar um exoplaneta, os cientistas já tentam descobrir se ele possui uma atmosfera. E, se houver, tentam descobrir quais elementos estão presentes ali no ar. “A coisa mais importante a se descobrir é do que aquela atmosfera é feita”, explicou a geóloga planetária Emily Lakdawalla.

Mas não é qualquer atmosfera que permitirá a existência de vida, claro. Ela precisa ter espessura suficiente para transmitir calor ao mesmo tempo em que oferece isolamento térmico num nível adequado. A da Terra, por exemplo, garante que o planeta tenha temperaturas confortáveis para a vida que aqui se desenvolva. Não fosse por ela, teríamos temperaturas mais baixas que -20º Celsius, explica o pesquisador Billy Quarles.

Atmosfera terrestre (aura azul na foto) também mantém temperatura agradável (Foto: NASA)

Por outro lado, o planeta Vênus — que, pela distância do Sol, poderia até ser mais confortável para o surgimento da vida — é extremamente quente, incapaz de sustentar nenhum tipo de vida. É que a densa e tóxica atmosfera do nosso vizinho é composta principalmente por dióxido de carbono, nitrogênio e ácido sulfúrico. Uma mistura que torna as temperaturas na superfície altas demais, com o ar sendo sufocante e a pressão atmosférica é impraticável, além de tudo.

O problema de analisar a atmosfera de exoplanetas é que não possuímos instrumentos adequados para isso ainda. “Não há muitos planetas dos quais conseguimos sinais suficientes”, diz Lakdawalla. A humanidade precisa criar ferramentas que permitam estudar melhor a atmosfera de planetas distantes para ajudar na busca por vida extraterrestre.

Fonte de energia que sustente a vida

Muitos cientistas falam em zona habitável de sistemas estelares e buscam exoplanetas nessas regiões para procurar por vizinhos intergalácticos. A zona habitável de uma estrela é aquela região onde as temperaturas não são quentes demais, nem frias demais, e possibilitam a existência de água no estado líquido. Mas de acordo com alguns especialistas, esse quesito não é crucial.

O mais importante é que o planeta tenha uma fonte de energia para sustentar vida, e isso inclui um planeta próximo e até fontes químicas ou geotermais.

Uma das 79 luas de Júpiter, Europa, é um dos corpos celestes do Sistema Solar onde se acredita haver algum tipo de vida em seu oceano subterrâneo. Ela não está dentro da zona habitável do Sol, mas a radiação emitida pelo campo magnético do gigante gasoso que ela orbita fornece energia suficiente para que muitos pesquisadores acreditem haver vida no satélite natural.

Água ou outra substância líquida Água no estado líquido ainda não foi comprovadamente encontrada em nenhum outro lugar do universo (Foto: Pixabay)

Voltando um pouco para a questão da zona habitável, para que um planeta abrigue vida é importante que não tenha temperaturas tão frias que a água congele e nem tão quentes que ela evapore. Até hoje, a Terra é o único planeta em que comprovadamente existe água no estado líquido.

A água é mais importante do que apenas para hidratar os seres vivos. Ela também funciona como um solvente, permitindo que transporte elementos químicos, minerais e outras moléculas que são parte da construção da vida terrestre. Por isso há uma busca incessante por exoplanetas que tenham água líquida.

“Elementos químicos essenciais e fontes de energia, dois dos três requisitos para a vida, são encontrados em todo o Sistema Solar”, argumenta o cientista planetário da NASA, Lucas Paganini. “Mas o terceiro - água em estado líquido - é bastante difícil de encontrar fora da Terra”, completa.

Mas a geóloga Lakdawalla observa que, apesar de a água ser o melhor solvente que conhecemos, não é o único. A maior lua de Saturno, Titã, é outro corpo celeste do Sistema Solar em que pesquisadores acreditam haver um ambiente próprio para existir algum tipo de vida. Seriam, no entanto, vidas baseadas em metano, já que este é o líquido que existe por ali.

Estrela estável Há uma variedade de exoplanetas no universo, e muitos deles orbitam mais de uma estrela (Foto: ESO)

Não basta encontrar o planeta com todas essas características descritas acima: também é necessário que ele orbite uma estrela que permita a sustentação da vida. O Sol é uma estrela ideal porque é relativamente calmo. Tirando uma ou outra tempestade solar que ainda não conseguimos descobrir como prever, temos a fonte de energia ideal para a nossa vida.

Estrelas estáveis como o Sol não têm mudanças bruscas de radiação ou brilho e nem emitem erupções solares violentas que poderiam dizimar a vida em planetas vizinhos. “Esse pode ser o critério mais difícil de se encontrar”, diz Lakdawalla. “É preciso que o ambiente seja estável ao longo do tempo. A nossa estrela é estável, mas a maioria delas não é”, observa.

Elementos químicos específicos

A NASA cita água, química e energia como essenciais na busca por vida extraterrestre. A questão da química inclui elementos considerados vitais pela agência espacial para que um corpo celeste suporte vida.

Falando especificamente de Europa, a agência cita “ingredientes químicos essenciais para a química da vida, o que inclui carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre, que são elementos comuns”. Todos eles poderiam ser encontrados na lua de Júpiter quando o satélite se formou. Posteriormente, acredita a NASA, asteroides e cometas podem ter levado mais elementos orgânicos para o corpo celeste.

A lua Europa é objeto de estudo de cientistas que acreditam haver vida no satélite natural de Júpiter (Foto: NASA) Afinal, estamos sozinhos no universo? Leia também: Aliens podem ter visitado a Terra há milhões de anos, na visão deste cientista

A grande questão segue sem resposta. Muitos acreditam ser difícil não existir em lugar algum um planeta que abrigue vida. Lakdawalla acredita que “se você procurar por lugares como a Terra, pode encontrar vida ou não; isso vai responder se somos comuns no universo ou se não somos”.

Mas a vida também pode existir em formas que não imaginamos. Cientistas acreditam que Marte já tenha abrigado pelo menos algum tipo de vida microbiana em um passado distante, e alguns até ousam falar que podem ter existido outras formas de vida por lá antigamente. Titã pode ter vida baseada em hidrocarbonetos como o metano, que seria bem diferente do que conhecemos. Cientistas também desconfiam de Encélado, uma lua de Saturno que tem um oceano de água salgada abaixo de sua crosta congelada.

Indo mais além, se algum dia encontramos sinais de outro planeta habitável com grande possibilidade de abrigar seres inteligentes, chegaríamos a outro problema: o contato. Com a tecnologia disponível no momento, o envio de uma mensagem pode demorar séculos para chegar a um exoplaneta, e qualquer resposta possivelmente demoraria o mesmo tempo para ser recebida por nós. Viajar pessoalmente para outros sistemas estelares, então, é impensável com as tecnologias atuais.

“Teríamos que descobrir novas físicas”, diz Quarles. “Precisaríamos descobrir algo totalmente novo para preencher essa lacuna”, seja para uma viagem de contato com outras formas de vida, seja para colonizarmos outros planetas. Jornada nas Estrelas, portanto, ainda é uma realidade existente apenas na ficção científica.

Alienígenas podem até existir, mas dificilmente faremos contato com outras formas de vida no futuro próximo (Imagem: Reprodução)

Mas se não temos como nos comunicar com outras formas de vida e nem viajar para planetas ao redor de outras estrelas, por que insistir nessa busca incessante por vida extraterrestre? Ou mesmo para estudar tantos planetas alienígenas que possivelmente nunca veremos de perto? Lakdawalla explica, ao menos no que se refere aos geólogos planetários: “Muitos de nós estudamos exoplanetas só porque é legal. Temos apenas oito planetas no Sistema Solar, e agora encontramos uma grande variedade de planetas totalmente diferentes lá fora”, avalia. A NASA que o diga, com sua lista dos planetas dos horrores divulgada no Dia das Bruxas.

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Apple agora também imprime emojis nos estojos dos AirPods

Jan 3, 2020

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Já há algum tempo a Apple oferece a opção de gravar o texto que o usuário quiser em alguns produtos específicos adquiridos na Apple Store, com o objetivo de tornar seus aparelhos um pouco mais personalizados. Um deles é o estojo de recarga dos AirPods, fones sem fio que, desde que foram lançados, têm sido um dos maiores sucessos de vendas da empresa. E, agora, além da opção de gravar um nome na caixinha, a Apple oferece também a possibilidade de fazer a gravação de emojis nos estojos.

Por enquanto, a seleção conta com apenas 31 emojis para gravação, mas existem algumas opções interessantes, como o emoji de soquinho, o do “chifrinho heavy metal”, o de cocô e de todos os animais do horóscopo chinês. Você pode ver todas as opções disponíveis na imagem abaixo:

Imagem: Apple

O triste é que, pelo menos por enquanto, os usuários terão que escolher entre a gravação de letras ou de emojis, já que a empresa não permite utilizar ambas opções na gravação de um mesmo produto. Essa opção também ainda não está disponível nas lojas brasileiras da Apple, então se você quiser um estojo personalizado terá que efetuar a compra fora do país.

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Marvel explica "mal entendido" sobre possível herói transgênero no MCU

Jan 3, 2020

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Há alguns dias, o presidente do Marvel Studios, Kevin Feige, revelou novidades interessantes durante uma conversa que teve com estudantes da Academia de Cinema de Nova York, mostrando que o Universo Cinematográfico Marvel (MCU) deverá ter a presença de algumas caras inesperadas em um futuro próximo.

E uma das declarações que mais fez barulho foi referente à aparição de minorias em futuros filmes do estúdio: perguntado se poderíamos esperar a presença de personagens LGBTQ+, principalmente no quesito “T” (pessoas transgênero), Feige respondeu que sim, pois não só poderíamos esperar a presença de personagens que fazem parte da sigla, como já havia até mesmo um filme em produção com um personagem deste em papel importante. Isso fez com que vários sites publicassem manchetes sobre o “primeiro super-herói trans do MCU”, e também criou muita reclamação daquela parte do público que acredita que qualquer esforço de inclusão é “mimimi” e “perda de tempo”.

Mas, apesar de toda a polêmica criada, o "bafafá" pode ter sido apenas algo vazio. Isso porque fontes com ligação direta a Feige explicaram à Variety que tudo não passou de uma confusão. Elas afirmam que o presidente do Marvel Studios não havia escutado muito bem a pergunta e, por isso, não percebeu que a questão era especificamente da questão transgênero. Então, a resposta que deu não levou essa questão específica em conta, mas sim a presença de qualquer personagem LGBTQ+ em novos filmes do estúdio.

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E, nesse caso, não é novidade que isto deverá acontecer mesmo no fim deste ano, já que está confirmado que um dos protagonistas de Os Eternos será gay, sendo este o primeiro personagem importante declaradamente homossexual no MCU. A existência dele foi revelada por Feige durante a D23 Expo do ano passado, onde ele revelou também que este personagem será casado e que, ainda, devemos conhecer a família dele no filme.

Mas, mesmo que demore um pouco para vermos um primeiro personagem trans no MCU, isto uma hora ou outra deverá acontecer. Até porque, por mais que isso ainda seja um assunto polêmico para muita gente, desde os quadrinhos a Marvel se notabilizou por mostrar a diversidade do mundo em suas páginas e histórias, e parece estar tentando repetir isso nas telas do cinema também.

Ao mesmo tempo, contudo, se formos considerar que ela demorou mais de uma década para lançar seu primeiro filme com uma mulher como protagonista (Capitã Marvel em 2019, lançado onze anos depois do primeiro filme do MCU, que foi Homem de Ferro em 2008), pode ser que teremos de esperar mais uns anos até vermos o primeiro herói trans nos filmes do estúdio.

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Tela preta: como resolver o problema no Windows 10

Jan 3, 2020

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O Windows 10, embora se trate de uma versão recente do sistema operacional e que costuma funcionar muito bem, não está isento de erros pontuais. Além de bugs, vários outros problemas podem acabar ocasionando erros que deixam a tela preta, como problemas na conexão dos cabos do PC, drivers e até softwares que estão em execução na máquina.

Tela preta: saiba quais problemas podem estar por trás desse defeito Se a tela ficou preta durante uma instalação

Caso seu computador ou notebook tenha ficado com a tela preta durante a instalação de algum software, tente desconectar todos os periféricos, com exceção do mouse e do teclado. Depois, reinicie o computador pressionando o botão de liga/desliga. Espere 10 segundos antes de ligar o PC novamente.

Um pendrive bootável também pode ajudar muito caso a tela tenha ficado preta durante o processo de atualização do sistema operacional.

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O notebook ficou com a tela preta durante uma instalação? Não se desespere! (Imagem: Reprodução) Verifique se o problema está no monitor

Caso haja qualquer suspeita de que a tela preta de seu computador esteja relacionada a algum problema no monitor, tente conectar o PC a uma tela alternativa através de um cabo HDMI ou VGA. Depois, use o atalho “Windows + P” para abrir a tela no monitor ao qual o PC está conectado. Pressione a tecla “enter” para selecionar uma opção. Caso alguma delas funcione, provavelmente o problema está mesmo no monitor de seu computador.

Verifique se o problema da tela preta está no monitor (Foto: Bruno Hypolito/Canaltech) “Tela preta” em modo de descanso

Se o monitor estiver em modo descanso e, por isso, a tela estiver preta, é possível recorrer ao atalho “Windows + Ctrl + Shift + B” para forçar uma resposta. Esse é o jeito mais prático de fazer com que a máquina retorne às suas atividades.

O modo de descanso do notebook também pode deixar a tela preta (Imagem: Reprodução/Pixabay) Ligue o computador em modo de segurança

O Modo de Segurança do Windows também pode ajudar a resolver o problema da tela preta caso ele se dê por conta de alguma configuração errônea. Para isso, no entanto, é necessário que a máquina possa ser inicializada, mesmo que, para isso, você tenha que conectar o PC a outra tela via HDMI.

Para acionar o Modo de Segurança no Windows 10:

Passo 1. Abra o Painel de Controle acessando o menu Iniciar e, depois, a opção “Configurações”. Passo 2. Clique em “Atualização e Segurança”. Passo 3. Clique em “Recuperação” e, depois, em “Reiniciar agora”. Passo 4. Selecione a ferramenta “Solução de problemas”. Passo 5. Clique em “Opções avançadas”. Depois, selecione “Configurações de Inicialização”. Passo 6. Clique em “Reiniciar” e aguarde. Passo 7. O Windows exibirá opções de inicialização. Ative o Modo de Segurança pressionando a tecla F4, F5 ou F6. Caption Verifique a placa de vídeo de seu PC

A tela preta também pode ocorrer por conta de algum problema na placa de vídeo. Caso você suspeite disso, tente atualizar ou reinstalar o driver.

Placa de vídeo (Imagem: Reprodução) Desabilite a inicialização rápida

O Windows 10 possui a opção “inicialização rápida”, que pode levar ao problema da “tela preta”. Por isso, tente desabilitar o recurso seguindo os passos a seguir:

Passo 1. Acesse o Painel de Controle. Passo 2. Clique em “Sistema e Segurança”. Passo 3. Selecione “Opções de Energia” e clique em “Alterar funcionamento dos botões de energia”. Passo 4. Clique em “Alterar configurações não disponíveis no momento” e, depois, desmarque a opção “Ligar inicialização rápida”. Salve as alterações. Caption Encerre programas em segundo plano

O excesso de programas executados em segundo plano também pode afetar o funcionamento correto do monitor, gerando a “tela preta”. Para resolver esse problema, recorra ao gerenciador de tarefas e encerre os programas que não estiverem em uso.

Caption Crie uma nova conta de usuário

O Windows 10, assim como as demais versões, permite criar contas separadas para que cada membro da família utilize o computador da maneira que preferir. No entanto, algumas vezes (embora raras) essas configurações podem ocasionar o problema da tela preta, uma vez que causam problemas na exibição do monitor. Resolver esse problema é muito simples:

Passo 1. Acesse as “Configurações” de seu computador. Passo 2. Em “Contas”, selecione a opção “Família e outros usuários”. Passo 3. Clique em “Adicionar outra pessoa a este PC”. Caption Desabilite o alto contraste do Windows

A tela preta também pode ser causada pelas configurações do contraste da tela. Para desabilitar essa opção:

Passo 1. Clique na caixa de busca e digite “Personalização”. Passo 2. Mude o tema de “Alto Contraste” para “Windows” ou “Windows 10”. Caption

Pronto! Agora que você já sabe como resolver o problema da tela preta em seu computador, tente aplicar uma das opções, poupando seu tempo e dinheiro.

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Essas missões espaciais farão de 2020 um ano muito importante para a ciência

Jan 3, 2020

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Este ano que acaba de começar promete muitos momentos históricos na exploração espacial. Agências espaciais de vários países têm missões audaciosas no cronograma, e empresas privadas não estão de brincadeira quando o assunto é se aventurar no espaço — o que inclui o turismo espacial.

Nesta matéria, listamos as principais missões espaciais que acontecerão em 2020, ano este que será muito importante para a ciência.

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As notícias científicas mais importantes de 2019 Fique de olho nesses eventos astronômicos que acontecem em 2020 SpaceX e Boeing levando astronautas dos EUA à ISS Conceito das naves Starliner e Crew Dragon (Imagem: NASA)

Com quase três anos de atraso, enfim parece que o Commercial Crew Program está caminhando para se concretizar. SpaceX e sua nave Crew Dragon, bem como Boeing e sua nave Starliner, são as duas empresas privadas escolhidas e financiadas pela NASA para começarem a levar astronautas norte-americanos à Estação Espacial Internacional (ISS) — desde 2011, esse transporte é feito pelos russos, após o fim do programa dos ônibus espaciais dos EUA.

Em março de 2019, a SpaceX já fez um voo não tripulado com a Crew Dragon à ISS, e tudo deu certo. Porém, depois disso a nave explodiu durante testes, e isso gerou mais um atraso no cronograma — já era para a empresa ter feito pelo menos um voo tripulado ainda em caráter de testes, o que não pôde acontecer por conta do incidente. Já a Boeing fez seu primeiro voo não tripulado com a Starliner em dezembro, mas uma anomalia durante o voo impediu que a nave chegasse à ISS, voltando à Terra mais cedo. Ainda assim, a empresa e a NASA garantem que o voo serviu para testar vários dos quesitos planejados, e o próximo passo é o teste com um voo tripulado.

Então tudo indica que "agora vai", embora as novas datas para esses lançamentos não tenham sido anunciadas ainda. Mas ambas as empresas estão trabalhando duro para fazer isso acontecer já no primeiro trimestre de 2020. De qualquer maneira, a NASA precisa que as duas naves estejam prontas para enviar astronautas à ISS em 2020, pois é neste ano que se encerra o contrato com os russos — e ninguém quer que os EUA fiquem sem nenhum tripulante próprio na estação orbital sabe-se lá por quanto tempo.

Sonda Solar Orbiter rumo ao Sol em fevereiro

 

Fruto de uma parceria entre a ESA (a agência espacial europeia) e a NASA, a sonda Solar Orbiter será lançada no dia 5 de fevereiro para estudar o Sol de pertinho, assim como já vem fazendo a Parker Solar Probe, da agência espacial dos EUA. A missão deve durar pelo menos sete anos.

Quem também está de olho na estrela do Sistema Solar é a Índia. Sua agência espacial estatal (ISRO) pretende lançar em meados de 2020 a missão Aditya 1, que posicionará uma sonda no Ponto de Lagrange L1 (onde a ação de forças gravitacionais faz com que o objeto fique em uma posição relativa fixa). Esse ponto, por sinal, é o mais propício para a observação solar, pois a partir dali a visão do astro é ininterrupta.

Leia também: 2019 foi um ano cheio para a Agência Espacial Europeia; confira seus destaques Quatro lançamentos ao Planeta Vermelho em julho Rover Curiosity em Marte (Foto: NASA)

Julho de 2020 é o mês em que Marte estará em um ponto estratégico em sua órbita ao redor do Sol, mais próximo da Terra. Por esse motivo, este mês será ideal para lançamentos ao Planeta Vermelho — e Estados Unidos, Europa, Rússia, Emirados Árabes Unidos e provavelmente a China aproveitarão muito bem a oportunidade.

Os EUA lançarão a missão Mars 2020, que levará um rover à superfície marciana com a missão principal de procurar bioassinaturas — ou seja, sinais de vida marciana em um passado muito distante. Já a agência espacial europeia (ESA), em parceria com a Roscosmos da Rússia, lançará a missão ExoMars com o rover Rosalind Franklin, também com o objetivo de explorar locais de habitabilidade antiga.

Por sua vez, os Emirados Árabes Unidos lançarão no mesmo mês sua primeira missão marciana, chamada Hope Mars, com lançamento acontecendo em território japonês e enviando uma sonda orbital para estudar a química atmosférica do planeta. Quanto à China, o país asiático chegou a dizer que enviaria um pequeno veículo para Marte, mas ainda não está confirmado que isso aconteça mesmo em 2020 — ainda que os planos iniciais sejam esses.

SpaceX: Starlink e Starship Conceito do Starship (Imagem: SpaceX)

A empresa espacial de Elon Musk teve um 2019 conturbado, lidando com contratempos e fazendo alguns avanços importantes também, e tudo caminha para um 2020 ainda mais agitado. Seu projeto Starlink, por exemplo, já lançou 120 satélites à órbita da Terra, rumo à constelação total que pode chegar a até 42 mil unidades. A ideia da empresa é fazer lançamentos com 60 unidades em cada, então este ano será repleto de voos rumo a este objetivo.

Mas, antes, a companhia precisa resolver a questão da reflexividade dos satélites, pois as 120 unidades já lançadas já estão atrapalhando observações astronômicas feitas a partir de telescópios terrestres — e essa é uma questão urgente para ser resolvida antes da continuidade do projeto. A SpaceX chegou a dizer que testaria um revestimento escuro nos satélites para o próximo lançamento, a fim de reduzir sua reflexividade, mas ainda não é certeza que essa será mesmo uma solução definitiva.

Quanto ao Starship, o novo e poderosíssimo foguete em desenvolvimento, 2020 promete mais um batalhão de testes e "saltos" com protótipos que vêm sendo aprimorados a cada teste realizado, entre alguns trancos e barrancos. Este foguete, em sua versão final, poderá levar até 100 pessoas em viagens para a Lua ou Marte, e é essencial para o futuro da companhia. Elon Musk espera que o Starship comece a voar de verdade nos primeiros testes ainda neste ano, tentando um primeiro voo orbital no segundo trimestre de 2021.

Leia também: Os maiores #fails da exploração espacial em 2019 Outras constelações de satélites (Imagem: OneWeb)

Além do projeto Starlink citado acima, outras empresas além da SpaceX estão com projetos similares, tudo com o intuito de oferecer internet de alta velocidade, via satélite, a qualquer lugar do mundo. Uma delas é a OneWeb, que deve iniciar lançamentos mensais agora em janeiro depois de lançar seis unidades de teste, esperando formar a constelação de mais de 600 satélites funcionais até o final do ano.

Quem também tem planos parecidos é a Amazon, com o projeto Kuiper, que ainda não tem data marcada para o início dos lançamentos, mas 2020 é um ano chave para o início dos desenvolvimentos.

Missão chinesa trazendo amostras da Lua para a Terra Conceito da Chang'e 4 na Lua (Imagem: CNSA)

O programa chinês Chang'e de missões lunares segue firme e forte em 2020, com a Chang'e 4 continuando a explorar o lado afastado da Lua — aquele que nunca podemos ver daqui da Terra. Em algum momento lá para o final de 2020, a China pretende lançar a Chang'e 5 com o objetivo de colher cerca de 1,5 kg de amostras do solo e de rochas da Lua e trazê-las para análises aqui na Terra. Se tudo der certo, esta será a primeira missão a trazer amostras lunares desde a Apollo 17 em 1972.

Leia também: Conheça a trajetória das missões Chang'e, que levaram a China à Lua Turismo espacial com a Blue Origin Interior da New Shepard (Foto: Blue Origin)

A espaçonave New Shepard, da Blue Origin (de Jeff Bezos), já passou por dezenas de testes e realizou três voos também em caráter de testes, tudo com sucesso, rumo ao início de suas atividades envolvendo o turismo espacial na órbita da Terra.

A ideia da empresa é inaugurar esta empreitada já em 2020, uma vez que isso não pôde acontecer em 2019 conforme o planejado. Ainda serão necessários pelo menos mais dois voos para os testes finais antes que os primeiros turistas espaciais possam fazer esse passeio fantástico — até seis pessoas viajarão juntas a cada viagem ao redor do planeta, onde terão a oportunidade de experimentar a sensação de "gravidade zero" por alguns minutos.

Turismo espacial com a Virgin Galactic Conceito da VSS Unity (Imagem: Virgin Galactic)

Outra empresa privada que vem apostando forte no turismo espacial ao redor da Terra é a Virgin Galactic. No ano passado, voos com a versão SpaceShipTwo da nave VSS Unity foram feitos com tripulantes a bordo, em caráter de testes, e tudo deu certo. A ideia é começar a levar turistas à órbita também em 2020 — provavelmente lá pelo meio do ano. Cada ticket custa US$ 250 mil e a nave acomoda até oito pessoas (dois pilotos e seis passageiros).

Artemis 1, da NASA, pavimentando o retorno à Lua

 

A NASA levará novos astronautas (e as primeiras mulheres) de volta à superfície da Lua em 2024, com o programa Artemis. Só que, para isso ser possível, é preciso haver missões anteriores de testes — e a primeira delas é a Artemis 1, que pode ser lançada entre novembro de 2020 e o início de 2021.

Uma primeira versão do foguete Space Launch System (SLS), menos potente, será testada com esta primeira missão do programa Artemis, enviando a nave Orion para dar voltas ao redor da Lua, onde passará três semanas sendo testada arduamente. Depois disso, a Artemis 2 será tripulada, mas sem pouso na superfície lunar, e acontecerá entre 2022 e 2023, enquanto a Artemis 3, esta sim que marcará o retorno de astronautas ao solo da Lua, entrará para a história em 2024.

Leia também: NASA revive seus melhores momentos de 2019; veja a retrospectiva JAXA e NASA colhendo amostras de asteroides Conceito da Hayabusa2 ao lado do asteroide Ryugu (Imagem: JAXA)

A agência espacial japonesa (JAXA) lançou a missão Hayabusa2 em 2014 rumo ao asteroide Ryugu, e a sonda já disparou um projétil no objeto para liberar materiais abaixo de sua superfície e, assim, coletar amostras ainda mais especiais. A sonda já está quase no fim de sua missão, pois retornará à Terra, trazendo o que colheu do asteroide, em dezembro deste ano.

Já a NASA está com a missão OSIRIS-REx no asteroide Bennu. O lançamento aconteceu em 2016 e a nave chegou a seu destino em 2018. A ideia, agora, é que a sonda comece a coletar amostras da superfície do objeto em julho ou agosto de 2020, iniciando seu retorno à Terra em 2021 e chegando qui em setembro de 2023.

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Confira ótimos jogos para Android, iOS e PC compatíveis com controle

Jan 3, 2020

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Se você está cansado de usar os comandos do teclado de seu smartphone e teclado do computador e deseja, além deles, usar controles como os de console, é possível encontrar um grande número de títulos online que permitem obter esse conforto. Confira, a seguir, quais são eles:

SoulCraft

Esse jogo para Android é gratuito e lhe coloca no papel de um caçador que deve percorrer masmorras e enfrentar uma série de outros desafios para se tornar um guerreiro. Seus gráficos 3D são lindos e muito coloridos. É possível baixá-lo gratuitamente.

SoulCraft, jogo para Android que pode ser jogado com controle (Imagem: Divulgação) Temple Run

Esse jogo também é do gênero RPG e, nele, você assume o papel de um personagem que roubou um item amaldiçoado, o que faz com que as criaturas conhecidas como Evil Demon Monkeys o persigam. Sua missão no jogo é escapar deles e garantir sua posse, ao mesmo tempo em que testa seus reflexos, correndo através de paredes e enfrentando uma série de outros obstáculos.

O jogo está disponível para Android, iOS e também na Windows Store.

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Temple Run (Imagem: Divulgação) Temple Run 2

Essa sequência do jogo para Android, iOS e Windows Store permite navegar por falésias, tirolesas, minas e florestas para escapar e manter o controle sobre seu item amaldiçoado.

Temple Run 2 (Imagem: Divulgação) Asphalt Xtreme

Com vontade de explorar territórios dentro de um carro em velocidade máxima? Esse jogo para Android, iOS e Windows Store permite usar um controle de console para fazê-lo! Nele, é possível cruzar dunas, voar em cânions, dirigir em pântanos, entre outros cenários lotados de aventura. É possível fazer seu download gratuitamente.

Asphalt Xtreme, jogo para Android, iOS e Windows Store (Imagem: Divulgação) Asphalt 8: Airborne

Muito semelhante ao anterior, ele possui gráficos incríveis e exibe cenários típicos de corridas profissionais. O jogo pode ser baixado para Android, iOS e Windows Store.

Asphalt 8: Airborne (Imagem: Divulgação) Grand Theft Auto: San Andreas

Esse clássico do videogame também possui jogos para Android e PC. Nele, você controla Carl Johnson, que retorna para a cidade de Los Santos após uma temporada longe de gangues, drogas, corrupção e estrelas de cinema. Cuidado para não ser pego pela polícia durante suas missões!

GTA San Andreas: jogo também está disponível para Android (Imagem: Divulgação) Gangstar Vegas

Entre os jogos para Android e iOS, Gangstar Vegas apresenta um dos melhores gráficos e leva o jogador em uma viagem para Las Vegas recheada de muita ação e aventura, onde será necessário enfrentar uma série de guerras de gangues.

Gangstar Vegas, um dos jogos para Android e iOS que podem ser jogados com controle (Imagem: Divulgação) Dead Trigger 2

Com vontade de derrotar zumbis e salvar a humanidade do desastre total? Dead Trigger 2 é um dos ótimos títulos com o tema disponíveis para smartphones e computador. É possível baixá-lo gratuitamente no Android e iOS para se aventurar.

Dead Trigger 2 (Imagem: Divulgação) Dungeon Hunter 5

Esse jogo para Android, iOS e Windows Store permite ao jogador unir-se aos Caçadores de Recompensas online para derrotar forças inimigas e garantir a paz no mundo. Com excelentes gráficos, ele é um dos melhores do gênero hack and slash, que contam com lutas recheadas de ação.

Dungeon Hunter 5 (Imagem: Divulgação) Dead Effect

Esse jogo para Android e iOS do gênero Sci-Fi faz com que seu dever seja lutar pela vida em um cenário de calamidade. Nele, você é um membro de elite da Unidade 13 e deve derrotar o maior número de ameaças possíveis para garantir a sobrevivência de todos.

Dead Effect, jogo para Android e iOS (Imagem: Divulgação) GT Racing 2: The Real Car Experience

Esse jogo de carro traz grandes aventuras para seu jogador, tanto no modo individual quanto no multiplayer. Ele oferece corridas completas com gráficos e modelos de carros muito bonitos. É possível baixar o game no Android, iOS e na Windows Store.

GT Racing 2 (Imagem: Divulgação) Badland

Esse jogo para Android, iOS e Windows Store apresenta um ambiente que mescla ação e aventura, em uma floresta lotada de habitantes e plantações. O jogador tem como missão controlar um personagem para que ele descubra, de fato, o mistério que se esconde por trás de toda a beleza da floresta.

Badland. um dos jogos para Android, iOS e Windows lotado de aventuras (Imagem: Divulgação) FIFA Mobile Soccer

O popular jogo de futebol FIFA também possui suas versões para Android e iOS. Nele, a missão do jogador consiste em montar um time, gerenciá-lo, disputar partidas acirradas com outros jogadores, acompanhar conteúdos diários, entre outras opções.

O game pode ser baixado gratuitamente e pesa cerca de 100 MB.

FIFA Mobile Soccer (Imagem: Divulgação) Cinemaware Wings

Nesse jogo para Android e iOS, o jogador assume o papel de um piloto de caça da Tríplice Aliança durante a Primeira Guerra Mundial. Seu dever é bombardear aeródromos do exército inimigo e combater seus ataques. Sem dúvida, é uma ótima experiência de RPG.

Cinemaware Wings (Imagem: Divulgação) Metal Slug Defense

Se você gosta de jogos de tiro, esse título da série Metal Slug pode ser uma ótima opção para jogar com um controle. Disponível tanto para Android quanto iOS, ele é gratuito e oferece bons gráficos.

Metal Slug Defense, jogo para Android (Imagem: Divulgação) Homem-Aranha Sem Limites

Entre todos os jogos para Android, os que possuem temas de heróis sempre se destacam. Esse, do Homem-Aranha, coloca o jogador dentro de um exército de Homens-Aranhas no Aranhaverso a fim de derrotar os vilões do Sexteto Sinistro, que abriram um portal dimensional em plena cidade de NY.

O jogo é gratuito, mas infelizmente só pode ser baixado via APK, uma vez que a Gameloft retirou alguns jogos do Homem-Aranha da Play e App Store.

Homem-Aranha Sem Limites: jogo para Android só pode ser baixado via APK (Imagem: Divulgação)

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Astronauta teve trombose venosa profunda enquanto estava na ISS

Jan 3, 2020

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Em novembro de 2019, a NASA descobriu que astronautas podem ter problemas no fluxo sanguíneo se permanecerem por períodos prolongados em um ambiente de microgravidade. E parece que isso é algo com o que os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) devem mesmo se preocupar, especialmente após um deles ter sido diagnosticado com trombose venosa profunda (TVP) na veia jugular.

O astronauta estava realizando um ultrassom no pescoço como parte das pesquisas sobre como o fluido corporal é redistribuído no corpo humano na microgravidade. Embora ele não tenha apresentado outros sintomas, o exame mostrou nitidamente a presença de um coágulo de sangue na jugular.

A doença é potencialmente fatal porque os coágulos podem se mover para pontos vitais, como pulmões, coração ou cérebro. E para piorar a situação dos astronautas, que estão sujeitos a esse problema, a medicina espacial ainda não conta com procedimentos para o tratamento da TVP em ambientes fora da Terra.

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Felizmente, o astronauta diagnosticado foi tratado remotamente com a ajuda do Dr. Stephan Moll, da Universidade da Carolina do Norte, durante um período de três meses. Embora não houvesse os medicamentos mais adequados para o tratamento a bordo da ISS, havia o anticoagulante Enoxaparin, que foi suficiente — ainda bem. Por motivos de privacidade, o nome do astronauta não foi revelado.

Dr. Stephan Moll, nas instalações da NASA (Foto: UNC School of Medicine)

Moll contou que sua primeira reação quando a NASA o procurou “foi perguntar se eu poderia visitar a ISS para examinar o paciente”. A agência espacial disse que não poderia levá-lo ao espaço com a rapidez necessária, então o médico continuou com o processo de avaliação e tratamento remotamente. Ele prescreveu doses do anticoagulante a serem administradas por injeções por mais de 40 dias e, três dias após esgotar o estoque, uma remessa de Apixaban, em forma de pílula, chegou à ISS, permitindo que o tratamento se estendesse a um total de mais de 90 dias.

Durante esse período, o astronauta realizou mais exames de ultrassom enquanto Moll o consultava via e-mail e telefonemas. A equipe médica interrompeu as doses quatro dias antes de o astronauta entrar na cápsula Soyuz e voltar à Terra, onde já se recuperou completamente.

A trombose é uma doença que apresenta poucos sintomas e, às vezes, nenhum. Isso preocupa o Dr. Moll porque, se todos os astronautas no espaço podem desenvolver esse quadro, como prevenir e minimizar os riscos? Essa é uma pergunta que a medicina espacial deve responder o quanto antes.

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Por que a água fica com gosto de "velha" se ficar parada no copo?

Jan 3, 2020

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Essa é uma situação que já aconteceu pelo menos uma vez com qualquer um: você vai dormir com aquele copinho de água fresquinha do lado da cama e, quando acorda de madrugada pra tomar um gole, a água está com gosto de “velha”. Cada pessoa costuma identificar esse gosto de forma diferente: umas dizem que ela está “oleosa”, outros com “gosto de terra”, outros não sabem nem explicar que tipo de gosto é aquele que estão sentindo. Mas todos concordam de que aquele líquido não está com o gosto que reconhecemos como sendo o de água potável.

De acordo com Susan Richardson, pesquisadora química na Universidade da Carolina do Sul (EUA), não existe nenhuma pesquisa séria sobre o motivo de a água ficar com gosto de “velha” após muito tempo parada dentro do copo, mas aponta para uma das possíveis causas desse fenômeno. E, de acordo com a química, a maior delas é simplesmente a mudança de temperatura da água ao longo do tempo.

Ela usa o exemplo da cerveja: quanto mais tempo fora da geladeira uma cerveja fica, mais se acentuam os sabores presentes nela, seja aquele amargor natural da bebida ou qualquer outro retrogosto que pode existir dos ingredientes utilizados para fermentá-la. Considerando que a água que pegamos da torneira chega à nossas casas através de canos no subterrâneo, a temperatura dela normalmente é mais fria do que a do ambiente em que estamos e, por isso, o gosto dela se modifica conforme ela vai se adequando à temperatura do ambiente. E considerando que muitos de nós gostamos de colocar pedras de gelo ou deixá-la algum tempo na geladeira para aumentar a sensação de refrescância, maior será a diferença que sentiremos no sabor da água ao tentar bebê-la na temperatura ambiente.

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Outra possível explicação na mudança de gosto está no uso de cloro pelas estações de tratamento. Usado para matar bactérias e outros possíveis patogênicos que possam existir na água, a quantidade de cloro existente na água que pegamos da torneira não é suficiente para fazer qualquer mal ao organismo se ingerida (como é, por exemplo, a água da piscina), mas mesmo a quantidade ínfima usada no tratamento pode ajudar a deixar a água com um gosto mais “refrescante”. Mas, como o cloro é uma substância que facilmente evapora em temperatura ambiente, deixar a água parada no copo pode eliminar completamente o elemento, alterando assim o gosto da água.

Mas não é só a evaporação de cloro que pode modificar o gosto do líquido da vida, mas também a dissolução de gases do ambiente. Isso porque, quando você deixa a água parada no copo, pequenas quantidades de gás carbônico da atmosfera acabam se incorporando a ela, o que deixa o pH do líquido ligeiramente mais ácido e, logicamente, muda seu sabor. Além do gás carbônico, outros gases atmosféricos de menor concentração também podem acabar se dissolvendo na água, como acetona e aldeídos, que também acabam afetando o gosto dela.

E não é necessário muito tempo para que esses gases afetem a bebida: como uma pesquisadora que precisa sempre utilizar água pura em seus experimentos, Richardson revela a dificuldade para se conseguir isso. Se um copo fica coisa de meia hora parado em qualquer ambiente, essa água já não é mais considerada pura devido à dissolução dos gases atmosféricos nela. Além disso, o próprio oxigênio das moléculas de água também evapora com o tempo, e é outro dos motivos de a água “parada” ficar com um gosto estranho: em sua essência química, depois da evaporação do oxigênio e da dissolução de gases atmosféricos, ela já não é exatamente a mesma substância que você tirou da torneira.

Agora, se você está pensando na presença de microorganismos ou bactérias, não há tanto com o que se preocupar. A presença de micróbios ou fungos na água (claro, caso ela seja potável) só começa a aparecer depois de vários dias que a água ficou parada no copo em contato com o ambiente (também, claro, considerando que ela não tenha sido visitada nesse meio tempo por nenhum agente externo, como um mosquito que pousou na superfície e botou seus ovos por lá).

Assim, mesmo que esteja com um gosto estranho, beber a água que passou a noite toda parada no copo é totalmente seguro. Mas, se você esqueceu a água no copo na cabeceira da cama, foi viajar de férias e ficou fora de casa vários dias, a recomendação é que jogue fora aquela água "velha" e lave bem o copo antes de usá-lo de novo, pois é possível que nesse meio tempo aquele lugar tenha se tornado a nova casa de uma família de bactérias.

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Este cientista acredita que é possível viajar no tempo para o passado

Jan 3, 2020

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O filme A Máquina do Tempo, de 2002, adaptação do livro de mesmo nome do escritor H. G. Wells, narra a história do cientista Alexander Hartdegen, que se dedica a voltar ao passado e impedir a morte de sua noiva, Emma. Um enredo típico da ficção científica, mas talvez não tão longe da realidade. Talvez. Ron Mallett, um astrofísico do mundo real, dedica sua vida para provar que a viagem no tempo é possível. Sua motivação: ver seu pai, morto quando Mallett tinha 10 anos.

Foi o próprio livro de Wells que inspirou Mallett. Cerca de um ano após morte repentina de seu pai por ataque cardíaco, o filho encontrou uma versão ilustrada de A Máquina do Tempo, livro “que mudou minha vida”, diz ele. Para os mais céticos, pode parecer uma obsessão fantasiosa, mas Mallett está convencido de que é capaz de transformar em realidade um dos maiores temas da sci-fi.

Sessenta anos se passaram desde que Mallett encontrou na ficção a motivação de seus estudos. “Nós nem tínhamos entrado no espaço, e as pessoas nem tinham certeza se poderíamos”. Hoje, aos 74 anos, ele é professor de física na Universidade de Connecticut, e tem uma carreira de pesquisas sobre buracos negros e a relatividade geral de Albert Einstein. E, claro, trabalha nas suas teorias sobre viagens no tempo.

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Viajar no tempo é um desejo antigo

Durante algum tempo, enquanto construía sua carreira, Mallett permaneceu em silêncio sobre sua intenção de pesquisar sobre a possibilidade de viajar no tempo. "Queria ter certeza de que chegaria ao auge do profissionalismo", diz ele. "Mesmo assim, fiquei um pouco relutante". Afinal, não demoraria a adquirir a fama de cientista louco se começasse a falar de suas ambições por aí.

Mas quando Mallett começou a falar abertamente sobre suas ideias, descobriu que elas estavam em harmonia com muitas outras. Ele afirma que isso aponta para a universalidade do desejo de revisitar o passado, ou seja, o fato de que todos nós temos essa vontade - seja devido aos nossos arrependimentos, seja por causa de pessoas que perdemos e desejamos ver novamente. "As pessoas começaram a entrar em contato comigo, literalmente de todo o mundo, [para falar] sobre a possibilidade de voltar no tempo", diz ele.

Mas afinal, a ciência por trás dessas ideias é plausível? Para Mallett, tudo depende das teorias de Einstein. “Para resumir”, diz Mallett, “Einstein disse que o tempo pode ser afetado pela velocidade”. Tome como exemplo astronautas atravessando o espaço em um foguete viajando perto da velocidade da luz. O tempo passaria de maneira diferente na Terra do que para as pessoas no foguete. Enquanto eles ficam alguns anos mais velhos, décadas se passaram aqui na Terra.

Usando a teoria especial da relatividade, Mallet explica que “se você estiver viajando rápido o suficiente, estará viajando no tempo, respectivamente”. No entanto, essa aplicação a teoria de Einstein se trata apenas de avançar no tempo, e não sustenta a ideia de voltar ao passado. Então, como isso ajudaria a busca de Mallett?

Torcendo o tecido do espaço-tempo

De acordo com a teoria geral da relatividade de Einstein, o tempo é afetado pela gravidade. Mallett resume dizendo que “quanto mais forte for a gravidade, mais o tempo vai desacelerar”. Na verdade, segundo Einstein, o que chamamos de força da gravidade não é uma força, e sim a flexão do espaço por um objeto maciço. "Se você pode dobrar o espaço, existe a possibilidade de você torcer o espaço", diz Mallett.

Se na teoria de Einstein, o que chamamos de espaço também envolve tempo, o que acontece com o espaço também acontece com o tempo. Assim, Mallett postula que, distorcendo o tempo em um loop, é possível viajar do futuro de volta ao passado - e depois de volta ao futuro. E esta é a ideia de um buraco de minhoca, uma espécie de túnel com duas aberturas.

Mallett sugere que a luz também pode ser usada para afetar o tempo através de uma espécie de laser em formato de anel. Ele criou um protótipo que ilustra como os lasers podem ser usados para criar um feixe de luz circular que distorce o espaço e o tempo. Ao estudar o tipo de campo gravitacional produzido pelo laser em anel, Mallett acredita que podemos encontrar “uma nova maneira de ver a possibilidade de uma máquina do tempo”.

Mas não é apenas de experimentos que vive a teoria de Mallett. Ele também tem uma equação teórica que o cientista afirma provar que a máquina do tempo funcionaria. "Eventualmente, um feixe de luz laser circular poderia agir como uma espécie de máquina do tempo e causar uma distorção do tempo que permitiria que você voltasse ao passado", diz ele.

No entanto, há um problema: Mallett diz que "você pode enviar informações de volta, mas só pode enviá-las para o ponto em que você liga a máquina". Parece que a busca do cientista para voltar à década de 1950 e encontrar seu pai não está muito perto da realidade, mas ele continua otimista.

Críticas no meio científico

Para o astrofísico Paul Sutter, a teoria da relatividade geral nos permite pensar em viagem no tempo, “mas toda vez que tentamos inventar um dispositivo teórico de viagem no tempo, outro tipo de física entra e acaba com a festa”. Sutter diz que o trabalho de Mallett é interessante, ou até no caminho certo para obter resultados, mas acha que “existem falhas profundas em sua matemática e em sua teoria, e, portanto, um dispositivo prático parece inatingível”.

Outros críticos incluem Ken D. Olum e Allen Everett, do Instituto de Cosmologia da Universidade Tufts. Eles disseram que encontraram buracos na equação de Mallett e na praticidade de sua proposta de dispositivo. Mallett deixa claro que suas ideias são teóricas, e que está tentando obter fundos para realizar experimentos mais concretos.

Se Mallet não conseguir voltar no tempo, pelo menos poderá reviver o passado de outra forma - nas telas do cinema. Ele disse que uma grande produtora comprou os direitos de sua história e há um projeto cinematográfico em andamento. Assim, ele poderia vislumbrar Nova York dos anos 1950 e, de certa forma, ver seu pai pela última vez. "A ideia de poder ver meu pai na telona será quase como trazê-lo de volta à vida por mim", diz Mallett.

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Após início complicado, Tesla bate recorde de vendas de carros em 2019

Jan 3, 2020

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A Tesla bateu recorde de vendas em 2019, fechando o ano com 367.500 carros negociados, segundo dados publicados em seu site na manhã desta sexta-feira (3). Este número é maior do que a soma dos dois anos anteriores e foi dentro do que a montadora do Vale do Silício esperava para o período. O produto que foi o grande responsável por essa façanha foi o sedã Model 3, um dos carros de entrada da marca, que, só no último trimestre do ano, vendeu mais de 90 mil unidades.

O resultado fecha um ano importante para a Tesla, mas que não tinha começado tão bem, já que a montadora tinha iniciado 2019 com uma perda de US$ 702 milhões no primeiro trimestre — sua quarta pior perda trimestral desde que se tornou uma empresa de capital aberto em 2010. Esse começo nada animador tinha sido ocasionado por um período bem ruim nas vendas do Model 3 que, segundo Elon Musk, o CEO da marca, aconteceram porque a empresa havia anunciado mudanças mercadológicas importantes, com foco na Europa e na China.

A empresa também passou meses lutando contra a narrativa de que a demanda por seus carros estava caindo. Como resultado desse burburinho, o preço das ações da Tesla caiu constantemente durante a primeira metade do ano para menos de US$ 180 por ação — seu ponto mais baixo em três anos. Mas a empresa acabou se recuperando e entra em 2020 com suas ações valendo US$ 400 cada.

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Model 3 continua salvando a Tesla

Para o futuro, devemos ter novidades como o Model Y, um SUV compacto, e o controverso Cybertruck, que foi revelado em novembro e protagonizou notícias e memes dos mais variados. Além disso, a Tesla abriu uma fábrica na China para poder comercializar o Model 3 localmente, o que a ajudará a conter custos de transporte e logística, algo que encarecia o produto por lá.

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Xiaomi afirma ter identificado motivo da falha nas câmeras da marca

Jan 3, 2020

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Como publicamos na última quinta-feira (2), uma falha grave nas câmeras da Xiaomi fazia com que um usuário, ao tentar transmitir o conteúdo de sua câmera para o Google Nest, tivesse acesso a imagens aleatórias das câmeras de outros usuários ao redor do mundo. E, nesta sexta (3), finalmente a empresa chinesa se pronunciou sobre o caso.

Em comunicado enviado para o site The Verge, a empresa confirmou a existência do problema, afirmando que ele foi causado por uma atualização de cache liberada para seus dispositivos no dia 26 de dezembro. Essa atualização deveria melhorar a qualidade das transmissões ao vivo e a estabilidade do envio para dispositivos Google Nest, mas que acabou sendo o responsável por causar o problema.

Apesar de confirmar a existência da falha e o que causou o problema, a Xiaomi garantiu que foi um bug raro e que aconteceu com apenas alguns poucos usuários, já que aqueles que faziam a transmissão para o Nest a partir do app Mi Home não tiveram qualquer tipo de problema.

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Apesar disso, o Google ainda mantém o bloqueio de seus dispositivos Nest a qualquer câmera da marca chinesa. Isso acontece porque, ainda que o problema tenha sido identificado, os programadores chineses ainda não conseguiram encontrar uma forma de resolver de vez a questão. O Google também confirma que continua trabalhando junto da Xiaomi para corrigir de vez essa falha da forma mais rápida possível.

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Bichos estranhos! Viaje até 10.000 metros nas profundezas do oceano neste site

Jan 3, 2020

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Que os oceanos são extremamente misteriosos muita gente sabe, mas o quão profundo são e o que há exatamente nas suas profundezas, ainda são um grande mistério para muitos — inclusive para os aficionados pelo mar. Pensando nisso, o cientista da computação Neal Agarwal publicou sua investigação marítima no site interativo The Deep Sea, (em inglês) onde um oceano se abre pela janela do navegador, exibindo parte da sua rica e estranha vida marinha.

A visualização do oceano vai até o ponto mais profundo de 10.850 metros, com um mergulho rico em águas-vivas estranhas, polvos e lulas gigantes que mais parecem saídas de um filme de ficção científica.

Desenvolvedor cria site com criaturas marinhas encontradas nas profundezas do oceano (Captura de tela: Fidel Forato/Canaltech)

Em 32 metros de profundidade, está o peixe-palhaço, que ficou popularizado pelo personagem Nemo nas animações da Pixar, junto de Dori — a peixinha com problemas de memória —, conhecida também como cirurgião-patela. Já as orcas, os leões-marinhos e os tubarões-cabeça-chata começam a aparecer no mar a partir dos 100 metros de profundidade.

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Nos 340 metros de profundidade, há o seguinte aviso: "este é o ponto mais profundo que um humano já mergulhou. Foi alcançado por Ahmed Gabr, em 2014." Isso quer dizer que a partir de então, todo cuidado é pouco, mas é também a partir deste marco que as criaturas vão se tornando mais fantásticas, como a lula vaga-lume, nos 380 metros, que emite uma linda cor azulada. Ou ainda os moluscos Gymnosomata, que parecem ter asas.

Dignas da ficção científica: há uma série de criaturas gigantes no fundo do mar (Captura de tela: Fidel Forato/Canaltech)

Muito cuidado nos 773 metros de profundidade, com o polvo gigante, do Pacífico, que costuma medir mais de 3 metros. Outro gigante dos oceanos pode chegar até os 11 metros de extensão e vive a 805 metros de profundidade: é o regaleco ou peixe-remo, que já pensaram se tratar de um monstro-marinho.

Nessa crescente, as criaturas marinhas vão se multiplicando até o último registro, aos 10.000 metros de profundidade com uma espécie de crustáceo, o Hirondellea gigas. Mergulhando em velocidades normais de navegação na web, a visualização da página completa, feita em parceria com Harri Pettitt-Wade, professor da Universidade de Windsor, leva de 8 a 10 minutos para ser concluída.

The Deep Sea has already been viewed over a million times! Awesome to see so many people excited about the ocean.

And thanks for the kind messages, still reading through them 🥰

— Neal Agarwal (@nealagarwal) 8 de dezembro de 2019

Sobre a invenção posta em águas salgadas desde o começo de dezembro, seu desenvolvedor, Agarwal, comemora, no Twitter, mais de um milhão de visualizações. No post, o cientsita da computação, formado pela Virginia Tech, ainda comenta que é "incrível ver tantas pessoas empolgadas com o oceano".

Nostalgia dos anos 2000

Além de desbravar as profundezas do oceano, Agarwal já criou outras páginas interativas como um site em que compara o tamanho de astronautas, satélites e planetas nos espaço. Há também o Baby Map, feito para contabilizar a média dos nascimentos do mundo, enquanto se navega pela página. Em um minuto de tese, por exemplo, foram registrados 216 nascimentos, sendo que 64 deles eram na Índia.

As invenções de Agarwal tentam resgatar o espírito criativo de sua adolescência na internet (Foto: Divulgação/ Flash)

Quando questionado sobre suas inspirações para o desenvolvimento de sites considerados um tanto estranhos para os dias de hoje, Agarwal comenta que “a mídia social e os aplicativos móveis consumiram tudo, e a web tornou-se entediante novamente”, assim suas invenções são uma forma de romper com esse marasmo e alimentar essa nostalgia.

"Para entender meu trabalho atual, acho que você teria que entender como era a internet quando eu era criança", continua o cientista da computação. Nos anos 2000, “o Flash estava em toda a internet", quando a rede de comunicações estava no auge, em sua adolescência. Nessa época, para o autor dos sites, as crianças estavam envolvidas em jogos e animações em Flash, muito mais divertidas que o entretenimento atual, mesmo que um pouco estranhas e até toscas. E é esse espírito que o desenvolvedor busca resgatar com suas criações.

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Como a LGPD vai impactar o setor de logística

Jan 3, 2020

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Por Paulo Padrão*

A nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) marcará uma profunda transformação no modo como as empresas utilizam as informações de seus clientes. Mas, embora já esteja claro que a regulamentação alterará por completo a rotina de segmentos como o e-commerce, varejo, bancos e telcos, o fato é que outros mercados ainda parecem seguir longe das discussões. Por exemplo: você já imaginou como a LGPD vai impactar o setor de logística no Brasil?

Essencial para o sucesso do comércio eletrônico, o transporte de cargas e encomendas é uma das áreas que mais precisarão se adequar às demandas da nova regra. Afinal de contas, além da loja virtual de sua preferência, quem faz a entrega de seus pedidos também tem acesso a suas informações pessoais — como nome, endereço, telefone, documentos etc. Sendo assim, não é difícil entender por que as companhias do setor logístico precisam se atentar às definições da LGPD, sobretudo no que se refere à privacidade e à gestão de dados.

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A nova regulamentação exigirá que todas as organizações que trabalham com dados pessoais e ou dados sensíveis busquem modelos de atuação mais seguros e inteligentes, protegendo seus clientes contra possíveis roubos ou vazamentos de dados. Por isso, mesmo que as empresas logísticas não sejam responsáveis diretas por coletar as informações dos consumidores, elas também devem trabalhar para manter suas operações em conformidade com as regras.

De forma geral, as companhias do setor logístico precisarão alterar por completo as exigências para uso, armazenamento e compartilhamento de informações dos clientes. Além disso, há uma questão a ser pensada: o que fazer com os dados dos consumidores depois de uma entrega? Qual é o destino a ser dado a essas informações? É justamente esse tipo de resposta que a LGPD exigirá e norteará a partir de agosto de 2020.

O primeiro passo na preparação para essa jornada é avançar no conhecimento sobre como a LGPD afetará a rotina das operações, planejando ações que garantirão a visibilidade e o controle de todos os ativos digitais. Para a criação desse ambiente regulamentado, será preciso analisar toda a estrutura para mapear quais dados são armazenados, os locais de armazenamento, as áreas que utilizam essas informações e quais são as verificações e controles que precisam ser criados para as necessidades específicas de cada equipe ou área de atuação.

Mas é preciso deixar claro que a nova lei não pode ser encarada apenas como mais uma exigência regulamentar ou um simples projeto de TI. É importante que os líderes vejam a LGPD como uma oportunidade de reforçar suas habilidades para o futuro digital, transformando as informações e análises de dados em uma rica e verdadeira fonte de evolução dos negócios. A adequação à legislação não é somente um projeto de tecnologia ou jurídico – mais do que isso, é uma chance de construir uma operação segura e eficiente por meio da inovação tecnológica e da visão estratégica dos negócios.

De fato, o grande impacto que a LGPD traz às empresas é a necessidade de cuidar e utilizar seus dados como um tesouro a ser protegido de forma permanente dentro das operações. Com processos cada vez mais conectados, as informações estão no centro das atividades empresariais e diretamente associadas à satisfação dos clientes – ainda mais em um ramo como o mercado logístico, que precisa entregar agilidade, segurança e confiança em seus serviços.

O que os líderes devem avaliar, portanto, é como alinhar suas rotinas às exigências da lei e, a partir dela, construir um ambiente de inteligência de dados mais robusto e preparado para potencializar os resultados de suas corporações. Pesquisas indicam que veremos, em breve, um grande salto no uso de sistemas de automação focados em Data Intelligence, Analytics e Inteligência Artificial. E essas são justamente as ferramentas tecnológicas que ajudarão a integrar novas perspectivas de negócios.

A combinação entre a tecnologia e a estratégia das empresas é o melhor caminho para simplificar a geração de insights que permitam às organizações se ajustarem ao futuro. O momento demanda inteligência e preparo, acima de tudo. O que significa dizer, portanto, que as companhias de todas as áreas devem adequar o quanto antes suas estruturas. A continuidade dos negócios dependerá diretamente dos dados e não há tempo a perder. As empresas que conseguirem transformar os desafios da nova lei em oportunidades de crescimento e de geração de valor avançarão rumo ao sucesso.

*Paulo é Vice-Presidente Senior e General Manager da ASG Technologies para a América Latina

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Quem segura? Grand Theft Auto 5 está disponível no Xbox Game Pass

Jan 3, 2020

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A Microsoft continua com a saga de deixar o Xbox Game Pass cada vez mais robusto e atrativo. O game da vez a entrar no serviço de jogos por assinatura da gigante de Redmond é nada mais, nada menos do que Grand Theft Auto 5, título que já angariou mais de US$ 6 bilhões em receitas desde seu lançamento, em 2013.

Apesar de tanto tempo após sua chegada ao mercado, GTA V continua vendendo que nem água, figurando sempre nas principais listas de jogos mais comercializados em várias praças pelo mundo. Além disso, GTA Online segue sendo constantemente atualizado pela Rockstar e atrai milhares de jogadores.

Prova disso é que, em 2019, as receitas do GTA Online aumentaram quase 23%, atingindo uma nova alta histórica, impulsionada pelo lançamento da atualização Diamond Casino & Resort , disponibilizado no verão passado. Esse conteúdo amplificou o envolvimento dos jogadores em nível recorde, se considerarmos usuários ativos diários, semanais e mensais.

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— Xbox Game Pass (@XboxGamePass) January 3, 2020

O game já pode ser baixado pelos usuários do Xbox Game Pass pelo console ou remotamente, por meio do app Xbox Game Pass, cujo download pode ser feito tanto para Android quanto para dispositivos iOS.

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Football Manager 2019: veja a configuração necessária para rodar o game

Jan 3, 2020

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O Football Manager 2019 é a versão mais recente de um simulador de futebol lançado pela SEGA. Lançado para computadores, Nintendo Switch e também para smartphones Android e iOS, ele permite coordenar times de futebol do mundo inteiro ou atuar como cartola. Se você deseja uma alternativa ao FIFA e a outros jogos de futebol famosos, confira os requisitos mínimos e configurações necessárias para baixar o jogo logo a seguir:

Football Manager 2019: requisitos mínimos

Ao contrário do que podem pensar, não é necessário ter um computador, celular ou videogame dos mais potentes para jogar Football Manager 2019. Processadores a partir do Intel Pentium 4 e 2GB de RAM já são mais do que suficientes para rodar o simulador de futebol em PCs, por exemplo.

Requisitos mínimos para rodar Football Manager 2019 um computador com Windows

Se você deseja jogar Football Manager 2019 em seu computador Windows, os requisitos mínimos são:

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Sistema Operacional: Windows a partir do 7; Processador Intel Pentium 4; Memória RAM de 2GB; Placa de vídeo: GeForce 9600, AMD Radeon 3650 com pelo menos 256MB ou DirectX 9.0; Memória HD: mínimo de 7GB de espaço. Football Manager 2019 possui requisitos simples (Imagem: Reprodução/GameSpot Brasil)

Já os requisitos altamente recomendados para que o jogo possa ser jogado em seu máximo de qualidade são:

Sistema Operacional: Windows 7 64 bits; Processador: Intel Core 2 Duo E8300 2.83 GHz ou AMD Phenom III X3 700e; Memória RAM de 4GB; Placa de vídeo: AMD Radeon R7 7650K, NVIDIA GeForce GT 640 ou DirectX 9/ Memória HD: mínimo de 7GB. Requisitos mínimos para Mac OS X

Mas se você deseja jogar o Football Manager 2019 em seu Mac OS X, precisará de:

Sistema Operacional: OS 10 (ou superior); Processador: Intel Core 2 (1.8 GHz +); Memória RAM de 2GB; Placa de vídeo: Intel GMA X4500, NVIDIA GeForce 9600M GT ou AMD/ATI Mobility Radeon HD 3650; Memória HD: 7 GB de espaço. Football Manager 2019 (Imagem: Reprodução/Trivela.com.br) Football Manager 2019 para Android e iOS

Você também pode baixar o jogo em seu Android e iOS. Para isso, as versões de cada software devem ser, respectivamente, a partir de 4.1 e 8.0. Em geral, o game não ocupa muito espaço e pode ser jogado tranquilamente caso a memória de seu smartphone não esteja muito cheia.

Football Manager 2019 também pode ser jogado em seu smartphone (Imagem: Divulgação/Google Play Store) Como adquirir o Football Manager 2019 no Brasil

O Football Manager 2019 para computador pode ser adquirido no site da Microsoft e comprado em sua versão para o Nintendo Switch em importadoras online.

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Confira dicas para jogar Mario Kart Tour

Jan 3, 2020

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O jogo Mario Kart Tour é mais uma versão da série que conta com os personagens que são, até hoje, os maiores ícones do mundo dos games: Mario, Luigi, Peach, entre outros. Disponível gratuitamente para Android e iOS, ele traz toda a nostalgia para quem sabe como era bom se distrair com suas aventuras ainda na versão antiga do Nintendo.

Confira, a seguir, algumas dicas infalíveis para jogar Mario Kart Tour e garantir seu melhor desempenho no game.

Mario Kart Tour: saiba como usar o “boost”

O “boost” é uma ferramenta bem conhecida por quem já jogou Super Mario Kart (versão para console). Ela permite disparar logo na largada e garantir uma boa distância do resto dos competidores ou reduzir a diferença entre você e os primeiros lugares. Por isso, sempre que necessário, aproveite o recurso segurando o dedo na tela do celular após o número 2 dá contagem regressiva ser exibido.

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Dicas para jogar Mario Kart Tour (Imagem: Reprodução) Mario Kart Tour: realize o maior número de atividades possíveis

Para ganhar ainda mais velocidade durante suas corridas em Mario Kart Tour, e aumentar suas chances de chegar em primeiro lugar, nunca se contente somente com o acelerador. Sempre que possível, use rampas para pular em penhascos, acerte seus adversários com itens de ataque, derrape em curvas e, principalmente, colete moedas. Todas essas atividades rendem pontos em sua posição e permitem realizar uma corrida muito melhor.
Para usar todas as ferramentas disponíveis em Mario Kart Tour, no entanto, você deve se lembrar de acessar o menu do jogo e, em “Configurações”, selecionar “Método de controle”. Depois, altere as configurações até que elas fiquem assim:

Derrapagem manual: ligado; Direção inteligente: desligado; Controle por movimento: ligado; Itens automáticos: desligado. Dicas para jogar Mario Kart Tour (Imagem: Reprodução) Mario Kart Tour: solte o máximo de itens possíveis para atrasar seus adversários

Se você possui itens que podem ajudar a atrasar seus adversários, jamais os segure com você. Sempre é possível adquiri-los em caixas misteriosas que são deixadas na pista. Por isso, aproveite essas chances para liberar o que tem e faça todos os que estão atrás de você ficarem o mais distante possível. Acredite, esta pode ser uma ótima estratégia.

Dicas para jogar Mario Kart Tour (Imagem: Reprodução) Mario Kart Tour: controle seu dinheiro

Existem diversos itens colecionáveis disponíveis no game, mas que costumam custar bem caro. Alguns deles, inclusive, são temporários e podem acabar sendo removidos do jogo após um tempo. Por isso, prefira gastar com eles ao invés de desperdiçar dinheiro em itens triviais. Vale lembrar que Mario Kart Tour também pode ser jogado por crianças, o que torna necessário controlar ainda mais os gastos com jogos na Play ou App Store.

Cuidado para não gastar demais com Mario Kart Tour! (Imagem: Reprodução/MacMagazine/UOL) Mario Kart Tour: faça login todos os dias

Outra dica bem interessante para Mario Kart Tour consiste em realizar seu login no jogo todos os dias, uma vez que itens bônus são oferecidos a cada dia jogado. Se você deseja colecionar vários deles sem gastar, essa é uma boa saída.

Faça login em Mario Kart Tour todos os dias e garanta prêmios (Imagem: Reprodução) Mario Kart Tour: preste atenção nas pistas

O jogo oferece muitas possibilidades de corredores, carros e planadores. Além disso, cada uma das pistas apresenta caixas misteriosas diferentes, cujos itens, quando iguais, podem garantir recompensas. Por isso, vale a pena prestar atenção em quais pistas são mais favoráveis para sua combinação.

Mario Kart Tour: preste atenção nas pistas (Imagem: Reprodução) Mario Kart Tour: saiba quando combinar corredores, karts e planadores

Conforme você avança em Mario Kart Tour, pode desbloquear novas opções de corredores, karts e planadores. Cada um deles torna possível adquirir determinado número de pontos, que são responsáveis por posicionar o jogador em melhores lugares na largada. Prefira combinações que lhe posicionem mais à frente (de preferência, em primeiro lugar).

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Como funciona um estúdio de jogos mobile? Canaltech visitou devs de Castle Clash

Jan 3, 2020

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Você consegue dizer um jogo que esteve constantemente em sua vida ao longo dos últimos sete anos? Para muita gente na América Latina e Ásia, a resposta envolve um título da I Got Game, a IGG. Não é à toa que, em um mundo altamente competitivo e no qual as tendências mudam tanto, os títulos da empresa são presença constante nas listas dos 100 apps mais lucrativos nas lojas do Android e iOS.

Você pode não jogar, mas com certeza já ouviu falar de Lords Mobile ou Castle Clash, os dois maiores games da companhia. Enquanto o segundo é o principal dentro da estrutura corporativa, o segundo tem o Brasil como um de seus mercados preferenciais. Na realidade, a mira da IGG, hoje, se concentra basicamente em dois territórios: América Latina e Ásia Pacífico, de onde vem boa parte de seu crescimento e os bons números que ela vem encontrando.

Apesar de ter sua sede na China, a IGG tem 16 escritórios espalhados pelo mundo, incluindo um em São Paulo (SP), e faz questão de taxar a si mesma como uma empresa global. Tanto que, ao contrário de outras colegas de trabalho de seu país, ela tem uma receita altamente dividida: o maior território é, sim, a Ásia, com 35% do faturamento mundial, enquanto América do Norte e Europa representam 25% e 23%, respectivamente.

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Com sede na China, IGG tem escritórios de desenvolvimento e operações em 16 de seus territórios principais, o que inclui também o Brasil (Imagem: Felipe Demartini)

“O mercado ocidental é sempre o foco inicial de nossos jogos, ao contrário da maioria das produtoras asiáticas. Quando lançamos um game, ele chega primeiro em inglês e só depois, se der certo, começa a ganhar localizações nos idiomas em que a penetração foi maior”, explica Wai Cheong Choy, diretor de negócios e operações da IGG. E localização, para ele, tem um sentido muito mais amplo do que apenas traduzir um jogo e fazer com que ele saia falando vários idiomas.

Muitas das sucursais regionais não são apenas escritórios de atendimento ou marketing, como acontece com a maioria das empresas de games, mas também centrais de desenvolvimento, que podem variar de tamanho. Enquanto a matriz, na China, conta com mais de 1.000 artistas, designers, programadores e outros envolvidos na linha de frente da produção de um título, o escritório em Singapura, que o Canaltech foi convidado a visitar, conta com cerca de 80 profissionais dessas áreas. E essa história se repete em outros países nos quais a IGG tem atuação focada, com 30 linhas de desenvolvimento simultâneas existentes em todas as bases da companhia.

“Tentamos ter times próximos dos jogadores para entendermos suas necessidades e interesses regionais. Isso acaba sendo transformado em conteúdo, com eventos especiais e ofertas limitadas de itens, por exemplo”, conta Richard Chua, diretor-geral da produtora. No momento da visita, por exemplo, estávamos no início da temporada de natal em Castle Clash, com os mapas ganhando um aspecto nevado e itens aparecendo com inspiração nas figuras dessa época.

Eventos sazonais fazem parte da estratégia local da IGG com seus jogos, mas a garantia é de que todo o conteúdo estará disponível, globalmente, a todos os jogadores (Imagem: Felipe Demartini)

Nada, entretanto, é exclusivo, e a IGG faz questão que todos os usuários tenham acesso ao conteúdo da mesma maneira. De acordo com Chua, os castelos podem ganhar skins de samurais, em homenagem ao Japão, ou decorações do carnaval brasileiro, mas nenhum desses conteúdos será exclusivo dessas regiões. “Acreditamos que essa é uma boa forma de apresentar outras culturas ao nosso público”, diz o executivo, que aponta, no máximo, o lançamento de artigos sazonais, que não podem ser obtidos após o fim dos eventos.

Além disso, a IGG trabalha de forma localizada na precificação para garantir que os valores de microtransações estejam o mais próximo possível da realidade de cada país. Aqui, o executivo enxerga uma matemática complicada acontecendo já que, ao mesmo tempo em que os valores não podem ser altos demais para que a proposta seja viável, eles também não podem ser equilibrados de forma global. Analisar métricas e trabalhar com diferentes modelos de monetização, de acordo com ele, ajuda nessa tarefa.

Jogos pagos são coisa do passado (para a IGG) Richard Chua, diretor geral da IGG, vê o mercado de jogos premium como caminho para desenvolvedoras independentes, mas não para a empresa, que tem capital para manter fluxo de atualizações e marketing (Imagem: Felipe Demartini)

Essa ideia de que tudo deve estar acessível a todos também passa pelas políticas de monetização aplicadas pela companhia, sempre uma pedra no sapato dos jogadores quando mal implementadas e um problema para ser resolvido por produtoras que queiram alcançar o sucesso. Jogos completos ou plenamente pagos passam longe do radar da IGG, que encontrou uma casa confortável no modelo free-to-play, que seus executivos acreditam ser os principais pilares do crescimento dos jogos da marca.

São dois os grandes pilares de monetização usados pela IGG em seus títulos. Games mais casuais, por exemplo, contam com a exibição de anúncios em meio às partidas para garantir rendimentos para a empresa, enquanto microtransações para compras de itens gera uma renda extra nos jogos para um público hardcore. Em conversa com o Canaltech, Chua disse que é a combinação dessas duas coisas que permite à IGG manter um fluxo de atualizações mensais e relevantes para Castle Clash há quase sete anos e sem data para acabar.

“Ter um bom jogo ajuda a criar um hit, mas não é só isso”, explica ele. “Precisamos trabalhar com a comunidade e entender que os jogos estão se tornando uma extensão da vida real. E como no cotidiano, temos de apresentar novidades sempre, caso a gente queira continuar ativo”. É a partir dai que, de acordo com o executivo, surge a vontade das pessoas em investirem algum dinheiro nos games, seja para obter um item exclusivo ou vantagem especial.

Mesmo com toda essa confiança em suas próprias obras, a IGG sabe que o número de usuários pagantes ainda é muito baixo em relação à base de usuários geral. E, novamente, por causa da dinâmica citada por Chua, o grande foco de investimento da companhia é, justamente, manter os usuários jogando. “Se um produto é bom, as pessoas sempre vão querer gastar algum dinheiro com ele”, finaliza.

IGG tem 30 linhas de produção de games e desenvolvedores trabalhando em todos os países em que tem presença; Lords Mobile e Castle Clash são principais títulos (Imagem: Felipe Demartini)

É justamente por isso que a produtora é taxativa ao dizer que não possui interesse em trabalhar com propostas premium, ou seja, aquele método mais tradicional em que o usuário adquire um jogo completo antes de ter acesso a ele. Mais do que um modelo inviável para o mercado mobile, onde a maioria dos aplicativos são gratuitos, Chua acredita que a adoção do formato gera uma barreira de acesso. “Basta olhar a lista de jogos mais lucrativos de qualquer loja online: dificilmente um jogo pago estará lá”, completa.

É um ensinamento que vem dos primeiros anos da I Got Game. Fundada em 2006, a empresa começou no ramo da distribuição de jogos de PC na Ásia, com uma breve passagem pela onda dos games para browser até que, no início da década passada, voltou seu olhar para o mobile. Castle Clash, o primeiro jogo, foi lançado em 2012 e foi a grande âncora da abertura de capital da companhia, além de mostrar a todos os envolvidos que o caminho a seguir é mesmo o dos games gratuitos com outros tipos de monetização.

Do ponto de vista dos negócios, os focos estão na América Latina e na região sudeste da Ásia, de forma a fragmentar ainda mais os números de faturamento que, hoje, estão concentrados na Europa, América do Norte e no restante do continente asiático. “A diversificação é importante e continuamos a adaptar os games para que eles funcionem cada vez melhor nestes territórios”, finaliza Choy.

Para os próximos anos, foco da IGG recai sobre o mercado de eSports e também sobre regiões como sudeste da Ásia e América Latina (Imagem: Felipe Demartini)

Uma tendência, por exemplo, já pôde ser observada em relação ao Brasil. “Lá, os jogadores não se importam em passar muito tempo com um jogo, pelo contrário, isso faz parte da cultura”, aponta o executivo, citando que existe uma dinâmica semelhante a essa na Índia. Ou seja, as bases para apostar em nosso território já estão firmadas e conhecidas, bastando que, como brincaram os responsáveis pela IGG durante nossa visita, as pessoas passem a gastar dinheiro com a empresa.

Por outro lado, não é como se a IGG estivesse decretando a morte do modelo premium. Pelo contrário, os executivos da empresa citam esse como um padrão bastante viável para desenvolvedoras pequenas, por exemplo, que podem não ter o capital necessário para criar as imprescindíveis atualizações periódicas de conteúdo, muito menos o financiamento de marketing para fazer sua voz ser ouvida. Vender um título pode ser importante para gerar o capital que, na sequência, permite o desenvolvimento de propostas desse tipo.

 

Um game brasileiro, inclusive, foi citado como um bom exemplo disso. Tetragon: Unknown Planes, dos brasileiros da Cafundó Studio, é um puzzle game que, na visão de Charlene Toh, gerente geral de desenvolvimento de negócios da IGG, traz uma mecânica surpreendente para atrair compras. A primeira fase é gratuita e instigante, segundo ela, com o teaser para a segunda aguçando o apetite de forma perfeita para que o jogador passe o cartão de crédito.

Para os próximos cinco anos, porém, a IGG vê essa tendência de sucesso dos games gratuitos se ampliando cada vez mais, principalmente com foco nos games sociais. Além disso, Chua adianta algo para o Canaltech: a empresa está prestes a entrar no segmento de eSports com um conceito novo que, claro, não foi revelado em primeira mão. “Queremos inovação, e não fazer a mesma coisa que todo mundo”, completou o executivo, deixando tudo no ar.

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Como usar o MadLipz: aplicativo permite adicionar vozes em cenas de filmes

Jan 3, 2020

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O MadLipz é um aplicativo gratuito para Android e iOS que permite adicionar gravações de voz em cenas de filmes famosas (e também vídeos da Internet). Famoso, o app conta com mais de 10 milhões de instalações na Google Play Store, tudo isso por conta de uma criação que foi realizada com ele e acabou viralizando: o meme de um macaco, no qual o animal é dublado de forma hilária.

Embora gratuito, o MadLipz oferece muitas opções de vídeos e cenas de filmes, séries, novelas e até mesmo reportagens exibidas em telejornais. Além disso, o usuário pode adicionar legendas em vários idiomas ao invés de clipes de voz.

Como usar o MadLipz

Passo 1. Faça o download do aplicativo na App Store ou Google Play.

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MadLipz: aplicativo pode ser baixado gratuitamente (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 2. Abra o MadLipz e escolha se deseja ativar ou não as notificações do app em seu smartphone. Depois, toque em "Cadastre-se" para criar sua conta no aplicativo.

É possível criar sua conta no MadLipz através do Google ou Facebook (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 3. Digite seu e-mail e uma senha válida para criar sua conta no Madlipz. Você também pode se inscrever usando sua conta do Google ou Facebook.

Crie sua conta no MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 4. Você pode navegar por todos os vídeos do MadLipz através das categorias disponíveis na parte superior da tela. Selecione o seu preferido e, depois, clique no ícone de microfone para adicionar sua dublagem ou legenda. Para dublagem, escolha "Dub". Para legenda, "Sub".

Como usar o MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 5. Permita o acesso do MadLipz ao microfone caso queira fazer uma dublagem. Depois, selecione o personagem para o qual deseja emprestar a sua voz e toque no ícone de gravação, localizado na parte inferior da tela.

MadLipz: duble e legende vídeos engraçados (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 6. Uma vez que sua dublagem tenha sido concluída, você pode aplicar efeitos. Para isso, selecione o ícone no canto direito da tela. As opções se dividem entre dublagens femininas e masculinas, bem como um efeito que simula um megafone.

Edite suas dublagens no MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 7. Salve sua dublagem no MadLipz selecionando o ícone de visto, localizado no canto superior direito da tela. Em seguida, selecione se sua criação será privada ou pública e adicione uma descrição para ela.

Salve sua dublagem no MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 8. Pressione o ícone de visto novamente, escolha a rede social na qual deseja compartilhar sua criação do MadLipz e selecione "Pronto". Você também pode postar suas dublagens no próprio app, uma vez que todas podem ser acessadas em sua tela principal, onde você pode adicionar outros usuários e curtir posts determinados. O MadLipz pode ser usado como uma rede social.

Compartilhe suas criações do MadLipz nas redes sociais (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 9. Para acessar seu perfil no app, pressione o ícone de avatar, localizado no canto inferior direito da tela. Nele, você poderá ver seus posts, seguidores, visualizações e curtidas.

Visualize seu perfil no MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

Passo 10. Caso você queira acessar suas configurações no MadLipz, é possível acessá-las selecionando o ícone de engrenagem, localizado no canto superior direito.

Acesse suas configurações no MadLipz (Captura de tela: Ariane Velasco)

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Universidade brasileira lança curso de graduação para operação de drones

Jan 3, 2020

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A Universidade Veiga de Almeida (UVA) abriu inscrições para Lato-sensu (graduação) de operação de drones. O curso, que contará com conteúdo teórico e prático, atenderá a uma demanda cada vez maior de pessoas que querem obter o máximo das aplicações profissionais do uso de drones como fotógrafos, transportadora de amostras hospitalares, entregas, entre outros.

Muitas pessoas não sabem, mas os drones têm sido destaque no mercado tecnológico desde os anos 80, inicialmente no campo militar e, depois, nos anos 2000, sendo utilizados como produtos recreativos e para outras funções, como monitoramento do clima, vigia de fronteiras, auxílio de resgate em situações difíceis e até perseguições policiais.

Além da graduação, a UVA oferecerá, também, uma pós-graduação, com cursos mais específicos, com foco em práticas mais específicas nesse tipo de dispositivo. "As pós-graduação terá duração de um ano e terão menos aulas teóricas e mais aulas práticas. O trabalho de conclusão será uma modelagem real de negócios no lugar de um TCC tradicional", explica Beatriz Balena, reitora da UVA.

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Mercado de drones não para de crescer e a UVA oferecerá um curso de graduação para operar a aeronave O que é drone?

Segundo a Agência Nacional de Aviação (ANAC), atualmente no Brasil, existem 3.400 empresas cadastradas para operação de drones, o que representa um crescimento de 400% em dois anos, na comparação com 2017, quando havia 820 companhias cadastradas.

Leia a matéria no Canaltech.

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CES 2020 | LG tem oito novos modelos de TV com resolução “8K real”

Jan 3, 2020

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Poucos dias antes de começar a Consumer Electronics Show (CES) 2020, a fabricante sul-coreana LG revelou oito novos modelos de televisores que, segundo a empresa, trazem o “verdadeiro 8K” de resolução. A insistência nessa conversa de “real” é, provavelmente, uma indireta para a concorrente Samsung, que também fabrica televisores que, diz ela, atingem essa resolução.

Os modelos mostrados pela LG seguem os padrões LCD ou OLED de tela, dependendo do tamanho: são dois aparelhos de 77 e 88 polegadas (OLED) e seis televisores entre 65 e 75 polegadas (LCD) – produtos obviamente destinados ao público Premium.

O interessante desses novos televisores é a quantidade de formatos compatíveis com eles: as TVs da LG oferecem suporte a codecs de vídeo bem variados, como HEVC, VP9 e AV1 de forma nativa, o que é um atrativo para quem entende do assunto, já que modelos anteriores com resolução 8K exigiam o uso de um conversor externo para alguns formatos (o AV1, por exemplo, tem total suporte do YouTube). As entradas HDMI desses novos modelos também são compatíveis com reprodução de vídeo em 8K a 60 quadros por segundo (fps).

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Os novos televisores 8K da LG (Imagem: Divulgação/LG)

O processador dos televisores da LG – um Alpha 9 de terceira geração – tem, segundo a fabricante, capacidades de deep learning (aprendizado de máquina), empregadas na melhoria de transmissão de som e imagem. Isso se traduz no upscale de imagens compatíveis para a resolução 8K (ou de áudio para o formato 5.1 surround), além de identificar rostos e textos reproduzidos na tela, ajustando a imagem para exibir ambos em maior detalhe.

Há também compatibilidade com a Alexa, assistente virtual da Amazon e o Google Assistente, além de suporte ao HomeKit e AirPlay 2. A LG ainda afirma que os televisores terão um painel de controle que permitirá ao usuário gerenciar dispositivos de Internet das Coisas (IoT) conectados na mesma rede.

O que faltou mesmo foi a informação de disponibilidade e preços sugeridos. É seguro dizer, porém, que a LG esteja reservando essa revelação para a CES 2020, que será realizada entre os dias 7 e 10 de janeiro deste ano, em Las Vegas, nos EUA. E o Canaltech estará na feira e trará tudo em primeira mão para você. Fique ligado!

Leia a matéria no Canaltech.

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Qual o futuro dos celulares?

Jan 3, 2020

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Veja como o grafeno será um dos elementos que vão revolucionar a indústria tecnológica como um todo devido a sua resistência, leveza, transparência e flexibilidade, além de ser um ótimo condutor de eletricidade

Assista ao vídeo.

Análise | Pokémon Sword/Shield tem vários erros, mas avança na franquia

Jan 3, 2020

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Quando a Pokémon Company anunciou o que seriam os jogos dos monstrinhos para esta geração, criou toda uma programação para dar conta do recado de se fazer o primeiro jogo da série principal para os consoles.

Para isso, apresentou três títulos diferentes, também com foco em públicos distintos. O primeiro foi Pokémon Quest, lançado como free-to-play do Switch (posteriormente para smartphones), com gráficos voxelizados e mecânicas bem mais simples que de jogos com que os mais fanáticos estavam acostumados. Quest era um jeito de apresentar a uma nova geração o que são estes personagens e como funcionam parte de suas estruturas.

O segundo foi Pokémon Let’s Go Eevee/Pikachu, os títulos que tentaram surfar no sucesso de Pokémon Go, levando parte dos jogadores também para o Switch.

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Contudo, ambos games eram somente um aquecimento do que estava por vir. Pokémon Sword/Shield seriam os games principais desta nova geração. A primeira tentativa real de um jogo principal lançado para consoles na história da companhia.

Como qualquer obra cultural, é basicamente impossível falar deste game sem posicioná-lo no tempo e espaço. Contudo, é até mais injusto falar de Pokémon dissociado de todo espírito do tempo que rondou esta franquia, antes e depois de seu lançamento.

Todo jogo é feito sob uma intenção final. Nem todo desenvolvedor quer ou pode fazer o game mais incrível do mundo. Por isso, uma análise, para ser justa, precisa considerar uma relação de intencionalidade e entrega.

Dito isso, peço licença para uma pequena digressão, uma volta no tempo para falarmos primeiro do que os desenvolvedores pretendiam e, só depois, analisarmos o que, de fato, foi lançado.

 

Pokédex nacional 

Durante a E3 deste ano, a Game Freak, braço de desenvolvimento da série, anunciou que Pokémon Sword/Shield não teria a pokédex nacional. De forma bem simples, isso significaria que o game não teria todos os monstrinhos já criados em toda a saga de Pokémon até hoje. Trata-se de um número que ultrapassa a casa de mil.

Jogo traz novidades como a forma gigantamax (Foto: Wagner Wakka/Canaltech)

A justificativa foi muito simples: a proposta de Sword/Shield era não só trazer o game em gráficos 3D para um console de mesa, mas também adicionar novas mecânicas e modos de se ver o mundo do jogo.

Como consequência, era preciso cortar mais da metade dos personagens já criados e deixar somente 400 deles escolhidos a dedo para a versão inicial do jogo. Assim, os desenvolvedores teriam mais tempo para trabalhar em animações e novidades para este título.

A decisão e justificativas foram muito acertadas. Um dos principais problemas da série é que há Pokémon demais, sendo que fazer animações e novos desenhos 3D para cada um deles (de um modo diferente dos portáteis) iria consumir todo braço de trabalho.

A decisão, contudo, deixou muito fã desgostoso, já que parte da alegria da série é exatamente o colecionismo. Afinal, “temos que pegar” sempre foi a marca da franquia.

Passados alguns meses, já às vésperas do lançamento, alguns usuários que tiveram acesso a versões pirateadas do game começaram a apresentar vídeos e fotos de problemas técnicos, envolvendo exatamente falta de polimento e animações pobres.

Em um deles, havia um personagem que surgia do nada, como se o título não tivesse sido otimizado para as capacidades do Switch. Outro vídeo mostrava texturas pobres e personagens sem animação nenhuma em seus golpes.

Ou seja, antes mesmo que Sword/Shield chegasse às lojas, havia muita gente criticando e subindo a #gamefreaklied nas redes sociais (Game Freak mentiu, em tradução livre). Sem nem colocar as mãos no game, um grupo de fãs já havia decidido que aquela desculpa de cortar Pokémon para refinar o jogo não colava. Além disso, também houve denúncias de que algumas pessoas estariam modificando o jogo para fazê-lo parecer tecnicamente pior.

Diante de tanta confusão e possibilidade de mentiras, afinal, a Game Freak mentiu ou não?

Cobertor curto

No fim do dia, desenvolver um game é um exercício de gerenciamento de capacidades diante de potenciais. Ou seja, é preciso abir mão de algo para se conseguir algo. Partindo desta premissa, é necessário dizer que os fãs que apresentaram tais vídeos e GIFs antes do lançamento não estavam de todo errados. Contudo, isso não faz da Game Freak uma “mentirosa”.

Por um lado, há sim falta de textura em grande parte dos mundos apresentados em Sword/Shield. A Game Freak aproveitou (com razão) parte dos assets de Let’s Go. Prova disso, é que Pikachu e Eevee têm movimentos mais bem elaborados e são os únicos personagens que têm efetivamente fala. Com isso, o primeiro game principal da franquia para consoles não tem exatamente os gráficos mais bonitos que o Switch já viu.

Apesar de cartunizado, jogo não tem tanto elementos (Foto: Wagner Wakka/Canaltech)

Pode-se argumentar que o aparelho não tem lá muita capacidade gráfica para ambientes complexos, o que é uma verdade. Contudo, estamos diante de uma geração da Nintendo que nasceu com The Legend of Zelda: Breath of the Wild e seu universo muito mais complexo, é difícil desculpar tais deslizes da Game Freak.

A empresa poderia, ao menos, ter mais cuidado com animações de golpes dos Pokémon iniciais. Por exemplo, na forma Raboot (evolução do inicial do coelho fofo Scorbyunny), há um golpe que se mantém para o qual simplesmente não há uma animação. O que seria um chute se transforma em algo semelhante a um movimento vertical de um frame do personagem. Como estamos falamos de um Pokémon inicial, ou seja, quase que um protagonista na trama, esta falta de animação é bem percebida.

As outras críticas técnicas de Sword/Shield também estão presentes aqui. Os personagens constantemente surgem do nada, como se o jogo estivesse fazendo o loading o tempo todo das áreas e parte dos monstrinhos que estão livre no mundo não têm movimentos.

Diante disso, é preciso dizer: sim, Pokémon Sword/Shied tem vários detalhes técnicos que poderiam ter sido melhorados. Entretanto, isso faz da Game Freak uma empresa mentirosa?

Não, com certeza, não e vamos entender o porquê.

Faltou diálogo 

Pokémon Sword/Shield é uma nova proposta e, como tal, tem suas tentativas e erros. A desenvolvedora errou em dizer que gostaria de polir mais as animações de cada personagem. É visível que a parte principal do desenvolvimento não foi para este lado.

Contudo, ela criou algo bastante novo para a franquia, o que merece um grande destaque. O novo jogo se passa na região de Galar, o qual conta com pequenas cidades separadas já pelas conhecidas rotas do universo da franquia. Contudo, há uma imensa parte chamada de “wild area”, ou região selvagem. Em tese, é aqui que estão os Pokémon livres, sem muita contato com a sociedade, fora dos feudos que se transformaram as cidades de Galar.

Wild area é parte mais interessante e bem desenvolvida do jogo (Foto: Wagner Wakka/Canaltech)

Na diferenciação entre estes dois ambientes, há também uma mudança de câmera e visual. Quando se está nas rotas ou cidade, o jogo mantém uma visão de câmera fixa, quase isométrica, permitindo ver poucos detalhes dos entornos.

Contudo, quando se está na wild area, o jogador pode movimentar o visor em 360º, com a câmera acompanhando a traseira do personagem. O ambiente é bastante vasto e recheado de detalhes (não tanto quanto Zelda), o que, por si só, é um feito bastante impressionante e um bom refresco para a série.

Assim, pode-se dizer que a Game Freak, de fato, investiu no desenvolvimento de outras áreas e ambientes, jogando para escanteio o argumento de que ela teria mentido a seus fãs.

Apesar dos erros de animação, técnica e textura, o jogo avança na mesmice que seguia há anos nos portáteis, o que, por si só já é um grande pulo a se reconhecer para a série.

Evolução 

A wild area é, de longe, o espaço mais bem elaborado desta nova dupla de games da série. É lá que estão grande parte das novas mecânicas, principais interações multiplayers e inovações da série.

A começar pela raids em conjunto. Nesta região, é possível chegar a uma espécie de buraco que emite energia, dentro da qual há um Pokémon em sua forma Dynamax. Ele não só fica maior, como também possui novos golpes e atributos melhores.

Regiões centrais são as que concentram os melhores ambientes (Foto: Wagner Wakka/Canaltech)

Ao enfrentar um inimigo deste tipo, você pode escolher entre convidar outros 3 jogadores para batalhar com você ou se manter sozinho e as vagas são preenchidas por bots.

Esta mecânica de interação é interessante, pois é bem recompensadora. É com ela que você ganha balas para dar os Pokémon que melhoram experiência e outros atributos. Ou seja, vale muito a pena fazer esta batalha.

Nas wild areas, o jogador também pode criar o seu acampamento, no qual os Pokémon ficam livremente brincando e ganham também experiências. É neste espaço que a desevnolvedora adicionou uma mecânica de cozinhar, muito semelhante ao do novo Zelda. Você precisa unir elementos para criar seu próprio prato, o que traz boas recompensas para sua equipe.

Vida melhor

Sword/Shield traz boas melhorias nesta versão. Algumas mecânicas que já apreciam como opção nas versões anteriores chegam como padrão por aqui. Uma delas é o compartilhamento de experiência entre todos Pokémon da sua equipe. Ou seja, não é somente quem batalha que ganha um total de XP, mas todos. A parcela do total é dividida de forma inversamente proporcional ao nível do Pokémon e maior caso ele participe da batalha. Só isso torna o jogo muito mais dinâmico e fácil para evoluir e treinar seus monstrinhos.

Menus estão mais simples e informam golpes que são mais efetivod (Foto: Wagner Wakka/canaltech)

Outro ponto de ajuste que é bastante bom é permitir que você possa mudar o seu Pokémon depois que você derrota um monstrinho do seu adversário. Essa mecânica está disponível no jogo convencional e pode ser desligada em momentos de batalha multiplayer.

O jogo também tem um botão exclusivo para colocar e retirar a bicicleta no mundo, o que também cria um bom avanço para você não ter que entrar e sair do menu toda vez para subir na sua bike. Todas estas novidades são muito, mas muito bem-vindas para Pokémon Sword/Shield.

Em contrapartida, a Game Freak ainda insiste em um sistema de turno muito antiquado para as lutas. O motivo é que há uma caixa de diálogo para cada uma das ações e características que seu personagem pode ter.

Ou seja, se houve um ataque crítico, é preciso que isso apareça escrito. Se o golpe é efetivo, também há um texto. Simplesmente, para tudo há uma referência caso você não tenha pego.

Isso cria momentos bastante monótonos, como quando se está lutando sob chuva de granizo. Em uma das batalhas em grupo de 2x2 a cada rodada o jogo precisava me indicar que todos Pokémon tomaram dano, pois tinham sido acertados com uma pedra na cabeça.

Só que, no lugar de informar isso tudo de uma só vez, o jogo passa de um por um, reduzindo o dano e apresentando uma caixa de diálogo para indicar cada um deles. Ou seja, você perde uns bons minutos só em repetição o que torna a região de gelo uma das mais indesejáveis do game.

Ginásios

Voltando ao que o jogo faz de bom, os espaços em que você precisa enfrentar os líderes são os momentos mais frescos de Sword/Shield. Se nas versões de console, você só precisava enfrentar uma série de mínions antes de combater o líder, agora há todo um minigame diferente em cada um dos ginásios.

Ginásios são pontos altos do jogo (Foto: Wagner Wakka/Canaltech)

Por exemplo, no de água, você precisa passar por plataformas desligando e ligando canos para chegar até o fim. No meio disso, é preciso enfrentar outros treinadores que também estão por ali.

Esta estética de combate com os líderes também se mantém bastante interessante e dá um ar de grandiosidade para o evento, maior do que nas versões para portáteis.

Jogo de extremos

Sword/Shield é um título que deve agradar pouco quem está na metade do espectro de público alvo. Por um lado, ele é feito para crianças. Por outro, para quem já é fã da série e quer tudo de mais complexo que a franquia pode oferecer.

É incrível como este game é extremamente acessível para qualquer pessoa que queira tentar jogar. O título conta com um modo em que se pode controlar basicamente tudo somente com uma mão.

Não é preciso grande habilidade manual para seguir com o game e, se você quiser curtir toda história, não há muito desafio.

Game oferece pouco desafio na sua narrativa principal (Foto: Wagner Wakka/Canaltech)

Por um lado, isso é um mérito da Nintendo e Pokémon Company de criar um game completamente acessível. Contudo, em contrapartida, cria uma narrativa completamente sem desafios. Se você entende o mínimo que seja do pedra-papel-tesoura que é Pokémon, facilmente vai passar por todos os inimigos sem muitas dificuldades. O sistema de compartilhamento de XP é bem-vindo, mas sem o devido balanceamento, torna a história principal sem nenhum desafio.

Entretanto, para quem terminou o jogo, há uma torre com inimigos muito mais poderosos que qualquer um que você encontra durante a trama principal, para os quais é necessário entender mais das minúcias da série.

Diante disso, Pokémon Sword/Shield se torna um game de extremos: interessante para quem gosta de algo muito simples só para diversão, ou àqueles que querem pegar todos os bichinhos, fazê-los os mais fortes possível e investir horas e horas na sua melhor equipe.

Pormenores

Por fim, a Game Freak também comete alguns outros vacilos relacionados à história e à trilha sonora. A começar pela narrativa, Sword/Shield é baseado na lenda de que um grande herói salvou a região de Galar do que eram chamados antigamente os “dias mais escuros”. Basicamente, o que acontece é que a energia que permite os Pokémon virarem Dynamax era tanta que muitos deles se transformaram e acabaram com os entornos.

Depois se descobre que estamos falando dos dois Pokémon lendários Zacian e Zamazenta que são os grandes heróis da história. Esta narrativa segue bastante óbvia até o perto do final, quando há uma reviravolta que não faz nenhum sentido. Os roteiristas mostram que queriam transformar a experiência em algo surpreendente, mas só demonstraram falta de habilidade para isso.

Ambientação conta história do game, mas não impressiona pela narrativa (Foto: Wagner Wakka/Canaltech)

A trilha sonora é outro ponto fraquíssimo do game. Sem fala de nenhum personagem, somente com caixas de texto, a música do game pouco contribui para criar uma boa ambientação em momentos tensos ou alegres. Em grande parte do jogo você ouve a mesma trilha de novo e de novo, com parcas variações o que convida o jogador a escutar um podcast enquanto batalha.

Sem impacto nenhum, o som não acompanha a emoção que o game quer dar, fazendo da trilha mais um ruído incômodo do que algo que colabora para o todo. Tendo em vista que não há falas nos diálogos, a Game Freak deveria ter dado mais carinho para este setor.

São dois jogos? 

Pois bem, vale lembrar que o game, como é clássico da série, foi lançado em duas versões: a Sword e a Shield. Esta análise foi feita com base na primeira, mas nem por isso deixamos de ressaltar pontos da Shield. Para isso, convidamos o jornalista Felipe Demartini para falar de suas impressões em algumas horas do game:

Retornar a um game da franquia depois de mais de duas décadas é como observar um mundo todo novo, mesmo que as vagas lembranças o tornem um bocado familiar. Tudo se tornou muito maior e melhor, como não poderia deixar de ser, o que antes eram sprites monocromáticos se tornaram belos visuais, monstrinhos gigantes que de diminutivo não tem nada e batalhas um bocado mais épicas, mesmo que não percam tanto o ar estratégico que sempre esteve presente.

São os momentos de encher os olhos que mostram que o feedback sempre negativo da comunidade pode não ser tão acertado assim. É difícil não se impressionar com os visuais de Ballonlea, a cidade iluminada dos Pokémon do tipo Fada, um destaque entre cenários belos de maneira geral. Mas, por mais que retornar depois de tanto tempo faça da experiência especial, não dá para deixar de notar que há algo faltante aqui.

O principal elemento que deixa a desejar aqui é a estratégia. Caso você saiba o básico sobre as fraquezas, vantagens e combinações de monstrinhos, e tiver um pouco de paciência para explorar cenários e capturar personagens, não terá problemas. A dificuldade de Pokémon Shield parece ter sido configurada para o mínimo possível em relação às mecânicas, com até mesmo as transformações Dynamax e Gigantamax, que alteram a aparência dos combatentes e os tornam gigantes e mais fortes, fazendo pouco para mudar o balanço dos combates, já que todos preservam suas propriedades, mesmo no tamanho maior.

Como alguém que sempre foi mais atraído pelo lado “temos que pegar” de Pokémon, foram os outros novos detalhes que acabaram encantando mais. Há um quê de antecipação e frio na barriga envolvido nas trocas surpresas de personagens, principalmente quando temos a expectativa de dar a sorte de receber uma versão exclusiva da outra versão, Sword, ou um com características especiais.

A Wild Area é outro destaque desse tipo, sendo o lugar ideal para a aventura e um campo aberto cheio de Pokémon para capturar. É o lugar perfeito para completar a lista, procurar aquele monstrinho específico ou farmar níveis de experiência enquanto testamos habilidades e combinações de time. E o fato de enxergarmos qual personagem está nas proximidades, como em Let’s Go, ajuda a tornar as coisas mais diretas e interessantes.

Dá para entender o que os fãs dizem quando afirmam que a Game Freak poderia ter ido além em seu primeiro grande game para um console de mesa. Muitos dos conceitos de Pokémon Shield parecem ter sido desenvolvidos somente até a metade, principalmente no caso das batalhas, com ideias sendo jogadas, mas não efetivamente amadurecidas como deveriam. A sensação é de estar jogando uma versão melhorada de títulos antigos, e não necessariamente algo efetivamente novo.

Alguns elementos técnicos nesse sentido causam estranheza, como a transição imediata entre zonas com direito a alterações no clima ou algumas quedas de quadros por segundo nos momentos mais movimentados. Enquanto o design de cenários, em si, parece fresco, a performance deixa a desejar não em seu próprio funcionamento, mas por não aproveitar o que o Switch tem a oferecer.

A impressão que fica de Pokémon Shield é de um título divertido e que faz jus ao legado da franquia nos portáteis, mas não ao potencial de sua chegada em um console mais poderoso. A esperança é que o título sirva como uma ponte entre esses dois mundos e que a própria Game Freak também siga adiante em abordagem em pegada, dando à série a evolução que ela merece e os fãs tanto esperam.

Vale a pena?  Jogo traz novos personagens, mas precisa deixar outros de fora (Foto: Wagner Wakka/Canaltech)

Se você estava com medo de que a Game Freak havia feito uma lambança muito grande com este jogo, fique tranquilo, que isso não aconteceu. Sword/Shield é um bom experimento e avanço na série de Pokémon e, por isso, tem seus grandes tropeços.

Contudo, ainda carrega a essência e profundidade da franquia. Ou seja, se você gostou dos outros títulos, provavelmente, vai gostar deste aqui também.

Entretanto, se você não tem a intensão de mergulhar de cabeça, pegar todos os monstrinhos e entender os mínimos detalhes para os fazer fortes, talvez, Sword/Shield lhe seja somente uma monótona e atrasada experiência.

Apesar de ter evoluído e dado um bom passo para longe da mesmice dos últimos títulos da série, ainda carrega fortes hábitos que o fazem parecer antiquado.

Pokémon Sword/Shield foi lançado em 15 de novembro para o Nintendo Switch. Esta análise foi feita com cópias de ambos os games cedidas gentilmente pela Nintendo.

Leia a matéria no Canaltech.

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Samsung oficializa Galaxy S10 Lite e Note 10 Lite. Confira o que cada um traz

Jan 3, 2020

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Depois de muitos rumores e expectativa pela oficialização dos novos Galaxy S10 Lite e Note 10 Lite, a Samsung surpreendeu nesta sexta-feira, 3, ao anunciar antecipadamente os novos smartphones que, segundo a empresa, serão versões mais em conta dos seus topo de linha do ano passado. Apesar disso, ainda ficou faltando justamente o preço ser a divulgado, bem como a data de início das vendas.

Mas temos informações oficiais sobre os dispositivos, encerrando a enxurrada de rumores. Segundo a fabricante, os novos aparelhos “trazem recursos premium chave como a mais recente tecnologia de câmera, a exclusiva S Pen, display imersivo e bateria de longa duração a preço acessível”. O S10 Lite se destaca pelo conjunto de câmeras, enquanto o Note 10 Lite oferece recursos especiais de produtividade.

Quem for à CES 2020 poderá fazer experimentação de ambos os dispositivos. Esperamos que a Samsung libere mais detalhes sobre preço e disponibilidade na feira.

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Galaxy S10 Lite: Snapdragon e câmera macro Especificações do Galaxy S10 Lite (Imagem: Divulgação/Samsung)

O S10 Lite se destaca pelo conjunto de câmeras. Em vez de uma lente de aproximação, ele traz uma macro de 5 MP para tirar fotos bem de perto, captando muitos detalhes. Porém, é necessário chegar fisicamente próximo ao objeto para fazer a captura.

A lente ultra-wide também é melhor que a de outros modelos lançados em 2019, com 48 MP, mantendo o campo de visão de 123 graus, “igual ao olho humano”. Por fim, a câmera principal mantém os 12 MP, e se destaca por oferecer um “Super Steady OIS”, com “estabilidade aumentada para fotos e vídeos de ação”. A frontal tem 32 MP.

No interior do dispositivo, a Samsung colocou um chipset com processador de oito núcleos de 7 nanômetros (nm). Ou seja, um Snapdragon 855. O dispositivo ainda tem 6 GB ou 8 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno. A bateria e a tela são do mesmo tamanho do Note 10 Lite: 4.500 mAh e 6,7 polegadas Super AMOLED.

As cores disponíveis são Prism White, Prism Black e Prism Blue, ou seja, branco, preto e azul, com um efeito na reflexão das cores parecido com o da linha S10.

Galaxy Note 10: produtividade é o foco Especificações do Galaxy Note 10 Lite (Imagem: Divulgação/Samsung)

O Note 10 Lite traz os recursos da S Pen que já conhecemos dos modelos lançados anteriormente, com o suporte ao Bluetooth igual ao Note 9. As câmeras seguem o mesmo esquema do Note 10: uma wide, uma ultra-wide e uma teleobjetiva, todas com 12 MP. A frontal tem 32 MP. É um modelo teoricamente mais barato da família Note, com bateria gigantesca.

O hardware é um pouco diferente do S10 Lite apenas por conta do chipset, um Exynos 8895 de 10 nm. No "noves fora" trata-se da plataforma utilizada no Galaxy S8, o que faz do Note 10 Lite um intermediário de fato, enquanto o S10 Lite ainda pode ser posicionado entre os topo de linha.

As cores disponíveis serão Aura Glow, Aura Black e Aura Red. Ou seja, prata, preto e vermelho com aqueles efeitos de reflexão de luz que vimos nos Galaxy Note 10.

Muitas semelhanças e algumas diferenças Traseiras do S10 Lite e Note 10 Lite apresentam bastante diferenças (Imagem: Divulgação/Samsung)

Há muitos fatores em comum entre os dois modelos. As telas possuem os mesmos 6,7”, com painel Super AMOLED e furo na tela centralizado, mas nada de laterais curvas. As baterias são de 4.500 mAh em ambos, sendo maior que a do Note 10 Plus. E ambos também trazem recursos comuns dos flagships da Samsung, como Bixby, Samsung Pay, Health e a plataforma Knox, um sistema de segurança da companhia.

De diferente, além de algumas especificações já citadas, temos o visual. De frente, eles são praticamente iguais, mas a traseira tem a disposição dos conjuntos de câmeras diferentes - todas alinhadas na vertical no S10 Lite, enquanto o Note 10 Lite parece mais com o lado de um dado que representa o número quatro. As dimensões também são levemente diferentes.

Especificações do Galaxy S10 Lite

Tela Super AMOLED de 6,7” Full HD+ (2400×1080 pixels) Plataforma Snapdragon 855 Octa-core de 7 nm (Max. 2.8 GHz + 2.4 GHz + 1.7 GHz) 6/8 GB de memória RAM 128 GB de armazenamento interno Câmera traseira tripla
Macro: 5 MP f/2.4
Wide: 48 MP Super Steady OIS f/2.0
Ultra-wide: 12 MP f/2.2 Frontal: 32 MP F2.2 Dimensões: 75.6 x 162.5 x 8.1mm Peso: 186 g Bateria de 4.500 mAh Android 10

Especificações do Galaxy Note 10 Lite

Tela Super AMOLED de 6,7” Full HD+ (2400×1080 pixels) Plataforma Exynos 8895 Octa-core 10 nm (Quad 2.7GHz + Quad 1.7GHz) 6/8 GB de memória RAM 128 GB de armazenamento interno Câmera traseira tripla
Ultra-wide: 12 MP f/2.2
Wide: 12 MP f/1.7 OIS
Teleobjetiva: 12 MP f/2.4 OIS Frontal: 32 MP F2.2 Dimensões: 76.1 x 163.7 x 8.7mm Peso: 199 g Bateria de 4.500 mAh Android 10

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Funções de câmera do Galaxy S11 reveladas em software oficial da Samsung

Jan 3, 2020

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Um arquivo de atualização do Galaxy Note 9 esconde em seu código algumas informaçòes referentes a recursos de câmera do Galaxy S11 e detalhes variados do Galaxy Fold 2, dois dos smartphones de primeira linha que a Samsung deve anunciar em 2020, segundo o XDA Developers.

Não é incomum que a fabricante sul-coreana esconda informações de aparelhos futuros dentro de atualizações de modelos atuais. Normalmente, ela faz isso para atribuir normas de uso, proteção de patentes ou mesmo testes, nos poucos casos onde tais recursos estejam ativados, o que não é o caso aqui.

Para este exemplo, um dos recursos facilmente reconhecíveis aos fãs de longa data da Samsung é o maior destaque: o antigo Pro Video Mode, que permitia o ajuste manual de exposição à luz, tons de cor, velocidade do obturador e outras funções durante a gravação de um vídeo. A função deve retornar aos novos aparelhos da Samsung depois de alguns anos ausente.

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Supostos recursos vistos em código de atualização da Samsung remetem a funçòes que devem entrar no Galaxy S11 (Imagem: Reprodução/OnLeaks)

Pelo que o XDA Developers viu do código, a Samsung também deve implementar, pelo menos, quatro novos filtros para o efeito bokeh (aquele recurso onde o plano de fundo fica desfocado para priorizar o que está imediatamente na foto) no Galaxy S11, todos pelo modo Live Focus: são eles Artify, Mono, Side Light e Vintage, embora não seja possível dizer o que exatamente eles fazem.

Outras novidades, na verdade, eram rumores já conhecidos, mas que agora aparecem com mais detalhes: o primeiro é o modo Director’s View, que permite ao usuário selecionar um objeto no quadro da câmera para que o Galaxy S11 o rastreie, além de ajudar o fotógrafo a tirar fotos em close mais aprimorados.

O outro é o Single Take, que usa da inteligência artificial (IA) para detectar o momento mais adequado para se bater a foto. É bem similar ao modo Photobooth da linha Pixel 4, do Google, porém com a vantagem de que, enquanto os aparelhos da gigante americana de Mountain View só funcionam com selfies, o Single Take da Samsung funcionará em todos os formatos, incluindo as imagens feitas pela lente grande angular.

Recursos apresentados são mais referentes a funçòes aprimoradas de câmera, mas também tocam na questão de saúde da bateria

Falando um pouco da bateria, o código do update também menciona um novo recurso que informa o quanto da capacidade original da bateria ainda persiste no smartphone, ressaltando se ela está com status “Bom”, “Razoável” ou “Ruim”, provavelmente comparando a situação atual do dispositivo com os parâmetros de fábrica.

Vale citar, todos os recursos listados acima devem aparecer no Galaxy S11, mas isso não significa que sejam exclusivos a ele, podendo também dar as caras em outros smartphones da Samsung. O que parece exclusivo, porém, é uma menção à tecnologia de recarga rápida de bateria com potência entre 25W a 45W que, segundo o XDA, aparece ao lado da palavra “Bloom”, que rumores indicam ser o codinome do Galaxy Fold 2.

Ainda há, porém, a possibilidade de que apenas parte disso, ou nada disso, apareça nos próximos aparelhos da Samsung, Ainda assim, devemos ter boas novidades no anúncio do Galaxy S11, que acontecerá em algum momento de fevereiro de 2020.

Leia a matéria no Canaltech.

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Lançamentos da Netflix na semana (28/12 a 03/01)

Jan 3, 2020

Description:

Se para muita gente esses primeiros dias de 2020 são reservados para reduzir o ritmo, para a Netflix é justamente o oposto. O serviço de streaming mais popular do mundo segue firme e forte em sua empreitada, trazendo um caminhão de novidades para seus assinantes nessa semana que marcou não só a virada do mês, mas também de ano. E desta vez a lista de lançamentos está bastante recheada, incluindo filmes de Hollywood e nacionais, bem como a estreia de novas séries e novas temporadas de atrações já conhecidas do público.

Talvez a mais popular delas seja Investigação Criminal, a série documental que tomou o Brasil de assalto (com o perdão do trocadilho) ao recontar as investigações dos crimes mais chocantes do país. Em sua oitava temporada, a produção aborda os casos do Serial Killer de Itanhaém, do garoto de apenas 4 anos que foi "mumificado" pelos pais, o Crime do Martelo e outros. No campo das séries inéditas, duas produções originais da Netflix chegaram ao catálogo nessa semana: Spin Out e Messiah. A primeira mostra uma patinadora artística lutando para equilibrar amor, família e saúde mental enquanto seu sonho de vencer as Olimpíadas toma um rumo inesperado. A segunda é um suspense dramático que segue uma agente da CIA na investigação de uma figura carismática que inicia um movimento espiritual e causa instabilidade política.

10 produções assustadoras da Netflix baseadas em casos reais

 

Se a sua praia são os filmes, não se preocupe que tem bastante oferta aqui também. Para quem gosta de produções de Hollywood, três longas se destacam. O primeiro deles é Invencível, um filme biográfico baseado em acontecimentos reais que conta a história de sobrevivência de Louis Zamperini, um piloto americano que passa 47 dias em alto mar antes de ser capturado pelos japoneses na Segunda Guerra Mundial. Também um drama biográfico, Christine: Uma História Verdadeira conta a história real de uma ambiciosa e talentosa repórter que entra em crise por frustrações profissionais e amorosas. Por isso, ela acaba tomando uma decisão que os telespectadores do telejornal que apresenta jamais esquecerão. Para fechar, Tomb Raider: A Origem, que não foi o sucesso de crítica que muita gente esperava, estreia no catálogo da Netflix — uma excelente pedida para os fãs de videogame de Lara Croft.

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Para encerrar a lista de dicas do que assistir na Netflix, dois filmes nacionais. Dirigido por Selton Mello, O Filme da Minha Vida segue o jovem Tony, que decide retornar a Remanso, Serra Gaúcha, sua cidade natal. Ao chegar, ele descobre que Nicolas, seu pai, voltou para França alegando sentir falta dos amigos e do país de origem. Tony acaba tornando-se professor e vê-se em meio aos conflitos e inexperiências juvenis. Enquanto isso, o premiado Aquarius conta a história de Clara, uma jornalista aposentada que está enfrentando uma construtora que quer comprar e demolir seu apartamento, o último de um prédio antigo que fica à beira-mar.

Os 5 melhores filmes de drama disponíveis na Netflix

 

Além de todas as dicas do que assistir na Netflix que o Canaltech preparou para você, abaixo você pode conferir a lista completa com todos os filmes, séries e episódios que chegaram à plataforma nesses dias. Dê uma olhada, veja o que mais lhe chama a atenção e programe o seu fim de ano livre daqueles shows bregas e sem graça que invadem a sua TV nessa época do ano. Divirta-se!

Filmes, Séries, Musicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? 28/12 Crazy, Lovely, Cool: 1ª Temporada Kevin Hart: Don’t F**k This Up: 1ª Temporada Alexa e Katie - Contagem Regressiva para o Ano Novo Beat Bugs: Contagem Regressiva para o Ano Novo Contos da Arcadia – Contagem Regressiva para o Ano Novo Fuller House - Contagem Regressiva para o Ano Novo Hot Gimmick: Girl Meets Boy Motown Magic: Contagem Regressiva para o Ano Novo O Chefinho - Contagem Regressiva para o Ano Novo O Príncipe de Peoria: Contagem Regressiva para o Ano Novo Pinky Malinky: Contagem Regressiva para o Ano Novo Saúdem Todos o Rei Julien: Contagem Regressiva para o Ano Novo Skylanders Academy – Contagem regressiva para o Ano Novo Super Monstros em Ação: Contagem Regressiva para o Ano Novo A Voz (16 episódios, 8 novos) Chocolate (9 episódios, 1 novo) 29/12 A Múmia Chocolate (10 episódios, 1 novo) Pousando no Amor (5 episódios, 1 novo) 30/12 Saiki Kusuo no Psi-nan: Reativado: 1ª Temporada Alexa e Katie (31 episódios, 8 novos) Bob Esponja (110 episódios, 44 novos) Pousando no Amor (6 episódios, 1 novo) 31/12 O Vizinho: 1ª Temporada Palácio Yanxi: As Aventuras da Princesa: 1ª Temporada Polly Pocket: 1ª Temporada A Caminho da Noite Tempestade Branca 2: A Máfia do Tráfico O Filme da Minha Vida Tomb Raider: A Origem Homens com Missão (148 episódios, 1 novo) The Degenerates (12 episódios, 6 novos)

 

01/01 44 Gatos: 1ª Temporada A Noiva de Habaek: 1ª Temporada ARASHI’s Diary - Voyage: 1ª Temporada Cells at Work!: 1ª Temporada Honra Teu Nome: 1ª Temporada Messiah: 1ª Temporada

 

Nisman: O Promotor, a Presidente e o Espião: 1ª Temporada Porque Esta é a Minha Primeira Vida: 1ª Temporada Portáti: 1ª Temporada Power Rangers: Morfagem Feroz: 1ª Temporada Responde 1988: 1ª Temporada Save Me: 1ª Temporada Spin Out: 1ª Temporada The Circle: 1ª Temporada A identidade Bourne - Renascido em perigo A Menina e o Leão À prova de fogo A Supremacia Bourne A Teoria de Tudo Anaconda 2 - A Caçada pela Orquídea Sangrenta Aquarius As Aventuras de Paddington 2 As Namoradas do Papai Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal Bob Esponja - O filme Christine: Uma História Verdadeira Contatos Imediatos do Terceiro Grau Drácula – A História Nunca Contada Harry Potter e a Ordem da Fênix Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 Harry Potter e o enigma do príncipe Hotel Transilvânia 2 Invencível

 

Jane Eyre Jurassic Park III Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros Luccas Neto em: Dia das Crianças Lucy Mamma Mia! O Filme Matar ou Morrer Milagres do Paraíso No ritmo da dança O Atirador 4 O Barco - Inferno no Mar O Grande Gatsby O Homem do Futuro O Legado Bourne O mundo perdido: Jurassic Park O Pequeno Príncipe O ultimato Bourne Olho Por Olho Operação Presente Os Embalos de Sábado à Noite Personal Shopper Pokémon O Filme: O Poder de Todos Quatro Histórias de Fantasmas Quero Ficar com Polly Raul, o Início, o Fim e o Meio Ray Sob a Luz da Fama Transformers - A Era da Extinção Um dia a casa cai Uma Noite de Crime: Anarquia Uma Noite Mais que Louca Vingança sem Limites Vinicius de Moraes Vivos Drugs, Inc. (20 episódios, 10 novos) Inspetor Bugiganga 2.0 (52 episódios, 13 novos) Investigação Criminal (64 episódios, 8 novos) Littlest Pet Shop: Nosso Mundo (52 episódios, 26 novos) Oddbods (40 episódios, 20 novos) Os Backyardigans (58 episódios, 19 novos) Preparados para o fim (18 episódios, 9 novos) The Affair (42 episódios, 32 novos)

 

02/01 Explicando... O Sexo: 1ª Temporada Ladrões da Floresta: 1ª Temporada O Último Vice-Rei 03/01 Todas as Sardas do Mundo Um Dia Anne with an E (27 episódios, 10 novos) Fora de catálogo

Os filmes, séries e/ou episódios a seguir foram removidos do catálogo da Netflix no período.

The Real Football Factories (6 episódios removidos) Acampados (21 episódios removidos) O Homem nas Trevas Um Dia Born Strong Cheque em branco Democrats Walt nos Bastidores de Mary Poppins 1 Chance 2 Dance A creche do papai A Escolha Perfeita A Música nunca Parou A Origem dos Guardiões AlphaGo Bakugan: Guerreiros da Batalha (26 episódios removidos) Bee Movie - A história de uma abelha The Affair (12 episódios removidos) Bem-vindo aos 40 Beyblade: Metal Fusion (51 episódios removidos) Capitão Fantástico Cartelândia Cidade de Deus Como treinar o seu dragão Dance-Off Doce lar Dois doidões em Harvard Dries Elizabeth: A Era de Ouro Encontro de casais Esquadrão Bizarro (40 episódios removidos) Festa Assassina Functional Fitness Gato de Botas Green White Green (And All the Beautiful Colours in My Mosaic of Madness) grown-ish (13 episódios removidos) Hurricane Bianca Jonas e os Vegetais Jump In! Kung Fu Panda Kung Fu Panda 2 Lágrimas do Sol Madagascar Madagascar 2 Madagascar 3: Os procurados Malala Mama Martin Luther: The Idea that Changed the World Max & Ruby (26 episódios removidos) Megamente Monstros vs. Alienígenas Monty Python - O Sentido da Vida Not Alone O Espanta Tubarões O homem lobo e os pestinhas O menino do pijama listrado O Nariz O Pequeno Príncipe (26 episódios removidos) O pior trabalho do mundo Os agentes do destino Os Croods Os Delírios de Consumo de Becky Bloom Os Sem-Floresta Para Ser Miss Por Água Abaixo Protegendo o inimigo Radiopetti Red vs. Blue (13 episódios removidos) Residente Saheb Bibi Golaam Simplesmente complicado Socios por accidente 2 The Adventures of Figaro Pho (26 episódios removidos) The Arbitration The Faith of Anna Waters The Rat Race Tratamento de choque Treasures from the Wreck of the Unbelievable Um Grande Garoto Uma Vida Com Propósito Under the Dome (39 episódios removidos) Van Helsing - o Caçador de Monstros Vida de inseto Wallace e Gromit: A Batalha dos Vegetais Weeds (102 episódios removidos) Miss Me This Christmas You Can’t Fight Christmas

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CES 2020 | OnePlus Concept One inova com câmeras traseiras que "somem"

Jan 3, 2020

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Faltando quatro dias para a apresentação oficial do OnePlus Concept One, a fabricante revelou alguns poucos detalhes sobre o dispositivo, tanto em um vídeo oficial, como em uma conversa com o site Wired. O modelo foi desenvolvido em parceira com a McLaren e traz um curioso recurso que deixa as câmeras traseiras escondidas quando não estão em uso.

Para isso, o Concept One tem um vidro eletrocrômico, usado em alguns carros e aviões. Trata-se de uma proteção coberta por eletrólito, que pode variar sua coloração, ficando invisível quando a câmera é acionada e visível quando não está em uso.

 

De acordo com a Wired, no entanto, a ideia parece mais interessante do que a prática. “Quando você pensa em ‘câmera que desaparece’, deve imaginar um tipo de mágica, ou uma transição física mais pronunciada. É só uma câmera que você mal consegue ver. O lado bom é que não há lombada”, diz a publicação.

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A ideia para a “câmera invisível” surgiu quando o diretor criativo da OnePlus, Xi Zeng, viu o vidro eletrocrômico em um MacLaren 720S, em 2018. Ele ficou atraído pela tecnologia e pediu aos engenheiros da OnePlus que pensassem em maneira de levar o conceito para algo menor e mais pessoal.

Entre os problemas enfrentados pela equipe de desenvolvimento estavam questões como a espessura do aparelho, velocidade da transição (Pete Lau, CEO da OnePlus, garante que demora apenas 1 segundo para a câmera ficar pronta para a ação), confiabilidade e durabilidade da tecnologia.

Experiências com o vidro eletrocrômico na arquitetura, por exemplo, mostram que alguns anos de uso trocando entre o transparente e o opaco pode resultar em manchas no vidro ou redução da opacidade. É provável que o Concept One não dure muitos anos, ainda mais porque trocar esse vidro não vai ser fácil e nem barato.

Rascunho do design traseiro do OnePlus Concept One (Imagem: Divulgação/OnePlus)

Mas a OnePlus está confiante e sabe que serão poucas unidades vendidas ao redor do mundo. O que é importante, ao menos nesse estágio inicial, em que a tecnologia é quase experimental em smartphones. Segundo Lau, “poderemos produzir quantidades pequenas do produto e, com os comentários de um grupo pequeno de usuários, veremos a possibilidade de criar um dispositivo que fique disponível para mais gente”.

Especificações técnicas

O OnePlus Concept One ainda não tem muitos detalhes revelados. A Wired disse apenas que o conjunto de câmeras será o mesmo do OnePlus 7T Pro MacLaren Edition, com um sensor principal de 48 MP e uma ultra-wide de 16 MP. Além disso, a publicação teve acesso a um modelo com acabamento em couro laranja nas laterais, e a faixa central com esse vidro eletrocrômico que esconde as câmeras.

No mais, o dispositivo tem o objetivo de trazer algo novo, um experimento para esconder ainda mais os componentes. As fabricantes ainda tentam se livrar da câmera de selfies para oferecer um design frontal com aproveitamento de 100% da tela. No entanto, também já existe um movimento para acabar com conectores e botões físicos. A tendência é que os smartphones se tornem cada vez mais uma barra sólida de metal e vidro lisos, aparentemente.

A apresentação do OnePlus Concept One será na próxima terça-feira, 7, na CES 2020, que será realizada em Las Vegas. Você pode acompanhar a cobertura completa da feira aqui no Canaltech, que estará ao in loco no evento e trará o que de melhor acontecerá por lá.

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Análise | AW510H da Alienware tem ótima potência sonora, mas peca na ergonomia

Jan 3, 2020

Description:

A imersão sonora é um dos detalhes mais procurados por audiófilos em geral e que, aos poucos, vai aparecendo também na opinião do público mais casual. E felizmente, o AW510H, novo headset da Alienware voltado para o público gamer, traz uma experiência completa no que tange ao espectro sonoro, aprimorando a imersão com uma tecnologia avançada de cancelamento de ruído, além do sempre atraente design da divisão de gaming da Dell, ainda que cometa alguns pecados que os mais puristas certamente se sentirão incomodados.

Para começar, vamos falar das características gerais do aparelho: o AW510H é um headset supra-auricular – um nome pomposo para referir-se a “fones com almofadas cobrindo as orelhas”. E fazendo jus à marca Alienware, o bicho é consideravelmente grande: são 202 milímetros de altura por 216,7 milímetros de largura, com profundidade de 104,2 milímetros de profundidade e peso geral de 370 gramas (embora pareça bem mais).

(Foto: Matheus Argentoni/Canaltech)

O headset encontra seu público-alvo na parcela multiplataforma da indústria de jogos. Embora o acessório seja mais comumente atrelado aos PC gamers, cada vez mais produtos também encontram funcionamento em consoles. Com o AW510H não é diferente: ele funciona com reconhecimento imediato no PlayStation 4 e no Xbox One, por meio dos conectores de 3,5 milímetros (o popular P2) nos seus respectivos controles.

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Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/
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(Foto: Matheus Argentoni/Canaltech)

No que tange ao som, o AW510H não desaponta: com saída de áudio de 7.1 surround, resposta de frequência de 20 - 40.000 Hz e impedância de 32 Ohm, esse headset é feito especificamente para quem quer “sumir” em pensamentos durante uma música ou atingir um nível aprimorado de foco durante o gameplay — e aqui vale a ressalva: qualquer jogo. Normalmente, headsets gamer tendem a preferir um gênero ou outro para controlar melhor os sons reproduzidos, mas aqui não há um trabalho específico. Em nosso teste, os sons ambientais de The Witcher 3: Wild Hunt encontraram tanta força e fidelidade quanto os passos dos inimigos em Call of Duty: Modern Warfare.

Isso é importante pois adiciona mais uma camada de estratégia – a de reação ao ambiente – à sua partida: um oponente que tenta lhe pegar desprevenido vai ter um pouco mais de dificuldade em realizar o feito já que você consegue ouvir até o mais leve dos seus passos.

Alienware AW510HA Alienware trouxe ao Brasil, no mês de dezembro, o headset gamer AW5110H, originalmente anunciado durante a Gamescom 2019 ((Foto: Matheus Argentoni/Canaltech)) Alienware AW510HO fone conta com o design característico da Alienware, priorizando o visual agressivo e robusto, notável para jogadores e audiófilos que buscam experiências sonoras diferenciadas ((Foto: Matheus Argentoni/Canaltech)) Alienware AW510HO modelo traz diversos conectores para serem acoplados em qualquer entrada, mas a fabricante preferiu torná-lo ausente de experiências wireless: você vai precisar dos fios aqui ((Foto: Matheus Argentoni/Canaltech)) Alienware AW510HAs almofadas são bastante confortáveis e não esquentam os ouvidos, além dos "braços" do headset contarem com ganchos que giram para dentro e fora, facilitando o transporte do acessório em mochilas ((Foto: Matheus Argentoni/Canaltech)) Alienware AW510HA almofada no topo do arco deste headset incomoda por não ficar muito fixa à cabeça, efetivamente derrubando o headset nas atividades mais mundanas, como virar a cabeça para se tomar água ((Foto: Matheus Argentoni/Canaltech)) Alienware AW510HO acessório tem preço premium, ainda que justificado devido à multitude de funções e capacidades de adaptação sonora, fazende deste uma ótima pedida para jogar e ouvir músicas em qualquer plataforma, dos PCs aos consoles e passando por smartphones ((Foto: Matheus Argentoni/Canaltech))

Musicalmente falando, também não se encontram defeitos: a capacidade adaptativa do AW510H é, francamente, uma das mais evoluídas do setor. A Dell não fala em capacidade de inteligência artificial ou nem mesmo menciona isso como um recurso intencional (o que, invariavelmente, deixaria o periférico ainda mais caro), mas é especialmente interessante como este fone traz uma regulação sonora automática independente da configuração da sua plataforma. Por aqui, testamos reproduções musicais em diversos formatos de arquivo, além de brincarmos entre ajustes padronizados de som e também um software de equalização externo (alternamos entre o nativo do Windows e o Equalizer PRO).

Mesmo nos canais pré-configurados como nos ajustes manuais, o equilíbrio que o AW510H trouxe à experiência sonora foi sinérgico. Em nenhum momento conseguimos identificar distorções ou estouros de som, até mesmo quando o equalizador estava ajustado para preservar vozes, graves ou agudos… Tudo era regiamente obedecido, mas de uma forma balanceada, e som nenhum passava despercebido. Como dissemos, não há qualquer menção disso na divulgação feita pela Dell, então vamos atribuir essa qualidade a um “gol sem querer” da empresa.

Análise | Alienware AW510M é mouse gamer de elite com ótimo custo-benefício

O que vem em boa hora, pois, apesar das qualidades, os mais puristas da experiência sonora podem se desmotivar de usar o AW510H de uma forma rotineira: seu tamanho “trombolhudo” já passa a ideia de que não é o tipo de headset que você usaria, digamos, no metrô. Ainda que seu arco conte com pontas giráveis para facilitar o transporte em uma mochila padrão, por exemplo, seu isolamento acústico pode colocar o usuário em maus lençóis – você realmente não percebe estímulos externos.

(Foto: Matheus Argentoni/Canaltech)

A ausência de uma tecnologia wireless também conta negativamente aqui: na caixa do AW5101H, temos vários conectores – até mesmo um de dupla entrada, com o jack rosa e o verde, comum a computadores antigos –, mas a Alienware preferiu abster-se da experiência sem fio, talvez no intuito de preservar o consumidor de um preço já meio salgado. Pelo andar da indústria, isso pode desencorajar uma adoção mais versátil do aparelho, que fica limitado a “estar plugado” em algo para funcionar. Tem quem goste, mas o mercado como um todo caminho para o sentido oposto.

O design é, como sempre, belíssimo, ainda que exista um probleminha. Chame isso de chatice, que possa variar de pessoa para pessoa, mas o topo do arco deste headset não fica exatamente “firme” na cabeça. Você pode achar pouca coisa, mas é somente depois de acontecer contigo é que perceberá o quanto algo aparentemente inócuo faz uma diferença notável: sempre que você for, por exemplo, virar uma garrafa d’água, o fone vai cair. Como dissemos, parece algo meio besta de se reclamar, mas experimente passar pelo susto de tentar pegar um headset desse tamanho pelo fio, no meio de uma partida online. Ou você força o pescoço em um só lugar, ou começa a beber água de canudinho.

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Pormenores à parte, o AW510H traz uma boa relação custo-benefício, oferecendo ao usuário um produto poderoso, oriundo de uma das principais e mais reconhecidas marcas do mercado, a um preço que, ainda caro, não passa a impressão de que você está sendo assaltado. Pela loja online da Dell, o Alienware AW510H está saindo por R$ 598,00 (ao fechamento deste texto, a empresa estava com uma promoção e o fone estava marcado por R$ 508,00). Existem modelos melhores? Com certeza, porém mais caros. Ao mesmo tempo, há modelos bem piores que, ou são baratos demais e não cumprem o que prometem; ou continuam caros, ainda que tragam menos benefícios ao usuário.

Aqui, pelo menos, você paga pelo que você ganha.

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Firefox permitirá usuários excluírem dados que foram coletados

Jan 3, 2020

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A Mozilla anunciou que a próxima atualização para o navegador Firefox, que será lançada na próxima terça-feira (7), permitirá que os usuários possam excluir todos os dados coletados pela plataforma. Segundo a empresa, essa é uma adequação à Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia (CCPA), que entrou em vigor no dia 1º último. O novo ato - semelhante ao Regulamento Geral de Proteção de Dados da Europa (GDPR) - concede o direito às pessoas na Califórnia de conhecer e controlar as informações capturadas pelos sites.

Enquanto o CCPA dará ao pessoal da Califórnia mais controle sobre seus dados, a nova mudança do Firefox será lançada para todos os usuários do navegador. Em um post em seu blog, a Mozilla disse que o seu browser coleta muito poucos dados sobre seus usuários.

Veja o comunicado:

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Como regra, o Firefox já coleta muito pouco dos seus dados. De fato, a maior parte do que recebemos é para nos ajudar a melhorar o desempenho e a segurança do Firefox. Chamamos isso de dados de telemetria. Essa telemetria não nos fala sobre os sites que você visita ou as pesquisas que faz; só conhecemos informações gerais, como quantas guias foram abertas e qual o tempo de uso em cada uma delas.

Decidimos ir além e expandir os direitos do usuário para incluir a exclusão desses dados de telemetria armazenados em nossos sistemas.


A atualização chegará automaticamente aos usuários no dia 7 de janeiro.

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MacBook Pro de 16 polegadas chega ao Brasil a um preço nada convidativo. Confira

Jan 3, 2020

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A Apple deu início às vendas do novíssimo e desejado MacBook Pro de 16 polegadas. O notebook, que é visto como um produto estratégico dentro da empresa, chega ao mercado brasileiro custando R$ 19.169,10 em sua versão de entrada e pesados R$ 45.889,10 em seu modelo mais potente e equipado.

A versão de entrada conta com processador Intel Core i7 de seis núcleos e 2,6GHz, placa gráfica AMD Radeon Pro 5300M com 4GB de memória GDDR6, 16GB de RAM e SSD de 512GB. A outra configuração da máquina, vendida por R$22.139,10, ganha o processador Intel Core i9 de oito núcleos e 2,3GHz, gráficos AMD Radeon Pro 5500M com 4GB de memória GDDR6, 16GB de RAM e tem o acréscimo de um SSD de 1TB.

Agora, se você tiver interesse em "enfiar o pé na jaca" e levar a versão de R$ 45 mil, a máquina te proporcionará um processador Intel Core i9 de oito núcleos e 2,4GHz, placa gráfica AMD Radeon Pro 5500M com 8GB de memória GDDR6, 64GB de RAM e SSD de 8TB.

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O novo Macbook Pro chega ao Brasil (Imagem: Apple)

Os novos MacBooks Pro já estão à venda no site da Apple Store brasileira. Eles devem chegar aos parceiros da Apple e nas duas lojas oficiais da Maçã em breve.

Preços e versões:

MacBook Pro 16' Radeon Pro 5300M 4GB GDDR6, 16GB RAM, SSD 512GB - R$ 19.169,10 à vista ou R$21.300 a prazo MacBook Pro 16' Radeon Pro 5500M 6GB GDDR6, 16GB RAM, SSD 1TB - R$22.139,10 à vista ou R$24.600 a prazo MacBook Pro 16' Radeon Pro 5500M 8GB GDDR6, 64GB RAM, SSD 8TB - R$ 45.889,10 à vista ou R$51.000

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Rumor | Nokia adia próximo celular topo de linha para incluir Snapdragon 865

Jan 3, 2020

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Para não incorrer no mesmo erro que cometeu com o Nokia 9 PureView, a HMD, empresa licenciada para usar a marca Nokia, decidiu adiar o lançamento do sucessor deste flagship para o outono americano (primavera brasileira). Segundo o leaker Nokia Anew, a ideia é que este novo telefone, agora chamado de Nokia 9.2 (e não 9.1, como deveria) será equipado com o processador Snapdragon 865.

Para refrescar a memória do leitor, a volta da Nokia ao cenário dos smartphones premium tinha acontecido no início de 2019 com o Nokia 9 Pureview. Mas o aparelho, apesar de inovador e com câmeras muito boas, era equipado com um processador Snapdragon de 2018, o Snapdragon 845. Mesmo com ótimo desempenho, o dispositivo foi considerado defasado em relação aos demais flagships lançados na mesma época, como o Samsung Galaxy S10 e o Xiaomi Mi 9, equipados com o 855.

The announcement of Nokia 9.2 is likely to be delayed until the autumn due to the replacement of the processor on the Snapdragon 865.#Nokia9 #NokiaMobile #HMD #Nokia2020 pic.twitter.com/DbAFdMFi6v

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— Nokia anew (@nokia_anew) December 30, 2019

Chegou-se a especular que o Nokia 9.2 poderia ter o Snapdragon 855+, mas, segundo o leaker, o vindouro smartphone da marca finlandesa deve mesmo ser equipado com o mais moderno processador da Qualcomm, o qual também equipará os melhores aparelhos Android deste ano e que o deixará apto à conexão 5G.

Nokia 9 Pureview foi lançado com processador defasado

Ainda sem muitos detalhes conhecidos, a expectativa é que o Nokia 9.2 seja apresentado na MWC.

Intermediário também na fila Imagem: Nokia

A HMD anunciou oficialmente planos de lançar um smartphone intermediário, com conexão 5G e equipado com o chipset Snapdragon 765. A imagem do teaser parece mostrar uma câmera tripla na parte traseira, portanto, a nova câmera Nokia Light não deverá equipá-lo - mas deve aparecer no Nokia 9.2.

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Os lançamentos da Netflix em janeiro de 2020

Jan 3, 2020

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Todo início de mês a Netflix divulga uma lista com os principais lançamentos que chegarão ao seu catálogo, e em janeiro não poderia ser diferente. O primeiro mês de 2020 está recheado de filmes que obtiveram relativo sucesso nas bilheterias mundiais, alguns vencedores de Oscar, e as tradicionais produções originais da plataforma de streaming, que continua investindo pesado em filmes e séries.

Embora estejamos em clima de comemoração por mais um ano que se inicia — e também porque as férias finalmente estão aí —, para algumas séries da casa o momento é de despedida, já que elas estão recebendo sua última temporada. Por outro lado, atrações de sucesso finalmente estão ganhando continuação e a expectativa é que elas continuem rendendo bons episódios para gente poder maratonar a vontade.

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Confira a seguir as principais séries e filmes que chegam à Netflix em janeiro de 2020. Na sequência, o Canaltech organizou todas as estreias por data de lançamento, para lhe ajudar na hora de colocar na agenda. Vamos lá!

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A Teoria de Tudo (01/01)

 

A Netflix começa janeiro com o filme vencedor do Oscar de Melhor Ator e indicado em outras quatro categorias em 2015, A Teoria de Tudo. Apesar de já ser um pouco "antiguinho", ele tem um valor histórico incrível por contar parte da história de vida do físico Stephen Hawking (Eddie Redmayne), mostrando desde sua vida na Universidade de Cambridge, até como ele conheceu sua esposa, Jane (Felicity Jones) e quando começou a ter os primeiros sintomas da esclerose lateral amiotrófica (ELA).

Stephen Hawking foi diagnosticado com ELA aos 21 anos e os médicos disseram que ele viveria apenas até os 30 anos. O cientista, porém, contrariou todas as previsões e viveu até março de 2018, quando faleceu os 76 anos.

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A Teoria de Tudo estreia no dia 1º de janeiro de 2020 na Netflix.

Anne with an "E" – Última temporada (03/01)

 

Depois de conquistar o coração de muitos assinantes, Anne with an "E" está se despedindo em sua terceira e última temporada. A produção original da Netflix alcançou relativo sucesso entre o público sobretudo por contar a história de amadurecimento da personagem-título, que enfrenta muitos desafios em sua luta pelo amor e pela aceitação do seu lugar no mundo.

Nestes últimos episódios, a atração aborda temas como identidade, feminismo, bullying, diversidade e questões de gênero, com uma pegada dramática na medida certa para nos fazer emocionar e refletir.

A terceira e última temporada de Anne with an "E" chega ao catálogo da Netflix em 3 de janeiro de 2020.

Titãs – Temporada 2 (10/01)

 

Originalmente uma atração exclusiva do serviço de streaming da DC, Titãs teve seus direitos de transmissão para o Brasil comprados pela Netflix, que agora estreia a segunda temporada das aventuras do grupo de jovens aspirantes a heróis.

Sob a tutela de Dick Grayson, a equipe começou a treinar o que foi chamado de Titãs 2.0, composto por Dick, Estelar, Mutano e Ravena. Apesar disso, Rapina, Columba e Donna Troy, que faziam parte da primeira equipe, continuam ajudando os heróis, que agora terão de enfrentar as figuras ameaçadoras de Slade Wilson, Doutor Luz e Cadmus.

Titãs já teve sua temporada 3 confirmada pela DC. Até ela chegar, você poderá conferir a segunda temporada completa a partir de 10 de janeiro de 2020 na Netflix.

Sex Education – Temporada 2 (17/01)

 

Depois do sucesso arrebatador de sua primeira temporada, que pegou muita gente de surpresa, Sex Education finalmente ganhará sua segunda temporada. A trama segue a vida e os dramas juvenis de Otis, filho de uma terapeuta sexual que usa os conhecimentos que obteve ouvindo as sessões da mãe para ajudar seus colegas.

Neste novo ano, a atração deve investir ainda mais nas aventuras (e trapalhadas) sexuais do protagonista, além de mostrar uma possível aproximação de Maeve e Aimee, Eric passando muitas lições para o terapeuta improvisado e Lily se esforçando cada vez mais para perder sua virgindade.

Se você não aguenta mais esperar, segura a onda. A temporada 2 de Sex Education estreia todos seus episódios de uma só vez no dia 17 de janeiro de 2020 na Netflix.

As 10 novas temporadas de séries mais aguardadas para 2020 Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco (23/01)

 

A série animada de Os Cavaleiros do Zodíaco causou controvérsia e gerou muito burburinho quando foi lançada pela Netflix em 2019. A recepção foi mista: teve gente que gostou, teve gente que odiou. Apesar disso, a plataforma de streaming resolveu apostar mais fichas na produção e agora está trazendo a temporada 2 de Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco.

Para o bem ou para o mal, os novos episódios da atração estreiam na plataforma de streaming no dia 23 de janeiro de 2020.

Crítica | Os Cavaleiros do Zodíaco é uma das obras mais intrigantes da Netflix O Mundo Sombrio de Sabrina: Parte 3 (24/01)

 

Outra produção original da Netflix que já deu o que falar foi O Mundo Sombrio de Sabrina. Por causa dela, o serviço de streaming foi acusado por satanistas de violação de direitos autorais ao utilizar, de forma ilegal, a imagem de Baphomet, uma entidade que possui cabeça de bode, corpo com seios e pênis. O caso acabou sendo resolvido depois de as partes chegarem a um acordo e acabou contribuindo para catapultar a série, que já era relativamente popular na época.

Agora, ela finalmente deve ganhar sua terceira temporada — ou Parte 3, como a empresa prefere chamar. Até agora, pouco se sabe sobre a trama da produção, mas a expectativa geral é que ela dê seguimento à pegada mais teen adotada a partir da segunda parte, que ficou menos sombria que a primeira.

A Parte 3 de O Mundo Sombrio de Sabrina tem estreia agendada para o dia 24 de janeiro de 2020.

Filmes, Séries, Musicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Lista completa de lançamentos na Netflix

01/01

A Teoria de Tudo Mama Mia! O Filme Quero Ficar com Polly Contatos Imediatos do Terceiro Grau

02/01

Explicando... O Sexo – Minissérie Investigação Criminal – Temporada 8

03/01

Anne with an "E" – Última temporada

04/01

Go! Go! Cory Carson Drácula – Temporada 1

08/01

Cheer

10/01

Scissor Seven Titãs – Temporada 2 AJ and The Queen

13/01

Dude, o Cãopanheiro

14/01

Kipo e os Animonstros

15/01

Grance and Frankie – Temporada 6

17/01

Sex Education – Temporada 2 O Limite da Traição

23/01

Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco – Temporada 2

24/01

O Mundo Sombrio de Sabrina: Parte 3 The Ranch – Última temporada

29/01

A Terra à Noite

30/01

Não Fale com Estranhos

31/01

Joias Brutas

Leia a matéria no Canaltech.

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Intel Core i9-10900K pode ser até 30% mais rápido que o 9900K, aponta rumor

Jan 3, 2020

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Um documento vazado contendo detalhes sobre testes de benchmark dos novos processadores Comet Lake, da Intel, mostram que o Intel i9-10900K será até 30% mais rápido em tarefas multithread do que seu antecessor, o 9900K.

As projeções de desempenho contêm benchmarks comparativos da SYSmark, SPEC, XPRT e Cinebench. O maior aumento de desempenho foi observado nos resultados da SPEC, que é de onde vem o título "até" 30% mais rápido. No Cinebench, por sua vez, o 10900K é 26% mais rápido que o 9900K, o que novamente impressiona à primeira vista, mas devemos lembrar que esta nova CPU de entrada tem 10 núcleos, enquanto a 9900K tem 8 núcleos; então, na verdade, o aumento de 26% acaba sendo proporcional.

Uma observação interessante é que o material afirma que o 10900K tem um TDP (Thermal Design Power ou Projeto de Força Térmica, na tradução livre) de 125W, alcançando até 250W de TDP em Turbo durante atividades multithread. Nos testes single thread, por exemplo, o benchmark XPRT indicou um desempenho apenas 4% melhor do que o 9900K.

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Imagem: MebiuW @ Weibo.com

É possível dizer que processadores Comet Lake representam mais um refinamento de 14nm e a Intel, claro, pode tirar muito mais proveito disso, mas o crescimento de desempenho não parece ser fora da curva, justamente porque o vindouro i9-10900K tem dois núcleos a mais.

Mais clock

Apesar de não ser um ganho substancial, a Intel indica que está aumentando ainda mais a velocidade do clock com os chips Comet Lake e, de acordo com outros rumores, espera-se que o 10900K seja capaz de atingir velocidade de 5,2 GHz Turbo.

A CES 2020 se aproxima e é possível que vejamos este novo chip por lá. Diante do sucesso estrondoso dos novos Ryzen 3000, da AMD, a Intel precisa apresentar logo estes processadores e definir qual será sua estratégia de mercado contra um produto que, ao que parece, é superior. Um preço acessível pode ajudar na competição.

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Aliens podem ter visitado a Terra há milhões de anos, na visão deste cientista

Jan 3, 2020

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Seres alienígenas tecnologicamente avançados podem ter explorado a Via Láctea e até mesmo visitado há Terra há cerca de 10 milhões de anos — ao menos é esta a visão de Jonathan Carroll-Nellenback, cientista e principal autor de um estudo sobre o assunto publicado no The Astronomical Journal.

O estudo postula que a vida inteligente extraterrestre pode demorar bastante tempo para explorar mundos por aí, pois usariam o movimento dos sistemas estelares para facilitar a viagem entre uma estrela e outra. A ideia do trabalho seria dar uma resposta ao Paradoxo de Fermi — aquele que indaga por que ainda não detectamos nenhum sinal de vida inteligente fora da Terra —, elaborado pelo físico Enrico Fermi ao se perguntar "onde estariam os ETs?" quando estudava a viabilidade de se viajar entre as estrelas.

Os autores do novo estudo sugerem, então, que tais alienígenas estariam demorando "um pouco" para aparecer por aqui simplesmente porque estariam sendo estratégicos, e viajar por uma galáxia seria algo realmente muito demorado. "Se você não considera o movimento das estrelas ao tentar resolver esse problema, fica basicamente com uma de duas soluções", disse Carroll-Nellenback.

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Estrelas e seus planetas orbitam o centro da galáxia em diferentes trajetos, a diferentes velocidades. Ao longo de suas trajetórias, ocasionalmente elas se cruzam — e o estudo imagina que os alienígenas poderiam estar esperando seu próximo destino se aproximar de onde eles estão, o que encurtaria a viagem, tornando-a possível. Mas esses cruzamentos demoram anos, muitos anos, para acontecer. Nosso Sistema Solar, por exemplo, orbita o centro da Via Láctea a cada 230 milhões de anos.

Sendo assim, essas civilizações podem existir, mas ainda não tiveram a oportunidade de chegar até nós. Outra possibilidade, também de acordo com o estudo, é a de terem, sim, nos visitado, mas muito antes de os seres humanos evoluírem — há milhões de anos. "Se o tempo suficiente for de um bilhão de anos, então essa seria uma solução para o paradoxo de Fermi", disse Carroll-Nellenback.

"Hipótese do zoológico"

Outra hipótese levantada em estudos por aí dá uma resposta diferente ao Paradoxo de Fermi, tentando resolver a questão do "por que ainda não os descobrimos?". Há quem acredite que tais seres seriam extremamente mais avançados do que nós, e decidiram não entrar em contato conosco pelas mesmas razões por que mantemos determinados povos indígenas isolados — tudo para não interferir em seu desenvolvimento natural.

Seria a Terra um zoológico para alienígenas? Pesquisadores acreditam que sim